La tía de mi novia (II)

La tía de mi novia (II)No dia seguinte à noite que passamos no carro, fui na casa da minha namorada depois do almoço. Quando cheguei, quem abriu a porta foi o avô dela:
— E aí, Pepe, beleza?!!
— Tudo bem. E o senhor?
— Por aqui, na mesma. Pode entrar, entra. A Marta tá na cozinha.
Fui pra cozinha e, quando cheguei, lá estava a Marta com a mãe dela, a avó e a mulher em que eu tinha pensado a noite inteira. Dei um "oi" num tom animado e todas responderam do mesmo jeito, menos a Verônica. Ela disse "oi" de um jeito bem sério, aquilo me deixou confuso, porque foi um cumprimento frio, como se não tivesse rolado nada entre a gente. Aí pensei que ela tinha mudado de ideia sobre o que aconteceu, que tava puta e não queria saber de mim.

Depois de umas duas horas no quarto da minha namorada, a Verônica começou a me chamar pra ajudar a pegar um ventilador na lavanderia, porque tava muito alto e eu alcançava. Pensei que tinha chegado a hora de ela me falar que acabou o negócio da noite anterior, que foi só um erro. Aí a Marta decidiu ir comigo (a conversa já era). Quando entrei na lavanderia, a cara da Verônica mudou quando viu que a sobrinha também tava entrando. Peguei o ventilador do lugar mais alto da estante, ela me deu um "valeu" meio seco e a gente foi saindo: primeiro a Marta, depois eu e, por último, a Verônica. Eu não tirava da cabeça que ela não queria mais nada, mas aí aconteceu algo que eu não esperava: a Verônica me agarrou a bunda. Me virei e ela me deu um beijo.

Tudo mudou. Quando voltamos pro quarto da minha namorada, a mãe dela tava lá dentro usando o computador, e as duas começaram a conversar. Eu fiquei de pé, encostado no batente da porta, de onde dava pra ver a sala. Aí a Verônica sentou no sofá e resolvi mandar mensagem no WhatsApp. Ela pegou o celular na hora.
— Oi.
— Oi, gostosão — ela escreveu e depois me olhou, piscando um olho.
— Do jeito que você me cumprimentou e agradeceu, pensei que tinha mudado de ideia e... Você não queria saber mais de mim. Ela me olhou surpresa, depois sorriu e balançou a cabeça enquanto escrevia. – Tô morrendo de vontade de você, garoto – Nossa, como você consegue ser tão sexy só escrevendo. – jejeje, como tá minha calcinha fio dental? – Muito bem, ontem à noite bati uma enquanto cheirava ela. Adoro sua calcinha fio dental, mas de tanto cheirar já quase não tem mais o cheirinho da sua buceta. Aí Marta e a mãe dela me perguntaram algo, e enquanto eu respondia, Verônica passou por trás, agarrou minha bunda de novo e entrou no banheiro. Quando saiu, voltou pra sala e, ao passar, enfiou algo no meu bolso. Eu continuava conversando com Marta e minha sogra, quando chegou um WhatsApp da Verônica dizendo: «me excita saber que você bate punheta com minha roupa íntima, espero que meu presentinho seja útil». Depois do jantar, era hora de ir embora. Tava tão louco pra ver logo o «presentinho» que quase não esperei Marta fechar a porta. Era uma calcinha fio dental simples, com muito pouca pano, daquelas que com certeza entravam bem fundo na racha dela quando usava, vermelha com um laço branco na frente. Os dias passaram e chegou sexta-feira. Marta e eu tínhamos combinado de sair com uns amigos. Fui na casa dela, mas ela ainda tinha que tomar banho e se arrumar. Estávamos sozinhos na casa, toda a família estava no sítio, menos Verônica, que tinha ido fazer compras. Embora quisesse pegar a Verônica, a chance de ficar sozinho com minha namorada não dava pra desperdiçar. Agarrei a Marta e comecei a passar a mão no corpo todo dela, ela correspondeu. A gente tava com o tesão lá em cima quando alguém abriu a porta da rua, era a Verônica. A gente se separou, e Marta foi preparar o banho enquanto comentava com a tia que a gente ia sair e que ela ia se arrumar. Verônica me olhou com um olhar safado e foi pro quarto dela. Na hora, meu celular tocou, era um WhatsApp dela dizendo: «quer ver o que comprei?». Óbvio que eu disse que sim. Assim que a porta do banheiro fechou e deu pra ouvir a água caindo, Verônica veio pra sala e Fiquei sem fôlego quando vi aquela deusa aparecer com um conjunto de lingerie, sutiã vermelho de renda e um fio dental combinando. – O que achou? Gostou? – ela disse. – É a melhor coisa que já vi na vida. – Quer ver de perto? Eu concordei com a cabeça e ela começou a se aproximar, fiquei nervoso ao ver aquela pedaço de mulher cada vez mais perto e a cada passo mais gostosa. Ela sentou bem sensual em cima das minhas pernas e me beijou, se afastou e brincando com meu cabelo disse «a gente tem tempo, quer que eu te devolva o favor» (Claro que a gente tinha tempo já que a Marta demora horrores no banho) sem dizer uma palavra eu beijei ela de novo e começou o segundo round. Eu passava a mão no corpo todo dela, na bunda dela, dava tapas e ela adorava porque fazia cara de safada. Tirei o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela e morder os bicos de leve. De repente ela me parou e disse «¡¡Fica quieto!! Hoje é minha vez» então ela se levantou, fez uma rebolada e foi tirar minha calça. Fiquei sentado no sofá sem calça com um pau duríssimo e a Verônica do meu lado de quatro em cima do sofá só de fio dental de renda vermelha. Ela começou a me masturbar com uma mão suave mas firme e cuspia no meu pau pra lubrificar, minha namorada até que manda bem mas a punheta que a Verônica tava me dando superava tudo. De repente ela disse: – Tava gostosa minha bucetinha? – Pff demais. – É? Vamos ver como tá esse seu pau… Ela me deu um beijo na ponta e depois passou a língua no meu pau da base até a ponta, depois chupava de lado que nem quem tá comendo um sorvete, e aí me deu uma mordida não muito forte mas dava pra sentir a pressão dos dentes, era a primeira vez que faziam isso comigo mas me deixou muito louco e parece que ela também gostou porque logo depois enfiou meu pau inteiro na boca até chegar na base, meu deus que prazer que ela tava me dando com esse boquete. Instintivamente comecei a passar a mão na bunda dela e agarrar, então ela disse: – Me bate! Chupa aqui e cala a boca!" – falei, empurrando a cabeça dela pro meu pau – "vamo fazer um trato: toda vez que você me der uma mordida dessas, eu te dou uma palmada." E sem esperar mais nada, ela me mordeu de novo. Aí eu cumpri minha parte do trato, bati forte e a bunda dela ficou vermelha. Assim a gente continuou por um bom tempo, entre mordidas e palmadas. Passei a mão entre as nádegas dela e lembrei que no carro ela tinha me pedido pra enfiar o dedo no cu dela. Então enchi a ponta do dedo médio de saliva e comecei a fazer círculos no furinho dela. Ela soltou um gemido baixinho e eu decidi chupar o dedo inteiro pra lubrificar bem, e fui enfiando devagar. Ela me olhou com o pau na boca e acelerou o ritmo do boquete. Comecei a sentir aquela boca de lábios carnudos e a mão que acompanhava a mamada fazendo meu gozo querer sair. Segurei o máximo que pude até explodir. Decidi não avisar e, com a mão livre, segurei a cabeça dela firme enquanto gozava na boca dela até a última gota. Ela se levantou, me olhou fixamente e, com um sorriso, engoliu todo meu leite e disse: – Seu gozo é muito yummy – falou enquanto com a língua pegava um pouco que tinha sobrado no canto da boca. – Adoro engolir tudo, mas da próxima vez me avisa antes. Enquanto eu arrumava minha roupa, ouvimos o chuveiro desligar e Verônica saiu correndo, me mandando um piscar de olho e um beijo. Continua...

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