Era uma madrugada fria, eu estava sem sono e entrei nos meus perfis de putaria, mais pra tentar dormir lendo uns relatos ou vendo todo mundo dando voltas. Aí, num chat, um cara me manda mensagem dizendo que tá com vontade de chupar rola. Ele falou que tá perto do meu bairro, umas 15 quadras de distância. E que não tem lugar, mas que a gente podia ir num lugar bem maneiro perto da casa dele onde ninguém vê. Perguntei se era uma casa, uma praça, ou o quê, e ele solta que é a entrada de uma casa. Fiquei na dúvida, porque seria quase na rua, e se alguém passasse pela calçada daria pra notar fácil. Mas, pra ser sincero, a conversa me deixou com tesão, e bateu uma vontade de pau e porra (como sempre, né? kkk). Falei que em 20 minutos eu estaria lá. Ele disse pra eu esperar num ponto específico, na frente de um comércio.
Não tinha nem um gato na rua, além de que nessa parte do bairro quase não passa ônibus. Chego no lugar combinado, aviso ele, e em alguns minutos aparece um cara gordinho, de moletom e boné, com cara de maloqueiro, com um copo de bebida. Nos cumprimentamos, ele me oferece um gole (que recuso gentilmente), e me diz "vamos aqui na esquina". Literalmente, era na esquina, uma rua meio escura. Chegamos na entrada de uma casa/prédio baixo, que mesmo estando mais afastada da calçada, estava bem iluminada, e como o resto da calçada estava mais escuro, pra mim dava pra notar fácil. De qualquer forma, antes de ir eu ficava na dúvida se não era uma casa com gente, e dava pra ver que era uma construção que, mesmo bem adiantada, ainda estava em obra. Então com certeza estava vazia. O cara entra bem lá dentro e faz sinal de abaixar as calças, pedindo pra eu entrar com ele. Mas nesse momento, vejo os faróis de um carro entrando no quarteirão. De fato, um carro parou perto da gente, embora as ramas de uma árvore e outros carros estacionados do nosso lado atrapalhassem a visão, além da escuridão geral do quarteirão. O cara sai do vão da porta, e ficamos na calçada na vibe de beber. Era um carro que vinha deixar alguém. Esperei o passageiro entrar no prédio e ele foi embora. Enquanto isso, meu eventual amigo me avisa que tinha outros caras bebendo no outro quarteirão. De fato, do nosso lado da calçada, mas no quarteirão seguinte, tinha um grupo de uns 3 caras. Fiquei na dúvida se não estava tudo muito na cara. Quando o carro vai embora, meu amigo fica ali, na calçada, quase na beirada do meio-fio, protegido pela árvore, os carros e a escuridão. "Vem, me chupa aqui melhor", ele diz. Eu estava pensando nos caras do outro quarteirão. E também na janela que estava de frente pra gente, que mesmo sendo de vidro fosco, tinha uma luz fraca acesa. "Não, mano, aí não dá nada. E dos caras estamos longe pra caralho, além do que os mlks estão na deles, vem chupa logo vai"... E bom, já estávamos no baile!
Ali mesmo, na calçada, me ajoelho na frente dele e descubro o pau dele por baixo de uma cueca já com uns anos de uso. Não tenho frescura com nada, mas esse pau era MUITO pequeno (tamanho de um dedo mindinho, e grossura como dois mindinhos juntos). Além disso, estava bem mole. Mas como eu disse antes, não tenho frescura nenhuma, não tinha ido até ali para sair de boca vazia. Então comecei a chupar ele. Ele ficou bem duro. Não cresceu muito, mas a rigidez ajudou na tarefa. Quase de cara ele pegou minha nuca e começou a ditar o ritmo. Firme, mas não desesperado. Pra falar a verdade, a situação me deixou muito excitada, então eu estava chupando ele com muita vontade. Ficamos alguns longos minutos ali, chupando ele sem parar. Nunca passou ninguém, e os caras da outra quadra estavam realmente na deles. De repente ele me diz "vamos pra outro lugar mais tranquilo". Pensei que ele queria voltar para o prédio do começo. Mas não, ele começou a sair do lugar, então comecei a segui-lo.
A gente terminou no lugar onde a gente se encontrou. Era tipo um depósito de bairro, mas com as persianas abaixadas, com uma lona que deixava ainda mais escuro do que já era na quadra. Me sentei num mureto que tinha ali, e meu amigo ficou na minha frente, tirando o pau pra fora. Comecei a chupar ele de novo. Já tava quase cagando se alguém passasse. Melhor assim! É mais gostoso! Tava chupando desesperado, em parte porque a situação de estar chupando pau no meio da calçada me deixava com muito tesão, e em parte porque queria que acabasse logo. Ele continuava marcando o ritmo com as mãos na minha nuca. E isso me deixava ainda mais excitado. De novo ele tira o pau. "Vem mais pra cá", ele disse, se apoiando num carro estacionado na calçada. Ali ele me fez continuar chupando ele. Até então não tinha usado as mãos, mas a boca já tava cansando. Então comecei a punhetar ele. Pela primeira vez olhei pra ele. O cara tava constantemente vigiando pros lados pra ver se alguém passava. Me senti cuidado haha. A pose pra mim tava meio desconfortável, e o cara percebeu. De novo ele guarda o pau e me diz "vamos pra outro lugar". Então fui atrás dele de novo, peregrinando pelo bairro...
Fomos para outro quarteirão. Dessa vez ele entrou na entrada de um estabelecimento, também recuado, mas agora no escuro. Quando tirei do boxer, dessa vez ele tinha amolecido (desde que ficou duro na primeira chupada nunca tinha baixado). Pensei "putz, agora vou ficar meia hora chupando até ele gozar". O cara parecia estar mais confortável, menos alerta. E começou a quase foder minha boca. Me segurou firme na nuca e meteu com tudo. "Vai engolir a porra?" ele perguntou. Minha resposta foi acenar com a cabeça, colaborando ainda com o vai e vem do pau na minha boca. Ele perguntou mais algumas vezes, talvez pra se inspirar. E comecei a sentir a essência dele... E assim, quando soltou a última gota, guardou o pau, e me disse "tchau, a gente se vê". E foi embora.
Não tinha nem um gato na rua, além de que nessa parte do bairro quase não passa ônibus. Chego no lugar combinado, aviso ele, e em alguns minutos aparece um cara gordinho, de moletom e boné, com cara de maloqueiro, com um copo de bebida. Nos cumprimentamos, ele me oferece um gole (que recuso gentilmente), e me diz "vamos aqui na esquina". Literalmente, era na esquina, uma rua meio escura. Chegamos na entrada de uma casa/prédio baixo, que mesmo estando mais afastada da calçada, estava bem iluminada, e como o resto da calçada estava mais escuro, pra mim dava pra notar fácil. De qualquer forma, antes de ir eu ficava na dúvida se não era uma casa com gente, e dava pra ver que era uma construção que, mesmo bem adiantada, ainda estava em obra. Então com certeza estava vazia. O cara entra bem lá dentro e faz sinal de abaixar as calças, pedindo pra eu entrar com ele. Mas nesse momento, vejo os faróis de um carro entrando no quarteirão. De fato, um carro parou perto da gente, embora as ramas de uma árvore e outros carros estacionados do nosso lado atrapalhassem a visão, além da escuridão geral do quarteirão. O cara sai do vão da porta, e ficamos na calçada na vibe de beber. Era um carro que vinha deixar alguém. Esperei o passageiro entrar no prédio e ele foi embora. Enquanto isso, meu eventual amigo me avisa que tinha outros caras bebendo no outro quarteirão. De fato, do nosso lado da calçada, mas no quarteirão seguinte, tinha um grupo de uns 3 caras. Fiquei na dúvida se não estava tudo muito na cara. Quando o carro vai embora, meu amigo fica ali, na calçada, quase na beirada do meio-fio, protegido pela árvore, os carros e a escuridão. "Vem, me chupa aqui melhor", ele diz. Eu estava pensando nos caras do outro quarteirão. E também na janela que estava de frente pra gente, que mesmo sendo de vidro fosco, tinha uma luz fraca acesa. "Não, mano, aí não dá nada. E dos caras estamos longe pra caralho, além do que os mlks estão na deles, vem chupa logo vai"... E bom, já estávamos no baile!
Ali mesmo, na calçada, me ajoelho na frente dele e descubro o pau dele por baixo de uma cueca já com uns anos de uso. Não tenho frescura com nada, mas esse pau era MUITO pequeno (tamanho de um dedo mindinho, e grossura como dois mindinhos juntos). Além disso, estava bem mole. Mas como eu disse antes, não tenho frescura nenhuma, não tinha ido até ali para sair de boca vazia. Então comecei a chupar ele. Ele ficou bem duro. Não cresceu muito, mas a rigidez ajudou na tarefa. Quase de cara ele pegou minha nuca e começou a ditar o ritmo. Firme, mas não desesperado. Pra falar a verdade, a situação me deixou muito excitada, então eu estava chupando ele com muita vontade. Ficamos alguns longos minutos ali, chupando ele sem parar. Nunca passou ninguém, e os caras da outra quadra estavam realmente na deles. De repente ele me diz "vamos pra outro lugar mais tranquilo". Pensei que ele queria voltar para o prédio do começo. Mas não, ele começou a sair do lugar, então comecei a segui-lo.
A gente terminou no lugar onde a gente se encontrou. Era tipo um depósito de bairro, mas com as persianas abaixadas, com uma lona que deixava ainda mais escuro do que já era na quadra. Me sentei num mureto que tinha ali, e meu amigo ficou na minha frente, tirando o pau pra fora. Comecei a chupar ele de novo. Já tava quase cagando se alguém passasse. Melhor assim! É mais gostoso! Tava chupando desesperado, em parte porque a situação de estar chupando pau no meio da calçada me deixava com muito tesão, e em parte porque queria que acabasse logo. Ele continuava marcando o ritmo com as mãos na minha nuca. E isso me deixava ainda mais excitado. De novo ele tira o pau. "Vem mais pra cá", ele disse, se apoiando num carro estacionado na calçada. Ali ele me fez continuar chupando ele. Até então não tinha usado as mãos, mas a boca já tava cansando. Então comecei a punhetar ele. Pela primeira vez olhei pra ele. O cara tava constantemente vigiando pros lados pra ver se alguém passava. Me senti cuidado haha. A pose pra mim tava meio desconfortável, e o cara percebeu. De novo ele guarda o pau e me diz "vamos pra outro lugar". Então fui atrás dele de novo, peregrinando pelo bairro...
Fomos para outro quarteirão. Dessa vez ele entrou na entrada de um estabelecimento, também recuado, mas agora no escuro. Quando tirei do boxer, dessa vez ele tinha amolecido (desde que ficou duro na primeira chupada nunca tinha baixado). Pensei "putz, agora vou ficar meia hora chupando até ele gozar". O cara parecia estar mais confortável, menos alerta. E começou a quase foder minha boca. Me segurou firme na nuca e meteu com tudo. "Vai engolir a porra?" ele perguntou. Minha resposta foi acenar com a cabeça, colaborando ainda com o vai e vem do pau na minha boca. Ele perguntou mais algumas vezes, talvez pra se inspirar. E comecei a sentir a essência dele... E assim, quando soltou a última gota, guardou o pau, e me disse "tchau, a gente se vê". E foi embora.
1 comentários - Gira petera por el barrio - 1ra Parte