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Relato enviado por: LaDiabretinha2 meses - Pág 50
Era o primeiro dia de verão depois das aulas. Lembro que tava um calorão do caralho, então depois de comer fui pra piscina do condomínio. Era grandona e tinha uma área de grama pra pegar um solzinho.
Como era 14h, todo mundo tava em casa comendo, então aproveitei pra tomar um banho refrescante e pegar um sol fazendo topless. Depois de um tempo, não me sentia confortável, sentia um olhar penetrante e direto. Tava com uma toalha pequena no rosto, mas ainda sentia uns olhos me devorando. Tirei a toalha da cabeça edisfarçadamenteComecei a procurar aqueles olhos, não conseguia acreditar, o vizinho e amigo dos meus pais, de uns 58 anos, estava me encarando, bom, pelo menos era o que eu sentia.
Me coloquei a toalha na cabeça de novo pra tentar fingir que nada tava rolando, mas porra, eu era nova e adorava ser comida com os olhos, então comecei a passar creme no corpo, direcionando tudo pra ele, mesmo sem olhar sabia que ele tava ali. Devagar, em cada centímetro da minha pele, passei o creme, claro que dando atenção especial pros peitos, fazendo um massagemzinha neles. Levantei o olhar disfarçado e o filho da puta tava se masturbando, o que me deixou com muito mais tesão, não parava de olhar ele de canto enquanto continuava passando a mão nas tetas. Ele entrou pra dentro rápido, e eu fiquei na vontade, verdade seja dita, me deixou toda excitada.
Subi pra minha casa e já cês podem imaginar como eu fui correndo pro quarto.Assim que fechei a porta, tirei a parte de baixo do biquíni e comecei a estimular o clitóris enquanto enfiava dois dedos na buceta.Na minha cabeça só vinha a imagem do velho batendo punheta. Comecei a meter rápido na buceta e no clitóris enquanto arqueava as costas, e os orgasmos não demoraram a chegar com uma gozada abundante. Enfiei os dedos o mais fundo que pude na minha buceta eensopando elesNo meu fluxo, levei eles pra minha boca pra saborear. Caralho, que gozada que eu tive.
O dia passou e eu ainda estava com a cena na cabeça, então pensei em fazer o mesmo amanhã, mas mais descarada, mostrando bem. O dia passou e eu não conseguia tirar o velho tarado da minha mente se masturbando, e já posso dizer que vieram mais quatro dedos, cada um mais gostoso que o outro. O último foi pra dormir, não conseguia parar de pensar e desejar que ele aparecesse na sacola, meti a mão de tão tarada que tava e gozei como nunca, soltei um jato que nunca tinha feito, pensei que tinha me mijado, mas não, era tudo meu melzinho de prazer.
Acordei lá pelas 10, fui tomar café, sabia o que ia fazer, mas tava nerviosa pra caralho, nunca tinha feito nada parecido antes, mas fiquei tão tesuda que já tava decidida. Olhava o relógio a cada dois por três, parecia uma eternidade até chegar às duas, fazia de tudo em casa pra passar o tempo mais rápido, mas nada, passava devagar pra cacete. Chegou 13:30, não aguentei mais e desci, tava de biquíni branco, de propósito, porque marcava tudo e assim meu vizinho podia aproveitar mais.
Tomei um banho pra molhar o biquíni e marcar bem a racha da minha buceta, assim eu podia aproveitar mais. Me coloquei numa posição privilegiada, de pernas abertas, com os peitos de fora e a toalha na cabeça pra ele pensar que eu não conseguia ver, massimpodia.
Não demorou pra aparecer o velho tarado, e, como eu já tinha pensado, ia dar um show que ele ia adorar. Comecei a passar creme nas pernas devagar, até chegar na buceta, depois na minha barriguinha, enfiando os dedos em direção à buceta pra ficar bem marcado. Comecei a esfregar os peitos com a desculpa de passar creme, os bicos ficaram duríssimos. De olho vi ele batendo uma, e aí eu ia dar o prêmio: com a desculpa de pegar alguma coisa na bolsa, fiquei de quatro com o rabo empinado pra ele ver. Deus, tava uma puta tesão... Meu rabo balançava de um lado pro outro, e dei um tapa na bunda como se um mosquito tivesse pousado, mas não era nada disso, era pra ele, pra ele gozar pensando em mim.
Quando me pendurei, ele ficou me encarando, até que finalmente devolvi o olhar e pisquei um olho. Ele captou o sinal e fez gestos pra eu ir. Um arrepio percorreu minhas costas, porque eu não esperava que ele fosse reagir, muito menos que fosse se jogar, mas minha excitação me deu forças pra ir. Disfarçando, fui até o portão, subi e percebi que a porta dele estava entreaberta. Olhei pra todos os lados e, como não vi ninguém, entrei rápido e fechei a porta. E lá estava ele, o senhor de 58 anos, com a barriga aparecendo, de cueca furada e uma camiseta regata cheia de manchas amarelas. Fiquei em choque ao ver o pau dele marcado na cueca, uns 23 centímetros que iam me enfiar, ou pelo menos era esse o meu desejo.
Sentei no sofá, meio sujo esperando a reação dela.
— Que puta barraco você me deuele me disse com a voz rouca de tanto fumar.
+ Claro, te vi ontem e não queria que você se divertisse sozinho.disse, cheia de coragem.
- Puxa, a menina ficou meio piranha.
+ Não sou piranha, só que quando te vi ontem queria que você batesse uma bem gostosorespondi meio puta.
Ele tirou o pau pra fora e ficou na minha frente.
- É isso que você queria, né?disse com a voz firme.
Não disse nada, só concordei com a cabeça e minha mão pegou naquele pedaço enorme de carne pra massagear.
— Sabia que você ia gostar.disse pra mim com um sorriso.
Só concordei e continuei, porra, podia masturbá-la com as duas mãos, e foi o que fiz. Tinha um cheiro forte, mas o tamanho dela me hipnotizava, nunca tinha visto ela tão grande antes.
- Vamos testar o quão piranha você é...Chupa minha buceta.-disse quase ordenando.
Assenti e, ao abrir a boca, num movimento brusco, ele me pegou pela cabeça e colocou a boca no pau dele, e comecei a chupar, quase não cabia, mas eu tava tão tesuda que não conseguia parar. Enquanto ele segurava minha cabeça e enfiava o pênis até o fundo da minha garganta, meti a mão na minha buceta e comecei a me tocar.
Sabia que você ia gostar, dava pra ver que você tava bem putinha.disse entre gemidos e suspiros.
Eu seguia na minha, os orgasmos começaram a chegar e meu fluido a encharcar o biquíni, sem parar de chupar a pica grande dele. Finalmente o gosto ruim passou e agora começava a ficar gostoso, minha boca não parava de salivar e escorrer pelo meu rosto, tava aproveitando tanto que nem sei quantas vezes gozei.
—Vamos, Promíscua, que vou arrebentar essa sua buceta. Vamos pro quarto.
Parei de me masturbar e ele tirou o pau da minha boca, me segurou firme pela mão e me levou pro quarto dele, um quarto escuro que fedorentava a suor e tabaco, mas isso sinceramente me deixava mais excitada. Com um empurrão, me jogou na cama e com as mãos brutas arrancou meu biquíni encharcado, rasgou ele, pegou e começou a cheirar.
Que velho nojento você é, vamos ver se também sabe usar esse seu pedaço de pau.Eu falei, vendo ele cheirar meu biquíni.
Ele me agarrou pela cintura e me virou, com os pés no chão e o corpo na cama.
Não me enche o saco, seu filho da puta, e mete logo nessa minha buceta, seu porco.eu falei pra elaemocionadaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ele colocou o pau enorme dele na entrada da minha buceta e eu, de pernas abertas, ele enfiou tudo de uma vez. Eu soltei um grito de dor, me rasgou toda, as lágrimas escorreram, mas ele não tava nem aí, continuava enfiando o falo enquanto me dava palmadas e dizia "Promíscua", "vadia", "que gostosa você é" e outros elogios carinhosos.
A dor foi se transformando em muito prazer, o velho sabia foder e eu tava curtindo pra caralho.vocês devemsaber que eu soumultiorgásmicae ali não ia ser diferente, comecei a gozar entre um orgasmo e outro, só se ouvia o barulho das bolas dele batendo na minha bunda junto com os suspiros e as bênçãos dele pra mim.
Senti o pau grosso dele, por isso ele ia gozar dentro da minha buceta, mas eu não queria pra não engravidar.
+ Não goza dentro, seu filho da puta, não me vem com essa de filho da puta.eu disse entre gemidos.
Ele continuoume bombandoForte com palmadas fortes, sentia minha bunda vermelha e dolorida, mas adorava, até que ele tirou, me virou e começou a bater uma na minha cara. Não demorou pra encher minha cara toda de porra, parecia que não gozava há anos, o que me surpreendeu porque ontem mesmo ele bateu uma. O que escorria pela minha boca eu pegava com a língua, mas ele colocou o pau na minha boca e eu comecei a lamber a cabeça toda, recolhendo toda a porra que restava, apertando a glande pra sair tudo.
- Que gostosa você é, espero que venha mais vezes.
+ Se continuar me comendo assim, pode dar como certo.falei pra ele depois de terminar de limpar a pica dele.
Levantei e fui no banheiro lavar o rosto, me olhei no espelho me vendo com toda a porra dele na cara e adorei. Terminei de me limpar, coloquei a toalha já que não tinha a parte de baixo do biquíni e saí de casa olhando se não tinha ninguém no corredor.
Valeu por ler! Lembra que se você tem lembranças de uma boa história, escreve o nome dela que a gente posta com prazer pra você ler de novo hehe
2 comentários - Meu Vizinho Nojento