Me divorciei da minha mulher há dois anos. Temos uma filha adolescente. Sou arquiteto e, depois da separação, comprei uma casa só pra mim. Mesmo assim, escolhi uma com três quartos e dois banheiros. É bem grande.
Minha filha estava passando comigo a semana que era dela no mês, quando aconteceu a quarentena.
Na hora, liguei pra minha ex. Ela tinha ido morar em outro estado, então não podia vir buscar a menina. Sem problema, ela disse. Sua casa é grande o suficiente. Ainda vai sobrar espaço.
Então nos preparamos pra passar os dias que fossem só nós dois.
Não tinha reparado desde a última vez que ela ficou em casa como ela tinha se desenvolvido. Os peitos dela eram grandes pra idade dela e os quadris não tão largos quanto os da mãe, mas eram lindos.
Naquela época, eu não sabia que minha filha tinha me espionado no banho. Eu tinha o costume de sair do banho pelado e andar pela casa assim, e agora que minha filha estava em casa, eu continuava com o mesmo hábito.
Um dia, fui pra cozinha direto do banho pelado, e minha filha estava comendo alguma coisa sentada na mesa. Eu tinha saído do chuveiro com o pau meio duro, a água fria me excitou em vez de relaxar, e assim que entrei na cozinha, o olhar dela foi direto pro meu pau.
— Nossa, que tranca que você tem, pai.
— Como é que é?
— Que tranca, pica, rabo, como quiser chamar — ela respondeu.
— Você é muito nova pra falar assim, meu anjo.
— Não sou mais criança, papai. Mas viu? Ainda te chamo de papai, como quando era pequena.
Eu sorri. Apesar daquele linguajar, os jovens de hoje falam tão mal por causa de tudo que ouvem na TV e com os amigos, ela ainda era minha menina.
Mas eu ainda não sabia que isso estava prestes a mudar.
Dois dias depois, voltei de comprar comida e um pouco de tudo no supermercado — só podíamos sair pra comprar — quando, depois de deixar as compras, fui pro banheiro. A porta estava fechada, mas não pensei que minha filha estivesse lá dentro.
Ela estava Levantando da privada depois de mijar e, ao abrir a porta, vi ela se levantando pra se limpar. Vi as coxas dela no meio do caminho de ficar de pé, mas o mais impactante foi ver a buceta adolescente dela com só um risco de pelo. Ela tinha depilado quase tudo. Fechei a porta pedindo desculpa e virei pro meu quarto. Tentei tirar esse pensamento da cabeça, mas tinha ficado excitado vendo minha filha quase nua.
Comemos e, depois de arrumar a mesa e lavar a louça, nos separamos. Eu fui nadar na piscina que tínhamos em casa. Não era muito grande, mas dava pra um bom mergulho. Mesmo sendo março, tava calor. Já não sei se por causa da comida quente ou pelo tesão que a visão da minha filha tinha me dado.
Quando saí da água, sentei com a toalha por cima na espreguiçadeira que tinha pego antes e que tava guardada desde o verão passado. Minha filha tinha colocado um biquíni, mas não um qualquer. Era um biquíni em que a calcinha era uma fio-dental e ela tava tirando selfies com o celular. Em uma das fotos, ela se colocou de bunda pra cima e aí pude ver ela em todo o esplendor. Não conseguia tirar os olhos. Era minha filha, sim, e isso era errado, mas apesar da idade dela, que como eu disse não vou falar, já era toda uma mulher.
Tentei virar a cabeça pro outro lado quando ela percebeu que eu tava olhando. Ela se levantou, veio até mim e, quando eu pensei que ia me chamar de pervertido ou algo pior, ela se agarrou na minha cintura e tirou um selfie nosso. O peito direito dela roçou na minha costela. Eu não sabia onde me enfiar.
Mais tarde, fomos tirar uma soneca. Eu ainda não tinha dormido quando senti a cama ceder com o peso de alguém. Era minha filha, claro. — Papai, não consigo dormir, ela disse. Podemos dormir juntos? — Claro, querida, fazia um mês que a gente não dormia junto, pode dormir comigo. Só que ela não só deitou, como se encostou nas minhas costas. Eu dormia só de cueca e ela, não sei. Imagino que estivesse de Calcinhas vestidas e o sutiã, ou ela tinha dormido só de biquíni.
Uns minutos depois, meu pau começou a endurecer. Me afastei um pouco das costas dela, mas minha filha tinha virado e, com o braço, rodeava minha barriga. Se descesse um pouco mais, ia descobrir minha ereção. O que eu podia fazer?
— Papai, ela disse, parecia que falava dormindo. Como você é gostoso e como é bom. Me faz amor.
Não podia acreditar no que estava ouvindo. Tava claro que era um sonho. Além disso, minha filha era menor e não bebia, a mãe dela teria me contado, e nesses dias eu não tinha visto ela beber, então não é que estivesse alegre, nem um pouco bêbada, era tudo fruto do sonho, mas tava me deixando muito nervoso.
Acendi a luz do quarto. Minha filha estava acordada e tinha montado em cima de mim.
— Papai, ela disse de novo, me faz amor.
— Você é louca, filha, falei sorrindo. Você é muito nova pra fazer amor.
— Quanto tempo faz que você não faz amor, papai?
Ela ainda era minha menina, mas decidi responder.
— Uns dois anos. Desde que me separei da mamãe.
— Você deve ter sofrido pra caralho...
— É, mas você sabe que tem outras formas de...
— Mas não como sexo, transar com uma mulher, não é a mesma coisa.
— É, mas...
— Deixa eu te ajudar, papai...
Carinhosamente, ela baixou minha cueca e tirou meu pau, que estava durasso, quase no talo.
— Parece que seu pau diz que quer sim, papai, ela disse sorrindo.
Então, sem dizer mais nada, enfiou ele na boca.
Eu não fiz nada pra impedir.
Não sei quem tinha ensinado ela, mas tava me fazendo um boquete incrível. Quase tão bom quanto os que a mãe dela fez nos anos que ficamos juntos.
— Querida, aaaaah, como você faz bem. Mas isso é errado, eu interrompi. Saber que era sua filha que estava em cima de você, chupando seu pau, não era certo. Era incesto. Quase pedofilia pela idade dela. Mas ao mesmo tempo era tão excitante. Ela fazia tão bem.
Ela parou um momento e eu vi umas gotas de líquido pré-seminal na minha glande.
— Já tá pronto, papai. Agora não se preocupa. De nada, eu cuido de tudo.
—Mas, minha filha, não temos camisinhas.
—Não se preocupa, pai, vamos no pelo.
—No pelo? Você pode engravidar.
—Acabei de menstruar. — ela disse, bem convicta. — Vamos, pai, vamos foder.
Ela tinha trocado o "fazer amor" por "foder".
Como já estava montada em cima de mim, não precisou fazer muito mais esforço. Enfiou devagar, sem pressa.
Aquilo foi maravilhoso. Depois que casamos, minha mulher começou a tomar pílula, mas não se adaptou, então tivemos — bem, eu tive — que usar camisinha. Era a primeira vez em vários anos que eu voltava a penetrar sem borracha.
Sentir o pau entrando sem nada no meio da buceta molhada de uma mulher, no caso minha filha, era maravilhoso. A sensação indescritível, eu já tinha quase esquecido.
Quando entrou toda, pensei que fosse sangrar. Mas não, minha filha, apesar da pouca idade, já não era virgem.
Ela me olhou com aquela carinha linda que tem e começou a subir e descer em cima de mim.
— Você gosta assim, pai? Devagar ou mais rápido?
— Devagar, minha filha, bem devagar. Quero sentir você sem camisinha.
— Tá bom, pai. Vou fazer bem devagar.
— Aaaaah, aaaah, minha filha, minha menina, que gostoso. Continua assim, devagar, bem devagar.
— Aaaaaah, pai, continua assim, continua...
Então ela se levantou e tirou ele. Com a ponta, acariciou o clitóris e acabou explodindo num orgasmo bem forte.
— Que gostoso, pai, que gostoso, gozei. Agora goza você. Goza em mim. — Ela disse isso mordendo o lábio inferior e passando a língua pelos lábios. Estava mais gostosa que a mãe.
Enfiei de novo e então mandei ela acelerar.
Ela obedeceu e me comeu com força, exatamente como eu tinha pedido. A cama rangia com as subidas e descidas dela. Meu pau estava duro como pedra, parecia que ia rachar, e eu acabei gozando uns dois minutos depois.
Gozei com tudo. Mesmo tendo me masturbado dois dias antes, foi uma boa quantidade que joguei pra dentro da minha menina.
Depois de recuperar o fôlego, ela se deitou ao deitou do meu lado e apoiou a cabeça no meu ombro. Dormimos juntos.
Acordamos algumas horas depois. Minha menina não estava na cama. Onde será que ela estava? Me levantei nu e percorri a casa, mas não a encontrei.
Finalmente a vi. Estava na varanda com a toalha por cima e apoiada no parapeito.
Peguei ela pelo pescoço e virei a cabeça dela, beijando-a com ardor. Ninguém podia nos ver de onde estávamos.
Depois me agachei e tirei a toalha, abri as pernas dela e comecei a chupar a bucetinha.
Quando ela ficou molhada o suficiente, voltei a penetrá-la. Meu pau não tinha se recuperado totalmente, não estava completamente duro, mas depois de penetrá-la logo voltou ao tamanho normal.
Inclinei ela um pouco para frente até conseguir a posição perfeita e então acelerei o ritmo. Agora eu estava super excitado e não pensei em fazer com carinho, era puro desejo, puro sexo. A bunda da minha menina batendo na minha pélvis enquanto eu a furava. Minha menina morrendo de prazer se apoiando no parapeito enquanto eu a penetrava.
A bunda adolescente da minha filha me enlouquecia. Sabia que não duraria muito e foi o que aconteceu. Apesar de ter gozado umas duas horas antes, terminei a foda em poucos minutos.
Explodi de novo dentro da minha filha. Não tanto quanto da primeira vez, mas o orgasmo foi bem satisfatório. Ela aproveitou muito mais.
Tirei devagar e beijei o pescoço dela com ardor. Minha filha estava louca pelo seu papai.
Naquela noite, transamos de novo na posição missionária.
Passou uma semana e não tínhamos transado de novo. Eu estava morrendo de vontade de foder minha filha de novo, mas não encontrava a oportunidade e ela também não falava nada.
Uma vez me masturbei no meu quarto deitado na cama e deixei a porta aberta de propósito, mas nada, minha filha não me surpreendeu.
Um dia depois, vi ela mexendo no computador.
— O que você está fazendo? — perguntei.
— Comprando camisinhas pela internet. Não podemos sair, bem, na farmácia até podemos, mas eu não tenho idade e a farmacêutica sabe que você é divorciado, papai. Se você compra camisinha, ela vai saber que tem algo estranho rolando, e a gente não quer isso, né?
Ela falava como se tivesse 20 anos a mais. Tava se tornando toda uma mulher.
No dia seguinte chegou o pacote com as camisinhas. Minha filha pegou toda sorridente.
— E o que você pensou dessa vez pra fazer, papai?
— Tô afim de te fazer de quatro.
— Na posição de quatro?
— Sim. Adoro sua bunda. Você gosta assim?
— Papai, faz do jeito que você quiser. Sou sua menina e pode me pegar como preferir enquanto a gente tiver de quarentena.
Aquele sorriso naquela carinha me deixava louco.
A gente se pelou e se beijou com paixão. Logo estávamos na cama. Abri as pernas dela e chupei a buceta como nunca. Tava doido, muito excitado com minha menina.
Depois ela passou a chupar meu pau. Com o pau na boca e aquela boquinha, não aguentei muito e gozei na hora.
— Aaaaah, papai, você tava cheio. Me deixou toda suja, hahaha.
Jatos de porra escorriam pela carinha dela.
Limpei ela, mas fiquei ainda mais tesudo e, mesmo meio duro depois de gozar, coloquei uma camisinha, virei ela de quatro e meti assim.
— Porra, papai, que quente você tá, amoooooo.
— Minha menina, você gosta assim, de quatro?
— Siiiiim, papai, papai, continua assim, assim, mesmo sem estar duro você me dá muito prazer, tô gozandoooooooooo.
Minha menina gozava que nem uma louca, eu continuava aguentando.
Depois que ela parou de tremer do orgasmo, tirei e ela ficou deitada de bruços por uns momentos.
— Papai, ela disse depois de um tempo. Tô a mil. Me fode o cu.
— O cu, minha menina? Vai doer.
— O cu, papai, agora tô muito quente, tá escorrendo a xereca, me mete no cu, por favor.
— Tá bom, filha.
Fui pegar outra camisinha e ela me ajudou a colocar. Nessa hora meu pau já tava a mil de novo. Separei as nádegas dela e enfiei o dedo mindinho devagar no cu pra dilatar. Não precisei de muito mais, logo dilatou e meu pau entrou sem problemas.
— Porra, papai, que prazer você me dá. Me fode o cu, me fode o cu, me fodeeeeeeeeee.
Com aquela apertadinha não durou muito, apertando meu pau no máximo só aguentei uns dois ou três minutos e meu pau gozou bem forte dentro do cu dela.
—Aaaaaaaaah! Eu gemi, minha princesaaaaa. Tô gozandooooo.
Tirei fora, e tirei a camisinha depois de soltar todo o meu leite. Me abaixei e enfiei dois dedos na buceta dela, masturbando até ela gozar.
—Papaiiiiiii, não aguento maaaaais. Que delíciaaaaa. Porraaaaaa.
Aí terminamos e deitamos pra recuperar o fôlego.
Depois fomos tomar banho juntos.
Minha filha estava passando comigo a semana que era dela no mês, quando aconteceu a quarentena.
Na hora, liguei pra minha ex. Ela tinha ido morar em outro estado, então não podia vir buscar a menina. Sem problema, ela disse. Sua casa é grande o suficiente. Ainda vai sobrar espaço.
Então nos preparamos pra passar os dias que fossem só nós dois.
Não tinha reparado desde a última vez que ela ficou em casa como ela tinha se desenvolvido. Os peitos dela eram grandes pra idade dela e os quadris não tão largos quanto os da mãe, mas eram lindos.
Naquela época, eu não sabia que minha filha tinha me espionado no banho. Eu tinha o costume de sair do banho pelado e andar pela casa assim, e agora que minha filha estava em casa, eu continuava com o mesmo hábito.
Um dia, fui pra cozinha direto do banho pelado, e minha filha estava comendo alguma coisa sentada na mesa. Eu tinha saído do chuveiro com o pau meio duro, a água fria me excitou em vez de relaxar, e assim que entrei na cozinha, o olhar dela foi direto pro meu pau.
— Nossa, que tranca que você tem, pai.
— Como é que é?
— Que tranca, pica, rabo, como quiser chamar — ela respondeu.
— Você é muito nova pra falar assim, meu anjo.
— Não sou mais criança, papai. Mas viu? Ainda te chamo de papai, como quando era pequena.
Eu sorri. Apesar daquele linguajar, os jovens de hoje falam tão mal por causa de tudo que ouvem na TV e com os amigos, ela ainda era minha menina.
Mas eu ainda não sabia que isso estava prestes a mudar.
Dois dias depois, voltei de comprar comida e um pouco de tudo no supermercado — só podíamos sair pra comprar — quando, depois de deixar as compras, fui pro banheiro. A porta estava fechada, mas não pensei que minha filha estivesse lá dentro.
Ela estava Levantando da privada depois de mijar e, ao abrir a porta, vi ela se levantando pra se limpar. Vi as coxas dela no meio do caminho de ficar de pé, mas o mais impactante foi ver a buceta adolescente dela com só um risco de pelo. Ela tinha depilado quase tudo. Fechei a porta pedindo desculpa e virei pro meu quarto. Tentei tirar esse pensamento da cabeça, mas tinha ficado excitado vendo minha filha quase nua.
Comemos e, depois de arrumar a mesa e lavar a louça, nos separamos. Eu fui nadar na piscina que tínhamos em casa. Não era muito grande, mas dava pra um bom mergulho. Mesmo sendo março, tava calor. Já não sei se por causa da comida quente ou pelo tesão que a visão da minha filha tinha me dado.
Quando saí da água, sentei com a toalha por cima na espreguiçadeira que tinha pego antes e que tava guardada desde o verão passado. Minha filha tinha colocado um biquíni, mas não um qualquer. Era um biquíni em que a calcinha era uma fio-dental e ela tava tirando selfies com o celular. Em uma das fotos, ela se colocou de bunda pra cima e aí pude ver ela em todo o esplendor. Não conseguia tirar os olhos. Era minha filha, sim, e isso era errado, mas apesar da idade dela, que como eu disse não vou falar, já era toda uma mulher.
Tentei virar a cabeça pro outro lado quando ela percebeu que eu tava olhando. Ela se levantou, veio até mim e, quando eu pensei que ia me chamar de pervertido ou algo pior, ela se agarrou na minha cintura e tirou um selfie nosso. O peito direito dela roçou na minha costela. Eu não sabia onde me enfiar.
Mais tarde, fomos tirar uma soneca. Eu ainda não tinha dormido quando senti a cama ceder com o peso de alguém. Era minha filha, claro. — Papai, não consigo dormir, ela disse. Podemos dormir juntos? — Claro, querida, fazia um mês que a gente não dormia junto, pode dormir comigo. Só que ela não só deitou, como se encostou nas minhas costas. Eu dormia só de cueca e ela, não sei. Imagino que estivesse de Calcinhas vestidas e o sutiã, ou ela tinha dormido só de biquíni.
Uns minutos depois, meu pau começou a endurecer. Me afastei um pouco das costas dela, mas minha filha tinha virado e, com o braço, rodeava minha barriga. Se descesse um pouco mais, ia descobrir minha ereção. O que eu podia fazer?
— Papai, ela disse, parecia que falava dormindo. Como você é gostoso e como é bom. Me faz amor.
Não podia acreditar no que estava ouvindo. Tava claro que era um sonho. Além disso, minha filha era menor e não bebia, a mãe dela teria me contado, e nesses dias eu não tinha visto ela beber, então não é que estivesse alegre, nem um pouco bêbada, era tudo fruto do sonho, mas tava me deixando muito nervoso.
Acendi a luz do quarto. Minha filha estava acordada e tinha montado em cima de mim.
— Papai, ela disse de novo, me faz amor.
— Você é louca, filha, falei sorrindo. Você é muito nova pra fazer amor.
— Quanto tempo faz que você não faz amor, papai?
Ela ainda era minha menina, mas decidi responder.
— Uns dois anos. Desde que me separei da mamãe.
— Você deve ter sofrido pra caralho...
— É, mas você sabe que tem outras formas de...
— Mas não como sexo, transar com uma mulher, não é a mesma coisa.
— É, mas...
— Deixa eu te ajudar, papai...
Carinhosamente, ela baixou minha cueca e tirou meu pau, que estava durasso, quase no talo.
— Parece que seu pau diz que quer sim, papai, ela disse sorrindo.
Então, sem dizer mais nada, enfiou ele na boca.
Eu não fiz nada pra impedir.
Não sei quem tinha ensinado ela, mas tava me fazendo um boquete incrível. Quase tão bom quanto os que a mãe dela fez nos anos que ficamos juntos.
— Querida, aaaaah, como você faz bem. Mas isso é errado, eu interrompi. Saber que era sua filha que estava em cima de você, chupando seu pau, não era certo. Era incesto. Quase pedofilia pela idade dela. Mas ao mesmo tempo era tão excitante. Ela fazia tão bem.
Ela parou um momento e eu vi umas gotas de líquido pré-seminal na minha glande.
— Já tá pronto, papai. Agora não se preocupa. De nada, eu cuido de tudo.
—Mas, minha filha, não temos camisinhas.
—Não se preocupa, pai, vamos no pelo.
—No pelo? Você pode engravidar.
—Acabei de menstruar. — ela disse, bem convicta. — Vamos, pai, vamos foder.
Ela tinha trocado o "fazer amor" por "foder".
Como já estava montada em cima de mim, não precisou fazer muito mais esforço. Enfiou devagar, sem pressa.
Aquilo foi maravilhoso. Depois que casamos, minha mulher começou a tomar pílula, mas não se adaptou, então tivemos — bem, eu tive — que usar camisinha. Era a primeira vez em vários anos que eu voltava a penetrar sem borracha.
Sentir o pau entrando sem nada no meio da buceta molhada de uma mulher, no caso minha filha, era maravilhoso. A sensação indescritível, eu já tinha quase esquecido.
Quando entrou toda, pensei que fosse sangrar. Mas não, minha filha, apesar da pouca idade, já não era virgem.
Ela me olhou com aquela carinha linda que tem e começou a subir e descer em cima de mim.
— Você gosta assim, pai? Devagar ou mais rápido?
— Devagar, minha filha, bem devagar. Quero sentir você sem camisinha.
— Tá bom, pai. Vou fazer bem devagar.
— Aaaaah, aaaah, minha filha, minha menina, que gostoso. Continua assim, devagar, bem devagar.
— Aaaaaah, pai, continua assim, continua...
Então ela se levantou e tirou ele. Com a ponta, acariciou o clitóris e acabou explodindo num orgasmo bem forte.
— Que gostoso, pai, que gostoso, gozei. Agora goza você. Goza em mim. — Ela disse isso mordendo o lábio inferior e passando a língua pelos lábios. Estava mais gostosa que a mãe.
Enfiei de novo e então mandei ela acelerar.
Ela obedeceu e me comeu com força, exatamente como eu tinha pedido. A cama rangia com as subidas e descidas dela. Meu pau estava duro como pedra, parecia que ia rachar, e eu acabei gozando uns dois minutos depois.
Gozei com tudo. Mesmo tendo me masturbado dois dias antes, foi uma boa quantidade que joguei pra dentro da minha menina.
Depois de recuperar o fôlego, ela se deitou ao deitou do meu lado e apoiou a cabeça no meu ombro. Dormimos juntos.
Acordamos algumas horas depois. Minha menina não estava na cama. Onde será que ela estava? Me levantei nu e percorri a casa, mas não a encontrei.
Finalmente a vi. Estava na varanda com a toalha por cima e apoiada no parapeito.
Peguei ela pelo pescoço e virei a cabeça dela, beijando-a com ardor. Ninguém podia nos ver de onde estávamos.
Depois me agachei e tirei a toalha, abri as pernas dela e comecei a chupar a bucetinha.
Quando ela ficou molhada o suficiente, voltei a penetrá-la. Meu pau não tinha se recuperado totalmente, não estava completamente duro, mas depois de penetrá-la logo voltou ao tamanho normal.
Inclinei ela um pouco para frente até conseguir a posição perfeita e então acelerei o ritmo. Agora eu estava super excitado e não pensei em fazer com carinho, era puro desejo, puro sexo. A bunda da minha menina batendo na minha pélvis enquanto eu a furava. Minha menina morrendo de prazer se apoiando no parapeito enquanto eu a penetrava.
A bunda adolescente da minha filha me enlouquecia. Sabia que não duraria muito e foi o que aconteceu. Apesar de ter gozado umas duas horas antes, terminei a foda em poucos minutos.
Explodi de novo dentro da minha filha. Não tanto quanto da primeira vez, mas o orgasmo foi bem satisfatório. Ela aproveitou muito mais.
Tirei devagar e beijei o pescoço dela com ardor. Minha filha estava louca pelo seu papai.
Naquela noite, transamos de novo na posição missionária.
Passou uma semana e não tínhamos transado de novo. Eu estava morrendo de vontade de foder minha filha de novo, mas não encontrava a oportunidade e ela também não falava nada.
Uma vez me masturbei no meu quarto deitado na cama e deixei a porta aberta de propósito, mas nada, minha filha não me surpreendeu.
Um dia depois, vi ela mexendo no computador.
— O que você está fazendo? — perguntei.
— Comprando camisinhas pela internet. Não podemos sair, bem, na farmácia até podemos, mas eu não tenho idade e a farmacêutica sabe que você é divorciado, papai. Se você compra camisinha, ela vai saber que tem algo estranho rolando, e a gente não quer isso, né?
Ela falava como se tivesse 20 anos a mais. Tava se tornando toda uma mulher.
No dia seguinte chegou o pacote com as camisinhas. Minha filha pegou toda sorridente.
— E o que você pensou dessa vez pra fazer, papai?
— Tô afim de te fazer de quatro.
— Na posição de quatro?
— Sim. Adoro sua bunda. Você gosta assim?
— Papai, faz do jeito que você quiser. Sou sua menina e pode me pegar como preferir enquanto a gente tiver de quarentena.
Aquele sorriso naquela carinha me deixava louco.
A gente se pelou e se beijou com paixão. Logo estávamos na cama. Abri as pernas dela e chupei a buceta como nunca. Tava doido, muito excitado com minha menina.
Depois ela passou a chupar meu pau. Com o pau na boca e aquela boquinha, não aguentei muito e gozei na hora.
— Aaaaah, papai, você tava cheio. Me deixou toda suja, hahaha.
Jatos de porra escorriam pela carinha dela.
Limpei ela, mas fiquei ainda mais tesudo e, mesmo meio duro depois de gozar, coloquei uma camisinha, virei ela de quatro e meti assim.
— Porra, papai, que quente você tá, amoooooo.
— Minha menina, você gosta assim, de quatro?
— Siiiiim, papai, papai, continua assim, assim, mesmo sem estar duro você me dá muito prazer, tô gozandoooooooooo.
Minha menina gozava que nem uma louca, eu continuava aguentando.
Depois que ela parou de tremer do orgasmo, tirei e ela ficou deitada de bruços por uns momentos.
— Papai, ela disse depois de um tempo. Tô a mil. Me fode o cu.
— O cu, minha menina? Vai doer.
— O cu, papai, agora tô muito quente, tá escorrendo a xereca, me mete no cu, por favor.
— Tá bom, filha.
Fui pegar outra camisinha e ela me ajudou a colocar. Nessa hora meu pau já tava a mil de novo. Separei as nádegas dela e enfiei o dedo mindinho devagar no cu pra dilatar. Não precisei de muito mais, logo dilatou e meu pau entrou sem problemas.
— Porra, papai, que prazer você me dá. Me fode o cu, me fode o cu, me fodeeeeeeeeee.
Com aquela apertadinha não durou muito, apertando meu pau no máximo só aguentei uns dois ou três minutos e meu pau gozou bem forte dentro do cu dela.
—Aaaaaaaaah! Eu gemi, minha princesaaaaa. Tô gozandooooo.
Tirei fora, e tirei a camisinha depois de soltar todo o meu leite. Me abaixei e enfiei dois dedos na buceta dela, masturbando até ela gozar.
—Papaiiiiiii, não aguento maaaaais. Que delíciaaaaa. Porraaaaaa.
Aí terminamos e deitamos pra recuperar o fôlego.
Depois fomos tomar banho juntos.
0 comentários - Durante o confinamento