Uns dias depois, encontrei ela lá fora quando fui pegar o jornal...
- Oi, vizinho, como cê tá?
- Bem, e você?
- Bem, bem... sabe, os vizinhos me contaram que viram uns carros estranhos passando por aqui?
- Sério? Não, não vi nada, nem me perguntaram nada...
- Isso me preocupa (com cara de drama mal representado)
- E por quê?
- É que uns dias atrás tinha uma caminhonete branca na frente da minha casa... muito estranho tudo... (olhando pro chão)
- É? Pois a que eu vi é a mesma Van de sempre
Ela levantou o olhar sem mexer a cabeça e a cara de drama virou medo... como pôde, arrumou a postura e, com a testa erguida e já séria:
- Ahhhh sim... não, não tava falando dessa caminhonete... ele é um amigo muito íntimo da família
- Entendi... imaginei
- P... por... por quê?? (com voz trêmula)
- Por nada... só que vejo ele muito por aqui e brincando muito com seus filhos
- Ahhh sim!! claro, as crianças!! eles amam ele!! sim!!... bom, mudando de assunto... quer um café... ou, algo? é muito cedo e já te tomei tempo, o que acha?
Eu não sabia o que fazer... eram 6h30 da manhã, minha mulher tava quase levantando, e eu tinha que preparar uma reunião pra tarde...
- Com muito prazer, vizinha... mas é que hoje tô com o dia cheio mesmo
- Oohhh, por minha culpa?
- Não, de jeito nenhum, acordei muito tarde... desculpa mesmo
- E que tal amanhã? amanhã é sábado e já te vi saindo pra correr cedo de manhã... eu acordo às 5h, faço yoga e às 6h já devo ter o café pronto... o que acha?
- Essa oferta não dá pra recusar! Então venho um pouco depois das 6h!
Foi uma conversa muito produtiva!! falei pra minha mulher que sairia no outro dia bem cedo pra montanha, que ia demorar umas +/-5 horas...
Chegou a manhã seguinte, vesti roupa de montanha, arrumei minha mochila e saí antes das 6h... olhei bem a área, mas tava tudo em silêncio e com um pouco de neblina... entrei pelo jardim e fui direto pra cozinha, ela Eu estava lá com um roupão de banho grosso branco.
Entrei e ela me perguntou por que eu estava vestido daquele jeito, que ela pensava que eu ia correr, blá-blá-blá... depois a gente falou do trabalho, que o marido dela estava viajando e chegava no domingo... que ela tava entediada em casa, que não tava cansada das crianças, mas se sentia jovem e com eles não podia fazer o que queria, que se sentia como se estivesse presa na própria casa...
Depois mudamos de assunto e falamos da casa em si, quem construiu, quanto tempo demorou, o que faltava terminar, blá-blá-blá... e demos uma volta no andar térreo... tudo muito moderno, com poucas coisas, mas tudo caro... e muito espaço...
- Tenho que te mostrar uma coisa!! O porão vai te encantar!!
Descemos, e não era como eu esperava, geralmente os porões são frios e úmidos, mas esse tinha uma temperatura agradável, era um apartamento completo de 100 m²!!! maior que o apartamento onde a gente morava antes... tem uma academia pequena com pesos, máquinas, sauna... um escritório... tudo muito confortável, por isso têm tanto espaço nos outros dois andares...
Ela tirou o roupão e ficou de biquíni... e ela toda natural, em nenhum momento ficou nervosa ou algo assim, não percebi nada... isso me cortava muito, não sabia se ela queria dar em cima de mim, ou se era só mente aberta e inocente... bom, de inocente ela não tem nada se coloca o marido como corno...
- Olha, vizinho, aqui eu faço exercícios quando tá muito sol ou frio
- Jeje, legal!
Ela pegou uns halteres e começou a levantar
- Olha como eu sou forte! hahaha xD
- hahaha, tô vendo... o que você mais gosta?
- Deixa eu ver... ahh! sim!! a bicicleta ergométrica, é a minha favorita!! (e correu pra montar e começou a pedalar)
Eu fiquei do lado dela, bem perto... coloquei minha mão esquerda perto da mão dela no guidão e a direita apoiei na parte de trás do banco... ela empinou a bunda e arqueou a coluna e continuou pedalando e falando sobre as funções... eu já não tava prestando atenção
Coloquei minha mão na base da coluna dela como desculpa pra pedir pra ela endireitar
- ahhh sim!! eu sou tão burra!! sempre esqueço e depois fico com dor nas costas! mas acho que tenho o bumbum muito fraco, por isso minha coluna vai pro saco
- fraco? eu acho perfeito! forte e redondinho (e apertei um pouco a bunda dela, isso já foi bem arriscado)
Ela desceu da bike na hora, me assustei... parou na minha frente de costas e virando o tronco pra olhar a própria bunda:
- cê acha? é tão difícil treinar a bunda (enquanto levantava as nádegas com as mãos)
- naaaaao! vizinha, você tem uma bunda poderosa (enquanto suava frio)
- sério? naaa... você é homem, só fala por falar...
Com a parte de trás dos meus dedos, acariciei as costas dela e comecei a descer até a linha do biquíni... dava pra notar que a respiração mudou e ela tava na expectativa...
Eu tava muito ligado nos movimentos e reações dela, mas até agora não via nada negativo...
- sim, sim, claro que sim, vizinha, você é muito gostosa, sempre te vejo fazendo exercício e dá pra ver no seu corpo!
Me arrisquei um pouco mais e parei de acariciar com os dedos pra passar as mãos, devagar pela cintura e fazendo um pouco de pressão com os polegares... subia e descia minhas mãos com delicadeza... minhas mãos iam um pouco pra frente, tocando a barriga dela e voltando pras costas...
Desci minhas mãos pelos quadris e coxas dela e ela me parou!!
- vizinho... (com a voz meio baixa e trêmula)
- sim?
- você sabe dar massagem?
- na verdade não, mas adoro... quer uma massagem?
- sim! vem... vamos pra outro quarto
Eu já tava com a piroca babando e ela parecia meio estranha... no começo tava enérgica, como se tudo fosse muito exagerado, mas agora tava lenta, insegura, já não olhava nos meus olhos... como se tivesse medo, mas o estranho é que continuava no jogo...
Fomos pra outro cômodo do porão. Bem pequeno, tipo uns 5 m², só tinha uma maca de massagem e uma mesinha com óleos... a luz era Sutil...
Ela entrou primeiro e fechou a porta atrás de mim. Não me olhava nos olhos, tinha o olhar meio perdido... ficou na frente da cama, de costas pra mim, se despiu e deitou de bruços com o rosto virado pro outro lado, ou seja, eu não conseguia vê-la... pegou uma toalha debaixo da cama e colocou em cima da bunda.
Comecei pelos ombros e costas, pra ir aquecendo
- mmmm, faz tempo que não ganho uma massagem
Depois de um bom tempo, desci pros tornozelos dela, ela estava com as pernas levemente abertas... acariciei até os joelhos, tudo como uma massagem normal... depois fui subindo devagar, sentindo bem as coxas dela, bem tonificadas, bem duras, com uma pele perfeita
Cada vez mais, minhas mãos iam se aproximando da toalha, percebi que ela estava levantando ela aos poucos, bem disfarçadamente... assim que notei, não hesitei e enfiei minhas mãos por baixo da toalha, ela tirou as mãos dela... não me mexi nem um centímetro, esperei uns segundos e continuei subindo até a linha das nádegas, apertei bem devagar e ela respirou fundo, apertando os lábios
Tirei a toalha por completo e fiquei admirando aquela bunda dura como pedra e redonda. Acariciei as costas dela de novo e desci outra vez pras nádegas, apertando e descendo novamente pras pernas dela
- vizinho (com voz suave e um sorriso) você faz muito gostoso!
Soltei uma risadinha e não falei nada
Comecei a acariciar ela com a ponta dos dedos e tentar abrir as nádegas dela. Ela abriu um pouco mais as pernas. Continuei a massagem nas pernas e costas, uma e outra vez. Acariciava as coxas dela por dentro como desculpa pra ir abrindo mais as pernas. Ela estava com a buceta depilada e dava pra ver ela bem inchada.
Voltei pras nádegas dela e enquanto apertava, abria mais a bunda dela e aproximava meus polegares da buceta... ela automaticamente arqueou a coluna e passei um dedo pelo cu dela, meio roçando a buceta... ela estremeceu e sorriu, mordendo os lábios lábios
ela virou de barriga pra cima rindo e se escondendo o rosto
— vizinho! hahaha o que você vai pensar de mim?
— nada, quem não gosta?
— você faz muito gostoso! tô com tesão!
peguei a coxa direita dela com a mão direita e subi até a buceta e comecei a dedar devagar, já tava molhada... ela fechou os olhos e respirou fundo... ela ainda se escondia o rosto, mas uns segundos depois, baixou a mão direita, meio hesitando, e colocou na barriga, uns segundos depois baixou pro lado do corpo e logo em seguida agarrou minha pica
— vizinho, não aguento (enquanto ainda se escondia o rosto com a mão esquerda)
eu desabotoei a calça e ela sentou de repente na maca com as pernas abertas e eu no meio. Ela agarrou meu rosto com força e me puxou pra perto e começamos a nos beijar. Eu apertava as pernas e os quadris dela e empurrava com meu corpo. Os beijos dela eram apaixonados e molhados.
ela baixou as mãos e puxou minha cueca de um jeito selvagem e apertou minha pica, enquanto respirava com dificuldade... tentei me soltar dela pra pegar a camisinha, mas ela não deixava, me prendeu com as pernas e tava enforcando minha pica
— vizinha, preciso da camisinha!
— mete assim!!! me excita mais!!!!
ela colocou minha pica bem na entrada da buceta dela... nós dois távamos babando, meu pau escorregava nos lábios dela e ela ficava louca
— mete!!! rápido!!! não aguento mais!!!
e ela deitou se apoiando nos cotovelos e jogando a cabeça pra trás... eu lambi a arma e comecei a enfiar devagar, ela abriu a boca e ficou imóvel por um segundo pra depois dizer
— não, não, não!!! forte!!! enfia até o fundo!!!!
eu tirei a pica e enfiei o mais forte e fundo que consegui, e ela na hora me abraçou com braços e pernas e não me deixou mexer... ela tremia e respirava pela boca desesperada...
— espera, vizinho! isso é tão gostoso assim!!!!
eu tava calculando que ia gozar muito rápido, aquela pressão na barriga Com o pau até o fundo, ela ia ganhar a batalha...
- Faz de novo! Tira e mete até o fundo bem rápido!!!
Eu fiz e ela tremeu toda, e antes que pedisse de novo, eu tirei e comecei a esfregar a buceta dela. Ela mexia a cintura procurando a penetração, mas eu me afastava... Ela começou a ficar desesperada e a remexer o corpo inteiro.
Comecei a meter rápido e forte, e ela pirou.
- Ahhhh!!! Vizinho!!!! Assim!!! Isso!!! Que gostoso!!!!
Eu me empolguei e metia mais forte ainda.
- Ahhhh!!! Ahhhh!!! Ummmm!!!!
- Assim não vou aguentar muito!
- Deixa eu ficar por cima e não se mexe.
Trocamos de posição e ela começou a rebolar de um jeito endiabrado.
- Tá gostando, vizinho????
- Espera, já vou gozar!! Espera!!!
Ela começou a se mexer mais rápido e não tirava os olhos do meu rosto... Segurei a cintura dela e comecei a meter com força, e enfiei o dedo no cu dela.
- Ooohhh!!!! Isso!!! Vizinho!!! Assim!!!!!
- Não aguento!!!
- Isso!!! Vai!!! Vai!!! Eu também não aguento!!!!
Ela ficou parada por uns segundos, e então o corpo dela tremeu com movimentos descontrolados... Gozei dentro, e ela se deitou em cima de mim.
Uns minutos depois, levantamos, ela me beijou e disse que tinha um problema... Pensei que ia vir com alguma doença rara ou algo assim... Mas não, disse que adorava transar, mas principalmente os jogos de papéis, não gostava de marcar um encontro explícito pra transar, preferia algo mais espontâneo, ou pelo menos onde os dois atuam, mas que o marido dela não curte isso, ele simplesmente fala "vamos transar" e pronto... Falei que se ela tivesse problemas com a impressora, eu podia ajudar e pisquei o olho... Ela caiu na risada, me deu um beijo no rosto, disse pra irmos comer alguma coisa, conversamos um tempão e depois ela falou que ia tomar banho, mas pra eu esperar... Eu tava na cozinha... E depois de um tempo, esperei mesmo, ela mandou uma mensagem no celular dizendo que tava com problemas no chuveiro...
- Oi, vizinho, como cê tá?
- Bem, e você?
- Bem, bem... sabe, os vizinhos me contaram que viram uns carros estranhos passando por aqui?
- Sério? Não, não vi nada, nem me perguntaram nada...
- Isso me preocupa (com cara de drama mal representado)
- E por quê?
- É que uns dias atrás tinha uma caminhonete branca na frente da minha casa... muito estranho tudo... (olhando pro chão)
- É? Pois a que eu vi é a mesma Van de sempre
Ela levantou o olhar sem mexer a cabeça e a cara de drama virou medo... como pôde, arrumou a postura e, com a testa erguida e já séria:
- Ahhhh sim... não, não tava falando dessa caminhonete... ele é um amigo muito íntimo da família
- Entendi... imaginei
- P... por... por quê?? (com voz trêmula)
- Por nada... só que vejo ele muito por aqui e brincando muito com seus filhos
- Ahhh sim!! claro, as crianças!! eles amam ele!! sim!!... bom, mudando de assunto... quer um café... ou, algo? é muito cedo e já te tomei tempo, o que acha?
Eu não sabia o que fazer... eram 6h30 da manhã, minha mulher tava quase levantando, e eu tinha que preparar uma reunião pra tarde...
- Com muito prazer, vizinha... mas é que hoje tô com o dia cheio mesmo
- Oohhh, por minha culpa?
- Não, de jeito nenhum, acordei muito tarde... desculpa mesmo
- E que tal amanhã? amanhã é sábado e já te vi saindo pra correr cedo de manhã... eu acordo às 5h, faço yoga e às 6h já devo ter o café pronto... o que acha?
- Essa oferta não dá pra recusar! Então venho um pouco depois das 6h!
Foi uma conversa muito produtiva!! falei pra minha mulher que sairia no outro dia bem cedo pra montanha, que ia demorar umas +/-5 horas...
Chegou a manhã seguinte, vesti roupa de montanha, arrumei minha mochila e saí antes das 6h... olhei bem a área, mas tava tudo em silêncio e com um pouco de neblina... entrei pelo jardim e fui direto pra cozinha, ela Eu estava lá com um roupão de banho grosso branco.
Entrei e ela me perguntou por que eu estava vestido daquele jeito, que ela pensava que eu ia correr, blá-blá-blá... depois a gente falou do trabalho, que o marido dela estava viajando e chegava no domingo... que ela tava entediada em casa, que não tava cansada das crianças, mas se sentia jovem e com eles não podia fazer o que queria, que se sentia como se estivesse presa na própria casa...
Depois mudamos de assunto e falamos da casa em si, quem construiu, quanto tempo demorou, o que faltava terminar, blá-blá-blá... e demos uma volta no andar térreo... tudo muito moderno, com poucas coisas, mas tudo caro... e muito espaço...
- Tenho que te mostrar uma coisa!! O porão vai te encantar!!
Descemos, e não era como eu esperava, geralmente os porões são frios e úmidos, mas esse tinha uma temperatura agradável, era um apartamento completo de 100 m²!!! maior que o apartamento onde a gente morava antes... tem uma academia pequena com pesos, máquinas, sauna... um escritório... tudo muito confortável, por isso têm tanto espaço nos outros dois andares...
Ela tirou o roupão e ficou de biquíni... e ela toda natural, em nenhum momento ficou nervosa ou algo assim, não percebi nada... isso me cortava muito, não sabia se ela queria dar em cima de mim, ou se era só mente aberta e inocente... bom, de inocente ela não tem nada se coloca o marido como corno...
- Olha, vizinho, aqui eu faço exercícios quando tá muito sol ou frio
- Jeje, legal!
Ela pegou uns halteres e começou a levantar
- Olha como eu sou forte! hahaha xD
- hahaha, tô vendo... o que você mais gosta?
- Deixa eu ver... ahh! sim!! a bicicleta ergométrica, é a minha favorita!! (e correu pra montar e começou a pedalar)
Eu fiquei do lado dela, bem perto... coloquei minha mão esquerda perto da mão dela no guidão e a direita apoiei na parte de trás do banco... ela empinou a bunda e arqueou a coluna e continuou pedalando e falando sobre as funções... eu já não tava prestando atenção
Coloquei minha mão na base da coluna dela como desculpa pra pedir pra ela endireitar
- ahhh sim!! eu sou tão burra!! sempre esqueço e depois fico com dor nas costas! mas acho que tenho o bumbum muito fraco, por isso minha coluna vai pro saco
- fraco? eu acho perfeito! forte e redondinho (e apertei um pouco a bunda dela, isso já foi bem arriscado)
Ela desceu da bike na hora, me assustei... parou na minha frente de costas e virando o tronco pra olhar a própria bunda:
- cê acha? é tão difícil treinar a bunda (enquanto levantava as nádegas com as mãos)
- naaaaao! vizinha, você tem uma bunda poderosa (enquanto suava frio)
- sério? naaa... você é homem, só fala por falar...
Com a parte de trás dos meus dedos, acariciei as costas dela e comecei a descer até a linha do biquíni... dava pra notar que a respiração mudou e ela tava na expectativa...
Eu tava muito ligado nos movimentos e reações dela, mas até agora não via nada negativo...
- sim, sim, claro que sim, vizinha, você é muito gostosa, sempre te vejo fazendo exercício e dá pra ver no seu corpo!
Me arrisquei um pouco mais e parei de acariciar com os dedos pra passar as mãos, devagar pela cintura e fazendo um pouco de pressão com os polegares... subia e descia minhas mãos com delicadeza... minhas mãos iam um pouco pra frente, tocando a barriga dela e voltando pras costas...
Desci minhas mãos pelos quadris e coxas dela e ela me parou!!
- vizinho... (com a voz meio baixa e trêmula)
- sim?
- você sabe dar massagem?
- na verdade não, mas adoro... quer uma massagem?
- sim! vem... vamos pra outro quarto
Eu já tava com a piroca babando e ela parecia meio estranha... no começo tava enérgica, como se tudo fosse muito exagerado, mas agora tava lenta, insegura, já não olhava nos meus olhos... como se tivesse medo, mas o estranho é que continuava no jogo...
Fomos pra outro cômodo do porão. Bem pequeno, tipo uns 5 m², só tinha uma maca de massagem e uma mesinha com óleos... a luz era Sutil...
Ela entrou primeiro e fechou a porta atrás de mim. Não me olhava nos olhos, tinha o olhar meio perdido... ficou na frente da cama, de costas pra mim, se despiu e deitou de bruços com o rosto virado pro outro lado, ou seja, eu não conseguia vê-la... pegou uma toalha debaixo da cama e colocou em cima da bunda.
Comecei pelos ombros e costas, pra ir aquecendo
- mmmm, faz tempo que não ganho uma massagem
Depois de um bom tempo, desci pros tornozelos dela, ela estava com as pernas levemente abertas... acariciei até os joelhos, tudo como uma massagem normal... depois fui subindo devagar, sentindo bem as coxas dela, bem tonificadas, bem duras, com uma pele perfeita
Cada vez mais, minhas mãos iam se aproximando da toalha, percebi que ela estava levantando ela aos poucos, bem disfarçadamente... assim que notei, não hesitei e enfiei minhas mãos por baixo da toalha, ela tirou as mãos dela... não me mexi nem um centímetro, esperei uns segundos e continuei subindo até a linha das nádegas, apertei bem devagar e ela respirou fundo, apertando os lábios
Tirei a toalha por completo e fiquei admirando aquela bunda dura como pedra e redonda. Acariciei as costas dela de novo e desci outra vez pras nádegas, apertando e descendo novamente pras pernas dela
- vizinho (com voz suave e um sorriso) você faz muito gostoso!
Soltei uma risadinha e não falei nada
Comecei a acariciar ela com a ponta dos dedos e tentar abrir as nádegas dela. Ela abriu um pouco mais as pernas. Continuei a massagem nas pernas e costas, uma e outra vez. Acariciava as coxas dela por dentro como desculpa pra ir abrindo mais as pernas. Ela estava com a buceta depilada e dava pra ver ela bem inchada.
Voltei pras nádegas dela e enquanto apertava, abria mais a bunda dela e aproximava meus polegares da buceta... ela automaticamente arqueou a coluna e passei um dedo pelo cu dela, meio roçando a buceta... ela estremeceu e sorriu, mordendo os lábios lábios
ela virou de barriga pra cima rindo e se escondendo o rosto
— vizinho! hahaha o que você vai pensar de mim?
— nada, quem não gosta?
— você faz muito gostoso! tô com tesão!
peguei a coxa direita dela com a mão direita e subi até a buceta e comecei a dedar devagar, já tava molhada... ela fechou os olhos e respirou fundo... ela ainda se escondia o rosto, mas uns segundos depois, baixou a mão direita, meio hesitando, e colocou na barriga, uns segundos depois baixou pro lado do corpo e logo em seguida agarrou minha pica
— vizinho, não aguento (enquanto ainda se escondia o rosto com a mão esquerda)
eu desabotoei a calça e ela sentou de repente na maca com as pernas abertas e eu no meio. Ela agarrou meu rosto com força e me puxou pra perto e começamos a nos beijar. Eu apertava as pernas e os quadris dela e empurrava com meu corpo. Os beijos dela eram apaixonados e molhados.
ela baixou as mãos e puxou minha cueca de um jeito selvagem e apertou minha pica, enquanto respirava com dificuldade... tentei me soltar dela pra pegar a camisinha, mas ela não deixava, me prendeu com as pernas e tava enforcando minha pica
— vizinha, preciso da camisinha!
— mete assim!!! me excita mais!!!!
ela colocou minha pica bem na entrada da buceta dela... nós dois távamos babando, meu pau escorregava nos lábios dela e ela ficava louca
— mete!!! rápido!!! não aguento mais!!!
e ela deitou se apoiando nos cotovelos e jogando a cabeça pra trás... eu lambi a arma e comecei a enfiar devagar, ela abriu a boca e ficou imóvel por um segundo pra depois dizer
— não, não, não!!! forte!!! enfia até o fundo!!!!
eu tirei a pica e enfiei o mais forte e fundo que consegui, e ela na hora me abraçou com braços e pernas e não me deixou mexer... ela tremia e respirava pela boca desesperada...
— espera, vizinho! isso é tão gostoso assim!!!!
eu tava calculando que ia gozar muito rápido, aquela pressão na barriga Com o pau até o fundo, ela ia ganhar a batalha...
- Faz de novo! Tira e mete até o fundo bem rápido!!!
Eu fiz e ela tremeu toda, e antes que pedisse de novo, eu tirei e comecei a esfregar a buceta dela. Ela mexia a cintura procurando a penetração, mas eu me afastava... Ela começou a ficar desesperada e a remexer o corpo inteiro.
Comecei a meter rápido e forte, e ela pirou.
- Ahhhh!!! Vizinho!!!! Assim!!! Isso!!! Que gostoso!!!!
Eu me empolguei e metia mais forte ainda.
- Ahhhh!!! Ahhhh!!! Ummmm!!!!
- Assim não vou aguentar muito!
- Deixa eu ficar por cima e não se mexe.
Trocamos de posição e ela começou a rebolar de um jeito endiabrado.
- Tá gostando, vizinho????
- Espera, já vou gozar!! Espera!!!
Ela começou a se mexer mais rápido e não tirava os olhos do meu rosto... Segurei a cintura dela e comecei a meter com força, e enfiei o dedo no cu dela.
- Ooohhh!!!! Isso!!! Vizinho!!! Assim!!!!!
- Não aguento!!!
- Isso!!! Vai!!! Vai!!! Eu também não aguento!!!!
Ela ficou parada por uns segundos, e então o corpo dela tremeu com movimentos descontrolados... Gozei dentro, e ela se deitou em cima de mim.
Uns minutos depois, levantamos, ela me beijou e disse que tinha um problema... Pensei que ia vir com alguma doença rara ou algo assim... Mas não, disse que adorava transar, mas principalmente os jogos de papéis, não gostava de marcar um encontro explícito pra transar, preferia algo mais espontâneo, ou pelo menos onde os dois atuam, mas que o marido dela não curte isso, ele simplesmente fala "vamos transar" e pronto... Falei que se ela tivesse problemas com a impressora, eu podia ajudar e pisquei o olho... Ela caiu na risada, me deu um beijo no rosto, disse pra irmos comer alguma coisa, conversamos um tempão e depois ela falou que ia tomar banho, mas pra eu esperar... Eu tava na cozinha... E depois de um tempo, esperei mesmo, ela mandou uma mensagem no celular dizendo que tava com problemas no chuveiro...
2 comentários - Qué tal la vecina 2
por suerte encontré este relato
voy a chusmear a ver si hay más relatos tuyos que no me haya leido aun