Madre Argentina 15 (2021)

Autor original:http://www.poringa.net/BarcenaGDurante o fim de semana inteiro não fiz nada com a minha mãe, além de que ela tinha ficado puta comigo pelo que eu fiz. Mas não com o meu irmão, já que eu sempre via ela perto dele. Eles falavam das coisas deles e curtiam bons momentos de mãe e filho.

Eu desconfiava que ela queria ficar sozinha com o meu irmão pra dar pra ele e fazia cenas de ciúmes. Mas os dois pareciam que tinham se combinado pra me deixar de lado.

Voltamos pra casa no domingo à noite. Eu fui dormir, enquanto meu irmão ficou no pc com a minha mãe pra ensinar ela a usar uns programas que podiam ajudar com as coisas da escola. Depois de uns minutos, eu dormi e não sei se rolou mais alguma coisa entre eles naquela noite.

Na segunda de manhã, a minha velha só levantou da cama quando eu tava saindo pra trabalhar. Era óbvio que queria me evitar, mas não liguei muito e fui pro trampo. Quando cheguei, continuei paquerando a minha nova colega. Mas depois de um tempo conversando com ela, comecei a pensar na minha mãe e no novo filho favorito dela. Queria saber se tinha rolado algo com o meu irmão.

- Oi mãe, pode falar? - Não aguentei, tinha ligado no meio do expediente.
- O que foi? Tô trabalhando... Não enche aqui, filho.
- Desculpa, mas queria perguntar uma coisa...
- Que coisa?
- Você deu pra ele?
- Pra quem?
- Não se faz de sonsa agora... Já sabe pra quem...
- Para de me encher o saco no trampo, já te falei mil vezes...
- Você não tá me respondendo...
- Não, já me excedi com um... Que não para de me perturbar e faz cenas de ciúme que nem um viado... Imagina se vou ser tão otária de me envolver com o outro pra nunca mais ter paz. Tchau. - Disse e desligou.

Quando tava saindo do trampo, caiu um toró da porra, então ofereci pra minha colega levar ela até a casa dela. Depois de falar de tudo um pouco, chegamos, mas antes dela descer perguntei se queria sair na sexta pra tomar um negócio comigo. Ela topou e a gente combinou. arrumar.

Voltei pra casa menos preocupado e mais feliz. Quando entrei, vi minha mãe com cara de bunda e me cumprimentou brava. Minha avó também me cumprimentou e eu contei que minha colega aceitou sair comigo. Meu irmão tava ouvindo e me parabenizou. Durante a tarde/noite toda, minha velha ficou em silêncio. Até que ela me chamou da cozinha quando eu tava indo dormir.

- Você é um idiota, como você me liga no trabalho assim... - Falou minha mãe. - Me perguntando besteiras... Quem você pensa que é pra eu ter que te dar explicações?
- O que você quer que eu te diga? Você tá muito grudada naquele outro otário e eu viajei em qualquer coisa... - Falei.
- Bom, não viaja mais porque o nosso acabou aqui. - Avisou decidida. - Você arrumou uma namorada e fico feliz por você... Mas suas cenas de novela e agora que você tá saindo com alguém, não dá mais pra continuar transando.
- Tá, tá... Também não é pra tanto, só vamos tomar algo, não somos nada... Então não fica assim. - Falei, me aproximando dela pra beijar.
- Não... Sai, todo mundo tá acordado. - Recusou brava.
- Bom, não fica brava... Mas a gente podia dar uma transada de despedida... Vai, deixa chupar a buceta pelo seu filho, vê se te anima.
- Sai... Guarda essa tesão pra essa garota aí... - Disse se afastando de mim e saindo da cozinha.

Os dias passaram e chegou sexta-feira. Me preparei pra sair à noite num bar com minha colega. Fomos ao bar e começamos a nos conhecer, falando do passado, do presente e do futuro. Depois vieram os beijos e as apalpadas, ela me deixou com toda a porra acumulada nos ovos. Mas ela disse que a gente precisava se conhecer melhor. Então fui embora com muito tesão por causa das apalpadas que eu dava no meu pau na garota.

Cheguei em casa e só tava minha mãe deitada com uma camisola levantada até a cintura, mostrando toda a bunda nua.

- O que aconteceu? - Perguntou ao me ver. - Como foi com a garota?
- Vira, vamos transar. - Falei todo excitado. - O quê?
- Não se faz de sonsa, a semana inteira você veio me provocando... Como sempre... Vai, tira essa tanga que eu tenho muita porra pra você.
- Hahaha. A garota te deixou com tesão? – perguntou. – Nem vou te chupar?

Ela se levantou da cama, ficou de quatro, mostrando como o fio da tanga sumia entre as bundonas dela.

- Vem, mamãe vai te mostrar como uma mulher de verdade satisfaz um homem. – disse ela, sentando na cama.

Já com a pica na mão e a calça no joelho, me aproximei dela. Com a minha pica ao alcance, ela pegou com a mão e rapidamente levou à boca. Começou a chupar com muita vontade, mexendo a língua por toda a minha pica.

- Tá gostando de como mamãe chupa? – perguntou quando soltou a pica da boca.
- Adoro como a senhora chupa, mamãe.

Ela enfiou de novo até o fundo, quase encostando minhas bolas no queixo dela. Continuou chupando por um tempo, massageando meu saco, até que eu a virei com força. Nem perdi tempo tirando a tanga, só puxei um pouco e comecei a meter rápido, segurando ela firme pela cintura. Depois de uns minutos, ela pediu pra parar pra apagar a luz, com medo de alguém entrar. Voltei pra cama e só via minha mãe levantando a bunda, rebolando de um lado pro outro, iluminada pela luz da rua. Subi na cama e comecei a bombar a bunda dela. Depois de um tempo, levantei ela, segurando o corpo dela enquanto ainda metia. Fui tirando uma das alças da camisola pra ver os peitos pulando enquanto era comida pelo filho. Comecei a apertar os peitos dela com uma mão, enquanto com a outra eu tateava o cuzinho com os dedos.

- Aiii... Isso, filho... – gemeu ao sentir meu dedo na retaguarda. – Me come toda, me enche de porra... Assim... Assim...

Fiquei comendo ela em pé na cama por um tempo. Até que ela se virou e me jogou na cama. Começou a cavalgar como uma puta no cio. Fiz ela se inclinar e comecei a chupar um peito, mordendo ele. gostoso. Até tinha deixado algumas marcas nela. Mas não foi a única parte do corpo que ficou marcada, porque levei minhas mãos até as nádegas dela e comecei a dar tapas com força e apertá-las ainda mais. Soltei o peito que estava na minha boca e procurei o dela pra gente se beijar.

Depois de alguns minutos, me mexi e coloquei ela de bruços na cama. Ela tava com medo de eu arrebentar o cu dela sem vaselina. Mas naquele dia não tava a fim de cuidar do cu dela, só queria encher a buceta dela de porra. Enquanto eu metia com força, ela mordia o travesseiro pra não soltar os gritos que tava morrendo de vontade de dar. Adoro ver como as nádegas grandes dela começam a pular e apertar meu pau com o movimento intenso dos nossos corpos.

Queria ver a cara de puta que ela fazia quando eu tava comendo ela, então virei ela de novo e levantei as pernas dela apoiando em mim. E continuei comendo com mais força.

- Ahh... Siim... Filho, como você come bem. - Ela disse, toda feliz recebendo meu pau. - Te amo...

Era a primeira vez que ela me dizia essa palavra enquanto a gente transava. Fiquei ainda mais excitado e meti com mais força.

- Ahh... Sim, mamãe... Eu também... - Falei, soltando minha carga dentro da buceta dela.
- Aiii... Siim... - Gemeu minha mãe ao sentir que eu gozava. - Me enche de porra, filho de uma puta... Mmmm.

Foi o melhor orgasmo da minha vida.
Ficamos abraçados e suados, completamente exaustos.

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