Capitulo 2 conociendo su cuerpo

Já tinham se passado uns meses desde que a gente jogou sinuca junto, e a gente tinha ficado numa relação que, mesmo não podendo chamar de amizade, dava pra dizer que era de parceiros de rolê. Não me entendam mal, qualquer homem ia querer levar pra cama uma mulher gostosa e uma nem tanto. Numa noite de outubro, tava chegando o aniversário dela, e a Giselle, brincando, me perguntou o que eu ia dar de presente. Respondi que era um conjunto de roupa íntima [tipo lingerie]. Ela, incrédula, dobrou a aposta, dizendo que eu não teria coragem. Então, no dia do aniversário dela, a gente se encontrou no bar onde a gente se conheceu, e eu entreguei uma sacola pra ela, falando pra ela olhar quando chegasse em casa. Ela, debochada, porque não acreditava que eu tinha tido essa ousadia, abriu a sacola no meio do bar. Foi aí que a cara dela foi ficando vermelha de vergonha. Eu não conseguia parar de rir, a reação dela foi melhor do que eu esperava, e eu não parava de rir. Acompanhei ela até a casa dela, e ela me convidou pra entrar. Pedimos delivery, e enquanto esperávamos, ela entrou no chuveiro. Era impressionante: mesmo tendo intimidade, era a primeira vez que a gente tava sozinho na casa dela. Saber que ela tava a poucos metros de mim, pelada no chuveiro, me dava vontade de entrar com ela e pegar ela debaixo d'água. Só de imaginar o corpo dela, eu já ficava excitado, e uma ereção leve começou a crescer entre minhas pernas. O delivery chegou, e ela ainda não tinha saído do banho. Por que tava demorando tanto? Eu espiei o banheiro, mas ela não tava lá. Quando cheguei no quarto dela e vi a porta entreaberta, não consegui evitar de olhar aquela pele morena, aquele corpo semi-nu. Meu olhar se perdeu no corpo dela. Não demorei pra perceber que ela tava experimentando o conjunto que eu tinha dado de presente, e um sorriso se abriu no meu rosto. Quando percebi que ela tinha me descoberto, voltei correndo pra sala. Pensei em ir embora, mas como é que ia ficar se eu fosse sem falar nada? Então decidi ficar. Já que tava no jogo, fomos comer e papear. Não dava. Não conseguia tirar os olhos dela, queria beijá-la, abraçá-la, fazer ela minha. Tinha algo que me impedia, mas não queria estragar a relação. Já estava ficando tarde, então tava indo pra casa quando ela me chamou pra ficar e me deu um beijão na boca — nem soube como reagir. Quem diria que ela ia começar, que ela ia dar o primeiro passo. Abracei ela e beijei com paixão, quanto tempo esperei por esse momento.

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