Primera infidelidad 3

Antes eu tinha confessado minhas práticas sexuais pra vocês, e cada um tem sua opinião sobre isso, né? Principalmente quando você menciona o amor. Enfim, a pandemia seguiu seu curso e no meu país o governo não abandonou nem os profissionais nem as pessoas mais necessitadas, então muitos de nós tivemos que abrir mão de conforto e até da nossa privacidade e intimidade pra lidar com uma época que nos afetava não como indivíduos, mas como espécie; a impossibilidade de estar perto dos seus ou de outras pessoas, o confinamento e suas consequências.

Por causa disso, meu marido viu como melhor solução a gente se mudar pra casa dos pais dele, assim todos juntos poderíamos superar a dificuldade financeira e a moradia, já que, mesmo tendo que ficar confinados, ainda tínhamos que pagar impostos, aluguel e sem apoio do governo. Mesmo contrariada, aceitei e fomos pra casa dos pais dele; pra ser sincera, eles facilitaram muita coisa pra gente, dividimos as despesas e nos deram um bom espaço na casa pra ficar, e isso acalmou minha irritação a ponto de eu conseguir lidar.

Dois meses de pandemia depois, meu marido voltou a trabalhar presencialmente e eu também, mas de forma remota; só que nossos salários foram cortados, então não podíamos sair e tínhamos que continuar na casa dos pais dele. Meus sogros são um casal relativamente jovem, ele com 62 anos e ela com 51; e eles se cuidam pra caramba, têm todo tipo de equipamento de exercício, ele é aposentado de uma universidade, deu aula de direito a vida inteira, minha sogra ainda trabalha por prazer administrando o jardim botânico dela, que pra mim foi uma fuga do estresse; porque plantar frutas e comida é um trabalho lindo, além de plantar flores.

No terceiro mês, numa noite em família, minha sogra me perguntou se já não era hora de a gente ter um bebê; pra ser sincera, me pegou totalmente de surpresa pela situação em que estávamos, pensar em um bebê não era algo que passava pela minha cabeça, ainda mais com minhas traições com tantos homens; coisas que meu marido nem sabia; eu, mãe? não. Foi o que eu disse, que não era o momento e Eu evitei a conversa enquanto me molhava pensando nos meus amantes; à noite, meu marido tocou no assunto, mas fingi que estava dormindo.
Aquele mês foi horrível, era o único assunto de conversa da minha sogra, do filho dela e do pai dele. Isso me fez pensar: um bebê não é solução pra nenhum problema de casal, mas e se os pais dele nunca tiverem a chance de ver um neto do filho mais novo? Será que meu egoísmo é tão grande assim? Sim, egoísmo, um bebê exige dedicação total pra vida toda; mudar hábitos, rotinas – amores clandestinos –; no fim do mês, me convenceu o pensamento de que estávamos numa pandemia e meus sogros estavam em risco, então aceitei; propus ao meu marido ter um bebê.

No quarto mês, passei o tempo todo transando com meu marido pra tentar engravidar; mas no meio do mês percebi que algo não estava certo; por mais que a gente fizesse sem camisinha, eu não engravidava. Fiz todo tipo de exame e meu resultado dizia que eu era fértil; claro, já passando da idade, lembro que tenho 33 agora. Pedi pro meu marido fazer um exame e, depois de muita enrolação, ele fez. Lembra que tudo estava lotado por causa do vírus; então os resultados não eram imediatos e muito menos as consultas com os especialistas; muitas eram virtuais e a gente só levava as amostras.

O médico ligou pra ele e meu marido desabou com a notícia; sim, ele é infértil. Pra mim não foi uma decepção, era uma mensagem clara; não teríamos um filho e pronto, assim mesmo. Apoiei ele, porque pra ele foi pesado; mas a ponto dos pais dele ficarem sabendo. Pra minha surpresa, quem levou mais a mal foi o pai dele; ele agiu como se o filho fosse menos homem agora; a verdade é que me irritou muito, a mãe dele era o oposto; foi muito compreensiva e me ajudou pra caralho a levantar a autoestima dele e fazer com que ele não levasse tão a mal. Uma tarde ajudando minha sogra a colher algumas flores, ela comentou “e se vocês adotarem?”, a verdade é que isso me fez tremer; agora ela ia propor isso pro filho, até que ele mesmo fosse me pedir.

E foi assim; foram meses me mostrando Como casais adotavam, vídeo de adoções, depoimentos, toda uma lavagem cerebral pro filho deles, eu não aceitei. Uma tarde conversei com uma amiga e ela disse: “tenta a inseminação artificial”. Pensei por duas noites, até que não aguentei: de madrugada acordei meu marido e contei. Ele pediu pra pensar, porque o ego dele, de ser sêmen de outro, não parava de atropelar ele — se meu marido soubesse que em outras vezes 3 homens me comeram toda e a única proteção foi um DIU e uma injeção, e ele sofrendo por umas gotas de sêmen. Enfim, meu marido aceitou depois de 5 dias pensando e pesquisando. Uma noite, como se fosse a notícia do ano, ele contou pros pais durante o jantar; o pai dele levantou da mesa e disse: “não aceito um neto bastardo” e saiu da mesa. A mãe dele ficou indignada com o marido e reclamou com ele. Eu, no meio disso tudo, preferi pegar meu marido pela mão e levá-lo pro quarto. Fiquei com ele até os gritos pararem. Era decisão nossa, eles só podiam ver, opinar ou apoiar, mas não decidir por nós.
Começamos a papelada na clínica; tudo virtual. Uma manhã, meu marido tava trabalhando e eu terminava de falar com o médico, o pai dele me chamou pra um café e a gente bebeu. Ele queria falar comigo sobre o assunto; eu pensei que ele ia se desculpar e não sabia como começar, então cometi o erro de me adiantar e ele me rebateu: “não concordo, quero que você pare com isso, se vou ter um neto, tem que ter meu sangue”. Irritada, eu disse: “e o que eu faço? Seu filho não pode te dar isso”. Ele respirou fundo e disse: “então eu, meus filhos” (falando dos irmãos do meu marido) “vamos te dar a amostra de sêmen”. Fiquei em choque; como diabos ele podia me propor uma coisa dessas? Era humilhante, fiquei puta e me retirei pro quarto.
Não almocei com eles naquele meio-dia, tava irritada porque meu sogro me via como uma incubadora do material genético dele; o alpha da casa e os filhos garanhões dele. Quando tô irritada, costumo me masturbar pra aliviar tensão ou estresse, então me despi e fui pra minha banheira e me masturbei gostoso, além de colocar o plug anal que um dos meus amantes me deu e, sinceramente, tava uma delícia; nisso, sinto baterem na porta. Meu sogro; coloquei meu roupão e saí (sim, com meu plug no cu), abri de má vontade e com cara de irritada, além do que ele já tinha me dito, agora interrompia algo que eu precisava. Quando me viu, os olhos dele se arregalaram e ele pediu desculpas, eu falei que não era hora; mas que ia fazer de conta que não tinha ouvido nada. Voltei pra minha banheira e terminei o que comecei. Meu marido chegou tarde da noite e foi dormir, minha sogra fez o mesmo; eu não tava com sono, então não vi problema em ver TV mais um pouco, até porque fazia meses que não via algo diferente da pandemia. Nem percebi e já era meia-noite; meu sogro desceu pra beber água e sentou comigo no sofá. Ele pediu desculpas de novo; eu falei pra ele deixar pra lá, que não tinha problema e que não contaria pro filho dele; ele não entendia por que eu tinha ficado irritada e então eu me dei ao trabalho chato de explicar: A inseminação artificial tinha como regra principal que ninguém soubesse quem é o doador, se ele me doasse o sêmen dele, eu saberia que é filho do pai dele; se os filhos dele doassem, eu saberia que era de um dos filhos dele. Ele, muito atento, entendeu e me perguntou se esses doadores seriam responsáveis pela pensão; eu respondi de novo com muito sarcasmo: NÃO, por isso o doador é anônimo e isso é um acordo; ele continuou, mas eu estaria disposto a reconhecer e a deixar a herança que é de direito; até se for meu filho. Fiquei sem reação de novo; ele sabia de tudo isso por ser advogado; óbvio que sabia, me senti uma idiota. Tentei ficar irritada, mas não tinha motivo, já era tarde demais pra isso; perguntei: então você não tá brincando?, tá falando sério. Ele, com uma maturidade e uma frieza, disse: totalmente; anos de experiência nesses casos. Eu não conseguia acreditar, Quando me dei conta, já era tarde. Eu estava de camisola, super leve de roupa, e do jeito que eu estava sentada, dava pra ver metade da minha bunda e meu fio dental. Esse senhor, enquanto eu tentava ensinar algo que ele já sabia muito bem, estava assistindo a um puta show cada vez que eu me mexia. Meus peitos balançavam a cada movimento das minhas mãos.

Quando a gente já foi infiel, alguma coisa avisa que você está prestes a cair na luxúria com um homem que não é seu marido. Uma umidade me invadiu, e meu clitóris pediu atenção. Ele disse: "Você tem essa noite pra pensar. Não conta pro meu filho. Só pensa." A promiscuidade me entregou, e eu me aproximei dele. "E como é que você ou seus filhos vão me doar o sêmen? Isso é em clínica, e todas estão lotadas por causa da situação mundial." Esse lobo velho teve os olhos brilhando. Me agarrou pela cintura, me puxou pra perto, colocou a mão na minha bunda e disse: "Nada de clínicas. Uma doação natural, no natural." E me beijou muito gostoso.

A mão dele deslizou pela minha racha, e o dedo foi pro meu cu, sentindo a umidade que brotava da minha buceta. Rápido, ele tocou minha buceta por trás. Escapei um gemido e tentei me soltar, mas ele me prendeu de novo fácil. Me beijou ainda mais gostoso, e eu senti, pelo aperto, que o pau dele tava durasso. Agarrei ele com força e enfiei a mão por baixo da cueca dele, mas nisso, os passos da mulher dele nos fizeram separar. Ele continuou bebendo água do copo, como se nada tivesse acontecido. Eu me cobri com meu lençol. Minha sogra nos viu e perguntou se eu não conseguia dormir. Me deu medo. Minha buceta tinha soltado seus aromas com a minha umidade, e ele tinha uma mancha molhada de pré-gozo na cueca. Respondi que não conseguia e que por isso estava vendo TV. Ele, sem ninguém perguntar, disse: "Eu tinha uma desculpa pra dar a ela." E nos deixou as duas. Ela me beijou na testa e foi atrás dele.

Fui dormir e, de madrugada, estuprei meu marido. Pedi pra ele me usar toda. Meu cu fez ele gozar mais rápido do que de costume. Então eu me Me masturbei assim que ele foi tomar banho; preparei o café da manhã e me despedi dele indo pro trabalho; a mãe dele já tava nas tarefas dela, então fui pro meu quarto, mas qual surpresa; meu sogro completamente pelado me esperava na cama.
Ele segurava na mão o pau enorme e grosso dele, e cheirava minha calcinha fio-dental. Eu tinha deixado ela na cama pra lavar depois. Entrei e fechei a porta, tirei a roupa e fui com ele, comendo ele de beijos e depois ele puxando meus cabelos me levou até o pau dele; fiz sexo oral, colocando o pênis dele na minha língua e masturbando ele com meus lábios ao entrar e sair da minha boca; ele não sabia o que o esperava, então empurrei e levei até minha garganta, ele tentou gemer e tapou a boca; me virei e coloquei minha buceta na boca dele; montando um 69 perfeito; ele me lambeu, usou os dedos pra penetrar minha buceta e meu cu; o prazer me fazia tremer e gemer.
Não passaram nem 10 minutos quando meu sogro gozou um jato enorme de porra direto na minha garganta, gemendo e se contorcendo com o espasmo; eu não soltava e continuei dando gargantas profundas nele. Me levantei e, passando a porra dele na minha buceta, montei nele; o pau dele recuperou o tamanho e a dureza ao entrar em mim; montei com força, subindo meus quadris e descendo até sentir as bolas dele batendo no meu cu; ele não parava de berrar, então eu o comi de beijos gostosos pra calar os gemidos dele; sendo um homem experiente, ele enfiou o dedo no meu cu e violentou meu ânus, fazendo meus olhos virarem e eu perder o controle; aí ele respondeu com as estocadas dele por baixo com um vigor impressionante; barulhento e forte; eu só conseguia esfregar meu corpo no dele e ele me fez ter um orgasmo muito molhado e potente; melhor do que o que eu tive de madrugada.
Logo em seguida, senti o espasmo dele e um jato quente de porra dentro da minha buceta; o pau dele tentou diminuir de tamanho; então rapidamente desci até o pênis dele e comecei a trabalhar de novo até deixar ele duro outra vez, quando consegui meu objetivo e ele fazia força pra respirar; eu me virei virei e, abrindo minhas nádegas, ofereci meu cu pra ele. Ele me montou e, segurando minha cintura com força, me penetrou bem forte de quatro. Tampei minha boca e meus olhos reviraram. O senhor não aguentou muito, porque respirava com dificuldade e suava pra caralho. Fazendo um esforço, senti meu intestino encher do leite dele. Caí na cama satisfeita, com uma cara de felicidade. Ele me olhava atônito e se limpava o suor: "puta gostosa", sussurrava sem acreditar no que tinha invocado na noite anterior. Eu ainda estava sem sinais de cansaço ou perda de fôlego. Ele se esforçava pra recuperar o ar. Me aproximei andando de quatro e abracei ele. A gente se deu um beijo delicioso. Fazia meses que eu não tinha uma transa satisfatória, e esse senhor, com a idade dele, mesmo que só um pouco, me deixou muito satisfeita. Olhei pela janela procurando minha sogra, consegui ver ela com as empregadas contando rosas. Isso demorava, então convidei ele pra tomar um banho comigo. Tomei banho com ele na minha banheira, ele não parava de me beijar e me apalpar toda, mas não conseguia ficar totalmente duro. Ele disse que sentia um pouco de vergonha por não conseguir deixar o pau ereto quando eu masturbava ele, e decidi perguntar qual era o plano dele ou se já tinha conseguido. Ele me disse, com um tom tarado e carinhoso, que sim, que estava no paraíso. Falei pra ele que muito provavelmente eu não estava no meu ciclo de ovulação, então não devia cantar vitória. Naqueles dias, a gente planejou o plano. Ele fez o papel de se reconciliar com o filho. A princípio, a ideia era eu começar a papelada e ele conseguir um documento pro meu marido assinar o procedimento e os acordos legais. Mas eu tinha que calcular meu ciclo de ovulação pra transar com o pai dele. Esse era o plano inicial, mas depois mudou. Uma tarde, meu marido levou a mãe dele pra cidade e eu fiquei com meu querido sogro. Quando perdemos o carro de vista, fomos como namorados pro quarto dele, nos despimos e tivemos uma transa gostosa pra caralho, muito gostosa, mas com gozo fora, pra não atrapalhar os cálculos e eu engravidar. Antes de começar o "procedimento", deitada com meu sogro vigoroso, perguntei por que na primeira vez que ele propôs isso mencionou os filhos dele. Ele me disse que era só caso ele não pudesse mais; mas ele também fez um exame e eu, sendo testemunha, vi que ele ainda era fértil. Como já não tínhamos mais tabus entre nós, ele me perguntou: "O que você quer, pegar seus filhos?" Eu, num tom brincalhão, respondi: "Feios eles não são, né?" Ele me abraçou e me beijou, e disse: "Você seria capaz disso?" E sem me deixar responder, segurou meu rosto com carinho e, olhando nos meus olhos, falou: "Sim, você é uma diaba, que se deixou foder por mim. Não duvido que você pegue meus filhos", e me beijou.

Para minha surpresa, outra noite, escondidos, nos trancamos num quarto vazio e, enquanto ele me comia com meu plug no cu, ele disse: "Você gosta de como meu filho te fode o rabo?" E enfiou o dedo na minha boca e falou: "Chupa ele também; você é nossa puta." Pra quem não me conhece e não sabe muito de mim, foi assim que começaram minhas infidelidades. Minha primeira traição dentro do casamento foi com 6 caras; depois disso, 3 caras que me visitavam toda vez que meu marido saía ou eu ficava sozinha. Meu sogro agora fazer isso comigo me deixou a mil, tava meses sem sexo grupal e ele colocou isso no meu cardápio. Meu corpo reagiu com um orgasmo com squirt, ele não aguentou mais e gozou; louco de prazer pela minha reação.

Sentei ofegante, ele ficou de pé e começou a chupar minha boca e, entre um beijo e outro, me dizia, olhando nos meus olhos: "A gente vai te engravidar todo mundo, você vai ser nossa; não vai ser difícil convencer meus filhos com o quanto você é gostosa, assim a gente não vai saber de quem é o filho; e mesmo assim eu vou proteger porque é sangue puro." Isso foi uma dominação psicológica que não me deixou dormir a noite inteira. Meu marido foi o otário, tinha que acordar cedo; mas pedi mais sexo e ele, como bom marido, me atendeu, muito forte, vigoroso e amoroso. Meus gemidos eram altos, eu olhei pra porta; senti ela abrir e vi meu sogro nos observando. foda e aprovar sorrindo; me mandou beijinhos e nos deixou a sós.
Como de costume, trabalhei por virtual e depois ajudei minha sogra com as coisas da casa e do jardim; ela me perguntou se tinham me dado resposta da clínica e eu disse que o processo já estava em avaliação, mas com a falta de especialistas era difícil, lembrei a ela que estava pedindo uma inseminação artificial enquanto uma pandemia assolava. Ela se acalmou, e então disse: você está muito gostosa, meu filho está te fazendo feliz; ontem à noite ouvi vocês e ficou vermelha e soltou uma risada. Eu vi naquele dia meu sogro fazer muitas ligações; no almoço lavamos a louça juntos e ele me disse "amanhã teremos visita". Naqueles meses, a circulação já tinha se normalizado e os empregos estavam fazendo um esforço colossal para se reativar.
O plano seguiu seu curso, no dia seguinte meus cunhados chegaram em casa:
Sob a desculpa de emprego temporário, eles ficaram conosco; era mais renda e menos gastos para nós, que ainda dividíamos as contas com os pais deles. Ninguém questionou o assunto. Quando chegaram, imaginei que o pai deles já tinha comentado algo e fiquei molhada e provocante, então assim que pude tirei a dúvida; o pai deles negou: não, ainda não sabem. Então levei com mais naturalidade; passaram duas noites e pela manhã todos os filhos saíram para trabalhar e eu fiquei de novo com meu sogro e sogra; eu estava com muito tesão, então depois de foder no banheiro com meu sogro perguntei quando seria nossa orgia. Ele me entregou os documentos para meu marido assinar, e em seguida me recomendou calcular meu período de ovulação e que chegaria na sexta-feira daquela semana; então, com tom seguro, me disse: já tem sua resposta; no fim de semana. Percebi que o pai dele era distante com meu marido e preferia mais os outros dois filhos; eles eram mais másculos, atraentes, e dava para ver que eram bem dotados também; são daqueles homens que sempre olham com tesão para uma mulher gostosa; e eu pareço modelo pornô.
Como Na minha experiência como infiel, o capeta sempre dá seus jeitos e tudo se encaixa direitinho. Na sexta, minha sogra tinha que levar um pedido enorme e meu marido estava de folga, então se ofereceu. Os irmãos dele tentaram se oferecer, mas o pai disse que com meu marido já era suficiente. E foi assim: meu marido saiu cedo com minha sogra e vários funcionários. Eu fiquei sozinha com 3 machos que iam me engravidar; esse era o objetivo.

Meu sogro me levou pro quarto e disse: "Agora você vai se vestir da forma mais puta que conseguir; eu vou preparar um churrasco e quero que você esteja bem gostosa e carinhosa". Eu respondi: "E como você sabe que eles vão topar, se não falou nada pra eles?" Ele disse: "Eu criei eles como machos; eles não conseguem se segurar na frente de uns peitos e uma bunda boa; ainda mais com uma carinha linda e de puta como a sua." Quando ele terminou de falar, um fio do meu fluido vaginal abriu caminho pela minha racha e escorreu pela minha perna, acompanhado de um gemido. Ele me beijou gostoso e eu obedeci.

Vi eles na piscina, então coloquei um biquíni que comprei antes da pandemia, mas nunca usei, porque meu marido dizia: "Você se enganou, isso comprou num sex shop, não numa loja normal." Ele nunca me deixou usar na praia. A parte de cima são dois triângulos pra tampar meus bicos, unidos por tiras elásticas. A parte de baixo são três fios unidos a um triângulo que tampa a parte baixa da minha buceta; o fio que vai atrás se perde nas minhas nádegas. Arrumei meu cabelo preso, pra mostrar mais pele. Coloquei uns brincos grandes e redondos e uma corrente que destacava meu decote; saltos altos. Lembrei das minhas aventuras na minha casa anterior e fiquei excitada por poder viver isso de novo; coloquei meu plug anal. Espiei pela janela de novo e vi os filhos dele sem camisa na piscina, o pai preparando o churrasco e nenhum funcionário da minha sogra à vista; o campo todo estava vazio.

Quando saí do quarto, minhas pernas tremiam, tinha um monte de borboletas no estômago; eu tava parecendo uma gostosa. Enquanto eu descia as escadas, meu sogro entrava em casa e me viu, ficou pasmo; fechou a porta e me recebeu, me beijou gostoso e me acariciou toda; me virou e não parava de repetir: "que puta mais gostosa, meu deus!" Quando virei de costas, ele falou, epa!; e me fez inclinar, assim ele notou meu plug: me deu um tapa na bunda gostoso e disse em voz alta "haha, muito bem". Me entregou a salada e eu o acompanhei até o churrasco, ele levava a cerveja. Ao notar minha presença, os dois caras reagiram exatamente como o pai dele me disse e exatamente como eu percebi quando os vi chegando em casa; os dois me elogiavam, mas com muito tesão, sem decoro ou respeito; tentavam me tocar ou me abraçar com a única intenção de tocar meu corpo; óbvio, eu aceitei tudo isso e os empurrava um pouco mais, abraçando eles e exibindo meu corpo, esfregando meu corpo no deles, que estavam tão másculos; eu ficava muito molhada e meus olhos iam percorrendo tudo. Meu sogro nos olhava rindo, eles não paravam de dizer: "como você está gostosa", "que esposa linda meu irmão tem"; enquanto me apertavam pela cintura e se revezavam; meu sogro os tirou do transe dando cervejas para eles beberem; eu recebi a minha e me sentei rodeada por eles debaixo da sombra de um guarda-sol, nenhum se afastou mais de um metro de mim. Diria que eu sentia a respiração de todos; cortei tudo isso pedindo um pouco de música e assim um deles, atendendo meu pedido, correu para colocar música sem parar de olhar para onde eu estava, pude respirar um pouco. Meu sogro, calado, deixou o filho mais velho falar, que me dizia "eu lembro de você do casamento, mas nunca pensei como você era gostosa"; meu sogro disse: haha, isso seu irmão descobriu na lua de mel, e todos rimos; eu confirmei com o olhar. Nisso, chegou o outro filho dele e perguntou se o volume da música estava bom, e se eu queria dançar; o que tocava era um reggaeton vulgar; então aceitei. Aí tudo ficou claro; ao me levantar, o filho mais velho percebeu a joia que brilhou debaixo da minha bunda e notei como ele olhou por baixo para confirmar que sim, eu estava um plug.
Meu sogro estava na minha frente enquanto eu caminhava e notei nos óculos dele como o filho mais velho fazia sinais; me afastei um pouco desses dois e vi como o filho dele sussurrava algo no ouvido do pai; e depois os dois olhavam pra mim. Dancei como uma qualquer com o filho dele, me deixei levar, me esfregava toda; era um ato sexual com roupa, o filho mais velho não perdeu oportunidade e me reclamou; Dancei gostoso alternando entre os dois e em um momento; os dois, um de frente e outro nas minhas costas me apertaram e nos deixamos levar, sentia a respiração deles e eles a minha, sentiam o calor e minha pele arrepiada, montei minha perna na cintura do meu cunhado que estava na frente e senti a ereção dele junto com a do irmão.
Eles me roçavam gostoso, e comecei a gemer e eles me perguntavam se eu tava gostando, e eu respondia que sim, acompanhado de um “que gostoso”; quando a música terminou eu tinha dado um show do mais vulgar, que meu sogro aplaudia, numa situação normal; minha sogra estaria jogando água na gente como em cachorros que se pegam na cadela no cio, é a melhor descrição do que meu sogro via; mas ele aplaudia e de repente; o filho mais velho me beijava; gostoso, de língua, molhado; o irmão dele, olhava pra gente das minhas costas e eu, me virava procurando a boca dele; que me esperava paciente pra me devorar e assim ficamos; trocando as bocas deles com desejo e luxúria enquanto embaixo, nossos membros se desejavam com roupa; a calça do filho mais velho ficou molhada pela umidade da minha buceta. Meu sogro nos chamou, eu caminhei de mãos dadas com os dois e ele me recebendo me abraçou, e me beijou; os filhos dele ficaram pasmos.
O segundo filho perguntou com muito tesão: o que tá rolando aqui? Eu sentei no colo do pai deles e ele comentou; olha, é uma história muito longa, vou direto ao ponto; hoje, essa mulher vai ser nossa; sem nenhum pudor e ela quer assim e nós vamos satisfazer ela. Todos escutam em silêncio; agora não é por maldade, não; tem um objetivo maior, ela quer um filho pro irmão dela; mas ele é impotente e não consegue dar pra ela; e eu preciso de um neto do meu sangue, então hoje à tarde todos nós vamos trabalhar pra que ela tenha um filho da nossa linhagem. Tá claro pra todo mundo?
Lá no fundo, enquanto ouvia ele, eu pensava: e se alguém disser não?; e se meu marido chegar com a minha sogra e me pegarem vestida assim, ou pior; na cama com os 3. Minhas dúvidas foram meio que resolvidas quando vi eles — os filhos dele — comemorando, batendo palmas e rindo, um distribuiu as cervejas e fez um brinde “pela foda que vamos meter nessa puta!!!”; todos brindamos com nossas garrafas e eu beijei os 3 pra confirmar que tava de boa com aquele discurso.
O filho mais velho me disse: “eu já desconfiava, por isso que você tá com esse plug, puta”; o segundo filho reparou: “qual?”; eu ri e me acomodei no colo do pai deles, mostrei a joia no meu cu, ele abriu minhas nádegas e todos ficaram me olhando com tesão; tomei a palavra e falei do meu medo pro pai dele: Tenho medo de sermos interrompidos, ele tentou me acalmar pegando nos meus peitos; disse: “eu dei um jeito pra sua sogra e seu marido demorarem bastante, então fica tranquila”; eu falei que queria começar logo; porque não queria que desse merda e nos interrompessem. Então, meu sogro me entregou pros filhos dele, que começaram a me apalpar toda e me beijar; enquanto isso, meu sogro deixou as brasas do churrasco de lado e cobriu o resto da comida; pegou 4 cervejas e deu uma pra cada um, quando ele chegou perto da gente eu já tava masturbando os filhos dele. Ele me beijou e me pegou pela mão.
Todos nós fomos pra casa, entrei com o pai dele e quando chegamos na escada eles falaram: “sobe de quatro; queremos ver essa bunda e esse plug”, eu obedeci. Eles assobiavam; e uivavam me vendo subir; o pai dele ia na frente de todos e mandou a gente entrar no meu quarto. Eu obedeci e, de quatro, cheguei até minha cama de casamento provisória; os filhos dele entraram atrás de mim e fecharam as portas; todos se pelaram, me cercaram, me tocaram e Beijaram e tirei tudo que cobria meu corpo; só deixei minha joia no meu cu; pedi pra eles deitarem na cama e, um por um, chupei os paus deles. Enquanto eu fazia boquete, beijava cada um; eles gemiam e perguntavam pro pai se eu já tava dando. Ele contou que já tava me comendo há mais de dois meses naquela casa, que eu tinha um rendimento fenomenal.

Um por um, eu montei neles; enquanto eu cavalgava um, os outros dois colocavam os paus na minha boca pra eu chupar; e assim iam se revezando, garantindo que gozassem dentro de mim. A primeira leva de todos aconteceu depois de meia hora que me tranquei naquele quarto com eles; embora eles já tivessem tido um orgasmo com gozo, eu tinha gozado mais de uma vez com cada um. Comemoramos aquela primeira rodada, todo mundo falava da minha buceta gostosa, da minha boquinha, dos meus peitos; não paravam de chupar eles, pareciam bebês. Meu sogro, como sempre, tava banhado de suor e respirando com muita excitação; os filhos dele não hesitaram em comemorar que o pai deles tinha me feito gemer igual uma puta e pedir mais.

Os filhos dele, diferente do pai e igual a mim, não tinham desgaste físico; então tomamos a iniciativa e fiquei de quatro. Os filhos dele se revezaram, dando pro pai um show pornô, onde eu, a nora dele, gemia igual uma puta de prazer com os filhos vigorosos dele. Meu plug intensificava meus orgasmos e eu não tirava ele há um bom tempo; então, antes de dar a vez pro pai deles, que tava se recuperando, eu tirei.

Tive um orgasmo na frente deles ao tirar. Meu sogro e meus cunhados marcaram a segunda leva me alternando de quatro e de papai e mamãe; se tivesse alguém em casa, teria corrido pra aquele quarto pra me salvar, porque meus gritos de prazer viravam berros. Os filhos dele eram muito brutos e potentes, me penetravam bem fundo e os paus eram grossos; muito parecidos com o do pai, mas muito diferentes do do meu marido. No meio de toda aquela atenção pra me foder e me saciar, deixei passar batido e esqueci daquilo. diferença. A terceira gozada de todo mundo já tinha rolado; meu sogro percebeu que não conseguia mais acompanhar o ritmo da gente; então se cobriu com uma toalha e saiu pra pegar umas garrafas d'água; sem vergonha nenhuma, os filhos dele me pegaram pra eles sozinhos; e eu pedi uma dupla penetração; o filho mais velho pegou meu cu e o irmão dele, minha buceta; a gente fez 3 posições, mas ficamos de lado; assim achamos um encaixe melhor e dava pra manter o ritmo vigoroso que meus amados cunhados impunham; meu sogro entrou o mais rápido que pôde; porque meus gritos de prazer e os dos filhos dele indicavam que ele tava perdendo algo; enquanto me levavam pro céu.

Como mulher, posso dizer que o vigor de um homem me excita, o toque, o ritmo e uma coisa que sempre me parece incrível, morbidamente excitante e até depravada: o som molhado de uma penetração vigorosa e barulhenta; isso me deixa louca; o barulho que minha buceta e meu cu faziam com as investidas violentas, yummy, constantes dos meus cunhados; era inacreditável, a cena que meu sogro viu era de pornô; eu no meio dos filhos dele gritando de prazer, implorando por mais; e eles suados, loucos, me comendo o mais forte que podiam; a cama quase quebrou. Eu não tava no meu corpo, talvez tava em Júpiter ou no limbo; cheguei a um orgasmo com squirt, meus amantes da vez ignoraram e continuaram; era uma competição por um empate garantido; nós três tivemos um orgasmo muito forte; sem trocar uma palavra, o filho mais velho do meu sogro tirou o pau do meu cu; e sem avisar meu próximo orgasmo; se enfiou na minha buceta.

A dor não existiu, só a sensação de ter dois homens dentro da minha buceta gozando; os gemidos e espasmos deles me fizeram gozar mais uma vez. Quando eles saíram de mim, fiquei de pernas abertas tentando recuperar o fôlego; foi quando senti o pai deles reivindicar espaço na cama; me colocou de papo pra cima e descarregou o esperma dele na minha buceta, molhada e dilatada; meus cunhados e eu nem percebemos que meu sogro tinha se masturbado vendo o show que a gente deu e agora contribuía com sua cota de sêmen; pra um empate masculino de 4 gozadas. Precisava de um descanso, então me acomodei nos braços do pai dele e bebemos a água que ele trouxe tão gentilmente.
Já com a testosterona baixa, pude notar que sim, os paus deles eram todos parecidos, comentei isso e o pai dele disse: claro, são meu sangue, e ele continuou; é minha herança; não me diga que seu marido não tem igual; aí eu falei que não; que meu marido não era tão dotado quanto eles 3. Nisso o filho mais velho tomou a palavra; dizendo: te falei, pai, eu me envolvi e, beijando ele, perguntei: o que foi? O segundo filho me disse: quando criança, a gente falava pro pai que ele não era igual a nós; não tem as mesmas pintas que a gente e me mostraram que todos tinham perto do testículo direito uma pinta grande; menor que uma verruga e, aproveitando a deliciosa situação de nudez dos 4; eles me mostraram, sim, o pai tinha, o filho mais velho tinha no mesmo lugar e o segundo tinha, mas perto do testículo esquerdo. Como se fosse uma consulta, me disseram; analisa teu marido e nos conta. Depois de recuperar o fôlego, sentimos cansaço; porque já era um pouco depois do meio-dia. No meio de beijos e carícias no meu corpo e nos deles, coloquei uma cuequinha boxer e uma camiseta regata, sem sutiã. Descemos e terminamos o churrasco, foi um almoço delicioso, com muita verdura e muito love; eu me revezava sentando no colo de cada um pra me beijar com eles e beber nossas cervejas.
Eu ainda tinha medo do meu marido chegar de repente, então liguei pra ele estando nos braços do irmão mais velho; meu marido me disse no telefone que foi difícil conseguir a matéria-prima; mas que conseguiram e que não sabia se poderiam voltar naquele mesmo dia. Ele ficou de me ligar; mas isso me tranquilizou mais.
Passei a tarde trepando dentro de casa com os irmãos dele e o pai, até que nossos corpos não aguentavam mais; lá pelas 7 da noite, o celular me acordou – eu dormia pelada com pai e filhos num a cama de casal do senhor - meu marido só voltaria no fim da tarde do dia seguinte; o que me aliviou muito, porque eu tava muito cansada pra dar atenção a ele quando chegasse em casa. Meu cu ardia; minha buceta tava cheia de porra; minha boca tinha gosto de sêmen; então me acomodei e continuei dormindo nos braços do meu sogro.
De madrugada, meus cunhados me acordaram e me levaram; enquanto eu andava pelada com eles, tava meio dormindo, nem sabia pra onde a gente ia; depois percebi que estávamos no meu banheiro e acenderam as luzes. Esses dois me comeram toda; a ideia de fazer no banheiro era pra que meu sogro não ouvisse meus gritos; sim, sozinha com eles, onde tem uma mulher e vários homens, fidelidade não existe. Eu adorei; voltamos como crianças depois de uma travessura pro quarto e dormimos na mesma cama.
Quando meu marido e minha sogra chegaram em casa, eu já tinha sido mulher daqueles três homens; não tinha um lugar onde eu não tivesse transado com eles; até de manhã fiquei pelada tomando sol com eles e ainda tive intimidade com cada um, ou seja; um entrava e me atendia; depois o outro e depois o outro; nenhum deles soube o que eu fiz com cada um.
O domingo foi tranquilo, nada de sexo em grupo; na segunda, meu marido tinha que me levar pra minha cirurgia de “inseminação artificial”, mas o turno dele não deixou; como já tava tudo planejado, o pai dele se ofereceu pra me levar. Foi assim; saí com o pai dele e chegamos num hotel onde os filhos já estavam esperando; eles me inseminaram todos do jeito antigo e natural. Voltei pra casa e fiquei de repouso.
No fim do mês, fiz um teste de gravidez de urina e deu positivo; depois, pra não ter dúvida, fiz de sangue. A comemoração foi emocionante; em família.
Antes de terminar, quero contar uma coisa:
1- É um menino, tá saudável; hoje em dia ele tem um ano e oito meses.
2- O menino tem uma pinta perto do testículo direito.
3- Meu marido não tem nenhuma pinta perto do testículo, nem direito nem esquerdo; meu sogro me pediu uma amostra de cabelo e o DNA indicaram que ele não é o pai biológico dele.
4- Meu sogro deixou uma boa herança pro meu filho.
5- Continuo transando com os 3, durante a gravidez fiz isso e depois do parto também.
6- Tenho um caso com o filho mais velho e com o filho mais novo dele.
Sejam felizes e obrigada por me lerem.

4 comentários - Primera infidelidad 3

Uff profe saliste ganando, o sea que dejaste a tu marido, que bien, total ese poco hombre no servía , hay continuación de tus aventuras? Muy semental tu suegro; pero se la hicieron también 😜😁 el karma 😜😁
Ojalá salgan más historias, a lo mejor el papá/abuelo quiere más hijos/ nietos
Bueno al menos la moza como le dicen ustedes no va a salir embarazada; pero hay que seguir atendiendo la , hay que comprender y entender a tu esposo, bueno poco a poco la pandemia se irá y todo volverá a la normalidad
Es muy morboso dejarte embarazada por tu suegro(capricho de él, para dejar herencia) y sus hijos ya que tu esposo no puede. Y vos siempre dispuesta a complacer a tu suegro y a tus cuñados. Me encanto como se fue sucediendo las travesuras que tubiste con ser infiel y tu esposo cornudo. Ahora sigue siendo cornudo pero vos con tus cuñados y suegro. Hasta que se entere y se pudra todo y te deje y se pelee con sus pariente. Van puntitos