Ezequiel vs Sebastian (1 de 2)

No dejes de pasar por mi mejor post

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No te vas a arrepentir!



Recién salía de mi adolescencia cuando conocí a Ezequiel, mi primer hombre, mi primer novio formal, en ese momento pensé que había conocido al hombre de mi vida, él era mayor que yo, casi diez años, pero a mí no me molestaba, me trataba como a una princesa y me daba demasiado, incluso me tenía toda la paciencia del mundo con algunos temas sexuales en lo que yo era un poco promiscua, o en los que tenía miedos, o dudas, o solo hacían que me sintiera mal.

Tuve que luchar por esa relación, en especial en mi hogar, mis padres veían a Ezequiel como un tipo demasiado grande para mí, más que en ese entonces yo era menor de edad y tuve que soportar que pusieran demasiados palos en la rueda.

Pero con el correr de los años empezaron a quererlo, a aceptarlo y a tomarle cariño como parte de la familia, además ya había llegado a mis veinte años y habíamos pasado mucho tiempo de pareja.



Y hasta acá todo pareciera una historia normal, sin ningún sobresalto, y todo sería así hasta esa fiesta…

Nosotros estábamos en planes de futura convivencia, pero aún vivía en casa de mis padres, era la fiesta de quince de una sobrina de Ezequiel, y obviamente yo conocía a toda su familia así que estuve invitada, como no podía ser de otra manera.

Recuerdo me había comprado un vestido de fiesta, en un color manteca, ajustado al cuerpo, entallado, tengo excelente cola así que me quedaba dibujado al cuerpo, dejando desnudas mis piernas y mostrando un pronunciado pero decente escote. Por suerte era a la noche puesto que el color claro hacía que se notara demasiado mi ropa interior.

La fiesta debería haber sido una más, pero no lo fue…

En esos lugares una conoce gente que probablemente jamás volverá a ver en su vida y fue de casualidad que lo conocí…


Ezequiel vs Sebastian (1 de 2)Numa roda de gente, fomos apresentados. Sebastián era amigo da prima do noivo de sei lá quem, um completo estranho. Tava vestindo um terno ridículo xadrez, com o cabelo cortado assimétrico, caindo pro lado direito do rosto, e uns olhos enormes, claros e cristalinos que me devoraram quando me olharam. Percebi na hora, e o olhar dele foi tão forte, direto e insistente que me senti obrigada a baixar o meu, focar em outra coisa. Mas senti como se mil alfinetes tivessem cravado no meu corpo naquele momento, senti calor. Ezequiel tava do meu lado e eu segurei firme no braço dele, como se quisesse mostrar um 'viu? para de olhar, não tô disponível', mas ele pareceu não ligar. Cruzei o olhar com o dele de novo, meio sem querer, e ele tava lá, insistindo...

Falei no ouvido do meu namorado pra gente ir pro balcão pedir uma bebida. Tava desconfortável, e adivinhei que naquela retirada o cara comeu minha bunda com os olhos, uma coisa que me excita em qualquer homem, mas nesse caso me irritou pra caralho.

Sentamos um tempo nuns banquinhos altos. Ezequiel pediu uma margarita e eu fiquei com um suco de laranja espremido.

Passaram uns minutos, o povo tava dançando, e aí uma das minhas amigas levou meu namorado pra dançar. Eu ri pra caramba porque ele odiava dançar, então fiquei sozinha me divertindo com os passos grotescos do Ezequiel.

Foi bem nessa hora, não vi ele chegando, mas Sebastián aproveitou que eu tava sozinha e se aproximou sorrateiramente por trás. Levei um susto quando senti ele se apoiar nas minhas costas e me pegar pela cintura. Um arrepio subiu pela minha espinha, e então ele falou no meu ouvido:

"Que bunda gostosa você tem, putinha... não imagina a vontade que tô de te comer todinha..."

E enquanto falava isso, descia a mão da minha cintura até meus glúteos, que estavam saltando do banquinho, e deu um belo apertão numa das minhas nádegas.

Normalmente eu teria reclamado, dado um tapa na cara dele, ou chamado meu namorado pra botar ele no lugar. Mas... Por algum motivo estranho, fiquei paralisada, preocupada em observar o ambiente pra ninguém perceber o que tava rolando.

Ele acariciou meu pescoço, tava tão perto que eu sentia a respiração dele no meu ouvido, aí disse:

"Me liga, não vai se arrepender..."

Enquanto isso, passou o braço por cima do meu ombro e deixou cair no meu decote, entre os peitos, um cartão pessoal.

Eu tava vermelha que nem um tomate, morrendo de vergonha, e o Ezequiel voltando pro meu lado!

Na pressa, tirei o cartão daquela situação tão desconfortável e grotesca, me virei um pouco, ele tinha sumido, meu parceiro me notou irritada e perguntou se tava tudo bem, só disfarcei a situação.

Daquela noite, só ia levar o cartão dele e a sensação de estar suja por ter deixado aquele estranho brincar com minha bunda, mas por algum motivo estranho, toda aquela loucura me seduziu — ele me tocar, me chamar de puta, dizer que queria me comer. Talvez eu estivesse tão acostumada com a perfeição da minha vida ao lado do Ezequiel que o que o Sebastian fez foi tipo um tapa na cara da realidade...vadiaUma semana depois, eu tava arrumando meu quarto, e de uma das minhas agentes caiu no chão a tal da famosa tarjeta. Já tinha esquecido dela. Peguei com os dedos, sentei na cama e fiquei pensando, pensando e pensando. Fiquei mais de uma hora perdida, sem fazer nada, só matutando enquanto brincava com aquele pedaço de papelão entre os dedos. Peguei meu celular e disquei o número. A voz dele atendeu do outro lado, mas, igual naquela noite no bar, não consegui falar nada e desliguei.

Em minutos, meu celular tocou. Atendi.

— Alô, recebi uma ligação desse número. Quem é?

Jogada ruim a minha. Ele já tinha meu número. Atendi, e ele não lembrava de mim. Falei da festa, da tarjeta, e ele disse:

— Ahhh!!!! A mina do rabo perfeito e dos peitos empinados! Aliás… qual é teu nome?

Foi a segunda vez que deu vontade de dar um tapa na cara dele. Homens… lembrava do meu rabo e dos meus peitos, mas claro, como ia lembrar meu nome!

Mas, como um ímã, alguma coisa me atraía nele. A gente conversou umas hora. Ele era um doido varrido, o completo oposto do Ezequiel. Me disse que morava sozinho num apartamento, que trabalhava num clube de bairro, cuidava da concessão do bufê, e que no sábado eu tava convidada pra uma festa que o primo dele ia dar na casa dele.

Era tudo tão louco… falei que não sabia, que podia ir com uma amiga, já que nem conhecia ele. Ele pediu pra eu me vestir bem puta pra ele… era assim, pegar ou largar.

Quando chegou o sábado, não tinha conseguido uma amiga puta pra me acompanhar. Amaldiçoei minha sorte. Aproveitei que meu namorado tinha outros compromissos e me arrisquei a ir pra um lugar desconhecido com um cara desconhecido.

Me arrumei direitinho: calcinha preta e sexy, fio dental colaless como eu sempre usava, camisa bordada também preta com transparências que deixava o sutiã aparecendo, saia de couro mini e bota de salto alto. Ainda lembro da reclamação do meu pai falando pra minha mãe que eu parecia uma puta, mas ele era meu pai e eu já tava grandinha. essas coisas.
Peguei um táxi até o endereço que ele me deu, já descendo do carro dava pra ouvir o techno no talo e os multicoloridos da iluminação escapando pelas janelas no ritmo da música.

Liguei pro celular do Sebastián e em cinco minutos ele apareceu pra me receber, tinha uma latinha na mão e me apontou dizendo:

— Sabia que você viria, conheço as da sua laia…

Não soube se levar aquilo como insulto ou elogio, mas ele me ofereceu a bebida na boca da garrafa, me pegou pelo ombro e me levou pra dentro.

O barulho era ensurdecedor, e ele me apresentou gente demais em tempo de menos, impossível lembrar, era engraçado que pra todo mundo ele falava de mim como ‘minha mina’ e nunca mencionava meu nome.

Começamos a dançar, me encontrei com um cara doido e divertido, bebida atrás de bebida, aceitei tudo que ele me ofereceu, cigarros e pela primeira vez fumei erva…

Eu tava perdida, me sentindo eufórica e com tesão, o amargor do meu noivo nunca tinha me feito viver algo assim, aos poucos fui cedendo, no começo afastava as mãos do Sebastián do meu corpo, mas com o passar das horas minha bunda e meus peitos passaram pelas mãos dele, dançamos colados e quentes, esfreguei minha raba no pau dele, sentia ele duro, ele enfiou a língua na minha boca, respondi com loucura, em algum momento ele falou:

— Vamos pra cima, assim a gente fica mais à vontade…

Uma escada caracol nos levou pro andar de cima pra fugir do barulho, não me importei que por causa da minha saia curta desse pra ver de baixo mais do que o normal, me deixei levar, ele parecia conhecer a casa de cor, chegamos na porta de um quarto com meia-luz, mas não entramos, ficamos na soleira, ele me deu um beijo profundo e depois me girou no eixo, fiquei de costas pra ele, Sebastián passou os braços pra frente, igual naquela noite, só que agora começou a massagear meus peitos, soltou minha camisa e puxou o sutiã, meus peitos ficaram semidespidos, entre pano e o nada, encostou minha testa na moldura fria. De batente da porta, e também como naquela noite ela apertou minhas nádegas, só que agora tinha levantado a saia de couro até a cintura e minhas carnes estavam entregues, seus dedos percorriam as curvas da minha bunda e ele se divertia enfiando entre minhas bandas a calcinha fio-dental, como se já não estivesse enterrada o suficiente…

Eu o desejava, empinava a bunda pra trás pra chegar até ele, pra dar mais, ele sussurrou no meu ouvido

slut… quer provar meu pau?
Sim… me come toda…

Ele pegou a calcinha fio-dental entre os dedos e puxou pra o lado, abri mais minhas pernas e me preparei pra recebê-lo, senti ele se ajoelhar, depois separou meus glúteos e começou a percorrer minha buceta e meu cu com a língua, foi delicioso, bebeu meus sucos e perfurou com paciência meu rabo.

Eu estava presa nesses jogos, quando, contra a luz, olhei pro fundo do quarto, foi quando vi um cara meio deitado que era espectador VIP do que rolava, quis parar, Sebastián já tinha se levantado e ia me penetrar, falei

Para, para! Tem alguém olhando…

Ele olhou pra cama e disse bem tranquilo

Não se preocupa, é o Fabián, meu primo…

E não me deu tempo pra mais nada, o pau dele entrou inteiro na minha buceta arrancando um grito de prazer, me fez respirar fundo, me deixou imobilizada e começou a me comer toda…

Só vou dizer que comecei a massagear meu clitóris e em segundos vieram orgasmos eternos, o pau duro dele era uma delícia, Sebastián ainda era um desconhecido pra mim, somado à situação daquele estranho olhando ele me comer, eu me sentia seminua, e cada vez que abria os olhos via o primo dele que ficava em silêncio, me sentia tão slut…

Não durou muito, a respiração do Sebastián ficou pesada nas minhas costas, ele me apertou com força, senti o pau dele inchar e ele começou a me encher de porra, Deus… foi a última coisa que gritei, ainda parada sob o batente da porta…

CONTINUA

Se quiser opinar sobre esse conto, me escreva com o título ‘EZEQUIEL VS SEBASTIAN’ para dulces.placeres@live.com

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