Começo dizendo que somos uma família bem grande e financeiramente estável, temos uma casa bem grande, já que tem 6 quartos e 3 banheiros. Devo começar dizendo que tudo isso aconteceu há uma semana, num dia em que teve uma festa na casa dos meus pais. A festa estava rolando normalmente e já no final da tarde, umas 7 da noite, minha namorada chega na festa depois do trabalho. Começamos a curtir e a tomar uns drinks, mas lá pelas 8:30 ela me diz:
-Quero que a gente transe num dos banheiros.
Eu digo:
-Parece perfeito.
-Vou entrar no banheiro do térreo, já que é um pouco mais escuro.
-Depois é tarde.
-Espera uns minutos, vou lá e depois você me segue, vou estar no da direita.
Desço uns 15 minutos depois e vou direto pro banheiro da direita. Quando vou entrar, percebo que a luz está apagada e a porta está trancada, então bato duas vezes e ela abre rápido. Ao entrar, só vejo a silhueta dela. Me aproximo por trás, já que ela está olhando no espelho, e começo a beijar o pescoço dela. Sinto que ela resiste um pouco, mas sei que ela gosta de fazer um drama quando a gente tá começando, gosta de se sentir pressionada de certa forma.
Depois de vários beijos, ela começa a ceder e nesse exato momento começo a puxar a calça dela junto com a calcinha pra baixo, e então meto minha mão entre as nádegas dela e percebo que ela tá toda molhada. Escuto ela gemendo de prazer e decido não perder mais tempo. Tiro meu pau, coloco a mão dela pra ela sentir o quanto eu tô duro. No momento em que ela sente meu pau bem ereto, começa a acariciar e a aproximar da buceta dela. Quando ela se inclina, não hesito e a penetro, colocando meu pau devagar na buceta dela. No momento em que tô penetrando, sinto que ela tá bem apertada, mas longe de me alarmar, isso me excita e acho que é por causa da posição.
Começo a bombar feito um louco e a Ouço ela gemer sem parar, enquanto seguro ela pela cintura e começo a dar umas palmadas na bunda dela. Ela fica tão excitada que passa a mão em mim e começa a acariciar meu cabelo. Vários minutos se passaram quando sinto que ela está quase gozando. Fico tão excitado que sinto que vou gozar também, e naquele exato momento subo minhas mãos para apertar e acariciar os peitos dela. Foi aí que tudo mudou e minha mente ficou em branco, minha respiração cortou e não consegui reagir. Naquele instante, percebo que não estou transando com minha namorada, porque quando agarro os peitos dela, vejo que são bem maiores e mais redondos do que os da minha mina.
Essa garota que estou penetrando tem a altura média da minha namorada (1,70m), um tom de pele bem parecido, já que na escuridão dá pra ver que é uma branquela comum, e tem uma bunda redonda e empinada igual a da minha namorada, mas os peitos dela são visivelmente diferentes, e isso me deixa em choque. Não consigo sair do espanto e acabo gozando dentro da buceta dessa mulher, porque quando agarrei os peitos dela, já estava quase terminando. Não soube o que fazer e decidi subir a calça rápido e tentar sair do banheiro pra ir embora, mas naquele exato momento essa mulher se vira, fica de joelhos pra chupar meu pau, e ouço ela falar bem baixinho: "Adoro o gosto de pau e buceta que você tem agora, gosto de sentir o sabor dos nossos fluidos misturados". Mesmo sentindo o maior prazer da vida, subi a calça o mais rápido que pude e saí correndo sem ver o rosto da mulher que eu tinha penetrado com tanto tesão.
Depois de subir pro andar onde estava a festa, encontro minha namorada, e ela me diz:
— Cadê você? Tô há um tempão te procurando na festa, porque quando fui pro andar de baixo, encontrei a porta trancada. Fui no banheiro do lado esquerdo pra ver se tava aberto, e depois de confirmar, tentei te ligar, mas o telefone tava desligado, então decidi subir pra te achar e te falar... que seria o outro banheiro, mas não te encontrei.
— Meu amor, fui no banheiro mas também notei que a porta tava trancada e fiquei te procurando nos outros 3 banheiros, mas não te achei, aí saí pro pátio pra ver se você tava lá fora.
— Então vamos agora pro banheiro que tá aberto, agora mesmo, porque eu tô com a calcinha molhada e não aguento mais de vontade de sentir teu pau bombando até enfiar tudo, quero que você me meta no cu também.
— Vamos, mas tem que ser rápido porque tô meio cansado.
— Se você não meter agora, juro que não vai meter pelo resto do ano.
Percebo que não tenho outra escolha senão ir e me esforçar pra não passar vergonha e acabar perdendo essa buceta gostosa que eu tanto curto. O único problema é que não consigo parar de pensar em quem foi a mulher que eu comi aquele coñito gostoso no banheiro. Quando a gente vai pro andar de baixo, encontro minha irmã subindo e fico paralisado, só consigo perguntar:
— Por que você tava no andar de baixo?
— Fui no banheiro de baixo porque o de cima tava ocupado e eu tava muito apertada.
— Você tava no banheiro da direita? (pergunta minha namorada)
— Sim, por quê?
— Nada demais, é que fui lá mas tava trancado.
Minha irmã de repente ficou muito nervosa e pergunta:
— Você esperou muito tempo perto da porta?
— Não, fui rápido pro outro banheiro porque tava muito apertada.
Minha namorada começa a descer, mas minha irmã, percebendo que eu fiquei paralisado e não falo nada, me pergunta:
— Tá tudo bem?
Não consigo dizer nada e tento continuar andando, mas nessa hora minha irmã me pega pela mão e fala:
— Por favor, me diz que não foi você?
Não soube o que responder e tentei continuar descendo, mas antes notei que ela levou as mãos à boca de susto.
Segui minha namorada e, rápido, ao chegar no banheiro, abri a porta e me surpreendi ao ver que ela tava completamente nua, de pernas abertas em cima do vaso, e me disse:
— Começa a chupar essa buceta molhada que você tem. aqui, chupa até eu gozar na sua boca, porque tô muito excitada.
Preciso confessar que baixei as calças e já tava duro, não conseguia parar de pensar na minha irmã e isso me deixava louco de tesão. Só posso dizer que meti na minha namorada com mais força do que antes, só de imaginar minha irmã gemendo já me deixava a mil, foi tanta excitação que minha namorada só dizia:
— Que porra você tomou, nunca me comeu assim, arrebenta meu cu, enfia e tira pela garganta, seu filho da puta, continua e me parte no meio, por favor.
Foi tão foda que terminamos exaustos e pedi pra ela chupar meu pau depois de gozar.
Ela me diz:
— Seu porco nojento, quer que eu chupe e prove seu leite junto com o meu, onde aprendeu isso, tá me excitando de novo.
Ela fez e enquanto tava com ele na boca me olhava de um jeito obsceno.
Só posso terminar confessando que não tem um dia que eu não tente encontrar minha irmã sozinha pra ver no que dá, mas ela só me evita, num nível que meus pais perguntaram se eu fiz alguma coisa pra ela não querer nem me ver.
-Quero que a gente transe num dos banheiros.
Eu digo:
-Parece perfeito.
-Vou entrar no banheiro do térreo, já que é um pouco mais escuro.
-Depois é tarde.
-Espera uns minutos, vou lá e depois você me segue, vou estar no da direita.
Desço uns 15 minutos depois e vou direto pro banheiro da direita. Quando vou entrar, percebo que a luz está apagada e a porta está trancada, então bato duas vezes e ela abre rápido. Ao entrar, só vejo a silhueta dela. Me aproximo por trás, já que ela está olhando no espelho, e começo a beijar o pescoço dela. Sinto que ela resiste um pouco, mas sei que ela gosta de fazer um drama quando a gente tá começando, gosta de se sentir pressionada de certa forma.
Depois de vários beijos, ela começa a ceder e nesse exato momento começo a puxar a calça dela junto com a calcinha pra baixo, e então meto minha mão entre as nádegas dela e percebo que ela tá toda molhada. Escuto ela gemendo de prazer e decido não perder mais tempo. Tiro meu pau, coloco a mão dela pra ela sentir o quanto eu tô duro. No momento em que ela sente meu pau bem ereto, começa a acariciar e a aproximar da buceta dela. Quando ela se inclina, não hesito e a penetro, colocando meu pau devagar na buceta dela. No momento em que tô penetrando, sinto que ela tá bem apertada, mas longe de me alarmar, isso me excita e acho que é por causa da posição.
Começo a bombar feito um louco e a Ouço ela gemer sem parar, enquanto seguro ela pela cintura e começo a dar umas palmadas na bunda dela. Ela fica tão excitada que passa a mão em mim e começa a acariciar meu cabelo. Vários minutos se passaram quando sinto que ela está quase gozando. Fico tão excitado que sinto que vou gozar também, e naquele exato momento subo minhas mãos para apertar e acariciar os peitos dela. Foi aí que tudo mudou e minha mente ficou em branco, minha respiração cortou e não consegui reagir. Naquele instante, percebo que não estou transando com minha namorada, porque quando agarro os peitos dela, vejo que são bem maiores e mais redondos do que os da minha mina.
Essa garota que estou penetrando tem a altura média da minha namorada (1,70m), um tom de pele bem parecido, já que na escuridão dá pra ver que é uma branquela comum, e tem uma bunda redonda e empinada igual a da minha namorada, mas os peitos dela são visivelmente diferentes, e isso me deixa em choque. Não consigo sair do espanto e acabo gozando dentro da buceta dessa mulher, porque quando agarrei os peitos dela, já estava quase terminando. Não soube o que fazer e decidi subir a calça rápido e tentar sair do banheiro pra ir embora, mas naquele exato momento essa mulher se vira, fica de joelhos pra chupar meu pau, e ouço ela falar bem baixinho: "Adoro o gosto de pau e buceta que você tem agora, gosto de sentir o sabor dos nossos fluidos misturados". Mesmo sentindo o maior prazer da vida, subi a calça o mais rápido que pude e saí correndo sem ver o rosto da mulher que eu tinha penetrado com tanto tesão.
Depois de subir pro andar onde estava a festa, encontro minha namorada, e ela me diz:
— Cadê você? Tô há um tempão te procurando na festa, porque quando fui pro andar de baixo, encontrei a porta trancada. Fui no banheiro do lado esquerdo pra ver se tava aberto, e depois de confirmar, tentei te ligar, mas o telefone tava desligado, então decidi subir pra te achar e te falar... que seria o outro banheiro, mas não te encontrei.
— Meu amor, fui no banheiro mas também notei que a porta tava trancada e fiquei te procurando nos outros 3 banheiros, mas não te achei, aí saí pro pátio pra ver se você tava lá fora.
— Então vamos agora pro banheiro que tá aberto, agora mesmo, porque eu tô com a calcinha molhada e não aguento mais de vontade de sentir teu pau bombando até enfiar tudo, quero que você me meta no cu também.
— Vamos, mas tem que ser rápido porque tô meio cansado.
— Se você não meter agora, juro que não vai meter pelo resto do ano.
Percebo que não tenho outra escolha senão ir e me esforçar pra não passar vergonha e acabar perdendo essa buceta gostosa que eu tanto curto. O único problema é que não consigo parar de pensar em quem foi a mulher que eu comi aquele coñito gostoso no banheiro. Quando a gente vai pro andar de baixo, encontro minha irmã subindo e fico paralisado, só consigo perguntar:
— Por que você tava no andar de baixo?
— Fui no banheiro de baixo porque o de cima tava ocupado e eu tava muito apertada.
— Você tava no banheiro da direita? (pergunta minha namorada)
— Sim, por quê?
— Nada demais, é que fui lá mas tava trancado.
Minha irmã de repente ficou muito nervosa e pergunta:
— Você esperou muito tempo perto da porta?
— Não, fui rápido pro outro banheiro porque tava muito apertada.
Minha namorada começa a descer, mas minha irmã, percebendo que eu fiquei paralisado e não falo nada, me pergunta:
— Tá tudo bem?
Não consigo dizer nada e tento continuar andando, mas nessa hora minha irmã me pega pela mão e fala:
— Por favor, me diz que não foi você?
Não soube o que responder e tentei continuar descendo, mas antes notei que ela levou as mãos à boca de susto.
Segui minha namorada e, rápido, ao chegar no banheiro, abri a porta e me surpreendi ao ver que ela tava completamente nua, de pernas abertas em cima do vaso, e me disse:
— Começa a chupar essa buceta molhada que você tem. aqui, chupa até eu gozar na sua boca, porque tô muito excitada.
Preciso confessar que baixei as calças e já tava duro, não conseguia parar de pensar na minha irmã e isso me deixava louco de tesão. Só posso dizer que meti na minha namorada com mais força do que antes, só de imaginar minha irmã gemendo já me deixava a mil, foi tanta excitação que minha namorada só dizia:
— Que porra você tomou, nunca me comeu assim, arrebenta meu cu, enfia e tira pela garganta, seu filho da puta, continua e me parte no meio, por favor.
Foi tão foda que terminamos exaustos e pedi pra ela chupar meu pau depois de gozar.
Ela me diz:
— Seu porco nojento, quer que eu chupe e prove seu leite junto com o meu, onde aprendeu isso, tá me excitando de novo.
Ela fez e enquanto tava com ele na boca me olhava de um jeito obsceno.
Só posso terminar confessando que não tem um dia que eu não tente encontrar minha irmã sozinha pra ver no que dá, mas ela só me evita, num nível que meus pais perguntaram se eu fiz alguma coisa pra ela não querer nem me ver.
3 comentários - Transar com minha irmã sem querer