Negro e Desvirguei Duas Loirinhas Novinhas

Sou negro e foi assim que perdi a virgindade de duas loirinhas novinhas.



Fala, sou o Diego e vou contar o que rolou comigo. Sou colombiano, tenho 28 anos, mas moro na Argentina desde os 15. Sou negro, tenho 1,90m, sou bem dotado (25 cm de pica) e trabalho como jardineiro. Um dia me contratam




Fala, sou o Diego e vou contar o que rolou comigo. Sou colombiano, tenho 28 anos, mas moro na Argentina desde os 15. Sou negro, tenho 1,90m, sou bem dotado (25 cm de pau) e trabalho como jardineiro. Um dia, me contrataram pra fazer um serviço numa casa, onde morava um casal que tinha uma filha de uns 17 anos. A menina era loira, linda e com um corpinho bem desenvolvido pra idade dela, com um olhar muito inocente e doce. Me explicaram o serviço e falaram que durante o dia eles não estavam porque os dois trabalhavam, mas como confiavam em mim (sou muito amigo do irmão do dono), me deixavam trabalhar na casa sozinho. Comecei no dia seguinte, tudo normal. Cheguei cedo e os donos me esperaram pra ir trabalhar e levar a menina (Luciana, o nome dela) pra escola (ela tava no último ano do ensino fundamental, mas só descobri isso depois). Trabalhei de boa durante a manhã e, depois do meio-dia, ouvi a porta da frente abrir. Era a menina voltando da escola. A gente se olhou por um instante e se cumprimentou rapidinho. Eu continuei na minha e a Lucianita fez as coisas dela, mas notei uma certa malícia no olhar inocente dela, que acendeu meus pensamentos pervertidos. Sim, pensei nisso, mas logo me acalmei e falei comigo mesmo: "é uma menina de 17 anos...". Passado o momento, segui na minha. Mesmo assim, notei durante a tarde que a menina tinha trocado de roupa e, como tava calor, ela andava pela casa num mini short bem justinho e descalça. Minha cabeça viajava, mas eu me segurava de novo ao pensar que era só uma menina. Assim chegou o fim do dia, os donos chegaram e eu me despedi até o dia seguinte. De manhã, voltei pra casa e, como no dia anterior, eles estavam me esperando pra ir trabalhar. Vi a Lucianita e notei que ela me olhou de novo, de um jeito bem safado e sorrindo. Mesmo assim, não dei muita importância. A gente se despediu e eu fui trabalhar. Assim chegou o meio-dia de novo, e com ele, a linda menina voltando da escola, mas dessa vez não vinha sozinha, tinha convidado uma coleguinha pra estudar na casa dela. Quando me viram, me cumprimentaram e notei que cochichavam alguma coisa rindo. A amiguinha da Luciana era ainda mais gostosa que ela, olhos azuis, bem loira, mas magrinha e ainda não parecia tão desenvolvida quanto a amiga. Eu olhei pra elas (confesso que com mais atenção) e continuei na minha. Tava um calor insuportável naquela tarde. Depois de um tempo, deu sede e fui procurar a menina dona da casa pra me dar um pouco de água gelada. Procurei por ela e as duas estavam no quarto dos pais, cochichando e rindo. Estavam sentadas na cama, descalças. A Lucianita com o mesmo shortinho do dia anterior, e a Mariana (esse era o nome), com uma saia de babadinhos bem curtinha. Elas se assustaram quando me viram. Pedi água pra Luciana e ela disse "espera aí que já vou te trazer...". Pulou da cama e foi até a cozinha. Aí fiquei observando a outra belezinha com atenção. A saia deixava ver as pernas perfeitas dela. Ela me olhou e percebi que tava meio nervosa. Luciana voltou, me deu um copo de água gelada e também trouxe dois picolés. Deu um pra amiguinha e as duas tiraram o papel e começaram a lamber. Eu olhava disfarçadamente. Luciana era a mais safada das duas, lambia o picolé de um jeito bem sensual e inocente ao mesmo tempo. Minha cabeça já tava explodindo e eu tinha que me segurar com força pra não estuprar aquelas duas meninas. Foi aí que resolvi me enturmar e perguntei sobre a escola e se elas tinham algum namoradinho. Elas responderam "não, os meninos da nossa idade só pensam em outra coisa... e ainda acham que a gente é feia...". Aí Luciana se levanta, dá uma voltinha mostrando a bunda linda dela, me olha e diz "a gente quer a opinião de um homem de verdade, mas fala a verdade pra gente, cê acha que a gente é feia?". Eu olhei pra ela e pra amiguinha e não acreditei que ela tava me Elas estavam perguntando isso, aquelas duas gostosas, e eu disse que não, que os coleguinhas delas eram malucos e que elas eram lindas. Aí a Luciana se aproximou de mim (eu já estava sentado na beira da cama) e me deu um beijo muito doce na bochecha, enquanto me dizia: "Você é muito doce, não sabia que homens negros também gostavam de garotas brancas e loiras como a gente..." A Mariana olhou pra ela pela ousadia da amiga, mas não disse nada. Na mesma hora, segurei ela firme pelas mãos, ela se assustou um pouco, e sem dizer nada, dei um beijo nos lábios trêmulos dela. Parece que a menina gostou, porque me devolveu de um jeito muito doce. A amiga estava petrificada de medo, e eu quis acalmá-la acariciando seu lindo cabelo loiro. Essa carícia pareceu deixá-la mais tranquila, e aproveitei pra dar também um lindo beijo nos lábios dela. Aí olhei pra Luciana e, pra aliviar um pouco a tensão, falei: "Espero que você não fique com ciúmes de mim..." E aí as duas meninas riram. Estávamos os três sentados na cama (eu no meio das duas) e fiz uma pergunta: "Vocês ainda são virgens?" Elas se olharam, me olharam, e responderam o que eu imaginava: eram duas preciosas meninas virgens. Dei outro beijo em cada uma, olhei nos olhos delas e falei: "Eu não vou fazer nada que vocês não queiram..." Aí a Lucianita me olha e diz: "Ela está aqui porque sozinha eu não tinha coragem, queremos que você nos ensine..." Aí eu enlouqueci e beijei ela loucamente. Minhas mãos já não respeitavam mais e começaram a acariciar seu corpo gostoso. Tirei a blusinha e o sutiã dela, e os peitinhos lindos da menina apareceram. Beijei os biquinhos e ela gemeu pela primeira vez. Enquanto isso, a outra garota já tinha tirado a blusinha e me ajudava a tirar a minha. Ao mesmo tempo, falei pra Luciana se levantar e desabotoei o botão do shortinho. A putinha abaixou o zíper e se virou pra me mostrar aquela bunda linda que ela tinha, com a calcinha bem enfiada na racha. Beijei as nádegas dela e a virei de novo. deitei na cama, enquanto a Marianita tirava a saia e ficava só de calcinha, deitei ela do lado da amiguinha e comecei a brincar um pouco na virilha das duas, por cima das tangas comecei a dar beijinhos, sentia através do tecido minúsculo o delicioso cheiro das bucetas molhadas delas, elas começaram a rir e a cochichar "ai... tô gostando... hummm...", até que tirei a calcinha das duas e fiquei olhando a nudez linda das duas garotas, ambas estavam encharcadas de lubrificação vaginal, mas a da Luciana era mais branquinha que a da amiguinha, aproximei minha boca daquele néctar e dei uma lambida nas duas, as meninas tremeram e soltaram vários gemidos e suspiros, nessa altura eu já tinha tirado a calça e estava só de cueca, que mal conseguia segurar meu pauzão duro que queria meter logo nas meninas, mas eu queria continuar curtindo os sucos daquelas duas bucetinhas virgens, fiquei ali até dar o primeiro orgasmo pras duas, foi lindo porque gozaram quase juntinhas, "agora vou dar uma coisa pra vocês se entreterem, suas putinhas..." falei, me deitei na cama de barriga pra cima e deixei elas verem o que iam fazer, a Luciana veio me dar um beijo na boca enquanto a Mariana brincava com meu pau por cima da cueca, aí falei pra Luciana "vai que sua amiguinha vai precisar de ajuda...", a menina obedeceu e ficou do outro lado, elas estavam uma de cada lado da cama e eu no meio, assim começaram a brincar e me beijar por cima da cueca, eu já não aguentava mais, até que uma delas tirou minha cueca, juro que nunca vou esquecer a cara das duas quando viram meu pauzão preto bem duro e empinado, elas se olharam e entre risadinhas e espanto disseram em coro "uauuuuu...", na hora a Luciana (quem mais?) deu o primeiro passo e segurando meu pau pela base com uma mão deu o primeiro beijinho (isso me deixou louco), e continuou com lambidas como as que dava no sorvete alguns minutos atrás, na mesma hora Dizia pra amiguinha dela: "Mmmmm, vem Mariana que dá pras duas...", a amiga obedeceu e uma de cada lado começou a disputar a cabeça do meu pau, beijinhos, lambidas, tudo que você imaginar e mais, foi algo incrível, minhas bolas estavam prestes a explodir, assim se distraíram por um bom tempo até que senti que não aguentava mais e mandei elas pararem, não quis gozar na boca delas. Aí, deitado como estava, perguntei qual das duas queria sentir ele dentro primeiro. Mariana olhou assustada pra amiga e Luciana entendeu e disse: "Eu primeiro". Perguntei se elas tinham camisinha (preservativos), já que eu não tinha trazido, e elas disseram que não (tava com medo de engravidar elas, mas nessa altura já não ligava mais pra nada, então fui em frente). Pelo tamanho do meu pau e a bucetinha minúscula da garota, falei pra ela sentar em cima de mim devagar, peguei na mão dela e apoiei no meu pau, enquanto dizia: "Guia você, não quero te machucar...". A garota conduziu meu pau até a entrada da buceta dela e deixou entrar só um pouquinho: "Tá doendo... tá doendo... ai...", mas a putaria que tava e a lubrificação enorme dela ajudaram pra caralho. O pau entrou um pouco e a garota ficou imóvel, aí não aguentei mais, agarrei ela pela cintura e puxei pra baixo, senti a pelinha rompendo enquanto ela gritava de dor e prazer. Levantei a vista e vi que ela tava chorando, falei pra ela sair se quisesse, mas nem louca quis. O pior já tinha passado e ela começou a se mexer bem devagar, como se estivesse se ajeitando com tudo aquilo dentro das entranhas dela. Coloquei as mãos nas nádegas dela e deixei ela começar a cavalgar selvagemente. Enquanto isso, Mariana continuava assustada, então mandei ela sentar na minha cara de frente pra amiga e comecei a lamber a buceta dela de novo. Dessa vez, também tinha o buraquinho da bunda dela e eu alternava as chupadas entre a buceta e o cu, e ela dizia pra amiga: "Ele tá metendo a língua no meu cu... e eu tô gostandooo...". Não podia acreditar no que tava vivendo, meu pau Eu tava bem apertadinho dentro daquela mina que cavalgava e gritava sem parar, até que não aguentei mais e um jato de porra inundou a barriga da Luciana, enquanto a garota devia ter gozado umas 5 vezes, eu tava tão tesudo que a pica continuava dura, falei pra Luciana sair que era a vez da Mariana. A menina saiu de cima da minha cara e sentou bem devagar no meu tronco encharcado de porra e fluido vaginal, aos poucos encaixou na entrada da buceta dela e se deixou cair até sentir que doía pra caralho. Fiz igual com a outra mina e de uma só vez enfiei ela toda, a garota gritou, chorou e gozou ao mesmo tempo, tava com aquela pica descomunal dentro dela e tava curtindo, enquanto a amiga já tinha limpado a ppk e se posicionado no mesmo lugar que a Mariana tava antes, em cima da minha cara e de frente pra amiguinha, enquanto me falava "beija minha bunda igual você fez com a Mariana..." obviamente obedeci e comecei a brincar com aquele buraquinho minúsculo, primeiro lambi o contorno franzido e depois enfiei a língua o mais fundo que consegui. Ficamos assim por um tempo até que de novo não aguentei mais e explodi de porra a buceta da Mariana, descansamos um pouquinho e aí sim minha pica pediu um descanso. Fui no banheiro e lavei um pouco, as meninas também, voltamos pra cama e deitamos, de novo eu no meio das duas gatinhas que me abraçavam de cada lado e apoiavam a cabecinha doce no meu peito. Ficamos assim um tempo até que começaram a brincar de novo com minha pica, "a gente adora dar beijinhos na sua coisa..." falaram e "eu fico louco quando vocês fazem isso..." respondi, e aí de novo a loucura, beijinhos, lambidinhas atrás da glande e na cabeça toda, etc, etc (lembro e já sobe), até que falei pra Luciana ficar de 69, ela obedeceu e continuou junto com a amiga lambendo minha pica, enquanto eu voltava a lubrificar com lambidas e cuspe a bundinha minúscula dela, até que enfiei um dedo e ela reclamou "se doeu isso, não Quero imaginar o que te espera, putinha...", falei, empurrei ela pro lado, fiz ela sentar de quatro e com a pica mais dura do que antes apoiei na entrada. Mariana olhou pra mim, olhou pra amiga e ela disse: "Tô com medo... é muito grande, vai doer muito...". Devagar comecei a enterrar a cabeça e a garota começou a reclamar, até que a cabeça inteira entrou. Aí a garota gritou e tentou sair: "Não, não, não, tira de mim, tá doendo, não, não, aiii...". Isso me excitava ainda mais, segurei firme na cintura dela e fui enterrando tudo. A garota não parava de gritar, foi incrível. Quando tava tudo dentro, comecei a querer bombar, mas era impossível, a pica mal conseguia se mexer naquele tesão de cu, e a pobre menina não aguentava mais de dor. Então fiquei parado e esperei ela relaxar um pouco e a bunda dela se acostumar com minha pica. Aos poucos a dor foi passando, percebi porque ela não tava mais tão tensa e os gritos de dor viraram gritinhos de prazer. Além disso, em vez de tentar se soltar, a Lucianita começou a fazer força pra trás, como se quisesse que a pica enterrasse ainda mais no cu, e eu não acreditava que naquela bunda linda minha pica cabia tão fundo. Devagar comecei a bombar e a menina já gritava descontrolada de prazer: "Aiii... como eu gostoooo, siiiim, assim, piranha... fica morando aí... mmmmm...". Isso me enlouqueceu, sentia a pica tão apertada que parecia que ia estourar, até que não aguentei mais e enchi tudo de porra dentro dela. A pica ainda tava bem dura, mas mesmo assim comecei a tirar e a menina não quis saber: "Nããão, não tira, por favor... fica mais um pouquinho...". Mas eu via a Marianita do nosso lado, deitada de bruços com a bunda bem empinada, e queria que ela também fosse minha. Então fui tirando a pica do cu da Luciana devagar, e com ela saía um pouco de porra também. Quando tirei tudo, a menina me disse: "Foi lindo... mas não Vou ficar uma semana sem conseguir sentar..." enquanto me dava um beijo gostoso, aí olhei pra Mariana e falei "agora é sua vez", "nãooooo, nem louca... já vi o que a Luciana sofreu, não quero isso não...", "como não? relaxa, linda..." falei, e aproveitando que ela tava de costas, abri as nadeguinhas dela e procurei com a língua de novo aquele tesouro virgem, lambi o contorno, e fui entrando com a língua, tava lubrificando bem, enquanto enfiava um dedo na buceta dela, tirei o dedo melado de fluido e comecei a enfiar no cuzinho, a menina deixou eu fazer e começou a gemer devagar, quando enfiei tudo comecei a fazer círculos pra tentar dilatar aquele buraquinho minúsculo, aí ela reclamou um pouco, mas continuei por um bom tempo, tirei o dedo e voltei a meter a língua pra terminar de lubrificar bem, e a menina fala "isso eu gosto muito, mas nem sonha em meter aí...", "você vai gostar, vai ver..." falou a Luciana, "não não não" gritou Mariana, aí peguei ela pela cintura e puxei pra cima e pra trás, pra colocar ela de quatro também, a menina não queria saber, se debatia e tentava se soltar com os pés e as mãos, aí a Luciana segurou as mãos dela e falou "você tá muito nervosa, relaxa porque vai doer mais...", enquanto eu já tinha a pica na porta do cuzinho dela, e pra não perder tempo, enfiei a cabeça de uma vez, a garota deu um grito de dor de rasgar o coração enquanto falava "não não não, tá doendo... nãooooo, tira por favor, aiiii...", a Luciana continuava segurando as mãos dela, aí fiquei parado e esperei a menina se acalmar, depois de um tempo ela parou de reclamar e eu comecei a enfiar devagar, até enterrar a pica toda no cu dela, foi incrível, senti que era ainda mais apertado que o da Luciana, a garota gritava e tentava se soltar de novo, até que percebi que ela tinha começado a chorar, isso me comoveu, "quer que eu tire?" falei, "sim, tira que tá doendo muito... snif...", eu não aguentava ver aquela pobrezinha sofrendo tanto, e aos poucos tirei ela da bunda. a menina se jogou na cama e ficou chorando, Luciana acariciava a cabeça dela enquanto eu me deitei do lado e dei um beijo nela. ela me olhou e eu falei "me perdoa...", "tá tudo bem" ela respondeu, "até que gostei, mas doía muito...". enquanto isso, meu pau continuava duro igual antes e Luciana, percebendo isso, foi dar uns beijos nele e chamou a amiguinha pra ajudar. "vem, Mariana, temos que recompensar o Diego por tudo que ele nos ensinou..." e aí a menina desceu e as duas voltaram a chupar meu pau, de novo aquele espetáculo maravilhoso de ver as duas meninas disputando a cabeça do meu pau, beijinhos, lambidinhas, mordidinhas, que loucura, meu deus, ficaram um tempão... até que senti o orgasmo chegando, não falei nada e deixei elas continuarem como se nada. de repente, um jato de porra caiu nas boquinhas e carinhas delas, as meninas se olharam, riram e continuaram beijando meu pau por mais um tempo... já estávamos todos muito exaustos, eu tomei um banho, as meninas também, e no final do dia, quando os pais chegaram, a gente se despediu e as meninas me olharam e soltaram de novo aquela risadinha cúmplice...

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