Relato erótico:

Comi meu compadre. Meu nome é Patrícia, sou funcionária de uma farmácia na fronteira do México com os Estados Unidos. Tenho 31 anos, dois filhos que amo demais e, até pouco tempo, um marido que eu achava que me amava. Sou uma mulher baixinha (1,52), peso 65 kg e sou um pouco cheinha... pelo menos foi o que me disseram os únicos dois homens com quem estive. Uso sutiã tamanho 32D e minha bunda 😳 é bem cuidada graças às duas horas que passo correndo toda manhã. Bem, minha aventura começa quando Gabriel, meu marido, começou a ter muitos problemas no trabalho. As pressões foram aumentando até que ele acabou perdendo o emprego. Nunca soube disso até o dia em que ele chegou bêbado em casa e me bateu por perguntar por que ele estava daquele jeito. Antes dessa cena, nossa vida de casados já tinha muitos altos e baixos. Ele quase não me tocava, ficava com ciúmes de qualquer roupa que eu vestisse e, à noite, quando eu procurava por ele, ele só me evitava, dizendo que o trabalho estava acabando com ele. Foi uma época de muita angústia, porque mal dava pra pagar as contas de casa, a gente vivia brigando e, mesmo eu querendo ajudar, ele não deixava. Pensei em um monte de coisas: que ele tinha uma amante, que talvez eu estivesse muito feia por causa da idade, ou até pensei que ele fosse gay, mas nunca chegava a uma resposta. Pouco depois de me bater, ele nem me olhava mais, até que uma manhã encontrei um bilhete dizendo que não aguentava mais, que ia pro norte tentar uma vida melhor pra nós... A notícia me deixou destruída e com a autoestima no chão. Que tipo de mulher eu era, se nem meu marido queria me tocar? Certo dia, enquanto atendia na farmácia, chegou um par de garotos pra comprar camisinha. Já tinha visto eles andando pela loja, e naquele dia notei que estavam especialmente nervosos. Perguntei por que não estavam na escola e se estavam de uniforme, e eles me pediram pra não contar pros pais nem chamar a polícia, que tinham Saí porque naquele dia eles iam estrear com a Laura, uma colega deles que, por 500 pesos, ia deixar eles fazerem o que quisessem com ela, com a condição de que fosse separado. A situação me deu um tesão e senti um arrepio no peito, ao pensar que esses garotos iam transar mais do que eu tinha transado em um ano. Pensei na sorte que a tal Laura tinha e confesso que despertou em mim a vontade de me sentir mulher de novo. Enquanto tava imersa nos meus pensamentos, um dos garotos me confessou que nunca tinha usado camisinha, que já tinha estragado duas tentando colocar e que o nervosismo tava matando ele. Por ser um moleque de 14 anos, me deu uma ternura a situação e dei instruções de como colocar, mas ele simplesmente não acertava o que eu falava. Naquele momento, e como não tinha ninguém na loja, me ofereci pra ajudar ele. O amigo dele já tinha saído e ele tava morrendo de vergonha. Pedi pra ele ir ao banheiro e que em um segundo eu tava lá. Quando cheguei no banheiro, ele tava tremendo, suando e me olhando com cara de preocupado. Abracei ele um pouco tentando acalmar e grande foi minha surpresa ao sentir ele colado em mim. Mal encostou na minha bunda e me apertou forte contra ele, mas o volume que ele carregava me esquentou… era mais do que eu jamais senti no meu marido. Devagar, fui desabotoando a calça dele e, como uma mola, pulou um pau incrível. Calculo que devia ter mais de 20 centímetros; grosso e cheio de veias marcadas. Uff!!! Senti minha buceta ficar toda molhada e uma descarga elétrica dos mamilos até a xereca me fez tremer. Tentei parecer normal e falei… nossa! Que escondido você tava com isso, amigão, ele só riu tímido e disse… me ajuda a colocar a camisinha… Abrimos um pacotinho e com dificuldade mostrei pra ele como enrolar aquele plástico naquele membro enorme. Minhas mãos tremiam cada vez que roçavam nele e minha respiração foi ficando cada vez mais agitada. Ele, no entanto, prestava atenção em tudo que eu dizia e, muito diligente, seguia minhas instruções. Finalmente aprendeu a colocar e tirar a camisinha, vestiu a cueca, a calça e, agradecido, foi embora da farmácia. Levei horas para conseguir me acalmar um pouco, não conseguia tirar aquele pedaço de carne da minha cabeça e, a cada minuto, invejava mais a sortuda da Laura… pensava, nesse minuto ela deve estar bem empalada pelo meu amiguinho e eu aqui, sozinha que nem um cachorro. Não tinha jeito de saciar minha fome. Não poderia ter aparecido em hora melhor na minha vida o Pepe, nosso compadre. Ele era o típico homem trabalhador e dedicado à família, era gerente de uma empresa local e estava sempre rodeado de muita gente, sempre seguido por mulheres de todo tipo e sempre, mas sempre, disposto a nos ajudar como família. Ele tinha sido nosso compadre porque batizou nossos dois filhos e, desde o dia em que Gabriel nos deixou, toda semana levava meus filhos ao parque e deixava um envelope de dinheiro na mesinha de centro, sempre tentando que ninguém percebesse. Nem preciso dizer que aquele homem me fazia sentir uma confiança total e uma segurança que eu não teria com mais ninguém. Por isso, naquela noite, decidi mandar uma mensagem pra ele no WhatsApp. Ele respondeu na hora: – Compadre. Boa noite. – Boa noite, comadre. Tudo bem? – Sim, sim. Obrigada. Desculpa o incômodo. – Não, imagina. Você nunca incomoda. Fala, no que posso ajudar. As crianças estão bem? – Sim, não é sobre seus afilhados. – Fala, tá me preocupando. – É o seguinte. É sobre mim. Falei na hora. – O que foi, Patrícia?, perguntou intrigado. Ao pronunciar meu nome, senti a mesma cócega que senti quando estava com o rapaz horas atrás, não sei se era porque eu estava com tesão ou se sempre senti essa atração pelo compadre, mas não sabia. Disse que precisava pedir um favor, mas que tinha que pedir pelo WhatsApp porque não animava a fazer de frente. – Comadre, cê tá me deixando nervoso. Fala logo o que que é? – Entããão... olha. Agradeço todo o apoio que cê sempre dá pra gente. Quando o Gabriel nos deixou, pensei que não íamos mais contar com sua ajuda. E, pelo contrário, sua ajuda nunca sumiu, por isso me animo a pedir um favor especial... olha, se tô pedindo pra você é por confiança, não sei mais a quem pedir. – Paty, me fala logo o que tá rolando, pelo amor! – Bom. Cê sabe que eu tô sozinha. E, como mulher, também tenho minhas necessidades. – Sim – Tô morrendo de vergonha. Mas... – Pode falar, tem confiança. – É que queria te pedir... se puder, me arrumar um vibrador na sex shop. Os minutos que o compadre demorou pra responder pareceram uma eternidade... dava pra ver que ele escrevia e apagava, mas não postava nada... sentia um nó enorme na garganta e a boca seca... não tinha me olhado, mas instintivamente, minha mão tava na minha virilha acariciando sem querer minha buceta... que nervoso! – Olha, comadre. (Ele escreveu...) – Tô muito feliz que cê confia em mim. Também tô feliz que cê não tá se queimando por aí com qualquer um. Uma mulher como você, poderia ter quem quisesse e saber que prefere um vibrador, me deixa muito tranquilo, porque vai poder se satisfazer à vontade e continuar sendo uma mulher muito decente. Valeu pela confiança! – Ai, compadre... obrigada pelas palavras e sim... tô morrendo de vergonha, mas sinto que contigo tem muita confiança. Agradeço. Mas não sei por que cê diz que uma mulher como eu... – Olha, comadre, cê é uma mulher gostosa em todos os sentidos, tem uns olhos incríveis e uma voz muito bonita. E melhor eu parar por aqui porque... – Por que, compadre?... pela primeira vez em muito tempo me senti mulher. Saber que um homem como nosso compadre me admirava, me fazia sentir especial e queria saber tudo! – Vou parar por respeito, comadre. E porque quero que cê continue podendo contar comigo. – Entããão, olha compadre, preciso ter toda sua confiança. Então... Se você não me disser o que estava pensando, não vou mais te pedir o favor que tinha pedido antes. Responda. – Olha, vou ser sincero. Você é uma mulher incrível. Amo sua voz, sua boca, seus lábios. Você tem um corpo que eu adoraria conhecer e te dar prazer até você gritar de gosto, mas você sabe que te respeito e sempre respeitei os limites. Era incrível! Aquele homem bem-sucedido, vivido e com possibilidades de ter a mulher que quisesse, e saber que eu agradava ele… fez meu ego inflar… – Obrigada pela sinceridade, compadre, embora eu ache que você já conheceu mulheres mais interessantes que eu. Agradeço você me dizer o que pensa. – Então. Como você quer seu consolo? Perguntei sem mais rodeios! – Aaaai… Não sei! – Você gostaria de um com aparência natural ou um tipo plástico? – Não seeei… é que nunca comprei um. – Mmmm… e… mais ou menos de que tamanho você quer, comadre? A pergunta me deixou gelada… não sabia o que responder. – Ah, normalzinho… falei. – Normalzinho como eu, ou normalzinho como a gente normal? – Como assim, compadre? – Bom… se quiser, arrumo um do tamanho do meu aparelho… ou um normalzinho. – E como é seu aparelho? Perguntei curiosa… – Olha, comadre, acho que não caberia em você… haha (risada nervosa) – Ai, compadre… que coisas você diz! – É que você é pequenininha e suas mãos também são pequenas, acho que você não daria conta… – Ah, é? Então você tem ele bem grande, compadre? Perguntei incrédula! – O quê? – Sua coisa… – Minha o quê? – Sua coisona? – Não, comadre… chame pelo nome ou sem acordo. – Sua pppppp@rra… gaguejei – Haha… isso aí, assim que eu gosto, comadrinha. E sim… deve ter uns 18 cm. Nessa altura do chat, minha buceta escorria líquidos pra caramba… sentia minha respiração super acelerada… e minhas mãos tremiam enquanto escrevia as mensagens. – Grandona, compadre? – Mais ou menos 18 centímetros… mas isso não é o importante… o importante é que é bem grossa, comadre… – Aaaai! – O que foi? – É que me Excito imaginar ela… desculpa. – Não se preocupa. Mas que tal se eu passar aí em casa pra você ver o modelo… e aí a gente vai na loja comprar o de plástico… falou o filho da puta! – Não!!! Como assim! – Vai lá, comadre, além do mais, tô a um quarteirão da sua casa. Senti o coração virar… – Mais ainda… já tô chegando. Abre a porta pra eu não ter que bater e perder tempo na entrada. Instintivamente, corri pra porta da frente… destranquei e arrumei o cabelo como pude. Não passaram nem dois minutos quando ele apareceu… alto, forte, seguro de si e com uma ereção que me apavorava… rapidamente puxei o zíper dele e ahhhhhgggg!!! Era verdade! Um belo exemplar de p@rra ficou diante dos meus olhos… a cabeça era enorme e bem escura, as veias saltavam e pareciam pulsar no ritmo do coração… os ovos peludos e enormes estavam na minha frente… senti que ia desmaiar ao ver um pedaço de carne daquele. Caí de joelhos na frente dele e com minhas mãozinhas tentei segurar o tronco, não consegui. Mas o que consegui foi começar a mover pra cima e pra baixo o pau dele… tava quente, desafiador. Devagar, coloquei meus lábios na glande e minha língua começou a lamber em todas as direções aquele falo que agora era meu. Ele me puxou pelo cabelo e com um tranco arrancou meu avental de trabalho… meus peitões enormes ficaram expostos na frente dele e com os dedos ele beliscava meus mamilos doloridos. Não demorou muito até ele me levantar completamente e me levar pro sofá. Começamos a nos beijar como desesperados e enquanto a língua dele vasculhava minha boca, centímetro por centímetro aquele pedaço de carne perfurava minha bucetinha… ele me tratava com uma doçura embriagante… os movimentos dele eram ritmados, minha xoxota (que nunca tinha sentido nada igual) se moldou ao corpo dele e pelo pau dele corriam meus fluidos molhando tudo… – Gostou do meu pau? – Siiiiim – Sente como eu te preencho toda? – Ssssiiim – Sua bucetinha é bem apertadinha… me encanta, putinha! – Aaaaggggghhh! Aaaaahh aaaaaaahhhh aaaaaaaahhhhh!!! Aaaaaaaagh! – Siii… faz isso! Faz isso! Faz isso…. Aaaaaaaaaaahhhhhh!!!! Não dava pra acreditar! Eu tava no paraíso!!! Aquele cara era, de longe, superior a tudo que eu já tinha sentido. As mãos dele percorriam meu corpo, não tinha um único espaço que aquelas mãos poderosas não tocassem… amassava meus peitos, passava a mão nas minhas costas… brincava com meu cabelo… eu tava no céu. De repente, um dos dedos enormes dele começou a furar minha bunda… aaaaaaaaahhhhh!!!! Aaaaaaaahhhhh!!! Nunca tinha sentido nada igual! Aquele homem tava me possuindo total e completamente!!! Eu era a puta dele, a puta dele… eu era o que ele quisesse!!! Aaaaahhhaaaaaaahhhh… Não sei quanto tempo passou, perdi a conta dos orgasmos… meus fluidos escorriam pelo corpo todo dele… senti morrer e renascer… definitivamente, o compadre me fez dele. Depois de se certificar de que me deu prazer suficiente, ele disse… agora é minha vez, comadre. Começou a bombar de um jeito frenético no meu corpinho dolorido, me colocou de quatro, colou meu peito no chão… me senti uma puta qualquer e, ao mesmo tempo, a mulher mais sortuda do mundo… queria que meu homem gozasse dentro de mim… que me usasse do jeito que quisesse… e foi assim… só alguns minutos e ele tava acabando de um jeito violento… dava pra sentir a verga grossa dele inchando e uma quantidade enorme de porra enchendo minhas entranhas… por mim, me sentia feliz e realizada… que homem!!! aaaaaaaaaaaghhhhhh!!!! Aaaaaaaaahhhhh! Levantei e comecei a limpar a verga dele com minha língua… fiz com cuidado, lambi cada parte daquele tronco lindo e engoli os restos de porra que ainda tinha dentro dele… no fim daquela putaria, mal conseguíamos nos mexer. Ele tava desmaiado de prazer e eu, não conseguia sentar por muitos dias… conheci o lado mais perverso do Pepe, meu grande compadre… finalmente nos despedimos com a promessa de irmos os dois comprar o tal vibrador… ele me usou de várias maneiras, me perverteu e eu amo isso… Espero que tenham gostado do meu conto. Lido por aí 😉

0 comentários - Relato erótico: