Como eu disse na primeira parte dessa nossa história, o Enrique me tratava como eu sempre quis que um homem me tratasse. Ele me enchia de carinho e atenção, mas me tratava como uma puta na cama. Naquele dia, que não me recordo bem, em vez de me vestir normalmente, mandei uma foto pra ele vestida de foxy. Me vesti igualzinho à putinha da primeira parte, quando me masturbei no carro indo visitar meu ex, até ser abordada por aqueles 5 caçadores, entre eles o Enrique. Enquanto me vestia com meu top justo, minhas meias de rede pretas com ligas brancas, sem calcinha e a saia de leopardo, só o atrito da roupa na minha pele já me deixava toda arrepiada. Me fantasiar de vagabunda pra ele me excitava demais. Na legenda da foto, escrevi: "Vem hoje? Faz uma semana que não te vejo... Sua putinha favorita...". Ele respondeu: "Vou à tarde te ver, amor...". Na resposta, ele mandou uma foto dele com o pau totalmente duro, me olhando com desejo. Aquilo me deixou louca. O pau dele estava iluminado por uma luminária de mesa, de um jeito que a luz projetava as longas sombras dos rios de sangue que percorriam de cima a baixo as veias inchadas do seu grande pau de 19 centímetros. Nessa altura, eu já guardava essas fotos num pen drive. Tava tão acostumada a receber centenas delas que guardava pra me masturbar quando desse vontade. Adicionei essa foto e abri as anteriores. Eram centenas. Peguei meu dildo, liguei o notebook e simplesmente sentei na frente dessas fotos, passando elas pra frente e pra trás. Aquele dildo estimulava minha buceta e meu ânus, vibrando feito louco, comigo sentada em cima dele entre as pernas. Quando a excitação caía, eu tocava meu clitóris e meus peitos de mulher madura, olhando as fotos. O orgasmo demorava a chegar sem o vibrador dentro da minha buceta, mas no final, chegava... e como chegava... No dia que comprei aquele dildo, saí da loja cheia de explicações do vendedor, que me descreveu todas as qualidades. Me senti realmente com vontade enquanto aquele homem falava comigo. Ele tinha razão, porque foi uma boa compra. Assim que cheguei em casa, me penetrei pensando nele, que tinha comprado algo proibido e que era uma válvula de escape para meus 46 anos. Estava mais solta do que em qualquer fase da minha vida. Era um dildo preto. Uma das qualidades sexuais da minha idade é que mentalmente estou sempre pronta para ter meus orgasmos diários. Posso me masturbar primeiro e depois deixar que meu macho, neste caso o Enrique, me foda com o mesmo resultado, como se eu não tivesse feito isso há um mês. Se não for ele, eu mesma me apago. Quando ele chegou, eu estava realmente com tesão, tanto que aquele dedo que tinha acabado de me fazer parecia coisa do passado. Esperei por ele na janela e quando o vi aparecer, disse para mim mesma... - Já chegou meu cliente. Ele desceu do carro de forma decidida e rápida. Dava para ver que estava inquieto, o que interpretei como vontade de foder. Ele nem tinha tocado a campainha quando abri a porta com cuidado, porque não queria que os vizinhos me vissem vestida como uma puta. Naquele dia ele não trouxe nem um buquê de flores, nem precisava. - Tudo bem, amor? - Muito bem... vejo que se vestiu como você gosta às vezes. - Vem... Levei-o para o meu quarto. O Enrique sempre se surpreendia com minhas excentricidades quando entrava. Na verdade, mais do que o quarto de uma mulher da minha idade, parecia o de uma garota mais jovem. Cheio de pelúcias, pôsteres e uma colcha com um enorme sol cercado por estrelas. Sentei na cama e abaixei sua cueca. Dela brotou um pau meio ereto que logo cresceu totalmente na minha boca. Lambi suas bolas e o Enrique começou a arfar como um cachorro. - Que bem que você chupa pau, Karen... O fato de ele dizer no plural me deixou a mil. Me senti mais promíscua dessa forma, porque deduzi que era de mais homens e não apenas daquele que eu amava loucamente. Ele levantou aquela saia horrível, tirou meus peitos de uma vez, me pôs em pé apoiada na minha escrivaninha e começou a me foder como se eu fosse uma qualquer. Ele nem tinha tirado as Calças. No meu espelho pude observar como meus peitos iam de um lado para o outro, roçando os mamilos na madeira daquela mesa, então baixei meu corpo para que eles repousassem ali e ele enfiasse seu pau até meu útero, me agarrando forte na bunda, o que me fez gozar imediatamente com a forte pressão do pau dele.
- Continua, amor. Vai querer mais? Faz o que quiser comigo. Sou sua. Sua putinha favorita. A que não te cobra por ser assim. Faz coisas comigo... muitas coisas.
- Porra, Karen. Como você me deixa excitado. Vou gozar.
- Quer gozar na minha cara? Só um pouquinho.
- Siiim...
Fiquei de joelhos e comecei a chupá-lo. Ele tirou na última hora e me regou as bochechas, o cabelo e a boca com sua porra. Nem uma única gota caiu fora do meu rosto.
- Que delícia, amor. Que tesão. Você me deixou banhada em porra de jegue igual Cleópatra. Quer tirar umas fotos minhas assim, jeguezinho?
- Buuufff... deixa pra lá. Não tô a fim de fotos.
- Tudo bem, então outro dia... o que meu garoto quiser.
Limpei meu rosto do sêmen dele e beijei seu corpo todo.
Enrique ofegava de prazer.
- Dorme um soninho, meu rei. Vou me trocar e fazer a comida. Quando acordar vem me beijar. Tá bom?
- Tá bom.
Enquanto fazia a comida, ele dormia que nem uma pedra. Será que eu teria aguentado aquele dia??? Não sei. Mas me sentia uma mulher útil e jovem.
Ele levantou depois de uma hora e eu o vi coçando as bolas por cima da cueca. Entrou na cozinha e me beijou no pescoço. De relance olhei sua virilha e, mesmo de pau mole, o volume ainda era realmente imponente e sedutor para uma mulher com as ideias tão claras como eu ao lado daquele cara. Digo que aquele tamanho mole, quando ereto, seria o normal de qualquer homem.
À tarde, Enrique ficou fuçando meus DVDs e encontrou dois. Um se chamava "Titanic" e o outro "Tetonic". Eu gostava de pornô de vez em quando.
Obviamente, assistimos o do James Cameron.
Os dias passaram e meu caso com Enrique só aumentava, mas recebi uma mensagem do meu ex. Aquele... Eu tinha mencionado no nosso primeiro capítulo e que tanto tinha gostado de mim.
- Oi!!!, Karen... vou para a sua cidade dentro de um mês por questões de trabalho. Você gostaria de me ver??.
Demorei alguns minutos para responder. Não tinha nada claro. Mas aceitei. Também não tinha nada a perder e aquele homem sempre me atraiu. Bom... ainda estava apaixonada por ele no fundo.
- Sim. Me avise com uma semana de antecedência. Tá??.
- Tá. Um beijo.
Agora sim, eu não sabia o que fazer. Enrique de um lado. Ramón do outro. O que eu não imaginava é que ia acabar daquela forma na cama...
Às vezes, eu me masturbava pensando no Ramón com meu vibrador preto. Enrique nunca soube disso. Também não lhe interessava, claro. Mas no fundo do meu ser, Ramón foi uma matéria não aprovada. Bom... na verdade, uma reprovação. Um zero redondo por minha parte, fruto daquela incapacidade para o compromisso que o Enrique tinha adivinhado no primeiro capítulo.
Ramón trabalhava numa empresa de navegação que exportava produtos para toda a África e o dia do encontro estava se aproximando. Eu não estava muito decidida a contar para o Enrique. Insisto de novo que ele não se importava com minha relação epistolar com o Ramón, nem que eu me masturbasse pensando nele e muito menos que eu tomasse um simples café. Mas tenho que dizer que me sentia dividida no sentido de que gostava de dois homens e conforme a data se aproximava, eu ficava mais agitada e por que não dizer... com tesão.
Contei para o Enrique.
- Amanhã, eu marquei com o Ramón...
- Mas esse cara não morava na Galícia??.
- Sim, mas ele vem aqui por trabalho. Na verdade, designaram ele para essa região do sul.
- Ahhh...
- Vou ser bem clara, Enrique. Eu te amo loucamente, mas não esqueci o Ramón.
- Porra, Karen. Eu já sei. Isso não é novidade. Eu imaginava. Mas... você ainda o deseja??. Me diz sim ou não...
- Sim.
- Não se preocupa. Eu dou um passo para trás e pronto.
Ele me disse com um certo tom irritado.
- Não, não... não quero isso.
- Então... o que você quer??.
- Nada. Que você entenda e saiba que você vem primeiro.
Enrique fez uma pausa. Me deixou Sozinha, fui até a cozinha pegar uma cerveja e acendi um cigarro. Deu a primeira tragada e soltou...
— Karen... já pensou em nos compartilhar?
— Ehhhh??? Você tá insinuando um trio?
— Bom... chame como quiser. Até onde você quiser ir. Não sei...
— Ele é casado e tem dois filhos. Também vai ter que opinar, né? Além do mais, ele não mora aqui. Pelo visto vai ficar indo e vindo por um tempo.
— Não sei, pense a respeito.
Pensei naquilo o dia todo. A verdade é que eu me masturbava várias vezes imaginando Ramón e Enrique me pegando ao mesmo tempo, mas sempre foi uma das minhas fantasias mais fodas e inalcançáveis. Me imaginar sendo comida por aqueles dois homens me deixava com muito tesão, porque me fazia sentir usada até o paroxismo. Tipo uma puta.
Uma das minhas fantasias era me sentir uma puta, mas com confiança.
Chegou o dia do encontro. Fazia uns 20 anos que não o via. No entanto, ele tinha me mandado tantas e tantas fotos que, quando nos encontramos, parecia que o tinha visto ontem. Um armário de 1,90m desceu do carro. Me aproximei e ele me abraçou. Eu tinha me arrumado toda para a ocasião. Naquele dia, enquanto me vestia, fiquei com um tesão da porra. Sim, meu instinto de mulher me disse que, irremediavelmente, eu sentia algo por Ramón.
Quando Ramón me abraçou, senti a força de seus braços e peito negros. Ahhh... tinha me esquecido de dizer... Ramón é espanhol de origem senegalesa e, ao mesmo tempo, impiedosamente negro. Negro, negro...
— Tudo bem, Karen???
— Muito bem, Ramón. Vamos até aquela varanda... tenho que te apresentar alguém.
Lá estava sentado Enrique.
Apresentei os dois e eles se cumprimentaram. Ficamos conversando e eles se deram super bem. Eu os observava fixamente, admirando aqueles homens de raças diferentes, cada um mais viril que o outro. Estava ficando terrivelmente excitada imaginando os dois paus na minha boca. De vez em quando, a consciência me lembrava de acompanhar a conversa daqueles dois homens que falavam das suas coisas, já quase bêbados depois de tantas cervejas. Gosto de homens que sabem beber. Isso deixa eles... Dá um plus de controle sobre si mesmos e, por isso, uma segurança esmagadora. Além de ficarem divertidos e desinibidos. Eu também tomei umas cervejas. Isso me deixou ainda mais excitada vendo eles. Além do mais, fumavam mais que a Carmem Miranda. Dois caras que, se soltos, eram um par de desgraçados... dois piratas. Dois piratas que nunca precisariam ir em puteiro porque sempre sobrariam mulheres pra eles. Além do mais, já tinham a sua putinha particular, que era eu... Fomos jantar num restaurante e, durante o café, Enrique propôs a Ramón aquele assunto. Ramón ficou um pouco contrariado. Na verdade, ele tinha vindo sem intenção de nada. Só pra me visitar. Recostou-se na cadeira, esticando seu torso forte, e colocou as mãos sobre a mesa nos olhando nos olhos. Especialmente o Enrique.
- Trato feito. Mas com a condição de ficar algumas horas antes sozinho no quarto com a Karen. Faz vinte anos que não me deito com ela. Eu a amo e a desejo, mas temo não estar psicologicamente preparado para entrar e fazer logo de cara, porque me sinto um intruso. Preciso antes conhecer nosso desejo autêntico, se é que ainda o sentimos.
Não fomos pra minha casa, mas alugamos um quarto de hotel. Ficamos combinados os três para um sábado, às cinco da tarde. Foi como o Ramón disse. Entrei com ele no quarto e, sem mais delongas, fomos pra cama. Nenhum de nós dois parecia muito seguro. Enquanto isso, Enrique esperava no hall tomando alguma coisa.
Ramón começou a tocar meus peitos, me dizendo...
- Como eu sentia falta disso, amor... me beija.
Beijei sua boca, saboreando aqueles lábios largos e negróides, tão diferentes dos do Enrique. E ele me abraçou forte com seus braços enormes e mãos largas.
Imediatamente senti no meu estômago como o pau dele ficava grande e duro. Ramón tinha um pau tão grande quanto o do Enrique, mas negro. Brinquei com ele nas minhas mãos e Ramón começou a ofegar.
- Porra, Karen... com o contente que eu estaria só com você, e agora tenho que te dividir com outro cara. Tá vendo como você me pegou...
Beijei ele com força e paixão o suficiente porque não sabia o que dizer e estava louca por aquele homem negro.
- Comigo é a mesma coisa, Ramón. Mas vamos aproveitar que são muitos anos juntos, mesmo que separados.
- Não sei o que te dizer... tive tudo e agora não tenho nada.
- Por acaso a tua família não te serve?
- Sim, e amo minha mulher, mas também gosto de ti.
- Eu também gosto do Enrique e estou comprometida com ele.
- Tu??? Mas se tens pavor de compromisso... Percebe... gostas dele, mas também queres transar comigo. Não entendo.
- Não mais. Mas me sinto muito puta. Só para vocês dois.
- O que tu queres é satisfazer uma fantasia e me pegou porque sabe que me quer, sou tua marionete e não posso negar. Bom... chama o Enrique...
Liguei para o Enrique e abri a porta. Ramón estava sentado numa poltrona esperando, com as pernas cruzadas. Já não estava ereto.
- Oi!!! Já resolveram suas pendências?
- Mais ou menos... disse Ramón.
- O de sempre...
- E o que fazemos? Isso aqui parece o camarote dos Irmãos Marx...
- Eu me visto e vou embora. Não estou aqui para satisfazer fantasias sexuais, disse Ramón.
Nos vestimos e pagamos um quarto à toa.
- Ei... querem vir em casa jantar? Pelo menos...
- Eu quero.
- Eu também.
Não sabia que antes de vir para minha casa, Enrique tinha combinado com Ramón de tomar umas cervejas.
- Enrique, não sei o que há com a Karen. Que porra é essa de nós dois transarmos com ela???
- Ramón... a coisa é muito complicada e simples ao mesmo tempo. Te digo, ela nos quer com loucura. E a única saída dela sou eu em primeiro lugar e você em segundo, agora que apareceu.
- Mas o que há com ela? Temos macacos na cara?
- Não... é que... ela gosta de assumir o papel de ser uma puta.
- Ehhhh???? Essa garota está doente!!!
- Também não é isso. Não tem problema. Na verdade, é um jogo de autoestima. Olha, Ramón... todos temos uma parte do cérebro primitiva que certamente choca com a moral. Para você entender, ela se sente bem eliminando essa moral e soltando as rédeas desse cérebro primitivo. E nós somos essa chave.
- Bom, seria melhor vocês se casarem e terem filhos, pra mim funcionou muito bem.
- A essa altura? Beirando os cinquenta? Além do mais, eu já tenho uma filha do meu casamento anterior.
Eles chegaram por volta das 9 da noite. Enrique estava vestindo jeans e uma camiseta do Guns N' Roses, bem no estilo dele. E Ramón, com uma calça chino e uma camisa branca arregaçada, que contrastava com o negro da sua pele. Aquela mistura do cheiro dos dois me deixou louca.
Eu tinha colocado um vestido que destacava minha figura em forma de ampulheta. Sim, como o leitor pode imaginar, sem sutiã e marcando bem meus peitos.
Ficamos conversando e partimos para as bebidas depois do Rioja do jantar. No meu sistema de som, tocava U2.
Não sei com que desculpa me levantei em direção à cozinha, com Ramón me seguindo, mas pude perceber um sinal de cumplicidade entre os dois. Senti o hálito dele na minha nuca e ele começou a apertar meus peitos com força, de forma compulsiva.
- Porra, Ramón... eu precisava desse estímulo pelo menos... só um pouco...
- Um pouco e mais, Karen.
Ele começou a esfregar o pau dele na minha bunda e senti como estava ficando duro, enquanto meus peitos apareciam soltos acima do decote, pendurados como dois melões. Ousei enfiar a mão na calça dele para tocar seu pau, já duro como uma pedra.
- Que gostosa você é, Karen... Não vai chamar o Enrique pra festa?
- Não sei, não sei... talvez eu queira só com você. Eu disse, abaixando a calça dele e engolindo seu pau enorme e negro, sentindo a ereção.
Era um pau lindo. Muito diferente do do Enrique: uma veia grande começava no púbis e terminava na glande, percorrendo o tronco prestes a explodir. Enrique entrou na cozinha com o pau na mão.
- Chupa esse também, putona...!! Como sua ex mama... ela até revira os olhos... Disse Enrique.
Eu me sentia sobrecarregada com aqueles dois paus na minha boca. Nem preciso dizer que já estava terrivelmente molhada por... Culpa desses dois meus homens. Meus dois clientes, que estavam avaliando o tamanho dos seus membros para não me machucar. Entre os dois me pegaram nos braços, cada um segurando uma perna, e me levaram para o meu quarto. No caminho, os paus deles balançavam de um lado para o outro entre as coxas enquanto minha buceta ficava aberta. Me deixaram na cama e começaram a me beijar como dois tarados, enquanto suas mãos e braços grandes tocavam e acariciavam todo o meu corpo. Me senti uma rainha com aqueles dois machos, um negro e outro branco. Tremendamente segura com eles e orgulhosa de mim e do meu corpo.
—Te amamos, Karen... disse Enrique. Estamos aqui por você...
Enrique subiu em cima de mim e me penetrou como sempre fazia, enquanto eu chupava o pau negro do Ramón, fazendo o que podia.
—Agora é a sua vez, Ramón — disse Enrique.
Ao que Ramón tirou seu pau da minha boca e se preparou para encher minha buceta com ele.
Bufff...! Isso me deixou a mil por hora. Pensar que depois de 20 anos aquele pedaço de ébano ia me enfiar de novo me deixou muito excitada.
—Me fode com força, Ramón. O pau do Enrique eu já conheço bem. Vamos ver como você se comporta na minha buceta...!!!
Mal tinha pronunciado essa frase quando Enrique já estava na minha boca movendo seu pau.
Ramón se movia sem que eu sequer sentisse o peso do seu corpo de gorila em cima de mim. Ele apoiava as mãos no colchão, e tanto à esquerda quanto à direita pude observar as duas colunas negras de seus braços, tensas e fortes, sustentando seu peso.
—Vou gozar... garotos... Me dá mais, Ramón. Mais forte!!!
Enrique tirou seu pau da minha boca e pôde ver como eu estava indo sem remédio debaixo do corpo negro e sarado do Ramón.
Ele ficou obnubilado vendo como sua namorada gozava, ofegante como uma louca.
Ramón tirou seu pau pingando de fluidos. Eu estava completamente encharcada e brilhante. Minhas pernas tremiam, e ambos começaram a me acariciar com seus paus no auge da ereção.
—Caralho, como eu gozei...
Olhei meus seios e tanto os mamilos quanto as grandes auréolas estavam eretos de excitação. Toquei meus seios enquanto aqueles dois homens me contemplavam como uma rainha e beijavam meu corpo inteiro, dos pés à cabeça. Um em cima, outro embaixo. Longe de apenas me observar, quando já estava recuperada, voltei a chupar seus paus para deixá-los duros de novo para mim. Eles reagiram na hora na minha boca e logo os tive prontos.
Devo dizer que fiz isso de forma preguiçosa e relutante, porque depois daquela gozada, se dependesse de mim, teria mandado eles tomarem no cu. Mas tive pena, porque estavam muito excitados comigo.
Depois daquele orgasmo, estava até tonta e disse...
– Vamos, meninos... vamos ver quem é o primeiro...
Deixei os dois ansiosos, tocando seus paus, e eles começaram a enfiar na minha boca para gozar logo e me deixar em paz. Enquanto chupava um, o outro já começava a se masturbar na minha cara, vendo como eu mamava o amigo. Às vezes, tentavam enfiar os dois paus ao mesmo tempo, rosnando e competindo, mas minha boca não dava conta daqueles XXL de duas cores.
– Que puta que minha ex virou... – disse Ramon.
– Foi você que deixou assim, porco... – disse Enrique.
Apressuei eles até não aguentarem mais, porque aos poucos percebi que aqueles dois paus estavam prestes a disparar na minha cara. Dava para ver nos rostos, nos gemidos e nos corpos. Eles estavam cada vez mais duros e imóveis, e aqueles paus se mexiam como loucos na minha boca, sem controle nenhum. Fui chupando como dava. Primeiro o preto, depois o branco, de um lado para o outro, como uma profissional.
– Nossa, que dois amantes eu tenho... o que mais quero na vida!!! – exclamei.
– Vamos, meninos... porra preta e branca... leitinho na minha cara!!!
O último pau que chupei foi o do Ramon ou o do Enrique, nem lembro mais. Os dois gozaram na minha cara, com três jatos bons cada um, me enchendo de semente. Eles gemiam como animais.
O Ramon saiu primeiro, e depois o Enrique, com os membros ainda tremendo. Tinha deixado eles bem esvaziados e aliviados.
– Muito bem, meus meninos!!. Uns campeões. Venham cá que vocês vão cair no sono com sua mulherzinha... Abracei eles. Fiquei no meio e nós três dormimos abraçados depois que me limpei das porradas deles. Eram 12h de domingo e esses caras ainda estavam dormindo. Levantei às 10 nesse sétimo selo de responsabilidade que só nós mulheres temos e pulei por cima do Ramón porque ele estava no centro. Tomei um café frugal e fiz umas belas torradas com presunto e azeite pros meus garotos. Voltei pro quarto e me joguei em cima deles. Eles ficaram irritados mas perceberam que o sol já estava batendo nas bolas deles. Bolas bem aliviadas, graças a mim...
- Olha... gente... preparei o café da manhã pra vocês...!
Com certeza teria sido mais eficiente chupar os pau deles pra acordarem mais cedo mas... não pensei nisso. Bahhh...!. Deixa pra outro dia...
Eles se levantaram resmungando e foram mijar. Sentaram à mesa pra comer e eu mostrei os peitos dizendo...
- Agora não querem chupar isso, hein...!
Eles riram. Ramón pediu um ibuprofeno e Enrique disse...
- Não tô a fim de fazer a comida de domingo, querida...
- Eu faço... Não veem como homens sem suas mulheres não servem pra nada????.
Efetivamente fiz uma paella. O porco do Ramón enquanto eu cozinhava tomou 6 cervejas e Enrique 4. Não tinha um momento que eu não tivesse que tirar ele de cima de mim pra parar de apertar meus peitos e eu aguentando o bafo de álcool dele. Isso me excitava. Me fazia pensar que era mais puta ainda depois do dia anterior. Essa era uma reação normal num homem que também me desejava como o outro e morava longe pra caralho. Ele tava ansioso e dava pra ver.
Já o Enrique tava mais tranquilo.
- Gosta desses peitos, hein Ramón?. Ele disse.
Essa frase me fez sentir uma mulher compartilhada. O que eu não sabia era que a ressaca deixava os homens ainda mais tarados. Mais burros e animais. E eu lá, à mercê desses homens e... adorando...
Nós três sentamos pra comer.
- Quando você vai embora, Ramón?. disse Enrique.
– Amanhã. Disse conformado.
– Você se divertiu?
– Sim. Obrigado por tudo.
– Podemos criar um grupo no WhatsApp, sugeri a eles.
– Por mim, tudo bem. Disse Ramón.
– Por mim também. Disse Enrique.
– Já tenho o nome. Vou chamar de "Os Três Mosqueteiros", embora na verdade fossem quatro...
– Ok. D'Artagnana...
Eu comecei a rir.
– Mas só três, hein? Gente...? Nem um a mais. Isso é só de vocês...
– Sim. De mais ninguém. Disse Ramón.
Ramón foi embora um pouco triste. Beijei seu rosto e disse...
– Vamos, campeão. Sua família está te esperando...!!!! Quando chegar, manda uma mensagem. Ok?
– Ok.
Ali ficamos naquele domingo, Enrique e eu, passando a tarde.
– Ei, Karen... que pica que seu amigo tem...
– Não tenha inveja, você também está bem servido...
– Ahhh... não sei. Isso você tem que dizer.
– Vamos ver o que você tem aí...
Chupei com força e ele gozou na hora na minha boca, gemendo como um porco.
– Você é incrível, Karen.
– Assim, bem contente, meu garoto. Para que nunca me deixe e me queira muito... Tá?
– Tá. Te quero muito, Karen.
– E eu também, bobinho. Vamos... para casa dormir, que amanhã tem que trabalhar.
Ele foi embora me dando um beijo na boca, muito feliz. Era um grande homem. Sem dúvida. E... Ramón também.
FIM DA SEGUNDA PARTE.
Espero que tenham gostado.
- Continua, amor. Vai querer mais? Faz o que quiser comigo. Sou sua. Sua putinha favorita. A que não te cobra por ser assim. Faz coisas comigo... muitas coisas.
- Porra, Karen. Como você me deixa excitado. Vou gozar.
- Quer gozar na minha cara? Só um pouquinho.
- Siiim...
Fiquei de joelhos e comecei a chupá-lo. Ele tirou na última hora e me regou as bochechas, o cabelo e a boca com sua porra. Nem uma única gota caiu fora do meu rosto.
- Que delícia, amor. Que tesão. Você me deixou banhada em porra de jegue igual Cleópatra. Quer tirar umas fotos minhas assim, jeguezinho?
- Buuufff... deixa pra lá. Não tô a fim de fotos.
- Tudo bem, então outro dia... o que meu garoto quiser.
Limpei meu rosto do sêmen dele e beijei seu corpo todo.
Enrique ofegava de prazer.
- Dorme um soninho, meu rei. Vou me trocar e fazer a comida. Quando acordar vem me beijar. Tá bom?
- Tá bom.
Enquanto fazia a comida, ele dormia que nem uma pedra. Será que eu teria aguentado aquele dia??? Não sei. Mas me sentia uma mulher útil e jovem.
Ele levantou depois de uma hora e eu o vi coçando as bolas por cima da cueca. Entrou na cozinha e me beijou no pescoço. De relance olhei sua virilha e, mesmo de pau mole, o volume ainda era realmente imponente e sedutor para uma mulher com as ideias tão claras como eu ao lado daquele cara. Digo que aquele tamanho mole, quando ereto, seria o normal de qualquer homem.
À tarde, Enrique ficou fuçando meus DVDs e encontrou dois. Um se chamava "Titanic" e o outro "Tetonic". Eu gostava de pornô de vez em quando.
Obviamente, assistimos o do James Cameron.
Os dias passaram e meu caso com Enrique só aumentava, mas recebi uma mensagem do meu ex. Aquele... Eu tinha mencionado no nosso primeiro capítulo e que tanto tinha gostado de mim.
- Oi!!!, Karen... vou para a sua cidade dentro de um mês por questões de trabalho. Você gostaria de me ver??.
Demorei alguns minutos para responder. Não tinha nada claro. Mas aceitei. Também não tinha nada a perder e aquele homem sempre me atraiu. Bom... ainda estava apaixonada por ele no fundo.
- Sim. Me avise com uma semana de antecedência. Tá??.
- Tá. Um beijo.
Agora sim, eu não sabia o que fazer. Enrique de um lado. Ramón do outro. O que eu não imaginava é que ia acabar daquela forma na cama...
Às vezes, eu me masturbava pensando no Ramón com meu vibrador preto. Enrique nunca soube disso. Também não lhe interessava, claro. Mas no fundo do meu ser, Ramón foi uma matéria não aprovada. Bom... na verdade, uma reprovação. Um zero redondo por minha parte, fruto daquela incapacidade para o compromisso que o Enrique tinha adivinhado no primeiro capítulo.
Ramón trabalhava numa empresa de navegação que exportava produtos para toda a África e o dia do encontro estava se aproximando. Eu não estava muito decidida a contar para o Enrique. Insisto de novo que ele não se importava com minha relação epistolar com o Ramón, nem que eu me masturbasse pensando nele e muito menos que eu tomasse um simples café. Mas tenho que dizer que me sentia dividida no sentido de que gostava de dois homens e conforme a data se aproximava, eu ficava mais agitada e por que não dizer... com tesão.
Contei para o Enrique.
- Amanhã, eu marquei com o Ramón...
- Mas esse cara não morava na Galícia??.
- Sim, mas ele vem aqui por trabalho. Na verdade, designaram ele para essa região do sul.
- Ahhh...
- Vou ser bem clara, Enrique. Eu te amo loucamente, mas não esqueci o Ramón.
- Porra, Karen. Eu já sei. Isso não é novidade. Eu imaginava. Mas... você ainda o deseja??. Me diz sim ou não...
- Sim.
- Não se preocupa. Eu dou um passo para trás e pronto.
Ele me disse com um certo tom irritado.
- Não, não... não quero isso.
- Então... o que você quer??.
- Nada. Que você entenda e saiba que você vem primeiro.
Enrique fez uma pausa. Me deixou Sozinha, fui até a cozinha pegar uma cerveja e acendi um cigarro. Deu a primeira tragada e soltou...
— Karen... já pensou em nos compartilhar?
— Ehhhh??? Você tá insinuando um trio?
— Bom... chame como quiser. Até onde você quiser ir. Não sei...
— Ele é casado e tem dois filhos. Também vai ter que opinar, né? Além do mais, ele não mora aqui. Pelo visto vai ficar indo e vindo por um tempo.
— Não sei, pense a respeito.
Pensei naquilo o dia todo. A verdade é que eu me masturbava várias vezes imaginando Ramón e Enrique me pegando ao mesmo tempo, mas sempre foi uma das minhas fantasias mais fodas e inalcançáveis. Me imaginar sendo comida por aqueles dois homens me deixava com muito tesão, porque me fazia sentir usada até o paroxismo. Tipo uma puta.
Uma das minhas fantasias era me sentir uma puta, mas com confiança.
Chegou o dia do encontro. Fazia uns 20 anos que não o via. No entanto, ele tinha me mandado tantas e tantas fotos que, quando nos encontramos, parecia que o tinha visto ontem. Um armário de 1,90m desceu do carro. Me aproximei e ele me abraçou. Eu tinha me arrumado toda para a ocasião. Naquele dia, enquanto me vestia, fiquei com um tesão da porra. Sim, meu instinto de mulher me disse que, irremediavelmente, eu sentia algo por Ramón.
Quando Ramón me abraçou, senti a força de seus braços e peito negros. Ahhh... tinha me esquecido de dizer... Ramón é espanhol de origem senegalesa e, ao mesmo tempo, impiedosamente negro. Negro, negro...
— Tudo bem, Karen???
— Muito bem, Ramón. Vamos até aquela varanda... tenho que te apresentar alguém.
Lá estava sentado Enrique.
Apresentei os dois e eles se cumprimentaram. Ficamos conversando e eles se deram super bem. Eu os observava fixamente, admirando aqueles homens de raças diferentes, cada um mais viril que o outro. Estava ficando terrivelmente excitada imaginando os dois paus na minha boca. De vez em quando, a consciência me lembrava de acompanhar a conversa daqueles dois homens que falavam das suas coisas, já quase bêbados depois de tantas cervejas. Gosto de homens que sabem beber. Isso deixa eles... Dá um plus de controle sobre si mesmos e, por isso, uma segurança esmagadora. Além de ficarem divertidos e desinibidos. Eu também tomei umas cervejas. Isso me deixou ainda mais excitada vendo eles. Além do mais, fumavam mais que a Carmem Miranda. Dois caras que, se soltos, eram um par de desgraçados... dois piratas. Dois piratas que nunca precisariam ir em puteiro porque sempre sobrariam mulheres pra eles. Além do mais, já tinham a sua putinha particular, que era eu... Fomos jantar num restaurante e, durante o café, Enrique propôs a Ramón aquele assunto. Ramón ficou um pouco contrariado. Na verdade, ele tinha vindo sem intenção de nada. Só pra me visitar. Recostou-se na cadeira, esticando seu torso forte, e colocou as mãos sobre a mesa nos olhando nos olhos. Especialmente o Enrique.
- Trato feito. Mas com a condição de ficar algumas horas antes sozinho no quarto com a Karen. Faz vinte anos que não me deito com ela. Eu a amo e a desejo, mas temo não estar psicologicamente preparado para entrar e fazer logo de cara, porque me sinto um intruso. Preciso antes conhecer nosso desejo autêntico, se é que ainda o sentimos.
Não fomos pra minha casa, mas alugamos um quarto de hotel. Ficamos combinados os três para um sábado, às cinco da tarde. Foi como o Ramón disse. Entrei com ele no quarto e, sem mais delongas, fomos pra cama. Nenhum de nós dois parecia muito seguro. Enquanto isso, Enrique esperava no hall tomando alguma coisa.
Ramón começou a tocar meus peitos, me dizendo...
- Como eu sentia falta disso, amor... me beija.
Beijei sua boca, saboreando aqueles lábios largos e negróides, tão diferentes dos do Enrique. E ele me abraçou forte com seus braços enormes e mãos largas.
Imediatamente senti no meu estômago como o pau dele ficava grande e duro. Ramón tinha um pau tão grande quanto o do Enrique, mas negro. Brinquei com ele nas minhas mãos e Ramón começou a ofegar.
- Porra, Karen... com o contente que eu estaria só com você, e agora tenho que te dividir com outro cara. Tá vendo como você me pegou...
Beijei ele com força e paixão o suficiente porque não sabia o que dizer e estava louca por aquele homem negro.
- Comigo é a mesma coisa, Ramón. Mas vamos aproveitar que são muitos anos juntos, mesmo que separados.
- Não sei o que te dizer... tive tudo e agora não tenho nada.
- Por acaso a tua família não te serve?
- Sim, e amo minha mulher, mas também gosto de ti.
- Eu também gosto do Enrique e estou comprometida com ele.
- Tu??? Mas se tens pavor de compromisso... Percebe... gostas dele, mas também queres transar comigo. Não entendo.
- Não mais. Mas me sinto muito puta. Só para vocês dois.
- O que tu queres é satisfazer uma fantasia e me pegou porque sabe que me quer, sou tua marionete e não posso negar. Bom... chama o Enrique...
Liguei para o Enrique e abri a porta. Ramón estava sentado numa poltrona esperando, com as pernas cruzadas. Já não estava ereto.
- Oi!!! Já resolveram suas pendências?
- Mais ou menos... disse Ramón.
- O de sempre...
- E o que fazemos? Isso aqui parece o camarote dos Irmãos Marx...
- Eu me visto e vou embora. Não estou aqui para satisfazer fantasias sexuais, disse Ramón.
Nos vestimos e pagamos um quarto à toa.
- Ei... querem vir em casa jantar? Pelo menos...
- Eu quero.
- Eu também.
Não sabia que antes de vir para minha casa, Enrique tinha combinado com Ramón de tomar umas cervejas.
- Enrique, não sei o que há com a Karen. Que porra é essa de nós dois transarmos com ela???
- Ramón... a coisa é muito complicada e simples ao mesmo tempo. Te digo, ela nos quer com loucura. E a única saída dela sou eu em primeiro lugar e você em segundo, agora que apareceu.
- Mas o que há com ela? Temos macacos na cara?
- Não... é que... ela gosta de assumir o papel de ser uma puta.
- Ehhhh???? Essa garota está doente!!!
- Também não é isso. Não tem problema. Na verdade, é um jogo de autoestima. Olha, Ramón... todos temos uma parte do cérebro primitiva que certamente choca com a moral. Para você entender, ela se sente bem eliminando essa moral e soltando as rédeas desse cérebro primitivo. E nós somos essa chave.
- Bom, seria melhor vocês se casarem e terem filhos, pra mim funcionou muito bem.
- A essa altura? Beirando os cinquenta? Além do mais, eu já tenho uma filha do meu casamento anterior.
Eles chegaram por volta das 9 da noite. Enrique estava vestindo jeans e uma camiseta do Guns N' Roses, bem no estilo dele. E Ramón, com uma calça chino e uma camisa branca arregaçada, que contrastava com o negro da sua pele. Aquela mistura do cheiro dos dois me deixou louca.
Eu tinha colocado um vestido que destacava minha figura em forma de ampulheta. Sim, como o leitor pode imaginar, sem sutiã e marcando bem meus peitos.
Ficamos conversando e partimos para as bebidas depois do Rioja do jantar. No meu sistema de som, tocava U2.
Não sei com que desculpa me levantei em direção à cozinha, com Ramón me seguindo, mas pude perceber um sinal de cumplicidade entre os dois. Senti o hálito dele na minha nuca e ele começou a apertar meus peitos com força, de forma compulsiva.
- Porra, Ramón... eu precisava desse estímulo pelo menos... só um pouco...
- Um pouco e mais, Karen.
Ele começou a esfregar o pau dele na minha bunda e senti como estava ficando duro, enquanto meus peitos apareciam soltos acima do decote, pendurados como dois melões. Ousei enfiar a mão na calça dele para tocar seu pau, já duro como uma pedra.
- Que gostosa você é, Karen... Não vai chamar o Enrique pra festa?
- Não sei, não sei... talvez eu queira só com você. Eu disse, abaixando a calça dele e engolindo seu pau enorme e negro, sentindo a ereção.
Era um pau lindo. Muito diferente do do Enrique: uma veia grande começava no púbis e terminava na glande, percorrendo o tronco prestes a explodir. Enrique entrou na cozinha com o pau na mão.
- Chupa esse também, putona...!! Como sua ex mama... ela até revira os olhos... Disse Enrique.
Eu me sentia sobrecarregada com aqueles dois paus na minha boca. Nem preciso dizer que já estava terrivelmente molhada por... Culpa desses dois meus homens. Meus dois clientes, que estavam avaliando o tamanho dos seus membros para não me machucar. Entre os dois me pegaram nos braços, cada um segurando uma perna, e me levaram para o meu quarto. No caminho, os paus deles balançavam de um lado para o outro entre as coxas enquanto minha buceta ficava aberta. Me deixaram na cama e começaram a me beijar como dois tarados, enquanto suas mãos e braços grandes tocavam e acariciavam todo o meu corpo. Me senti uma rainha com aqueles dois machos, um negro e outro branco. Tremendamente segura com eles e orgulhosa de mim e do meu corpo.
—Te amamos, Karen... disse Enrique. Estamos aqui por você...
Enrique subiu em cima de mim e me penetrou como sempre fazia, enquanto eu chupava o pau negro do Ramón, fazendo o que podia.
—Agora é a sua vez, Ramón — disse Enrique.
Ao que Ramón tirou seu pau da minha boca e se preparou para encher minha buceta com ele.
Bufff...! Isso me deixou a mil por hora. Pensar que depois de 20 anos aquele pedaço de ébano ia me enfiar de novo me deixou muito excitada.
—Me fode com força, Ramón. O pau do Enrique eu já conheço bem. Vamos ver como você se comporta na minha buceta...!!!
Mal tinha pronunciado essa frase quando Enrique já estava na minha boca movendo seu pau.
Ramón se movia sem que eu sequer sentisse o peso do seu corpo de gorila em cima de mim. Ele apoiava as mãos no colchão, e tanto à esquerda quanto à direita pude observar as duas colunas negras de seus braços, tensas e fortes, sustentando seu peso.
—Vou gozar... garotos... Me dá mais, Ramón. Mais forte!!!
Enrique tirou seu pau da minha boca e pôde ver como eu estava indo sem remédio debaixo do corpo negro e sarado do Ramón.
Ele ficou obnubilado vendo como sua namorada gozava, ofegante como uma louca.
Ramón tirou seu pau pingando de fluidos. Eu estava completamente encharcada e brilhante. Minhas pernas tremiam, e ambos começaram a me acariciar com seus paus no auge da ereção.
—Caralho, como eu gozei...
Olhei meus seios e tanto os mamilos quanto as grandes auréolas estavam eretos de excitação. Toquei meus seios enquanto aqueles dois homens me contemplavam como uma rainha e beijavam meu corpo inteiro, dos pés à cabeça. Um em cima, outro embaixo. Longe de apenas me observar, quando já estava recuperada, voltei a chupar seus paus para deixá-los duros de novo para mim. Eles reagiram na hora na minha boca e logo os tive prontos.
Devo dizer que fiz isso de forma preguiçosa e relutante, porque depois daquela gozada, se dependesse de mim, teria mandado eles tomarem no cu. Mas tive pena, porque estavam muito excitados comigo.
Depois daquele orgasmo, estava até tonta e disse...
– Vamos, meninos... vamos ver quem é o primeiro...
Deixei os dois ansiosos, tocando seus paus, e eles começaram a enfiar na minha boca para gozar logo e me deixar em paz. Enquanto chupava um, o outro já começava a se masturbar na minha cara, vendo como eu mamava o amigo. Às vezes, tentavam enfiar os dois paus ao mesmo tempo, rosnando e competindo, mas minha boca não dava conta daqueles XXL de duas cores.
– Que puta que minha ex virou... – disse Ramon.
– Foi você que deixou assim, porco... – disse Enrique.
Apressuei eles até não aguentarem mais, porque aos poucos percebi que aqueles dois paus estavam prestes a disparar na minha cara. Dava para ver nos rostos, nos gemidos e nos corpos. Eles estavam cada vez mais duros e imóveis, e aqueles paus se mexiam como loucos na minha boca, sem controle nenhum. Fui chupando como dava. Primeiro o preto, depois o branco, de um lado para o outro, como uma profissional.
– Nossa, que dois amantes eu tenho... o que mais quero na vida!!! – exclamei.
– Vamos, meninos... porra preta e branca... leitinho na minha cara!!!
O último pau que chupei foi o do Ramon ou o do Enrique, nem lembro mais. Os dois gozaram na minha cara, com três jatos bons cada um, me enchendo de semente. Eles gemiam como animais.
O Ramon saiu primeiro, e depois o Enrique, com os membros ainda tremendo. Tinha deixado eles bem esvaziados e aliviados.
– Muito bem, meus meninos!!. Uns campeões. Venham cá que vocês vão cair no sono com sua mulherzinha... Abracei eles. Fiquei no meio e nós três dormimos abraçados depois que me limpei das porradas deles. Eram 12h de domingo e esses caras ainda estavam dormindo. Levantei às 10 nesse sétimo selo de responsabilidade que só nós mulheres temos e pulei por cima do Ramón porque ele estava no centro. Tomei um café frugal e fiz umas belas torradas com presunto e azeite pros meus garotos. Voltei pro quarto e me joguei em cima deles. Eles ficaram irritados mas perceberam que o sol já estava batendo nas bolas deles. Bolas bem aliviadas, graças a mim...
- Olha... gente... preparei o café da manhã pra vocês...!
Com certeza teria sido mais eficiente chupar os pau deles pra acordarem mais cedo mas... não pensei nisso. Bahhh...!. Deixa pra outro dia...
Eles se levantaram resmungando e foram mijar. Sentaram à mesa pra comer e eu mostrei os peitos dizendo...
- Agora não querem chupar isso, hein...!
Eles riram. Ramón pediu um ibuprofeno e Enrique disse...
- Não tô a fim de fazer a comida de domingo, querida...
- Eu faço... Não veem como homens sem suas mulheres não servem pra nada????.
Efetivamente fiz uma paella. O porco do Ramón enquanto eu cozinhava tomou 6 cervejas e Enrique 4. Não tinha um momento que eu não tivesse que tirar ele de cima de mim pra parar de apertar meus peitos e eu aguentando o bafo de álcool dele. Isso me excitava. Me fazia pensar que era mais puta ainda depois do dia anterior. Essa era uma reação normal num homem que também me desejava como o outro e morava longe pra caralho. Ele tava ansioso e dava pra ver.
Já o Enrique tava mais tranquilo.
- Gosta desses peitos, hein Ramón?. Ele disse.
Essa frase me fez sentir uma mulher compartilhada. O que eu não sabia era que a ressaca deixava os homens ainda mais tarados. Mais burros e animais. E eu lá, à mercê desses homens e... adorando...
Nós três sentamos pra comer.
- Quando você vai embora, Ramón?. disse Enrique.
– Amanhã. Disse conformado.
– Você se divertiu?
– Sim. Obrigado por tudo.
– Podemos criar um grupo no WhatsApp, sugeri a eles.
– Por mim, tudo bem. Disse Ramón.
– Por mim também. Disse Enrique.
– Já tenho o nome. Vou chamar de "Os Três Mosqueteiros", embora na verdade fossem quatro...
– Ok. D'Artagnana...
Eu comecei a rir.
– Mas só três, hein? Gente...? Nem um a mais. Isso é só de vocês...
– Sim. De mais ninguém. Disse Ramón.
Ramón foi embora um pouco triste. Beijei seu rosto e disse...
– Vamos, campeão. Sua família está te esperando...!!!! Quando chegar, manda uma mensagem. Ok?
– Ok.
Ali ficamos naquele domingo, Enrique e eu, passando a tarde.
– Ei, Karen... que pica que seu amigo tem...
– Não tenha inveja, você também está bem servido...
– Ahhh... não sei. Isso você tem que dizer.
– Vamos ver o que você tem aí...
Chupei com força e ele gozou na hora na minha boca, gemendo como um porco.
– Você é incrível, Karen.
– Assim, bem contente, meu garoto. Para que nunca me deixe e me queira muito... Tá?
– Tá. Te quero muito, Karen.
– E eu também, bobinho. Vamos... para casa dormir, que amanhã tem que trabalhar.
Ele foi embora me dando um beijo na boca, muito feliz. Era um grande homem. Sem dúvida. E... Ramón também.
FIM DA SEGUNDA PARTE.
Espero que tenham gostado.
0 comentários - Karen. Una puta madura II.