De solteira a putinha 2

Começo a acordar com o balanço constante das pedras na estrada, ainda na jaula como a putinha que sou. Não sei quanto tempo passou, a caminhonete seguiu por alguns minutos, parou, e ouvi um portão se abrindo. A caminhonete avançou, e escutei a voz de uma mulher jovem: "Obrigada por trazê-la." O desconhecido respondeu: "Sem problema, senhora, é sempre um prazer trabalhar para a senhora." "Deve ter sido uma viagem longa." "Foi sim, a noite toda viajando. Onde deixo ela, senhora?" "Deixa ela lá dentro, quero ver de perto minha nova mascote." O desconhecido andou até a caminhonete, abriu a parte de trás, pegou a jaula, caminhou alguns passos, abriu a porta e me deixou no chão. "Obrigada por fazer isso." "Sem problema. Toma, quase esqueci o controle e as chaves." "Ah, obrigada. Boa sorte hoje à noite, essa mulher te faz bem." "Obrigado, senhora. Tchau." A porta se fechou. "Vamos ver o que temos aqui." Ela abriu a jaula, eu saí, ela pegou a coleira e deu um puxãozinho. Saí de quatro, tremendo, fiquei parada. Ela tirou a venda dos meus olhos. Vi uma mulher de cabelo castanho e olhos azuis, usando um body de látex com estampa de leopardo, salto alto, luvas e uma raquete de BDSM. Só de olhar pra ela, já fiquei toda molhada. Sou a Exotic. Ela tirou a mordaça e disse: "Oi." E me deu uma raquetada na bunda. Com seriedade e raiva, ela disse: "Cadelinhas não falam, latem ou gemem. Então agora late, sua putinha." Comecei a latir. Ela pegou minha coleira: "Vamos, você deve estar com fome." Me guiou pela casa até a cozinha, colocou um prato de cachorro no chão com comida batida no liquidificador e outro com água. Comecei a comer de quatro. Estar nesse estado já me excitava, submissa e dominada. Quase terminei de comer quando ela ligou o vibrador na minha buceta no máximo. Minha excitação e luxúria aumentaram. Ela empurrou minha cabeça contra o chão e levantou minha bunda. "Vamos, mexe essa bundinha." Comecei a rebolar de um lado pro outro enquanto... Estávamos afogados em luxúria, eu passando a língua e começando a ofegar de excitação, quando ela me cortou de repente: "Vamos, temos muito o que fazer, sua putinha." Me levou pra sala principal, sentou, tirou minha coleira e trocou por uma preta com uma caixinha que tinha uma luz verde, colocou o cadeado e soltou os ganchos das minhas pulseiras. Disse: "Você é livre pra andar pela casa toda e pelo quintal, mas se eu te ver andando em duas pernas ou falando normal, sem agir como uma putinha, ou tentando tirar isso ou fugir sem eu mandar..." Apertou um botão de um controle e senti uma descarga elétrica no meu pescoço. "Aaah! Isso vai acontecer. Lembra que você é minha por esses dois dias, sua vadiazinha."

Comecei a andar pela casa, sem subir pro segundo andar ainda. Saí pra fora e vi um quintal enorme com um terraço, várias árvores, muros altos, muito mato e uma cabana estranha que parecia um estábulo. Bateu uma vontade enorme de mijar. Comecei a correr de quatro em direção a uma árvore, com ela me seguindo por trás. Levantei a perna e comecei a urinar. Ela tirou o celular e tirou várias fotos. Quando terminei, ela disse: "Boa garota", acariciou minha cabeça enquanto eu ofegava e me deu um biscoito de recompensa. Isso tava começando a me excitar e a fazer sentido. Olhei em volta e comecei a correr pelo quintal todo, indo até o terraço. Vi uma bola. "Quer brincar de buscar a bola, sua putinha?" Ela pegou a bola e jogou. Fui buscar, peguei com a boca e levei de volta pra minha dona. Ela jogou várias vezes. Na última, a bola caiu dentro da cabana estranha. Me aproximei, entrei, e minha dona veio atrás. Comecei a arranhar a porta com as mãos. Ela olhou pra porta, abriu, e entrei pra pegar a bola. Ela entrou também. Lá dentro, vi duas mulheres: uma branca com traços americanos e uma morena com traços árabes. Elas estavam com coleiras presas no teto e arreios de latex que terminavam em luvas de bondage preto. Ela forçou os braços dela pra trás, e um outro couro passava por todo o corpo dela, destacando partes como o abdômen, os peitos, a buceta e o quadril. Ela tinha uma barra como mordaça, junto com uma espécie de capuz que mostrava o rosto dela, com uma ponta que disfarçava as orelhas e uma bota de cavalo, com piercing nos peitos e uma bota que tinha formato de casco na base da parte da frente. Fiquei olhando pra elas, e elas pra mim, e minha ama disse: "Elas são minhas éguas, Rubi e Jade. Literalmente, são minhas. As duas assinaram um contrato de submissão por 10 anos pra serem minhas éguas. Antes, elas não se pareciam em nada com o que você vê agora." Ela olhou pro celular, viu as horas e disse: "Já tá ficando tarde, é melhor a gente voltar pra dentro e deixar elas se aquecerem." Eu saí primeiro, tentando falar alguma coisa, mas a loira, com a mordaça, olhou pra trás. Vi minha ama dar um choque elétrico nela, fechar a porta com força e entrar de novo em casa. Minha ama me deu comida de novo, colocou a coleira em mim, me levou pro segundo andar, entrou no quarto dela e me deixou na cama de cachorro que ela tinha do lado da cama de casal e dos móveis. Ela entrou no banheiro pra tomar banho, mas antes colocou meu vibrador vaginal no máximo e colocou a mordaça em mim. Enquanto ela tomava banho, eu tive uns poucos momentos de lucidez, enquanto minha mente era invadida pela luxúria. Eu queria saber o que a garota tinha tentado dizer. Minha ama saiu do chuveiro de roupão, desligou o vibrador e tirou minha mordaça. Ela disse: "Tira o roupão." E fez eu chupar, lamber e beijar a buceta dela inteira enquanto ela ficava de pé. A excitação e a luxúria subiam de novo enquanto eu fazia a ama feliz. Passou um minuto, e a ama foi dormir. De quebra, ela colocou uns fones de ouvido em mim com música relaxante e fui dormir. A ama acordou no meio da noite e me acordou também. Ela olhou pela janela, viu um veículo chegando e recebeu eles bem. Minha ama falou um pouco e desceu com dois. garotas semi nuas com cobertores e colares tentando escapar, uma delas caindo por causa do choque elétrico que a parou de novo. um dos desconhecidos fazendo elas assinarem algo, os desconhecidos levando elas pro estábulo, saindo e entrando no carro, indo embora. perdi minha dona de vista por um minuto, levando um choque elétrico forte, caí no chão de tanta dor e da sensação tão intensa que comecei a ficar inconsciente. olhei pro lado e vi minha dona com uma cara de satisfação, caindo devagar, inconsciente, e ouvi: "você vai ser minha putinha fiel por muito tempo". não escutei mais nada e fiquei completamente inconsciente.

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