Eu morava com o Walter, um amigo, cada um tinha seu quarto. Isso começou depois que eu tinha brigado com uma ex-namorada, ele me chamou pra dividir o apartamento que ele alugava e a gente rachava as despesas. No começo eu hesitei por causa do problema dele, mas me disse que era meu amigo e eu tinha que bancar ele em tudo, afinal os dois curtiam a noite, a zoeira, a bebida e as mulheres. Além disso, cada um tinha sua privacidade no próprio quarto. O Walter tinha um problema de tesão quase permanente, na verdade era um transtorno de mania sexual segundo o psiquiatra dele, onde se ele não transava pelo menos tinha que se aliviar com frequência. Foram várias vezes que eu encontrei ele se masturbando na sala, no banheiro ou no quarto. No começo me chocava, depois me acostumei e virou algo normal. Inclusive, mais de uma vez assistindo algum filme ou conversando sobre alguma mina que um de nós tinha comido, ele simplesmente tirava o pau pra fora e começava a tocar uma. No começo ele pedia desculpas, até que eu pedi pra ele não se desculpar mais, que era meu amigo e que aquilo não me incomodava. Walter é do tipo que come qualquer coisa que apareça, seja novinha, traveco, transexual, não liga pra nada. Ele tem o lema: se tocar no meu pau, eu como, seja quem for. Era sábado, 1 da manhã, cheguei no apartamento totalmente bebado já que era Oktoberfest naquele fim de semana. Quando entrei, acendi a luz e o Walter estava comendo uma mina no sofá da sala de estar, mas assim que eu entrei, a novinha se separou dele e começou a gritar. Parece que ela imaginou que eu tinha vindo pra gente fazer um ménage, e na real não tinha nada a ver. A questão é que a mina pegou as coisas dela e vazou. O Walter também estava muito bebado, mas não tanto a ponto de mandar ela pra merda por causa da confusão. Ele estava jogado num sofá de dois lugares, totalmente pelado e com o pau durasso. Ele é moreno, com pernas e braços grandes, costas largas, barriga de cerveja, um pau que deve ter uns 14cm. Não era de cabeça grande, era de ponta fina e tronco grosso, muito grosso. Tentando... Ele se levanta pra ir pro quarto, mas tropeça e cai. Eu, mesmo na brisa, ajudo ele a se levantar e levo ele pro quarto. Mas antes de entrar, ele balbucia que quer mijar. Então eu carrego ele no ombro até o banheiro – se eu soltasse, ele ia se esborrachar todo – mas com o pau meio duro, ele começou a mijar pelo banheiro inteiro. Aí eu seguro o pau dele pra ele mijar direito, quase sem pensar, como já tive que fazer mais de uma vez. Preferia isso a ter que limpar mijo do banheiro todo, afinal, na brisa que ele tava, nem ia perceber. Mas segurar o pau dele sempre me dava uma sensação de conforto.
Quando levo ele pro quarto, o colchão tava fora do lugar e dava pra ver duas tábuas quebradas. Agora entendi por que eles tavam no sofá. Tento arrumar o colchão no chão com muito esforço, acho um travesseiro e deixo ele de lado caso ele vá vomitar. Começo a me afastar de ré pra poder me levantar e deixar ele dormir. Mas a brisa e o cansaço fazem eu ficar no meio do caminho e me jogo pra dormir do lado, mas com metade do corpo no colchão e metade no chão, em cima do edredom. Com a cabeça na altura da cintura dele, e acabei dormindo.
Depois de um tempo, acordo porque não conseguia respirar – na real, a única coisa que sentia era um cheiro de ovo fudido. Tava de barriga pra cima com a cabeça virada pro Walter. Parece que, dormindo, ele virou e passou uma perna meio flexionada por cima da minha cabeça, deixando o pau e as bolas esfregando na minha cara. Na real, minha boca ficou entre o pau e as bolas dele, e meu nariz amassado pela barriga, então só conseguia respirar pela boca, tentando... E ainda por cima, um braço meu ficou preso debaixo do corpo dele quando ele virou, e dava pra sentir que ele tava dormindo, então nem força eu podia fazer.
Queria levantar a perna dele com a mão livre, mas o efeito da brisa ainda tava forte, então eu tava com pouca força e só consegui fazer ele se mexer e se acomodar mais na minha cara. Pra respirar direito, só dava pra empurrar as bolas peludas com a língua, mas como elas escorregavam, parecia mais uma massagem de lambidas. O pior era sentir o pau dele ficando duro aos poucos. Como se lamber as bolas dele fizesse ele sonhar que estava fudendo. E quando ele se acomodou ao tentar mover a perna dele, consegui mexer a cabeça, mas por sorte a lateral do pau dele ficou entre meus lábios como se eu estivesse mordendo o lado do pau quase na base. Tentei colocar os lábios sobre os dentes para não morder nada. Consegui que ele deslizasse um pouco mais empurrando o pau com a língua. Mas ele se acomodou de novo e o pau ficou na mesma posição, só que com minha boca quase na altura da cabeça, e eu continuei tentando respirar pela boca, chupando o mínimo possível aquele pau que já estava super duro. Tentei escapar a perna outra vez, e dessa vez ela foi para trás levemente e voltou de novo. E ao dar uma tragada de ar, achando que me libertava quando o pau voltou, ele entrou na minha boca até a garganta. Não podia acreditar, e dependendo de como me mexia, dava ou não ânsia de vômito. Então tinha que ficar o mais quieto possível com o pau duro enfiado na boca até o talo. A única coisa boa era que podia respirar pelo nariz. Fiquei uns 15 minutos assim, que me pareceram uma eternidade. Tentei escapar mais algumas vezes e só piorava a situação, e depois de um tempo, sem perceber, acabei dormindo assim com o pau na boca. Acordo com a voz do Walter: — Epa, o que você tá fazendo aí? Levantando levemente a perna dele e deixando à mostra o pau na minha boca, agora meio mole, iluminado pela luz do celular. Eu, petrificado, sem conseguir me mexer, mesmo ele tendo levantado a perna levemente e recuado um pouco, não sabia onde me enfiar, nem como explicar que foi um erro, um mal-entendido. Mas Walter continua falando: — Quer me compensar por cortar minha foda de antes? E ele apoia a perna de novo e bomba levemente, enquanto sinto o pau começando a ficar super duro de novo. E ele continua: — Nunca falei nada nas vezes que você pegou no meu pau para mijar, porque achei que você tava na boa e sem... intenção, mas agora vejo que você está gostando, pra ter dormidinho com o pau na boca e eu adoro e bombava cada vez mais forte e mais rápido, embora às vezes diminuísse o ritmo enquanto com a única mão livre tentava parar inutilmente. E ele continuou falando entre gemidos de prazer: — Sempre gostou do meu pau? E você adorava então cada vez que me via me masturbando, com certeza dava uma vontade louca de se jogar de cabeça pra chupar, né? Enquanto aumentava mais o ritmo da punheta e continuava falando cada vez que diminuía o ritmo de novo: — E você gosta do meu pau, ou gosta de mim? Olha que eu só dou porra, não curto esses amorzinhos... depois de um momento continuou: — Ou você sempre gostou de todas as picas! Enquanto voltava a aumentar o ritmo pra diminuir de novo e seguir falando cada vez mais agitado: — E nunca teve coragem de me confessar, mesmo sem saber por quê, se você sabe que eu teria dado pau sempre que você quisesse e ninguém ia ficar sabendo. Continua batendo mais um pouco, ignorando que eu tentava tirar a perna dele aos empurrões, enfiando um dedo no cu dele e até beliscando, mas ele tomava como parte da brincadeira. E só gemía e curtia. Uns minutos depois o pau fica duríssimo e só significava uma coisa. Atrás de um gemido ele enche minha boca de porra com uma gozada tremenda que engulo quase sem respirar, que depois de uns segundos ele se joga pra trás e fica deitado de costas. Eu tinha enfiado um dedo no cu dele, me arrasta e fico em cima dele e cuspo o que sobrou de porra no pau e nas bolas dele, enquanto ele se masturbava levemente sem se importar nem um pouco. E só diz: — Adorou sua primeira chupada, né? É a primeira? Porque você mordeu algumas vezes, mas talvez já tivesse chupado antes. Enquanto respirava com dificuldade: — Você tá louco? Tento responder quase sem ar. O que tem com você, como vai me fazer isso? — Fazer o quê? Diz fingindo não entender sem parar de se masturbar. Eu acordo e te encontro que chupou até dormir e por que terminar o que começou te incomoda? E continua, ou foi porque gozei na sua boca e você engoliu tudo? E toca os restos de porra grudados no pau e acrescenta. Quase tudo. Finaliza com sarcasmo: – Não estava chupando nada, foi um mal-entendido, um acidente. Digo quase num grito: – Um acidente? Você tinha o pau inteiro na boca, quem sabe desde quando, e quando levantei a perna nem tentou sair, imaginei que queria o café da manhã, mesmo sendo três e meia da madrugada. Num tom muito tranquilo, enquanto olha a hora com a mão livre no celular: – Não acredito que tenha chupado meu pau assim, e que tenha gozado desse jeito, digo irritado e acrescento: além do mais, como eu ia dizer algo se nem tirou para eu respirar. – Já era, olha por esse lado: pelo menos não tem mais a garganta virgem, pode-se dizer, e começa a rir despreocupadamente, mas sem parar de se masturbar suavemente, e continua: e agora, o que fazemos? Gozo, gozo nisso. O que acontece no apto fica no apto! Enquanto dava para ver que já estava com o pau totalmente duro de novo. Eu estava meio deitado em cima dele, com um braço dobrado e um dedo enfiado pra caralho no seu cu e o outro braço todo dormente pelo peso que segurou esse tempo. – Maluco, você tem um dedo no cu e nem isso te impediu. Digo só por dizer, e ele responde: – Não me importo, nada relacionado a sexo me incomoda, desde que façam o que eu gosto também, como agora. Vai outra? Diz sem preocupação e finaliza. Que nem todo dia se pega um novato para ensinar a chupar, e aperta o cu e as pernas, pressionando meu braço. – Você é louco, respondo já elevando o tom e continuo. Depois do que acabou de acontecer, quer que eu volte a... – Vai, ninguém vai ficar sabendo! Eleva ainda mais o tom, embora muito tranquilo, e solta o celular deixando a lanterna para cima, me agarra pela nuca e me leva até seu pau quase sem resistência, e começa a esfregar o pau nos meus lábios até que abro a boca quase sem pensar. Com a pau parado na boca de novo, ele começa a me bombear pela nuca por uns momentos até dizer:
- continua sozinho, quero ver como você faz
O pau ainda estava melado e o gosto de porra misturado com suor se espalhava na minha boca. Quando ele tira a mão da minha nuca, por reflexo eu levanto a cabeça, e ele me empurra de volta no pau e repete:
- vai, vai, chupa sozinho, mas bem fundo
E ele enfia o pau até minha garganta, me fazendo engasgar. E continuou dando instruções:
- É assim que você chupa, e de vez em quando enfia até o fundo. Quando tirar, massageia toda a cabeça com a língua, mas sem tirar da boca! Tá bom?
Fechei os olhos e fiz o que ele estava mandando, tentando não pensar, enquanto ele pegava o celular de novo e me iluminou com a lanterna:
- abre os olhos, quero te ver!
E com a mão que antes segurava o pau, ele colocou na minha nuca e me bombou suave mas firme, enquanto gemía de prazer e repetia sem parar:
- É assim, assim, continua
- Usa a língua
- Vai, vai, continua assim
Parou de me bombear com o pau, indicando que eu continuasse sozinho, e trocou o celular de mão. Com o braço mais perto do meu corpo, me agarrou pela perna e me puxou para me deixar perpendicular a ele, soltando a pressão que mantinha em um dos meus braços com o dedo no seu cu. E disse:
- Você continua chupando, mas se ajeita e tira essa calça.
Quando eu olhei para trás, ele colocou a mão de novo na minha nuca e me enfiou no pau, continuando:
- Você não para de chupar! Me ajuda com as mãos, mas continua chupando sem parar, que eu adoro.
Ele puxou minha calça quase até os joelhos e depois a cueca, e eu percebi que estava com um pauzão duro. Tentei me virar de lado como para tirar o pau e me masturbar, mas ele agarrou minha mão e me colocou de bruços de novo, enquanto começava a apertar minha bunda e disse:
- Depois você se toca, quase num tom de ordem, ao mesmo tempo que apertava minha nuca e enfiava o pau até a garganta.
Quando eu tentei sair em modo de reclamação, ele continuou dizendo:
- Continua chupando. te falo, só preciso de um pouco de inspiração. Ao mesmo tempo que solta minha nuca e volta a massagear minha bunda desnuda. E continua dizendo. Não tem problema... só quero uma motivaçãozinha... Volta a segurar minha cabeça e me tira do pau e enfia dois dedos na minha boca pra eu chupar enquanto me diz pra ensalivar bem, depois de um tempo ele tira e me indica que continue chupando e responda: - você não vai querer me foder, né? Sem responder, enfia os dedos de novo na minha boca, apaga a luz do celular e diz: - se confessar que gosta disso e que adora meu pau, eu penso no assunto. E acende a luz do cel de novo. Eu meio hesitante respondo quase inaudível: - na verdade, sim. Apaga a luz do cel de novo e acrescenta: - naaah, fala com vontade e enquanto chupa... ou melhor, lambe bem e me diz que adora e que quer só pra você. E acende a luz de novo. Eu meio irritado com a oportunidade. Pego o pau dele e começo a lamber a cabeça enquanto ele geme e não para de repetir "fala... por favor fala" uma e outra vez. Engulo ar e digo: - eu adoro, me fascina, quero ele todo. Enquanto chupo e dou lambidas por todo lado, já totalmente entregue, e convencido que não ia passar daquilo. Enquanto volta com a mão ensalivada pra minha bunda e vai direto enfiar um dedo no cu e brincar enquanto mete e tira, me fazendo gemer de dor. Tudo isso iluminando com o cel. Depois de um tempo tentando enfiar os dois dedos sem sucesso, tira a mão e me vira de lado com o pau virado pra ele e volto a tentar pegar no pau e ele afasta minha mão. E diz: - não não, nada de masturbação. Enquanto coloca a mão entre minhas pernas, eu colaboro levantando a perna e ele volta com o objetivo de enfiar os dedos até conseguir, metendo e tirando dois dedos de uma vez, tirei a boca do pau de tanta dor que estava causando, e ele apaga a luz e diz: - dói? me diz que adora! E parou, mas fala doce e bonito, mas não para de chupar meu pau, ele diz com tom triste e apaga a luz do celular de novo. - Ahhh, eu a...do...ro... digo, cortada. Enquanto tento chupar a cabeça do pau e ele enfia os dedos médio e anelar até o fundo com toda a pressão e força: - De novo? Tentando colocar o tom mais doce possível, tento dizer de novo: - Eu a...do... eu ado... eu adoro... ahhhh. Ele metia e tirava os dedos tentando me alargar o cu e me causando uma dor tremenda, enquanto iluminava com o celular meu rosto e sua mão enfiada na minha bunda. Ao tirar os dedos, claramente estavam manchados de merda. Aí ele me diz: - Me espera um pouco, e se levanta, vai até o armário, tira algo de uma caixa. Eu, enquanto tentava me recuperar da dor que os dedos tinham causado e feliz por não ter que continuar chupando o pau dele, já que estava até com a mandíbula travada, depois de um tempo ele volta e fica atrás de mim, me coloca de quatro e me ordena que não me mexa, coloca algo no meu cu e sinto um líquido entrando e tento escapar inutilmente, e ele diz: - Fica quietinho que é só um enema, não estou te enfiando nada estranho. Termina e acrescenta quase inaudível: ainda... enquanto termina de tirar minha calça e a cueca. E acrescenta: - Em alguns minutos você vai e solta tudo. E assim foi, poucos minutos depois ele me levou ao banheiro, já que o efeito da bebedeira não tinha passado, e soltei tudo, passei no bidê e ele me perguntou se ainda tinha vontade de cagar e eu disse que não. Ele se certificou de que eu estava limpo e, sem me secar, me levou de volta ao quarto. Ele se joga no colchão e segura o pau enquanto me diz: - Vem aqui, ele ficou com vontade de mais ação. - Quer que eu continue? - Sim, claro, você estava mandando muito bem. Ele se estica e puxa meu braço, caio de joelhos ao lado dele e logo ele me agarra pela nuca e me leva até o pau para continuar chupando, e é o que faço. Enquanto isso, ele vai me ajustando como estava há pouco para poder continuar enfiando os... dedos. E ele diz: - Pede pra eu enfiar os dedos em você, você adora, e depois vem pra pica, mas quero te ver quando você pedir. Ele pega o celular e me ilumina com a lanterna: - Enfia os dedinhos no meu cu que eu adoro, por favor. E eu finjo um beicinho, entrando na brincadeira da atuação. Ao entrar e sair, os dedos estavam pegajosos e antes que eu pergunte, ele diz: - Nada que um pouquinho de gel íntimo não resolva. E enfiava e puxava os três dedos cada vez mais forte e rápido. E SIM, dava pra sentir, mas quase não doía. Enquanto aumentava o ritmo, ele me dizia entre gemidos pra continuar chupando, mais forte, mais rápido, mais fundo. Depois de um tempo, ele tira os dedos do cu, agarra minha cabeça, tira da pica, desliga o celular e diz: - Pede pra eu gozar na sua boca, que você quer engolir a porra. - Hã? Não, para, não... Ele me interrompe e diz: - Vai, vai, não estraga o clima, é só pra entrar no clima mesmo, mas espera que vou te iluminar. E acende a luz de novo: - E eu digo: goza na minha boca, gostoso, enche ela de porra que eu quero engolir tudo. Ele pega minha mão e coloca na pica, ordenando que eu masturbe o mais forte e rápido possível, e eu faço isso. Quando ele está prestes a gozar, ele diz: - Coloca só a cabeça da pica na boca. E quando eu faço, quase instantaneamente ele começa a gozar enquanto segura minha nuca, enchendo minha boca de porra que escorria por todos os lados. E eu queria tirar a cabeça, mas ele segurava e só dizia com voz firme: - Fica, fica aí um pouco e continua chupando, até deixar ela bem limpinha. Continuei chupando por um bom tempo com a pressão na nuca, e quando ele sentiu que estava limpa, passou pros ovos pra eu chupar tudo que tinha pingado nos pelos e nas bolas. Depois de um tempo, ele para de pressionar minha nuca e coloca a pica entre minhas pernas, desliga a luz do celular, mas pede pra eu não parar de chupar, mesmo que já tenha amolecido, porque ele adora que chupem assim. Depois de um bom tempo, ele parecia estar dormindo e eu continuei. chupando. Sinto que ele tá começando a apalpar minha bunda de novo. Continua na parte 2.
Quando levo ele pro quarto, o colchão tava fora do lugar e dava pra ver duas tábuas quebradas. Agora entendi por que eles tavam no sofá. Tento arrumar o colchão no chão com muito esforço, acho um travesseiro e deixo ele de lado caso ele vá vomitar. Começo a me afastar de ré pra poder me levantar e deixar ele dormir. Mas a brisa e o cansaço fazem eu ficar no meio do caminho e me jogo pra dormir do lado, mas com metade do corpo no colchão e metade no chão, em cima do edredom. Com a cabeça na altura da cintura dele, e acabei dormindo.
Depois de um tempo, acordo porque não conseguia respirar – na real, a única coisa que sentia era um cheiro de ovo fudido. Tava de barriga pra cima com a cabeça virada pro Walter. Parece que, dormindo, ele virou e passou uma perna meio flexionada por cima da minha cabeça, deixando o pau e as bolas esfregando na minha cara. Na real, minha boca ficou entre o pau e as bolas dele, e meu nariz amassado pela barriga, então só conseguia respirar pela boca, tentando... E ainda por cima, um braço meu ficou preso debaixo do corpo dele quando ele virou, e dava pra sentir que ele tava dormindo, então nem força eu podia fazer.
Queria levantar a perna dele com a mão livre, mas o efeito da brisa ainda tava forte, então eu tava com pouca força e só consegui fazer ele se mexer e se acomodar mais na minha cara. Pra respirar direito, só dava pra empurrar as bolas peludas com a língua, mas como elas escorregavam, parecia mais uma massagem de lambidas. O pior era sentir o pau dele ficando duro aos poucos. Como se lamber as bolas dele fizesse ele sonhar que estava fudendo. E quando ele se acomodou ao tentar mover a perna dele, consegui mexer a cabeça, mas por sorte a lateral do pau dele ficou entre meus lábios como se eu estivesse mordendo o lado do pau quase na base. Tentei colocar os lábios sobre os dentes para não morder nada. Consegui que ele deslizasse um pouco mais empurrando o pau com a língua. Mas ele se acomodou de novo e o pau ficou na mesma posição, só que com minha boca quase na altura da cabeça, e eu continuei tentando respirar pela boca, chupando o mínimo possível aquele pau que já estava super duro. Tentei escapar a perna outra vez, e dessa vez ela foi para trás levemente e voltou de novo. E ao dar uma tragada de ar, achando que me libertava quando o pau voltou, ele entrou na minha boca até a garganta. Não podia acreditar, e dependendo de como me mexia, dava ou não ânsia de vômito. Então tinha que ficar o mais quieto possível com o pau duro enfiado na boca até o talo. A única coisa boa era que podia respirar pelo nariz. Fiquei uns 15 minutos assim, que me pareceram uma eternidade. Tentei escapar mais algumas vezes e só piorava a situação, e depois de um tempo, sem perceber, acabei dormindo assim com o pau na boca. Acordo com a voz do Walter: — Epa, o que você tá fazendo aí? Levantando levemente a perna dele e deixando à mostra o pau na minha boca, agora meio mole, iluminado pela luz do celular. Eu, petrificado, sem conseguir me mexer, mesmo ele tendo levantado a perna levemente e recuado um pouco, não sabia onde me enfiar, nem como explicar que foi um erro, um mal-entendido. Mas Walter continua falando: — Quer me compensar por cortar minha foda de antes? E ele apoia a perna de novo e bomba levemente, enquanto sinto o pau começando a ficar super duro de novo. E ele continua: — Nunca falei nada nas vezes que você pegou no meu pau para mijar, porque achei que você tava na boa e sem... intenção, mas agora vejo que você está gostando, pra ter dormidinho com o pau na boca e eu adoro e bombava cada vez mais forte e mais rápido, embora às vezes diminuísse o ritmo enquanto com a única mão livre tentava parar inutilmente. E ele continuou falando entre gemidos de prazer: — Sempre gostou do meu pau? E você adorava então cada vez que me via me masturbando, com certeza dava uma vontade louca de se jogar de cabeça pra chupar, né? Enquanto aumentava mais o ritmo da punheta e continuava falando cada vez que diminuía o ritmo de novo: — E você gosta do meu pau, ou gosta de mim? Olha que eu só dou porra, não curto esses amorzinhos... depois de um momento continuou: — Ou você sempre gostou de todas as picas! Enquanto voltava a aumentar o ritmo pra diminuir de novo e seguir falando cada vez mais agitado: — E nunca teve coragem de me confessar, mesmo sem saber por quê, se você sabe que eu teria dado pau sempre que você quisesse e ninguém ia ficar sabendo. Continua batendo mais um pouco, ignorando que eu tentava tirar a perna dele aos empurrões, enfiando um dedo no cu dele e até beliscando, mas ele tomava como parte da brincadeira. E só gemía e curtia. Uns minutos depois o pau fica duríssimo e só significava uma coisa. Atrás de um gemido ele enche minha boca de porra com uma gozada tremenda que engulo quase sem respirar, que depois de uns segundos ele se joga pra trás e fica deitado de costas. Eu tinha enfiado um dedo no cu dele, me arrasta e fico em cima dele e cuspo o que sobrou de porra no pau e nas bolas dele, enquanto ele se masturbava levemente sem se importar nem um pouco. E só diz: — Adorou sua primeira chupada, né? É a primeira? Porque você mordeu algumas vezes, mas talvez já tivesse chupado antes. Enquanto respirava com dificuldade: — Você tá louco? Tento responder quase sem ar. O que tem com você, como vai me fazer isso? — Fazer o quê? Diz fingindo não entender sem parar de se masturbar. Eu acordo e te encontro que chupou até dormir e por que terminar o que começou te incomoda? E continua, ou foi porque gozei na sua boca e você engoliu tudo? E toca os restos de porra grudados no pau e acrescenta. Quase tudo. Finaliza com sarcasmo: – Não estava chupando nada, foi um mal-entendido, um acidente. Digo quase num grito: – Um acidente? Você tinha o pau inteiro na boca, quem sabe desde quando, e quando levantei a perna nem tentou sair, imaginei que queria o café da manhã, mesmo sendo três e meia da madrugada. Num tom muito tranquilo, enquanto olha a hora com a mão livre no celular: – Não acredito que tenha chupado meu pau assim, e que tenha gozado desse jeito, digo irritado e acrescento: além do mais, como eu ia dizer algo se nem tirou para eu respirar. – Já era, olha por esse lado: pelo menos não tem mais a garganta virgem, pode-se dizer, e começa a rir despreocupadamente, mas sem parar de se masturbar suavemente, e continua: e agora, o que fazemos? Gozo, gozo nisso. O que acontece no apto fica no apto! Enquanto dava para ver que já estava com o pau totalmente duro de novo. Eu estava meio deitado em cima dele, com um braço dobrado e um dedo enfiado pra caralho no seu cu e o outro braço todo dormente pelo peso que segurou esse tempo. – Maluco, você tem um dedo no cu e nem isso te impediu. Digo só por dizer, e ele responde: – Não me importo, nada relacionado a sexo me incomoda, desde que façam o que eu gosto também, como agora. Vai outra? Diz sem preocupação e finaliza. Que nem todo dia se pega um novato para ensinar a chupar, e aperta o cu e as pernas, pressionando meu braço. – Você é louco, respondo já elevando o tom e continuo. Depois do que acabou de acontecer, quer que eu volte a... – Vai, ninguém vai ficar sabendo! Eleva ainda mais o tom, embora muito tranquilo, e solta o celular deixando a lanterna para cima, me agarra pela nuca e me leva até seu pau quase sem resistência, e começa a esfregar o pau nos meus lábios até que abro a boca quase sem pensar. Com a pau parado na boca de novo, ele começa a me bombear pela nuca por uns momentos até dizer:
- continua sozinho, quero ver como você faz
O pau ainda estava melado e o gosto de porra misturado com suor se espalhava na minha boca. Quando ele tira a mão da minha nuca, por reflexo eu levanto a cabeça, e ele me empurra de volta no pau e repete:
- vai, vai, chupa sozinho, mas bem fundo
E ele enfia o pau até minha garganta, me fazendo engasgar. E continuou dando instruções:
- É assim que você chupa, e de vez em quando enfia até o fundo. Quando tirar, massageia toda a cabeça com a língua, mas sem tirar da boca! Tá bom?
Fechei os olhos e fiz o que ele estava mandando, tentando não pensar, enquanto ele pegava o celular de novo e me iluminou com a lanterna:
- abre os olhos, quero te ver!
E com a mão que antes segurava o pau, ele colocou na minha nuca e me bombou suave mas firme, enquanto gemía de prazer e repetia sem parar:
- É assim, assim, continua
- Usa a língua
- Vai, vai, continua assim
Parou de me bombear com o pau, indicando que eu continuasse sozinho, e trocou o celular de mão. Com o braço mais perto do meu corpo, me agarrou pela perna e me puxou para me deixar perpendicular a ele, soltando a pressão que mantinha em um dos meus braços com o dedo no seu cu. E disse:
- Você continua chupando, mas se ajeita e tira essa calça.
Quando eu olhei para trás, ele colocou a mão de novo na minha nuca e me enfiou no pau, continuando:
- Você não para de chupar! Me ajuda com as mãos, mas continua chupando sem parar, que eu adoro.
Ele puxou minha calça quase até os joelhos e depois a cueca, e eu percebi que estava com um pauzão duro. Tentei me virar de lado como para tirar o pau e me masturbar, mas ele agarrou minha mão e me colocou de bruços de novo, enquanto começava a apertar minha bunda e disse:
- Depois você se toca, quase num tom de ordem, ao mesmo tempo que apertava minha nuca e enfiava o pau até a garganta.
Quando eu tentei sair em modo de reclamação, ele continuou dizendo:
- Continua chupando. te falo, só preciso de um pouco de inspiração. Ao mesmo tempo que solta minha nuca e volta a massagear minha bunda desnuda. E continua dizendo. Não tem problema... só quero uma motivaçãozinha... Volta a segurar minha cabeça e me tira do pau e enfia dois dedos na minha boca pra eu chupar enquanto me diz pra ensalivar bem, depois de um tempo ele tira e me indica que continue chupando e responda: - você não vai querer me foder, né? Sem responder, enfia os dedos de novo na minha boca, apaga a luz do celular e diz: - se confessar que gosta disso e que adora meu pau, eu penso no assunto. E acende a luz do cel de novo. Eu meio hesitante respondo quase inaudível: - na verdade, sim. Apaga a luz do cel de novo e acrescenta: - naaah, fala com vontade e enquanto chupa... ou melhor, lambe bem e me diz que adora e que quer só pra você. E acende a luz de novo. Eu meio irritado com a oportunidade. Pego o pau dele e começo a lamber a cabeça enquanto ele geme e não para de repetir "fala... por favor fala" uma e outra vez. Engulo ar e digo: - eu adoro, me fascina, quero ele todo. Enquanto chupo e dou lambidas por todo lado, já totalmente entregue, e convencido que não ia passar daquilo. Enquanto volta com a mão ensalivada pra minha bunda e vai direto enfiar um dedo no cu e brincar enquanto mete e tira, me fazendo gemer de dor. Tudo isso iluminando com o cel. Depois de um tempo tentando enfiar os dois dedos sem sucesso, tira a mão e me vira de lado com o pau virado pra ele e volto a tentar pegar no pau e ele afasta minha mão. E diz: - não não, nada de masturbação. Enquanto coloca a mão entre minhas pernas, eu colaboro levantando a perna e ele volta com o objetivo de enfiar os dedos até conseguir, metendo e tirando dois dedos de uma vez, tirei a boca do pau de tanta dor que estava causando, e ele apaga a luz e diz: - dói? me diz que adora! E parou, mas fala doce e bonito, mas não para de chupar meu pau, ele diz com tom triste e apaga a luz do celular de novo. - Ahhh, eu a...do...ro... digo, cortada. Enquanto tento chupar a cabeça do pau e ele enfia os dedos médio e anelar até o fundo com toda a pressão e força: - De novo? Tentando colocar o tom mais doce possível, tento dizer de novo: - Eu a...do... eu ado... eu adoro... ahhhh. Ele metia e tirava os dedos tentando me alargar o cu e me causando uma dor tremenda, enquanto iluminava com o celular meu rosto e sua mão enfiada na minha bunda. Ao tirar os dedos, claramente estavam manchados de merda. Aí ele me diz: - Me espera um pouco, e se levanta, vai até o armário, tira algo de uma caixa. Eu, enquanto tentava me recuperar da dor que os dedos tinham causado e feliz por não ter que continuar chupando o pau dele, já que estava até com a mandíbula travada, depois de um tempo ele volta e fica atrás de mim, me coloca de quatro e me ordena que não me mexa, coloca algo no meu cu e sinto um líquido entrando e tento escapar inutilmente, e ele diz: - Fica quietinho que é só um enema, não estou te enfiando nada estranho. Termina e acrescenta quase inaudível: ainda... enquanto termina de tirar minha calça e a cueca. E acrescenta: - Em alguns minutos você vai e solta tudo. E assim foi, poucos minutos depois ele me levou ao banheiro, já que o efeito da bebedeira não tinha passado, e soltei tudo, passei no bidê e ele me perguntou se ainda tinha vontade de cagar e eu disse que não. Ele se certificou de que eu estava limpo e, sem me secar, me levou de volta ao quarto. Ele se joga no colchão e segura o pau enquanto me diz: - Vem aqui, ele ficou com vontade de mais ação. - Quer que eu continue? - Sim, claro, você estava mandando muito bem. Ele se estica e puxa meu braço, caio de joelhos ao lado dele e logo ele me agarra pela nuca e me leva até o pau para continuar chupando, e é o que faço. Enquanto isso, ele vai me ajustando como estava há pouco para poder continuar enfiando os... dedos. E ele diz: - Pede pra eu enfiar os dedos em você, você adora, e depois vem pra pica, mas quero te ver quando você pedir. Ele pega o celular e me ilumina com a lanterna: - Enfia os dedinhos no meu cu que eu adoro, por favor. E eu finjo um beicinho, entrando na brincadeira da atuação. Ao entrar e sair, os dedos estavam pegajosos e antes que eu pergunte, ele diz: - Nada que um pouquinho de gel íntimo não resolva. E enfiava e puxava os três dedos cada vez mais forte e rápido. E SIM, dava pra sentir, mas quase não doía. Enquanto aumentava o ritmo, ele me dizia entre gemidos pra continuar chupando, mais forte, mais rápido, mais fundo. Depois de um tempo, ele tira os dedos do cu, agarra minha cabeça, tira da pica, desliga o celular e diz: - Pede pra eu gozar na sua boca, que você quer engolir a porra. - Hã? Não, para, não... Ele me interrompe e diz: - Vai, vai, não estraga o clima, é só pra entrar no clima mesmo, mas espera que vou te iluminar. E acende a luz de novo: - E eu digo: goza na minha boca, gostoso, enche ela de porra que eu quero engolir tudo. Ele pega minha mão e coloca na pica, ordenando que eu masturbe o mais forte e rápido possível, e eu faço isso. Quando ele está prestes a gozar, ele diz: - Coloca só a cabeça da pica na boca. E quando eu faço, quase instantaneamente ele começa a gozar enquanto segura minha nuca, enchendo minha boca de porra que escorria por todos os lados. E eu queria tirar a cabeça, mas ele segurava e só dizia com voz firme: - Fica, fica aí um pouco e continua chupando, até deixar ela bem limpinha. Continuei chupando por um bom tempo com a pressão na nuca, e quando ele sentiu que estava limpa, passou pros ovos pra eu chupar tudo que tinha pingado nos pelos e nas bolas. Depois de um tempo, ele para de pressionar minha nuca e coloca a pica entre minhas pernas, desliga a luz do celular, mas pede pra eu não parar de chupar, mesmo que já tenha amolecido, porque ele adora que chupem assim. Depois de um bom tempo, ele parecia estar dormindo e eu continuei. chupando. Sinto que ele tá começando a apalpar minha bunda de novo. Continua na parte 2.
1 comentários - Depósito de porra (história gay) parte 1