Olá, meus putinhos, hoje trago mais um relato de um seguidor, espero que gostem.
Bom, segunda-feira passada comecei o segundo semestre da faculdade e com isso voltaram os trabalhos em grupo e de estudo. Pra quem não sabe, eu curso Educação Física e minha namorada faz Arquitetura. Essa semana, pra uma matéria, já nos mandaram um trabalho em grupo pra apresentar na semana que vem, e por isso nos organizamos pra nos encontrar algumas vezes pra fazer ele. Sexta-feira, que era o dia mais livre pra todo mundo, sugeri que viessem na minha casa todos do grupo (4 amigos) pra gente terminar o trabalho antes do fim de semana. Vou colocar iniciais pra identificar: R, L, N, G.
Sexta de manhã, antes de sair pra faculdade, avisei minha namorada que de tardinha meus amigos vinham, e ela disse que não tinha problema nenhum.
Como vocês podem imaginar, nas minhas noites sozinhas costumo imaginar minha namorada sendo comida por outro, ou melhor ainda, por vários num gangbang, e como sou bem tarado e pervertido, essa situação de ter 4 amigos em casa com minha namorada já significava perigo... algo no fundo mexia comigo.
Lá pelas 7 horas já estávamos todos em casa e nos instalamos na mesa da sala prontos pra encarar o trabalho. Demoramos um pouco pra começar, mas finalmente entramos no estudo e começamos a montar o trabalho.
Ficamos umas hora e meia mergulhados no trabalho até que minha namorada, que já tinha cumprimentado todo mundo mas estava no quarto pra não atrapalhar, saiu com roupa limpa na mão.
Ela: Amor, vou tomar banho e já me troco pra ficar pronta e sair pra casa da minha amiga, então se alguém quiser usar o banheiro é agora porque vou demorar.
Todo mundo disse que não na hora.
Eu não fazia ideia de pra onde ela ia, ela não tinha me falado nada, ou talvez eu não lembrava, então perguntei.
Eu: O que é que você tinha hoje?
Ela: Tenho uma festinha hoje à noite...
Eu: Ah, beleza, então vai.
Aí minha namorada começou a caminhar pro banheiro passando do meu lado. nosso, quando cai alguma coisa perto de um amigo meu. Ele, por cavalheirismo, se abaixa pra pegar o que caiu, mas congela. Eu, do lado do meu amigo, olho na hora pra ver o que rolou e vejo uma fio dental preta da minha mina no chão. Não é que meu amigo tinha congelado mesmo, tava sem saber onde enfiar a cara de vergonha porque já ia pegar, e timidamente tirou a mão que ainda não tinha tocado na fio dental minúscula. Eu não fiz nada, só não reagi, queria ver o que ia rolar, conheço aquela fio dental, é bem de putinha, pequenininha, sexy, provocante. Na hora, minha mina pega a fio dental, olha pro meu amigo e segue pro banheiro. Não sei se ela jogou de propósito ou não, a putinha, mas conhecendo ela, não duvido. Os outros não faziam ideia do que tinha rolado, porque tavam do outro lado da mesa. Meu amigo me olhou com vergonha, desviando o olhar, e sem falar nada, seguimos no trampo. Seguimos mais um pouco, do banheiro dava pra ouvir o chuveiro, o secador de cabelo, etc., da minha mina que ainda tava se arrumando. Todo mundo já tava com fome, então aproveitei e coloquei água pra ferver pra fazer uma massa e fui no banheiro. Minha mina, como dava pra ouvir, tava se arrumando e ainda tava pelada. Tava linda, bem gostosa, olhei pra ela e beijei. Na hora, ela começa a pegar na minha pica, se ajoelha, abaixa minha calça e mete ela de uma vez na boca e começa a chupar que nem uma louca, enfiava até o fundo e engasgava. Deve ter chupado por um minuto, quando do nada para e levanta como se nada, continuando o que tava fazendo. Eu: Ufff, meu amor, o que foi, essa buceta tá quente? Ela: Um pouquinho, só queria te mimar um pouco. Sei, imagino sim, com certeza a putinha já tava imaginando qualquer coisa que eu nem queria saber... ou sim. Ao sair do banheiro, parei antes de entrar na sala pra apagar uma luz do quarto quando ouvi meus amigos cochichando. N: Sério, cara, juro que era uma fio dental. R: Dá lá, não acredito. N: Sério mesmo!!!
L: E como ela era? Era gostosa?
N: Sim, bem pequenininha e negra, alta, uma foxy.
G: Me desculpe, mas eu comia a namorada dele sem dó.
Todos: hahaha sim, óbvio.
N: Ela tem cara de putona.
R: Tá pedindo uma festa, hein?
Eu não acreditava no que tava ouvindo, eles com certeza achavam que eu tava no banheiro e por causa do barulho não me ouviram sair. Minha cabeça tava a mil, não sabia o que fazer, se entrava e mandava todo mundo tomar no cu, se convidava eles pro banheiro e deixava eles comerem minha namorada ali mesmo. Simplesmente, como na maioria das vezes, fiquei calado e deixei o barroco rolar....
LINDA, SEXY, PROVOCANTE, foxy, tudo que você imaginar, um vestidinho preto super apertado, curtinho, que mal cobria a raba e uns saltos bem de puta que faziam o pau de qualquer um subir. E foi isso que aconteceu, todos ficaram bestas olhando pra minha namorada, eu vi, ela também percebeu, meus amigos se entreolhavam sem acreditar. Ela foi pra cozinha e, tão solícita como sempre, trouxe a comida pra todo mundo.
Eu já tava vendo ela com cara de puta, que algo tramava, como sempre, sentia aquele medo inicial de sempre, mas não ia fazer nada. Ela serviu eu e o N primeiro e deu a volta na mesa pra servir os outros três. Na hora de servir o R, vejo ele se inclinar disfarçadamente pra trás tentando ver a raba dela, por baixo da saia bem curtinha. O tesão dentro de mim crescia, meu amigo não se controlava, já tinha dito que queria comer ela, enfiar nela e agora tava olhando ela de cima a baixo na minha frente.
Aquela putinha não tinha colocado a tanguinha, saiu com a bunda de fora, e claramente eu não sabia, e meus amigos menos ainda...
Não sei se ela viu alguma coisa R, mas por trás da minha mina ela olha pra G e faz sinal pra ele olhar também, e G não conseguiu resistir. Minha mina, sabendo usar o corpo e a carinha de puta que tem, olha provocativamente pro G e eu ali vendo ela fazer tudo. G tentando disfarçar e olhando pra mim, enquanto eu fingia que não tava vendo nada e conversava com N, começou a passar a mão de leve na perna dela, acariciando e disfarçando enquanto falava com R. Não aguentou muito, até que pegou uma bunda dela com a mão e começou a apertar, minha mina sem se controlar fazia cara de prazer, abria a boquinha de puta que tem e não disfarçava nada, então aproveitei a situação pra deixar eles desconfortáveis e me divertir um pouco.
Eu: "O que foi, amor? Tá bem?"
Na hora G tirou a mão de lá e olhou pro outro lado.
Ela: "Tô sim, não aconteceu nada, por quê?"
Eu: "Não, só achei estranho."
Depois ela foi pra cozinha de novo... em menos de um minuto G me pede pra ir ao banheiro,
apesar de não ter acreditado muito, mostrei onde era... Os minutos passaram e o trabalho já tinha ido pro caralho, a gente falava de qualquer merda e vejo R olhar pro celular, levantar também e falar que já voltava, que tinha uma ligação. Ficamos só três, falando bobeira da faculdade, e passaram 5, 10 minutos e ninguém voltava. Aí levantei e fui devagar pra cozinha, sem saber o que ia encontrar. Cheguei na porta, como se tivesse espiando, e vejo minha mina de joelhos chupando a pica dos meus dois amigos. Sim, isso mesmo, do jeito que cê tá lendo, não acreditei que em só 5 minutos e no cômodo ao lado, minha mina tava igual uma puta chupando duas rolas ao mesmo tempo. Enfiava uma pica na boca e com a outra mão batia uma pro outro... parecia um vídeo pornô, mas na minha casa e na minha vida! R tratava ela com um pouco mais de violência, pegava na cabeça dela e fazia ela engolir tudo. o pau inteiro, que não era nada pequeno por sinal, e sussurrava que ela era uma puta. Sabendo que ouvir coisas pesadas a deixa ainda mais excitada, e sem ninguém mandar, ela enfiou os dois paus ao mesmo tempo pra dentro. No começo foi difícil, mas aos poucos a boca dela foi se acostumando e as duas cabeças conseguiram entrar na boquinha dela.
Minha namorada continuou chupando a pica deles por mais um tempinho e, igual fez comigo no banheiro, se levantou, se ajeitou como se nada tivesse acontecido e seguiu na dela. Eu já tava de cabeça quente, com a pica dura pra caralho, e tô mentindo se disser que não me toquei um pouco por cima da calça. Meus amigos se ajeitaram e, antes que percebessem, voltei pra mesa com os outros.
Quase que na mesma hora os três voltaram, os olhares e as caras entregavam tudo que tinha rolado.
Minha namorada chegou perto do meu ouvido e sussurrou:
Ela: Gostou, amor, de como eu chupei as duas picas dos seus amigos? Sim, vi que você me viu...
Meu coração parou, nunca esperava por isso, minha namorada tava no modo putinha total.
Diante da pergunta dela, só assenti com a cabeça. Então ela sussurrou de novo:
Ela: Bom, se prepara porque isso vai te deixar louco...
Ela deu a volta na mesa até o outro lado e disse:
Ela: R, G, sabem que eu ainda fiquei com fome, né? Não tem mais por aí?
L e N claramente não tavam entendendo nada, eu não podia acreditar, na hora R respondeu:
R: Tem pra caralho, e agora aqui mesmo tem mais...
Minha namorada, com cara de safada, se inclinou sobre a mesa, deixando toda a buceta dela à mostra, e ficou de quatro em cima dela.
Os olhinhos de A e N brilharam quando viram minha namorada assim, era um presente caído do céu pra eles, do nada...
Sem pedir minha permissão nem nada, começaram a passar a mão na bunda dela e beijá-la. Apertavam as nádegas dela, R dava tapinhas na bunda pequena e chamava ela de puta.
Não demorou muito pra G tirar o pau de novo e enfiar na boquinha dela, enquanto N começou a chupar toda aquela bunda linda.
Todos tiraram as picas pra fora das calças e em poucos segundos minha mina já tava de novo com duas rolas na boca, uma língua no cu, outro batendo punheta do lado e o namorado dela vendo os próprios amigos macetarem ela na mesa dele. Com a bunda pra cima, ela enfiava uma pica, depois outra, tava viciada, muito puta, fora de controle. N e L começaram a ficar mais à vontade, também batiam na raba dela, chamavam de puta, falavam que sempre batiam punheta pensando nela, que iam meter pica nela por todos os lados. O tesão só aumentou, começaram a furar a boca dela com as picas, minha mina se engasgava, tinha ânsia, toda vez que uma rola saía da boca dela, a baba escorria pelo queixo e caía na mesa. G foi o primeiro e enquanto a puta chupava a pica dos outros 3, ele colocou ela em cima da mesa e, de pé, meteu a rola na buceta dela. Minha mina deu um grito de dor e prazer ao mesmo tempo, e ele começou a meter com raiva e força, dava tapas na bunda dela, que aos poucos ficava vermelha e marcada de dedos.
N agarrou ela, tirou da mesa e com força ajoelhou ela no chão do lado do sofá e colocou a pica na boca dela, os outros foram na hora pra lá, não queriam perder nada. Eu me acomodei no outro sofá e via tudo em primeira fila. Minha mina ajoelhada rodeada por 4 picas, que fodiam a boquinha de cabeceira que ela tem, passavam pela cara toda dela, enfiavam duas ao mesmo tempo, era incrível ver aquilo. Num momento começaram a bater com as 4 picas ao mesmo tempo na carinha dela e ela, toda safada, colocava a linguinha pra fora. Na hora ela olha pra mim e fala.
Ela: Cê gosta, amor, de como seus amigos tão me tratando?
Eu: Sim, do jeito que você merece, uma puta de verdade
Ela: Viu, te falei que hoje à noite tinha uma festinha, era essa
Todo mundo riu. A putinha tinha planejado tudo desde o começo...
puta Subiu e começou a cavalgar o pauzão dela, que entrava e saía até o fundo. G e N foram atrás do sofá e de novo metiam pau na boquinha dela, enquanto R se masturbava. Foram se revezando, todos comeram ela, trocavam de posição, ela deitada no sofá e eles compartilhando ela que nem uns bichos.
R colocou ela de quatro, e enquanto metia forte, começou a enfiar um dedinho no cu dela. O rosto dela se iluminou, tava esperando aquele momento. Depois de várias chupadas e de abrir bem o buraquinho, começou a enfiar o pau devagar até desaparecer dentro daquele cu. Minha namorada gritava de dor e prazer, pedia mais, dizia que era uma puta, até pedir outro pau na buceta dela.
G não hesitou muito e sentou no sofá, ela sentou no pau dele e L, por trás, mandou o segundo pau no cu dela. Agora sim tava completo: um pau na buceta, um no cuzinho e dois na boquinha dela. Ela nem conseguia gemer direito, se esforçava, mas os dois paus na boca não deixavam ela soltar muitos sons.
Eu sentado, me masturbava olhando aquela cena, era foda demais, minha namorada com todos os buracos cheios, meus amigos usando ela à vontade, ela curtindo igual uma louca, todo o instinto animal e selvagem dela tava à mostra.
Assim foi rolando por um bom tempo, sempre com todos os buracos cheios sem descanso, comeram ela sem parar, trocavam de posição, ela de barriga pra cima, de barriga pra baixo, de quatro, parecia uma coreografia.


Depois de foder ela sem parar, R diz
R: Você vai tomar todo o leite, sua putinha?
Ela: Aii sim, claro,
N: Você gosta do leite dos amigos do seu namorado?
Ela: Siiiim, é o que eu mais gosto!
N a colocou de joelhos
N: Mostra a língua, putinha, toma todo o leite dos caras
Ela: MMM siiiim, me dá todo o leite, papai
Na mesma hora, N realizou o desejo dela, e foi o primeiro a encher a carinha dela de leite, um jorro longo e grosso espirrou no rosto dela, e ela começou a se lamber, com a linguinha limpando o leite ao redor da cara. Enquanto isso, com as duas mãos, ela continuou batendo punheta pros meus amigos. Os dois seguintes foram ao mesmo tempo, um de cada lado, encheram a cara da minha namorada de leite de novo, e ela fazia cara de putinha pra pedir mais porra. Por último, R agarrou ela pelo cabelo:
R: Abre a boca, putinha, pro seu namorado ver como você engole até a última gota do meu leite
Minha namorada abriu a boca o máximo que pôde, mostrou a linguinha, e jorros de sêmen começaram a entrar na boca dela. R batia punheta forte e batia a pica na cara dela, aumentando o prazer dela.
R: Não engole o leite ainda, putinha...
Sem soltar o cabelo dela, fez ela andar de quatro até onde eu estava.
R: Muito bem, raposinha, agora abre a boca e mostra pra sua namorada o leite que você vai tomar
Minha namorada obedeceu e abriu a boquinha. A quantidade de porra lá dentro era imensa, bem grossa e branca, toda acumulada na boquinha dela.
R: Pede pra sua namorada engolir todo o leite, amigão
Eu: Amor, quero que você engula todo o leite do R
Minha namorada, olhando nos meus olhos, engoliu todo o sêmen e abriu bem a boca pra me mostrar que tinha tomado até a última gota de leite.
R: Muito bem, putinha, assim que eu gosto de você. E deu um último tapa na bunda dela.
Todos se vestiram, pegaram suas coisas e foram embora juntos, dizendo que pro próximo trabalho em grupo também iam me escolher e que a gente se encontrava na minha casa pra fazer.
Minha namorada ainda pelada, cheia de porra e com a cara destruída de tanto pau, me deu um beijão e foi tomar banho. Naquela noite a gente transou horas e horas, relembrando aquele momento lindo, que tomara que aconteça de novo com meus amigos da facul.
Bom, segunda-feira passada comecei o segundo semestre da faculdade e com isso voltaram os trabalhos em grupo e de estudo. Pra quem não sabe, eu curso Educação Física e minha namorada faz Arquitetura. Essa semana, pra uma matéria, já nos mandaram um trabalho em grupo pra apresentar na semana que vem, e por isso nos organizamos pra nos encontrar algumas vezes pra fazer ele. Sexta-feira, que era o dia mais livre pra todo mundo, sugeri que viessem na minha casa todos do grupo (4 amigos) pra gente terminar o trabalho antes do fim de semana. Vou colocar iniciais pra identificar: R, L, N, G.
Sexta de manhã, antes de sair pra faculdade, avisei minha namorada que de tardinha meus amigos vinham, e ela disse que não tinha problema nenhum.
Como vocês podem imaginar, nas minhas noites sozinhas costumo imaginar minha namorada sendo comida por outro, ou melhor ainda, por vários num gangbang, e como sou bem tarado e pervertido, essa situação de ter 4 amigos em casa com minha namorada já significava perigo... algo no fundo mexia comigo.
Lá pelas 7 horas já estávamos todos em casa e nos instalamos na mesa da sala prontos pra encarar o trabalho. Demoramos um pouco pra começar, mas finalmente entramos no estudo e começamos a montar o trabalho.
Ficamos umas hora e meia mergulhados no trabalho até que minha namorada, que já tinha cumprimentado todo mundo mas estava no quarto pra não atrapalhar, saiu com roupa limpa na mão.
Ela: Amor, vou tomar banho e já me troco pra ficar pronta e sair pra casa da minha amiga, então se alguém quiser usar o banheiro é agora porque vou demorar.
Todo mundo disse que não na hora.
Eu não fazia ideia de pra onde ela ia, ela não tinha me falado nada, ou talvez eu não lembrava, então perguntei.
Eu: O que é que você tinha hoje?
Ela: Tenho uma festinha hoje à noite...
Eu: Ah, beleza, então vai.
Aí minha namorada começou a caminhar pro banheiro passando do meu lado. nosso, quando cai alguma coisa perto de um amigo meu. Ele, por cavalheirismo, se abaixa pra pegar o que caiu, mas congela. Eu, do lado do meu amigo, olho na hora pra ver o que rolou e vejo uma fio dental preta da minha mina no chão. Não é que meu amigo tinha congelado mesmo, tava sem saber onde enfiar a cara de vergonha porque já ia pegar, e timidamente tirou a mão que ainda não tinha tocado na fio dental minúscula. Eu não fiz nada, só não reagi, queria ver o que ia rolar, conheço aquela fio dental, é bem de putinha, pequenininha, sexy, provocante. Na hora, minha mina pega a fio dental, olha pro meu amigo e segue pro banheiro. Não sei se ela jogou de propósito ou não, a putinha, mas conhecendo ela, não duvido. Os outros não faziam ideia do que tinha rolado, porque tavam do outro lado da mesa. Meu amigo me olhou com vergonha, desviando o olhar, e sem falar nada, seguimos no trampo. Seguimos mais um pouco, do banheiro dava pra ouvir o chuveiro, o secador de cabelo, etc., da minha mina que ainda tava se arrumando. Todo mundo já tava com fome, então aproveitei e coloquei água pra ferver pra fazer uma massa e fui no banheiro. Minha mina, como dava pra ouvir, tava se arrumando e ainda tava pelada. Tava linda, bem gostosa, olhei pra ela e beijei. Na hora, ela começa a pegar na minha pica, se ajoelha, abaixa minha calça e mete ela de uma vez na boca e começa a chupar que nem uma louca, enfiava até o fundo e engasgava. Deve ter chupado por um minuto, quando do nada para e levanta como se nada, continuando o que tava fazendo. Eu: Ufff, meu amor, o que foi, essa buceta tá quente? Ela: Um pouquinho, só queria te mimar um pouco. Sei, imagino sim, com certeza a putinha já tava imaginando qualquer coisa que eu nem queria saber... ou sim. Ao sair do banheiro, parei antes de entrar na sala pra apagar uma luz do quarto quando ouvi meus amigos cochichando. N: Sério, cara, juro que era uma fio dental. R: Dá lá, não acredito. N: Sério mesmo!!!
L: E como ela era? Era gostosa?
N: Sim, bem pequenininha e negra, alta, uma foxy.
G: Me desculpe, mas eu comia a namorada dele sem dó.
Todos: hahaha sim, óbvio.
N: Ela tem cara de putona.
R: Tá pedindo uma festa, hein?
Eu não acreditava no que tava ouvindo, eles com certeza achavam que eu tava no banheiro e por causa do barulho não me ouviram sair. Minha cabeça tava a mil, não sabia o que fazer, se entrava e mandava todo mundo tomar no cu, se convidava eles pro banheiro e deixava eles comerem minha namorada ali mesmo. Simplesmente, como na maioria das vezes, fiquei calado e deixei o barroco rolar....
LINDA, SEXY, PROVOCANTE, foxy, tudo que você imaginar, um vestidinho preto super apertado, curtinho, que mal cobria a raba e uns saltos bem de puta que faziam o pau de qualquer um subir. E foi isso que aconteceu, todos ficaram bestas olhando pra minha namorada, eu vi, ela também percebeu, meus amigos se entreolhavam sem acreditar. Ela foi pra cozinha e, tão solícita como sempre, trouxe a comida pra todo mundo.
Eu já tava vendo ela com cara de puta, que algo tramava, como sempre, sentia aquele medo inicial de sempre, mas não ia fazer nada. Ela serviu eu e o N primeiro e deu a volta na mesa pra servir os outros três. Na hora de servir o R, vejo ele se inclinar disfarçadamente pra trás tentando ver a raba dela, por baixo da saia bem curtinha. O tesão dentro de mim crescia, meu amigo não se controlava, já tinha dito que queria comer ela, enfiar nela e agora tava olhando ela de cima a baixo na minha frente.
Aquela putinha não tinha colocado a tanguinha, saiu com a bunda de fora, e claramente eu não sabia, e meus amigos menos ainda... Não sei se ela viu alguma coisa R, mas por trás da minha mina ela olha pra G e faz sinal pra ele olhar também, e G não conseguiu resistir. Minha mina, sabendo usar o corpo e a carinha de puta que tem, olha provocativamente pro G e eu ali vendo ela fazer tudo. G tentando disfarçar e olhando pra mim, enquanto eu fingia que não tava vendo nada e conversava com N, começou a passar a mão de leve na perna dela, acariciando e disfarçando enquanto falava com R. Não aguentou muito, até que pegou uma bunda dela com a mão e começou a apertar, minha mina sem se controlar fazia cara de prazer, abria a boquinha de puta que tem e não disfarçava nada, então aproveitei a situação pra deixar eles desconfortáveis e me divertir um pouco.
Eu: "O que foi, amor? Tá bem?"
Na hora G tirou a mão de lá e olhou pro outro lado.
Ela: "Tô sim, não aconteceu nada, por quê?"
Eu: "Não, só achei estranho."
Depois ela foi pra cozinha de novo... em menos de um minuto G me pede pra ir ao banheiro,
apesar de não ter acreditado muito, mostrei onde era... Os minutos passaram e o trabalho já tinha ido pro caralho, a gente falava de qualquer merda e vejo R olhar pro celular, levantar também e falar que já voltava, que tinha uma ligação. Ficamos só três, falando bobeira da faculdade, e passaram 5, 10 minutos e ninguém voltava. Aí levantei e fui devagar pra cozinha, sem saber o que ia encontrar. Cheguei na porta, como se tivesse espiando, e vejo minha mina de joelhos chupando a pica dos meus dois amigos. Sim, isso mesmo, do jeito que cê tá lendo, não acreditei que em só 5 minutos e no cômodo ao lado, minha mina tava igual uma puta chupando duas rolas ao mesmo tempo. Enfiava uma pica na boca e com a outra mão batia uma pro outro... parecia um vídeo pornô, mas na minha casa e na minha vida! R tratava ela com um pouco mais de violência, pegava na cabeça dela e fazia ela engolir tudo. o pau inteiro, que não era nada pequeno por sinal, e sussurrava que ela era uma puta. Sabendo que ouvir coisas pesadas a deixa ainda mais excitada, e sem ninguém mandar, ela enfiou os dois paus ao mesmo tempo pra dentro. No começo foi difícil, mas aos poucos a boca dela foi se acostumando e as duas cabeças conseguiram entrar na boquinha dela.
Minha namorada continuou chupando a pica deles por mais um tempinho e, igual fez comigo no banheiro, se levantou, se ajeitou como se nada tivesse acontecido e seguiu na dela. Eu já tava de cabeça quente, com a pica dura pra caralho, e tô mentindo se disser que não me toquei um pouco por cima da calça. Meus amigos se ajeitaram e, antes que percebessem, voltei pra mesa com os outros.Quase que na mesma hora os três voltaram, os olhares e as caras entregavam tudo que tinha rolado.
Minha namorada chegou perto do meu ouvido e sussurrou:
Ela: Gostou, amor, de como eu chupei as duas picas dos seus amigos? Sim, vi que você me viu...
Meu coração parou, nunca esperava por isso, minha namorada tava no modo putinha total.
Diante da pergunta dela, só assenti com a cabeça. Então ela sussurrou de novo:
Ela: Bom, se prepara porque isso vai te deixar louco...
Ela deu a volta na mesa até o outro lado e disse:
Ela: R, G, sabem que eu ainda fiquei com fome, né? Não tem mais por aí?
L e N claramente não tavam entendendo nada, eu não podia acreditar, na hora R respondeu:
R: Tem pra caralho, e agora aqui mesmo tem mais...
Minha namorada, com cara de safada, se inclinou sobre a mesa, deixando toda a buceta dela à mostra, e ficou de quatro em cima dela.
Os olhinhos de A e N brilharam quando viram minha namorada assim, era um presente caído do céu pra eles, do nada... Sem pedir minha permissão nem nada, começaram a passar a mão na bunda dela e beijá-la. Apertavam as nádegas dela, R dava tapinhas na bunda pequena e chamava ela de puta.
Não demorou muito pra G tirar o pau de novo e enfiar na boquinha dela, enquanto N começou a chupar toda aquela bunda linda.
Todos tiraram as picas pra fora das calças e em poucos segundos minha mina já tava de novo com duas rolas na boca, uma língua no cu, outro batendo punheta do lado e o namorado dela vendo os próprios amigos macetarem ela na mesa dele. Com a bunda pra cima, ela enfiava uma pica, depois outra, tava viciada, muito puta, fora de controle. N e L começaram a ficar mais à vontade, também batiam na raba dela, chamavam de puta, falavam que sempre batiam punheta pensando nela, que iam meter pica nela por todos os lados. O tesão só aumentou, começaram a furar a boca dela com as picas, minha mina se engasgava, tinha ânsia, toda vez que uma rola saía da boca dela, a baba escorria pelo queixo e caía na mesa. G foi o primeiro e enquanto a puta chupava a pica dos outros 3, ele colocou ela em cima da mesa e, de pé, meteu a rola na buceta dela. Minha mina deu um grito de dor e prazer ao mesmo tempo, e ele começou a meter com raiva e força, dava tapas na bunda dela, que aos poucos ficava vermelha e marcada de dedos. N agarrou ela, tirou da mesa e com força ajoelhou ela no chão do lado do sofá e colocou a pica na boca dela, os outros foram na hora pra lá, não queriam perder nada. Eu me acomodei no outro sofá e via tudo em primeira fila. Minha mina ajoelhada rodeada por 4 picas, que fodiam a boquinha de cabeceira que ela tem, passavam pela cara toda dela, enfiavam duas ao mesmo tempo, era incrível ver aquilo. Num momento começaram a bater com as 4 picas ao mesmo tempo na carinha dela e ela, toda safada, colocava a linguinha pra fora. Na hora ela olha pra mim e fala.
Ela: Cê gosta, amor, de como seus amigos tão me tratando?
Eu: Sim, do jeito que você merece, uma puta de verdade
Ela: Viu, te falei que hoje à noite tinha uma festinha, era essa
Todo mundo riu. A putinha tinha planejado tudo desde o começo...
puta Subiu e começou a cavalgar o pauzão dela, que entrava e saía até o fundo. G e N foram atrás do sofá e de novo metiam pau na boquinha dela, enquanto R se masturbava. Foram se revezando, todos comeram ela, trocavam de posição, ela deitada no sofá e eles compartilhando ela que nem uns bichos.
R colocou ela de quatro, e enquanto metia forte, começou a enfiar um dedinho no cu dela. O rosto dela se iluminou, tava esperando aquele momento. Depois de várias chupadas e de abrir bem o buraquinho, começou a enfiar o pau devagar até desaparecer dentro daquele cu. Minha namorada gritava de dor e prazer, pedia mais, dizia que era uma puta, até pedir outro pau na buceta dela.
G não hesitou muito e sentou no sofá, ela sentou no pau dele e L, por trás, mandou o segundo pau no cu dela. Agora sim tava completo: um pau na buceta, um no cuzinho e dois na boquinha dela. Ela nem conseguia gemer direito, se esforçava, mas os dois paus na boca não deixavam ela soltar muitos sons.
Eu sentado, me masturbava olhando aquela cena, era foda demais, minha namorada com todos os buracos cheios, meus amigos usando ela à vontade, ela curtindo igual uma louca, todo o instinto animal e selvagem dela tava à mostra.
Assim foi rolando por um bom tempo, sempre com todos os buracos cheios sem descanso, comeram ela sem parar, trocavam de posição, ela de barriga pra cima, de barriga pra baixo, de quatro, parecia uma coreografia.



Depois de foder ela sem parar, R diz R: Você vai tomar todo o leite, sua putinha?
Ela: Aii sim, claro,
N: Você gosta do leite dos amigos do seu namorado?
Ela: Siiiim, é o que eu mais gosto!
N a colocou de joelhos
N: Mostra a língua, putinha, toma todo o leite dos caras
Ela: MMM siiiim, me dá todo o leite, papai
Na mesma hora, N realizou o desejo dela, e foi o primeiro a encher a carinha dela de leite, um jorro longo e grosso espirrou no rosto dela, e ela começou a se lamber, com a linguinha limpando o leite ao redor da cara. Enquanto isso, com as duas mãos, ela continuou batendo punheta pros meus amigos. Os dois seguintes foram ao mesmo tempo, um de cada lado, encheram a cara da minha namorada de leite de novo, e ela fazia cara de putinha pra pedir mais porra. Por último, R agarrou ela pelo cabelo:
R: Abre a boca, putinha, pro seu namorado ver como você engole até a última gota do meu leite
Minha namorada abriu a boca o máximo que pôde, mostrou a linguinha, e jorros de sêmen começaram a entrar na boca dela. R batia punheta forte e batia a pica na cara dela, aumentando o prazer dela.
R: Não engole o leite ainda, putinha...
Sem soltar o cabelo dela, fez ela andar de quatro até onde eu estava.
R: Muito bem, raposinha, agora abre a boca e mostra pra sua namorada o leite que você vai tomar
Minha namorada obedeceu e abriu a boquinha. A quantidade de porra lá dentro era imensa, bem grossa e branca, toda acumulada na boquinha dela.
R: Pede pra sua namorada engolir todo o leite, amigão
Eu: Amor, quero que você engula todo o leite do R
Minha namorada, olhando nos meus olhos, engoliu todo o sêmen e abriu bem a boca pra me mostrar que tinha tomado até a última gota de leite.
R: Muito bem, putinha, assim que eu gosto de você. E deu um último tapa na bunda dela.

Todos se vestiram, pegaram suas coisas e foram embora juntos, dizendo que pro próximo trabalho em grupo também iam me escolher e que a gente se encontrava na minha casa pra fazer. Minha namorada ainda pelada, cheia de porra e com a cara destruída de tanto pau, me deu um beijão e foi tomar banho. Naquela noite a gente transou horas e horas, relembrando aquele momento lindo, que tomara que aconteça de novo com meus amigos da facul.
3 comentários - Meus amigos da faculdade comeram minha namorada