Me convenci de ser muito puta... (2ª Parte)

Sem mais resistência, o carro diminuiu a velocidade até encostar de leve na calçada, perto de uma esquina que hoje não consigo lembrar qual era. As janelas se fecharam e as luzes do painel se apagaram. Naquele momento, a única coisa que cortava o silêncio da noite era o som da minha respiração, que já soltava um gemidinho baixo.

Ele começou timidamente a acariciar meus peitos, enquanto puxava de leve meus bicos endurecidos pela excitação do momento. Abri um pouco as pernas pra facilitar o serviço, enquanto o volume aumentava de tamanho e endurecia por baixo da calça.

Ele me ajudou a soltar o botão da calça jeans e começou a abaixar o zíper. Já em contato com a cueca dele, percebi que a ereção não ia demorar. Devagar e com a ajuda das duas mãos, puxei o elástico da boxer e descobri o pau dele lentamente, como se quisesse aproveitar o momento.

De primeira, me pareceu de um tamanho normal e aceitável... não tão grande no comprimento, mas consideravelmente grosso. Um líquido transparente e meio grosso escorria sem esforço, molhando meus dedos trêmulos.

Aproveitei a lubrificação natural que já tinha conseguido e comecei a masturbá-lo com mais força. Os primeiros sons de prazer saíam da boca dele ritmadamente, enquanto ele fechava os olhos e batia de leve a nuca no encosto de cabeça do banco.

Me ajeitei melhor no meu assento e me virei de lado pra começar a lamber devagar a cabeça, que a essa altura já estava toda pra fora. Passei a língua da ponta até a borda da glande, saboreando o líquido seminal que tinha sujado minha mão instantes atrás. Já com a boca toda, trabalhava o comprimento daquele membro de cima pra baixo, em movimentos ritmados coordenados com minha mão e minha respiração ofegante. Dava pra perceber os gemidos dele muito mais fortes que no começo, acompanhados de movimentos involuntários do corpo. resto do corpo dela.
Me convenci de ser muito puta... (2ª Parte)

Senti que ele enfiava a mão por trás, levantando minha saia e, tateando, encontrou rapidamente a umidade quente que escorria da minha pussy. Começou a me masturbar timidamente enquanto eu retribuía os favores com minha boca. Dava pra sentir o pau dele pulsando dentro da minha boca, o que alimentava sem parar minha autoestima.
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Lambiava suavemente suas bolas, aproveitando esses momentos para respirar com menos dificuldade. A grossura daquele pau prestes a explodir ocupava toda minha boca, me sufocando por instantes numa mistura de excitação, nervosismo e aquela sensação inconfundível de poder verdadeiro que a gente, mulher, tem nesses momentos.

Mentiria se dissesse que não tava gostando, mas o dedo dele insistindo no meu clitóris molhado e tenso não era o que mais me excitava. O verdadeiro prazer carnal que devorava minhas entranhas e tomava todos meus pensamentos era a iminente gozada daquele cara quase desconhecido que estava, literalmente, nas minhas mãos.

Senti que o ritmo de tudo acelerava. Nesse ponto, os gemidos desse sujeito, que no começo até que eram bem-intencionados, tinham virado verdadeiros urros misturados com súplicas que anunciavam o momento do clímax.

Finalmente, um tremor percorreu o corpo inteiro dele e um mar de porra jorrou daquele pau inchado e duro. Ele esguichou tão violentamente que senti o líquido grosso e quente no fundo da minha garganta. Podia ter engolido numa boa, e teria adorado. Mas deixei escorrer pela gravidade, saindo da minha boca misturado com minha saliva, descendo pelo tronco até a base, sujando primeiro minhas mãos e depois as bolas dele, sendo absorvido pela cueca que ficou praticamente inutilizável.
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Senti a satisfação de um trabalho bem feito, materializado naquela quantidade enorme de porra que ainda saboreava na minha boca e molhava minhas mãos. Afinal, todo trabalho bem feito merece um pagamento justo. E esse pagamento eu recebi em dinheiro vivo e na hora, com um rio de gozo morno que apertei entre meus dedos como primeiro salário.

Vi ele de olhos fechados, respirando pesado. A boca seca e entreaberta mostrava o quanto ele tinha ficado exausto. Ajeitei minha roupa como pude, sem dizer uma palavra. Abri decidida a porta do carro e, apoiando o salto no meio-fio sem me virar, falei com um tom arrogante: 
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.         Não te falei meu nome, Mariela... me chamo Mariela.
          Até hoje não sei qual foi a resposta dela. Ouvi ela dizer alguma coisa, mas bati a porta e segui em frente sem olhar pra trás. Com o decote da blusa limpei a boca, sorrindo, suja e satisfeita.
          Nunca mais vi ele. Gosto de pensar que, escondido na virtualidade, você está lendo isso e se reconhece como o coadjuvante. O papel principal foi meu. Naquela vez, e nas outras que viriam com o tempo...

20 comentários - Me convenci de ser muito puta... (2ª Parte)

sin palabras... sin aliento... y con ganas de mucho más!
Excelente como la primera parte!
Y qué hermosa puta resultaste!
Gracias!
Muchas gracias!!😘😘
buenísimo!
Mi vida que ricura de mujer!!! Realmente encantador la continuación del relato anterior. Se sintió en uno lo que esa boca hizo en otro. Dudo que el que haya leídos este post no se haya tocado relenyendolo una y otra ves!! Besotes bombón! Esperemos más pro
Muy buenos tus relatos
Espero leerte de nuevo pronto.
mecha63 +1
Muy bueno el relato!!! Así hace mi mujer!!! Las pijas la pueden!! Se va a coger y se queda a dormir con el vecino!! Vuelve con la concha y cola llena de leche y yo después la espero para seguir cogiendo
Tremenda historia empoderada puta chupa verga muy mujer disfrutas tus cualidades sabes explotar tus talentos delicoso modo de redactar felicitaciones Mariela 😈
abbbdul +1
como me calentó!
excelente relato,
guion de cine
Que rico ..Nose si me calente más yo o el señor del auto..
Ojala haya mas muy pronto!!! te invitamos a pasar por nuestros relatos y post, besitos!! te empezamos a seguir
Muchas gracias chicos!
Con altanería y sensualidad tangueras, así te imagino taconeando por la vereda "sonriente, sucia y satisfecha".
Uffff sos tremenda por dios! Lo que debes ser en accion
😜😜😜
@Valhallaswinger tenes que venir a Entre Rios.tenes para hacer mil historias