Como vocês devem lembrar, meu nome é Mario e, junto com meus pais, Ana e Joaquín, eu estava passando as férias na cidade do meu pai quando aconteceram os fatos que narro na minha história. Até este verão, tínhamos ido lá poucas vezes e espero ardentemente que não haja uma próxima vez. Depois do que aconteceu na segunda parte do meu relato (Minha mãe é comida na cidade 2), decidi focar nos estudos. Tentava manter a mente ocupada com meus exercícios de física e matemática e, para ser sincero, por alguns dias consegui. Passava a maior parte do dia trancado no meu quarto, o que era uma grande satisfação para o meu pai, que via como eu me matava de estudar. Ele esperava que, depois das provas de setembro, eu passasse para o segundo ano de Arquitetura sem nenhuma matéria pendente. Assim passou, acho, um pouco mais de uma semana, durante a qual não tive nenhum contato com Sergio (o pedreiro que consertava nosso telhado) e muito menos com seus amigos (Carlos e Víctor). Isso facilitou para que eu não pensasse mais no encontro que testemunhei entre eles e minha mãe. Chegaram as tão esperadas festas para alguns e não tanto para outros (ou seja, eu). Depois de tudo o que aconteceu, o que menos me apetecia era celebrar algo naquela cidade e muito menos com qualquer um de sua gente... Aconteceu o esperado espetáculo de strip-tease (do qual falei no relato anterior), que revolucionou a cidade inteira e ao qual, claro, não fui, embora meus pais tenham ido. Não sei se, durante todo esse tempo, houve algum outro encontro entre Sergio ou algum de seus 2 amigos e minha mãe. As festas duravam três dias e foi justamente no último deles que meu pai insistiu que eu os acompanhasse, a ele e à minha mãe, ao baile que haveria à noite na praça, alegando que não era bom que eu estudasse tanto. Como disse, não tinha a menor vontade, mas aceitei, tentando evitar uma possível discussão. Sempre me arrependerei de tê-los acompanhado naquela noite... O baile começava às 12. Durante Durante o jantar, meu pai comentou o quanto estava com vontade de sair naquela noite. Como era início de agosto e época de festas, o povoado estava cheio de gente de fora, e era uma oportunidade para ele reencontrar velhos conhecidos da infância. Ele estava animado com a ideia e insistiu para que minha mãe se vestisse de um jeito especial. Disse que queria "SE EXIBIR COM A ESPOSA" e esperava que minha mãe deslumbrasse a todos. Ela atendeu ao pedido, e os primeiros surpresos fomos meu pai e eu. Quando ela saiu do quarto vestida daquela forma, percebi o perigo que aquela noite poderia trazer e decidi que não perderia de vista nem Sergio nem seus dois amigos, por precaução.
Ela usava um vestido verde de tecido fino, que se ajustava delicadamente a cada uma das curvas do seu corpo. Destacava especialmente seus quadris e seu busto generoso, cuja forma era facilmente visível sob a gaze que os cobria, amarrada no pescoço. O comprimento ficava acima dos joelhos, mostrando apenas o início de suas coxas torneadas. Tudo isso era complementado por seus inseparáveis sapatos pretos de salto altíssimo, sua bolsa e um conjunto de colar e brincos de pérolas que meu pai havia dado a ela no último aniversário de casamento.
Estávamos indo para a praça quando, no meio do caminho, alguém nos chamou. Eram Manuel, o pai de Sergio, e sua esposa. Eles também estavam saindo de casa para ir ao baile. Até aquele momento, eu nem sabia onde eles moravam. Ao nos ver, insistiram para que entrássemos para tomar alguma coisa e depois seguíssemos todos juntos para a praça. Mal entramos, a mãe de Sergio insistiu em nos mostrar a casa. Ambos pareciam orgulhosos do lugar onde viviam. Manuel comentou que haviam construído a casa juntos, ele e Sergio, há apenas alguns anos. Era enorme. Primeiro, nos mostraram o térreo, onde se destacava uma sala de pelo menos 30m², e depois subimos para ver o resto. Havia cerca de seis portas ao longo do corredor. A primeira correspondia ao quarto de ambos, com closet e banheiro incluídos, e uma decoração meio brega. As seguintes, para quartos ainda sem mobília e um banheiro. A última, segundo sua mãe nos disse antes de abrir a porta, era o quarto de Sérgio. Por um instante fiquei curioso para saber como seria. Talvez fosse a ocasião para saber um pouco mais daquele babaca, que estava comendo minha mãe e que fazia aflorar nela seus instintos mais baixos. Assim que sua mãe abriu a porta do quarto, minha curiosidade foi satisfeita. Era exatamente o que eu pensava, um verdadeiro PORCO, um PORCO com letras maiúsculas. Aquele era um quarto enorme, com uma cama de casal desfeita e roupas jogadas por todos os lados. Para completar, tinha até uma cueca no chão, aos pés da cama, e sobre uma das mesinhas havia uma caixa de camisinhas, que ele nem se deu ao trabalho de esconder. Mas o pior não era isso, e sim uma das paredes. O grandessíssimo porco a tinha completamente forrada com pôsteres de minas peladas, todas com algo em comum, uns peitões enormes, até diria desproporcionais. Sua mãe logo se desculpou, comentando com a minha algo como "Você sabe como são esses garotos, Ana. Não tem quem aguente, né?". Naquele momento, outra porta que dava para o quarto se abriu. Sérgio apareceu quase pelado, coberto apenas por uma toalha na cintura. Aquele era o banheiro do quarto dele. De novo pude ver o corpão que aquele filho da puta tinha. Nele não havia um músculo que passasse despercebido. Ele nem se perturbou ao nos ver, até diria que achou graça na situação. Vi como ele olhou para minha mãe sem a menor cerimônia com aquele sorriso que tanto me irritava. Comentou que estava tomando banho "pra sair pra caçar" naquela noite e, dirigindo-se ao meu pai, disse rindo: "Viu que decoração, Joaquim? Hahaha... As peitudas são o melhor do quarto, né?"
"Que patife você se tornou, malandro." - respondeu meu pai
"Você não sabe bem. Tem que aproveitar enquanto é jovem e pode, hahaha" - ele dizia na frente dos pais sem nenhuma vergonha. Minha mãe estava como que em transe. Não tirava o olho do torso daquele cretino ou, quando não, daqueles pôsteres. A mãe do Sérgio foi a primeira a começar a sair do quarto. Seguiu-se o marido dela, meu pai, eu e por último minha mãe. Enquanto saía, pude ouvir claramente o Sérgio dizendo: Olhar pra elas é como ver você, gostosa, só que as suas são melhores. Essas aí é que queriam ter esses peitões seus... Cala a boca! — ouvi minha mãe responder. Eu queria ir embora dali. Ainda demorou alguns minutos até que os pais dele e os meus decidiram ir pra praça. Imediatamente me apressei em sair com eles dali. No caminho até lá, paramos em 3 ou 4 barraquinhas onde nos ofereceram limonada. Eu só bebi em uma delas, mas meus pais e os deles beberam em todas. Assim que chegamos na praça, meu pai começou a cumprimentar um e outro. A maioria era gente que ele não via há décadas. Nem preciso dizer que ele se exibia apresentando minha mãe. Depois de um tempo, meus pais estavam conversando com umas 15 ou 20 pessoas. A noite prometia ser das mais chatas pra mim... Devia ter umas 250 ou 300 pessoas ali, a maioria velhos ou da idade dos meus pais. Jovens, muito poucos. Depois de um tempo, meu pai decidiu convidar alguns casais com quem conversava pra tomar alguma coisa no balcão do bar que estava montado no fundo da praça. Quando fomos pra lá, vi que o Sérgio estava ali com dois caras que eu não conhecia. Por que aquele cretino tinha que vir encher o saco aqui? Puto da vida, decidi não perder ele de vista a noite toda. Ficamos um tempo naquele balcão, o suficiente pra eu descobrir que os outros dois eram uns amigos que o Sérgio tinha em Medina del Campo e com quem ele devia ter curtido mais de uma farra. Pelo que ouvi, eram primos entre si. O primeiro deles era um cara de 26 anos, vestindo um short xadrez, um tênis e uma camiseta verde, de uma marca conhecida, com uma grande margarida a costas. O que mais me surpreendeu nele era que tinha o mesmo rosto do Villa, jogador do Valencia, embora o corpo fosse bem mais quadrado. O outro, seu primo, era mais velho que o resto. Devia ter uns 32 anos, moreno e bem sarado também, com cerca de 1,90m, barba por fazer e um visual muito mais cuidado. Vestia uma calça jeans escura, cinto branco e uma camisa também branca, com as mangas arregaçadas e um pouco justa, que marcava um peitoral tão pedrado quanto o do Sérgio. Enquanto meus pais conversavam com aqueles casais, eu comecei a cumprir minha missão. Posicionado atrás da minha mãe e a poucos metros deles, tentava não perdê-los de vista naquela improvisada mesa de bar onde estávamos. Meu pai e os outros falavam de como se divertiam quando eram crianças, das brincadeiras que faziam na escola e de como se divertiam com o pebolim que havia no antigo bar do povoado. Porém, não demorou para eu ouvir outros comentários paralelos que sem dúvida vinham do Sérgio e seus dois amigos. Ao mesmo tempo em que ouvia Manuel, o pai do Sérgio, falar do tal pebolim, escutei claramente o da camisa falando dos peitos da minha mãe: "Porra, como essa madura tá gostosa". "Já te digo..." – respondia seu primo. "O corpo é de cair o queixo, mas os peitos são foda, hein?" Deus, eu não conseguia acreditar que estava acontecendo de novo a mesma coisa do primeiro dia. Será que eu estava imaginando? Mas não, comecei a ouvir claramente o resto dos sussurros: "É assim que eu gosto, com dois belos melões. Que tesão que essa gata tem, né Sérgio?" "O que vocês vão me contar... Se é daquela que eu falei..." "Não fodendo que é essa, cabrão..." – perguntava espantado o da camisa. As palavras do Sérgio se misturavam com as de seu pai, que explicava ao meu que aquele tal pebolim estava na garagem dele, já que mandaram jogar fora quando reformaram o bar do povoado tempos atrás. De novo eu conseguia ouvir os comentários daqueles três: A mesma que você viu de leggings - respondia Sergio orgudhoso e se exibindo por ter comido minha mãe. Pergunte pro Carlos e pro Victor se quiser, deixei eles experimentarem ela há pouco e piraram... Caralho mano, tô ficando durasso só de pensar - dizia o da camiseta - com aqueles "peitões" que ela tem. Se você visse bem, você piraria... a sorte daquele velho de poder curtir ela todo dia, mesmo que não faça, hehehe - respondia Sergio Pra isso você tá aí, né seu fdp? Pra aproveitar os descuidos dele e fazer a mulher dele gozar... - dizia o da camisa branca rindo Tá ligado mano. Ela teve que vir pra cidade do marido pra saber o que é curtir de verdade. Mas é claro, ela vai sair daqui bem treinada e completamente satisfeita, hahaha Eu alucinava que o Sergio falava assim com os pais dele e, pior ainda, com o meu pai, a poucos metros. Nem sabia pra onde olhar de tanta nervosidade que tava entrando em mim. Tentava desviar o olhar deles mas de vez em quando confesso que via aqueles dois babando enquanto despiam minha mãe com o olhar... Eu tentava fazer de conta que não tava entendendo nada mas não perdia uma palavra do que eles diziam. Não pensava em permitir que a mesma história se repetisse de novo e, apoiado no balcão do bar, continuei ouvindo: Ela tem uma cara de viciada que não aguenta. Ela curte uma putaria? - perguntava o da margarida, que parecia um tarado de verdade Tem que trabalhar bem pra esquentar ela, mas quando ela pega no tranco não tem quem pare mano... puro vício Não fode, seu arrombado... - dizia o da camisa Quando ela perde a linha, você não tem ideia de como ela curte aquele buracão viciado que tem E aquele velho? Não desconfia que você tá comendo ela? Nada, ele é um otário que não percebe porra nenhuma... E aquele "garotão" também não? - perguntou o outro Só te digo que a primeira vez eu comi ela com esse "trouxa" aqui na frente - dizia Sergio se referindo a mim -. Acho que curti mais por causa disso. Nem imagina o tesão que me dava ver ele ali vendo ele comer os melões e abrir o bucetão da mãe dela sem que ela dissesse nem "ai"... Aproveitei em doble fodendo ela com ele ali, "chapado", vendo tudo e sem poder fazer nada. Cala a boca que aí vem gente - ouvi um deles dizer. A verdade é que eu estava tão concentrado tentando escutar que nem percebi que meus pais e o resto tinham ido dançar e estavam voltando pra onde a gente estava. Ao passar na frente do Sérgio e dos amigos, os pais dele e os meus pararam pra conversar. Depois dos cumprimentos, o babaca da camiseta comenta com meu pai que o Sérgio já tinha contado do carro que a gente tem e que minha mãe deixou ele experimentar uma noite. O primo dele olhava pro Sérgio e sorria, enquanto meu pai, ingênuo, sem desconfiar que o cara tava falando do corpo da minha mãe o tempo todo, respondeu orgulhoso que quando ele quisesse, deixaria experimentar também. Nem preciso dizer que o Sérgio e o outro quase morreram de rir, enquanto o cara respondia pro meu pai que esperaria ansioso o momento e que faria com prazer, que o Sérgio tinha falado maravilhas dele... Ficou por isso mesmo... Enquanto isso, o da camisa aproveitou pra comentar com minha mãe que tinha visto ela dançar e que ela dançava muito bem. Que não podia dizer não pra essa dança. Pro meu desespero, vejo minha mãe, com permissão do papai, aceitar e sair pra dançar. Não tiro o olho deles. Dançam uma, outra e durante a terceira música observo que aquele babaca começa a apertar a bunda da mamãe. Em seguida vejo ele levar a mão desde as costas dela, pelo lado, até o peito. Me aproximo e digo: Troca de casal! - O amigo do Sérgio me fulmina com o olhar... - Tento manter tudo sob controle. É claro que esses caras são um perigo incrível, tanto ou mais que o amigo Sérgio. Termina aquela dança e minha mãe comenta que a gente devia ir pro balcão do bar onde tá meu pai com o resto, mas o Sérgio se aproxima e não dá opção. Me diz: Moleque, Bar "amigo" dos mais vividos. Que ousadia dançar com a minha mãe... Que filho da puta! Vejo como ele agarra ela e não tiro os olhos de cima deles. O amigo dele, o de camiseta, vem e comenta como minha mãe dança bem: "É um prazer ver como ela se mexe..." - ele me diz. Me afasto dele e me aproximo do Sérgio e da minha mãe, mas fingindo estar distraído. Não pretendo perdê-los de vista nem por um instante. Ouço ele comentando que ela está irresistível e vejo que tenta apalpar a bunda da minha mãe, mas ela, percebendo minha presença, segura as mãos dele. Capturo 1 ou 2 olhares do Sérgio que me fulminam. Estou estragando todos os planos dele... Quando essa música termina, sou eu quem tira a mamãe para dançar de novo, mas no meio o Sérgio pede para trocar de par novamente. Minha mãe ri e diz que está bem, mas que esse já é o último, que depois vai para o bar com meu pai. Observo eles de longe, até que seus malditos amiguinhos se aproximam de mim. O de camiseta me diz: "Parece nervoso, moleque, o que foi? Que cretinos!" Respondo, olhando nos olhos deles, que comigo está tudo bem. Quando me viro, algo me surpreende. Perdi de vista minha mãe e o Sérgio. Tento me acalmar. Foram uns segundos, então eles têm que estar aqui. Olho a praça de um lado a outro e não os vejo. "E aí, grandalhão? Sério, te vejo agitado..." - me diz com ironia, sorrindo, o de camiseta. "Mano, você não parece seu pai. Olha ele lá tão de boa, curtindo a noite e deixando os outros curtirem, diferente de você..." - diz o outro. Dirijo a eles um olhar de ódio e não perco tempo. Se não estão ali, não podem estar longe. Não passou nem um minuto desde que os perdi de vista. Percorro a praça do palco até o fundo e não vejo nada. Me aproximo de um lado e nada. Vou até o outro e, em uma das ruas que saem dali, a mais estreita e escura, consigo ver 2 silhuetas na entrada da varanda de uma das casas. Me aproximo com cautela, mas com determinação. Não vou permitir... Nada. Vejo uma silhueta masculina de costas e alguém agachado na frente dele. Conforme me aproximo, confirmo minhas suspeitas. É um boquete. Minha mãe deve estar chupando aquele filho da puta! Mas que porra está acontecendo com ela desde que chegamos aqui? Acelero o passo e, quando estou a alguns metros, me acalmo. Vejo que não são eles, mas sim Carlos, o amigo de Sérgio que dias antes deu a bunda da minha mãe. Ele está com as calças nos tornozelos e uma garota de não mais que 16 ou 17 anos está fazendo um boquete espetacular nele. Recuo. Onde diabos eles se meteram? Estou voltando para a praça quando, na mesma rua, vejo outro casal em um carro. Me aproximo e vejo no banco de trás Victor, o outro amigo de Sérgio da vez anterior, enfiando em outra novinha. Mas o que estava acontecendo com os cretinos dessa cidade? Eles não pensam em outra coisa além de foder as mães, filhas ou irmãs de alguém? Puta que pariu, que babacas! Mas posso respirar tranquilo, já que desta vez não é minha mãe que estão fodendo. Onde o babaca do Sérgio terá se metido? E, pior ainda, o que ele estará fazendo com minha mãe? Paro novamente e olho de volta para o centro da praça e seus quatro lados. Quatro? Eu disse quatro? Como pude ser tão burro? Só olhei nos três lados livres e, da última vez que os vi, estavam dançando perto do palco. Não tenho dúvidas, devem estar atrás do palco que montaram para os músicos. Vou até lá e, de fato, os encontro... Ao chegar, vejo que Sérgio tem minha mãe sentada no capô de um carro, entre o palco e a van dos músicos. Fico atrás da van, a apenas um metro ou um metro e meio deles. Não consigo ouvi-los por causa da música horrível que está tocando, mas pelo menos posso vigiar o que acontece. Vejo minha mãe sentada no capô e Sérgio de frente para ela, entre suas pernas, em pé e fumando. Ele passa uma das mãos pela coxa da minha mãe e, entre uma tragada e outra, tenta beijá-la. Minha mãe... Ela desvia com um riso e ele passa o cigarro para que ela fume... Vejo suas mãos se dirigirem novamente às coxas da mamãe. Não demoram a desaparecer sob o tecido do vestido, até que minha mãe parece tentar detê-lo em sua subida ansiosa. Ela segura suas mãos até conseguir tirá-las de entre suas coxas, enquanto ele consegue roubar o primeiro beijo, afastando o cigarro para depois devolvê-lo. Agora suas mãos ávidas pousam sobre os peitos da mamãe, tentando abarcá-los. Suas mãos nervosas não cessam no empenho de monopolizar completamente os seios da minha mãe e, de novo, ele rouba outro beijo, mas desta vez tentando explorar completamente com sua língua a boca dela. Me surpreende ver que minha mãe pousa as mãos sobre o torso dele, como querendo se agarrar a seus peitorais pétreos. É óbvio que parece começar a gostar do jogo, coisa que ele deve perceber e, aproveitando, leva suas mãos até o pescoço dela. Sem que mamãe perceba, vejo ele desfazer o nó do vestido, que desliza para baixo até chegar à sua cintura. Esse safado aumenta a intensidade do amasso na minha mãe enquanto começa um frenético apalpamento em suas tetas por cima do sutiã... Vejo que ele dá um passo atrás, como para ampliar seu campo de visão, e em seguida abaixa com as mãos as copas do sutiã da minha mãe para baixo, puxando seus peitos túrgidos para cima dele, sem necessidade de tirá-lo. É errado dizer, mas volto a pensar que as tetas da mamãe são incríveis... Vejo que ele novamente leva suas mãos ávidas até elas e começa a apalpar centímetro a centímetro cada uma daquelas tetas admiradas. Ele as esfrega, as pressiona, as aperta, puxa seus mamilos, enquanto babando com sua língua a boca e os lábios da minha mãe para, em seguida, se lançar sobre eles... Vejo como ele leva seus lábios e dentes até aqueles mamilos proeminentes, como começa a beijá-los, lambê-los, chupá-los, mordiscá-los, sugá-los, até deixar as tetas da minha Mãe toda brilhante por causa da baba dele... Ele se aproxima dela de novo. Beija ela, acaricia seu pescoço, suas costas... Que fdp! Baixa a mão de novo e a direciona entre as pernas dela... Minha mãe tenta tirar, mas não consegue e ele continua beijando ela. Ao ver aquilo, não sei o que fazer, se me aproximo deles para impedir que as coisas vão mais longe ou se viro e aviso meu pai do que está acontecendo, para que ele finalmente aja ao saber o que se passa. Confesso que me aproximar da minha mãe naquela situação me mataria de vergonha e suponho que com ela seria a mesma coisa se eu fizesse isso. Ao parar de pensar nas minhas opções, vejo que Sergio já tem com uma das mãos a calcinha da mamãe pela metade das coxas e com a outra dirige os movimentos de uma das mãos dela por cima do pacote dele. Antes que eu possa assimilar o que vejo, observo como as calças dele caem para baixo e que com uma das mãos ele se dispõe a fazer o mesmo com a cueca vermelha que está usando. Esse filho da puta não perde tempo, sem dúvida, e se eu me descuidar ele fode a mamãe de novo. Tenho que agir agora... Saio de lá. Não posso consentir que aconteça nada de novo. Me dirijo para onde estão meu pai e seus amigos de infância, mas, no meio do caminho, vejo como os dois priminhos me olham e um deles, o da camiseta, vai lançado para a parte de trás do palco. O outro me olha fixamente ao me cruzar com ele no meu caminho para o balcão do bar e coloca o dedo indicador nos lábios, como me dizendo para calar a boca e não dizer nada. Quando chego onde está meu pai, me viro para trás e vejo de novo Sergio dançando com minha mãe junto aos músicos. Parece que o grande fdp tinha os amigos dele controlando tudo. Suspiro, pelo menos. As coisas, graças a Deus, não foram mais longe. Quando acabam aquela dança, Sergio traz minha mãe, que vem toda atrapalhada, sem dúvida pelo que aconteceu. Aos outros, os vejo se aproximando sorrindo e comentando coisas baixinho. Ao chegar na minha altura, ouço claramente como o da A camiseta diz pro outro: Caralho, que cabrão que ele tá feito. Já tinha ela sem calcinha e com os dois peitões ao léu...
Não brinca – dizia o primo – Se você visse que peras ela tem, mano... Alucinantes... Que coisa mais gostosa!
E o Sergio ali, com o pauzão pra fora que tava o muito cabrão, pertinho de dar uma metida, hehehe. Que putão!
Meu pai, que não percebeu nada, continuava lá com os amigos do Sergio e outro par de casais.
Quando a mamãe chegou, eles comentam que decidiram ir pra casa do Manuel, pai do Sergio, pra relembrar os tempos de jovem.
Eles me parecem umas crianças quando ouço dizer que querem jogar no tal pebolim que não param de falar a noite toda.
As mulheres reclamam. As dos outros dois decidem ficar sozinhas no baile e a mãe do Sergio comenta que ela vai pra casa, assim como minha mãe, o que me alegra ouvir.
No final, vamos meus pais, os do Sergio e os outros dois amigos do papai em direção à casa do dito cujo.
Ao chegar, a mãe do Sergio fica na porta da casa se despedindo da mamãe, enquanto Manuel abre pelo lado da rua a porta da garagem.
Depois de acender a luz, ele nos manda entrar e nos mostra orgulhoso o "famoso" pebolim que ele guarda ali.
Ele estava lá, num dos lados da imensa garagem, junto à porta que dava pro interior da casa.
Ele, meu pai e os outros dois logo se preparam pra começar a primeira partida. Parecem umas crianças.
Eu me sento num sofá velho que tem ali e fico observando.
Daqui a pouco, eu espiro pela porta e vejo que minha mãe e a do Sergio continuam lá conversando.
Não entendo como minha mãe tem coragem de conversar com aquela mulher quando, poucos minutos antes, ela tava pronta pra dar pro filho dela.
Não entendo o que passa pela cabeça dela esse verão pra ela se comportar assim.
Volto pra dentro e me sento de novo. Volto a pensar que eles parecem crianças, principalmente meu pai, que nunca vi se comportar assim na vida.
Sem dúvida, ele tá curtindo como anos atrás ele fazia aqui, na sua vila. O barulho da porta da casa fechando me tira dos meus pensamentos. Parece que minha mãe e a mãe do Sergio já cansaram da conversa. Eu ia sair para verificar quando ouço de novo, ao longe, a voz e as risadas da minha mãe. Devia estar enganado. Depois de um tempo, ouço a porta de novo e dessa vez eu saio. Esperava encontrar minha mãe indo em direção à nossa casa e, em vez disso, fico paralisado ao encontrar os dois primos amigos do Sergio na porta da garagem, prestes a entrar. Ao me verem, eles dizem: "E aí, grandalhão, você por aqui?" "O que vocês estão fazendo aqui?" – pergunto. "Viemos ver como esses caras estão jogando e, se der chance, jogar um pouco também, né?" – diz o de camisa, olhando para o primo. "É verdade" – responde o de camiseta – "acho que hoje à noite todo mundo tá com vontade de jogar, hahaha". Entro para dentro e os dois me seguem. Cumprimentam todos e se sentam ao meu lado no sofá velho. O pai do Sergio pergunta pelo filho, e eles respondem que ele estava se sentindo meio mal e foi para casa descansar um pouco. Que vão esperar por ele aqui até ele melhorar. Não entendo nada do que está acontecendo. Penso no que ocorre, uma e outra vez, e nada faz sentido. Vejo como esses dois babacas não param de se olhar, sem parar de sorrir. Algo está acontecendo e não sei o que é. Assistimos ao jogo. Depois de alguns minutos, o de camisa tira a carteira do bolso e começa a brincar com ela, abrindo e fechando. De repente, dois preservativos caem no sofá, que ele pega olhando para mim. Ele diz rindo: "Que peitos os da sua mãe, rapaz, esperava usar esses com ela". Não consigo evitar chamá-lo de imbecil e me viro de novo para ver como o jogo continua, enquanto os dois riem à toa. Eles me dizem: "Não fica puto com a gente, rapaz, você tem coisas piores com que se preocupar..." No mesmo instante, penso que devem estar se referindo ao Sergio. Olho para eles, dando a entender que não entendo do que estão falando, e o de camiseta, sorrindo, aponta para a porta que dá para dentro da casa. Sem pensar, me levanto e vou em direção a ela. Está entreaberta e vejo que leva ao hall de entrada da casa. Eu a empurro e logo ouço as risadinhas da mamãe e as do Sérgio. Agora entendi tudo. A primeira vez que ouvi a porta da casa fechando, sem dúvida era a mãe do Sérgio que devia ter entrado, e a segunda vez deve ter sido ele com minha mãe. Vi que havia luz na sala e que as risadinhas vinham de lá. Da porta, vejo os dois sentados em um dos sofás. O Sérgio tenta de todas as formas meter a mão na mamãe, de novo e de novo, o que ela acha engraçado e, rindo, insiste que ele tem que ir embora, que o papai e eu estamos ali do lado e que ela não pode ficar ali com ele. Ele insiste e alterna entre o amasso que estava dando e oferecer à mamãe um gole da garrafa que está sobre a mesa ou uma tragada do seu cigarro, que cheira muito mal, aliás. Tudo aquilo me horroriza e volto para a garagem. Me sento de novo entre aqueles dois e o da camiseta não demora a me perguntar rindo: Já abriu ela de perna, grandalhão? Que foda que o Sérgio vai dar na sua mãe enquanto o paizinho joga aqui. É que sua mãe é mulher demais pra ele. Mas com o Sérgio ela tá bem servida, hehehe. Pode crer – responde o da camisa, rindo também. Volto para dentro. Tenho que evitar que aconteça a mesma coisa de novo. Ao chegar na sala, fico gelado. Eles não estão mais lá. Ouço barulhos lá em cima, mas quando vou subir, é o Sérgio que desce a escada. Chegando embaixo, ele me diz: – Vaza pra garagem e não arma barraco, não vá minha mãe acordar e a gente se ferrar. E fica tranquilo que não "aconteceu nada". Levei sua mamãe lá pra cima porque ela passou mal com o baseado, mas assim que ela melhorar, a gente tira ela daqui e leva pra sua casa sem seu pai ficar sabendo de "nada"... Entramos na garagem, Sérgio e eu... Meu pai pergunta como ele está e o Sérgio responde que bem. – Já não vai mais meter? – perguntam os amigos dele, rindo. – Não sejam cabrones, temos convidados... e temos que atendê-los - ele responde - Meu pai e os amigos dele estão terminando uma partida e o Sergio vai entrar na próxima. Sento-me no sofá, junto aos dois primos, amigos do Sergio, que não param de cochichar. Logo em seguida, o da camisa se levanta, se aproxima e fica entre o Sergio e meu pai e diz: Com sua permissão, colega, vou "PA´DENTRO" descansar um pouco no sofá, que estou me sentindo muito mal. É que não estou bem e com certeza não demoro muito para vomitar tudo... Não seja cabrão e fica aqui, que logo te deixo jogar... - Responde o Sergio. Se ele não está bem, deixa ele ENTRAR - diz o pai do Sergio. Vai lá e relaxa um pouco, cabronazo - diz o primo dele, o da camiseta, do sofá onde estamos os dois. Garanto que estou péssimo... - Responde ele. Não me considero uma pessoa má, mas confesso que fico feliz ao ouvir ele dizer que não está bem. Quando ele vai sair pela porta que dá para dentro de casa, ele me olha fixamente com o mesmo sorriso no rosto que o Sergio costuma me dar. Isso me deixa desconfiado e é aí que vejo que ele está com uma das camisinhas na mão. Não entendo o que está acontecendo. Entre os gritos dos que estão jogando, não paro de pensar no que aconteceu e fico cada vez mais desconfiado. Não sei se por intuição ou por quê, mas me levanto e também vou para dentro de casa. Seu primo, o da camiseta, me diz rindo: Moleque, vem aqui ver como seu pai joga, que aí não tem "nada" pra ver... Ignoro e, sentindo as batidas do meu coração no peito, vou para dentro. Na sala, não está como imaginei e começo a subir os primeiros degraus da escada em direção ao quarto do Sergio. Temo o pior... Chego lá em cima e vou até o final do corredor. Vejo luz. Mal me espreito pela porta e vejo minha mãe meio adormecida na cama do Sergio, em um estado de semiconsciência. O da camisa não perde tempo. Vejo como ele se coloca ao lado dela e desata o nó do vestido da minha mãe. Ouço ele dizer VOCÊ ME DEIXA DOENTE, GATA..." "PRECISO VER ELAS..." e ele começa a deixar os peitos da mamãe à mostra, abaixando as alças do sutiã até deixá-los sob eles, como o Sérgio havia feito antes nos bastidores. Começa a apertá-los e acariciá-los, dizendo "Uff, que par de pérolas". Ouço ele dizer "acorda, GATA, temos pouco tempo..." e vejo como ele se joga em cima dela e começa a passar a língua de forma descontrolada pelos mamilos e pelas auréolas dos seios da mamãe. De repente, ele se afasta um pouco novamente e ouço ele dizer "você tem que ser boazinha e se comportar", ao mesmo tempo que levanta com as mãos o vestido da minha mãe até chegar com ele aos seus quadris. Ele se agacha entre suas coxas torneadas e, vendo como ele afasta sua calcinha para o lado, ouço ele dizer: Mmmmm, olha só o que você tem aqui, gatinha... depiladinho como eu gosto. O cara não hesita em enfiar a cabeça entre as coxas da mamãe. Afasta suas pernas enquanto lambe sua buceta, empurrando a calcinha para o lado. Meu Deus, vejo ele enfiar sua língua nojenta na buceta da minha mãe para então começar a dar lugar a um dos seus dedos. Minha mãe solta um leve gemido, sem nem mesmo abrir os olhos. Ele se afasta e, se levantando um pouco, leva as mãos aos quadris da minha mãe para começar a puxar sua calcinha preta para baixo. Ouço ele dizer: MAMI, AS GOSTOSAS COMO VOCÊ ME ENLOUQUECEM... Não consigo me conter e dirijo um insulto a ele, e entre dentes o chamo de viadinho... Parece que ele me ouve e me olha, mas, sem se importar nem um pouco, leva a calcinha da minha mãe até o rosto para cheirá-la e com a outra mão volta a enfiar não um, mas dois dedos na boceta da mamãe. Minha mãe parece meio adormecida, mas solta um novo gemido. O grande filho da puta sussurra baixinho para ela enquanto me olha: Me diz se você gosta, gata. Me diz... Siiim - ela diz, e ele me olha sorrindo e responde. Eu já sabia. Você está bem molhadinha, hein?... Sabe, o Sérgio queria se divertir com você, mas não pôde subir... seu marido chegou e está lá embaixo jogando com ele. O quê? Se você está a fim jogar com você também? O quêêê? Que se você quer se divertir? Quero que você se comporte bem e não seja má... Não, não sou... Eu já sabia, "mami". Quero que você seja boa comigo. - Diz enquanto se levanta, joga na minha cara a calcinha da mamãe (que ainda mantinha na mão) e abaixa as calças até os tornozelos. Vejo que ele começa a abrir a embalagem da camisinha e tira da cueca um pau quase do calibre do do amigo dele. Enquanto coloca, me diz com toda a cara de pau: Vai devagar, que eu vou fazer ela se divertir... O quêêê...? - Pergunta minha mãe Pssssssh, meu amor. Calma que não acontece nada. Você só curte. Diz enquanto leva as pernas da minha mãe até os ombros e começa a encaixar o pau dele na bucetinha dela. O que foi? Psssshhhh, nada meu amor. Nós vamos nos divertir muito, mãe, você e eu. - Essa noite você não esquece, vadia. - Diz enquanto começa a afundar no sexo dela sem tirar o olho de mim Minha mãe solta um gemido e ele, me olhando, diz: Isso aí, se comporte e curte um bom pau... Deus, não sei o que fazer. Todos os meus esforços no final foram em vão. Tinha impedido o Sérgio de comer ela de novo, mas lá estava o amigo dele começando a foder minha mãe no quarto sujo dele, cercados por aqueles pôsteres. Pelo estado em que ela está, vejo que a encheram de drogas como fizeram comigo na primeira noite. Ela parece não perceber nada... Porra, que buceta, que apertadinha você tem... Caralho, que delícia. Que gostoso da porra. Você gosta, né? Não sei o que fazer. Como desço e falo pro meu pai que a mamãe está lá em cima meio drogada ou bêbada com um porco em cima dela enfiando o pau? Deus, o que eu faço? De repente, as vozes de baixo me tiram dos meus pensamentos. É meu pai gritando lá de baixo: Porra, moleque, você não quer que a gente perca? Bota mais vontade, caralho. Com vontade... Ao ouvir isso, volto meu olhar de novo para o babaca do amigo e minha pobre mãe. Fico petrificado. Ele está pegando um... ritmo frenético dentro da minha mãe. Dá pra ver que as penetradas são bem fundas e, enquanto ele a fode, o filho da puta responde pro meu pai: "Tô fazendo, velho, tô fazendo. Tô COMENDO ELA E METENDO com VONTADE". Enquanto diz isso, vejo ele cravar o olhar em mim e, meio sorrindo, diz: "E viu se tô fazendo com vontade".
Volto a ouvir as vozes de baixo. Tem um gritaria enorme em volta do pebolim. De novo a voz do meu pai se sobressai por cima das outras: "Forte, garoto, manda ver... manda pro fundo...". Deus, foi ouvir isso e ver as estocadas do amigo na minha mãe na hora... O grandessíssimo babaca me dizia, me olhando: "Até o fundo mesmo...! E não dá pra meter mais forte...! Que gostoso é quando animam a gente... e se for o marido, melhor ainda, hahaha...".
"Que tal, MAMI, tá gostando?" – perguntou ao ouvir um gemido baixo da minha mãe... Fiquei gelado ao ouvi-la dizer: "Sergio... Sergio, maaaais...". "Calma, amor, o Sergio não pode, mas eu fuck you mais... Você vai ter toda a rola que quiser. Você tem uma bucetinha incrível. Me diz se tá gostando. Fala...". "Sim..." – dizia minha mãe de olhos fechados e gemendo, sem nem perceber quem tava comendo ela... Ela já sabia...
"Abre as pernas um pouco mais, amor" – disse pra minha mãe, me olhando – "Adoro sua bucetinha... Sem falar nos seus peitos..." – falou enquanto deitava por completo em cima dela pra começar de novo a mordiscar seus mamilos enquanto continuava comendo...
Deus, cada uma das suas investidas era como uma martelada na minha cabeça e no meu coração, que até algumas semanas atrás eu pensava na minha mãe de outro jeito e nunca como agora...
De novo ouço as vozes que vêm de baixo: "Isso, garoto, empurra, assim de novo, quase..., de novo contra-ataca, chuta forte... GGGGOOOOOOLLLLLLL".
As vozes que ouço vêm de baixo, mas também de cima. Me viro de novo e posso ver o amigo nos seus últimos arrancos... As vozes de cima são dele. Ele diz "GOOOLLLL...", cravando os olhos esbugalhados nos meus. GGOOOOOOLLLL...", DANDO OS ÚLTIMOS ESPASMOS dentro da minha mãe. "GGOOOOOOLLLL...", vendo minha mãe gozar também... Logo vejo ele tirando o pau enorme da buceta da minha mãe, se levantando e dizendo "gooolll", me mostrando balançando a camisinha cheia de porra, com um sorriso de orelha a orelha... Se aproximando da porta onde eu estou, ele diz: Vamos, moleque, desce "pra baixo"... Nem penso. Saio e ele vem atrás de mim. Chegando lá embaixo está o primo dele perto da escada, a quem ele mostra a camisinha cheia de leite rindo e me diz na frente dele: Porra, como sua "MÃE" se comportou, moleque. Nunca tinha comido uma mina assim. Uns peitos fodas os da sua mãe e uma bucetinha viciante. Parece uma garotinha, moleque - diz dando uma palmadinha no meu ombro e entra junto com o outro na garagem pra ver como o resto tá jogando enquanto ele ajeita o pacote. Não sei o que fazer. Espio e vejo meu pai lá que nem uma criança, grudado no pebolim, curtindo pra caralho enquanto aquele cuzão também curtiu a dele comendo a mulher dele, sem ele perceber nada. Entro onde estão todos. O cuzão da camisa se aproximando do meu pai pergunta: E aí, Joaquim? Tá curtindo jogar com esses? Tô sim, moleque, tô curtindo como há tempo não curtia. Que gol que seu amigo marcou na gente. Pois é, tem que treinar mais, homem - responde rindo - Porque marcar gol, ninguém ganha da gente... eu também sou bom em meter, acredite, JOAQUIM. Já ganhei vários troféus. Deixa, deixa que eu te mostro. E você, como tá se sentindo? - perguntou meu pai. Que nem novo, Joaquim, joguei tudo lá dentro e agora tô que nem um deus - meu pai com certeza pensou que ele tinha vomitado, sem suspeitar do que realmente aconteceu. Me deixa aí, Sérgio, e você descansa um pouco, campeão. Vou te substituir... Não podia acreditar, lá estava meu pai de novo sem sacar nada dos comentários daqueles caras. Me afasto um O sofá mal fazia e logo ouço o DE LA Margarita com o Sergio sussurrar: Como foi com esse? - pergunta o Sergio.
Caralho, que puta da mãe. Que vadia enorme. Parece que o baseado fez bem pra ela, hehehe. Não fez nem uma objeção pra abrir as pernas lá em cima com o marido e o filho aqui, hehehe.
Eu já sabia. Essa mina me deixa a mil…
Sergio, depois de dizer isso, vai em direção à porta e o amigo dele me diz: Olha, olha, cara! Parece que o Sergio tá animado de novo... O otário do seu pai não sabe a ração de rola que esse vai dar na gostosa da esposa dele.
Eeeeei, Sergio babaca!, não nos deixa…
Não sejam filhos da puta, que eu não aguento mais. Vou lá em cima amassar um pouco o colchão, hehehe. - responde Sergio.
É, deita um pouco como eu, que depois você desce novo em folha… - responde o amigo dele, que já está brincando com meu pobre pai.
Ai, molecada!, como vocês aguentam pouco agora – diz meu pai, ignorando tudo o que aconteceu e o que estava prestes a acontecer de novo lá em cima…
Sergio começou a subir a escada. Naquele momento, soube que a noite ia ser muito longa com Sergio e os amigos dele ali e minha mãe lá em cima. O que eu não sabia então era que o pior ainda estava por vir. Infelizmente, depois do que aconteceria a seguir naquela noite, nada mais voltaria a ser igual…
Aquela noite, aqueles babacas, com meu pai e eu ali, passaram de todos os limites com minha pobre mãe. O pior ainda estava por vir.
Ela usava um vestido verde de tecido fino, que se ajustava delicadamente a cada uma das curvas do seu corpo. Destacava especialmente seus quadris e seu busto generoso, cuja forma era facilmente visível sob a gaze que os cobria, amarrada no pescoço. O comprimento ficava acima dos joelhos, mostrando apenas o início de suas coxas torneadas. Tudo isso era complementado por seus inseparáveis sapatos pretos de salto altíssimo, sua bolsa e um conjunto de colar e brincos de pérolas que meu pai havia dado a ela no último aniversário de casamento.
Estávamos indo para a praça quando, no meio do caminho, alguém nos chamou. Eram Manuel, o pai de Sergio, e sua esposa. Eles também estavam saindo de casa para ir ao baile. Até aquele momento, eu nem sabia onde eles moravam. Ao nos ver, insistiram para que entrássemos para tomar alguma coisa e depois seguíssemos todos juntos para a praça. Mal entramos, a mãe de Sergio insistiu em nos mostrar a casa. Ambos pareciam orgulhosos do lugar onde viviam. Manuel comentou que haviam construído a casa juntos, ele e Sergio, há apenas alguns anos. Era enorme. Primeiro, nos mostraram o térreo, onde se destacava uma sala de pelo menos 30m², e depois subimos para ver o resto. Havia cerca de seis portas ao longo do corredor. A primeira correspondia ao quarto de ambos, com closet e banheiro incluídos, e uma decoração meio brega. As seguintes, para quartos ainda sem mobília e um banheiro. A última, segundo sua mãe nos disse antes de abrir a porta, era o quarto de Sérgio. Por um instante fiquei curioso para saber como seria. Talvez fosse a ocasião para saber um pouco mais daquele babaca, que estava comendo minha mãe e que fazia aflorar nela seus instintos mais baixos. Assim que sua mãe abriu a porta do quarto, minha curiosidade foi satisfeita. Era exatamente o que eu pensava, um verdadeiro PORCO, um PORCO com letras maiúsculas. Aquele era um quarto enorme, com uma cama de casal desfeita e roupas jogadas por todos os lados. Para completar, tinha até uma cueca no chão, aos pés da cama, e sobre uma das mesinhas havia uma caixa de camisinhas, que ele nem se deu ao trabalho de esconder. Mas o pior não era isso, e sim uma das paredes. O grandessíssimo porco a tinha completamente forrada com pôsteres de minas peladas, todas com algo em comum, uns peitões enormes, até diria desproporcionais. Sua mãe logo se desculpou, comentando com a minha algo como "Você sabe como são esses garotos, Ana. Não tem quem aguente, né?". Naquele momento, outra porta que dava para o quarto se abriu. Sérgio apareceu quase pelado, coberto apenas por uma toalha na cintura. Aquele era o banheiro do quarto dele. De novo pude ver o corpão que aquele filho da puta tinha. Nele não havia um músculo que passasse despercebido. Ele nem se perturbou ao nos ver, até diria que achou graça na situação. Vi como ele olhou para minha mãe sem a menor cerimônia com aquele sorriso que tanto me irritava. Comentou que estava tomando banho "pra sair pra caçar" naquela noite e, dirigindo-se ao meu pai, disse rindo: "Viu que decoração, Joaquim? Hahaha... As peitudas são o melhor do quarto, né?"
"Que patife você se tornou, malandro." - respondeu meu pai
"Você não sabe bem. Tem que aproveitar enquanto é jovem e pode, hahaha" - ele dizia na frente dos pais sem nenhuma vergonha. Minha mãe estava como que em transe. Não tirava o olho do torso daquele cretino ou, quando não, daqueles pôsteres. A mãe do Sérgio foi a primeira a começar a sair do quarto. Seguiu-se o marido dela, meu pai, eu e por último minha mãe. Enquanto saía, pude ouvir claramente o Sérgio dizendo: Olhar pra elas é como ver você, gostosa, só que as suas são melhores. Essas aí é que queriam ter esses peitões seus... Cala a boca! — ouvi minha mãe responder. Eu queria ir embora dali. Ainda demorou alguns minutos até que os pais dele e os meus decidiram ir pra praça. Imediatamente me apressei em sair com eles dali. No caminho até lá, paramos em 3 ou 4 barraquinhas onde nos ofereceram limonada. Eu só bebi em uma delas, mas meus pais e os deles beberam em todas. Assim que chegamos na praça, meu pai começou a cumprimentar um e outro. A maioria era gente que ele não via há décadas. Nem preciso dizer que ele se exibia apresentando minha mãe. Depois de um tempo, meus pais estavam conversando com umas 15 ou 20 pessoas. A noite prometia ser das mais chatas pra mim... Devia ter umas 250 ou 300 pessoas ali, a maioria velhos ou da idade dos meus pais. Jovens, muito poucos. Depois de um tempo, meu pai decidiu convidar alguns casais com quem conversava pra tomar alguma coisa no balcão do bar que estava montado no fundo da praça. Quando fomos pra lá, vi que o Sérgio estava ali com dois caras que eu não conhecia. Por que aquele cretino tinha que vir encher o saco aqui? Puto da vida, decidi não perder ele de vista a noite toda. Ficamos um tempo naquele balcão, o suficiente pra eu descobrir que os outros dois eram uns amigos que o Sérgio tinha em Medina del Campo e com quem ele devia ter curtido mais de uma farra. Pelo que ouvi, eram primos entre si. O primeiro deles era um cara de 26 anos, vestindo um short xadrez, um tênis e uma camiseta verde, de uma marca conhecida, com uma grande margarida a costas. O que mais me surpreendeu nele era que tinha o mesmo rosto do Villa, jogador do Valencia, embora o corpo fosse bem mais quadrado. O outro, seu primo, era mais velho que o resto. Devia ter uns 32 anos, moreno e bem sarado também, com cerca de 1,90m, barba por fazer e um visual muito mais cuidado. Vestia uma calça jeans escura, cinto branco e uma camisa também branca, com as mangas arregaçadas e um pouco justa, que marcava um peitoral tão pedrado quanto o do Sérgio. Enquanto meus pais conversavam com aqueles casais, eu comecei a cumprir minha missão. Posicionado atrás da minha mãe e a poucos metros deles, tentava não perdê-los de vista naquela improvisada mesa de bar onde estávamos. Meu pai e os outros falavam de como se divertiam quando eram crianças, das brincadeiras que faziam na escola e de como se divertiam com o pebolim que havia no antigo bar do povoado. Porém, não demorou para eu ouvir outros comentários paralelos que sem dúvida vinham do Sérgio e seus dois amigos. Ao mesmo tempo em que ouvia Manuel, o pai do Sérgio, falar do tal pebolim, escutei claramente o da camisa falando dos peitos da minha mãe: "Porra, como essa madura tá gostosa". "Já te digo..." – respondia seu primo. "O corpo é de cair o queixo, mas os peitos são foda, hein?" Deus, eu não conseguia acreditar que estava acontecendo de novo a mesma coisa do primeiro dia. Será que eu estava imaginando? Mas não, comecei a ouvir claramente o resto dos sussurros: "É assim que eu gosto, com dois belos melões. Que tesão que essa gata tem, né Sérgio?" "O que vocês vão me contar... Se é daquela que eu falei..." "Não fodendo que é essa, cabrão..." – perguntava espantado o da camisa. As palavras do Sérgio se misturavam com as de seu pai, que explicava ao meu que aquele tal pebolim estava na garagem dele, já que mandaram jogar fora quando reformaram o bar do povoado tempos atrás. De novo eu conseguia ouvir os comentários daqueles três: A mesma que você viu de leggings - respondia Sergio orgudhoso e se exibindo por ter comido minha mãe. Pergunte pro Carlos e pro Victor se quiser, deixei eles experimentarem ela há pouco e piraram... Caralho mano, tô ficando durasso só de pensar - dizia o da camiseta - com aqueles "peitões" que ela tem. Se você visse bem, você piraria... a sorte daquele velho de poder curtir ela todo dia, mesmo que não faça, hehehe - respondia Sergio Pra isso você tá aí, né seu fdp? Pra aproveitar os descuidos dele e fazer a mulher dele gozar... - dizia o da camisa branca rindo Tá ligado mano. Ela teve que vir pra cidade do marido pra saber o que é curtir de verdade. Mas é claro, ela vai sair daqui bem treinada e completamente satisfeita, hahaha Eu alucinava que o Sergio falava assim com os pais dele e, pior ainda, com o meu pai, a poucos metros. Nem sabia pra onde olhar de tanta nervosidade que tava entrando em mim. Tentava desviar o olhar deles mas de vez em quando confesso que via aqueles dois babando enquanto despiam minha mãe com o olhar... Eu tentava fazer de conta que não tava entendendo nada mas não perdia uma palavra do que eles diziam. Não pensava em permitir que a mesma história se repetisse de novo e, apoiado no balcão do bar, continuei ouvindo: Ela tem uma cara de viciada que não aguenta. Ela curte uma putaria? - perguntava o da margarida, que parecia um tarado de verdade Tem que trabalhar bem pra esquentar ela, mas quando ela pega no tranco não tem quem pare mano... puro vício Não fode, seu arrombado... - dizia o da camisa Quando ela perde a linha, você não tem ideia de como ela curte aquele buracão viciado que tem E aquele velho? Não desconfia que você tá comendo ela? Nada, ele é um otário que não percebe porra nenhuma... E aquele "garotão" também não? - perguntou o outro Só te digo que a primeira vez eu comi ela com esse "trouxa" aqui na frente - dizia Sergio se referindo a mim -. Acho que curti mais por causa disso. Nem imagina o tesão que me dava ver ele ali vendo ele comer os melões e abrir o bucetão da mãe dela sem que ela dissesse nem "ai"... Aproveitei em doble fodendo ela com ele ali, "chapado", vendo tudo e sem poder fazer nada. Cala a boca que aí vem gente - ouvi um deles dizer. A verdade é que eu estava tão concentrado tentando escutar que nem percebi que meus pais e o resto tinham ido dançar e estavam voltando pra onde a gente estava. Ao passar na frente do Sérgio e dos amigos, os pais dele e os meus pararam pra conversar. Depois dos cumprimentos, o babaca da camiseta comenta com meu pai que o Sérgio já tinha contado do carro que a gente tem e que minha mãe deixou ele experimentar uma noite. O primo dele olhava pro Sérgio e sorria, enquanto meu pai, ingênuo, sem desconfiar que o cara tava falando do corpo da minha mãe o tempo todo, respondeu orgulhoso que quando ele quisesse, deixaria experimentar também. Nem preciso dizer que o Sérgio e o outro quase morreram de rir, enquanto o cara respondia pro meu pai que esperaria ansioso o momento e que faria com prazer, que o Sérgio tinha falado maravilhas dele... Ficou por isso mesmo... Enquanto isso, o da camisa aproveitou pra comentar com minha mãe que tinha visto ela dançar e que ela dançava muito bem. Que não podia dizer não pra essa dança. Pro meu desespero, vejo minha mãe, com permissão do papai, aceitar e sair pra dançar. Não tiro o olho deles. Dançam uma, outra e durante a terceira música observo que aquele babaca começa a apertar a bunda da mamãe. Em seguida vejo ele levar a mão desde as costas dela, pelo lado, até o peito. Me aproximo e digo: Troca de casal! - O amigo do Sérgio me fulmina com o olhar... - Tento manter tudo sob controle. É claro que esses caras são um perigo incrível, tanto ou mais que o amigo Sérgio. Termina aquela dança e minha mãe comenta que a gente devia ir pro balcão do bar onde tá meu pai com o resto, mas o Sérgio se aproxima e não dá opção. Me diz: Moleque, Bar "amigo" dos mais vividos. Que ousadia dançar com a minha mãe... Que filho da puta! Vejo como ele agarra ela e não tiro os olhos de cima deles. O amigo dele, o de camiseta, vem e comenta como minha mãe dança bem: "É um prazer ver como ela se mexe..." - ele me diz. Me afasto dele e me aproximo do Sérgio e da minha mãe, mas fingindo estar distraído. Não pretendo perdê-los de vista nem por um instante. Ouço ele comentando que ela está irresistível e vejo que tenta apalpar a bunda da minha mãe, mas ela, percebendo minha presença, segura as mãos dele. Capturo 1 ou 2 olhares do Sérgio que me fulminam. Estou estragando todos os planos dele... Quando essa música termina, sou eu quem tira a mamãe para dançar de novo, mas no meio o Sérgio pede para trocar de par novamente. Minha mãe ri e diz que está bem, mas que esse já é o último, que depois vai para o bar com meu pai. Observo eles de longe, até que seus malditos amiguinhos se aproximam de mim. O de camiseta me diz: "Parece nervoso, moleque, o que foi? Que cretinos!" Respondo, olhando nos olhos deles, que comigo está tudo bem. Quando me viro, algo me surpreende. Perdi de vista minha mãe e o Sérgio. Tento me acalmar. Foram uns segundos, então eles têm que estar aqui. Olho a praça de um lado a outro e não os vejo. "E aí, grandalhão? Sério, te vejo agitado..." - me diz com ironia, sorrindo, o de camiseta. "Mano, você não parece seu pai. Olha ele lá tão de boa, curtindo a noite e deixando os outros curtirem, diferente de você..." - diz o outro. Dirijo a eles um olhar de ódio e não perco tempo. Se não estão ali, não podem estar longe. Não passou nem um minuto desde que os perdi de vista. Percorro a praça do palco até o fundo e não vejo nada. Me aproximo de um lado e nada. Vou até o outro e, em uma das ruas que saem dali, a mais estreita e escura, consigo ver 2 silhuetas na entrada da varanda de uma das casas. Me aproximo com cautela, mas com determinação. Não vou permitir... Nada. Vejo uma silhueta masculina de costas e alguém agachado na frente dele. Conforme me aproximo, confirmo minhas suspeitas. É um boquete. Minha mãe deve estar chupando aquele filho da puta! Mas que porra está acontecendo com ela desde que chegamos aqui? Acelero o passo e, quando estou a alguns metros, me acalmo. Vejo que não são eles, mas sim Carlos, o amigo de Sérgio que dias antes deu a bunda da minha mãe. Ele está com as calças nos tornozelos e uma garota de não mais que 16 ou 17 anos está fazendo um boquete espetacular nele. Recuo. Onde diabos eles se meteram? Estou voltando para a praça quando, na mesma rua, vejo outro casal em um carro. Me aproximo e vejo no banco de trás Victor, o outro amigo de Sérgio da vez anterior, enfiando em outra novinha. Mas o que estava acontecendo com os cretinos dessa cidade? Eles não pensam em outra coisa além de foder as mães, filhas ou irmãs de alguém? Puta que pariu, que babacas! Mas posso respirar tranquilo, já que desta vez não é minha mãe que estão fodendo. Onde o babaca do Sérgio terá se metido? E, pior ainda, o que ele estará fazendo com minha mãe? Paro novamente e olho de volta para o centro da praça e seus quatro lados. Quatro? Eu disse quatro? Como pude ser tão burro? Só olhei nos três lados livres e, da última vez que os vi, estavam dançando perto do palco. Não tenho dúvidas, devem estar atrás do palco que montaram para os músicos. Vou até lá e, de fato, os encontro... Ao chegar, vejo que Sérgio tem minha mãe sentada no capô de um carro, entre o palco e a van dos músicos. Fico atrás da van, a apenas um metro ou um metro e meio deles. Não consigo ouvi-los por causa da música horrível que está tocando, mas pelo menos posso vigiar o que acontece. Vejo minha mãe sentada no capô e Sérgio de frente para ela, entre suas pernas, em pé e fumando. Ele passa uma das mãos pela coxa da minha mãe e, entre uma tragada e outra, tenta beijá-la. Minha mãe... Ela desvia com um riso e ele passa o cigarro para que ela fume... Vejo suas mãos se dirigirem novamente às coxas da mamãe. Não demoram a desaparecer sob o tecido do vestido, até que minha mãe parece tentar detê-lo em sua subida ansiosa. Ela segura suas mãos até conseguir tirá-las de entre suas coxas, enquanto ele consegue roubar o primeiro beijo, afastando o cigarro para depois devolvê-lo. Agora suas mãos ávidas pousam sobre os peitos da mamãe, tentando abarcá-los. Suas mãos nervosas não cessam no empenho de monopolizar completamente os seios da minha mãe e, de novo, ele rouba outro beijo, mas desta vez tentando explorar completamente com sua língua a boca dela. Me surpreende ver que minha mãe pousa as mãos sobre o torso dele, como querendo se agarrar a seus peitorais pétreos. É óbvio que parece começar a gostar do jogo, coisa que ele deve perceber e, aproveitando, leva suas mãos até o pescoço dela. Sem que mamãe perceba, vejo ele desfazer o nó do vestido, que desliza para baixo até chegar à sua cintura. Esse safado aumenta a intensidade do amasso na minha mãe enquanto começa um frenético apalpamento em suas tetas por cima do sutiã... Vejo que ele dá um passo atrás, como para ampliar seu campo de visão, e em seguida abaixa com as mãos as copas do sutiã da minha mãe para baixo, puxando seus peitos túrgidos para cima dele, sem necessidade de tirá-lo. É errado dizer, mas volto a pensar que as tetas da mamãe são incríveis... Vejo que ele novamente leva suas mãos ávidas até elas e começa a apalpar centímetro a centímetro cada uma daquelas tetas admiradas. Ele as esfrega, as pressiona, as aperta, puxa seus mamilos, enquanto babando com sua língua a boca e os lábios da minha mãe para, em seguida, se lançar sobre eles... Vejo como ele leva seus lábios e dentes até aqueles mamilos proeminentes, como começa a beijá-los, lambê-los, chupá-los, mordiscá-los, sugá-los, até deixar as tetas da minha Mãe toda brilhante por causa da baba dele... Ele se aproxima dela de novo. Beija ela, acaricia seu pescoço, suas costas... Que fdp! Baixa a mão de novo e a direciona entre as pernas dela... Minha mãe tenta tirar, mas não consegue e ele continua beijando ela. Ao ver aquilo, não sei o que fazer, se me aproximo deles para impedir que as coisas vão mais longe ou se viro e aviso meu pai do que está acontecendo, para que ele finalmente aja ao saber o que se passa. Confesso que me aproximar da minha mãe naquela situação me mataria de vergonha e suponho que com ela seria a mesma coisa se eu fizesse isso. Ao parar de pensar nas minhas opções, vejo que Sergio já tem com uma das mãos a calcinha da mamãe pela metade das coxas e com a outra dirige os movimentos de uma das mãos dela por cima do pacote dele. Antes que eu possa assimilar o que vejo, observo como as calças dele caem para baixo e que com uma das mãos ele se dispõe a fazer o mesmo com a cueca vermelha que está usando. Esse filho da puta não perde tempo, sem dúvida, e se eu me descuidar ele fode a mamãe de novo. Tenho que agir agora... Saio de lá. Não posso consentir que aconteça nada de novo. Me dirijo para onde estão meu pai e seus amigos de infância, mas, no meio do caminho, vejo como os dois priminhos me olham e um deles, o da camiseta, vai lançado para a parte de trás do palco. O outro me olha fixamente ao me cruzar com ele no meu caminho para o balcão do bar e coloca o dedo indicador nos lábios, como me dizendo para calar a boca e não dizer nada. Quando chego onde está meu pai, me viro para trás e vejo de novo Sergio dançando com minha mãe junto aos músicos. Parece que o grande fdp tinha os amigos dele controlando tudo. Suspiro, pelo menos. As coisas, graças a Deus, não foram mais longe. Quando acabam aquela dança, Sergio traz minha mãe, que vem toda atrapalhada, sem dúvida pelo que aconteceu. Aos outros, os vejo se aproximando sorrindo e comentando coisas baixinho. Ao chegar na minha altura, ouço claramente como o da A camiseta diz pro outro: Caralho, que cabrão que ele tá feito. Já tinha ela sem calcinha e com os dois peitões ao léu...
Não brinca – dizia o primo – Se você visse que peras ela tem, mano... Alucinantes... Que coisa mais gostosa!
E o Sergio ali, com o pauzão pra fora que tava o muito cabrão, pertinho de dar uma metida, hehehe. Que putão!
Meu pai, que não percebeu nada, continuava lá com os amigos do Sergio e outro par de casais.
Quando a mamãe chegou, eles comentam que decidiram ir pra casa do Manuel, pai do Sergio, pra relembrar os tempos de jovem.
Eles me parecem umas crianças quando ouço dizer que querem jogar no tal pebolim que não param de falar a noite toda.
As mulheres reclamam. As dos outros dois decidem ficar sozinhas no baile e a mãe do Sergio comenta que ela vai pra casa, assim como minha mãe, o que me alegra ouvir.
No final, vamos meus pais, os do Sergio e os outros dois amigos do papai em direção à casa do dito cujo.
Ao chegar, a mãe do Sergio fica na porta da casa se despedindo da mamãe, enquanto Manuel abre pelo lado da rua a porta da garagem.
Depois de acender a luz, ele nos manda entrar e nos mostra orgulhoso o "famoso" pebolim que ele guarda ali.
Ele estava lá, num dos lados da imensa garagem, junto à porta que dava pro interior da casa.
Ele, meu pai e os outros dois logo se preparam pra começar a primeira partida. Parecem umas crianças.
Eu me sento num sofá velho que tem ali e fico observando.
Daqui a pouco, eu espiro pela porta e vejo que minha mãe e a do Sergio continuam lá conversando.
Não entendo como minha mãe tem coragem de conversar com aquela mulher quando, poucos minutos antes, ela tava pronta pra dar pro filho dela.
Não entendo o que passa pela cabeça dela esse verão pra ela se comportar assim.
Volto pra dentro e me sento de novo. Volto a pensar que eles parecem crianças, principalmente meu pai, que nunca vi se comportar assim na vida.
Sem dúvida, ele tá curtindo como anos atrás ele fazia aqui, na sua vila. O barulho da porta da casa fechando me tira dos meus pensamentos. Parece que minha mãe e a mãe do Sergio já cansaram da conversa. Eu ia sair para verificar quando ouço de novo, ao longe, a voz e as risadas da minha mãe. Devia estar enganado. Depois de um tempo, ouço a porta de novo e dessa vez eu saio. Esperava encontrar minha mãe indo em direção à nossa casa e, em vez disso, fico paralisado ao encontrar os dois primos amigos do Sergio na porta da garagem, prestes a entrar. Ao me verem, eles dizem: "E aí, grandalhão, você por aqui?" "O que vocês estão fazendo aqui?" – pergunto. "Viemos ver como esses caras estão jogando e, se der chance, jogar um pouco também, né?" – diz o de camisa, olhando para o primo. "É verdade" – responde o de camiseta – "acho que hoje à noite todo mundo tá com vontade de jogar, hahaha". Entro para dentro e os dois me seguem. Cumprimentam todos e se sentam ao meu lado no sofá velho. O pai do Sergio pergunta pelo filho, e eles respondem que ele estava se sentindo meio mal e foi para casa descansar um pouco. Que vão esperar por ele aqui até ele melhorar. Não entendo nada do que está acontecendo. Penso no que ocorre, uma e outra vez, e nada faz sentido. Vejo como esses dois babacas não param de se olhar, sem parar de sorrir. Algo está acontecendo e não sei o que é. Assistimos ao jogo. Depois de alguns minutos, o de camisa tira a carteira do bolso e começa a brincar com ela, abrindo e fechando. De repente, dois preservativos caem no sofá, que ele pega olhando para mim. Ele diz rindo: "Que peitos os da sua mãe, rapaz, esperava usar esses com ela". Não consigo evitar chamá-lo de imbecil e me viro de novo para ver como o jogo continua, enquanto os dois riem à toa. Eles me dizem: "Não fica puto com a gente, rapaz, você tem coisas piores com que se preocupar..." No mesmo instante, penso que devem estar se referindo ao Sergio. Olho para eles, dando a entender que não entendo do que estão falando, e o de camiseta, sorrindo, aponta para a porta que dá para dentro da casa. Sem pensar, me levanto e vou em direção a ela. Está entreaberta e vejo que leva ao hall de entrada da casa. Eu a empurro e logo ouço as risadinhas da mamãe e as do Sérgio. Agora entendi tudo. A primeira vez que ouvi a porta da casa fechando, sem dúvida era a mãe do Sérgio que devia ter entrado, e a segunda vez deve ter sido ele com minha mãe. Vi que havia luz na sala e que as risadinhas vinham de lá. Da porta, vejo os dois sentados em um dos sofás. O Sérgio tenta de todas as formas meter a mão na mamãe, de novo e de novo, o que ela acha engraçado e, rindo, insiste que ele tem que ir embora, que o papai e eu estamos ali do lado e que ela não pode ficar ali com ele. Ele insiste e alterna entre o amasso que estava dando e oferecer à mamãe um gole da garrafa que está sobre a mesa ou uma tragada do seu cigarro, que cheira muito mal, aliás. Tudo aquilo me horroriza e volto para a garagem. Me sento de novo entre aqueles dois e o da camiseta não demora a me perguntar rindo: Já abriu ela de perna, grandalhão? Que foda que o Sérgio vai dar na sua mãe enquanto o paizinho joga aqui. É que sua mãe é mulher demais pra ele. Mas com o Sérgio ela tá bem servida, hehehe. Pode crer – responde o da camisa, rindo também. Volto para dentro. Tenho que evitar que aconteça a mesma coisa de novo. Ao chegar na sala, fico gelado. Eles não estão mais lá. Ouço barulhos lá em cima, mas quando vou subir, é o Sérgio que desce a escada. Chegando embaixo, ele me diz: – Vaza pra garagem e não arma barraco, não vá minha mãe acordar e a gente se ferrar. E fica tranquilo que não "aconteceu nada". Levei sua mamãe lá pra cima porque ela passou mal com o baseado, mas assim que ela melhorar, a gente tira ela daqui e leva pra sua casa sem seu pai ficar sabendo de "nada"... Entramos na garagem, Sérgio e eu... Meu pai pergunta como ele está e o Sérgio responde que bem. – Já não vai mais meter? – perguntam os amigos dele, rindo. – Não sejam cabrones, temos convidados... e temos que atendê-los - ele responde - Meu pai e os amigos dele estão terminando uma partida e o Sergio vai entrar na próxima. Sento-me no sofá, junto aos dois primos, amigos do Sergio, que não param de cochichar. Logo em seguida, o da camisa se levanta, se aproxima e fica entre o Sergio e meu pai e diz: Com sua permissão, colega, vou "PA´DENTRO" descansar um pouco no sofá, que estou me sentindo muito mal. É que não estou bem e com certeza não demoro muito para vomitar tudo... Não seja cabrão e fica aqui, que logo te deixo jogar... - Responde o Sergio. Se ele não está bem, deixa ele ENTRAR - diz o pai do Sergio. Vai lá e relaxa um pouco, cabronazo - diz o primo dele, o da camiseta, do sofá onde estamos os dois. Garanto que estou péssimo... - Responde ele. Não me considero uma pessoa má, mas confesso que fico feliz ao ouvir ele dizer que não está bem. Quando ele vai sair pela porta que dá para dentro de casa, ele me olha fixamente com o mesmo sorriso no rosto que o Sergio costuma me dar. Isso me deixa desconfiado e é aí que vejo que ele está com uma das camisinhas na mão. Não entendo o que está acontecendo. Entre os gritos dos que estão jogando, não paro de pensar no que aconteceu e fico cada vez mais desconfiado. Não sei se por intuição ou por quê, mas me levanto e também vou para dentro de casa. Seu primo, o da camiseta, me diz rindo: Moleque, vem aqui ver como seu pai joga, que aí não tem "nada" pra ver... Ignoro e, sentindo as batidas do meu coração no peito, vou para dentro. Na sala, não está como imaginei e começo a subir os primeiros degraus da escada em direção ao quarto do Sergio. Temo o pior... Chego lá em cima e vou até o final do corredor. Vejo luz. Mal me espreito pela porta e vejo minha mãe meio adormecida na cama do Sergio, em um estado de semiconsciência. O da camisa não perde tempo. Vejo como ele se coloca ao lado dela e desata o nó do vestido da minha mãe. Ouço ele dizer VOCÊ ME DEIXA DOENTE, GATA..." "PRECISO VER ELAS..." e ele começa a deixar os peitos da mamãe à mostra, abaixando as alças do sutiã até deixá-los sob eles, como o Sérgio havia feito antes nos bastidores. Começa a apertá-los e acariciá-los, dizendo "Uff, que par de pérolas". Ouço ele dizer "acorda, GATA, temos pouco tempo..." e vejo como ele se joga em cima dela e começa a passar a língua de forma descontrolada pelos mamilos e pelas auréolas dos seios da mamãe. De repente, ele se afasta um pouco novamente e ouço ele dizer "você tem que ser boazinha e se comportar", ao mesmo tempo que levanta com as mãos o vestido da minha mãe até chegar com ele aos seus quadris. Ele se agacha entre suas coxas torneadas e, vendo como ele afasta sua calcinha para o lado, ouço ele dizer: Mmmmm, olha só o que você tem aqui, gatinha... depiladinho como eu gosto. O cara não hesita em enfiar a cabeça entre as coxas da mamãe. Afasta suas pernas enquanto lambe sua buceta, empurrando a calcinha para o lado. Meu Deus, vejo ele enfiar sua língua nojenta na buceta da minha mãe para então começar a dar lugar a um dos seus dedos. Minha mãe solta um leve gemido, sem nem mesmo abrir os olhos. Ele se afasta e, se levantando um pouco, leva as mãos aos quadris da minha mãe para começar a puxar sua calcinha preta para baixo. Ouço ele dizer: MAMI, AS GOSTOSAS COMO VOCÊ ME ENLOUQUECEM... Não consigo me conter e dirijo um insulto a ele, e entre dentes o chamo de viadinho... Parece que ele me ouve e me olha, mas, sem se importar nem um pouco, leva a calcinha da minha mãe até o rosto para cheirá-la e com a outra mão volta a enfiar não um, mas dois dedos na boceta da mamãe. Minha mãe parece meio adormecida, mas solta um novo gemido. O grande filho da puta sussurra baixinho para ela enquanto me olha: Me diz se você gosta, gata. Me diz... Siiim - ela diz, e ele me olha sorrindo e responde. Eu já sabia. Você está bem molhadinha, hein?... Sabe, o Sérgio queria se divertir com você, mas não pôde subir... seu marido chegou e está lá embaixo jogando com ele. O quê? Se você está a fim jogar com você também? O quêêê? Que se você quer se divertir? Quero que você se comporte bem e não seja má... Não, não sou... Eu já sabia, "mami". Quero que você seja boa comigo. - Diz enquanto se levanta, joga na minha cara a calcinha da mamãe (que ainda mantinha na mão) e abaixa as calças até os tornozelos. Vejo que ele começa a abrir a embalagem da camisinha e tira da cueca um pau quase do calibre do do amigo dele. Enquanto coloca, me diz com toda a cara de pau: Vai devagar, que eu vou fazer ela se divertir... O quêêê...? - Pergunta minha mãe Pssssssh, meu amor. Calma que não acontece nada. Você só curte. Diz enquanto leva as pernas da minha mãe até os ombros e começa a encaixar o pau dele na bucetinha dela. O que foi? Psssshhhh, nada meu amor. Nós vamos nos divertir muito, mãe, você e eu. - Essa noite você não esquece, vadia. - Diz enquanto começa a afundar no sexo dela sem tirar o olho de mim Minha mãe solta um gemido e ele, me olhando, diz: Isso aí, se comporte e curte um bom pau... Deus, não sei o que fazer. Todos os meus esforços no final foram em vão. Tinha impedido o Sérgio de comer ela de novo, mas lá estava o amigo dele começando a foder minha mãe no quarto sujo dele, cercados por aqueles pôsteres. Pelo estado em que ela está, vejo que a encheram de drogas como fizeram comigo na primeira noite. Ela parece não perceber nada... Porra, que buceta, que apertadinha você tem... Caralho, que delícia. Que gostoso da porra. Você gosta, né? Não sei o que fazer. Como desço e falo pro meu pai que a mamãe está lá em cima meio drogada ou bêbada com um porco em cima dela enfiando o pau? Deus, o que eu faço? De repente, as vozes de baixo me tiram dos meus pensamentos. É meu pai gritando lá de baixo: Porra, moleque, você não quer que a gente perca? Bota mais vontade, caralho. Com vontade... Ao ouvir isso, volto meu olhar de novo para o babaca do amigo e minha pobre mãe. Fico petrificado. Ele está pegando um... ritmo frenético dentro da minha mãe. Dá pra ver que as penetradas são bem fundas e, enquanto ele a fode, o filho da puta responde pro meu pai: "Tô fazendo, velho, tô fazendo. Tô COMENDO ELA E METENDO com VONTADE". Enquanto diz isso, vejo ele cravar o olhar em mim e, meio sorrindo, diz: "E viu se tô fazendo com vontade".
Volto a ouvir as vozes de baixo. Tem um gritaria enorme em volta do pebolim. De novo a voz do meu pai se sobressai por cima das outras: "Forte, garoto, manda ver... manda pro fundo...". Deus, foi ouvir isso e ver as estocadas do amigo na minha mãe na hora... O grandessíssimo babaca me dizia, me olhando: "Até o fundo mesmo...! E não dá pra meter mais forte...! Que gostoso é quando animam a gente... e se for o marido, melhor ainda, hahaha...".
"Que tal, MAMI, tá gostando?" – perguntou ao ouvir um gemido baixo da minha mãe... Fiquei gelado ao ouvi-la dizer: "Sergio... Sergio, maaaais...". "Calma, amor, o Sergio não pode, mas eu fuck you mais... Você vai ter toda a rola que quiser. Você tem uma bucetinha incrível. Me diz se tá gostando. Fala...". "Sim..." – dizia minha mãe de olhos fechados e gemendo, sem nem perceber quem tava comendo ela... Ela já sabia...
"Abre as pernas um pouco mais, amor" – disse pra minha mãe, me olhando – "Adoro sua bucetinha... Sem falar nos seus peitos..." – falou enquanto deitava por completo em cima dela pra começar de novo a mordiscar seus mamilos enquanto continuava comendo...
Deus, cada uma das suas investidas era como uma martelada na minha cabeça e no meu coração, que até algumas semanas atrás eu pensava na minha mãe de outro jeito e nunca como agora...
De novo ouço as vozes que vêm de baixo: "Isso, garoto, empurra, assim de novo, quase..., de novo contra-ataca, chuta forte... GGGGOOOOOOLLLLLLL".
As vozes que ouço vêm de baixo, mas também de cima. Me viro de novo e posso ver o amigo nos seus últimos arrancos... As vozes de cima são dele. Ele diz "GOOOLLLL...", cravando os olhos esbugalhados nos meus. GGOOOOOOLLLL...", DANDO OS ÚLTIMOS ESPASMOS dentro da minha mãe. "GGOOOOOOLLLL...", vendo minha mãe gozar também... Logo vejo ele tirando o pau enorme da buceta da minha mãe, se levantando e dizendo "gooolll", me mostrando balançando a camisinha cheia de porra, com um sorriso de orelha a orelha... Se aproximando da porta onde eu estou, ele diz: Vamos, moleque, desce "pra baixo"... Nem penso. Saio e ele vem atrás de mim. Chegando lá embaixo está o primo dele perto da escada, a quem ele mostra a camisinha cheia de leite rindo e me diz na frente dele: Porra, como sua "MÃE" se comportou, moleque. Nunca tinha comido uma mina assim. Uns peitos fodas os da sua mãe e uma bucetinha viciante. Parece uma garotinha, moleque - diz dando uma palmadinha no meu ombro e entra junto com o outro na garagem pra ver como o resto tá jogando enquanto ele ajeita o pacote. Não sei o que fazer. Espio e vejo meu pai lá que nem uma criança, grudado no pebolim, curtindo pra caralho enquanto aquele cuzão também curtiu a dele comendo a mulher dele, sem ele perceber nada. Entro onde estão todos. O cuzão da camisa se aproximando do meu pai pergunta: E aí, Joaquim? Tá curtindo jogar com esses? Tô sim, moleque, tô curtindo como há tempo não curtia. Que gol que seu amigo marcou na gente. Pois é, tem que treinar mais, homem - responde rindo - Porque marcar gol, ninguém ganha da gente... eu também sou bom em meter, acredite, JOAQUIM. Já ganhei vários troféus. Deixa, deixa que eu te mostro. E você, como tá se sentindo? - perguntou meu pai. Que nem novo, Joaquim, joguei tudo lá dentro e agora tô que nem um deus - meu pai com certeza pensou que ele tinha vomitado, sem suspeitar do que realmente aconteceu. Me deixa aí, Sérgio, e você descansa um pouco, campeão. Vou te substituir... Não podia acreditar, lá estava meu pai de novo sem sacar nada dos comentários daqueles caras. Me afasto um O sofá mal fazia e logo ouço o DE LA Margarita com o Sergio sussurrar: Como foi com esse? - pergunta o Sergio.
Caralho, que puta da mãe. Que vadia enorme. Parece que o baseado fez bem pra ela, hehehe. Não fez nem uma objeção pra abrir as pernas lá em cima com o marido e o filho aqui, hehehe.
Eu já sabia. Essa mina me deixa a mil…
Sergio, depois de dizer isso, vai em direção à porta e o amigo dele me diz: Olha, olha, cara! Parece que o Sergio tá animado de novo... O otário do seu pai não sabe a ração de rola que esse vai dar na gostosa da esposa dele.
Eeeeei, Sergio babaca!, não nos deixa…
Não sejam filhos da puta, que eu não aguento mais. Vou lá em cima amassar um pouco o colchão, hehehe. - responde Sergio.
É, deita um pouco como eu, que depois você desce novo em folha… - responde o amigo dele, que já está brincando com meu pobre pai.
Ai, molecada!, como vocês aguentam pouco agora – diz meu pai, ignorando tudo o que aconteceu e o que estava prestes a acontecer de novo lá em cima…
Sergio começou a subir a escada. Naquele momento, soube que a noite ia ser muito longa com Sergio e os amigos dele ali e minha mãe lá em cima. O que eu não sabia então era que o pior ainda estava por vir. Infelizmente, depois do que aconteceria a seguir naquela noite, nada mais voltaria a ser igual…
Aquela noite, aqueles babacas, com meu pai e eu ali, passaram de todos os limites com minha pobre mãe. O pior ainda estava por vir.
1 comentários - Minha mãe é a puta do bairro (3)