Caprichos da cunhada gostosa 4

Vazei. Cheguei no escritório e não tinha ninguém. Me conectei e fiquei trabalhando lá. Perto do meio-dia, o aplicativo onde fiz as compras avisou que os produtos tinham sido entregues. Esperei mais um pouco e saí pra casa. Chego no apê. Entro. Vejo a Mica com as coisas que comprei em cima da mesa. M: que pervertido você é, hein, cunhado?! – disse ela, sorrindo. Y: o que cê tá fazendo? Quem te deu permissão pra abrir os pacotes?! – indignado, eu. M: algemas de couro com pelúcia, cordas, um dilatador, lubrificante, venda, chicote, e isso? Um vibrador tamanho xl….. – ela foi falando e listando os produtos que tinha recebido, enquanto ria e me olhava de canto, ao mesmo tempo que balançava o vibrador na mão…. Y: Larga isso, garota! Cê é sem noção! O que cê tá fazendo mexendo nas minhas coisas??? – arranquei o vibrador da mão dela. Y: Agora, por sem noção, intrometida e provocadora de pica, você vai ver…. Segurei ela firme pelo pulso, virei ela, encurralei contra a parede e com a outra mão arranquei literalmente a camiseta dela, rasgando. Peguei as algemas e coloquei nos pulsos dela, imobilizando. M: o que cê tá fazendo, bruto? Me solta!!!!!! Y: Cala a boca, puta! Cê acha que eu sou de ferro? Que sou otário? Acha que não percebo que você fica me provocando e esquentando minha pica??? Então agora, aguenta! Arranquei a regata que ela tava usando, aquela que ela usa pra dormir, rasguei. A calcinha fio dental, também tirei na pressa, enquanto tentava imobilizar ela porque ela queria se soltar. Assim, com as algemas nas costas, virei ela, e olhando fixo nos olhos dela, aqueles olhos cheios de raiva com que me olhava, segurei ela pelo pescoço e falei: Y: agora você vai saber o que é bom, vou me vingar de todas essas provocação que você vem me dando esses dias, você vai ver…. Em seguida, virei ela de novo, peguei o dilatador, um plug de aço, e o lubrificante, lubrifiquei o plug e enfiei quase sem piedade no cu dela. Foi bem difícil enfiar, porque de nervoso ela apertava muito o buraquinho. Depois que entrou no cu dela, deixei parado e peguei as cordas. Durante a quarentena, nos momentos de tédio, assisti vários vídeos de "shibari", onde aprendi a fazer nós e amarrar, e apliquei tudo no corpo da minha cunhada. Ela, completamente nua, me olhava com olhinhos quase lacrimejantes, respirava ofegante, mas não dizia nada. Dobrei a corda no meio e dei um nó, e o buraco que se formou, passei pela cabeça dela. Fiz outro nó um pouco mais abaixo, na altura dos peitos, aqueles peitos que apontavam túrgidos com os mamilos duros. Passei as pontas das cordas pelas costas e voltei a passá-las por aquele nó. E assim sucessivamente, com nós na altura do umbigo e da pélvis. Por último, tirei as algemas dela e, com as cordas, amarrei os pulsos nas laterais dos quadris, imobilizando completamente os braços. Pra ela não se sentir tão mal, dei um beijinho suave na pélvis, bem onde começa o monte de vênus, e depois me levantei na frente dela de novo. Olhando nos olhos dela, comecei a roçar e beliscar os mamilos, que, por causa da pressão que as cordas faziam nos peitinhos dela, pareciam que iam explodir pra fora. A respiração dela ficava ainda mais ofegante. Mordisquei também aqueles biquinhos que se formaram. Ela tremeu um pouco de dor, mas gostava, dava pra perceber. Beijei o umbigo dela, senti ela gemer e vi que fechou os olhos. Continuei descendo, e quando cheguei na virilha dela, mordi forte onde deveria ter pelos pubianos, mas que parecia pele de bebê. De repente, me levantei e, de novo olhando como ela respirava cada vez mais forte, agarrei o pescoço dela com uma mão enquanto com a outra afastava as pernas dela, pra chegar e tocar a buceta dela... Bem quente, tava. Lubrificada. Molhada com um líquido grosso. Devagar, fui abrindo os lábios dela e cheguei com meus dedos no clitóris. Ela se agachou um pouco, com as pernas abertas, como se estivesse fazendo agachamento. Isso me facilitei penetrar ela com meus dedos. Comecei a enfiar e tirar, aproveitando toda a lubrificação dela. Ela começou a tremer. Aumentei a velocidade das penetrações e ela começou a gritar. Quando vi que ela estava prestes a gozar, parei de repente e tirei os dedos. Ela me olhou com raiva porque cortei o tesão dela. Fiz a mesma coisa umas três ou quatro vezes, e cada vez que eu cortava o orgasmo dela, ela me odiava mais. Tive um pouco de pena, e na última vez continuei masturbando ela até ela gozar. Ela soltou uns jorrinhos pequenos, que caíram no chão. Ela tremia com o corpo todo. Mordi os mamilos dela de novo. Enquanto ela se recuperava, joguei ela de boca no sofá, ficando de bruços deitada. Peguei ela pelos pés e deixei com os joelhos apoiados no chão, enquanto o peito descansava no sofá. Assim, com a raba empinada, dava pra ver brilhar o plug de aço que ela tinha enfiado na bunda. Peguei o chicote e bati várias vezes nas nádegas dela, xingando ela por me deixar com tesão esses dias, e por ser uma puta…… Ela reclamava, mas gostava. Voltei pra mesa e peguei o vibrador XL e coloquei as pilhas. Passei ele na entrada da buceta dela, de cima pra baixo, pra lubrificar com os próprios sucos dela. Devagarzinho fui enfiando. Era bem grosso, então tive um pouco de dificuldade pra fazer entrar. De comprimento, não chegou a entrar nem metade, porque já tava batendo no fundo. As primeiras penetrações foram num ritmo lento, pra ela se acostumar. Nas seguintes, aumentei o ritmo. Além disso, aumentei a profundidade. Ela reclamava, mas não tava nem aí, cada vez tentava enfiar mais fundo. M: Para! Tá me matando! Para um pouco, por favor!!!!! Y: Cala a boca, puta! – dei um tapa na bunda dela M: AGGGHHHH Y: Quem sabe assim você aprende que se vai provocar alguém, uma hora vai ter que aliviar o tesão….. Continuei mais um pouco com o vibrador, notei que ela gozou de novo, e foi aí que aproveitei pra me despir completamente. Em instantes, o lugar do vibrador foi ocupado pelo meu pau. Entrava perfeitamente, não custou nem um pouquinho. Sentia o plugue colocado, como massageava a cabeça do meu pau através da parede que separa os dois canais, cada vez que entrava e saía. Ela continuava imóvel, mas cada vez parecia menos desconfortável. Ela tava gostando de tudo aquilo. Eu sentia que tava dando o que ela merecia, ao mesmo tempo que também tava curtindo. Quando tava perto de gozar, saí, agarrei ela pelos cabelos, fiz ela se ajoelhar na minha frente, e peguei a boca dela por um tempo até não aguentar mais e tirei pra gozar na carinha dela. Todo o gozo caiu entre os olhos e a boca dela, e com a ponta do pau esfreguei tudo na cara dela. Mandei ela deitar de costas no sofá, de frente pra mim. Abri as pernas dela, e tirei o plugue bem devagar. Aquela bunda tinha ficado bem dilatada. Meu pau tinha baixado um pouco, mas do jeito que ela tava meio morta, consegui meter mesmo assim na bunda dela, por causa da dilatação que tinha ficado. Umas duas enfiadas e já tava duro de novo. Comecei a meter na bunda dela num ritmo frenético. Tendo gozado uns segundos antes, agora ia durar mais na minha performance. Peguei ela pelos quadris e nessa posição comecei a meter com violência. M: AGGHHH por favor! Para um pouco!!! Y: Cala a boca! Em nenhum momento eu te disse que podia falar! – dei um tapa suave na cara dela, e meus dedos ficaram meio grudados com o gozo que tinha deixado nela. Y: Limpa meus dedos – falei enfiando os dedos na boca dela. Ela lambeu cada um dos meus dedos, como se fosse a última vez que fosse comer alguma coisa na vida. Enfiei os dedos até o fundo da boca dela, chegando na garganta, o que fez ela engasgar. Ao mesmo tempo, me abaixei um pouco e mordi o mamilo direito dela. Ela reclamou da dor, e isso fez com que, de repente, ela apertasse meu pau. Pensei comigo: isso foi bom, vou repetir... Mordi mais algumas vezes os mamilos dela, alternando um e outro, e com cada mordida ela apertava meu pau. Pau com seu anel de couro. Retomei o ritmo desenfreado do começo, que tinha largado em certo ponto por me distrair com os mamilos dela, e quando estava quase gozando de novo, tirei ela fora pra jogar mais porra na cara dela. Dessa vez já não era tanta, mas mesmo assim grudou nos olhos dela. Eu, todo suado, me levantei e fui pro banheiro. Tava realmente sem fôlego. Aproveitei pra tomar um banho. Saí do banheiro pelado. Ela tava na mesma posição que eu tinha deixado, deitada no sofá, com as pernas meio abertas. E: "vai, putinha, abre as pernas." Ela me olhou com cara de susto no começo, e depois de raiva. Peguei o lubrificante de novo e passei um pouco nos dedos. Devagar, enfiei eles na buceta dela, que, mesmo mais seca que antes, continuava quente pra caralho. Primeiro foram dois dedos, entravam e saíam de boa. Adicionei mais um, aí já custou. Passei mais lubrificante. Consegui enfiar o quarto, mas chegava uma hora que a mão travava. Girei o pulso umas vezes, e aos poucos, com mais lubrificante, ela foi abrindo um pouco mais. Quis colocar o polegar, mas ficava bem desconfortável. Por uns minutos continuei assim, até conseguir enfiar parte da palma da mão. Com os dedos, chegava a tocar o colo do útero dela. Devagar fui aumentando a velocidade, até perceber que ela começava a tremer. Continuei com isso até os gemidos dela mostrarem que tinha gozado de novo. Tirei a mão, lambi e depois limpei na toalha. Levantei e fui fazer a comida, já era hora de jantar. Nunca desamarrei ela, ela também não pediu. Sabia que ia fazer o que quisesse com ela, e acho que de certa forma ela gostava. Depois que a comida tava encaminhada, fui desatando um por um os nós e soltando ela. E: "Vai tomar banho que a comida já vai ficar pronta" – ordenei. Sem falar nada, ela entrou no banheiro, abriu a água e foi pro chuveiro. Saiu do banheiro no momento exato em que eu tava quase servir a comida. Rapidamente ela se trocou na minha frente, vestindo uma tanga, um shortinho de algodão e uma camiseta. Sentamos pra comer, sem trocar uma palavra. Eu olhava pra ela e via que tava exausta. Depois de jantar, ficamos vendo o filme que tava passando e que a gente tinha se interessado, ou pelo menos eu tinha me interessado. Ela continuava sem falar nada, com o olhar perdido. Quando o filme acabou, fui pra cama. Tava quase dormindo quando a porta abre e, com a luz do corredor, vejo ela entrar. Sem dizer nada, ela se mete na cama, vira de costas pra mim e se aproxima, colando o corpo no meu. Pega meu braço direito e faz eu rodeá-la, abraçando ela. Encosta a raba na pica, mas deixa parada. M: Você fodeu meu cu, sabia?... – ela fala baixinho. Eu não disse nada, e dormimos assim. Com os primeiros raios de sol de sexta, abri os olhos e ela ainda tava lá, de conchinha comigo. Senti o perfume do cabelo dela. Quando tentei me mexer pra sair, ela segurou minha mão mais forte e me fez abraçar ela de novo. M: Bom dia... Y: Bom dia... – falei com a voz ainda meio sonolenta. M: Ontem à noite você me tratou como uma puta arrombada e fogosa... hoje quero que você me ame como se eu fosse sua namorada... Y: O que você tá dizendo?! M: Isso, que de manhã você me trate como trata sua namorada. Y: Ok... Ela se mexeu devagar, esfregando a raba na pica de novo, e eu já tava durinho. Afastei o cabelo dela e comecei a beijar o pescoço, os ombros e as orelhas. Isso fez ela soltar um gemido do caralho. Com a mão esquerda, que tava debaixo do corpo dela, comecei a amassar o peito direito, enquanto com a mão direita segurei o quadril dela e empurrei a pica contra a raba, deixando ela sentir como eu tava ficando duro. Ajudei ela a se despir. Ela ficou deitada de frente pra mim, e não resisti em beijá-la. Em dois segundos a gente tava se comendo de boca. Tentei descer... pra chupar as tetas dela, mas ela me fez virar, ficando eu agora deitado na cama de barriga pra cima. Ela subiu em cima de mim. Abracei ela e a gente se comeu de boca de novo enquanto ela se mexia em cima de mim, mas ainda sem ser penetrada. De pouquinho em pouquinho, ela começou a descer pelas minhas orelhas, meu pescoço, meu peito, minha barriga até chegar na minha pélvis. Ela pegou minha pica com as duas mãos, e enfiou devagar na boca dela. Babou bem, pra chupar de leve sem me machucar. Entrelacei meus dedos no cabelo dela, acompanhando com as mãos a chupada espetacular que ela tava me dando, mas sem apertar. Num certo momento, fiz ela virar, e ficar de pernas abertas pra mim, e desci eu dessa vez na buceta dela. Já tava molhada e meio quente. Comecei a brincar com meus lábios nos dela. Com a língua comecei a separar eles, e consegui chegar no clitóris dela. Usei minhas mãos pra abrir mais os lábios dela, mas só pra poder beijar melhor o grelinho. Chupei umas duas vezes, brinquei com a língua outras tantas, e beijei com os lábios mais umas. M: Me come! – foi o pedido em forma de súplica que ela fez. Do jeito que tava, saí de entre as pernas dela, e me ajoelhando na frente dela, passei a pica na racha, e quando cheguei na buceta, enfiei devagar. Chegando no fundo do cuzinho dela, minha pélvis batia na dela. Deitei em cima dela, ficando na famosa e bem conhecida posição de papai e mamãe. Isso me deixava poder beijar as tetas dela e também o pescoço. Ela pegou minha cabeça com as duas mãos e me levou pros lábios dela, me comendo de boca. A gente tava nisso quando fui aumentando o ritmo e a profundidade das metidas. As mãos dela passaram do meu rosto pra minhas nádegas, acompanhando a fodida que eu tava dando nela. Com as pernas dela, ela enrolou meu corpo, enquanto com as mãos apertou forte minhas costas e me fez bater meu peito contra o dela. Dava pra ouvir os gemidos dela direto no meu ouvido. M: Assim assim!!! Me come assim!!! Não para!!! Não pensava Para. Beijei o pescoço dela, enquanto envolvia o corpo dela com os braços, ficando os dois colados.
M: AGH AGH AGH – eu ouvia os gemidos dela no ritmo das penetrações
Y: Adoro isso!
M: Eu também! Continua!
Y: Se eu continuar, vou goza…
M: Continua! Continua! Goza dentro de mim, vai!
Y: AGHGGHAHGRHRRRRR – não consegui me segurar mais e comecei a gozar dentro dela.
M: Isso, bebê!!!! Assim!!!!! – senti ela apertar minha pica com a buceta e vi ela se mexer com mais fúria, sinal de que ela também estava gozando.

Levamos alguns minutos para desacelerar. Nesses minutos, minha pica não parava de pulsar, assim como a buceta dela também não parava. Continuávamos nos beijando como se fôssemos namorados de verdade. Quando saí de dentro dela e de cima dela, e consegui me deitar na cama de novo, ela se levantou, pegou a roupa e foi para o banheiro. Pensei que ela tivesse ficado brava.
M: E aí, cunhado? Ainda não fez meu café da manhã? – ela disse ao sair do banheiro já vestida.
Y: Pensei que você fosse fazer…
M: Nem fodendo! Aqui a convidada sou eu… Você tem que me atender… hahahaha
Levantei rápido e falei:
Y: Você acha que não te atendi bem o suficiente ontem e hoje? – olhando pra ela com cumplicidade.
M: Na verdade, sim. Minha bunda ainda tá ardendo, você me comeu muito bem. Foi pesado, mas terminei exausta e em êxtase…
Y: Viu? Isso é o que dá ficar me enchendo o saco esses dias todos…
Rimos os dois. Eu me vesti, ela preparou o café, tomamos café da manhã e fui trabalhar.
M: O que você vai fazer com tudo que comprou?
Y: Sei lá, por quê? Quer alguma coisa?
M: Na real, o vibrador não me faria mal…
Y: Ok, guarda na sua mochila, o resto eu guardo pra sua irmã…
M: Uau! No final, você era um pervertido de verdade, hein?
Y: Viu? A gente nunca termina de conhecer as pessoas… hahahaha

O dia terminou super bem e no sábado já levamos ela de volta pra casa dela. Agora era a vez da Vir curtir as comprinhas que fiz pela internet…

3 comentários - Caprichos da cunhada gostosa 4

Muy buen relato se banco todo la cuñadita
ms-1167 +1
Excelente relato! Aunque a decir verdad, aún tengo la ilusión de que esto termine en un trio con ambas hermanas...
me encantaría, te soy sincero..... pero si bien Vir es medio depravada..... la hermanita es la hermanita.... y ella no la ve como lo que realmente es.....
Gracias!!!!