Fala, galera!
Hoje vou contar uma história das minhas vivências no ensino médio. Alguns lembram dessa época com carinho, pra mim foi uma das fases mais loucas, kkk.
Isso aconteceu no primeiro ano, pra ser exata no segundo semestre letivo. Eu era a garota popular, cheia de pretendentes, a inalcançável. Mas, longe disso, eu adorava me divertir, sair com minhas amigas, bater papo com os caras. Só que, por alguns motivos, muitos caras se intimidavam na hora de falar comigo. Sempre tive peitões. No último ano do fundamental, meus peitos começaram a crescer e não pararam até depois do ensino médio (na época dessa história, eu já usava sutiã tamanho C).








Umas fotos pra vocês me conhecerem melhor.
Como eu tava dizendo, eu gostava da bagunça, não era muito de estudar, sabia que os professores iam me aprovar só de desabotoar uns botões e me fazer de sonsa, funcionou no primeiro semestre e era óbvio que eu ia repetir, haja vista que tenho que tirar proveito dessas gêmeas de algum jeito.
Num dia de verão, como a gente saiu cedo, um grupo de minas e caras decidimos ir pra um balneário que ficava a 10 minutos de carro do colégio, éramos 7 no total, três minas e quatro caras, pagamos dois táxis e fomos, como ninguém tinha planejado o que vestir, resolvemos nadar de roupa íntima, as minas tiramos o uniforme (que era saia no joelho e uma camiseta tipo polo) e nadamos com nossos shorts de lycra e uma blusa, já os caras foram diferentes, eles nadaram de cueca, no começo tavam todos nervosos, mas aos poucos foram ficando mais à vontade. Como eu adoro me divertir, jogamos um torneio de vôlei na piscina, eu entrei pro time dos caras porque eles não jogavam muito bem (nem eu), mas a união faz a força haha enquanto jogávamos, eles se aproximavam de mim, às vezes roçavam nos meus peitos, esfregavam o volume nas minhas pernas, nas costas ou simplesmente passavam a mão na minha bunda, eu só ria, achava engraçado porque eles ficavam vermelhos na hora. (Aqui quero mencionar que eu já tinha transado com meu namorado, no primeiro semestre a gente ficou e como éramos jovens e tarados haha a gente se divertia muito, então isso não era novidade pra mim.)
(Algumas fotos daquela tarde)
O dia terminou e fomos pra casa. Conforme o tempo passou, os caras ficaram mais próximos de mim, fazíamos grupos pra tarefa, pra conversar, zoar, ou só comer no recreio. Assim os dias foram passando, até que numa quinta-feira, conversando, combinamos de matar aula no dia seguinte e não ir pras aulas, só porque tava com preguiça, haha. Fizemos isso: sairíamos de casa normal e nos encontraríamos na casa do Julián, um cara que morava sozinho a umas três quadras da escola. Combinamos assim e fizemos no dia seguinte. Às 9h em ponto, eu tava na frente da casa do Julián, junto com o Ernesto e o Omar. Ficamos à vontade na casa dele e fomos pro quarto, onde tinha o computador dele. A ideia era ouvir música e comer doces até as 14h, quando as aulas terminavam, e foi isso. Os caras, meio hesitantes, se reuniram e cochicharam algo, juntaram dinheiro e foram comprar as guloseimas. Eu fiquei na casa, meio entediada, pra ser sincera. Como era verão e tava calor, resolvi tirar a camisa polo e ficar só com minha blusinha de alcinha. Achei um boné do Julián e comecei a tirar fotos. Tudo muito divertido até os caras chegarem. Quando me viram, não conseguiram esconder a cara de espanto: os olhos quase saltaram e a boca ficou totalmente aberta. Isso fez eles se sentirem menos tensos. Enquanto eu tirava fotos, os três se juntaram e cochicharam algo, mas eu não sabia o que era. Depois de conversar um pouco e, sinceramente, ficar meio entediada, fui ao banheiro. Os caras aproveitaram pra conversar e combinar algo, porque até do banheiro eu ouvi eles gritarem. Quando saí, encontrei o Omar e o Ernesto com as mochilas, meio nervosos. Disseram que tinha surgido algo e que iam sair por um momento. Fiquei surpresa e perguntei se precisavam de companhia, mas o Julián disse que era só por umas duas horas e que não tinha motivo pra preocupação. Aceitei e vi eles irem embora. Situação que Julián... Aproveito, meio nervosa, pra voltar pro quarto e continuar o que a gente tava fazendo. Quando cheguei, percebi que ele tava meio entediado, aí começou a puxar papo sobre meus gostos musicais, coisas pessoais, e a coisa foi esquentando até chegar no sexo. Ele me perguntou se eu era virgem e se via pornô. Falei que não era virgem e contei uma história rápida que tive com meu ex-namorado, algo que deixou ele excitado porque colocou a mão na virilha. Sobre o pornô, falei que sim, via de vez em quando, aí ele me perguntou se eu queria ver um pouco. Acho que ele não esperava que eu dissesse que sim, porque na hora respondeu com um "sério?" e uma cara de surpresa que até hoje me dá risada quando lembro. Ele pesquisou no Google algum vídeo enquanto eu me sentava na beira da cama. Quando colocou o vídeo, sentou do meu lado e o vídeo começou. Era um vídeo da Abella Anderson, lembro porque ele comentou que aquele movimento de quadril deixava ele louco. Eu respondi dizendo que se ele me visse mexer meu quadril, teria um infarto. Então ele me desafiou a fazer. "Que enrascada em que me meti", pensei, mas mesmo assim fiz. Dancei um pouco pra ele, balançando o cabelo, mexendo o quadril, fazendo meus peitos pularem enquanto passava o dedo na boca de vez em quando. Rapidamente percebi que tinha acertado em cheio quando ele colocou um travesseiro na virilha. Com uma voz meiga, me aproximei do ouvido dele e falei: "Tá começando a esquentar aqui, ou sou eu?". Aí dei uns beijinhos no pescoço dele, olhei nos olhos dele e falei pra ele trancar a porta do quarto. Ele se levantou correndo e foi trancar. Aí pude notar com mais detalhes que a situação já tava bem dura, haha.
Sentei na beira da cama e ele, de pé, se inclinou pra me beijar na boca. Enquanto ele acariciava meu cabelo, eu tirava o cinto dele e desabotoava a calça. Nas minhas mãos, aquele garoto se libertou, haha. Sem parar de beijar ele, peguei aquele pedaço nas minhas mãos e pude notar que tinha uma boa grossura pra idade dele. "Bem dotado o rapaz", pensei. Enquanto Esse beijo ficou mais longo e molhado, me separei dos lábios dele e fui direto ver meu amiguinho, peguei ele pelo tronco e comecei a beijar as bolas dele, subindo pela base do pau até chegar na cabeça, desci de novo pras bolas e agora passei minha língua molhada por elas, uma e outra vez até a cabeça dele ficar molhada o suficiente, molhei minhas mãos enquanto batia uma pra ele e lambia as bolas, ele tava adorando, numa dessas as mãos dele tocaram meus peitos e começou a massagear, não consegui segurar um gemido, o que me deixou mais tesuda e resolvi meter aquela porra inteira na boca, fiquei com ele dentro uns segundos, os engasgos saíam fortes mas eu segurava ele lá, até umas lágrimas escorrerem pelo meu rosto e eu tirei aquele pedaço banhado em cuspe que escorria da minha boca sujando meu queixo e ficando preso na minha blusa e nos meus peitos, algo que me deu uma ideia, levantei e sentei ele na beirada da cama enquanto tirava a blusa e ele tirava a calça, quando tirei o sutiã fiz devagar pra dar chance pro Julián ver aquele par de gostosas que todo mundo queria ver, cheguei perto dele com os peitos nus pra ele brincar, começou a apalpar e pegar neles, começou a beijar de baixo até chegar nos meus bicos que já estavam duros, começou a lamber com a ponta da língua e depois chupar eles, às vezes mordia de leve e às vezes lambia, isso me deixava muito molhada, as mordidas dele me excitavam, faziam minhas pernas tremerem, me abaixei e comecei a lamber meu próprio bico junto com ele, nossas línguas se encontravam e a gente ria, era algo que a gente curtia, falei pra ele deitar e amarrei meu cabelo, o que vinha merecia, brinquei um pouco com meus peitos e deixei cair cuspe no meio deles, me ajoelhei aos pés do Julián e meti aquele pedaço de carne inteiro na boca, os engasgos vieram e antes de eu tirar a cabeça, senti a mão dele empurrando com força, dessa vez nem as lágrimas Prenderam ele, o filho da puta com a outra mão tampou meu nariz, eu tava me afogando com o pau dele (não vou dizer que curti, mas também não vou negar kkk) depois de bater na perna dele, ele me soltou, eu tomei uma baita golfada de ar enquanto a saliva escorria do tronco dele até os colhões e de mim escorria da boca até os peitos, enxuguei as lágrimas e sorri pra ele e comecei a masturbar ele com meus peitos, sentir o calor dele no meio das minhas tetas, enquanto eu subia e descia o tronco era a melhor coisa, às vezes eu fazia devagar, às vezes fazia rápido, tanto que dava pra ouvir o barulho das pernas dele batendo nos meus peitos, eu levantei e perguntei se ele tinha camisinha, não queria que a parada terminasse assim, queria ter aquele pau dentro de mim, ele tirou da sacola de Sabritas um pacote com 3 e puxou uma, enquanto ele colocava eu tirava a saia mas ele me segurou, queria que eu deixasse ela vestida, do jeito que deu, eu levantei ela, tirei a lycra e a calcinha, ele sentado na beira da cama já com a camisinha colocada eu pedi pra ele me chupar, ele topou, mas não era lá essas coisas, então melhor eu mandei ele deitar e montei em cima dele, com a mão coloquei ele na entrada da minha buceta e fui descendo devagar, sentindo aquele pedaço de carne abrindo caminho dentro de mim, não consegui segurar um gemido, quando chegou no fundo comecei a rebolar, primeiro de um lado pro outro, depois em círculos, daí subi e desci, a sensação de ter aquilo dentro de mim era incrível, enquanto eu subia e descia meus peitos quicavam no rosto dele, às vezes ele beijava, às vezes mordia, enfiou a cara no meio deles esbarrando nos restos da minha saliva que ainda estavam lá, ele segurou minha cintura de repente e começou a meter, fazia rápido e forte, meus gemidos saíam meio cortados quando ele fazia isso, minha respiração acelerava no ritmo da dele e o "ploc, ploc, ploc" dava pra ouvir até na casa dos vizinhos kkk depois dessa metida violenta ele mandou eu deitar na cama, eu obedeci, mas quando tava no meio da cama, ele me Jalo em direção à margem, me segurando pelas pernas e abrindo elas de par em par. Ele colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a me penetrar. Agora era ele quem marcava o ritmo, e o ritmo dele era agitado, rápido, com força. Entrava e saía de mim com tanta força que achei que ia me partir. Não conseguia segurar meus gemidos e gemia igual uma louca, entrecortado, os “ah ah ahhh aaaah” eram constantes. Não sabia o que ia quebrar primeiro, se eu ou a pobre cama. Felizmente, as duas aguentaram, haha. No auge daquela fodida brutal, tive um orgasmo que me percorreu por completo, algo que fez ele gozar também. Ele se apressou em tirar a camisinha e gozar em cima de mim. O leite chegou até meu rosto e na minha barriga, manchando minha saia. Tava quente pra caralho aquele gozo. Julián caiu rendido do meu lado, enquanto eu tentava acalmar minha respiração de tão agitada que tava, tentando não dormir. Olhei pro Julián e vi como a ereção dele diminuía. Depois de um tempo, já com a respiração mais calma, pedi um pano. Pegando uma das camisetas dele, ele começou a limpar meus peitos. Depois, limpei meu rosto enquanto o beijava. Tirei a saia por completo e vi o desastre que a gente tinha feito: a cama toda bagunçada, nossas roupas jogadas. Pedi uma toalha pra tomar banho e falei pra ele me ajudar a ensaboar as costas. Ainda tava com vontade dele e não queria ficar na vontade. Apesar disso, e de nos olhos dele dar pra ver que ele também queria, ele disse que recebeu uma mensagem dos caras falando que iam chegar em uns 15 minutos. Olhei a hora e era quase uma. Não sei quanto tempo passou entre comprar os refrigerantes e colocar o filme, mas aquela fodida tinha sido foda. Rápido, entrei no banheiro pra tomar banho. Assim que entrei, ouvi destrancarem a porta e vozes. Será que já tinham chegado? Ou será que não tinham ido embora e tinham escutado atrás da porta aquela fodida quase selvagem que a gente teve? Tomei banho o mais rápido que pude e saí enrolada na toalha. Os três... Os caras tavam na cama, Julián com um sorriso de orelha a orelha e Omar e Ernesto com cara de espanto. Quando perguntaram por que eu saí do banheiro, falei que tinha me sujado de refrigerante (embora isso não explicasse por que a cama tava daquele jeito e por que minha roupa tava espalhada pelo quarto). Peguei minha roupa e voltei pro banheiro. Agora eu tinha certeza de que tudo foi um plano e que Omar e Ernesto ouviram aquele auê todo. Minha blusa tava toda manchada de cuspe, então coloquei a regata polo mesmo, fodasse. Quando fui olhar minha roupa, notei uma mancha enorme de porra na parte da frente. Por mais que tentasse, não consegui tirar. Quando saí, eles perceberam. Julián ficou com cara de assustado, Omar de surpreso, e ao ver minha cara vermelha de vergonha, Ernesto soltou que mancha de refrigerante é difícil de tirar mesmo, que ele entendia. Isso ajudou a quebrar o gelo. Mesmo assim, resolvi ir embora. Os caras me acompanharam até a porta e eu fui, corada mas satisfeita. Bom, não totalmente, porque fiquei com vontade de mais um round.
Uma com meu uniforme
Uma foto com o Omar
Aqui com o Julian!
Bem gostosa de boné kkk
Antes da "tragédia
Essa eu tomei na casa do Julian, ainda tava quentinha.
Quando voltei pras aulas na segunda, tudo seguiu normal, a gente se dava bem, embora as coisas com o Julian fossem mais especiais, tinha mais roçadas, mais olhares safados. Tempo depois, descobri que o Omar e o Ernesto ouviram a gente transando, e não só isso, eles também viram o ato na primeira fila por um buraco alto que tinham feito antes, aqueles filhos da puta.
Essa foi só uma das muitas experiências que tive no colégio, ainda tem muitas outras: no banheiro dos meninos, a volta com a Julia, quando quase fui pega na escola, minha aventura com um professor e minhas histórias com o Omar e o Ernesto.


Aliás, essa blusa é a minha favorita, usei várias vezes na escola e ela me acompanhou em muitas, muuuuuuitas aventuras.
As meninas mandam um abraço pra vocês!!

Hoje vou contar uma história das minhas vivências no ensino médio. Alguns lembram dessa época com carinho, pra mim foi uma das fases mais loucas, kkk.
Isso aconteceu no primeiro ano, pra ser exata no segundo semestre letivo. Eu era a garota popular, cheia de pretendentes, a inalcançável. Mas, longe disso, eu adorava me divertir, sair com minhas amigas, bater papo com os caras. Só que, por alguns motivos, muitos caras se intimidavam na hora de falar comigo. Sempre tive peitões. No último ano do fundamental, meus peitos começaram a crescer e não pararam até depois do ensino médio (na época dessa história, eu já usava sutiã tamanho C).









Umas fotos pra vocês me conhecerem melhor.Como eu tava dizendo, eu gostava da bagunça, não era muito de estudar, sabia que os professores iam me aprovar só de desabotoar uns botões e me fazer de sonsa, funcionou no primeiro semestre e era óbvio que eu ia repetir, haja vista que tenho que tirar proveito dessas gêmeas de algum jeito.
Num dia de verão, como a gente saiu cedo, um grupo de minas e caras decidimos ir pra um balneário que ficava a 10 minutos de carro do colégio, éramos 7 no total, três minas e quatro caras, pagamos dois táxis e fomos, como ninguém tinha planejado o que vestir, resolvemos nadar de roupa íntima, as minas tiramos o uniforme (que era saia no joelho e uma camiseta tipo polo) e nadamos com nossos shorts de lycra e uma blusa, já os caras foram diferentes, eles nadaram de cueca, no começo tavam todos nervosos, mas aos poucos foram ficando mais à vontade. Como eu adoro me divertir, jogamos um torneio de vôlei na piscina, eu entrei pro time dos caras porque eles não jogavam muito bem (nem eu), mas a união faz a força haha enquanto jogávamos, eles se aproximavam de mim, às vezes roçavam nos meus peitos, esfregavam o volume nas minhas pernas, nas costas ou simplesmente passavam a mão na minha bunda, eu só ria, achava engraçado porque eles ficavam vermelhos na hora. (Aqui quero mencionar que eu já tinha transado com meu namorado, no primeiro semestre a gente ficou e como éramos jovens e tarados haha a gente se divertia muito, então isso não era novidade pra mim.)
(Algumas fotos daquela tarde)O dia terminou e fomos pra casa. Conforme o tempo passou, os caras ficaram mais próximos de mim, fazíamos grupos pra tarefa, pra conversar, zoar, ou só comer no recreio. Assim os dias foram passando, até que numa quinta-feira, conversando, combinamos de matar aula no dia seguinte e não ir pras aulas, só porque tava com preguiça, haha. Fizemos isso: sairíamos de casa normal e nos encontraríamos na casa do Julián, um cara que morava sozinho a umas três quadras da escola. Combinamos assim e fizemos no dia seguinte. Às 9h em ponto, eu tava na frente da casa do Julián, junto com o Ernesto e o Omar. Ficamos à vontade na casa dele e fomos pro quarto, onde tinha o computador dele. A ideia era ouvir música e comer doces até as 14h, quando as aulas terminavam, e foi isso. Os caras, meio hesitantes, se reuniram e cochicharam algo, juntaram dinheiro e foram comprar as guloseimas. Eu fiquei na casa, meio entediada, pra ser sincera. Como era verão e tava calor, resolvi tirar a camisa polo e ficar só com minha blusinha de alcinha. Achei um boné do Julián e comecei a tirar fotos. Tudo muito divertido até os caras chegarem. Quando me viram, não conseguiram esconder a cara de espanto: os olhos quase saltaram e a boca ficou totalmente aberta. Isso fez eles se sentirem menos tensos. Enquanto eu tirava fotos, os três se juntaram e cochicharam algo, mas eu não sabia o que era. Depois de conversar um pouco e, sinceramente, ficar meio entediada, fui ao banheiro. Os caras aproveitaram pra conversar e combinar algo, porque até do banheiro eu ouvi eles gritarem. Quando saí, encontrei o Omar e o Ernesto com as mochilas, meio nervosos. Disseram que tinha surgido algo e que iam sair por um momento. Fiquei surpresa e perguntei se precisavam de companhia, mas o Julián disse que era só por umas duas horas e que não tinha motivo pra preocupação. Aceitei e vi eles irem embora. Situação que Julián... Aproveito, meio nervosa, pra voltar pro quarto e continuar o que a gente tava fazendo. Quando cheguei, percebi que ele tava meio entediado, aí começou a puxar papo sobre meus gostos musicais, coisas pessoais, e a coisa foi esquentando até chegar no sexo. Ele me perguntou se eu era virgem e se via pornô. Falei que não era virgem e contei uma história rápida que tive com meu ex-namorado, algo que deixou ele excitado porque colocou a mão na virilha. Sobre o pornô, falei que sim, via de vez em quando, aí ele me perguntou se eu queria ver um pouco. Acho que ele não esperava que eu dissesse que sim, porque na hora respondeu com um "sério?" e uma cara de surpresa que até hoje me dá risada quando lembro. Ele pesquisou no Google algum vídeo enquanto eu me sentava na beira da cama. Quando colocou o vídeo, sentou do meu lado e o vídeo começou. Era um vídeo da Abella Anderson, lembro porque ele comentou que aquele movimento de quadril deixava ele louco. Eu respondi dizendo que se ele me visse mexer meu quadril, teria um infarto. Então ele me desafiou a fazer. "Que enrascada em que me meti", pensei, mas mesmo assim fiz. Dancei um pouco pra ele, balançando o cabelo, mexendo o quadril, fazendo meus peitos pularem enquanto passava o dedo na boca de vez em quando. Rapidamente percebi que tinha acertado em cheio quando ele colocou um travesseiro na virilha. Com uma voz meiga, me aproximei do ouvido dele e falei: "Tá começando a esquentar aqui, ou sou eu?". Aí dei uns beijinhos no pescoço dele, olhei nos olhos dele e falei pra ele trancar a porta do quarto. Ele se levantou correndo e foi trancar. Aí pude notar com mais detalhes que a situação já tava bem dura, haha.
Sentei na beira da cama e ele, de pé, se inclinou pra me beijar na boca. Enquanto ele acariciava meu cabelo, eu tirava o cinto dele e desabotoava a calça. Nas minhas mãos, aquele garoto se libertou, haha. Sem parar de beijar ele, peguei aquele pedaço nas minhas mãos e pude notar que tinha uma boa grossura pra idade dele. "Bem dotado o rapaz", pensei. Enquanto Esse beijo ficou mais longo e molhado, me separei dos lábios dele e fui direto ver meu amiguinho, peguei ele pelo tronco e comecei a beijar as bolas dele, subindo pela base do pau até chegar na cabeça, desci de novo pras bolas e agora passei minha língua molhada por elas, uma e outra vez até a cabeça dele ficar molhada o suficiente, molhei minhas mãos enquanto batia uma pra ele e lambia as bolas, ele tava adorando, numa dessas as mãos dele tocaram meus peitos e começou a massagear, não consegui segurar um gemido, o que me deixou mais tesuda e resolvi meter aquela porra inteira na boca, fiquei com ele dentro uns segundos, os engasgos saíam fortes mas eu segurava ele lá, até umas lágrimas escorrerem pelo meu rosto e eu tirei aquele pedaço banhado em cuspe que escorria da minha boca sujando meu queixo e ficando preso na minha blusa e nos meus peitos, algo que me deu uma ideia, levantei e sentei ele na beirada da cama enquanto tirava a blusa e ele tirava a calça, quando tirei o sutiã fiz devagar pra dar chance pro Julián ver aquele par de gostosas que todo mundo queria ver, cheguei perto dele com os peitos nus pra ele brincar, começou a apalpar e pegar neles, começou a beijar de baixo até chegar nos meus bicos que já estavam duros, começou a lamber com a ponta da língua e depois chupar eles, às vezes mordia de leve e às vezes lambia, isso me deixava muito molhada, as mordidas dele me excitavam, faziam minhas pernas tremerem, me abaixei e comecei a lamber meu próprio bico junto com ele, nossas línguas se encontravam e a gente ria, era algo que a gente curtia, falei pra ele deitar e amarrei meu cabelo, o que vinha merecia, brinquei um pouco com meus peitos e deixei cair cuspe no meio deles, me ajoelhei aos pés do Julián e meti aquele pedaço de carne inteiro na boca, os engasgos vieram e antes de eu tirar a cabeça, senti a mão dele empurrando com força, dessa vez nem as lágrimas Prenderam ele, o filho da puta com a outra mão tampou meu nariz, eu tava me afogando com o pau dele (não vou dizer que curti, mas também não vou negar kkk) depois de bater na perna dele, ele me soltou, eu tomei uma baita golfada de ar enquanto a saliva escorria do tronco dele até os colhões e de mim escorria da boca até os peitos, enxuguei as lágrimas e sorri pra ele e comecei a masturbar ele com meus peitos, sentir o calor dele no meio das minhas tetas, enquanto eu subia e descia o tronco era a melhor coisa, às vezes eu fazia devagar, às vezes fazia rápido, tanto que dava pra ouvir o barulho das pernas dele batendo nos meus peitos, eu levantei e perguntei se ele tinha camisinha, não queria que a parada terminasse assim, queria ter aquele pau dentro de mim, ele tirou da sacola de Sabritas um pacote com 3 e puxou uma, enquanto ele colocava eu tirava a saia mas ele me segurou, queria que eu deixasse ela vestida, do jeito que deu, eu levantei ela, tirei a lycra e a calcinha, ele sentado na beira da cama já com a camisinha colocada eu pedi pra ele me chupar, ele topou, mas não era lá essas coisas, então melhor eu mandei ele deitar e montei em cima dele, com a mão coloquei ele na entrada da minha buceta e fui descendo devagar, sentindo aquele pedaço de carne abrindo caminho dentro de mim, não consegui segurar um gemido, quando chegou no fundo comecei a rebolar, primeiro de um lado pro outro, depois em círculos, daí subi e desci, a sensação de ter aquilo dentro de mim era incrível, enquanto eu subia e descia meus peitos quicavam no rosto dele, às vezes ele beijava, às vezes mordia, enfiou a cara no meio deles esbarrando nos restos da minha saliva que ainda estavam lá, ele segurou minha cintura de repente e começou a meter, fazia rápido e forte, meus gemidos saíam meio cortados quando ele fazia isso, minha respiração acelerava no ritmo da dele e o "ploc, ploc, ploc" dava pra ouvir até na casa dos vizinhos kkk depois dessa metida violenta ele mandou eu deitar na cama, eu obedeci, mas quando tava no meio da cama, ele me Jalo em direção à margem, me segurando pelas pernas e abrindo elas de par em par. Ele colocou o pau na entrada da minha buceta e começou a me penetrar. Agora era ele quem marcava o ritmo, e o ritmo dele era agitado, rápido, com força. Entrava e saía de mim com tanta força que achei que ia me partir. Não conseguia segurar meus gemidos e gemia igual uma louca, entrecortado, os “ah ah ahhh aaaah” eram constantes. Não sabia o que ia quebrar primeiro, se eu ou a pobre cama. Felizmente, as duas aguentaram, haha. No auge daquela fodida brutal, tive um orgasmo que me percorreu por completo, algo que fez ele gozar também. Ele se apressou em tirar a camisinha e gozar em cima de mim. O leite chegou até meu rosto e na minha barriga, manchando minha saia. Tava quente pra caralho aquele gozo. Julián caiu rendido do meu lado, enquanto eu tentava acalmar minha respiração de tão agitada que tava, tentando não dormir. Olhei pro Julián e vi como a ereção dele diminuía. Depois de um tempo, já com a respiração mais calma, pedi um pano. Pegando uma das camisetas dele, ele começou a limpar meus peitos. Depois, limpei meu rosto enquanto o beijava. Tirei a saia por completo e vi o desastre que a gente tinha feito: a cama toda bagunçada, nossas roupas jogadas. Pedi uma toalha pra tomar banho e falei pra ele me ajudar a ensaboar as costas. Ainda tava com vontade dele e não queria ficar na vontade. Apesar disso, e de nos olhos dele dar pra ver que ele também queria, ele disse que recebeu uma mensagem dos caras falando que iam chegar em uns 15 minutos. Olhei a hora e era quase uma. Não sei quanto tempo passou entre comprar os refrigerantes e colocar o filme, mas aquela fodida tinha sido foda. Rápido, entrei no banheiro pra tomar banho. Assim que entrei, ouvi destrancarem a porta e vozes. Será que já tinham chegado? Ou será que não tinham ido embora e tinham escutado atrás da porta aquela fodida quase selvagem que a gente teve? Tomei banho o mais rápido que pude e saí enrolada na toalha. Os três... Os caras tavam na cama, Julián com um sorriso de orelha a orelha e Omar e Ernesto com cara de espanto. Quando perguntaram por que eu saí do banheiro, falei que tinha me sujado de refrigerante (embora isso não explicasse por que a cama tava daquele jeito e por que minha roupa tava espalhada pelo quarto). Peguei minha roupa e voltei pro banheiro. Agora eu tinha certeza de que tudo foi um plano e que Omar e Ernesto ouviram aquele auê todo. Minha blusa tava toda manchada de cuspe, então coloquei a regata polo mesmo, fodasse. Quando fui olhar minha roupa, notei uma mancha enorme de porra na parte da frente. Por mais que tentasse, não consegui tirar. Quando saí, eles perceberam. Julián ficou com cara de assustado, Omar de surpreso, e ao ver minha cara vermelha de vergonha, Ernesto soltou que mancha de refrigerante é difícil de tirar mesmo, que ele entendia. Isso ajudou a quebrar o gelo. Mesmo assim, resolvi ir embora. Os caras me acompanharam até a porta e eu fui, corada mas satisfeita. Bom, não totalmente, porque fiquei com vontade de mais um round.

Uma com meu uniforme
Uma foto com o Omar
Aqui com o Julian!
Bem gostosa de boné kkk
Antes da "tragédia
Essa eu tomei na casa do Julian, ainda tava quentinha.Quando voltei pras aulas na segunda, tudo seguiu normal, a gente se dava bem, embora as coisas com o Julian fossem mais especiais, tinha mais roçadas, mais olhares safados. Tempo depois, descobri que o Omar e o Ernesto ouviram a gente transando, e não só isso, eles também viram o ato na primeira fila por um buraco alto que tinham feito antes, aqueles filhos da puta.
Essa foi só uma das muitas experiências que tive no colégio, ainda tem muitas outras: no banheiro dos meninos, a volta com a Julia, quando quase fui pega na escola, minha aventura com um professor e minhas histórias com o Omar e o Ernesto.



Aliás, essa blusa é a minha favorita, usei várias vezes na escola e ela me acompanhou em muitas, muuuuuuitas aventuras. As meninas mandam um abraço pra vocês!!


13 comentários - Memórias Quentes de uma Garota Jovem (Ass 90.0)