Encontro com minha sogra 2

Esse encontro começou numa manhã, quando o telefone da minha esposa tocou. Era minha sogra ligando pra saber se eu podia levá-la até uma cidade vizinha pra pegar um remédio natural. Minha esposa me perguntou se eu podia levar, e eu respondi que sim. Perguntei que horas ela queria que eu passasse, e ela disse que umas 12 horas tava de boa. O tempo passou, e quando deu duas horas, falei pra minha esposa: "vamos, já tá na hora". Ela respondeu: "vai você, tá muito calor, até porque não vai demorar mais de 3 ou 4 horas". Bom, falei, então saí de casa e fui pra casa da minha sogra. Cheguei e mandei mensagem. Ela saiu vestindo uma calça jeans justa que marcava bem as pernas e a bunda empinada, uma blusa de botões mostrando um pouco das tetas grandes e gostosas, e uma mochila – pra quê? Quem sabe. Dirigi, e quando peguei o desvio pra estrada, ela colocou a mão na minha coxa e disse: "não pensa que a gente vai pra cidade". Eu, entre excitado e confuso, perguntei: "então pra onde eu vou?" Ela respondeu: "mais na frente, entra naquele motel que o povo tanto fala, dizem que é muito bom". Cheguei no motel, pedi um quarto e entramos. Ela disse: - Me espera na cama, já volto. Ela entrou no banheiro, e depois de uns minutos saiu vestindo um baby doll sexy e lindo, com um sutiã branco que caía super bem e uma camisola branca de renda que destacava a buceta e a bunda enorme empinada. Quando vi ela, meu pau ficou duro na hora. Ela veio em minha direção dançando, eu sentei na cama e ela continuou dançando pra mim como uma puta. Desabotoou minha calça e começou a acariciar meu pau, e no ritmo da dança, ela descia e subia acariciando ele. Depois começou a chupar devagar, enfiando tudo na boca, e quando tirava, já babado, pegava com as mãos e me masturbava. Ela tava há mais de 10 anos sem transar, porque é viúva, mas parecia uma verdadeira profissional. Experta, ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau como uma verdadeira deusa. Eu afastei o cabelo dela pra ver o rostinho e como ela continuava chupando. Tentei não gozar, mas foi impossível. Falei:
— Ahh, já vai vir, não para, continua assim.
— Cê gosta do jeito que eu chupo? Goza dentro da minha boca — ela disse.
— Adoro como você chupa meu pau.
Não aguentei mais. Meu esperma grosso e quente encheu a boca dela. Ela engoliu tudo, deixando meu pau bem espremido, porque continuou chupando, querendo tirar mais leite.

Ela se deitou na cama e disse, com uma voz safada: "Agora, o que cê vai fazer comigo, genro?" Comecei a beijar os pés dela, subi pelas pernas torneadas, cheguei nos peitos dela, tirei o sutiã e comecei a beijar aqueles peitões gostosos que ela tem. Desci pra tirar a calcinha fio dental. Lá estava a buceta dela, bem molhada, mostrando os lábios grossos e o clitóris saltado. Comecei a fazer oral nela. Ela segurava minha cabeça, e eu continuava metendo a língua, mexendo, beijando os lábios dela, apertando os peitos e a bunda dela.

Senti quando ela gozou, porque minha boca ficou toda molhada com os fluidos dela. Ela abriu os braços e soltou um "ahh, ahhh, que gostoso". Assim que terminou, ela ficou de quatro e começou a engatinhar na cama, dizendo: "Sou sua gatinha, então me pega." Ela montou no meu pau e começou a pular. Os peitos dela balançavam, eu apertava a bunda dela e tentava beijar os peitos. Ela tinha o ritmo. Ela queria outro orgasmo, e conseguiu. Ela parou de pular, só gritou e cravou as unhas nas minhas costas com muita força. Então, deitei ela e coloquei as pernas dela nos meus ombros. Comecei a penetrar com muita força, estocadas brutais. Meu pau só entrava e saía com tudo. Ela só gritava: "Me dá mais, continua assim, acho que vou gozar." Isso me excitava ainda mais, e eu continuei até ela dizer: "Gozei, amor, gozei." As pernas dela tremiam igual a de uma cervinha recém-nascida. Eu falei: "Faltou eu, então vou gozar dentro." E ela respondeu: "Enche minha buceta, por favor." Então, meu pau cuspiu uma porrada quantidade de porra que deixei dentro sem me mexer por uns segundos até começar a transbordar a porra da buceta dela. Descansamos uns minutos, ela foi tomar banho e disse:
— Sinto que minhas pernas tão tremendo demais, mas vamos ter a última no chuveiro.

Levantei na hora e fui com ela pro chuveiro, comecei a beijar ela enquanto lavava os peitos dela, depois continuei passando a mão na bunda dela e comecei a acariciar aquele rabo gostoso e delicioso, ele é rosado, bem definido e apertado.

Ela disse:
— Agora vai por trás.

Desci e comecei a chupar, isso deixava ela excitada e ela começou a se tocar nos peitos e com a outra mão tocou a buceta dela. Quando achei que tava pronto, enfiei meu pau, ela só gemeu e mordeu os lábios, ela continuou se masturbando na buceta, o cu dela era tão apertado que parecia que ela era virgem e eu tava tirando a virgindade dela.

Ela parou de se masturbar porque teve um orgasmo enorme, saía líquido como se ela tivesse mijando, e eu fiquei excitado e meu pau queria cuspir porra, então falei “agora sim, sogra, vou inundar seu cu de porra” e ela disse “sim, tudo dentro do meu cu”, quando não aguentei mais e cuspi toda a minha porra dentro, meu pau ficou vermelho de tão bom que era o cu apertado dela. Saímos do chuveiro e deitamos um pouco, ela me disse:
— Depois de tanto tempo sem transar, acho que acordou algo em mim, me sinto como nova, ninguém pode saber disso e a gente tem que se encontrar sempre.
— A verdade é que você é toda uma expert nisso de sexo, mas sua filha não pode saber.
— E mais pra frente vou te surpreender, vou me vestir pra você e vai ser surpresa, você não vai saber o que vou comprar pra me vestir, minha filha não pode saber, eu não vou contar e você também não vai contar nada.

Saímos do motel e fomos pra casa dela, isso continua...

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