Me chamo Samantha, tenho 21 anos e tô na faculdade, a idade e o lugar onde festas e ficar bêbada são o principal pra qualquer adolescente. Eu tinha meus amigos, minhas 3 amigas que sempre iam comigo nesses lugares, e meus 4 amigos que também saíam com a gente. Um deles, o Fabian, desde que conheci ele na facul, sempre me cantou de um jeito que deixa claro que ele não quer ficar comigo pelo meu jeito de ser, mas por outros motivos. Falando nisso, sou meio baixinha, tenho 1,55, um corpo normal, magrinha, a única coisa que vale mencionar é minha bunda, que tem um formato bem chamativo, o que faz minhas pernas serem um pouco mais cheinhas. Minhas amigas já me disseram que é por isso que o Fabian me olha de um jeito sem noção. Não me incomodava, pelo contrário, gostava de ter um amigo me olhando assim, me sentia gostosa, se é que dá pra usar essa palavra em vez de provocante. Ele era bonito, não vou mentir, e malhava, tudo isso junto fazia dele alguém atraente e ele sabia, por isso tinha essa atitude de pegador, mas pra mim, não era meu tipo. Sempre me abraçava, chegava muito perto do meu rosto e olha, já vi ele mais de uma vez me olhando de um jeito indecente. De vez em quando eu entrava na dele, só pra dar um pouco de corda pro interesse dele, é engraçado ver a cara de babão dele quando faço ele pensar que tô caindo aos poucos no jogo dele, mas também acho que é meio cruel. Pra ficar bêbada era complicado, já tinha prática com a garrafa, sabia me controlar, mas tinha horas que não ligava pra nada e enchia a cara com minhas amigas. Assim começa isso: uma das minhas amigas levou a gente pra uma festa e chamou nossos amigos também. Foi de tarde, no terraço de um conhecido, cada um com seu grupinho de amigos. Bebi até ficar meio tonta durante a festa toda, deu 10 horas e todo mundo começou a ir pra outras festas. Uma das minhas amigas e eu fomos pra casa de um dos nossos amigos, onde o Fabian também foi. Os Chegamos na casa do meu amigo e começamos a beber de novo, e eu tava me sentindo à vontade. Mandei um salve pros meus pais falando que tava bem e eles ficaram de boa, então tava curtindo pra caralho com minha amiga e me animei a tomar mais um pouco. O Fabian tava conversando com nosso outro amigo sobre outros assuntos. Teve uma hora que a gente se juntou os quatro e ficou trocando ideia sobre vários temas até que minha conversa foi pro lado do Fabian. A gente falou sobre coisas da escola, entre outras paradas, até que minha amiga perguntou onde podia dormir e meu amigo levou ela pro quarto, e voltou pra sentar. Ele ficou no celular até apagar no sofá. O Fabian e eu continuamos batendo papo até que um assunto acabou. Nessa altura, eu já tava tonta, e ele sugeriu jogar um jogo de sorte com as mãos, pedra, papel ou tesoura. Quem perdesse a rodada bebia. Ele tinha prática e ganhou de mim mais vezes do que eu dele, nem preciso dizer que fiquei ruim rapidinho. Tentei manter a pose, mas a tontura tava me vencendo. Quando acabou a garrafa e o jogo, a gente ficou sentado e eu falei pra ele não me olhar naquele estado porque tava com vergonha. Ele respondeu que não tinha motivo, que eu tava gostosa. Na sequência, me fez uma pergunta bem direta:
— "Por que você não me deu bola se eu já tô tentando te pegar faz um tempão?"
Eu tomei uma postura firme e respondi:
— "Por que você quer ficar comigo? A gente é amigo."
— "Porque eu gosto de você."
— "Gosta de mim pra quê?!"
— "... pra ficar junto."
Essa frase me deu tanta risada que não consegui segurar e respondi:
— "Hahaha não acredito em você, nem fudendo."
— "Sério, ué, pra que mais seria?"
— "Você me diz, você é quem sabe pra quê."
— "Hehehe, por que você pensa isso?"
— "Porque eu te conheço, sei bem pra que você quer as mina."
— "Hehe, você me ofende, só tô tentando ser cavalheiro."
Eu já tava muito bêbada e entrando mais na conversa, que eu achava engraçada mas ao mesmo tempo interessante, me arrisquei a perguntar:
— "Fala a verdade agora, cê gosta de mim de verdade? Ou quer me usar pra outra coisa?" Tava curiosa pra saber. Respondendo a isso, olhei pro teto fingindo que tava pensando e falei:
— "Jejeje, olha..."
Aí tentei me manter firme pra prestar atenção, não quero nem imaginar minha cara de bêbada, mas olhei fixo e com atenção pra ele.
— "Bom, eu tive uma obsessão com sexo numa época, porque eu e minha ex-namorada transávamos pelo menos umas 9 vezes por semana."
— "Ooh, sério?"
— "Sim, e quando terminava, eu ficava triste, mas o que me pegou muito também foi a falta de sexo."
— "Jajaja, que viciado!"
— "Virou vício e costume, jaja, é difícil tentar superar algo que você fazia quase todo dia e depois, de um dia pro outro, não fazer mais."
— "Mmm, até que faz sentido... e isso comigo?!"
— "Bom, depois disso, eu ficava com vontade de transar com qualquer um que caísse no meu jogo, jajaja."
Fiz uma cara de surpresa e falei:
— "E você tentou comigo?"
— "Bom, você parecia estar caindo e eu achei que teria chance."
Aí, minha bebedeira me fez querer brincar com ele como eu fazia antes, fazer ele pensar que eu tava seguindo o plano dele:
— "Jeje, é que você era muito carinhoso."
Talvez isso fez ele pensar que talvez ainda tivesse chance e tentou o jogo dele de novo.
— "Bom, você é muito gostosa e me animava que talvez, sei lá..."
— "Ah, o quê?!" Falei com uma expressão de super interesse, até levantei uma sobrancelha.
— "Jajajaja, você sabe."
— "Não, não sei, o quê?"
— "Bom... ter alguma chance com você ou algo assim."
— "Você quer me usar só pelo seu prazer, não me minta."
— "Mas você não se arrependeria, a gente até podia ser amigos com benefícios."
— "Jajaja, mas o que você tá dizendo, tá tão seguro disso?"
— "Bom, como saber se a gente não tentar? Qual o mal de ter um amigo com quem você pode fazer essas coisas?"
Isso, mesmo eu tendo começado a brincar com ele, aos poucos eu tava caindo no jogo dele, ele tava me convencendo.
— "Mmmmmm..."
— "Você não acha?"
— "Não é fácil."
— "Claro que é."
Falando isso, ele se aproximou um pouco no sofá, bem colado em mim, me abraçando. pelo meu pescoço e ficando bem juntinhos:
— "Vamos tentar, se você não gostar da ideia, a gente para e pronto"
— "E a amizade?"
— "Vamos continuar sendo amigos, só que com um benefício a mais"
— "Mmm, não sei, Fabian"
— "Não pensa tanto"
Depois de falar isso, senti ele aproximar o rosto devagar e me dar um beijo na boca. Eu, naquela adrenalina de luxúria, me deixei levar um pouco, correspondi ao beijo. E eu, que achava que ele era o típico garoto pegador que no final não conseguia nada com ninguém, percebi que ele beijava muito bem, sabia usar os lábios e a língua.
Tava tão focada em acompanhar o ritmo dos beijos que, de repente, senti uma das mãos dele acariciar minha cintura. Mas, conforme as carícias continuavam, a mão foi subindo até minhas costas. Por causa da bebedeira e de tudo que ele tava falando, deixei ele ir cada vez mais longe.
Aos poucos, senti ele por cima de mim, e deixei. Até que aquele mesmo braço deslizou pra minha barriga, me provocando umas cócegas muito excitantes. Eu sabia onde aquilo ia dar, mas queria que ele continuasse. Além disso, tava há muito tempo sem transar com ninguém, e ele tava despertando minha fome sexual.
Me dava muita vergonha que nosso amigo estivesse ali dormindo. Ele podia acordar, nos ver e contar pra todo mundo o que a gente fez. Os beijos já estavam tão intensos que eu tinha que controlar minha respiração. Ao mesmo tempo, sentia a mão dele até que começou a acariciar meus pelinhos e meus lábios de um jeito bem provocante, pra cima e pra baixo com os dedos, sempre por cima. Ele tava me esquentando tanto que até diminuiu um pouco minha bebedeira, mas aquele não era o lugar.
— "Espera, ele tá dormindo no sofá, pode nos ver"
— "Ele não vai acordar, fica tranquila"
— "Como você sabe?"
— "Já conheço ele, vem cá"
Ele saiu de cima de mim, sentou no sofá e desabotoou a calça. Pegou meu pulso e colocou minha mão no volume dele. De novo, eu tinha subestimado ele. Senti um troço enorme que ocupava minha mão inteira e ainda faltava pegar tudo, parecia que queria respirar. Não consegui falar nada, de tanta coisa que tava passando. Pensando, nunca imaginei que ele pudesse ter uma coisa dessas. Acho que ele viu minha cara de surpresa, porque ele foi baixando a cueca devagar com o dedo. Dava pra ver aparecendo, e quando vi a base do pau, notei o quanto era grossa, toda raspada. Conforme ele ia descendo a cueca, eu via cada centímetro aparecendo, até a cabeça se mostrar. Quando saiu por completo, pulou pra barriga dele. Contei uns 18 centímetros, no mínimo, de um pau grosso, grosso igual uma macana. Nunca imaginei nem passou pela minha cabeça que o Fabian tivesse um pau daqueles. Talvez minha ideia de que ele era um perdedor, um Fabian patético tentando chamar atenção das minas que nunca dariam bola pra ele, mas depois disso eu tinha certeza que o Fabian podia pegar qualquer garota que quisesse se elas vissem aquele pau. Ele pegou meu pulo de novo e fez minha mão agarrar o tronco do pau dele. Mesmo fechando a mão, não conseguia encostar os dedos de tão grosso que era. Era quente, dava pra sentir as veias na minha mão, macio. Era um pau perfeito mesmo. Quando peguei, ele me abraçou e começou a beijar meu pescoço. A bebedeira tava passando aos poucos, mas o tesão subia rápido. Enquanto eu batia uma pra ele, vi uma gotinha na ponta do pau e minha boca morria de vontade de provar aquela gota. Sentia cada veia enquanto subia e descia a mão no tronco do pau dele. Ele beijava meu pescoço, até mordia, e me esquentava rapidinho. Até que, de tanto olhar pro pau dele, deu vontade de provar cada parte, e ele percebeu e perguntou:
— "Quer chupar ele um pouco?"
Queria dizer sim sem pensar duas vezes, mas tava com medo do meu amigo acordar e me ver com o pau do Fabian na boca.
— "Mas e se ele acordar?"
— "Fica tranquila, ele não vai acordar. Vai, quero ver você descer sozinha."
Meu amigo roncava de um jeito tão bestial e engraçado que me convenceu que ele não ia acordar. Então me ajeitei, e ele, ao me ver me arrumar, abaixou a calça dele ainda mais. mas até os tornozelos e pude ver melhor seus dois ovos que pareciam ovos de verdade na sua bolsa totalmente depilada, e cada ruguinha da bolsa dos ovos dava uma vontade imensa de chupar eles. Ele se deitou no sofá e me olhou, eu abaixei a cabeça devagar e peguei a pica dele com a mão, apontei a cabeça pra minha boca enquanto juntava saliva o suficiente, aproximei minha boca da glande e senti a cabeça grossa e gostosa dele, passei a língua pelo freio e ouvi ele soltar uma respiração pesada de tão bom que tava sentindo. Tentei enfiar a cabeça dele na boca, mas já ocupava espaço demais, desci e subi minha boca com os lábios colados no tronco dele e babava cada vez mais centímetro por centímetro, adorava a sensação, lambia como sorvete e como picolé, e de vez em quando enfiava tudo na boca, que sensação gostosa. Minha saliva começou a fazer um barulhinho, ele colocou a mão no meu cabelo e senti ele empurrar minha cabeça pra eu chupar mais fundo, mas eu chegava no meu limite e mesmo enfiando o máximo que dava sobravam uns 7 centímetros pra chupar, eu engasgava e meus ânsias faziam barulho, enquanto tinha a pica dele na boca via meu amigo roncando no sofá e ao ver que ele continuava roncando mais me animava a me engasgar com a pica dele. Fabian gemia muito gostoso, tirei a pica dele da boca e passei a língua pelo tronco dele até chupar um dos ovos, só um cabia perfeitamente dentro da minha boca, lá dentro eu puxava até o ovo sair sozinho da minha boca e isso ele adorava, jogava a cabeça pra trás e gemia muito sexy. Ele enfiou a mão na minha calça e senti a mão dele numa das minhas nádegas e começou a apalpar, ele falou:
— "Posso?"
— "Sim... mas vamos pra outro lugar"
— "Vem" Ele pegou minha mão e sem guardar a pica dele saímos da casa do nosso amigo e subimos as escadas, chegamos no terraço, e ele me levou pra um espaço escuro, só entrava pouca luz, ele continuava com a pica de fora, me encostou nele e me deu um beijo muito gostoso, sentia O pau dele na minha barriga, desabotoei minha calça e abaixei um pouco, comecei a tocar minha buceta por cima da calcinha e ele disse:
— "Nossa, você tá bem molhada"
Toquei e, de fato, senti minha calcinha muito molhada, ele abaixou e ela caiu, eu sozinha abaixei minha calça até os tornozelos e ele fez o mesmo, ali de pé, começou a tocar minha buceta, era uma delícia sentir os dedos dele, eu masturbava ele enquanto ele me beijava ao mesmo tempo, me ajoelhei e continuei chupando ele enquanto me tocava, ele gemia e gemia até que sentir meus dedos entrando em mim me deu vontade de sentir ele, me levantei e disse:
— "Quer meter em mim?"
— "Claro que sim"
Ele me virou e me inclinou, apoiando na parede, senti a mão dele achar minha área e depois senti a cabeça do pauzão dele que me deu um arrepio gostoso. Achei que entraria fácil, mas quando ele começou a introduzir devagar, senti como ele expandia minha buceta e estava doendo, me segurei e quando ele tirou um pouco doía do mesmo jeito, ele fazia um vai e vem pra me acostumar e, de fato, minha lubrificação molhou minhas paredes vaginais até que as veias grossas dele roçavam por dentro e começou a me dar uma cócega bem elétrica, ele via como eu me contorcia e sabia que eu estava começando a me acostumar com ele, talvez ele já tivesse prática, pegou minha cintura e começou a se mover, eu começava a sentir como o pau dele ia e vinha por dentro, era o primeiro pau que eu podia sentir toda a textura por dentro, começou a se ouvir o som dos nossos fluidos, e notei como ele aumentava o ritmo, de verdade, Fabian estava me levando às estrelas em tão poucas estocadas, o pau dele roçava certos pontos que me faziam contorcer e isso me fazia gemer involuntariamente. Ele empurrou o pau um pouco mais e doeu um pouco:
— "Aiaiaiaiai"
Apesar da dor, eu gostava até onde ele estava chegando, me sentia cheia.
— "Vira e senta aqui"
Ele tirou o pau e eu dei um pulo porque doeu um pouco ao sair, sentia minha buceta meio aberta, sentei num bloco de cimento e ele tirou Tirei meu tênis e desci a calça por uma das pernas, assim conseguia abrir mais as pernas e minha buceta ficou exposta pra ele. Ele se colocou na minha frente, encostou o pau na minha entrada e empurrou de novo. Doeu outra vez, e ele percebeu. Tirou o pau, cuspiu na mão e lubrificou o tronco inteiro, e eu senti que entrou com mais facilidade. De novo, sentia o pênis dele entrando e saindo, e ele aumentava o ritmo. Nós dois gemíamos. Ele me beijava e me apalpava, mas meu corpo só focava em sentir o pau dele dentro de mim. Depois de um tempo, minha buceta já tinha se acostumado, e ele começou a me penetrar com mais vontade, me levando ao êxtase. Dava pra ouvir um grande "Plas plas plas" das estocadas dele por todo o telhado. Eu gemia mais alto e pedia por mais sem nem perceber:
— "Ai, sim, sim, sim, mais, mais, mais"
Até que ele pegou minha cintura e começou a me foder de um jeito tão desesperado, e eu senti uma vontade de mijar cada vez mais perto, sem saber como impedir. Eu estava começando a me perder num mar de prazer até que senti um orgasmo muito forte me atingir, que me fez abrir os olhos e sentir um formigamento no pau dele e na minha buceta. Soltei um gritinho e senti meu corpo escorrer. Ele me fez gozar. Olhei pra baixo e vi o pau dele saindo de mim, eu estava toda molhada. Olhei pra ele e ele disse:
— "Que gostoso, dá pra sentir como você goza"
Em seguida, ele enfiou o pênis de novo em mim e eu senti um formigamento muito intenso, e ele começou a me comer de novo:
— "Ai, ai, espera, espera, tô sentindo estranho"
— "Quero que você goze de novo"
Ele estava me comendo e eu sentia por dentro o pau dele me enchendo uma atrás da outra. Eu abracei ele, ele continuava me comendo e falou no meu ouvido:
— "... então... você gosta de como é?"
— "Ah, ah... siiiim, é muito gostoso"
— "Você é bem apertadinha"
— "Siiim, você tá me abrindo toda"
— "Você gosta de como meu pau entra, né...?"
— "Ah, ah, ah, sim, você tem um pau muito gostoso"
— "Sente ele, bebê, sente ele"
Ele me abraçou e começou a me dar com força, e eu senti que ia gozar de novo e ele também, ele gemia mais forte que antes, eu sentia como se estivesse batendo no meu limite e isso me levava ao céu:
- "Ah ah ah sim sim me come me come me come"
- "Ah ah ah sim, você vai me fazer gozar"
- "Sim me dá me dá mais"
Ele deu as últimas estocadas e a última foi tão brutal que me fez chegar ao orgasmo e quando ele tirou o pau tão bruscamente de mim, ouvi um gotejo bem notável. Senti o esperma dele jorrando nas minhas pernas e notei que espirrava pra outros lados, ele não gemia, ele gritava, de verdade tava há meses sem comer ninguém. Eu tava exausta e toda suada, mas mais satisfeita do que todo o relacionamento inteiro do meu ex-namorado, tava realmente feliz. Fabian caminhou até um varal de roupas e pegou uma peça de algum estranho, notei com pouca luz como o pauzão dele começava a murchar pra dormir e mesmo assim ainda parecia uma delícia. Com a peça que ele pegou do varal, começou a limpar todo o esperma dele das minhas pernas:
- "Cê é louco?! Como você pode fazer isso?"
- "Fica tranquila, eles não vão saber que fomos nós"
Quando terminou, largou a peça lá no chão, eu subi minha calça e ele a dele e me perguntou:
- "Então?"
- "Então o quê?"
- "O que a gente conversou, sobre esses benefícios"
- "Aaaah... vou pensar"
- "Vai pensar? Depois disso você devia tá mais que decidida"
- "Haha, tenho que pensar"
- "Vou te mostrar meu pau pra você se convencer de vez" Em seguida, ele abaixou a calça de novo e o pau dele saiu mole, ainda dormindo parecia enorme e os ovos dele pendurados atrás. Ele tinha razão, ao ver o pau dele mole, eu sabia que queria continuar me encontrando com aquela coisa.
- "Uff... tá bom, mas vai ser só quando eu quiser, ok?!"
- "Claro que sim, eu sei que vai ser logo" Enquanto dizia isso, ele subia a calça pela segunda vez. Descemos e todo mundo ainda tava dormindo, eu também me deitei na mesma cama da minha amiga e Fabian no mesmo sofá onde chupei ele no começo, ele mal deitou e já caiu no sono, eu continuava pensando no gostoso que foi aquele Fabian me foder. Esse tipo de pau eu só via em pornô, e tava mais que animada porque sabia que tinha a rola do Fabian quando eu quisesse. O ruim é que mal tínhamos transado por 10 minutos e eu já queria ele dentro de novo. Foi no dia seguinte que decidi fazer de novo. Fim.
— "Por que você não me deu bola se eu já tô tentando te pegar faz um tempão?"
Eu tomei uma postura firme e respondi:
— "Por que você quer ficar comigo? A gente é amigo."
— "Porque eu gosto de você."
— "Gosta de mim pra quê?!"
— "... pra ficar junto."
Essa frase me deu tanta risada que não consegui segurar e respondi:
— "Hahaha não acredito em você, nem fudendo."
— "Sério, ué, pra que mais seria?"
— "Você me diz, você é quem sabe pra quê."
— "Hehehe, por que você pensa isso?"
— "Porque eu te conheço, sei bem pra que você quer as mina."
— "Hehe, você me ofende, só tô tentando ser cavalheiro."
Eu já tava muito bêbada e entrando mais na conversa, que eu achava engraçada mas ao mesmo tempo interessante, me arrisquei a perguntar:
— "Fala a verdade agora, cê gosta de mim de verdade? Ou quer me usar pra outra coisa?" Tava curiosa pra saber. Respondendo a isso, olhei pro teto fingindo que tava pensando e falei:
— "Jejeje, olha..."
Aí tentei me manter firme pra prestar atenção, não quero nem imaginar minha cara de bêbada, mas olhei fixo e com atenção pra ele.
— "Bom, eu tive uma obsessão com sexo numa época, porque eu e minha ex-namorada transávamos pelo menos umas 9 vezes por semana."
— "Ooh, sério?"
— "Sim, e quando terminava, eu ficava triste, mas o que me pegou muito também foi a falta de sexo."
— "Jajaja, que viciado!"
— "Virou vício e costume, jaja, é difícil tentar superar algo que você fazia quase todo dia e depois, de um dia pro outro, não fazer mais."
— "Mmm, até que faz sentido... e isso comigo?!"
— "Bom, depois disso, eu ficava com vontade de transar com qualquer um que caísse no meu jogo, jajaja."
Fiz uma cara de surpresa e falei:
— "E você tentou comigo?"
— "Bom, você parecia estar caindo e eu achei que teria chance."
Aí, minha bebedeira me fez querer brincar com ele como eu fazia antes, fazer ele pensar que eu tava seguindo o plano dele:
— "Jeje, é que você era muito carinhoso."
Talvez isso fez ele pensar que talvez ainda tivesse chance e tentou o jogo dele de novo.
— "Bom, você é muito gostosa e me animava que talvez, sei lá..."
— "Ah, o quê?!" Falei com uma expressão de super interesse, até levantei uma sobrancelha.
— "Jajajaja, você sabe."
— "Não, não sei, o quê?"
— "Bom... ter alguma chance com você ou algo assim."
— "Você quer me usar só pelo seu prazer, não me minta."
— "Mas você não se arrependeria, a gente até podia ser amigos com benefícios."
— "Jajaja, mas o que você tá dizendo, tá tão seguro disso?"
— "Bom, como saber se a gente não tentar? Qual o mal de ter um amigo com quem você pode fazer essas coisas?"
Isso, mesmo eu tendo começado a brincar com ele, aos poucos eu tava caindo no jogo dele, ele tava me convencendo.
— "Mmmmmm..."
— "Você não acha?"
— "Não é fácil."
— "Claro que é."
Falando isso, ele se aproximou um pouco no sofá, bem colado em mim, me abraçando. pelo meu pescoço e ficando bem juntinhos:
— "Vamos tentar, se você não gostar da ideia, a gente para e pronto"
— "E a amizade?"
— "Vamos continuar sendo amigos, só que com um benefício a mais"
— "Mmm, não sei, Fabian"
— "Não pensa tanto"
Depois de falar isso, senti ele aproximar o rosto devagar e me dar um beijo na boca. Eu, naquela adrenalina de luxúria, me deixei levar um pouco, correspondi ao beijo. E eu, que achava que ele era o típico garoto pegador que no final não conseguia nada com ninguém, percebi que ele beijava muito bem, sabia usar os lábios e a língua.
Tava tão focada em acompanhar o ritmo dos beijos que, de repente, senti uma das mãos dele acariciar minha cintura. Mas, conforme as carícias continuavam, a mão foi subindo até minhas costas. Por causa da bebedeira e de tudo que ele tava falando, deixei ele ir cada vez mais longe.
Aos poucos, senti ele por cima de mim, e deixei. Até que aquele mesmo braço deslizou pra minha barriga, me provocando umas cócegas muito excitantes. Eu sabia onde aquilo ia dar, mas queria que ele continuasse. Além disso, tava há muito tempo sem transar com ninguém, e ele tava despertando minha fome sexual.
Me dava muita vergonha que nosso amigo estivesse ali dormindo. Ele podia acordar, nos ver e contar pra todo mundo o que a gente fez. Os beijos já estavam tão intensos que eu tinha que controlar minha respiração. Ao mesmo tempo, sentia a mão dele até que começou a acariciar meus pelinhos e meus lábios de um jeito bem provocante, pra cima e pra baixo com os dedos, sempre por cima. Ele tava me esquentando tanto que até diminuiu um pouco minha bebedeira, mas aquele não era o lugar.
— "Espera, ele tá dormindo no sofá, pode nos ver"
— "Ele não vai acordar, fica tranquila"
— "Como você sabe?"
— "Já conheço ele, vem cá"
Ele saiu de cima de mim, sentou no sofá e desabotoou a calça. Pegou meu pulso e colocou minha mão no volume dele. De novo, eu tinha subestimado ele. Senti um troço enorme que ocupava minha mão inteira e ainda faltava pegar tudo, parecia que queria respirar. Não consegui falar nada, de tanta coisa que tava passando. Pensando, nunca imaginei que ele pudesse ter uma coisa dessas. Acho que ele viu minha cara de surpresa, porque ele foi baixando a cueca devagar com o dedo. Dava pra ver aparecendo, e quando vi a base do pau, notei o quanto era grossa, toda raspada. Conforme ele ia descendo a cueca, eu via cada centímetro aparecendo, até a cabeça se mostrar. Quando saiu por completo, pulou pra barriga dele. Contei uns 18 centímetros, no mínimo, de um pau grosso, grosso igual uma macana. Nunca imaginei nem passou pela minha cabeça que o Fabian tivesse um pau daqueles. Talvez minha ideia de que ele era um perdedor, um Fabian patético tentando chamar atenção das minas que nunca dariam bola pra ele, mas depois disso eu tinha certeza que o Fabian podia pegar qualquer garota que quisesse se elas vissem aquele pau. Ele pegou meu pulo de novo e fez minha mão agarrar o tronco do pau dele. Mesmo fechando a mão, não conseguia encostar os dedos de tão grosso que era. Era quente, dava pra sentir as veias na minha mão, macio. Era um pau perfeito mesmo. Quando peguei, ele me abraçou e começou a beijar meu pescoço. A bebedeira tava passando aos poucos, mas o tesão subia rápido. Enquanto eu batia uma pra ele, vi uma gotinha na ponta do pau e minha boca morria de vontade de provar aquela gota. Sentia cada veia enquanto subia e descia a mão no tronco do pau dele. Ele beijava meu pescoço, até mordia, e me esquentava rapidinho. Até que, de tanto olhar pro pau dele, deu vontade de provar cada parte, e ele percebeu e perguntou:
— "Quer chupar ele um pouco?"
Queria dizer sim sem pensar duas vezes, mas tava com medo do meu amigo acordar e me ver com o pau do Fabian na boca.
— "Mas e se ele acordar?"
— "Fica tranquila, ele não vai acordar. Vai, quero ver você descer sozinha."
Meu amigo roncava de um jeito tão bestial e engraçado que me convenceu que ele não ia acordar. Então me ajeitei, e ele, ao me ver me arrumar, abaixou a calça dele ainda mais. mas até os tornozelos e pude ver melhor seus dois ovos que pareciam ovos de verdade na sua bolsa totalmente depilada, e cada ruguinha da bolsa dos ovos dava uma vontade imensa de chupar eles. Ele se deitou no sofá e me olhou, eu abaixei a cabeça devagar e peguei a pica dele com a mão, apontei a cabeça pra minha boca enquanto juntava saliva o suficiente, aproximei minha boca da glande e senti a cabeça grossa e gostosa dele, passei a língua pelo freio e ouvi ele soltar uma respiração pesada de tão bom que tava sentindo. Tentei enfiar a cabeça dele na boca, mas já ocupava espaço demais, desci e subi minha boca com os lábios colados no tronco dele e babava cada vez mais centímetro por centímetro, adorava a sensação, lambia como sorvete e como picolé, e de vez em quando enfiava tudo na boca, que sensação gostosa. Minha saliva começou a fazer um barulhinho, ele colocou a mão no meu cabelo e senti ele empurrar minha cabeça pra eu chupar mais fundo, mas eu chegava no meu limite e mesmo enfiando o máximo que dava sobravam uns 7 centímetros pra chupar, eu engasgava e meus ânsias faziam barulho, enquanto tinha a pica dele na boca via meu amigo roncando no sofá e ao ver que ele continuava roncando mais me animava a me engasgar com a pica dele. Fabian gemia muito gostoso, tirei a pica dele da boca e passei a língua pelo tronco dele até chupar um dos ovos, só um cabia perfeitamente dentro da minha boca, lá dentro eu puxava até o ovo sair sozinho da minha boca e isso ele adorava, jogava a cabeça pra trás e gemia muito sexy. Ele enfiou a mão na minha calça e senti a mão dele numa das minhas nádegas e começou a apalpar, ele falou:
— "Posso?"
— "Sim... mas vamos pra outro lugar"
— "Vem" Ele pegou minha mão e sem guardar a pica dele saímos da casa do nosso amigo e subimos as escadas, chegamos no terraço, e ele me levou pra um espaço escuro, só entrava pouca luz, ele continuava com a pica de fora, me encostou nele e me deu um beijo muito gostoso, sentia O pau dele na minha barriga, desabotoei minha calça e abaixei um pouco, comecei a tocar minha buceta por cima da calcinha e ele disse:
— "Nossa, você tá bem molhada"
Toquei e, de fato, senti minha calcinha muito molhada, ele abaixou e ela caiu, eu sozinha abaixei minha calça até os tornozelos e ele fez o mesmo, ali de pé, começou a tocar minha buceta, era uma delícia sentir os dedos dele, eu masturbava ele enquanto ele me beijava ao mesmo tempo, me ajoelhei e continuei chupando ele enquanto me tocava, ele gemia e gemia até que sentir meus dedos entrando em mim me deu vontade de sentir ele, me levantei e disse:
— "Quer meter em mim?"
— "Claro que sim"
Ele me virou e me inclinou, apoiando na parede, senti a mão dele achar minha área e depois senti a cabeça do pauzão dele que me deu um arrepio gostoso. Achei que entraria fácil, mas quando ele começou a introduzir devagar, senti como ele expandia minha buceta e estava doendo, me segurei e quando ele tirou um pouco doía do mesmo jeito, ele fazia um vai e vem pra me acostumar e, de fato, minha lubrificação molhou minhas paredes vaginais até que as veias grossas dele roçavam por dentro e começou a me dar uma cócega bem elétrica, ele via como eu me contorcia e sabia que eu estava começando a me acostumar com ele, talvez ele já tivesse prática, pegou minha cintura e começou a se mover, eu começava a sentir como o pau dele ia e vinha por dentro, era o primeiro pau que eu podia sentir toda a textura por dentro, começou a se ouvir o som dos nossos fluidos, e notei como ele aumentava o ritmo, de verdade, Fabian estava me levando às estrelas em tão poucas estocadas, o pau dele roçava certos pontos que me faziam contorcer e isso me fazia gemer involuntariamente. Ele empurrou o pau um pouco mais e doeu um pouco:
— "Aiaiaiaiai"
Apesar da dor, eu gostava até onde ele estava chegando, me sentia cheia.
— "Vira e senta aqui"
Ele tirou o pau e eu dei um pulo porque doeu um pouco ao sair, sentia minha buceta meio aberta, sentei num bloco de cimento e ele tirou Tirei meu tênis e desci a calça por uma das pernas, assim conseguia abrir mais as pernas e minha buceta ficou exposta pra ele. Ele se colocou na minha frente, encostou o pau na minha entrada e empurrou de novo. Doeu outra vez, e ele percebeu. Tirou o pau, cuspiu na mão e lubrificou o tronco inteiro, e eu senti que entrou com mais facilidade. De novo, sentia o pênis dele entrando e saindo, e ele aumentava o ritmo. Nós dois gemíamos. Ele me beijava e me apalpava, mas meu corpo só focava em sentir o pau dele dentro de mim. Depois de um tempo, minha buceta já tinha se acostumado, e ele começou a me penetrar com mais vontade, me levando ao êxtase. Dava pra ouvir um grande "Plas plas plas" das estocadas dele por todo o telhado. Eu gemia mais alto e pedia por mais sem nem perceber:
— "Ai, sim, sim, sim, mais, mais, mais"
Até que ele pegou minha cintura e começou a me foder de um jeito tão desesperado, e eu senti uma vontade de mijar cada vez mais perto, sem saber como impedir. Eu estava começando a me perder num mar de prazer até que senti um orgasmo muito forte me atingir, que me fez abrir os olhos e sentir um formigamento no pau dele e na minha buceta. Soltei um gritinho e senti meu corpo escorrer. Ele me fez gozar. Olhei pra baixo e vi o pau dele saindo de mim, eu estava toda molhada. Olhei pra ele e ele disse:
— "Que gostoso, dá pra sentir como você goza"
Em seguida, ele enfiou o pênis de novo em mim e eu senti um formigamento muito intenso, e ele começou a me comer de novo:
— "Ai, ai, espera, espera, tô sentindo estranho"
— "Quero que você goze de novo"
Ele estava me comendo e eu sentia por dentro o pau dele me enchendo uma atrás da outra. Eu abracei ele, ele continuava me comendo e falou no meu ouvido:
— "... então... você gosta de como é?"
— "Ah, ah... siiiim, é muito gostoso"
— "Você é bem apertadinha"
— "Siiim, você tá me abrindo toda"
— "Você gosta de como meu pau entra, né...?"
— "Ah, ah, ah, sim, você tem um pau muito gostoso"
— "Sente ele, bebê, sente ele"
Ele me abraçou e começou a me dar com força, e eu senti que ia gozar de novo e ele também, ele gemia mais forte que antes, eu sentia como se estivesse batendo no meu limite e isso me levava ao céu:
- "Ah ah ah sim sim me come me come me come"
- "Ah ah ah sim, você vai me fazer gozar"
- "Sim me dá me dá mais"
Ele deu as últimas estocadas e a última foi tão brutal que me fez chegar ao orgasmo e quando ele tirou o pau tão bruscamente de mim, ouvi um gotejo bem notável. Senti o esperma dele jorrando nas minhas pernas e notei que espirrava pra outros lados, ele não gemia, ele gritava, de verdade tava há meses sem comer ninguém. Eu tava exausta e toda suada, mas mais satisfeita do que todo o relacionamento inteiro do meu ex-namorado, tava realmente feliz. Fabian caminhou até um varal de roupas e pegou uma peça de algum estranho, notei com pouca luz como o pauzão dele começava a murchar pra dormir e mesmo assim ainda parecia uma delícia. Com a peça que ele pegou do varal, começou a limpar todo o esperma dele das minhas pernas:
- "Cê é louco?! Como você pode fazer isso?"
- "Fica tranquila, eles não vão saber que fomos nós"
Quando terminou, largou a peça lá no chão, eu subi minha calça e ele a dele e me perguntou:
- "Então?"
- "Então o quê?"
- "O que a gente conversou, sobre esses benefícios"
- "Aaaah... vou pensar"
- "Vai pensar? Depois disso você devia tá mais que decidida"
- "Haha, tenho que pensar"
- "Vou te mostrar meu pau pra você se convencer de vez" Em seguida, ele abaixou a calça de novo e o pau dele saiu mole, ainda dormindo parecia enorme e os ovos dele pendurados atrás. Ele tinha razão, ao ver o pau dele mole, eu sabia que queria continuar me encontrando com aquela coisa.
- "Uff... tá bom, mas vai ser só quando eu quiser, ok?!"
- "Claro que sim, eu sei que vai ser logo" Enquanto dizia isso, ele subia a calça pela segunda vez. Descemos e todo mundo ainda tava dormindo, eu também me deitei na mesma cama da minha amiga e Fabian no mesmo sofá onde chupei ele no começo, ele mal deitou e já caiu no sono, eu continuava pensando no gostoso que foi aquele Fabian me foder. Esse tipo de pau eu só via em pornô, e tava mais que animada porque sabia que tinha a rola do Fabian quando eu quisesse. O ruim é que mal tínhamos transado por 10 minutos e eu já queria ele dentro de novo. Foi no dia seguinte que decidi fazer de novo. Fim.
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