E aí, comunidade da Poringa! Depois de 7 longos meses, cheios de questões pessoais e de trabalho, quase 8, vou dar um fim a essa curta saga de relatos. Espero que curtam! A viagem transcorreu da forma mais normal possível. Todos estavam bem animados, mas eu estava meio sem energia por causa do que tinha acontecido com a Luisa quando o ônibus parou. Já eram quase 7 da noite quando finalmente chegamos à pousada. Nosso professor nos separou: homens à esquerda, mulheres à direita, e designou quartos para cada grupo, no máximo 3 pessoas por quarto. Obviamente não ia ter nada misturado. Depois que cada um se ajeitou no seu respectivo quarto, descemos para jantar. Já eram 9 da noite, e estava bem calor nessa época do ano... Lembro que desci usando só uma regata fina e uma bermuda de praia, como a maioria dos meus colegas. Ao chegar na mesa, as garotas ainda não tinham chegado... Alguém exclamou: "Mulheres, até pra isso demoram". Todos começamos a rir, mas minha risada foi ofuscada pelo que vi de repente... Era a Luisa... Ela tinha solto o cabelo, não estava de óculos, usava uma blusa que deixava ver um decote bem pronunciado, e uma saia um pouco acima dos joelhos... Estava bem simples, mas me tirou o fôlego vê-la assim, me entendam, ela era a "esquisitona", e vê-la vestida daquela forma deixava qualquer um de queixo caído. Os outros caras estavam tão desorientados quanto eu ao vê-la... Enfim, o jantar transcorreu sem maiores problemas. Conversamos um pouco sobre o que íamos fazer por lá, para dividir as tarefas e essas coisas acadêmicas, eu participei pouco dessa conversa porque estava trocando mensagens com a Luisa...
Eu: Não é por nada, mas você não parece você. Tá bem gata... Todos os caras, incluindo eu, ficaram sem ar ao te ver assim.
Luisa: Ai... Homens... Eu sempre fui assim, só que não vejo necessidade de ir pra aula mostrando mais do que o devido, afinal, eu vou é P R A E S T U D A R, não pra arrumar namorado...
Eu: E quem disse isso? Na verdade, você está me dando razão. Como ninguém nunca te viu assim, deixou todo mundo sem palavras. Mas enfim... Quer que a gente se encontre mais tarde? Luisa: Sim, mas onde? Quase todos os quartos estão ocupados, além do que, caso existam quartos vazios, que desculpa vamos dar para ir sozinhos, EU e VOCÊ? Eu: Calma. Tenho tudo calculado. Você só me espera às 3h da manhã nas escadas do 3º andar. Já achei um lugar onde ninguém vai nos perturbar. Luisa: 3h? Por que não à meia-noite? Duvido que tenha alguém acordado nessa hora... Além do que, quero aproveitar o máximo de tempo possível... Eu: Olha só... Por mim, sem problema. À meia-noite nas escadas do 3º andar. Para não enrolar, deu 22h, todo mundo conversando na mesa até que decidimos ir dormir... No quarto que me coube, estava com meus dois melhores amigos, Carlos e Jorge. Sabia que eles não fariam muitas perguntas se percebessem que eu ia sair do quarto no meio da madrugada, então já estava tudo preparado... 23h50... Luisa: Odeio atraso, e acho que você sabe disso... Eu: Calma, ainda não deu meia-noite, mas já estou saindo, então relaxa. Luisa: Ok, te vejo em 10 minutos... E assim como falei, fiz. Como era de se esperar, os caras não fizeram uma única pergunta sobre onde eu ia, só ficaram olhando enquanto eu saía, e continuaram jogando no Nintendo. Cheguei no lugar combinado... 23h54. Eu: Odeio atraso, e acho que você sabe disso... Mandei essa mensagem só para provocar um pouco, quando sinto alguém me agarrando pela perna e sussurrando no meu ouvido "Estou aqui esperando há 2 minutos, então não cheguei tão atrasada assim". Era Luisa. Estava vestida igual a quando desceu para jantar, mas notei algo... diferente, e vi que era... Dava para ver os mamilos dela, o que significava que ela não estava usando sutiã... Isso me deixou de pau duro na hora. Luisa: E então, a gente fica aqui ou vamos para onde você tem que me levar? Eu: Vai subindo as escadas. Surpresa das grandes... Mía... Obviamente deixei ela subir primeiro para ver por baixo da saia e ela também não estava usando nada por baixo... Já não aguentava mais... Na minha mente só queria chegar onde tinha planejado levá-la e comer ela sem piedade. Peguei sua mão e a levei até o final do corredor em total silêncio até chegarmos no que parecia ser um depósito. A porta estava aberta, então entramos e a trancamos por dentro. Luisa: Como você sabia desse lugar, hein? Já tinha vindo aqui antes? Eu: Não, Luisa... Sou muito observador... E vi como as pessoas que trabalham aqui entravam e saíam daqui sem fechar essa porta, então imaginei que era o banheiro de serviço, ou algum tipo de depósito, e veja só, é um depósito. Ninguém vai nos incomodar aqui. Sem pensar muito, beijei sua boca com total desespero... Queria devorar ela... Comecei a tocá-la por todos os lados, seus seios, suas pernas... Meti minha mão por baixo da sua blusa, massageei suas tetas, com a outra agarrava sua bunda... Ela gemía e ofegava, sabia que estava excitada... De repente ela se solta, e se agacha... me abaixa o bermuda com a cueca, e minha pica salta como uma mola... Ela me olhou com cara de puta e mordeu os lábios... Amarrou o cabelo, e começou a mamar... Definitivamente devo dizer, que apesar de todas as mamadas que já recebi, ela está entre as melhores... Sabia muito bem o que estava fazendo, alternava garganta profunda com masturbação. Tinha uma sincronização perfeita... Eu só me limitava a segurar ela por trás da cabeça, ela fazia o resto... Estava fazendo um esforço sobre-humano para não gozar ainda... A noite era jovem... Parei ela, fiz com que se levantasse, a coloquei de costas para mim, e peguei minha vez de comer sua buceta e o cu... Levantei sua saia, e comecei a mandar língua. Ela já estava totalmente molhada, seus sucos já estavam começando a escorrer pelas pernas. Ela separou as nádegas com as mãos e arqueou as costas para me dar mais espaço e conforto... Eu mandava língua na xereca e no clitóris, Senti suas pernas começarem a tremer. Com uma das minhas mãos, comecei a masturbá-la, enquanto "inocentemente" dava linguadas na sua bunda. Ao ver que ela não reagia mal, me arrisquei a comer aquele asterisco tão apertadinho que ela tinha... Continuei masturbando ela cada vez mais intenso, até que, por mais que ela se contivesse, deixou escapar um gemido meio abafado, e as pernas perderam a força... Tinha feito ela gozar... Me afastei, deixando suas nádegas abertas, e pude ver como a bunda e a buceta estavam pulsando... Luisa: Mete logo... Me levantei do chão, a peguei pela cintura para levantá-la e enfiei na buceta... Ela deu um suspiro longo. Comecei a meter devagar, embora sua vagina parecesse um forno super úmido. Entrava toda a pica sem problemas, ela se limitava a gemer e a se encaixar para trás a cada uma das minhas investidas. Comecei a aumentar o ritmo, me afastava o máximo que podia e entrava cada vez mais rápido... Ela mordia os lábios para não gemer, tapava a boca com as mãos, mas chegamos a um ponto em que já não dava para controlar seus gritos de prazer... Eu já estava bombando no máximo, e ela já tinha tido outros 2 orgasmos... Ela estava toda suada, apertava os seios, se masturbava no clitóris, estava fora de si... Aproveitando a oportunidade, com minha mão livre, comecei a tocar o asterisco, coisa para a qual ela não deu muita atenção, continuou aproveitando... Como tínhamos pouco espaço, simplesmente tirei a pica e apontei para sua bunda... Eu: Essa bunda não vai sair daqui ilesa... Luisa: Vai com calma, ou nunca mais transamos na vida... Tinha luz verde. Nem precisei lubrificar. Seu fluxo vaginal estava presente em toda a sua fenda da bunda, e na minha pica... Obedeci suas palavras... Empurrei aos poucos... Fiz a cabeça entrar sem muito esforço... Fiquei ali um tempo, mas Luisa simplesmente começou a descer... Podia ver claramente como minha pica era engolida por aquela bunda faminta... Centímetro a centímetro. Eu não mexia, Luisa enfiou tudo sem ajuda. Quando já estava toda dentro, comecei a me mover devagar. Ela começou a gemer de novo... Parava a bunda para entrar melhor... Puxei seu cabelo e comecei a meter cada vez mais forte... Tirava quase toda e enfiava inteira. Ela gemía como uma puta. Eu: Vou gozar... Luisa: Acaba, papi, enche minha bunda de porra, papi... Me dá tudo, papi, me dá... Essas palavras foram um detonador... Enfiei o máximo que pude e comecei a descarregar toda a porra na bunda dela, e pelo que senti, ela também gozou junto comigo... Seu cuzinho dilatava e contraía em volta do meu pau, como se quisesse engolir... Parei de gozar, e lentamente tirei o pau, só para ficar surpreso com o que Luisa faria... Não deixou a porra escorrer, pegou com as mãos, e levou à boca... Meus olhos não acreditavam no que viam... A santinha da sala, com a bunda cheia de sêmen, e ainda por cima, levando à boca o que saía dela...
Eu: Não é por nada, mas você não parece você. Tá bem gata... Todos os caras, incluindo eu, ficaram sem ar ao te ver assim.
Luisa: Ai... Homens... Eu sempre fui assim, só que não vejo necessidade de ir pra aula mostrando mais do que o devido, afinal, eu vou é P R A E S T U D A R, não pra arrumar namorado...
Eu: E quem disse isso? Na verdade, você está me dando razão. Como ninguém nunca te viu assim, deixou todo mundo sem palavras. Mas enfim... Quer que a gente se encontre mais tarde? Luisa: Sim, mas onde? Quase todos os quartos estão ocupados, além do que, caso existam quartos vazios, que desculpa vamos dar para ir sozinhos, EU e VOCÊ? Eu: Calma. Tenho tudo calculado. Você só me espera às 3h da manhã nas escadas do 3º andar. Já achei um lugar onde ninguém vai nos perturbar. Luisa: 3h? Por que não à meia-noite? Duvido que tenha alguém acordado nessa hora... Além do que, quero aproveitar o máximo de tempo possível... Eu: Olha só... Por mim, sem problema. À meia-noite nas escadas do 3º andar. Para não enrolar, deu 22h, todo mundo conversando na mesa até que decidimos ir dormir... No quarto que me coube, estava com meus dois melhores amigos, Carlos e Jorge. Sabia que eles não fariam muitas perguntas se percebessem que eu ia sair do quarto no meio da madrugada, então já estava tudo preparado... 23h50... Luisa: Odeio atraso, e acho que você sabe disso... Eu: Calma, ainda não deu meia-noite, mas já estou saindo, então relaxa. Luisa: Ok, te vejo em 10 minutos... E assim como falei, fiz. Como era de se esperar, os caras não fizeram uma única pergunta sobre onde eu ia, só ficaram olhando enquanto eu saía, e continuaram jogando no Nintendo. Cheguei no lugar combinado... 23h54. Eu: Odeio atraso, e acho que você sabe disso... Mandei essa mensagem só para provocar um pouco, quando sinto alguém me agarrando pela perna e sussurrando no meu ouvido "Estou aqui esperando há 2 minutos, então não cheguei tão atrasada assim". Era Luisa. Estava vestida igual a quando desceu para jantar, mas notei algo... diferente, e vi que era... Dava para ver os mamilos dela, o que significava que ela não estava usando sutiã... Isso me deixou de pau duro na hora. Luisa: E então, a gente fica aqui ou vamos para onde você tem que me levar? Eu: Vai subindo as escadas. Surpresa das grandes... Mía... Obviamente deixei ela subir primeiro para ver por baixo da saia e ela também não estava usando nada por baixo... Já não aguentava mais... Na minha mente só queria chegar onde tinha planejado levá-la e comer ela sem piedade. Peguei sua mão e a levei até o final do corredor em total silêncio até chegarmos no que parecia ser um depósito. A porta estava aberta, então entramos e a trancamos por dentro. Luisa: Como você sabia desse lugar, hein? Já tinha vindo aqui antes? Eu: Não, Luisa... Sou muito observador... E vi como as pessoas que trabalham aqui entravam e saíam daqui sem fechar essa porta, então imaginei que era o banheiro de serviço, ou algum tipo de depósito, e veja só, é um depósito. Ninguém vai nos incomodar aqui. Sem pensar muito, beijei sua boca com total desespero... Queria devorar ela... Comecei a tocá-la por todos os lados, seus seios, suas pernas... Meti minha mão por baixo da sua blusa, massageei suas tetas, com a outra agarrava sua bunda... Ela gemía e ofegava, sabia que estava excitada... De repente ela se solta, e se agacha... me abaixa o bermuda com a cueca, e minha pica salta como uma mola... Ela me olhou com cara de puta e mordeu os lábios... Amarrou o cabelo, e começou a mamar... Definitivamente devo dizer, que apesar de todas as mamadas que já recebi, ela está entre as melhores... Sabia muito bem o que estava fazendo, alternava garganta profunda com masturbação. Tinha uma sincronização perfeita... Eu só me limitava a segurar ela por trás da cabeça, ela fazia o resto... Estava fazendo um esforço sobre-humano para não gozar ainda... A noite era jovem... Parei ela, fiz com que se levantasse, a coloquei de costas para mim, e peguei minha vez de comer sua buceta e o cu... Levantei sua saia, e comecei a mandar língua. Ela já estava totalmente molhada, seus sucos já estavam começando a escorrer pelas pernas. Ela separou as nádegas com as mãos e arqueou as costas para me dar mais espaço e conforto... Eu mandava língua na xereca e no clitóris, Senti suas pernas começarem a tremer. Com uma das minhas mãos, comecei a masturbá-la, enquanto "inocentemente" dava linguadas na sua bunda. Ao ver que ela não reagia mal, me arrisquei a comer aquele asterisco tão apertadinho que ela tinha... Continuei masturbando ela cada vez mais intenso, até que, por mais que ela se contivesse, deixou escapar um gemido meio abafado, e as pernas perderam a força... Tinha feito ela gozar... Me afastei, deixando suas nádegas abertas, e pude ver como a bunda e a buceta estavam pulsando... Luisa: Mete logo... Me levantei do chão, a peguei pela cintura para levantá-la e enfiei na buceta... Ela deu um suspiro longo. Comecei a meter devagar, embora sua vagina parecesse um forno super úmido. Entrava toda a pica sem problemas, ela se limitava a gemer e a se encaixar para trás a cada uma das minhas investidas. Comecei a aumentar o ritmo, me afastava o máximo que podia e entrava cada vez mais rápido... Ela mordia os lábios para não gemer, tapava a boca com as mãos, mas chegamos a um ponto em que já não dava para controlar seus gritos de prazer... Eu já estava bombando no máximo, e ela já tinha tido outros 2 orgasmos... Ela estava toda suada, apertava os seios, se masturbava no clitóris, estava fora de si... Aproveitando a oportunidade, com minha mão livre, comecei a tocar o asterisco, coisa para a qual ela não deu muita atenção, continuou aproveitando... Como tínhamos pouco espaço, simplesmente tirei a pica e apontei para sua bunda... Eu: Essa bunda não vai sair daqui ilesa... Luisa: Vai com calma, ou nunca mais transamos na vida... Tinha luz verde. Nem precisei lubrificar. Seu fluxo vaginal estava presente em toda a sua fenda da bunda, e na minha pica... Obedeci suas palavras... Empurrei aos poucos... Fiz a cabeça entrar sem muito esforço... Fiquei ali um tempo, mas Luisa simplesmente começou a descer... Podia ver claramente como minha pica era engolida por aquela bunda faminta... Centímetro a centímetro. Eu não mexia, Luisa enfiou tudo sem ajuda. Quando já estava toda dentro, comecei a me mover devagar. Ela começou a gemer de novo... Parava a bunda para entrar melhor... Puxei seu cabelo e comecei a meter cada vez mais forte... Tirava quase toda e enfiava inteira. Ela gemía como uma puta. Eu: Vou gozar... Luisa: Acaba, papi, enche minha bunda de porra, papi... Me dá tudo, papi, me dá... Essas palavras foram um detonador... Enfiei o máximo que pude e comecei a descarregar toda a porra na bunda dela, e pelo que senti, ela também gozou junto comigo... Seu cuzinho dilatava e contraía em volta do meu pau, como se quisesse engolir... Parei de gozar, e lentamente tirei o pau, só para ficar surpreso com o que Luisa faria... Não deixou a porra escorrer, pegou com as mãos, e levou à boca... Meus olhos não acreditavam no que viam... A santinha da sala, com a bunda cheia de sêmen, e ainda por cima, levando à boca o que saía dela...
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