Meu tio gêmeo gostoso (VII)

Anteriormente: Descobrimos com horror que meu pai não fazia hora extra, mas sim estava transando com uma amiga minha de 18 anos.
Minha mãe está destruída, expulsa meu pai de casa.
Meu pai acaba indo morar temporariamente com o irmão gêmeo dele. Meu tio.
Não passam muitos dias até vazar um vídeo que a puta da Lorena, minha amiga de 18 anos, tinha gravado com meu pai no motel.
(Descrevo tudo do vídeo na parte V)
Depois de ver como meu pai comia minha amiga com desejo animal, começo a chorar desconsoladamente na minha cama.
Meus olhos e minha cabeça doem de tanto chorar. Mas, depois de me acalmar, começo a olhar o vídeo com atenção.
Uma sensação começa a surgir, me vêm lembranças das coisas que pude fazer com meu tio, que é igual ao meu pai, mas em melhor forma.
Me imagino sendo a Lorena, sabendo que não sou tão gostosa, não tenho tantos peitos, nem tanta bunda, nem a pele dourada, nem as pernas longas dela.
Mesmo assim, são boas aproximações de mim e do meu tio, que, estando com a cabeça dentro da minha buceta, se recusou a me comer ao perceber que eu era virgem.
Imaginei que era eu, que meu pai era meu tio, e comecei a me tocar, apertei meus peitinhos brancos, belisquei meus mamilos rosados. Mordia meus lábios.
Meus dedos começaram a brincar nos meus lábios vaginais, beliscando suavemente as dobras, tocando meu clitóris, massageando ele. Não demorou muito até dois dedos entrarem em mim, me fazendo ver estrelas.
Via o vídeo e imaginava que era meu tio quem tirava a máscara de hipocrisia e me comia com desejo, igual meu pai fazia com a puta da minha amiga Lorena.
Controlei minha masturbação para gozar no mesmo momento em que meu pai gozava dentro da Lorena.
Minhas pernas tremeram e tive que morder o travesseiro para não gritar.
Meus dedos todos molhados, os lençóis também úmidos, e um cheiro que só nós mulheres exalamos quando estamos excitadas.
Os dias passam e eu sigo minha vida. normal, minha mãe tenta se fazer de forte, mas chora no quarto dela.
De vez em quando meu pai liga pro telefone fixo, mas ela não atende. Bloqueou ele no WhatsApp.
Amigas da minha mãe vêm em casa, metade é separada ou querendo separar, então recomendam que ela se divorcie, falam sobre separação de bens, passam telefones de advogados. Minha mãe não sabe o que fazer.
Já todos os filhos são maiores de idade, eu sou a única que mora na casa. Ela não tem por que ficar casada "pelos filhos". E não parece ter vontade de perdoar uma traição dessas, pra ela não é só a traição, é uma humilhação, um golpe no orgulho dela como mulher, sentir que já é velha e que não é atraente, que uma adolescente consegue o que ela, por causa da idade, já não consegue mais.
Lorena era uma quase vedete com o corpo dela, toda sensual, toda gostosa, com tudo no lugar. Minha mãe depois de tantos anos, tendo parido os filhos e criado, já era uma senhora, não tinha vontade de ser uma garota sexy, nem mesmo uma mulher madura sensual como as que aparecem nas revistas.
Uma noite meu pai aparece com um buquê de rosas todo arrumado, com roupas que não eram dele, claramente meu tio comprou ou emprestou pra ele.
Minha mãe joga as flores na cara dele, discutem aos gritos na entrada de casa, todos os vizinhos ficaram sabendo do escândalo. Meu pai acaba indo embora por onde veio.
Assim passa quase um mês desde que meu pai veio com as rosas.
Só de vez em quando ele me manda mensagens dizendo que está bem, perguntando como eu estou, perguntando como está minha mãe, mas cada vez com mais dias de intervalo.
Eu, durante todo o mês, não saí mais pra festas, nosso grupo de amigas tinha se dividido por causa dessa situação. Agora entendia por que as que não me aturavam falavam se meu pai tinha vindo buscar a Lorena e por que riam de mim.
Meu tio também não me escreveu mais, acho que depois que meu pai ficou lá com ele, fez ele repensar o que fizemos juntos, mesmo que nunca tenhamos transado.
Num sábado que não consigo dormir, fico vendo os stories das que não eram minhas amigas com uma conta fake que eu tinha. Aí vejo um fundo conhecido, sigo os stories e reconheço a piscina. Era a piscina do meu tio. Ele tinha feito uma pool party noturna e as garotas que eu odiava estavam lá. Analisei cada story com cuidado e descobri num deles, ao fundo, quem eu não queria ver: a Lorena. Meu pai, que veio com rosas pedindo perdão pra minha mãe, agora tava aproveitando a Lorena pra pegar outras adolescentes e levar pra casa do meu tio. Não vejo meu pai nos stories, mas duvido que ele esteja vendo futebol quando tem todas aquelas putas na casa, e principalmente a Lorena. Já era bem de madrugada, minha mãe não sabe dirigir e o carro foi com meu pai. Um Uber ou táxi até a casa do meu tio ia ser caro pra caralho, e eu não trabalho, só tenho minhas economias e não ia pedir pra minha mãe, ainda mais saindo do nada de madrugada falando que tinha uma festa. Mas vontade não faltou de ir escrachar todo mundo e jogar na cara do meu pai e do meu tio. Na semana seguinte, fico de olho nos stories daquelas putas desde cedo, aviso minha mãe que talvez fosse numa festa com uma amiga. Ela fala pra eu sair, me divertir, que a parada do meu pai não ia estragar minha juventude. Às 9 da noite, uma delas mostra que tá escolhendo roupa e maquiagem pra festa na chácara do meu tio. Claramente iam se juntar de novo. Me adianto e quebro o cofrinho das minhas economias. Peço o Uber e vou direto pra casa do meu tio com antecedência. Dessa vez não vou vestida de freira, coloco a saia mais curta que tenho, e ainda puxo ela pra cima até que, andando, sobe e mostra a parte de baixo da bunda. Uma regatinha que deixa a barriga lisa de adolescente de fora. Fico na dúvida se coloco sutiã, não tenho lingerie sexy, o sutiã é padrão. Mas coloco um branco pra contrastar com a regata turquesa de alcinha. Homem fica louco com isso. ver as bordas dos sutiãs, mesmo que sejam tão inocentes quanto o meu.
Entro no Uber, a saia é tão curta que não tem como não aparecer a minha calcinha fio dental branca de algodão.
O motorista do Uber não para de olhar pelo retrovisor, parece que todos os homens são uns tarados iguais com as adolescentes.
Me dá um pouco de medo um homem mais velho me levar e ter a ideia de me levar pra um lugar deserto e me estuprar, casos assim acontecem todo dia.
Chego na entrada, só me resta esperar as putas que me odeiam chegarem.
Elas chegam todas juntas ao mesmo tempo em 3 Ubers, com certeza pagos pelo meu tio. Assim como ele fazia comigo.
Elas descem, cada uma mais puta que a outra, todas vestidas pra matar e com a bolsinha de piscina.
Não conheço todas, só 4, as outras 8 não sei quem são, mas devem ter sido recrutadas por essas.
Quando me veem, não entendem o que estou fazendo ali, olham com desconfiança e eu me misturo com as que não me conhecem, que também me olham com estranheza.
O portão se abre e entramos todas juntas, lá somos recebidas por um homem que não conheço.
Também mais velho, já de sunga, com um corpo bonito. Ele cumprimenta uma por uma. As meninas são todas umas putas, cumprimentam ele beijando perto da boca, esfregando os peitos e dando gargalhadas pra chamar a atenção dele.
Eu cumprimento rápido pra não levantar suspeitas, quando vou saindo ele segura minha mão e diz:
"E você? Por que tão tímida? É a primeira vez que vem?"
Enquanto tenta me fazer dar uma voltinha. Ele me olha de cima a baixo, e fica encarando o quão curta é minha minissaia.
Quando entramos, tem outro homem no sofá, ainda não vi meu tio, nem meu pai. Também não vi a Lorena.
O outro homem também é adulto, maduro, mais velho que meu tio e meu pai, esse devia ter uns 60 anos, mas é bem cuidado. Dá pra ver que é de classe, tem um relógio caro no braço, toma uísque, e não é qualquer um.
Cumprimento ele também com timidez e ele faz a mesma coisa que o outro, quando vou saindo, ele me segura pelo pulso e diz:
"Por que tão tímida, gatinha?"
Isso me assusta. mas faço tudo isso pra tentar escrachar meu pai e meu tio.
Ele me convida pra sentar no mesmo sofá, as outras minas me olham com ódio. Não acreditam que a menos puta é a que mais atrai, a que menos mostra, a que tem calcinha de adolescente pura é a que chama atenção.
Tenho peitos pequenos, uma bunda bonitinha, empinadinha mas não é grande coisa. Minha pele é branca, não pego muito sol nem vou em câmaras de bronzeamento. Não tenho unhas de gata, nem estou maquiada igual porta como as outras vadias.
Sentada com minha mini tão curta dá pra ver minha calcinha fio dental de algodão branca inocente.
Esse homem mais velho levanta pra buscar algo pra eu beber e relaxar, me dá opções, mas acaba escolhendo na minha hesitação, enquanto me traz champanhe pode ver minha calcinha fio dental branca de algodão, que tento esconder disfarçando colocando a mão sobre a mini mas sem resultado positivo.
Ele me pergunta coisas da minha vida, quando pergunta minha idade e eu digo que fiz 18 anos faz pouco ele fala:
"ufff, você é uma nenenzinha" enquanto olha pro teto como se não pudesse acreditar. Isso me faz ficar vermelha.
Pergunto pelo meu tio. E ele me diz:
"ah já conheceu? Sempre leva o melhor o filho da puta." fico mais vermelha ainda e ele continua
"seu tio tá ocupado agora, viu como é, nos deixa aqui sozinhos, que tipo de anfitrião é?" enquanto ri procurando cumplicidade.
Num momento todas as minas de biquíni saem do banheiro e vão direto pra piscina com o primeiro homem que nos recebeu.
Esse homem mais velho me diz:
"bom, vamos pra piscina? Tem que aproveitar a noite que tá gostosa"
Não tinha pensado em trazer biquíni, só me preocupei em vir vestida o mais impactante que podia.
Digo que não tenho biquíni e o homem mais velho me diz:
"bom, melhor, não tem nada mais sexy que roupa íntima na piscina"
Levanto e vou pro banheiro tirar a roupa, o homem mais velho me para e diz pra quê se só preciso tirar a regata e a minissaia.
Por alguma razão obedeço, ali na frente dele, Tiro a camiseta e abaixo a minissaia.
Fico só de calcinha branca de algodão, com a florzinha na frente, e meu sutiã branco que cobre todo o peito.
Ele pega a garrafa de champanhe e enche minha taça de novo, manda eu beber antes de entrar na piscina pra não sentir o frio da água.
Obedeço, ele só fica olhando eu beber. Depois que terminei a taça, ele pega de volta e coloca na mesa.
Eu não tinha comido nada desde o meio-dia, aquelas duas taças de champanhe seguidas já deram uma mexida no meu equilíbrio.
O homem mais velho me pegou pela mão e me levou até a piscina, lá já estava o outro cara brincando com as outras meninas, algumas na água e outras tirando foto e postando stories pra mostrar "a classe".
O homem se joga na piscina e de dentro da água me manda entrar. Obedeço.
Na água eu nado e ele brinca, continua contando coisas da vida dele, que é empresário importador, que é vizinho do anfitrião (meu tio).
Na água, ele fala que sou muito gostosa, e me pergunta se conheço certos países do mundo, e eu respondo que não. Ele se gaba de todos os lugares que conhece, e fala que sempre sobra milhas por causa dos negócios dele, e que se eu quiser posso acompanhá-lo.
Isso me deixa nervosa, falo que preciso ir ao banheiro.
Vou até a escada da piscina, subo devagar cada degrau porque ainda tô tonta.
Atrás de mim, o homem mais velho tá olhando eu subir a escada, minha calcinha fio dental de algodão que não era nada sexy vira um pano transparente que gruda e copia o formato da minha bunda.
O olhar do homem mais velho tá no meu rabo, viro de lado e vejo que o do outro cara também tá no meu rabo, mesmo com as meninas do lado passando a mão no peito e nos ombros dele.
Termino de sair da piscina e a música do lugar é a única coisa que toca, todas se calaram, tão me olhando com ódio, não só eu tinha a atenção do homem mais velho, mas também do outro maduro mais novo.
Enquanto caminho pra dentro de casa, ouço o homem maduro mais novo falar pro mais velho:
"Que velho sortudo. Choto, que isso, hein? Tu sempre pega o melhor pra você."
Estavam me tratando como um pedaço de carne.
No banheiro, tive ânsia, mas não por causa do álcool, e sim da situação.
Depois de um tempo, saio do banheiro e na porta está o homem maduro mais novo, com um copo d'água e um comprimido na mão.
Ele fala que aquilo vai me fazer sentir bem. Eu tomo.
Ele me trata com cuidado e pergunta se quero mais alguma coisa, que descanse um pouco e depois volte pra piscina.
Não passa muito tempo e, antes que o homem mais velho me encurrale, decido ficar sob a proteção da piscina junto com os outros.
Entro devagar na piscina, o homem mais velho já tinha outra garota falando no ouvido dele.
Aí o outro homem se livra das garotas que o rodeavam e vem na minha direção, perguntando se estou me sentindo melhor.
Digo que sim, mas a real é que não.
O homem me fala que também é vizinho, e que, se precisar, ele pode me levar de carro pra casa.
Igual ao outro, ele conta do dinheiro e das posses dele, dos campos, do agro dólar, de como comprou uma casa, outra e mais outra, também fala de viagens.
Ele diz que tem milhas sobrando das viagens, se eu quiser acompanhá-lo.
Nisso, sinto outra vez uma tontura, a visão meio embaçada, difícil de focar, mas ainda enxergo bem.
Esse homem percebe e me convida a sair da piscina.
Quando subo as escadas, ouço o aplauso do homem mais velho, que grita pro outro:
"Não seja ladrão, eu vi ela primeiro", enquanto ri com força.
Estou saindo da piscina, o homem me segura pela cintura e o dedo mindinho dele roça um pouco das minhas nádegas de adolescente.
Nisso, vejo três pessoas descendo as escadas lá dentro da casa do meu tio.
Elas vêm em direção à piscina.
Na frente está meu tio, que, ao sair no quintal, fica deslumbrado com todas as garotas presentes que gritam e o ovacionam, algumas vêm correndo cumprimentá-lo, então ele nem nota minha presença.
Atrás dele vem meu pai, sem camisa, com uma... zunga. Fico na dúvida de quem é quem, vendo ele assim. Tá mais magro, mais bronzeado e com um corte de cabelo moderno, parecido com meu tio. O irmão gêmeo dele.
A diferença é que meu tio é mais troncudo, mas não são fáceis de distinguir. Ele tá se fazendo de bonzinho agora que tá com o tarado do meu tio.
Também não me vê, porque outro grupo de minas sai pra receber ele, dando beijos e abraços.
Até aí, minha raiva já era grande, mas tudo explode em mim quando vejo a Lorena atrás do meu pai.
Com um micro biquíni que quase não fazia sentido, era praticamente a mesma coisa que estar pelada.
Os três estavam molhados, como se tivessem nadado juntos.
Minhas dúvidas se dissipam quando o homem que tá comigo fala:
"esses filhos da puta, como se enfiaram naquela puta"
No meio da bagunça pela chegada dos anfitriões e as minas circulando, vou pra sala com o outro homem.
Ele me diz que vai me levar pra descansar na casa dele, ou na minha se eu me sentir mal, que vai se trocar e já volta.
Enquanto ele vai se trocar, o homem mais velho vem e me pergunta:
"já quer te levar pra casa dele?" rindo
"eu posso te dar mais presentes que ele, se quiser vir pra minha" ele fala
Começo a tremer, me sentindo presa entre dois caras que tavam me leiloando.
O homem mais velho me encurrala contra a parede e coloca as mãos na minha cintura e na minha bunda, enquanto beija meu pescoço e morde minha orelha, falando que sou linda e que me daria um monte de coisas boas se eu for com ele.
Fico imóvel, paralisada de medo, mas parece que ele não liga. O homem mais velho enfia a língua na minha boca, me beija com força. E com os braços fortes dele, me aperta contra ele.
A mão dele brinca com minha calcinha fio-dental branca de algodão, molhada, e aperta forte minhas nádegas enquanto enfia um dos dedos entre elas.
Tento afastar ele, mas isso só excita ele mais. Minhas mãozinhas de adolescente fazem pouca força no peito maduro dele e na barriga grande e dura.
Sinto o pau quente dele encostado na minha barriga.
Minha mão faz força. mas não chega nem aos pés do grandalhão maduro, minha mão pequena termina na borda da sunga dele, com a palma apoiada sobre o tecido, sobre a cabeça de um pau enorme, largo e maduro, pelo que sinto na minha mão.
Começo a descer minha mão, rendida, devagar, percorrendo o tronco daquele maduro através da sunga molhada.
Nisso, o outro homem chega e interrompe.
Foi providencial, porque ele já tinha o dedo grosso e quente brincando na entrada do meu cu.
Eles conversam entre si sem tirar a mão da minha bunda.
Enquanto negociam entre eles, aproveito pra dizer que preciso me trocar.
Eles me perguntam com quem eu iria, respondo enquanto subo as escadas sem olhar pra eles.
"com o melhor pagador"
Continua...

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