Anteriormente: Depois de uma lesão do meu sobrinho na academia, acabo fazendo massagens nele na minha cama de casal.
Tudo termina num final feliz, onde eu masturbo ele de um jeito que o esperma dele explode na minha cara.
Mas dessa vez eu presenteio os olhos dele comigo me masturbando enquanto como o esperma dele.
Meu sobrinho adolescente de pernas abertas e eu no meio delas, de joelhos, mostrando como enfiava meus dedos freneticamente até gozar, largando fluidos que caem pela gravidade até a área lesionada dele e o pau dele, que descansava ainda pulsando.
Levanto em silêncio, vou tomar banho. Quando saio do chuveiro, meu sobrinho já não está mais na minha cama.
Espero no meu quarto até a hora do jantar. Por mais que eu tenha me aliviado me masturbando na frente do meu sobrinho, queria fazer de novo.
Enquanto eu não transar com meu sobrinho, estaria tudo bem, a gente só estava passando a quarentena como dava. Masturbação é algo natural, a gente faz com pornô, com nossos parceiros ou só na nossa cabeça.
Mas nessa situação, sem meu parceiro e isolados, não é tão ruim nos estimular com um pouco de realismo, é só estímulo visual, nada físico, e nada a ver com ele ser meu sobrinho e eu ser a tia dele.
Esses e outros argumentos passam pela minha cabeça pra me convencer de que não é tão ruim o que eu fiz. E que até poderia fazer um acordo com meu sobrinho pra gente se ver pelado todo dia e se masturbar juntos pra aliviar a tensão.
Meu sobrinho continuaria virgem, eu continuaria fiel.
Então, perto da hora do jantar, crio coragem e saio de lingerie para a sala.
Pergunto ao meu sobrinho se ele está com fome e me deparo com uma surpresa.
Ele estava numa videochamada com a mãe dele, com minha irmã.
Volto correndo, horrorizada e envergonhada, pro meu quarto.
Visto uma calça jeans e uma camiseta e hesito em sair. Se minha irmã me viu de lingerie falando com o filho dela como se nada fosse, um inferno vai se soltar.
Trancada no meu quarto, tremendo. e com o coração batendo mais forte que nunca, sinto pânico, imagino meu marido me deixando, minha irmã me expondo pra toda a família. Vejo um futuro escuro e sem sentido.
Naquele momento, meu sobrinho bate na porta do meu quarto, diz que minha irmã quer falar comigo.
Se eu dissesse que não, seria pior, então saio tremendo, olho pro meu sobrinho com culpa, tentando adivinhar se algo aconteceu.
Parece que minha irmã não me viu, cumprimento ela e ela fala normalmente, começa a contar todas as coisas dela, respiro aliviada.
Meu sobrinho começa a preparar o jantar. E eu conto pra minha irmã como estamos passando a quarentena.
Cumprimento meus outros sobrinhos e sobrinhas, eles me mostram desenhos e contam que gostam de não ir pra escola, mas que dão muita tarefa.
Terminamos jantando e nos olhando enquanto jantamos numa casa e na outra.
Nesse tom familiar termina esse dia, e cada um vai dormir separado, eu pro meu quarto de casal, meu sobrinho pro sofá dele.
Chega o dia 12, sexta-feira.
Tudo segue normal, mas na hora da academia agora tenho que fazer sozinha.
Meu sobrinho senta numa cadeira e me dá as instruções enquanto me observa praticar a rotina dele.
É estranho ter ele sentado me olhando. Ele tem permissão, além disso, na noite anterior me viu pelada enfiando os dedos, mas não é a mesma coisa.
Sinto como ele quer olhar além do meu shortinho, olhar quando ele sobe de um jeito que mostra a parte de baixo das nádegas. Ele repara se o decote mostra algo a mais a cada movimento.
No meio da rotina, meu telefone toca insistentemente.
Quando atendo, é meu chefe dizendo que eu cometi uns erros graves e que ele precisa apresentar um relatório e percebeu que eu errei. Ele exige que eu corrija tudo o mais rápido possível porque na segunda-feira seguinte ele vai se encontrar com os diretores da empresa pra apresentar os relatórios e estavam todos errados.
Não sei o que dizer, só falo que preciso ver, que me desculpe, que não sei o que pode ter acontecido.
Eu Vou correndo pro escritório, pro escritório do meu marido que tô usando pro meu trampo agora.
Ligo o computador e, enquanto isso, meu sobrinho, do jeito que consegue, vem me trazer um refri mancando.
Agradeço ele enquanto conto que tenho que arrumar uns erros no meu serviço.
Ele vai tomar banho. Eu começo a ver todos os dados, e-mails e planilhas onde posso ter errado, tenho que revisar cada casinha.
Todo o trabalho de um mês, jogado no lixo, e eu tinha que resolver em dois dias.
Naquela noite não ia ter nada especial, meu sobrinho trouxe a janta pro escritório pra eu não levantar da cadeira. Quando meus olhos já não aguentavam mais, nem o cérebro, fui dormir, já era de madrugada. Meu sobrinho dormia que nem um bebê no sofá.
Dia 13, sábado.
O dia passa igual ao final do dia anterior, acordo mais cedo que o normal, tomo um banho rápido e vou de calcinha e sutiã com um roupão pro escritório enquanto como café da manhã. Meu sobrinho tá dormindo.
Almoço no escritório. Meu sobrinho fala que precisa ir comprar umas coisas, e que também ia comprar umas paradas pra casa. Tão preocupada com meu trampo que só falei "pode ir, vê o que tá faltando". Quis dar dinheiro pra ele, mas ele não aceitou. Exatamente como a gente tinha combinado na semana passada, ele lembrou que essa semana era ele quem comprava.
Enquanto tentava achar os erros no meu trabalho, me veio a lembrança da putinha do bairro, daquela adolescente sem classe que se vestia que nem prostituta. Quando eu era adolescente, gostava de mostrar e provocar, mas com um certo decoro, um pudor de puta que quer mostrar sem mostrar. Essas de agora tão nem aí, usam uns shorts que mostra a bunda toda, ou se é saia, parece uma blusa. E os decotes que vão quase até a barriga, praticamente é só sutiã e um paninho pra dizer que não tão peladas.
Além da atitude de puta, de ir na cara dura, de mostrar os peitos na lata ou abrir as pernas ou andar sem se importar de mostrar tudo. Veja a bunda toda. Mais de uma vez enquanto saía com meu marido pra passear, eu tinha que ficar olhando na cara dele quando a gente cruzava com essas vadias de hoje.
Até do meu lado, meu marido deixava o olhar escapar pra esses corpos jovens.
Saio disparada pro meu quarto, visto um vestido bem curto, tiro o sutiã, pego a máscara e saio atrás do meu sobrinho.
Tá bem fresco, saí pensando na puta da praça, mais do que na temperatura outonal portenha que já começa a aparecer.
Começo a escrever pro meu sobrinho, falando que ia acompanhar ele, que não queria que ele se perdesse ou essas merdas que a gente inventa quando quer ficar perto de alguém pra controlar.
Ele não responde minhas mensagens, vou de loja em loja, onde a gente foi sábado passado, e não acho ele. No açougue encontro dona Cleotilde, a vizinha fofoqueira.
Ela me olha de cima a baixo, me vê vestida com esse minivestido no frio que tá, sem sutiã, faz uma cara típica de velha intrometida.
Quando saio voltando pra casa, ligando sem parar pro meu sobrinho, vejo ele na praça, conversando com a garota puta.
De longe grito por que ele não atendia o telefone, porque ele tava no silêncio.
Quando chego perto dele, ele fala que desculpa, que sempre deixa no silêncio.
Nisso a garota interrompe com um:
"Ai, gatinho, tem que atender sua mãe, isso é lei, sempre tem que deixar com som e atender todas as mensagens e ligações da mãe."
Minha cara se transformou e encheu de ódio.
"Não sou a mãe!" gritei.
Nesse momento, ouço na esquina uma senhora chamando a adolescente.
Era dona Cleotilde chamando a garota, ela se despede rápido dizendo que a avó tá chamando e, quando vai embora, manda um beijo pro meu sobrinho.
Ela vai andando, rebolando a bunda perfeita sem celulite, um minishort jeans que não escondia nada, mostrava cada nádega ao caminhar. Ela de vez em quando se vira e parece sorrir pro meu sobrinho, apesar da máscara.
Alterno meu olhar. entre meu sobrinho e a puta, e ele tá bobão olhando pra bunda dela.
"O que você tá olhando?" falo num tom de desafio.
"Nada tia, nada, já comprei tudo, tava indo pra casa" ele me responde enquanto me convida a caminhar até a casa que a gente divide esses dias.
Assim que chegasse, ia dar uma punheta fenomenal no meu sobrinho pra ele perder a vontade com aquela puta e soltar leite na mão de uma mulher experiente que não precisa andar de bunda de fora na rua pra um homem gozar.
Chegando em casa, o telefone toca, meu chefe gritando porque ainda não mandei o relatório corrigido.
De novo tenho que me enfiar no escritório. Não ia ter punheta pro meu sobrinho tarado.
Janto no escritório, sigo até de madrugada, meu sobrinho dorme.
Amanhece domingo, dia 14.
Minhas olheiras tão horríveis, preparo um café forte, vou pro computador. Almoço no escritório, graças ao meu sobrinho que faz tudo que eu não consigo por falta de tempo.
Tô com dor de cabeça, pescoço, costas. Meu marido me liga, falo que não posso conversar, conto rapidamente como tô desesperada pra arrumar meus erros.
Sempre fui dedicada, mas parece que nessas últimas semanas não prestei muita atenção no trabalho. Algo tava me distraindo.
Janto e não aguento mais, não consigo achar os erros grandes que fazem tudo desmoronar, tô com vontade de chorar, de gritar.
Meu sobrinho me ouve soluçar e se aproxima com carinho, fala que preciso de uma pausa, uns minutos pra clarear a mente, isso ia me ajudar.
Só me restavam algumas horas pra resolver e não via como, mas o que meu sobrinho disse fazia sentido.
Vou tomar um banho, fazia 3 dias que não me lavava, nem tinha percebido o quanto tava suja de tão focada nessa preocupação.
Já é quase meia-noite, tenho que continuar. Meu sobrinho me espera acordado pra me fazer companhia, fala que não vai dormir até eu resolver. Me dá uma ternura.
"Tia, você precisa de massagem" ele fala vendo minhas queixas de dores no pescoço e nas costas.
Ela me manda deitar na cama de casal, que ele ia me fazer massagens.
Fico com vergonha, mas deixo claro sem falar que é só massagem, nada estranho, só uns minutos pra conseguir continuar meu trampo.
Ele ri, sabe que não consigo falar nada relacionado a sexo, mesmo a gente tendo se olhado de perto enquanto um se masturbava.
Me deito na cama de bruços, cubro minha bunda com uma toalha de mão, indico onde estão os óleos e ele começa.
Começa o serviço nos meus ombros, as mãos fortes dele já me relaxam, sentir a masculinidade e a firmeza de um homem dá prazer só no toque.
Ele leva a sério, então faz bastante força nas minhas costas, nas minhas escápulas, no meu pescoço, em cada lugar onde falo que dói.
Tá me fazendo muito bem, sinto que relaxo.
Aí ele aproveita um instante pra pegar meus pés e massagear. Amo, não pedi, e nem era onde mais doía, mas não consigo recusar, é gostoso.
Sobe pelas minhas panturrilhas e faz o mesmo, sinto prazer em cada massagem.
Continua subindo até minhas coxas, meus olhos já se abrem, minha mente começa a fazer perguntas, acho que até aqui foi de boa.
Enquanto penso, ele continua subindo e começa a levantar a toalha que cobre minha bunda.
Tira ela de lado e joga um pouco de óleo na minha bunda, que vai escorrendo até a racha do cu.
As mãos dele estão na parte de baixo das minhas nádegas, bem de leve ele massageia e tenta ir um pouco além.
"Posso continuar?" ele pergunta
"Não, não continua" respondo num suspiro.
Mesmo assim, ele continua passando os dedos quentes na parte de baixo das minhas nádegas e se prepara pra cobrir elas por completo.
"Posso continuar, tia?" ele pergunta
"Não, por favor, sobrinho, não continua" respondo tremendo enquanto abro instintivamente as pernas e levanto a bunda.
Os dedos dele tão massageando minha bunda e abrindo devagar minhas nádegas.
Diante do olhar adolescente dele, tem Um rabo de 35 anos, um cu que se abre e uma buceta rosa molhada.
Começa com os dedos dele a brincar entre minhas nádegas, roçando meu cu e tocando bem perto dos lábios da buceta.
"Posso continuar, tia?" ele me pergunta
"Não, sobrinho, chega, já deu" eu digo quase ofegante, sem fazer nenhum movimento que confirme o que falo.
Então um dedo se perde na minha buceta, depois são dois, e começa um festival de chafurdos, aqueles barulhos do óleo, e dos meus fluidos entrando e saindo pelos dedos de um homem. Dois dedos dele são muito mais que meus dedos pequenos e delicados.
Ele mete e tira com cuidado e eu começo a ofegar com sons abafados, não quero que ele pense que me tem presa só com isso.
"Continua, putinha" ele me diz
E essa expressão faz escapar um gemido alto de mim, enquanto minha pele se arrepia.
Ele continua metendo e metendo os dedos e até com o polegar brinca com meu cu, só acariciando e tentando ver até onde aguento pra ver se entra algo, mas de um jeito suave.
Com a outra mão ele chega ao meu pescoço, segura ele contra a cama. Isso me esquenta mais, a ideia de que meu sobrinho está me possuindo, ser o objeto de prazer dele.
Num movimento, ele mete os dedos na minha boca, e eu chupo como se fosse a pica dele, chupo fechando os olhos, imagino que é a pica linda do meu sobrinho, aquelas lembranças de tê-la nas mãos fazem eu agarrar o volume dele.
Enquanto ele me masturba, eu masturbo ele, sem olhar, tenho os dedos dele na minha boca e os outros dedos na minha buceta e um dedo brincando com meu cu, me sinto uma putinha.
Assim ficamos por longos minutos até que, quando sinto que ele vai gozar, eu o manipulo até perto do meu cu. Sinto como explode o gozo dele, a potência que sai da pica quente dele e que cai na cama, e no meu cu.
Sentir o gozo quente caindo no meu cu faz com que os dedos dele se transformem num catalisador do orgasmo, e eu também termino explodindo de prazer.
Aos poucos vamos diminuindo o ritmo, minha mão solta. O pau dele, os dedos dele saem da minha buceta e da minha boca. Os dois estamos ofegantes.
Em silêncio ele vai pro banheiro, em silêncio vai pra sala de jantar.
Em silêncio eu limpo a porra das minhas nádegas e visto minha calcinha e um roupão.
Quando vou pra sala de jantar, a luz tá apagada e meu sobrinho deitado. Eu vou pro escritório.
Já são 2 da manhã, meu celular tá cheio de chamadas perdidas do meu chefe.
Aleatoriamente, começo a ver um arquivo e me deparo com o erro que desencadeou tudo.
Sorrio sozinha, corrijo e envio.
************************
Tudo termina num final feliz, onde eu masturbo ele de um jeito que o esperma dele explode na minha cara.
Mas dessa vez eu presenteio os olhos dele comigo me masturbando enquanto como o esperma dele.
Meu sobrinho adolescente de pernas abertas e eu no meio delas, de joelhos, mostrando como enfiava meus dedos freneticamente até gozar, largando fluidos que caem pela gravidade até a área lesionada dele e o pau dele, que descansava ainda pulsando.
Levanto em silêncio, vou tomar banho. Quando saio do chuveiro, meu sobrinho já não está mais na minha cama.
Espero no meu quarto até a hora do jantar. Por mais que eu tenha me aliviado me masturbando na frente do meu sobrinho, queria fazer de novo.
Enquanto eu não transar com meu sobrinho, estaria tudo bem, a gente só estava passando a quarentena como dava. Masturbação é algo natural, a gente faz com pornô, com nossos parceiros ou só na nossa cabeça.
Mas nessa situação, sem meu parceiro e isolados, não é tão ruim nos estimular com um pouco de realismo, é só estímulo visual, nada físico, e nada a ver com ele ser meu sobrinho e eu ser a tia dele.
Esses e outros argumentos passam pela minha cabeça pra me convencer de que não é tão ruim o que eu fiz. E que até poderia fazer um acordo com meu sobrinho pra gente se ver pelado todo dia e se masturbar juntos pra aliviar a tensão.
Meu sobrinho continuaria virgem, eu continuaria fiel.
Então, perto da hora do jantar, crio coragem e saio de lingerie para a sala.
Pergunto ao meu sobrinho se ele está com fome e me deparo com uma surpresa.
Ele estava numa videochamada com a mãe dele, com minha irmã.
Volto correndo, horrorizada e envergonhada, pro meu quarto.
Visto uma calça jeans e uma camiseta e hesito em sair. Se minha irmã me viu de lingerie falando com o filho dela como se nada fosse, um inferno vai se soltar.
Trancada no meu quarto, tremendo. e com o coração batendo mais forte que nunca, sinto pânico, imagino meu marido me deixando, minha irmã me expondo pra toda a família. Vejo um futuro escuro e sem sentido.
Naquele momento, meu sobrinho bate na porta do meu quarto, diz que minha irmã quer falar comigo.
Se eu dissesse que não, seria pior, então saio tremendo, olho pro meu sobrinho com culpa, tentando adivinhar se algo aconteceu.
Parece que minha irmã não me viu, cumprimento ela e ela fala normalmente, começa a contar todas as coisas dela, respiro aliviada.
Meu sobrinho começa a preparar o jantar. E eu conto pra minha irmã como estamos passando a quarentena.
Cumprimento meus outros sobrinhos e sobrinhas, eles me mostram desenhos e contam que gostam de não ir pra escola, mas que dão muita tarefa.
Terminamos jantando e nos olhando enquanto jantamos numa casa e na outra.
Nesse tom familiar termina esse dia, e cada um vai dormir separado, eu pro meu quarto de casal, meu sobrinho pro sofá dele.
Chega o dia 12, sexta-feira.
Tudo segue normal, mas na hora da academia agora tenho que fazer sozinha.
Meu sobrinho senta numa cadeira e me dá as instruções enquanto me observa praticar a rotina dele.
É estranho ter ele sentado me olhando. Ele tem permissão, além disso, na noite anterior me viu pelada enfiando os dedos, mas não é a mesma coisa.
Sinto como ele quer olhar além do meu shortinho, olhar quando ele sobe de um jeito que mostra a parte de baixo das nádegas. Ele repara se o decote mostra algo a mais a cada movimento.
No meio da rotina, meu telefone toca insistentemente.
Quando atendo, é meu chefe dizendo que eu cometi uns erros graves e que ele precisa apresentar um relatório e percebeu que eu errei. Ele exige que eu corrija tudo o mais rápido possível porque na segunda-feira seguinte ele vai se encontrar com os diretores da empresa pra apresentar os relatórios e estavam todos errados.
Não sei o que dizer, só falo que preciso ver, que me desculpe, que não sei o que pode ter acontecido.
Eu Vou correndo pro escritório, pro escritório do meu marido que tô usando pro meu trampo agora.
Ligo o computador e, enquanto isso, meu sobrinho, do jeito que consegue, vem me trazer um refri mancando.
Agradeço ele enquanto conto que tenho que arrumar uns erros no meu serviço.
Ele vai tomar banho. Eu começo a ver todos os dados, e-mails e planilhas onde posso ter errado, tenho que revisar cada casinha.
Todo o trabalho de um mês, jogado no lixo, e eu tinha que resolver em dois dias.
Naquela noite não ia ter nada especial, meu sobrinho trouxe a janta pro escritório pra eu não levantar da cadeira. Quando meus olhos já não aguentavam mais, nem o cérebro, fui dormir, já era de madrugada. Meu sobrinho dormia que nem um bebê no sofá.
Dia 13, sábado.
O dia passa igual ao final do dia anterior, acordo mais cedo que o normal, tomo um banho rápido e vou de calcinha e sutiã com um roupão pro escritório enquanto como café da manhã. Meu sobrinho tá dormindo.
Almoço no escritório. Meu sobrinho fala que precisa ir comprar umas coisas, e que também ia comprar umas paradas pra casa. Tão preocupada com meu trampo que só falei "pode ir, vê o que tá faltando". Quis dar dinheiro pra ele, mas ele não aceitou. Exatamente como a gente tinha combinado na semana passada, ele lembrou que essa semana era ele quem comprava.
Enquanto tentava achar os erros no meu trabalho, me veio a lembrança da putinha do bairro, daquela adolescente sem classe que se vestia que nem prostituta. Quando eu era adolescente, gostava de mostrar e provocar, mas com um certo decoro, um pudor de puta que quer mostrar sem mostrar. Essas de agora tão nem aí, usam uns shorts que mostra a bunda toda, ou se é saia, parece uma blusa. E os decotes que vão quase até a barriga, praticamente é só sutiã e um paninho pra dizer que não tão peladas.
Além da atitude de puta, de ir na cara dura, de mostrar os peitos na lata ou abrir as pernas ou andar sem se importar de mostrar tudo. Veja a bunda toda. Mais de uma vez enquanto saía com meu marido pra passear, eu tinha que ficar olhando na cara dele quando a gente cruzava com essas vadias de hoje.
Até do meu lado, meu marido deixava o olhar escapar pra esses corpos jovens.
Saio disparada pro meu quarto, visto um vestido bem curto, tiro o sutiã, pego a máscara e saio atrás do meu sobrinho.
Tá bem fresco, saí pensando na puta da praça, mais do que na temperatura outonal portenha que já começa a aparecer.
Começo a escrever pro meu sobrinho, falando que ia acompanhar ele, que não queria que ele se perdesse ou essas merdas que a gente inventa quando quer ficar perto de alguém pra controlar.
Ele não responde minhas mensagens, vou de loja em loja, onde a gente foi sábado passado, e não acho ele. No açougue encontro dona Cleotilde, a vizinha fofoqueira.
Ela me olha de cima a baixo, me vê vestida com esse minivestido no frio que tá, sem sutiã, faz uma cara típica de velha intrometida.
Quando saio voltando pra casa, ligando sem parar pro meu sobrinho, vejo ele na praça, conversando com a garota puta.
De longe grito por que ele não atendia o telefone, porque ele tava no silêncio.
Quando chego perto dele, ele fala que desculpa, que sempre deixa no silêncio.
Nisso a garota interrompe com um:
"Ai, gatinho, tem que atender sua mãe, isso é lei, sempre tem que deixar com som e atender todas as mensagens e ligações da mãe."
Minha cara se transformou e encheu de ódio.
"Não sou a mãe!" gritei.
Nesse momento, ouço na esquina uma senhora chamando a adolescente.
Era dona Cleotilde chamando a garota, ela se despede rápido dizendo que a avó tá chamando e, quando vai embora, manda um beijo pro meu sobrinho.
Ela vai andando, rebolando a bunda perfeita sem celulite, um minishort jeans que não escondia nada, mostrava cada nádega ao caminhar. Ela de vez em quando se vira e parece sorrir pro meu sobrinho, apesar da máscara.
Alterno meu olhar. entre meu sobrinho e a puta, e ele tá bobão olhando pra bunda dela.
"O que você tá olhando?" falo num tom de desafio.
"Nada tia, nada, já comprei tudo, tava indo pra casa" ele me responde enquanto me convida a caminhar até a casa que a gente divide esses dias.
Assim que chegasse, ia dar uma punheta fenomenal no meu sobrinho pra ele perder a vontade com aquela puta e soltar leite na mão de uma mulher experiente que não precisa andar de bunda de fora na rua pra um homem gozar.
Chegando em casa, o telefone toca, meu chefe gritando porque ainda não mandei o relatório corrigido.
De novo tenho que me enfiar no escritório. Não ia ter punheta pro meu sobrinho tarado.
Janto no escritório, sigo até de madrugada, meu sobrinho dorme.
Amanhece domingo, dia 14.
Minhas olheiras tão horríveis, preparo um café forte, vou pro computador. Almoço no escritório, graças ao meu sobrinho que faz tudo que eu não consigo por falta de tempo.
Tô com dor de cabeça, pescoço, costas. Meu marido me liga, falo que não posso conversar, conto rapidamente como tô desesperada pra arrumar meus erros.
Sempre fui dedicada, mas parece que nessas últimas semanas não prestei muita atenção no trabalho. Algo tava me distraindo.
Janto e não aguento mais, não consigo achar os erros grandes que fazem tudo desmoronar, tô com vontade de chorar, de gritar.
Meu sobrinho me ouve soluçar e se aproxima com carinho, fala que preciso de uma pausa, uns minutos pra clarear a mente, isso ia me ajudar.
Só me restavam algumas horas pra resolver e não via como, mas o que meu sobrinho disse fazia sentido.
Vou tomar um banho, fazia 3 dias que não me lavava, nem tinha percebido o quanto tava suja de tão focada nessa preocupação.
Já é quase meia-noite, tenho que continuar. Meu sobrinho me espera acordado pra me fazer companhia, fala que não vai dormir até eu resolver. Me dá uma ternura.
"Tia, você precisa de massagem" ele fala vendo minhas queixas de dores no pescoço e nas costas.
Ela me manda deitar na cama de casal, que ele ia me fazer massagens.
Fico com vergonha, mas deixo claro sem falar que é só massagem, nada estranho, só uns minutos pra conseguir continuar meu trampo.
Ele ri, sabe que não consigo falar nada relacionado a sexo, mesmo a gente tendo se olhado de perto enquanto um se masturbava.
Me deito na cama de bruços, cubro minha bunda com uma toalha de mão, indico onde estão os óleos e ele começa.
Começa o serviço nos meus ombros, as mãos fortes dele já me relaxam, sentir a masculinidade e a firmeza de um homem dá prazer só no toque.
Ele leva a sério, então faz bastante força nas minhas costas, nas minhas escápulas, no meu pescoço, em cada lugar onde falo que dói.
Tá me fazendo muito bem, sinto que relaxo.
Aí ele aproveita um instante pra pegar meus pés e massagear. Amo, não pedi, e nem era onde mais doía, mas não consigo recusar, é gostoso.
Sobe pelas minhas panturrilhas e faz o mesmo, sinto prazer em cada massagem.
Continua subindo até minhas coxas, meus olhos já se abrem, minha mente começa a fazer perguntas, acho que até aqui foi de boa.
Enquanto penso, ele continua subindo e começa a levantar a toalha que cobre minha bunda.
Tira ela de lado e joga um pouco de óleo na minha bunda, que vai escorrendo até a racha do cu.
As mãos dele estão na parte de baixo das minhas nádegas, bem de leve ele massageia e tenta ir um pouco além.
"Posso continuar?" ele pergunta
"Não, não continua" respondo num suspiro.
Mesmo assim, ele continua passando os dedos quentes na parte de baixo das minhas nádegas e se prepara pra cobrir elas por completo.
"Posso continuar, tia?" ele pergunta
"Não, por favor, sobrinho, não continua" respondo tremendo enquanto abro instintivamente as pernas e levanto a bunda.
Os dedos dele tão massageando minha bunda e abrindo devagar minhas nádegas.
Diante do olhar adolescente dele, tem Um rabo de 35 anos, um cu que se abre e uma buceta rosa molhada.
Começa com os dedos dele a brincar entre minhas nádegas, roçando meu cu e tocando bem perto dos lábios da buceta.
"Posso continuar, tia?" ele me pergunta
"Não, sobrinho, chega, já deu" eu digo quase ofegante, sem fazer nenhum movimento que confirme o que falo.
Então um dedo se perde na minha buceta, depois são dois, e começa um festival de chafurdos, aqueles barulhos do óleo, e dos meus fluidos entrando e saindo pelos dedos de um homem. Dois dedos dele são muito mais que meus dedos pequenos e delicados.
Ele mete e tira com cuidado e eu começo a ofegar com sons abafados, não quero que ele pense que me tem presa só com isso.
"Continua, putinha" ele me diz
E essa expressão faz escapar um gemido alto de mim, enquanto minha pele se arrepia.
Ele continua metendo e metendo os dedos e até com o polegar brinca com meu cu, só acariciando e tentando ver até onde aguento pra ver se entra algo, mas de um jeito suave.
Com a outra mão ele chega ao meu pescoço, segura ele contra a cama. Isso me esquenta mais, a ideia de que meu sobrinho está me possuindo, ser o objeto de prazer dele.
Num movimento, ele mete os dedos na minha boca, e eu chupo como se fosse a pica dele, chupo fechando os olhos, imagino que é a pica linda do meu sobrinho, aquelas lembranças de tê-la nas mãos fazem eu agarrar o volume dele.
Enquanto ele me masturba, eu masturbo ele, sem olhar, tenho os dedos dele na minha boca e os outros dedos na minha buceta e um dedo brincando com meu cu, me sinto uma putinha.
Assim ficamos por longos minutos até que, quando sinto que ele vai gozar, eu o manipulo até perto do meu cu. Sinto como explode o gozo dele, a potência que sai da pica quente dele e que cai na cama, e no meu cu.
Sentir o gozo quente caindo no meu cu faz com que os dedos dele se transformem num catalisador do orgasmo, e eu também termino explodindo de prazer.
Aos poucos vamos diminuindo o ritmo, minha mão solta. O pau dele, os dedos dele saem da minha buceta e da minha boca. Os dois estamos ofegantes.
Em silêncio ele vai pro banheiro, em silêncio vai pra sala de jantar.
Em silêncio eu limpo a porra das minhas nádegas e visto minha calcinha e um roupão.
Quando vou pra sala de jantar, a luz tá apagada e meu sobrinho deitado. Eu vou pro escritório.
Já são 2 da manhã, meu celular tá cheio de chamadas perdidas do meu chefe.
Aleatoriamente, começo a ver um arquivo e me deparo com o erro que desencadeou tudo.
Sorrio sozinha, corrijo e envio.
************************
1 comentários - Quarentena com meu sobrinho (VII)