Boa noite, gente linda. Desculpa a demora pra quem tava esperando ansioso pela continuação do relato anterior; mas por questões pessoais (nada sexual, então não tem relevância xD) fiquei ausente um tempinho. Mas tô de volta, e recarregado com um relato de uma dinâmica diferente, então espero que seja do agrado e tesão de vocês!
Pra quem vai me ler pela primeira vez, vou contar que esse relato é a continuação de uma pequena saga de relatos sobre minha mina peituda e meu tesão já bem marcado de ver ela dando ou sendo desejada por outro; então se quiserem entender melhor ou pra deixar o tesão mais forte, recomendo antes de ler esse relato, os anteriores, que vou deixar os links aqui embaixo:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3825420/Mi-novia-tetona-y-una-fantasia-recurrente.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3967529/Mi-novia-tetona-su-hermano-y-su-primo.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4074673/Mi-novia-y-la-pija-de-su-hermano-Preludio.html
Sem mais enrolação, vamos direto ao que interessa:
Como todo mundo sabe daquela noite MEMORÁVEL na casa do meu cunhado, e daquela bebedeira cósmica que fez minha ''ainda'' namorada, que eu achava que era uma santinha peituda, mostrar aqueles atributos enormes, com o golpe final do primo dela gozando nos peitos dela enquanto ela dormia; não conseguia tirar isso da cabeça, e, sem brincadeira, não me deixava dormir, trabalhar, ver TV, nem nada; tinha que bater uma toda vez que pensava nisso, e era praticamente o tempo todo.
Claro que a sacanagem já tava superando minha própria dignidade, e agora eu tava morrendo de vontade de ver o Marcos ou o primo dele comendo a Paula; mas não queria que fosse tão na cara. Tipo, pelo que ela disse do irmão dela, o filho da puta ainda manda mensagem pra ver se ela morde a isca, e a Paula ainda bate uma pensando naquele pauzão, ou seja, chance do que eu queria acontecer não faltava, o problema é que eu não queria encarar ela de frente pra conversar sobre isso; aquele momento super estranho e desconfortável me deixava com muito medo; então pensei que, além de evitar o papo, podia armar uma armadilha pra ver o quanto minha namorada era fiel e o quanto era puta, assim alimentando ainda mais a sacanagem que tava corroendo minha alma, e botando pra fora todo aquele tabu, que mesmo me dando umas punhetas maravilhosas; sabia que com isso podiam vir outras ainda melhores no futuro, até sexo a três; e principalmente isso, a parada do tabu e da sacanagem, o fato de pensar que ela, tão puritana, é capaz de quebrar essa monotonia de namorada certinha e se deixar levar pelos instintos animalescos, já tava me levando a níveis máximos de tesão. Então comecei o plano.
A ideia de querer deixar ela seguir o fluxo surgiu quando, uma semana depois de tudo (que ainda não era só a conversa, mas a exibição dos peitos dela ainda estava fresca), chegou uma mensagem inesperada de alguém que, claro, ainda não tinha ido embora de Buenos Aires porque ainda faltava o prato principal da estadia dela, e com isso me refiro ao primo Nicolás, que ficava até o fim do mês pra comemorar a festa de 18 anos dele. A mensagem foi:
Depois dessa mensagem e de pensar muito, minha cabeça acabou girando 180°, e minha ideia era muito perigosa, porque não só podia acabar envolvendo o Marcos e o primo, mas também sair do controle e incluir mais alguém; mas o plano era excelente e valia o risco. Foi aí que inventei pra Paulita que o Nicolás ia fazer um fim de semana na casa do Marcos, uma festa à fantasia pros 18 anos dele, e nós dois estávamos convidados. Ela achou estranho que "o punheteiro" do primo só quisesse fazer uma festa à fantasia pros 18, estando em Buenos Aires. Eu falei pra ela não comentar com o Marcos porque enrolei que ia ser surpresa, e que o primo podia ler as mensagens dela, blá blá blá, qualquer besteira pra ela não ferrar meu plano; e foi assim, a Paula ficou quieta. No dia da festa, sugeri que ela se vestisse de colegial sexy, que aproveitasse a fantasia que uma vez comprei pras nossas putarias, e eu ia de professor. Ela não gostou muito da ideia por dois motivos: Um porque aquele vestido eu tinha comprado anos atrás, quando ela era mais magra e tinha menos de 120 de peito, então agora as tetas quase transbordavam do decote, o que só de contar já me fez subir a pica; e dois, porque por causa disso e de ser tão provocante, ela tinha medo de que tudo pudesse dar merda como da última vez, que quase saiu do controle. Eu falei pra ela relaxar, tentar não beber tanto, que a última vez tinha sido culpa do álcool, e bom, como ela também não tinha outra fantasia, meio que aceitou sem vontade. Qual era a ideia? Bom, aqui vai o plano: A ideia era que um pouco antes de sair, eu tentasse comer a Paula com preliminares e tudo, e quando ela estivesse toda molhada, antes de meter, eu recebesse uma mensagem de um amigo, e dissesse que justamente tava faltando um jogador pra final de um torneio de futebol e eu era praticamente obrigado a ir, deixando ela ir sozinha, toda excitada e sem ser comida. Fodida, vestida de colegialinha gostosa pra uma festa de 18 anos cheia de homem só atrás de puta, incluindo exclusivamente o irmão que sempre comeu ela, e o primo que quer meter nela. Eu já tinha combinado com um amigo de me mandar uma mensagem desse tipo, pra quem eu tinha dito que não queria ir na casa dos meus sogros (pra não ficar de corno manso), se ele me ajudasse a dar esse migué pra eu poder escapar. Sem mais, foi assim que tudo rolou.
*Sábado 21h*
—¡Ai, dá logo, boludo, que a gente vai se atrasar! —dizia a Pau enquanto eu afundava a cabeça entre os peitos dela e, com uma mão, massageava os lábios da buceta por cima da calcinha fio dental. Ela tava adorando também.
—*Nhãm* — enquanto começava a chupar os mamilos dela — Quem se importa com a hora numa festa à fantasia? — e, ao começar a tirar a parte de cima dela e comer os peitos dela, já enfiava dois dedos na buceta que começava a ficar molhada. Ela me punhetava por cima da calça e semicerrava os olhos enquanto gemia. Comecei a beijar o pescoço dela e fui deitando ela cada vez mais no sofá, dedando já com uma mão e, com a outra, apalpando os peitos dela. Comecei a descer com a boca pelo peito e barriga até chegar na buceta e lamber o clitóris dela com gosto enquanto enfiava dois dedos, ela não segurava os gritos e pedia mais. Nisso, chegou uma mensagem no meu celular, e a Pau falou: "Vê quem é", e eu respondi pra esperar, e, tirando a pica dura pra fora da calça, já começava a roçar na buceta dela. A Paulita tava doida, e eu comecei a brincar, esfregando a cabeça da pica nos lábios dela, entrava um pouquinho, tirava, chupava os peitos dela. Tava no clímax, pronta pra foder, dava pra ver que a Pauli tava com vontade; parecia que toda aquela história de se vestir de lingerie num sábado à noite tinha ativado ela pra caralho. Num dado momento, eu tava por cima dela com a pica dura roçando no púbis dela, ela pegou firme e, com intenção de enfiar na buceta, do pior jeito, eu levantei de repente e gritei de alegria: "Ai, a puta que pariu, é a MINHA chance!" A Paula não tinha percebido que, enquanto a gente brincava, eu tinha pego o celular pra ver a mensagem. Deixei ela deitada, com os peitos babados transbordando do sutiã, a calcinha fio dental de lado, a buceta molhada e o batom todo borrado na boca, enquanto ela me olhava estranha eu digitando igual um louco. Uma resposta pra ela. "E aí, amor?" Ela falou, toda surpresa.
— Não sabe, Pau, o que eu tava esperando há tempos finalmente vai rolar hoje, não acredito, ainda mais hoje à noite — falei, quase xingando a situação inoportuna.
— Mas o que foi, gordão? — ela insistiu, ainda deitada, enquanto eu continuava trocando mensagens.
— Amor — falei com cara de cachorro molhado — não me mata, já tô te pedindo mil perdões de antemão, mas preciso ir.
— O quê? Pra onde, porra? — ela já falava brava com tanto mistério.
— Pro torneio do Reconquista! — falei com cara de feliz aniversário enquanto ela bufava e fazia a pior cara de cu, olhando pro teto — Amor... — falei, me aproximando sentado no chão na altura do rosto dela, que ainda tava no sofá — juro que vou compensar você, mas tava faltando o camisa 9, e eu esperei o ano inteiro pra poder jogar a final. O Joaco me avisou que se o Santi faltasse, eu entraria no lugar. E foi isso! Não me odeia, te peço por favor, mas isso é muito mais importante pra mim do que os 18 do seu primo. Você pode ir sozinha — falei meio na cara dura pra ver o que ela dizia.
— O quê? Cê tá doido? Nem louca — ela falou, já se preparando pra se trocar.
— Não, amor — falei com ar de compromisso — é seu primo, seu irmão, a gente foi convidado, seria muito sem educação se nenhum dos dois fosse. Por favor, me apoia nessa, gorda! — e completei — Além disso, o jogo não dura nem 2 horas; assim que terminar, vou pra lá na hora, tomo um banho rápido no clube e vou fantasiado de jogador, você podia ser minha chuteira — falei bem besta e ela me olhou como se tivesse mudando de ideia e respondeu:
— Tá bom... mas assim eu não vou vestida nem fodendo sozinha.
— Qual é, não se faz de santinha, como você vai então? — falei tentando convencer ela.
— Sei lá... Por que eu tenho que ir de puta? — ela falou, toda sensata.
— É uma festa de 18, amor. Tem que dar um tempero — falei, querendo me achar o descolado.
— Cê quer que meu primo me coma? Assim vou deixar ele louco de tesão, ainda mais com tudo que rolou da outra vez.
Minha namorada parecia uma santa de verdade, parecia ter uma moral tão alta que batia de frente com minha abordagem tarada no relacionamento, e já tava me dando raiva não conseguir botar em prática o plano que eu tinha na minha mente doentia nem tirar ela do sério, mas isso só aumentava mais o tesão se algo acontecesse. "Vou me trocar", disse enquanto eu via ela levantar do sofá com os peitões gigantes balançando e pulando, e ainda se esfregando a buceta molhada, respondeu: "Não vou esquecer que me deixou com tesão, otário. Da próxima vez que quiser foder, vai bater uma punheta." E foi pro quarto. Isso... isso me agradou. Algo tava dando certo, e mesmo sem ter levado a fantasia, ela vestiu uma saia de couro colada no corpo, uma regata superdecotada e umas botas altas estilo pirata. Fora isso, tava super provocante, e isso me deixou a mil. Eu já tava de shorts e coturno. Dei um beijo nela, pedi desculpas, falei pra ela me esperar e fui embora. Ela foi pro lado dela, deixando um rastro de perfume.
Eu tinha ido pra um bar e meu corpo inteiro tava tremendo. Desliguei o celular pra evitar ligações ou mensagens da Paula assim que ela chegasse na festa e descobrisse tudo, é que... isso também me deixava super nervoso; primeiro de tudo porque se nada desse certo como eu queria, que desculpa eu ia dar? O que eu ia falar quando minha namorada percebesse, ao chegar na festa, que eu menti sobre as fantasias de casal? Ou o irmão e o primo, que quando a vissem chegar não iam entender nada, nem por que ela tinha ido, nem por que eu tinha mentido. Enfim, tava super nervoso, e também não sabia o que ia fazer depois. Será que eu ia? Será que ia me esconder em algum canto pra espiar? Porque entrar pela porta da frente ia exigir culhão pra explicar por que menti pra todo mundo. Enfim, eu tava no balcão tomando cerveja e vendo TV, com nervosismo percorrendo todo o meu ser, tipo, eu tinha planejado tudo, mas estupidamente e quase como óbvio, não tinha planejado o que fazer depois. Quase uma hora depois, decidi voltar pra casa, e vi que o carro da Paula não tava na porta, ou seja, mesmo tendo chegado e descoberto tudo, ela não tinha voltado... isso era bom. Entrei em casa, e me deitei super nervoso com a pica dura imaginando qualquer coisa. Não sabia o que fazer, e decidi que "ir espiar" só dá certo em filme; então só esperei ela chegar toda arrombada, talvez? E me contar tudo, ou que chegassem mensagens no celular como uma espécie de relato minuto a minuto. Enfim, só decidi fazer o que a gente costuma fazer quando a cabeça tá explodindo... deitar e esperar tudo passar. Foi assim que, depois de horas, eu dormia de vez em quando, e decidi ligar o celular pra ver se realmente tinha alguma coisa.
Desculpa a intromissão, mas aqui vai uma pausa explicativa: Quero que saibam que, por mais empolgados que estejam pra ver os peitos da Paula, o que vem a seguir são modificações fictícias que incluem a atriz pornô americana Codi Vore interpretando a Paula. Mesmo assim, acho que vão curtir do mesmo jeito 😉, até porque os corpos delas são parecidos.
Como eu tava dizendo, quando liguei o celular, aconteceu o que eu já imaginava que podia rolar: não parava de chover mensagens atrasadas que tinham entrado enquanto ele ainda tava desligado. E aí, meu coração começou a bater forte, e o suor já começava a escorrer... a primeira era de se esperar... da Paula, quando eu ainda devia estar no bar:

Depois, o mais picante e excitante que já tinha curtido na minha vida sexual sem graça. O que vocês vão ver a seguir é uma série de prints de conversas do WhatsApp que eu nunca imaginei vivenciar, e agora reviravam meu estômago com espasmos frios que percorriam meu corpo inteiro... pensei que o que eu ia presenciar nos próximos chats vindos de DOIS CONHECIDOS ia finalmente me transformar num cuck... minhas mãos suavam, minha cabeça fervia, e eu tinha a pica doendo de tão excitado só de pensar no que podia ver nesses chats, que pelo visto continham imagens e vídeos.
Tudo que encontrei foi isso:









Isso era uma loucura, minha mente ainda não processava; mas meu pau ia na frente nessas questões, sempre, e não parava de gozar batendo punheta vendo as fotos e os vídeos; o que eu tava vivendo, as sensações e o sentimento, nunca tinha vivido igual, e não me arrependia nem por um segundo do que acabava de criar... e claro que não podia faltar o Marcos, porque apesar de não ter sido um ''trio'', já que a ideia era o primo estrear sozinho, alguém quis ser, claro, o próximo na fila, ou melhor, o prato PRINCIPAL:






Claro que não dormi nada no que restou da noite. Devia ter ficado cego de tanto bater punheta. Me sentia completamente realizado, embora me assustasse um pouco a reação que a Paula poderia ter depois de tudo isso, quer dizer; tomara que ela não reagisse de um jeito muito doido e quisesse me mandar pra puta que pariu por ser mentiroso e manipulador, já que finalmente tudo estava ficando muito mais interessante na relação.
Mas por sorte nada disso aconteceu, e no próximo relato, vocês vão saber minha reação e a da Paula na manhã seguinte. Então, por sorte, vai ter muito mais disso! É isso aí, galera; o que mais posso contar? Acho que esse relato ficou mais visual, sem precisar de tantas palavras... mas curti pra caramba, e espero que vocês também tenham curtido!
Pra fechar, preciso deixar claro que todo esse nó na história só deixa várias portas abertas pra mais diversão! Então, espero poder ter mais regularidade nos contos e continuar com um que, como vocês podem ver nas últimas mensagens do Marcos, vai ter muita parada de swing e incesto!
Bom fim de semana! Qualquer coisa, me mandem mensagem! Um abraço grande!
Pra quem vai me ler pela primeira vez, vou contar que esse relato é a continuação de uma pequena saga de relatos sobre minha mina peituda e meu tesão já bem marcado de ver ela dando ou sendo desejada por outro; então se quiserem entender melhor ou pra deixar o tesão mais forte, recomendo antes de ler esse relato, os anteriores, que vou deixar os links aqui embaixo:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3825420/Mi-novia-tetona-y-una-fantasia-recurrente.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3967529/Mi-novia-tetona-su-hermano-y-su-primo.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4074673/Mi-novia-y-la-pija-de-su-hermano-Preludio.html
Sem mais enrolação, vamos direto ao que interessa:
Como todo mundo sabe daquela noite MEMORÁVEL na casa do meu cunhado, e daquela bebedeira cósmica que fez minha ''ainda'' namorada, que eu achava que era uma santinha peituda, mostrar aqueles atributos enormes, com o golpe final do primo dela gozando nos peitos dela enquanto ela dormia; não conseguia tirar isso da cabeça, e, sem brincadeira, não me deixava dormir, trabalhar, ver TV, nem nada; tinha que bater uma toda vez que pensava nisso, e era praticamente o tempo todo.
Claro que a sacanagem já tava superando minha própria dignidade, e agora eu tava morrendo de vontade de ver o Marcos ou o primo dele comendo a Paula; mas não queria que fosse tão na cara. Tipo, pelo que ela disse do irmão dela, o filho da puta ainda manda mensagem pra ver se ela morde a isca, e a Paula ainda bate uma pensando naquele pauzão, ou seja, chance do que eu queria acontecer não faltava, o problema é que eu não queria encarar ela de frente pra conversar sobre isso; aquele momento super estranho e desconfortável me deixava com muito medo; então pensei que, além de evitar o papo, podia armar uma armadilha pra ver o quanto minha namorada era fiel e o quanto era puta, assim alimentando ainda mais a sacanagem que tava corroendo minha alma, e botando pra fora todo aquele tabu, que mesmo me dando umas punhetas maravilhosas; sabia que com isso podiam vir outras ainda melhores no futuro, até sexo a três; e principalmente isso, a parada do tabu e da sacanagem, o fato de pensar que ela, tão puritana, é capaz de quebrar essa monotonia de namorada certinha e se deixar levar pelos instintos animalescos, já tava me levando a níveis máximos de tesão. Então comecei o plano.
A ideia de querer deixar ela seguir o fluxo surgiu quando, uma semana depois de tudo (que ainda não era só a conversa, mas a exibição dos peitos dela ainda estava fresca), chegou uma mensagem inesperada de alguém que, claro, ainda não tinha ido embora de Buenos Aires porque ainda faltava o prato principal da estadia dela, e com isso me refiro ao primo Nicolás, que ficava até o fim do mês pra comemorar a festa de 18 anos dele. A mensagem foi:

Depois dessa mensagem e de pensar muito, minha cabeça acabou girando 180°, e minha ideia era muito perigosa, porque não só podia acabar envolvendo o Marcos e o primo, mas também sair do controle e incluir mais alguém; mas o plano era excelente e valia o risco. Foi aí que inventei pra Paulita que o Nicolás ia fazer um fim de semana na casa do Marcos, uma festa à fantasia pros 18 anos dele, e nós dois estávamos convidados. Ela achou estranho que "o punheteiro" do primo só quisesse fazer uma festa à fantasia pros 18, estando em Buenos Aires. Eu falei pra ela não comentar com o Marcos porque enrolei que ia ser surpresa, e que o primo podia ler as mensagens dela, blá blá blá, qualquer besteira pra ela não ferrar meu plano; e foi assim, a Paula ficou quieta. No dia da festa, sugeri que ela se vestisse de colegial sexy, que aproveitasse a fantasia que uma vez comprei pras nossas putarias, e eu ia de professor. Ela não gostou muito da ideia por dois motivos: Um porque aquele vestido eu tinha comprado anos atrás, quando ela era mais magra e tinha menos de 120 de peito, então agora as tetas quase transbordavam do decote, o que só de contar já me fez subir a pica; e dois, porque por causa disso e de ser tão provocante, ela tinha medo de que tudo pudesse dar merda como da última vez, que quase saiu do controle. Eu falei pra ela relaxar, tentar não beber tanto, que a última vez tinha sido culpa do álcool, e bom, como ela também não tinha outra fantasia, meio que aceitou sem vontade. Qual era a ideia? Bom, aqui vai o plano: A ideia era que um pouco antes de sair, eu tentasse comer a Paula com preliminares e tudo, e quando ela estivesse toda molhada, antes de meter, eu recebesse uma mensagem de um amigo, e dissesse que justamente tava faltando um jogador pra final de um torneio de futebol e eu era praticamente obrigado a ir, deixando ela ir sozinha, toda excitada e sem ser comida. Fodida, vestida de colegialinha gostosa pra uma festa de 18 anos cheia de homem só atrás de puta, incluindo exclusivamente o irmão que sempre comeu ela, e o primo que quer meter nela. Eu já tinha combinado com um amigo de me mandar uma mensagem desse tipo, pra quem eu tinha dito que não queria ir na casa dos meus sogros (pra não ficar de corno manso), se ele me ajudasse a dar esse migué pra eu poder escapar. Sem mais, foi assim que tudo rolou.
*Sábado 21h*
—¡Ai, dá logo, boludo, que a gente vai se atrasar! —dizia a Pau enquanto eu afundava a cabeça entre os peitos dela e, com uma mão, massageava os lábios da buceta por cima da calcinha fio dental. Ela tava adorando também.
—*Nhãm* — enquanto começava a chupar os mamilos dela — Quem se importa com a hora numa festa à fantasia? — e, ao começar a tirar a parte de cima dela e comer os peitos dela, já enfiava dois dedos na buceta que começava a ficar molhada. Ela me punhetava por cima da calça e semicerrava os olhos enquanto gemia. Comecei a beijar o pescoço dela e fui deitando ela cada vez mais no sofá, dedando já com uma mão e, com a outra, apalpando os peitos dela. Comecei a descer com a boca pelo peito e barriga até chegar na buceta e lamber o clitóris dela com gosto enquanto enfiava dois dedos, ela não segurava os gritos e pedia mais. Nisso, chegou uma mensagem no meu celular, e a Pau falou: "Vê quem é", e eu respondi pra esperar, e, tirando a pica dura pra fora da calça, já começava a roçar na buceta dela. A Paulita tava doida, e eu comecei a brincar, esfregando a cabeça da pica nos lábios dela, entrava um pouquinho, tirava, chupava os peitos dela. Tava no clímax, pronta pra foder, dava pra ver que a Pauli tava com vontade; parecia que toda aquela história de se vestir de lingerie num sábado à noite tinha ativado ela pra caralho. Num dado momento, eu tava por cima dela com a pica dura roçando no púbis dela, ela pegou firme e, com intenção de enfiar na buceta, do pior jeito, eu levantei de repente e gritei de alegria: "Ai, a puta que pariu, é a MINHA chance!" A Paula não tinha percebido que, enquanto a gente brincava, eu tinha pego o celular pra ver a mensagem. Deixei ela deitada, com os peitos babados transbordando do sutiã, a calcinha fio dental de lado, a buceta molhada e o batom todo borrado na boca, enquanto ela me olhava estranha eu digitando igual um louco. Uma resposta pra ela. "E aí, amor?" Ela falou, toda surpresa.
— Não sabe, Pau, o que eu tava esperando há tempos finalmente vai rolar hoje, não acredito, ainda mais hoje à noite — falei, quase xingando a situação inoportuna.
— Mas o que foi, gordão? — ela insistiu, ainda deitada, enquanto eu continuava trocando mensagens.
— Amor — falei com cara de cachorro molhado — não me mata, já tô te pedindo mil perdões de antemão, mas preciso ir.
— O quê? Pra onde, porra? — ela já falava brava com tanto mistério.
— Pro torneio do Reconquista! — falei com cara de feliz aniversário enquanto ela bufava e fazia a pior cara de cu, olhando pro teto — Amor... — falei, me aproximando sentado no chão na altura do rosto dela, que ainda tava no sofá — juro que vou compensar você, mas tava faltando o camisa 9, e eu esperei o ano inteiro pra poder jogar a final. O Joaco me avisou que se o Santi faltasse, eu entraria no lugar. E foi isso! Não me odeia, te peço por favor, mas isso é muito mais importante pra mim do que os 18 do seu primo. Você pode ir sozinha — falei meio na cara dura pra ver o que ela dizia.
— O quê? Cê tá doido? Nem louca — ela falou, já se preparando pra se trocar.
— Não, amor — falei com ar de compromisso — é seu primo, seu irmão, a gente foi convidado, seria muito sem educação se nenhum dos dois fosse. Por favor, me apoia nessa, gorda! — e completei — Além disso, o jogo não dura nem 2 horas; assim que terminar, vou pra lá na hora, tomo um banho rápido no clube e vou fantasiado de jogador, você podia ser minha chuteira — falei bem besta e ela me olhou como se tivesse mudando de ideia e respondeu:
— Tá bom... mas assim eu não vou vestida nem fodendo sozinha.
— Qual é, não se faz de santinha, como você vai então? — falei tentando convencer ela.
— Sei lá... Por que eu tenho que ir de puta? — ela falou, toda sensata.
— É uma festa de 18, amor. Tem que dar um tempero — falei, querendo me achar o descolado.
— Cê quer que meu primo me coma? Assim vou deixar ele louco de tesão, ainda mais com tudo que rolou da outra vez.
Minha namorada parecia uma santa de verdade, parecia ter uma moral tão alta que batia de frente com minha abordagem tarada no relacionamento, e já tava me dando raiva não conseguir botar em prática o plano que eu tinha na minha mente doentia nem tirar ela do sério, mas isso só aumentava mais o tesão se algo acontecesse. "Vou me trocar", disse enquanto eu via ela levantar do sofá com os peitões gigantes balançando e pulando, e ainda se esfregando a buceta molhada, respondeu: "Não vou esquecer que me deixou com tesão, otário. Da próxima vez que quiser foder, vai bater uma punheta." E foi pro quarto. Isso... isso me agradou. Algo tava dando certo, e mesmo sem ter levado a fantasia, ela vestiu uma saia de couro colada no corpo, uma regata superdecotada e umas botas altas estilo pirata. Fora isso, tava super provocante, e isso me deixou a mil. Eu já tava de shorts e coturno. Dei um beijo nela, pedi desculpas, falei pra ela me esperar e fui embora. Ela foi pro lado dela, deixando um rastro de perfume.
Eu tinha ido pra um bar e meu corpo inteiro tava tremendo. Desliguei o celular pra evitar ligações ou mensagens da Paula assim que ela chegasse na festa e descobrisse tudo, é que... isso também me deixava super nervoso; primeiro de tudo porque se nada desse certo como eu queria, que desculpa eu ia dar? O que eu ia falar quando minha namorada percebesse, ao chegar na festa, que eu menti sobre as fantasias de casal? Ou o irmão e o primo, que quando a vissem chegar não iam entender nada, nem por que ela tinha ido, nem por que eu tinha mentido. Enfim, tava super nervoso, e também não sabia o que ia fazer depois. Será que eu ia? Será que ia me esconder em algum canto pra espiar? Porque entrar pela porta da frente ia exigir culhão pra explicar por que menti pra todo mundo. Enfim, eu tava no balcão tomando cerveja e vendo TV, com nervosismo percorrendo todo o meu ser, tipo, eu tinha planejado tudo, mas estupidamente e quase como óbvio, não tinha planejado o que fazer depois. Quase uma hora depois, decidi voltar pra casa, e vi que o carro da Paula não tava na porta, ou seja, mesmo tendo chegado e descoberto tudo, ela não tinha voltado... isso era bom. Entrei em casa, e me deitei super nervoso com a pica dura imaginando qualquer coisa. Não sabia o que fazer, e decidi que "ir espiar" só dá certo em filme; então só esperei ela chegar toda arrombada, talvez? E me contar tudo, ou que chegassem mensagens no celular como uma espécie de relato minuto a minuto. Enfim, só decidi fazer o que a gente costuma fazer quando a cabeça tá explodindo... deitar e esperar tudo passar. Foi assim que, depois de horas, eu dormia de vez em quando, e decidi ligar o celular pra ver se realmente tinha alguma coisa.
Desculpa a intromissão, mas aqui vai uma pausa explicativa: Quero que saibam que, por mais empolgados que estejam pra ver os peitos da Paula, o que vem a seguir são modificações fictícias que incluem a atriz pornô americana Codi Vore interpretando a Paula. Mesmo assim, acho que vão curtir do mesmo jeito 😉, até porque os corpos delas são parecidos.
Como eu tava dizendo, quando liguei o celular, aconteceu o que eu já imaginava que podia rolar: não parava de chover mensagens atrasadas que tinham entrado enquanto ele ainda tava desligado. E aí, meu coração começou a bater forte, e o suor já começava a escorrer... a primeira era de se esperar... da Paula, quando eu ainda devia estar no bar:

Depois, o mais picante e excitante que já tinha curtido na minha vida sexual sem graça. O que vocês vão ver a seguir é uma série de prints de conversas do WhatsApp que eu nunca imaginei vivenciar, e agora reviravam meu estômago com espasmos frios que percorriam meu corpo inteiro... pensei que o que eu ia presenciar nos próximos chats vindos de DOIS CONHECIDOS ia finalmente me transformar num cuck... minhas mãos suavam, minha cabeça fervia, e eu tinha a pica doendo de tão excitado só de pensar no que podia ver nesses chats, que pelo visto continham imagens e vídeos.
Tudo que encontrei foi isso:









Isso era uma loucura, minha mente ainda não processava; mas meu pau ia na frente nessas questões, sempre, e não parava de gozar batendo punheta vendo as fotos e os vídeos; o que eu tava vivendo, as sensações e o sentimento, nunca tinha vivido igual, e não me arrependia nem por um segundo do que acabava de criar... e claro que não podia faltar o Marcos, porque apesar de não ter sido um ''trio'', já que a ideia era o primo estrear sozinho, alguém quis ser, claro, o próximo na fila, ou melhor, o prato PRINCIPAL:





Claro que não dormi nada no que restou da noite. Devia ter ficado cego de tanto bater punheta. Me sentia completamente realizado, embora me assustasse um pouco a reação que a Paula poderia ter depois de tudo isso, quer dizer; tomara que ela não reagisse de um jeito muito doido e quisesse me mandar pra puta que pariu por ser mentiroso e manipulador, já que finalmente tudo estava ficando muito mais interessante na relação.
Mas por sorte nada disso aconteceu, e no próximo relato, vocês vão saber minha reação e a da Paula na manhã seguinte. Então, por sorte, vai ter muito mais disso! É isso aí, galera; o que mais posso contar? Acho que esse relato ficou mais visual, sem precisar de tantas palavras... mas curti pra caramba, e espero que vocês também tenham curtido!
Pra fechar, preciso deixar claro que todo esse nó na história só deixa várias portas abertas pra mais diversão! Então, espero poder ter mais regularidade nos contos e continuar com um que, como vocês podem ver nas últimas mensagens do Marcos, vai ter muita parada de swing e incesto!
Bom fim de semana! Qualquer coisa, me mandem mensagem! Um abraço grande!
5 comentários - Mi novia tetona: Finalmente, fiesta en los 18 de su primo
yo empecé a escribir mi historia la misma se remonta a unos cuantos años atrás, le puse condimentos para hacer más atractivo el relato, pero el fondo es absolutamente real.
te dejo. los datos de mi primer post.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4154354/Nueva-relacion-comence-con-el-morbo-de-exhibir-a-mi-novia.html
Espero ver más