Minha amiga gay com disforia

Fala galera, beleza? Hoje vou contar uma história que vai servir de gancho pra continuar as do meu amigo e da namorada dele. Acontece que há muitos anos, eu tava namorando uma gatinha por quem era muito apaixonado. A gente ia pra todo canto junto, praticamente morávamos juntos. Uma noite, acompanhei ela até a casa da madrinha e fiquei esperando do lado de fora na moto. Do lado tinha um mercadinho de bairro, que era de uma tia dela que alugava pra madrinha. Foi quando saiu uma mina loira de olhos claros e um corpo muito gostoso, principalmente uns peitões, era a prima da minha namorada. Ela me encarou e começou a falar umas coisas que eu não entendi, mas ficava rindo e me olhando de um jeito bem insinuante. Na hora, minha namorada saiu de casa e a loira ficou surpresa, se fazendo de sonsa. Depois disso, anos mais tarde, encontro essa mina loira de novo na casa de uma gatinha que eu tava pegando na época, já não tava mais com a namorada que falei antes. E adivinha? Também era prima dessa outra. A gente se deu super bem e ficamos amigos, ela não lembrava de mim nem eu dela, até que começamos a falar dos parentes dela e logo sacamos quem era quem, o nome dela é Evelin. Ela tava bem diferente, usava roupa largona, cabelo curto e tinha vários trejeitos de homem. Mais pra frente, depois que a gente já tava na confiança, ela me contou que se sentia homem, mas não entrou em detalhes. Uma noite, a gente tava na casa de uma amiga, eu já não tava mais pegando a prima dela e, embora ela também frequentasse a casa dessa amiga, naquela noite não tava lá. A gente tava bebendo antes de sair e ficou sem cerveja, então saímos juntos no meu carro pra comprar mais. Procuramos, mas já era tarde, aí ela falou pra irmos num boteco que ficava num bairro afastado, mas que tava sempre aberto. Chegamos, compramos e, quando voltávamos por uma rua escura, cheia de buracos e sem casa perto, ela disse: "Eve— para aqui!" Eu: "O que foi? (paro) Eve — Vou te falar uma coisa que ninguém sabe e me dá vergonha. Eu — O que foi? Eve — Sou gay. Eu — Já sei, sua burra, hahaha. Eve — Não, idiota, é que eu gosto de você! Eu — Como assim? Então você é hétero. Eve — Não, eu me sinto homem, gosto de mulheres, mas você me atrai, e não sei explicar direito. Aí ela me dá um beijo e eu correspondo, a gente fica se beijando um tempão e ela fala "vamos". Então ligo o carro e a gente vai. Depois daquela noite, por uns dias ela não foi na minha casa, o que achei estranho, porque ela ia sempre. Mando mensagem e ela diz que não tava bem com o que aconteceu, mas queria que eu fosse na casa dela no sábado pra conversar e comer alguma coisa, que ela ia estar sozinha, e pra eu levar uns filmes (na época eu tinha uma videolocadora). Chegou o sábado, fui na casa e ela tava sozinha. A gente viu um filme enquanto comia umas pizzas, tomou sorvete e depois ela fala: Eve — Trouxe algum pornô? Eu — Haha, olha a caixa. Eve — Filho da puta, trouxe dois, bota um, vou no banheiro e já volto. Coloco o filme e espero ela chegar antes de dar play, ela demora uns 10 minutos, até que ouço barulho de salto, olho pra trás e ela aparece com um conjunto de renda vermelha e uma meia liga da mesma cor, e tava com uns sapatos pretos, tava linda, mas na hora me deu uma vontade de rir do jeito que ela andava, dá dois passos, tropeça e cai no sofá onde a gente tava. Seguro ela, abraço e falo: Eu — Que porra é essa, sua doida? Eve — fica vermelha... — É que... Quero que você me coma, idiota, mas não queria falar, esperava que você não dissesse nada e só fizesse. Eu — Se você ficasse pelada e chupasse minha pica já tava resolvido, haha. Eve — E eu sei lá, burro, você quer isso? Eu — O quê? Eve — Que eu chupe você. Eu — Você se atreve? Eve — Nunca fiz, mas sim, se depois você me comer. Ela se ajoelha, tira minha calça e a cueca de uma vez, pega na minha pica e começa a lamber, e logo coloca na boca, e eu vi que ela tinha razão, nunca tinha feito, não era ruim, mas faltava muita prática, o bom era que eu tava apalpando aqueles peitos lindos que ela tinha e dava pra ver a bunda gostosa dela, depois de um tempo chupando, eu faço ela se ajoelhar no sofá, apoiando os cotovelos no encosto, abro as nádegas dela e lambo bem a buceta, depois eu levanto e pergunto: Eu – cê tá pronta? Eve – sim, manda ver! Coloco a cabeça da pica na entrada da bucetinha bem rosa dela e começo a empurrar, tava bem quente e apertado, mas bem lubrificado. Eve – mmmmm ooooo! Adoro, que pica! Eu – cê gosta? Quer que eu meta tudo? Eve – sim, sim, manda! Meto até o fundo e começo a dar umas estocadas que faziam minhas bolas baterem nas coxas dela, assim por um bom tempo. Depois ela me faz sentar no sofá e sobe em cima de mim, começando a cavalgar enquanto eu chupava os peitos dela. Passados uns minutos, eu levanto com ela em cima, ela é bem pequena e leve, e com a pica dentro, levo ela até a cama, onde coloco as pernas dela nos meus ombros e continuo comendo ela até sentir que ela dá um gemido forte e aperta minha pica com a buceta dela, então eu tiro e gozo na barriga dela. Depois disso, ela fica um tempo mexendo na minha pica e me beijando enquanto eu beijava os peitos dela. Depois disso, a gente conversa um pouco, eu me visto e vou embora. Esse é o começo da história com minha amiga, deixo fotos ilustrativas.Mí amiga con disforia que es gay
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lesbicaAté a próxima, espero que tenham gostado.

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