Olá, meu nome é Ariel, e atualmente tenho 32 anos, sou casado há 6 anos e, embora seja másculo, já tive alguns encontros com outros homens. Queria contar algumas das minhas experiências, desde que era adolescente.
Vou começar dizendo que não sou feio, sou de pele branca e, provavelmente por herança da minha mãe, sou bundudo, o que desde muito cedo percebi que atraía os olhares de muitas mulheres e também de alguns homens.
Dessa vez, vou contar algo que aconteceu quando eu tinha uns 19 anos, e foi onde perdi a virgindade. Já tinha tido uns amassos com um vizinho na adolescência, mas só uns roçares que contarei outra hora, e a culpa de perder a virgindade foi por mentir num chat.
Tinha acabado de entrar na faculdade e me mudado para a Cidade do México para estudar. Minha namorada da época tinha ficado em Tampico para estudar, o que fazia com que eu tivesse os hormônios meio soltos.
Lembro que entrava em sites pornô e, às vezes, em salas de bate-papo para conversar com mulheres e me aliviar um pouco. Certa vez, recebi uma mensagem privada de um nick chamado machosemental_45, mas ele estava falando comigo como se eu fosse uma garota. A princípio, pensei em esclarecer o erro (Ariel também pode ser nome de mulher, já tinha acontecido antes), mas como já estava há um tempão entediado, decidi não tirá-lo do engano e respondi como se fosse uma garota.
Acontece que era um senhor maduro de 45 anos, chamado Roberto, recém-divorciado e que também morava na Cidade do México. Começamos a conversar e aceitei participar de uma fantasia sexual escrita com ele. Ele descrevia tudo de forma muito ardente, e eu me masturbei gostoso pra caralho com as palavras dele. Acho que ele também gostou do que eu escrevia, porque pediu para marcar outro dia para continuar com outra fantasia escrita, e eu topei na hora. Combinamos de nos conectar no dia seguinte com o mesmo nick.
Eram umas fantasias muito quentes, e na seguinte... ocasião ele me pediu meu e-mail pra gente se coordenar sobre quando teria tempo pra entrar no chat, e eu dei. Eu me masturbava com os relatos e até confesso que cheguei a sonhar sendo a garota das histórias. Mas aconteceu o que eu temia: ele pediu pra gente se conhecer pessoalmente. Eu tinha contado em qual universidade estudava e ele pediu pra gente se ver num café bem perto da faculdade. Marcou data e hora e me pediu pra ir. Claro que não fui ao encontro, tudo tinha ido longe demais e senti que o melhor era contar a verdade. Então, quando ele mandou o e-mail perguntando por que eu não tinha ido, decidi abrir o jogo e dizer que era homem. Achei que ali tudo acabaria, mas me enganei. Recebi uma nova mensagem, dizendo que entendia, que às vezes acontece nos chats, mas que gostaria que a gente continuasse fantasiando, porque ele adorava os relatos que fazíamos juntos, claro, no meu papel de mulher.
Me surpreendeu ele querer continuar fazendo relatos no chat mesmo sabendo que eu era homem, e mais ainda me surpreendeu quando ele disse que, mesmo assim, gostaria de me conhecer, que no sábado seguinte iria ao café à tarde e esperava que eu não faltasse.
A semana toda fiquei nervoso, pensando se deveria ir, e até no próprio sábado eu duvidava se aparecia. Mas fiquei intrigado e no fim decidi dar uma passada no café, sem revelar minha identidade.
Cheguei no café um pouco atrasado e logo o reconheci pela descrição que ele tinha me dado. Era um homem que dava pra considerar gostoso, com cerca de 1,78m, pele morena clara e um pouco acima do peso, uma barriguinha saliente, mas não muito. Vestia um terno cinza escuro, parecia elegante e caro. Entrei no café e me sentei a algumas mesas de distância, mas ele logo percebeu que eu estava observando e veio até minha mesa. Naquele instante, meu coração disparou e comecei a suar. Ele me cumprimentou com intimidade, como se nos conhecêssemos há muito tempo.
— Oi, Ariel, sou Roberto, é um prazer te conhecer. Enquanto estendia a mão pra me cumprimentar.
Tava super nervoso e quase não conseguia falar nada, e mesmo pensando em negar minha identidade, não fiz isso. Aos poucos, fomos conversando e ele me elogiava pelo jeito ardente que eu escrevia, que nunca imaginou que fosse homem, e entre um papo e outro fui me sentindo mais à vontade. Ele era muito gentil e tagarela. Naquele dia, rolavam as semifinais do futebol mexicano e ele me perguntou onde eu ia assistir. Respondi que não tinha planos, e ele me convidou pra ver no apartamento dele, que não ficava longe e que me pagava uns drinques.
Mesmo mal conhecendo ele, aceitei e fomos no carro dele. Logo chegamos no apartamento dele, que ficava num prédio bem chique, e o apê era grande e aconchegante.
Sentei na sala, enquanto ele foi no quarto se trocar e vestir a camisa do time dele, que por acaso era o meu também, e voltou com um par de cervejas e petiscos.
Assistimos ao jogo, ele se empolgava muito em cada jogada e, às vezes, sentia que ele tocava na minha perna. Nosso time ganhou de 2 a 1 e, em cada gol, ele comemorava gritando e me abraçando. Já tínhamos bebido umas cervejas e eu tava meio tonto.
No final, ele sentou do meu lado e falou algo que não esperava: que eu tinha feito ele se divertir pra caralho com meus contos e que achava que dentro de mim tinha uma gatinha esperando pra sair. Ao mesmo tempo, senti uma das mãos dele na minha perna e a outra no meu ombro, me abraçando. Fiquei paralisado, sem saber o que fazer, congelado. Na minha cabeça, pensava em fugir, vazar, mas não fiz isso. Ele me apertou contra o corpo dele, os lábios dele buscaram os meus num beijo quente. Meu corpo me traiu e eu correspondi ao beijo. A língua dele se revirava dentro da minha boca e senti as mãos dele percorrendo minhas costas.
Aos poucos, foram descendo até encontrar minha bunda e começou a apertar de leve, enquanto beijava meu pescoço e mordiscava minha orelha. Senti o nariz dele percorrendo minha bochecha e aspirando, enquanto eu... Sussurrava no meu ouvido:
-É isso mesmo, gatinha, hoje você vai ser minha mulherzinha, sonhei tantas vezes com você, e fazer tudo o que a gente fantasiou.
Minha pele se arrepiou, minha mente ficou em branco, eu sabia que devia escapar, fugir, mas não conseguia, senti que aos poucos ele foi me despindo, enquanto me apertava contra o corpo dele, era muito mais forte que eu e não resisti, nem tentei, estava gostando demais do jeito que ele me acariciava, as mãos quentes dele percorrendo meu corpo, apertando minha bunda, tirou minha cueca e continuou com as carícias, senti um dedo que se abria caminho entre minhas nádegas, percorrendo minha rachinha, procurando meu buraquinho, logo encontrou e na hora dei um pequeno sobressalto e um gemido escapou da minha boca, não pensei que meu esfíncter fosse tão sensível, ele começou a roçar a entrada com a ponta do dedo e senti que enlouquecia, minhas últimas defesas desabaram, abri mais as pernas pra dar melhor acesso e ele sussurrou no meu ouvido o quanto gostava da minha bunda, que estava bem fechadinha e ardente, me virou e me deitou no sofá, empurrando minhas costas pra baixo e fazendo eu abrir as pernas, ficando com a bunda levantadinha e exposta, sem parar de acariciar minhas costas e nádegas ele se abaixou e senti que começou a morder minha bunda de leve, a beijar e percorrer com a língua, eu só gemia de prazer, que gostoso que tava, abria mais as pernas pra facilitar o acesso, de repente senti que ele abria minha bunda e a língua dele percorria minha rachinha, quente e áspera, encontrou meu esfíncter e brincava com ele, cutucando de leve, sentia que desmaiava de prazer, empurrou um pouco mais forte e senti que meu esfíncter cedia e a ponta da língua dele entrava dentro do meu cu, uffffff, dei outro sobressalto, e um gemido mais forte escapou, tava entregue, aproveitando, aos poucos a língua entrava um pouco mais no meu cu e ele mexia em círculo, tentando tocar minhas paredes internas, abriu um pouco mais minha bunda e senti que ele cuspiu entre elas e agora senti o dedo dele forçando meu entrada, que foi cedendo e a ponta do seu dedo indicador entrou, ardeu um pouco e parecia estranho, não exatamente prazeroso, mas ele começou a empurrar devagar, suavemente e em círculos, tentando tocar minhas paredes internas, sempre colocando mais saliva no dedo e aos poucos senti o dedo dele entrando nas minhas entranhas, até que tocou o que acho que era minha próstata e começou a massageá-la, uffffff, senti uma onda de prazer percorrer meu corpo, uma corrente elétrica e comecei a me contorcer de prazer, meus gemidos aumentaram de intensidade.
– Viu, amor, como você goza com sua bucetinha, sabia que você era uma mulher.
Senti estranho ele falar comigo no feminino, mas acho que me excitava, naquele momento, era verdade, eu era a mulher dele, sentia o cuzinho bem cheio de saliva e molinho, o dedo dele entrava e saía com facilidade e naquele momento senti ele introduzir um segundo dedo, abrindo mais minhas entranhas, ardeu um pouco mais, mas era suportável e o prazer que sentia era maior, não resisti, os dedos dele mexiam por dentro, massageando minha próstata e senti ele tentar abrir e fechar, esticando minhas dobras, e também enfiava e tirava sempre colocando mais saliva nos dedos, sentia o cuzinho cheio de saliva, bem molhado e aberto, a saliva escorria até minhas bolas, assim continuou por alguns minutos e pensei que ia gozar, mas bem antes de eu gozar, ele tirou os dedos e senti algo mais grosso e quente, virei para olhar e vi que ele já estava nu, e o que sentia era a ponta do pau dele, um pau bem grosso e comprido, que percorria minha rachinha e batia nas minhas nádegas, senti ele começar a cutucar meu buraquinho e amei, era uma carícia suave e quente, a mão dele se posicionou nas minhas costas e empurrou fazendo eu levantar mais o cuzinho, depois ele me segurou pela cintura e empurrou um pouco mais forte, e aí senti uma dor tremenda, como se uma faca me partisse ao meio, me contorci no sofá e escapei da posição dando meia-volta.
Ele pediu desculpas e me disse que ia pegar mais leve, também falou que tinha um lubrificante que usava com a ex-mulher dele e foi buscar, eu tava indeciso, tinha doído pra caralho e tava na dúvida se continuava, com um pouco de medo aceitei, mas com a condição de que não fosse me penetrar, só que ele se masturbasse com a minha bunda pequena, ele topou, dessa vez pediu pra eu deitar num dos braços do sofá e dobrar a cintura, eu tava nervoso e ele percebia, sempre tentando me acalmar, falou que só ia colocar o pau dele no meu buraquinho, só encostando sem meter, e que ia me fazer gozar muito gostoso, senti uma coisa fria e gelatinosa na entrada do meu cu, que imaginei que fosse o lubrificante, e ele começou a esfregar com o dedo, empurrou e deslizou fácil pra dentro de mim, colocou mais lubrificante e se esforçou pra introduzir com o dedo, mexendo em círculo pra lubrificar minhas paredes internas, era uma delícia.
Quando senti o pau quente dele nas minhas nádegas, por instinto fiquei tenso e apertei a bunda pequena, com paciência ele acariciava minhas nádegas e deu uns tapas que me ajudaram a relaxar um pouco, o pau quente dele percorria minha rachinha devagar, tava meladinha, cheia de pré-gozo, ele posicionou a cabeça do pau na minha entrada e foi cutucando de leve, era uma sensação muito gostosa, eu tava adorando, mas ainda meio tenso, ele continuou acariciando minhas costas e empurrando pra baixo pra eu abrir mais a bunda pequena, de repente subiu um dos joelhos no braço do sofá do lado do meu corpo e pediu pra eu fazer força pra sentir mais gostoso, eu tava amando a sensação, era muito intensa e pensei que a qualquer momento ia gozar, ele pediu pra sincronizar os movimentos e que eu fizesse força enquanto ele cutucava pra eu gozar bem gostoso, e a gente fez assim, ele começou a contar e no três ele cutucava enquanto eu fazia força, contou de novo, mas dessa vez na hora que eu fiz força ele empurrou com tudo e senti de novo que tava rasgando, uma dor insuportável, a cabeça do pau dele tinha entrado no meu cu e meu esfíncter se fechou em volta do tronco da pica dele, de novo tentei me soltar, mas era impossível, não tinha espaço pra nenhum lado pra conseguir me virar, tava preso entre o encosto e o braço do sofá e o joelho do Roberto, o único movimento possível era pra cima, me enfiando mais na pica do Roberto, gritei, pedi pra ele tirar, mas não se moveu um milímetro, também não continuou empurrando.
– Relaxa, amor, já entrou a cabeça da pica, não mexe, espera sua bunda se acostumar com a grossura da minha pica.
Minhas tentativas de me soltar eram em vão, Roberto me segurava muito bem, a mão firme dele nas minhas costas não me deixava mexer, assim como a perna dele do lado do meu corpo, umas lágrimas escorreram pelas minhas bochechas, sentia como se meu cu tivesse sido atravessado por uma faca quente, e sentia a cabeça da pica do Roberto pulsando, batendo dentro de mim, Roberto continuou acariciando minhas costas e minhas nádegas, pra tentar me relaxar.
Parei de lutar, me rendi, pensei que o melhor era obedecer o Roberto e tentei relaxar, pra diminuir a dor e acabar logo. Roberto percebeu minha rendição e me deu um tapa sonoro na bunda, que me pegou de surpresa e eu apertei o cu, mas de novo tentei relaxar.
– Assim, amor, muito bem, vai ver que logo a dor passa e você sente prazer.
As palavras do Roberto foram proféticas, porque a dor começou a diminuir, ainda sentia ardor, mas era tolerável, então afrouxei mais as pernas e abri elas em sinal de rendição.
Roberto com uma mão esquerda nas minhas costas e a direita no meu cu, abriu um pouco mais minha nádega enfiada pela pica dele e senti ele colocar mais lubrificante entre a pica dele e meu cu, que escorria até minhas bolas e começou a empurrar devagar, senti como se fossem abrindo minhas dobras, esticando ao máximo e entrando milímetro por milímetro, abrindo minhas entranhas, quente e dura, conseguia sentir até a grossura das veias do pau dele.
– Assim, amor, já entrou metade do meu pau, é divino ver como ele desaparece na sua bunda branquinha. Uffa, como você aperta.
Naquele momento, senti ele tirar até deixar só a cabeça do pau dentro e empurrar devagar, avançando cada vez mais um pouco dentro do meu cu, sentia ele me abrindo aos poucos, continuou com aqueles movimentos de vai e vem, entrando cada vez mais e mais, conquistando meu cu, meus gritos tinham virado gemidos, gemidos de prazer, ainda doía, mas também dava muito prazer, de repente senti as cócegas dos pelos pubianos dele nas minhas nádegas, seguido pelo batidaço das minhas nádegas na pélvis dele e soube que ele tinha enfiado o pau inteiro em mim, senti que me trespassava, um ardor forte, queimação, mas ao mesmo tempo sentia um tesão e não podia acreditar que aquele pau enorme tinha entrado completo no meu buraquinho.
Depois de enfiar tudo, ele se deitou sobre minhas costas e parou de se mexer, esperando talvez meu cu se acostumar com a grossura do pau dele, beijava minhas costas e meu pescoço, mordiscava minhas orelhas, enquanto sussurrava no meu ouvido:
– Já entrou tudo, amor, agora você é minha mulherzinha, minha mina, adoro seu cu, me deixa louco, como você é apertadinha, que gostosa.
Eu só gemia, sentia aquele pedaço enorme de carne ardente bem dentro de mim, e comecei a sentir uma onda de prazer percorrer meu corpo, me excitava ele sussurrar no meu ouvido, e me tratar no feminino, senti minha pele se arrepiar com os sussurros dele e ele chupou meu lóbulo, o que fez um gemido escapar da minha boca. Comecei a me sentir a mulher dele e queria dar prazer pra ele, então abri mais minhas pernas e arqueei mais minhas costas, empinando mais a bunda. Quando fiz isso, ele começou a se mexer, me comia bem devagar e fundo, cuidando pra se mover em círculo, de um jeito que o pau dele roçava todas as paredes internas do meu cu e aquele roçado me dava ondas de prazer, que faziam meu corpo tremer.
– Assim que eu gosto, amor, que Se entregou, sabia que dentro de você tinha uma mulherzinha, e muito puta, aquelas palavras que você me escrevia te entregavam, ayyyyyyy, eu te adoro.
Aos poucos as estocadas foram aumentando de intensidade, ele endireitou o corpo e senti ele me pegar pela cintura e me empalar fundo, em cada estocada eu dava um pulo e um gemido escapava da minha boca, ele continuou aumentando a velocidade, minhas nádegas quicavam na pélvis dele, sentia que a cada estocada ele levantava um pouco meu corpo, e meu corpo tremia.
De repente senti minhas pernas tremerem, ondas de prazer percorrerem meu corpo e comecei a convulsionar, meu pau estava mole, mas começou a jorrar porra, ufffffff, eu estava gozando, sem nem tocar no meu pau, só com as estocadas do pau do Roberto no meu cu.
Minha mente ficou nublada, eu gemia forte e meu corpo continuava se contorcendo, meus espasmos apertavam o pau do Roberto com força e senti ele me empalar de novo bem fundo, com toda a força dele, ao mesmo tempo que senti os jatos quentes de porra inundando meu cu, uffffff, dava pra ver que ele tava há muito tempo sem sexo porque senti um jato atrás do outro, me enchendo por dentro e de certa forma aliviando a queimação dentro do meu cu.
Ele continuou metendo por mais alguns segundos e pelo visto um pouco do sêmen escorreu pelas minhas nádegas, porque senti formar uma camada cremosa entre minhas nádegas, enquanto ele continuava batendo a porra dele dentro de mim, quando terminou de gozar ele desabou sobre meu corpo, exausto, eu não conseguia nem me mexer, nossos corpos estavam cobertos de suor, depois de alguns segundos, senti ele se levantar e tirar o pau do meu cu, eu sentia ele aberto e escorrendo porra, senti o pau dele recolher a porra que escorria com a ponta do pau e de novo apontou pro meu cu, metendo fundo, repetiu a operação umas duas vezes e na última desabou de novo sobre meu corpo, aos poucos senti o pau dele perder a dureza e ir saindo do meu cu. Assim que o pau dele saiu, Me levantei e, dando um tapa na minha bunda, ele disse:
– Uffa, valeu, love, foi delicioso, você é uma putinha boa pra caralho e foi a melhor buceta que eu comi em muito tempo.
Ele foi pro banheiro e segundos depois ouvi a água do chuveiro caindo. Eu fiquei mais uns minutos ali, sentindo que tudo girava, meu corpo todo doía, e com um esforço consegui me levantar. Minhas pernas pareciam não responder. Com muita dificuldade, fui ao banheiro e me sentei no vaso, e comecei a expelir o esperma que tinha dentro de mim. Enquanto isso, Roberto, que tinha terminado de tomar banho, pegou a toalha e começou a se secar. Observei seu corpo nu e seu pau enorme, que mesmo mole ainda tinha um tamanho considerável, e não conseguia acreditar que aquele pau gigante tinha estado dentro do meu cu.
Ele me convidou pra tomar um banho, mas eu recusei. Disse que estava tarde e que precisava voltar. Menti, mas a verdade é que me sentia culpada. Não conseguia acreditar que tinham me comido como uma mulher e, pior, que eu tinha gostado. Roberto se ofereceu pra me levar em casa. Então limpei um pouco minha bunda e comecei a me vestir. Foi difícil me vestir porque minha bunda ardia pra caralho, estava toda inchada. No carro, ele se desculpou por ter mentido que não ia me penetrar, mas disse que meu cu era muito apertado e que era o único jeito de conseguir entrar. E falou que percebeu que eu tinha gostado porque gozei, o que era verdade, embora eu estivesse tão confusa que mal conseguia falar.
Não quis dar meu endereço e pedi pra ele me deixar num parque perto, com a desculpa de que a família com quem eu morava era muito fofoqueira. Ele insistiu um pouco pra saber onde eu morava, mas aceitou me deixar no parque, e nos despedimos.
Caminhei com dificuldade até o apartamento onde morava. Minha bunda ardia horrores, e eu me sentia culpada. Achava que todo mundo estava me olhando e que iam adivinhar que tinham acabado de arrombar meu cu. Assim que cheguei no apartamento, tomei um banho rápido e sem... Me vesti e caí na minha cama, sentia minha buceta inflamada, com muito ardor e pulsando, aos poucos fui pegando no sono.
Vou começar dizendo que não sou feio, sou de pele branca e, provavelmente por herança da minha mãe, sou bundudo, o que desde muito cedo percebi que atraía os olhares de muitas mulheres e também de alguns homens.
Dessa vez, vou contar algo que aconteceu quando eu tinha uns 19 anos, e foi onde perdi a virgindade. Já tinha tido uns amassos com um vizinho na adolescência, mas só uns roçares que contarei outra hora, e a culpa de perder a virgindade foi por mentir num chat.
Tinha acabado de entrar na faculdade e me mudado para a Cidade do México para estudar. Minha namorada da época tinha ficado em Tampico para estudar, o que fazia com que eu tivesse os hormônios meio soltos.
Lembro que entrava em sites pornô e, às vezes, em salas de bate-papo para conversar com mulheres e me aliviar um pouco. Certa vez, recebi uma mensagem privada de um nick chamado machosemental_45, mas ele estava falando comigo como se eu fosse uma garota. A princípio, pensei em esclarecer o erro (Ariel também pode ser nome de mulher, já tinha acontecido antes), mas como já estava há um tempão entediado, decidi não tirá-lo do engano e respondi como se fosse uma garota.
Acontece que era um senhor maduro de 45 anos, chamado Roberto, recém-divorciado e que também morava na Cidade do México. Começamos a conversar e aceitei participar de uma fantasia sexual escrita com ele. Ele descrevia tudo de forma muito ardente, e eu me masturbei gostoso pra caralho com as palavras dele. Acho que ele também gostou do que eu escrevia, porque pediu para marcar outro dia para continuar com outra fantasia escrita, e eu topei na hora. Combinamos de nos conectar no dia seguinte com o mesmo nick.
Eram umas fantasias muito quentes, e na seguinte... ocasião ele me pediu meu e-mail pra gente se coordenar sobre quando teria tempo pra entrar no chat, e eu dei. Eu me masturbava com os relatos e até confesso que cheguei a sonhar sendo a garota das histórias. Mas aconteceu o que eu temia: ele pediu pra gente se conhecer pessoalmente. Eu tinha contado em qual universidade estudava e ele pediu pra gente se ver num café bem perto da faculdade. Marcou data e hora e me pediu pra ir. Claro que não fui ao encontro, tudo tinha ido longe demais e senti que o melhor era contar a verdade. Então, quando ele mandou o e-mail perguntando por que eu não tinha ido, decidi abrir o jogo e dizer que era homem. Achei que ali tudo acabaria, mas me enganei. Recebi uma nova mensagem, dizendo que entendia, que às vezes acontece nos chats, mas que gostaria que a gente continuasse fantasiando, porque ele adorava os relatos que fazíamos juntos, claro, no meu papel de mulher.
Me surpreendeu ele querer continuar fazendo relatos no chat mesmo sabendo que eu era homem, e mais ainda me surpreendeu quando ele disse que, mesmo assim, gostaria de me conhecer, que no sábado seguinte iria ao café à tarde e esperava que eu não faltasse.
A semana toda fiquei nervoso, pensando se deveria ir, e até no próprio sábado eu duvidava se aparecia. Mas fiquei intrigado e no fim decidi dar uma passada no café, sem revelar minha identidade.
Cheguei no café um pouco atrasado e logo o reconheci pela descrição que ele tinha me dado. Era um homem que dava pra considerar gostoso, com cerca de 1,78m, pele morena clara e um pouco acima do peso, uma barriguinha saliente, mas não muito. Vestia um terno cinza escuro, parecia elegante e caro. Entrei no café e me sentei a algumas mesas de distância, mas ele logo percebeu que eu estava observando e veio até minha mesa. Naquele instante, meu coração disparou e comecei a suar. Ele me cumprimentou com intimidade, como se nos conhecêssemos há muito tempo.
— Oi, Ariel, sou Roberto, é um prazer te conhecer. Enquanto estendia a mão pra me cumprimentar.
Tava super nervoso e quase não conseguia falar nada, e mesmo pensando em negar minha identidade, não fiz isso. Aos poucos, fomos conversando e ele me elogiava pelo jeito ardente que eu escrevia, que nunca imaginou que fosse homem, e entre um papo e outro fui me sentindo mais à vontade. Ele era muito gentil e tagarela. Naquele dia, rolavam as semifinais do futebol mexicano e ele me perguntou onde eu ia assistir. Respondi que não tinha planos, e ele me convidou pra ver no apartamento dele, que não ficava longe e que me pagava uns drinques.
Mesmo mal conhecendo ele, aceitei e fomos no carro dele. Logo chegamos no apartamento dele, que ficava num prédio bem chique, e o apê era grande e aconchegante.
Sentei na sala, enquanto ele foi no quarto se trocar e vestir a camisa do time dele, que por acaso era o meu também, e voltou com um par de cervejas e petiscos.
Assistimos ao jogo, ele se empolgava muito em cada jogada e, às vezes, sentia que ele tocava na minha perna. Nosso time ganhou de 2 a 1 e, em cada gol, ele comemorava gritando e me abraçando. Já tínhamos bebido umas cervejas e eu tava meio tonto.
No final, ele sentou do meu lado e falou algo que não esperava: que eu tinha feito ele se divertir pra caralho com meus contos e que achava que dentro de mim tinha uma gatinha esperando pra sair. Ao mesmo tempo, senti uma das mãos dele na minha perna e a outra no meu ombro, me abraçando. Fiquei paralisado, sem saber o que fazer, congelado. Na minha cabeça, pensava em fugir, vazar, mas não fiz isso. Ele me apertou contra o corpo dele, os lábios dele buscaram os meus num beijo quente. Meu corpo me traiu e eu correspondi ao beijo. A língua dele se revirava dentro da minha boca e senti as mãos dele percorrendo minhas costas.
Aos poucos, foram descendo até encontrar minha bunda e começou a apertar de leve, enquanto beijava meu pescoço e mordiscava minha orelha. Senti o nariz dele percorrendo minha bochecha e aspirando, enquanto eu... Sussurrava no meu ouvido:
-É isso mesmo, gatinha, hoje você vai ser minha mulherzinha, sonhei tantas vezes com você, e fazer tudo o que a gente fantasiou.
Minha pele se arrepiou, minha mente ficou em branco, eu sabia que devia escapar, fugir, mas não conseguia, senti que aos poucos ele foi me despindo, enquanto me apertava contra o corpo dele, era muito mais forte que eu e não resisti, nem tentei, estava gostando demais do jeito que ele me acariciava, as mãos quentes dele percorrendo meu corpo, apertando minha bunda, tirou minha cueca e continuou com as carícias, senti um dedo que se abria caminho entre minhas nádegas, percorrendo minha rachinha, procurando meu buraquinho, logo encontrou e na hora dei um pequeno sobressalto e um gemido escapou da minha boca, não pensei que meu esfíncter fosse tão sensível, ele começou a roçar a entrada com a ponta do dedo e senti que enlouquecia, minhas últimas defesas desabaram, abri mais as pernas pra dar melhor acesso e ele sussurrou no meu ouvido o quanto gostava da minha bunda, que estava bem fechadinha e ardente, me virou e me deitou no sofá, empurrando minhas costas pra baixo e fazendo eu abrir as pernas, ficando com a bunda levantadinha e exposta, sem parar de acariciar minhas costas e nádegas ele se abaixou e senti que começou a morder minha bunda de leve, a beijar e percorrer com a língua, eu só gemia de prazer, que gostoso que tava, abria mais as pernas pra facilitar o acesso, de repente senti que ele abria minha bunda e a língua dele percorria minha rachinha, quente e áspera, encontrou meu esfíncter e brincava com ele, cutucando de leve, sentia que desmaiava de prazer, empurrou um pouco mais forte e senti que meu esfíncter cedia e a ponta da língua dele entrava dentro do meu cu, uffffff, dei outro sobressalto, e um gemido mais forte escapou, tava entregue, aproveitando, aos poucos a língua entrava um pouco mais no meu cu e ele mexia em círculo, tentando tocar minhas paredes internas, abriu um pouco mais minha bunda e senti que ele cuspiu entre elas e agora senti o dedo dele forçando meu entrada, que foi cedendo e a ponta do seu dedo indicador entrou, ardeu um pouco e parecia estranho, não exatamente prazeroso, mas ele começou a empurrar devagar, suavemente e em círculos, tentando tocar minhas paredes internas, sempre colocando mais saliva no dedo e aos poucos senti o dedo dele entrando nas minhas entranhas, até que tocou o que acho que era minha próstata e começou a massageá-la, uffffff, senti uma onda de prazer percorrer meu corpo, uma corrente elétrica e comecei a me contorcer de prazer, meus gemidos aumentaram de intensidade.
– Viu, amor, como você goza com sua bucetinha, sabia que você era uma mulher.
Senti estranho ele falar comigo no feminino, mas acho que me excitava, naquele momento, era verdade, eu era a mulher dele, sentia o cuzinho bem cheio de saliva e molinho, o dedo dele entrava e saía com facilidade e naquele momento senti ele introduzir um segundo dedo, abrindo mais minhas entranhas, ardeu um pouco mais, mas era suportável e o prazer que sentia era maior, não resisti, os dedos dele mexiam por dentro, massageando minha próstata e senti ele tentar abrir e fechar, esticando minhas dobras, e também enfiava e tirava sempre colocando mais saliva nos dedos, sentia o cuzinho cheio de saliva, bem molhado e aberto, a saliva escorria até minhas bolas, assim continuou por alguns minutos e pensei que ia gozar, mas bem antes de eu gozar, ele tirou os dedos e senti algo mais grosso e quente, virei para olhar e vi que ele já estava nu, e o que sentia era a ponta do pau dele, um pau bem grosso e comprido, que percorria minha rachinha e batia nas minhas nádegas, senti ele começar a cutucar meu buraquinho e amei, era uma carícia suave e quente, a mão dele se posicionou nas minhas costas e empurrou fazendo eu levantar mais o cuzinho, depois ele me segurou pela cintura e empurrou um pouco mais forte, e aí senti uma dor tremenda, como se uma faca me partisse ao meio, me contorci no sofá e escapei da posição dando meia-volta.
Ele pediu desculpas e me disse que ia pegar mais leve, também falou que tinha um lubrificante que usava com a ex-mulher dele e foi buscar, eu tava indeciso, tinha doído pra caralho e tava na dúvida se continuava, com um pouco de medo aceitei, mas com a condição de que não fosse me penetrar, só que ele se masturbasse com a minha bunda pequena, ele topou, dessa vez pediu pra eu deitar num dos braços do sofá e dobrar a cintura, eu tava nervoso e ele percebia, sempre tentando me acalmar, falou que só ia colocar o pau dele no meu buraquinho, só encostando sem meter, e que ia me fazer gozar muito gostoso, senti uma coisa fria e gelatinosa na entrada do meu cu, que imaginei que fosse o lubrificante, e ele começou a esfregar com o dedo, empurrou e deslizou fácil pra dentro de mim, colocou mais lubrificante e se esforçou pra introduzir com o dedo, mexendo em círculo pra lubrificar minhas paredes internas, era uma delícia.
Quando senti o pau quente dele nas minhas nádegas, por instinto fiquei tenso e apertei a bunda pequena, com paciência ele acariciava minhas nádegas e deu uns tapas que me ajudaram a relaxar um pouco, o pau quente dele percorria minha rachinha devagar, tava meladinha, cheia de pré-gozo, ele posicionou a cabeça do pau na minha entrada e foi cutucando de leve, era uma sensação muito gostosa, eu tava adorando, mas ainda meio tenso, ele continuou acariciando minhas costas e empurrando pra baixo pra eu abrir mais a bunda pequena, de repente subiu um dos joelhos no braço do sofá do lado do meu corpo e pediu pra eu fazer força pra sentir mais gostoso, eu tava amando a sensação, era muito intensa e pensei que a qualquer momento ia gozar, ele pediu pra sincronizar os movimentos e que eu fizesse força enquanto ele cutucava pra eu gozar bem gostoso, e a gente fez assim, ele começou a contar e no três ele cutucava enquanto eu fazia força, contou de novo, mas dessa vez na hora que eu fiz força ele empurrou com tudo e senti de novo que tava rasgando, uma dor insuportável, a cabeça do pau dele tinha entrado no meu cu e meu esfíncter se fechou em volta do tronco da pica dele, de novo tentei me soltar, mas era impossível, não tinha espaço pra nenhum lado pra conseguir me virar, tava preso entre o encosto e o braço do sofá e o joelho do Roberto, o único movimento possível era pra cima, me enfiando mais na pica do Roberto, gritei, pedi pra ele tirar, mas não se moveu um milímetro, também não continuou empurrando.
– Relaxa, amor, já entrou a cabeça da pica, não mexe, espera sua bunda se acostumar com a grossura da minha pica.
Minhas tentativas de me soltar eram em vão, Roberto me segurava muito bem, a mão firme dele nas minhas costas não me deixava mexer, assim como a perna dele do lado do meu corpo, umas lágrimas escorreram pelas minhas bochechas, sentia como se meu cu tivesse sido atravessado por uma faca quente, e sentia a cabeça da pica do Roberto pulsando, batendo dentro de mim, Roberto continuou acariciando minhas costas e minhas nádegas, pra tentar me relaxar.
Parei de lutar, me rendi, pensei que o melhor era obedecer o Roberto e tentei relaxar, pra diminuir a dor e acabar logo. Roberto percebeu minha rendição e me deu um tapa sonoro na bunda, que me pegou de surpresa e eu apertei o cu, mas de novo tentei relaxar.
– Assim, amor, muito bem, vai ver que logo a dor passa e você sente prazer.
As palavras do Roberto foram proféticas, porque a dor começou a diminuir, ainda sentia ardor, mas era tolerável, então afrouxei mais as pernas e abri elas em sinal de rendição.
Roberto com uma mão esquerda nas minhas costas e a direita no meu cu, abriu um pouco mais minha nádega enfiada pela pica dele e senti ele colocar mais lubrificante entre a pica dele e meu cu, que escorria até minhas bolas e começou a empurrar devagar, senti como se fossem abrindo minhas dobras, esticando ao máximo e entrando milímetro por milímetro, abrindo minhas entranhas, quente e dura, conseguia sentir até a grossura das veias do pau dele.
– Assim, amor, já entrou metade do meu pau, é divino ver como ele desaparece na sua bunda branquinha. Uffa, como você aperta.
Naquele momento, senti ele tirar até deixar só a cabeça do pau dentro e empurrar devagar, avançando cada vez mais um pouco dentro do meu cu, sentia ele me abrindo aos poucos, continuou com aqueles movimentos de vai e vem, entrando cada vez mais e mais, conquistando meu cu, meus gritos tinham virado gemidos, gemidos de prazer, ainda doía, mas também dava muito prazer, de repente senti as cócegas dos pelos pubianos dele nas minhas nádegas, seguido pelo batidaço das minhas nádegas na pélvis dele e soube que ele tinha enfiado o pau inteiro em mim, senti que me trespassava, um ardor forte, queimação, mas ao mesmo tempo sentia um tesão e não podia acreditar que aquele pau enorme tinha entrado completo no meu buraquinho.
Depois de enfiar tudo, ele se deitou sobre minhas costas e parou de se mexer, esperando talvez meu cu se acostumar com a grossura do pau dele, beijava minhas costas e meu pescoço, mordiscava minhas orelhas, enquanto sussurrava no meu ouvido:
– Já entrou tudo, amor, agora você é minha mulherzinha, minha mina, adoro seu cu, me deixa louco, como você é apertadinha, que gostosa.
Eu só gemia, sentia aquele pedaço enorme de carne ardente bem dentro de mim, e comecei a sentir uma onda de prazer percorrer meu corpo, me excitava ele sussurrar no meu ouvido, e me tratar no feminino, senti minha pele se arrepiar com os sussurros dele e ele chupou meu lóbulo, o que fez um gemido escapar da minha boca. Comecei a me sentir a mulher dele e queria dar prazer pra ele, então abri mais minhas pernas e arqueei mais minhas costas, empinando mais a bunda. Quando fiz isso, ele começou a se mexer, me comia bem devagar e fundo, cuidando pra se mover em círculo, de um jeito que o pau dele roçava todas as paredes internas do meu cu e aquele roçado me dava ondas de prazer, que faziam meu corpo tremer.
– Assim que eu gosto, amor, que Se entregou, sabia que dentro de você tinha uma mulherzinha, e muito puta, aquelas palavras que você me escrevia te entregavam, ayyyyyyy, eu te adoro.
Aos poucos as estocadas foram aumentando de intensidade, ele endireitou o corpo e senti ele me pegar pela cintura e me empalar fundo, em cada estocada eu dava um pulo e um gemido escapava da minha boca, ele continuou aumentando a velocidade, minhas nádegas quicavam na pélvis dele, sentia que a cada estocada ele levantava um pouco meu corpo, e meu corpo tremia.
De repente senti minhas pernas tremerem, ondas de prazer percorrerem meu corpo e comecei a convulsionar, meu pau estava mole, mas começou a jorrar porra, ufffffff, eu estava gozando, sem nem tocar no meu pau, só com as estocadas do pau do Roberto no meu cu.
Minha mente ficou nublada, eu gemia forte e meu corpo continuava se contorcendo, meus espasmos apertavam o pau do Roberto com força e senti ele me empalar de novo bem fundo, com toda a força dele, ao mesmo tempo que senti os jatos quentes de porra inundando meu cu, uffffff, dava pra ver que ele tava há muito tempo sem sexo porque senti um jato atrás do outro, me enchendo por dentro e de certa forma aliviando a queimação dentro do meu cu.
Ele continuou metendo por mais alguns segundos e pelo visto um pouco do sêmen escorreu pelas minhas nádegas, porque senti formar uma camada cremosa entre minhas nádegas, enquanto ele continuava batendo a porra dele dentro de mim, quando terminou de gozar ele desabou sobre meu corpo, exausto, eu não conseguia nem me mexer, nossos corpos estavam cobertos de suor, depois de alguns segundos, senti ele se levantar e tirar o pau do meu cu, eu sentia ele aberto e escorrendo porra, senti o pau dele recolher a porra que escorria com a ponta do pau e de novo apontou pro meu cu, metendo fundo, repetiu a operação umas duas vezes e na última desabou de novo sobre meu corpo, aos poucos senti o pau dele perder a dureza e ir saindo do meu cu. Assim que o pau dele saiu, Me levantei e, dando um tapa na minha bunda, ele disse:
– Uffa, valeu, love, foi delicioso, você é uma putinha boa pra caralho e foi a melhor buceta que eu comi em muito tempo.
Ele foi pro banheiro e segundos depois ouvi a água do chuveiro caindo. Eu fiquei mais uns minutos ali, sentindo que tudo girava, meu corpo todo doía, e com um esforço consegui me levantar. Minhas pernas pareciam não responder. Com muita dificuldade, fui ao banheiro e me sentei no vaso, e comecei a expelir o esperma que tinha dentro de mim. Enquanto isso, Roberto, que tinha terminado de tomar banho, pegou a toalha e começou a se secar. Observei seu corpo nu e seu pau enorme, que mesmo mole ainda tinha um tamanho considerável, e não conseguia acreditar que aquele pau gigante tinha estado dentro do meu cu.
Ele me convidou pra tomar um banho, mas eu recusei. Disse que estava tarde e que precisava voltar. Menti, mas a verdade é que me sentia culpada. Não conseguia acreditar que tinham me comido como uma mulher e, pior, que eu tinha gostado. Roberto se ofereceu pra me levar em casa. Então limpei um pouco minha bunda e comecei a me vestir. Foi difícil me vestir porque minha bunda ardia pra caralho, estava toda inchada. No carro, ele se desculpou por ter mentido que não ia me penetrar, mas disse que meu cu era muito apertado e que era o único jeito de conseguir entrar. E falou que percebeu que eu tinha gostado porque gozei, o que era verdade, embora eu estivesse tão confusa que mal conseguia falar.
Não quis dar meu endereço e pedi pra ele me deixar num parque perto, com a desculpa de que a família com quem eu morava era muito fofoqueira. Ele insistiu um pouco pra saber onde eu morava, mas aceitou me deixar no parque, e nos despedimos.
Caminhei com dificuldade até o apartamento onde morava. Minha bunda ardia horrores, e eu me sentia culpada. Achava que todo mundo estava me olhando e que iam adivinhar que tinham acabado de arrombar meu cu. Assim que cheguei no apartamento, tomei um banho rápido e sem... Me vesti e caí na minha cama, sentia minha buceta inflamada, com muito ardor e pulsando, aos poucos fui pegando no sono.
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