Amante japonesa parte IV

Fala, galera! Bem-vindos à quarta parte de Amante Japonesa, espero que vocês curtam.

Se é a primeira vez que cai num dos meus contos, por favor, leiam a primeira parte.

Amante Japonesa parte I: http://www.poringa.net/posts/relatos/4109453/Amante-japonesa.html
Todo mundo tava olhando pra Natsuki, que tinha acabado de soltar sem vergonha nenhuma que a gente fosse junto pra um motel. Meus amigos e eu trocamos olhares, e a Saeko só observava a amiga bêbada com uma cara de que o que ela tinha dito foi meio sem graça. Mas o silêncio todo se quebrou quando a Aoi começou a rir.



A decisão foi tomada, a Hina também topou e a Saeko acabou aceitando por maioria dos votos. Enquanto a gente caminhava pra um motel que o Saiba conhecia, o Lisandro, o Takao e eu juntamos grana pra pagar as garrafas que a gente tinha bebido, coisa que a Saeko recusou por um bom tempo até eu forçar ela a pegar o dinheiro como se fosse nosso presente de Natal.

No motel, a gente não encontrou recepcionista, só um tablet com várias opções, oferecendo os quartos e mostrando o preço por tempo de estadia. Todo mundo escolheu o quarto mais caro, já que a gente era oito, então precisava de um quarto grande e com tudo que ofereciam pra um lugar tão caro.

Entramos no quarto e a primeira coisa que vimos foram umas escadas que levavam pra uma área em cima que era um espaço pequeno com futon no chão. A cama tava num canto do quarto, rodeada de travesseiros e com uma TV pra pedir comida, roupa, camisinha e tal. Também tinha um chuveirinho com porta de vidro pra poder espiar a parceira enquanto ela tomava banho.

A gente tava felizão com o que conseguiu. O Saiba contou que tinha descoberto o lugar quando um amigo velho apresentou ele pra uma mulher com quem ele teve a primeira noite, e desde aquele dia ele guardou o lugar, porque queria voltar com outra mulher que já fosse namorada dele.

— Gritou o Takao, empurrando o Saiba do caminho pra evitar que ele pegasse ela, igual ele tinha perdido a chance de falar com a Aoi na época.

— Disse a Natsuki, segurando o Takao e beijando ele enquanto levava para a cama —

Aquele beijo despertou algo em todos nós, começamos a tirar a roupa devagar enquanto nos olhávamos. As mulheres deixando ver cada uma sua pele nua, seus peitos, suas calcinhas, suas coxas e suas bundas. Os homens abaixando as cuecas pra mostrar nossas ereções crescendo.

------

Cada pessoa no quarto com os olhos fixos no seu par. Os homens deram o lugar de mulher com o corpo mais gostoso pra Natsuki, que já estava em cima do jovem Takao, comendo ele de beijos. As mulheres deram o lugar de homem com a melhor piroca pra Lisandro, sendo a dele a mais comprida, Miguel perdendo só porque a dele era uns centímetros menor, mas bem mais grossa que a do amigo.

Mesmo que os outros não tenham levado o prêmio, Takao e Saiba não ficavam atrás, suas ereções chegavam no máximo a 17 cm, igual a do Miguel, só que não tão grossas. O mesmo com Hina e Aoi, seus corpos eram quase tão atraentes quanto os da Saeko e Natsuki, a parada é que elas sendo tão novinhas não podiam competir com as mulheres mais velhas.

Hina não conseguiu evitar uma expressão de surpresa ao ver a piroca do namorado, admitindo que era a primeira vez dela e que não se sentia muito segura agora por causa do tamanho. Lisandro pegou o controle da TV e procurou até achar lubrificante, pedindo pra ela e dizendo que era melhor se ela relaxasse, agarrando ela pela cintura e sentando ela na perna dele pra começar a brincar com ela.

Seguindo a liderança do Lisandro, Saiba agarrou a Aoi pela cintura e puxou ela pra perto, colocando o pau duro contra a barriga dela e tocando os abdominais dele. Aoi começou a rir pela aproximação repentina do Saiba, dando um beijo de língua nele, andando em direção ao quartinho.

Miguel e Saeko ficaram se olhando sem saber o que fazer. Saeko só sentou em outro dos sofás, abrindo as pernas pra ele. Miguel não hesitou nem um segundo e se lançou-se a lamber sua buceta com todo gosto. Natsuki estava igual, só que ela era quem devorava o pau de Takao, que não conseguia parar de gemer enquanto ela engolia o pênis inteiro dele e ainda dava umas lambidas nas bolas.

Passaram-se alguns minutos enquanto todos continuávamos nos esquentando até que o lubrificante que Lisandro pediu chegou. Com o lubrificante na mão, deixou Hina vê-lo enquanto ele continuava masturbando ela, e agora adicionava o lubrificante para tentar facilitar ainda mais a penetração. Seguiu assim por mais um tempo até que pediu um dos preservativos que estavam ao lado da cama para Takao, que os jogou sem hesitar para que nem Natsuki nem ele se distraíssem. Lisandro não hesitou nem um momento, colocou a camisinha e se certificou de que ela estivesse relaxada e lubrificada o suficiente para meter a cabeça do pau devagar.

Hina soltou um grito repentino ao sentir a ponta entrando, mas Lisandro não parou; em vez disso, foi um pouco mais devagar, perguntando se estava tudo bem para evitar que ela se tensione e que o prazer dos dois desaparecesse por um simples desconforto. Quando a maior parte do pênis entrou, Lisandro a beijou para prepará-la antes de começar a se mover, coisa que deixou todo mundo tenso para vê-los transar de uma vez.

Enquanto isso, no quartinho de cima, Saiba e Aoi se masturbavam um ao outro. A garota brincava com a cabeça do pau usando o líquido pré-seminal para lubrificar e deixá-lo mais sensível, enquanto o garoto fazia movimentos circulares no clitóris dela para levá-la ao orgasmo. Pararam por um momento e Saiba a deitou no futon para lamber confortavelmente sua buceta, lambendo o clitóris em círculos e brincando com os lábios dela para fazê-la gozar e deixá-la bem lubrificada.

Quando terminou, espiou pelas escadas para pedir um preservativo, só para ver que já tinham sido superados como o primeiro casal a transar. Lisandro e Hina estavam como feras, mesmo sendo a primeira vez dela. Primeira vez, ela não parava de se mexer pra pelo menos não deixar o namorado dela ser o único que tava se esforçando, tendo que parar de vez em quando porque não conseguia segurar os gemidos e os tremores só de estar no meio do coito com alguém que a segurava pela bunda e batia as coxas dela a cada estocada que dava pra meter o pau inteiro de novo.

Todo mundo tava excitado, a Natsuki tinha parado de chupar o Takao pra ver a cena e agora tava masturbando ele enquanto olhavam. O Takao viu o Saiba na escada e jogou outro preservativo pra ele, percebendo que só tinham sobrado dois, que seriam pra ele e pro Miguel, então pegou o controle igual o Lisandro e pediu uma leva de camisinhas, o suficiente pro que seria uma boa noite de sexo.

O Miguel e a Saeko tavam num 69, devorando a buceta um do outro enquanto olhavam de canto e ouviam atentamente a puta trepada que o Lisandro tava dando na Hina, do mesmo jeito, deram pra ouvir os gemidinhos da Aoi no quartinho lá em cima. Os dois gozaram juntos, mas a situação fez o Miguel continuar duro, então ele também pediu uma camisinha pra começar a meter na Saeko, e o Takao, já sem aguentar mais, pegou a dele e deixou a Natsuki sentar em cima dele e cavalgar, enquanto o Miguel estocava a Saeko de quatro.

A noite continuou, o Lisandro foi o primeiro a gozar porque não aguentou mais, tirando o pau e removendo a camisinha, deixando a Hina exausta, mas feliz por ter curtido tanto. O próximo foi o Saiba, que quando terminou, desceu junto com a Aoi pra trocar com o amigo, podendo assim ver o Takao e o Miguel transando e o Lisandro poder comer a Hina deitados e confortáveis.

O Miguel e o Takao gozaram quase ao mesmo tempo, os movimentos da Natsuki eram bons demais pro Takao aguentar muito, ainda mais sendo a primeira vez dele. O Miguel, por outro lado, sentir a bunda da Saeko batendo e saber que agora eles não eram mais amantes, mas sim namorados, deixou ele tão excitado Gozou gostoso dentro da camisinha e beijou ela, agarrando a bunda dela.

Chegaram as outras camisinhas e eles transaram de novo, Lisandro e Hina agora estavam de quatro, Miguel e Saeko estavam na cama e ele tava fazendo um mating press nela, Saiba tava segurando Aoi contra a parede e metendo com vontade, e Takao e Natsuki estavam de papai e mamãe num dos sofás.

As horas passaram e os caras olharam o catálogo do motel enquanto descansavam, vendo que dava pra pedir fantasias pras minas, então pediram o que mais gostavam. Lisandro pediu um uniforme de colegial pra Hina, Miguel e Takao pediram um maiô de colégio pra Saeko e Natsuki, que ficavam pequenos nelas, marcando muito as bundas e os peitos delas, às vezes enfiando no meio da bunda ou fazendo um peito escapar, e Saiba só pediu um biquíni pra Aoi.

A noite seguiu por horas até que todos finalmente ficaram exaustos, tendo usado quinze camisinhas no total e deixado várias manchas de suor na cama, sofás e futon, estavam satisfeitos.

-----

Saímos do quarto depois de tomar um banho pra tirar todo o suor. Estávamos relaxados e completamente sugados de energia, mas curtimos a noite toda.

- - Disse Lisandro, que mantinha Hina perto dele. Ela tava muito mais cansada que todos nós, tudo por ser a primeira vez dela, mas dava pra ver que tava feliz -

- - Falou Natsuki, que não soltava o Takao e agora mostrava um interesse maior do que antes no garoto.

-

-

A cara do Takao ficou vermelha quando ouviu ela falar isso, fazendo todo mundo rir. Não só estávamos relaxados depois de uma boa foda, ainda estávamos meio bêbados de ter bebido tanto antes. Sabia explicou que Aoi não morava muito longe, então ele e ela se despediram rápido. Lisandro e Natsuki foram com seus respectivos parceiros para levá-los em casa, e Saeko e eu ficamos no meio da rua sozinhos.

-

-

Nós dois caminhamos até a casa da Saeko, conversando sobre a noite e rindo do fato de que realmente tivemos uma pseudo orgia, e que deixamos o quarto do motel parecendo uma sauna por causa do calor que fazia lá dentro. Zoamos um pouco como a Natsuki foi quem guiou o Takao durante todo o coito, mas estávamos felizes por ambos, já que, segundo a Saeko, a Natsuki estava frustrada há um bom tempo por não transar, e foi por isso que ela decidiu convidá-la.

Chegamos no condomínio dela e subimos as escadas até o apartamento. Ela abriu a porta e sentamos no sofá pra descansar um pouco antes de ir dormir, mas a Saeko levantou e pegou umas latas de cerveja na geladeira pra gente continuar bebendo. Bebi o suficiente pra precisar ir ao banheiro, mas, por estar tão bêbado, acabei abrindo a porta que estava sempre fechada.

Quando abri, a primeira coisa que vi foi uma cama, depois bichinhos de pelúcia, depois um guarda-roupa cheio de roupa, roupa de menina e brinquedos. Minha mente demorou um segundo pra processar o que tava vendo até que finalmente entendi.

- - No momento em que as palavras saíram da minha boca, a Saeko reagiu ao perceber que eu tinha aberto a porta.

Ela se levantou pra fechar, mas já era tarde, eu já tinha descoberto, não fazia mais sentido fechar. Ela ficou na minha frente, soltou um longo suspiro e me olhou direto nos olhos.

- - No momento em que ela disse isso, os olhos dela se encheram de lágrimas e ela começou a chorar.

Fechei a porta e a levei até o quarto dela, onde sentei ela na cama e pedi pra ela se acalmar e me contar tudo. Ela começou a explicar que sempre foi de ficar com namorados, mas que Isso nunca funcionava, até que ela conheceu um cara com quem transou e engravidou. O cara sumiu completamente, nem os pais dele sabiam onde ele estava, então os pais da Saeko a deserdaram quando descobriram tudo e a expulsaram de casa. Sem lar nem pais pra depender, ela trabalhou sozinha e criou a menina por sete anos, dando o nome de Mai e passando o sobrenome dela, Nakamura.

— Desde aquele dia, nunca mais tive outro namorado... Só ficadas de uma noite... E no dia que te conheci, só te vi como minha chance de experimentar um gringo... Mas depois te passei meu número porque você me interessou... Aí você foi no meu bar... A gente conversou de novo e daí chegamos até hoje, onde você me pediu em namoro... Sei que foi errado esconder isso de você, mas não sabia como você reagiria! Sei que sou uma idiota e uma egoísta, mas por favor, não me abandona!

Ouvir ela falar assim enquanto chorava partiu meu coração. Pedi pra ela se acalmar e que, quando conseguisse, a gente conversaria melhor. Mantive ela perto de mim enquanto ela continuava chorando, pensei por um bom tempo no que faria, até que senti que ela finalmente parou de chorar, mas tinha caído no sono. Ajeitei ela na cama e me deitei ao lado dela, era melhor acordar junto com ela pra não assustá-la mais, porque já tinha tomado minha decisão: eu ficaria com ela. Fechei meus olhos e dormi, esperando a manhã seguinte pra dar minha resposta.Como já falei no último da minha tia casada, vou parar de escrever Amante Japonesa e Casa Compartilhada até terminar esse, pra não acumular os capítulos e escrever direito.

A próxima parte de Amante Japonesa vai ser a última, mas como disse em Casa Compartilhada, também tenho algo especial pra depois.

Se você tem interesse em continuar lendo, aqui vai a próxima parte:

Amante Japonesa parte V:

Se essa é a primeira vez que você lê um dos meus contos e quiser ler mais, dá uma olhada nos meus outros contos!

Casa Compartilhada: https://m.poringa.net/posts/relatos/4105810/Casa-compartida-parte-I.html

Espero que tenha gostado, tchau!

3 comentários - Amante japonesa parte IV

Estuvo bueno bro, me disculpo hasta ahora por leerlo, a esperar el final, saludos 😁😁😀
bro paraa cuando la otra parte
No se si sigas esperando, pero aun así te quiero responder. Puedes leer el ultimo post que subí, seguro lo borro despues de subir las otras partes. Quiero subir primero Casa compartida y despues Amante japonesa