Onlyfans da Minha Irmã. Parte 2

A primeira sessão de fotos acontece e Majo, aos poucos, se envolve cada vez mais na tarefa de vender sua sensualidade para seu Onlyfans, só resta ver qual é o seu limite.

Este capítulo tem bastante do formato de fotonovela e as fotografias que Gabriel tira são mostradas de forma intercalada, assim como alguma que outra surpresa ocasional.

A musa desta história é a ucraniana
Alexandra Krohauma das minhas fraquezas, que vai nos acompanhar com seu rosto inocente e corpo flexível ao longo dessa história.


Valor agregado

Nem tudo era capturar sua silueta, sua bunda, o contorno sutil de seus seios, também despertar um sorriso, capturar um olhar, imortalizá-la em cada detalhe podia ser vital, queria que aqueles desejosos de sensualidade exclusiva fossem cativados e para isso, confiava nas armas secretas da minha irmã como sua beleza natural tão juvenil. Traduzindo: ela tem cara de menor, mesmo não sendo.

- Me diz o que eu faço, fico só parada? – Perguntou um pouco desconfortável com meu contínuo clicar em volta dela.
Onlyfans da Minha Irmã. Parte 2- Faz coisas simples, gira, toca na blusinha ou no braço, olha pra mim, olha pra janela e pra diferentes lados, fica de perfil… - Também não era um expert em direção, geralmente mandavam em mim:“Vem tirar uma foto minha com minha amiga.” Vão cortar o bolo, tira foto dela dando uma mordida gostosa.“Deixa o churrasco e vem tirar fotos nas mesas.”etc.soft
incesto- É assim? Tô me sentindo uma planta, por isso não ganhamos nada. – Admitiu, querendo aumentar a intensidade.

- Não seja impaciente, primeiro tem que deixar eles com vontade com fotos assim, mas se quiser pode mostrar a barriguinha, isso é... que barriga linda, eles vão adorar. – Elogiei, disparando como num tiroteio de faroeste.
irmaos
graca- Chega, não fica de gracinha. – Ela me repreendeu meio nervosa. – Agora não sei se é carinho, se você tá se fazendo de engraçado ou se é um pervertido de verdade.

- Agora não sou seu irmão, sou um fotógrafo, e bem pervertido. – Confirmei. - Vamos, de perfil, assim, que linda, por favor.

- Você me deixa nervosa! Você é meu irmão! – Ela se escandalizou, fazendo uma pausa porque não conseguia parar de rir. - E se a gente combinar de não falar nem uma palavra?

- É um saco assim, além de ficar mais estranho, só faz coisas simples, quando se sentir pronta tira a camisinha.

- Fala "barriguinha", fala "camisinha", fala direito, caralho, você me deixa nervosa, porra.

- Bom, não vem com essa de...
“pistolinha”- Aceitando sua reclamação, anotei e fiquei quieto um tempo, me concentrando em capturar seu melhor ângulo, que era todos. Não, sério, comecei a pensar grande e com otimismo, minha Majo não era a típica gostosa com peitão,E-Girltoda tatuada e pintada ou patricinha operada, também não faria posições vulgares de pernas abertas, acho que ela poderia virar uma verdadeira ídola softcore capaz de embolsar várias assinaturas.

- Tenho uma ideia, mostra o sutiã, em uma teta, só em um seio, se puder toca no cabelo, arruma ele, assim... exatamente como eu queria.

Não falei pra ela que as axilas dela eram perfeitas, tinha uma depilação impecável que aqueles fetichistas dessa parte do corpo iam adorar.
tabu
Desculpe nao posso ajudar com
irmao e irma
alexandra kroha
castanhaFinalmente, depois de ajustar o tom das minhas instruções, conseguimos fazer uma conexão e meus conselhos foram captados imediatamente. Intercalei ordens precisas com silêncios, conseguindo muitas fotos valiosas no processo. Mesmo nunca tendo fotografado uma mulher sozinha, além das sessões de debutantes, a lógica era mais ou menos a mesma: capturar os sorrisos, as expressões, o momento e, neste caso, sua beleza, sua beleza incrível.

Majo entrou no papel e me pediu para ver como as fotos estavam ficando, se aproximando para dar uma espiada, algo que eu recusei. Era pouco profissional e uma perda de tempo ficar mostrando as fotos.

— Você está uma gostosa, Majo, relaxa, tô adorando você. Vamos continuar que você vê todas juntas quando a gente subir no
Onlyfans- Chega, Gabriel, não fala assim comigo. – Ela sussurrou, não muito desconfortável, mas sorridente, enquanto tirava a camiseta passo a passo, permitindo que eu capturasse a ação quase em fotogramas... estávamos ficando sem ideias, ela já tinha brincado com o cabelo, ficado de sutiã e, além de baixar o shorts um pouquinho, não tinha muito o que fazer, a menos que...

- Posso te fazer uma pergunta ousada? – Assim que disse a palavra "ousada", algo reagiu debaixo da minha calça, algo que não deveria reagir. Talvez ver tanta pele jovem, tanta beleza familiar, talvez eu estivesse no limite e aquela palavra detonou a reação em cadeia.
PutaGabriel, o que você vai me perguntar? Não seja sem-vergonha, irmão, você sempre faz piadas pervertidas e me deixa desconfortável. – Ele ficou corado enquanto demonstrava irritação genuína.

– Não, não, é algo sério. Eu ia te perguntar se você topava mostrar um pouco mais…

– Não acha que já é o suficiente? Olha como eu estou! – Ele até mostrou um ombro nu, já que havia deixado uma alça do sutiã escorregar…
Isabelle Kalinka
Onlyfans da Minha Irmã. Parte 2
softEm parte, ele tinha razão. Minha irmã estava usando apenas um sutiã e um short de ginástica bem baixo, deixando à mostra aquela curva deliciosa entre os quadris que descia do umbigo até a virilha, sem escalas. Infelizmente, até para mim, o final do trajeto ainda estava escondido atrás de alguns centímetros de tecido. Esses pensamentos não ajudaram a acalmar a fera despertada que crescia dentro da minha calça.

— Majo, eu estava pensando que talvez você pudesse mostrar os peitos. — Falei com a maior seriedade possível.

— Se você topar, a gente pode até ter um...
Onlyfansmuito mais sólido, podemos aumentar os preços, dar um plus.

Para minha surpresa, Maria José me respondeu imediatamente e sem hesitar.

- Não sei, acho que seria demais, não sei se tenho coragem... além do mais, na sua frente é constrangedor.

- Não seria a primeira vez. – Lembrei. – Você lembra como fizemos a mamãe passar raiva com nossas travessuras, não seria tão diferente.

Como irmãos, não era por acaso que nos dávamos tão bem e tínhamos uma relação incomum pela proximidade. Tínhamos passado uma infância (a dela, principalmente) quase sozinhos, trancados em uma casa sem nada para fazer além das tarefas escolares e domésticas, até que comecei a trabalhar assim que terminei a escola. As coisas não mudaram muito de qualquer forma no começo, já que foi difícil conseguir trabalho regular no início, costumava trabalhar mais nos fins de semana e passar de segunda a quinta trancado em casa nos primeiros anos.

Mamãe, embora não fosse má nem nos deixasse faltar nada, parecia viver um par de gerações atrás. Passava mais tempo na igreja fazendo trabalho comunitário e
“espalhando”a palavra do senhor (ou seja, enchendo o saco de porta em porta) que em casa e quando vinha, fazia a comida, dormia e nos ralhava, pouco mais que isso. Foi uma receita para o desastre com o passar dos anos, especialmente quando terminamos a comunhão e decidimos não acompanhá-la mais na igreja. Em algum momento bem cedo de nossas vidas decidimos que não seríamos como ela e mamãe desistiu, quase deixando a casa e a Majo sob meus cuidados... coisa que admito, não terminou muito bem.

Por culpa do tédio, com ela tínhamos mais travessuras indescritíveis do que gostaríamos de admitir e embora fôssemos espertos o suficiente para nunca ter problemas na escola e terminá-la sem repetir de ano, com nossas brincadeiras demos desgostos à mamãe que nos valeram castigos de todo tipo. Brincadeiras pelas quais até hoje me sinto um pouco culpado, sempre fui o irmão mais velho e não devia ter sido tão permissivo em vários aspectos com ela.

- Era muito diferente, Gabo, éramos outros... para começar tinha outro corpo, passou um tempo desses joguinhos inocentes e agora não sei se quero que meus peitos estejam por todos os lados na internet. – Sincerou-se não muito convencida, eu estava certo de que poderia fazê-la mudar de ideia.

Suspirei calculando bem minhas palavras. Era como andar em piso de madeira sem fazê-lo ranger em um filme de terror, devia dizer o justo e necessário ou não a convenceria.

- Com mais razão, Majo, naquela época só estávamos entediados e sozinhos, agora estamos em uma necessidade e qualquer extra que pudermos dar pode nos ajudar muito. Embora continuemos sozinhos, isso não mudou. – Tentei convencê-la e antes que replicasse: – E sobre seu medo de seus seios serem postos na internet... acho que você ignora a quantidade de mulheres nuas que há na internet, te digo por experiência, há fotos de peitos e mulheres nuas suficientes para cobrir o sistema solar, já ninguém se escandaliza se alguém posta algumas fotos íntimas em algum site, há milhões de outras por aí dando sopa. Praticamente viram anônimas, seriam fotos peladas no meio de milhões de fotos peladas.

- Vamos Gabo, não é disso que eu tô falando, óbvio que tem milhares de atrizes pornô e celebridades que mostram muito mais que os peitos, não sou burra. É que essas são minhas e me daria um nervoso saber que tão rodando por aí, imagina se viralizam ou algo assim, se meus amigos verem eu morro.

Baixei a câmera e mudei o foco.

- É a mamãe que tá falando, não você. Não estamos mais nos anos 70 ou 60, os moleques não ficam herdando revistas pornô como se fossem os únicos peitos que vão ver na vida, ninguém viraliza por uns peitos, mesmo que sejam de uma gostosa... nem vai surgir um culto de psicopatas que vai te viralizar por algum motivo, você não tem ideia da quantidade de minas que tão mostrando muito mais que os mamilos, só falando em
Onlyfansse não fosse seguro, não teria tanta gente usando e ganhando grana.

- Chega, Gabo…

- Além disso, a Noé me garantiu que o site é seguro, ela que faz nudes totais me contou que em termos de segurança você pode…

- Chega, Gabo, tá bom, vou mostrar os peitos. Não faz comentários, tá? Não me deixa desconfortável e vamos fazer rápido antes que eu me arrependa ou sinta frio.

Quase me assustando quando ela disse (e como disse)
“mostrar os peitos pra você”como se fosse me mostrar só para mim, me posicionei tentando disfarçar minha ereção e apontei a câmera.

- Prometo que não falo nada e a gente faz rápido. Quando quiser, tô pronto… acho.

Maria José respirou fundo e ficou brincando com o sutiã, com as alinhas que prendiam nos ombros, e finalmente deixou cair uma alça do corpete, me mostrando um peito delicioso, lindo como toda a sua humanidade. Murmurei uma obscenidade que ela não ouviu enquanto capturava seu seio nu me observando com o mamilo exposto, de um marrom claro sutil como tudo nela, quase uma pincelada de aquarela no topo do seu seio.
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graca
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Desculpe nao posso ajudar com- Você me dedicaria um sorrisinho? - E lá vem você com os diminutivos de novo. Se você disserpeitinhoMe visto, vou embora e me mudo, te aviso.

- Não, não, jamais diria isso, desculpa, calo a boca...

Em silêncio, fotografei até que ela descobriu o outro seio sem que eu precisasse pedir, revelando uma simetria divina. Um artista de nus ou um escultor renascentista não faria melhor - não eram peitos grandes, nem pequenos, tinham o tamanho perfeito para o tipo de beleza sutil que minha irmã destilava por cada poro. Cada parte nela se encaixava como uma luva.

Apesar de conseguir ficar calado, não cumpri minha promessa de ser rápido. Não sabia se algo assim se repetiria na minha vida e até eu admito que exagerei na quantidade de fotos e no tempo que passei fotografando. Capturei seus seios por baixo, de cada perfil, com diferentes expressões em seu rosto e, claro, em alguns closes que detalhavam até a textura de seus mamilos.
irmao e irmaPara minha surpresa, Majo se posicionou na frente da câmera totalmente exposta e começou a descer seu shortinho (perdão, short) um pouco mais e quase me deu um infarto. Será que ela pensava em ir ainda mais longe, superando até minhas ideias mais pervertidas? Será que seria capaz de mostrar sua bucetinha para seus inscritos por dinheiro e, consequentemente, para mim? Julgando pela sensualidade da sua pele, a coloração dos seus mamilos e sua beleza natural, ela devia ter uma buceta de cair o queixo, e eu não me importava de ter esses pensamentos sobre minha irmã.

Eu a fotografei e abaixei a câmera, observando-a com meus própriios olhos de cima a baixo, expectante, parando meu olhar no seu short, que cobria de maneira milimétrica uma buceta que deixava evidente uma depilação impecável desde o exato milímetro em que nascia. Sua barriga desenhava umas linhas que desciam como flechas em direção ao seu sexo, desaparecendo sob o short. Se baixasse um mícron de tecido a mais, dava pra dizer que ela estava fazendo um nude completo.
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Isabelle Kalinka- Vamos terminar? – ela sussurrou, vermelha como um tomate pela ousadia, por ter ido tão longe na frente do próprio irmão. Em vez de responder, voltei a ajustar minha câmera e continuei clicando. Majó se virou. Dava pra ver perfeitamente o início da sua bundinha, suas costas como uma cascata mergulhavam em nádegas perfeitas de um tom mais clarinho pela falta de sol, que só aumentavam sua sensualidade.Onlyfans da Minha Irmã. Parte 2
soft
incesto
irmaos
graca
tabuFoi a melhor decisão da minha vida. Ter continuado com a sessão, Majo se sentiu mais segura sendo focada de costas, talvez achasse que era seu lado mais sexy ou a incomodasse menos que as poses de frente, já que voltou a brincar com seu short, puxando para baixo e para cima nos lados, mostrando-me os quadris nus e cada vez um pouco mais de sua bunda, nua agora em um quarto, talvez um terço… Era como se tivesse entrado em transe e não percebesse que estava se despindo na minha frente. Ela brincava com sua roupa com uma sensualidade que incendiou o ambiente como em um bombardeio de napalm, fazendo minha virilha pulsar com seus olhares, seu sorriso discreto, suas mãos em sua roupa ameaçando puxar para baixo para me mostrar toda a…

- Bom, já estamos. Me passa o sutiã e a camiseta. – Pediu corada, desviando meu olhar.

Majo voltou a si, escandalizada, com as bochechas e até a testa coradas. Ela tinha se deixado levar como em uma dança tribal ao redor do fogo e tenho certeza que passou pela cabeça dela por um instante a ideia de um nu completo, abortando o desastre no último segundo… de qualquer forma, a ideia de que sua buceta esteve nua na minha frente, a poucos centímetros do meu campo de visão, causou um curto-circuito em todos os meus membros. Se eu quisesse, poderia ter largado a câmera e ter visto sua xota em detalhes.

- Me passa o sutiã? – Pediu novamente, agora com o short puxado para cima e um pouco desconfortável, cruzando os braços como se não conhecesse seus próprios seios. Agora eu os conhecia em detalhes e não conseguia tirar das minhas retinas suas auréolas marrons, eram como aquelas manchas luminosas que ficam gravadas por olhar para o sol.

Peguei sua roupa e estendi para ela, quando sua mão quase a pegou, puxei de volta brincando com ela, impedindo que pegasse escondendo seu sutiã atrás das minhas costas. Essa brincadeira arrancou um sorrisinho dela, quebrando a tensão… criando uma nova tensão.

- Gabo, não seja infantil, qual é, já chega. – Resmungou.

Insisti com minha joguei e levantei seu sutiã como se fosse o anel do carrossel, Majo se colou no meu corpo com os braços esticados tentando alcançá-lo, esfregando seus peitinhos lindos contra meu corpo ao pular, sem perceber que enquanto ela tentava chegar na peça dando pulos e tapas, eu não parava de olhar nos olhos dela. Pensei que, se eu estivesse sem camisa, teria sentido o suave toque dos mamilos dela na minha pele, que oportunidade perdida.

- Acho que você vai ficar assim o dia todo...

- Gabriel, chega. Sabia que ia acabar em algo assim, você é um punheteiro, tarado. – Ela se irritou, ameaçando ir embora, e eu não deixei, segurando-a pelo quadril com delicadeza.

- Tá bom, me perdoa. Deixa eu te ajudar. – Desisti com minha
bullyingdedicando-lhe um sorriso paternal. – Eu coloco pra você. - disse em um sussurro, passando seus braços pelas alças do sutiã e abotoando-o por trás com uma mão enquanto segurava seu cabelo castanho com a outra mão, tudo com uma calma e serenidade que visavam apaziguar os ânimos. Até mesmo por alguns segundos, enquanto terminava meu detalhe, minha ereção palpável apoiou-se contra sua bunda minúscula, permitindo-me sentir sua maciez e ela, com certeza, sentiu minha dureza.

Sem desistir de minhas intenções de acalmá-la e mostrar que não era minha intenção irritá-la e só estava brincando, peguei sua camiseta e fiz o mesmo, ela deixou que eu a vestisse lentamente e até permitiu que eu a ajustasse, roçando seus seios sem problemas. Ao terminar, Majo me dedicou um olhar carinhoso que foi dos meus olhos para baixo, e mais abaixo, parando no meu pau ereto, formando um volume saliente na minha virilha.

– Você não mudou nada, Gabriel. – disse com a vista fixa no meu pau, resignada. – Os anos passam e você continua o mesmo pervertido, sabia que ele ia ficar duro igual pata de cachorro envenenado.

Não fiz nada além de rir da sua piada e concordar, quando ela tinha razão, tinha razão.

– Quero que a gente edite as fotos juntas. – mencionei, mudando de assunto. – Vamos lá, vamos escolher as fotos e terminar nossa primeira sessão.

O passado que sempre volta

Poucos minutos depois, após uma breve conversa com a Noé pedindo conselhos (além de ser minha conselheira, ela estava interessada em toda a fofoca), comecei a preencher a conta dela com conteúdo, completando os dados e autenticações. Claro, faltava a confirmação principal: uma foto da usuária, a Majo, segurando seu RG, frente e verso, junto ao rosto.

Com a descrição, perdemos vários minutos. Demoramos para decidir se colocávamos em espanhol ou inglês e acabamos optando por ambos. Achei que saberem que ela era latina ia pegar que nem piada de tio. No final, ficou assim:
Bem-vindo ao meu Onlyfans. Sou argentina, bailarina e ginasta. Acabei de fazer 18 anos e estou com muita vontade de te conhecer e de você me conhecer. Vem comigo? Seja gentil e respeitoso, sou nova aqui e quero passar momentos gostosos juntos.- Um pouco longo, mas deixa claro que eles têm que ser respeituosos. Pagar não dá o direito de serem tóxicos.

- É, tá bom, não quero que peguem pesado no começo. – Aceitou Majo satisfeita com a descrição enquanto adicionava os emoticons finais. – Mas é muita firula isso de ginasta e bailarina, quando fiz só uns meses, e dança fiz três anos, mas isso não me torna bailarina.

- Ainda consegue fazer aquela abertura de pernas estilo Jean-Claude Van Damme?

- Consigo. – Respondeu estranhada sem entender a relação com a pergunta.

- Então você é bailarina e ginasta, é só isso que importa. – Determinei, fazendo com que ela batesse na própria testa com a mão.

- Você é incurável, mano.

O resto foi tudo previsível, o site pede uma senha, um e-mail para onde enviam o link de confirmação e, por último, os óbvios detalhes do perfil, como a foto de capa, que tinha que ser o mais atraente possível.

- Majo, vem cá, vamos escolher uma fotinha. – Chamei ela à noite, pouco antes do jantar. Já estavam todos os dados, eu tinha me encarregado de selecionar as fotos, colocando as marcas d'água e os preços.

- O diminutivo, a gente não tá no jardim de infância. – Me repreendeu como uma professora, mesmo sentando no meu colo como uma menininha. Por sorte, meu amigo tinha se acalmado e não a esfaqueei com uma ereção constrangedora, mas com a tesão que eu tava e vendo foto atrás de foto da Majo pelada, o bicho não tava totalmente adormecido.

- Gostei dessa, não sei o que você acha. Mas poderia pousar um OVNI na minha testa, daqueles do Dia da Independência.

- É, pra capa vai que é uma beleza… e gosto da sua testa. Te dá aparência de bebê gostosa.

- Você sempre tão tarado. – Me reprimiu olhando com reprovação como quem diz
“é incurável”.- E aí? E agora?

Fiquei pensando que a palavra "turbio" me descrevia muito bem. Me consolava a ideia de que nunca fui caracterizado como mau, cruel ou abusivo, só um pouco pervertido com uma pitada de manipulador e chato, nada mais. Afinal, estava fotografando minha irmã de 18 anos nua para ganhar dinheiro, não se chega a esse ponto sem adicionar perversão e manipulação à mistura.

- Ele me aconselhou a criar uma conta de
Twitterpara acompanhar aOnlyfansalguns dias antes e gerar sinergia. Não fiz isso, mas podemos fazer agora e subir várias photos, digo, fotos, para começar a movimentar os motores.

Nos pegamos bastante, juntos, com ela e todo o peso dela sobre mim, e meu olfato enfeitiçado pelo perfume do cabelo dela (sem falar no peso dela contra minhas pernas), não só abrimos uma conta de
twitterde outras plataformas populares. Quem entrasse nelas teria um link para suaOnlyfanse vice-versa, se retroalimentando mutuamente. Dava pra dizer que naquela noite a ÁneLolita tinha nascido. - Agora é só esperar, esperar pelo melhor. – Afirmei acariciando sua perna, dando um beijo suave no pescoço que ela recebeu toda dengosa. - Vamos pedir pizza pra comemorar? - Sabia que tanta cumplicidade tinha motivo, bom, vamos pedir pizza então. Com só duas assinaturas essas pizzas já se pagam. Sem dúvidas, comida era o ponto fraco da minha irmã. Além de todas as bênçãos que tinha, ela tinha um buraco no estômago que absorvia calorias sem fazer ela perder a silhueta. Era quase umaX-Men- Eu mereço, dei mais do que esperava e você viu meus peitos não sei quantas vezes. Pensei que seriam umas poucas fotos de topless e você se empolgou total. - Você merece mesmo uma pizza com coca, pede aí, a que você quiser. – Comentei vendo ela se sentar, ela, consciente das sensações que me causava, tomou seu tempo para girar as pernas para o lado sobre mim e se levantar.Caralho... se continuar assim, isso não vai acabar bem.Pensei enquanto a observava fazendo a ligação e deixando o pedido. Minhas barreiras psíquicas e minhas muralhas morais estavam sendo arrebentadas por um colossal aríete de fogo de 18 anos que posava nua para fotos. Quando a Majo se mudou comigo, prometi não voltar ao nosso estilo de vida anterior e jurei a mim mesmo não fazer nada com ela que outros irmãos quaisquer não fariam.

O confinamento da quarentena, a sessão fotográfica, a visão do corpo nu dela e sua atitude, sejamos honestos, de provocadora, ameaçavam trazer certos demônios do passado, demônios dos quais eu era o responsável por invocar. Veja bem, sempre fui o irmão mais velho, embora a Majo fosse o pentagrama que podia trazer o inferno à terra, eu me responsabilizo por ter continuado o feitiço e realizado blasfêmias,
“sacanagens”como as chamávamos, que voltavam à minha mente cada vez mais frequentemente.

Eu tinha dez anos a mais que ela, uma diferença nada desprezível. Se ela fosse culpada de algo, seria apenas por violar uma resistência fraca e nascer com uma beleza que nunca vi em mais ninguém, somada a uma atitude de lolita autêntica, um jeito de ser muito adiantado que, em vez de reprimir, sempre incentivei. Seja uma loucura dela ou uma loucura minha, sempre cedíamos aos nossos pedidos mútuos, sem ir muito longe, claro.

Eu, em vez de endireitá-la e dar um ponto final nas nossas travessuras como nossa mãe faria, preferia testá-la para ver até onde ela era capaz de ir. Ela já sabia que era errado; nossa mãe religiosa, se algo nos incutiu bem, foram limites. No entanto, era como se nada nem ninguém pudesse nos deter, como duas forças que se atraem irremediavelmente. Sempre acabávamos entediados, sozinhos, e realizando alguma ideia que não era nada normal.

E naquela noite, além de estarmos sozinhos, com o estômago cheio e felizes, tínhamos algo grande para celebrar: já tínhamos 3 assinaturas mensais e uma de 3 meses, totalizando 61 dólares, que, graças ao método compartilhado por Noe; criar uma conta em
Skrillque funciona como uma carteira virtual e depois sacamos paraMercado Pagousando a plataforma saldo.com.ar, o dinheiro entraria praticamente líquido. Apesar de estarmos com o coração acelerado a mil por hora e com vontade de ir na hora sacar a grana pra sentir e ter um pouco de dinheiro vivo na mão, a gente se acalmou vendo um filme tranquilo antes de ir dormir. - Vamos poder terNetflixcomo todo mundo. – Majo se ilusionou, levantando do sofá. - Primeiro a gente paga o essencial, tipo IPTU e luz, essas coisas primeiro. Depois, quando estivermos livres, você decide no que a gente gasta. – Prometi, bem otimista. – Mesmo estando de saco cheio da TV a cabo, admito que tô morrendo de vontade de ter de volta aNetflix- Tava pensando aqui, tenho um monte de roupa de ginástica. A gente podia fazer uma sessão amanhã com o que eu tenho, pra não perder o ritmo e já começar com tudo. Digo, já que você me intitulou de ginasta.

- Vai abrir as pernas?

Majo me olhou com os olhos meio fechados, muito irritada, mas depois de alguns segundos encarando, ela sorriu, provocando uma risada minha.

- Vou abrir as pernas pra te chutar na cara igual seu herói Jean-Claude Van Damme faz. – Ela me ameaçou, destilando sagacidade.

Fiquei um momento olhando pra TV, sem prestar atenção nela. Minha mente vagava por caminhos próprios, onde eu não tinha controle total. Ignorei o telefone por algumas horas até que a noite me surpreendeu e Majo, que estava muito cansada, veio me dar o beijo de boa noite.

- Boa noite, Majito, você foi foda hoje, se superou demais. – Falei, abraçando-a quando ela se inclinou pra me dar um beijo na bochecha, beijo que retribuí com o dobro da força.

- Bom, tudo pela causa de ficarmos melhor. – Ela me envolveu com os braços também e se deixou cair em cima de mim, quase dando a entender que não era uma simples despedida. – Finalmente sinto que não sou um peso morto e posso te ajudar.

Majo era assim e sempre tinha sido, me dava cotoveladas e ameaças por alguma piada de duplo sentido e no minuto seguinte sentava de cavalinho nas minhas pernas e me presenteava com um olhar de apaixonada que podia fazer uma múmia gozar.

- Você não é nenhum fardo. – Repliquei com seriedade, tendo ela em cima de mim, com os braços ainda em volta do meu pescoço e os meus, bom, em algum momento tinham descido pra sua cintura, entrando por baixo da camiseta que ela usava pra dormir pra sentir sua pele. – Chega disso, que seja a última vez, quando pagarmos tudo, vai ser sua grana, não tô te explorando.

- Falando em explorar, a Noé falou comigo pessoalmente agora há pouco, me deu vários
dicase acho que vou ter que ser explorada e manter a conta viva constantemente, ela me disse.

Noela esclareceu, numa conversa de mulher para mulher, que ter 4 assinaturas logo de cara tinha sido uma baita sorte, mas que o difícil não era conseguir e sim manter. Disse que os homens, igual às focas do Mundo Marino, a gente tem que ficar jogando peixe pra eles continuarem batendo palma.

— Péssima analogia, sempre foi uma burra. — Resmunguei. — E uma feminazi.

— Seja como for, ela me disse que eu devia ter deixado a conta gratuita por algumas semanas pra fisgar eles. — Antes que eu dissesse que era uma péssima ideia, ela já balançava a cabeça em desacordo. — Prefiro ter poucos do que nenhum, eu disse, mas ela tem razão no sentido de que preciso mantê-los entretidos com tanta concorrência. Ela sugeriu fazer promoções, concursos, ofertas, manter um horário pra postar material, coisas assim…

— Talvez partir pro peladão total…

Majo me deu o tapinha mais leve e adorável possível pela minha atrevida sugestão.

— Ah, e sempre responder as mensagens. Já tão me perguntando se vou mostrar a buceta, são todos iguais vocês. Eu disse que ia considerar num futuro próximo.

— Tô muito agradavelmente surpresa com como você mergulhou de cabeça tão rápido. Você imaginava, há poucos dias, que estaria empolgada com uma coisa dessas? Fazendo dólares com o seu corpo? — Perguntei, acariciando sua pele sob minhas mãos, como se estivesse coçando seus flancos com a maior suavidade.

— Não, nunca teria imaginado. Quando você tem boas ideias, você tem boas ideias. — Ela concedeu. — Seja por dinheiro ou porque você é um irmão mais velho pervertido e explorador, mesmo assim tô gostando de ver como isso tá indo.
OiJá te falei! Vou te dar dinheiro quando pagarmos o essencial, não sou nenhum explorador! – me queixei, fazendo-a rir, e por isso deixei de rebater.

Entre risos e carícias, notei que Majo ficou ali, em cima de mim, cravando aqueles olhos lindos em mim e sobre minhas pernas com toda a sua humanidade. Fez-se um silêncio de tensão, não desconfortável, mas de expectativa. Era como ver uma granada sem a trava na minha frente ou um grande felino agachado, prestes a saltar sobre a gazela.

– Acho que é hora de irmos dormir. – Cedi ao meu lado mais moral, desviando o olhar.

– É… melhor, né? – presenteando-a com um beijo no pescoço que ela me devolveu ainda abraçada a mim. Sem dúvidas era uma cena dos velhos tempos, de quando não conseguíamos nos separar em nossos jogos secretos. Definitivamente minha irmã parecia esperar outro tipo de tratamento, tratamento que me prometi não trazer de volta para nossas vidas, por mais que sempre me movesse no limite do perigo.

Majo virou-se e me olhou nos olhos antes de entrar no seu quarto, um pouco desiludida.

Sei que é uma crise digna de terapia, isso de tirar fotos dela nua, fazer piadas pesadas o tempo todo e depois mandá-la dormir sem que nada acontecesse, no entanto, não queria ceder de vez àquele demônio interno que me sussurrou a vida toda e ao qual sempre dei ouvidos. Era uma casa nova, uma vida nova, e mesmo parecendo sempre jogar no limite, não queria pular de novo no abismo do pecado.

– Pelo amor de Deus, é minha irmã! O que estou pensando? – me amaldiçoei, decepcionado comigo mesmo e minhas contínuas lutas com o diabo, desligando a TV.

Tenho certeza de que ela também não queria e não desejava que voltássemos aos nossos brinquedos proibidos. Fui dormir pensando que um de nós dois, cedo ou tarde, talvez cederia, talvez entre foto e foto, entre abraço e carícia, como quem não quer nada, esqueceria que nos unia um laço de sangue de irmandade.


Presos no elevador

A cada hora, hora e meia eu acordava como se tivessem ligado uma bateria de carro nas minhas bolas e com uma ereção que parecia o sabre curvo de San Martín. Olhei no celular e eram só seis da manhã. Majo dormia, embora desse pra ver uma luz vazando por baixo da porta do quarto dela. Tinha que tomar uma medida drástica e tinha que ser agora: bater uma punheta.

- Tô com as bolas duras que nem duas bolas de sinuca, puta que pariu. - Sussurrei me olhando no espelho do banheiro, lembrando dos acontecimentos do dia anterior como se pertencessem a outra pessoa.

Acreditem ou não, nunca fui muito de me masturbar. Tive algumas ficantes e uns contatinhos femininos pra aliviar que não entram na categoria de namorada ou amiga, vocês entendem. Talvez fosse um pouco da criação rígida ou dos sermões da minha mãe, mas eu tentava evitar me aliviar com frequência pra que, quando acontecesse, o prazer fosse multiplicado. Tinha a teoria de que cada dia sem gozar me dava mais um segundo de orgasmo pra quando eu decidisse ejacular.

O que não me deixou dormir foi um pequeno detalhe que encontrei nesse mesmo banheiro antes de ir pra cama, quando fui fazer o xixi de sempre antes de dormir. No cesto de roupa suja, bem no topo, como uma alpinista que conseguiu escalar a montanha de roupas, estava a calcinha da Majo.

Eu vi e, mesmo achando que minha irmã era desleixada por deixar a roupa íntima tão exposta, quase desfraldada como uma bandeira no topo da pilha, não pude evitar notar que tinha uma mancha de umidade. Saí do banheiro com a cabeça cheia de pensamentos e lembranças impróprias. Foi um erro total achar que podia ignorar aquele detalhe crucial e ter uma noite de sono tranquilo.

Sonhei que saía pra comprar uma gaiola pro meu hamster de estimação e de repente me via perdido num beco americano, com um homem misterioso de gabardina e chapéu... aparência de traficante de armas, bem parecido com quando as
Tartarugas Ninjanos filmes, eles se disfarçam de humanos para passarem despercebidos. Ao abrir sua sacola, ele me mostrou uma dúzia de calcinhas, todas da Majo, todas penduradas como medalhas de guerra na sacola do sujeito misterioso.

- Você sabe que quer ela, não vai custar muito… Posso fazer uma oferta suculenta. - Ele me disse com a mesma voz e aparência do famoso pirata Jack Sparrow, um dos meus personagens de ficção favoritos.

Recusei, tentei gritar para ele se afastar e minha voz não saiu da minha boca, e ao me virar já era tarde demais. Eu estava preso numa multidão de anônimos sem rosto que, como manequins, queriam levar uma daquelas peças íntimas. Por mais força que eu fizesse, aquela multidão me prendia, me asfixiava e me levava em direção à sacola aberta do pirata, que, como um buraco negro, me absorvia irremediavelmente…

Passei vários minutos analisando esse sonho e outros que estavam mais difusos até decidir me levantar.

- Ainda bem que não se paga direitos autorais por sonhar com celebridades. - Pensei diante do espelho enquanto lavava o rosto e, sem querer, via a calcinha atrás de mim refletida no espelho, repousando como uma rainha em seu trono sobre a pilha de roupa suja. Ela me chamava como uma sereia em seu promontório, sem dúvidas exercia uma atração que eu não conseguia controlar e me fez lembrar de outro sonho…

Eu lutava a mão limpa num ringue de
UFCcom um antigo amigo da minha irmã, alto e forte para a idade, que, desde que nos mudamos, por questões de distância não tinha mais visto. Um tal Facundo, que era jogador de rugby e bruto como um trator, tinha desafiado ele para uma briga porque pegou ele cheirando a calcinha da minha irmã no banheiro. Não lembrava mais desse sonho, só que via a Majo nas arquibancadas com uma faixa enorme que, em vez de me incentivar, incentivava ele…

- Fiz coisas piores, porra. – Cedi aos meus impulsos pegando ela pela alça. Sem dúvidas era a que ela tinha usado na sessão de fotos e mostrava sinais claros de excitação. A pergunta de um milhão era: será que foi deixada ali à vista de propósito? Se eu tivesse uma cueca toda melada nunca ia plantar ela como uma mina terrestre fofa de um jeito tão exposto.

- A velha Majo não chegava a esse ponto, por mais que fosse uma lolita não deixava tesouros assim em casa porque a mãe teria crucificado ela. Majo, como eu queria ler sua mente…

Parece que ser uma gostosa histérica vinha de família, já que depois de jurar e rejurar que não ia ser um degenerado de novo dando ouvidos aos meus demônios internos, levei a calcinha usada da minha irmã até o rosto e aspirei seus eflúvios proibidos até não conseguir absorver mais ar, tudo enquanto tirava meu pau da calça e começava a me masturbar, em pé, de olhos fechados, virado com minha droga concentrada.

Não me ocorre uma descrição do que sentia sem cair no grosseiro ou desagradável. Só direi que Maria José, assim como tinha curvas sutis e era um verdadeiro canto à harmonia, tinha um perfume que não combinava nada com seu exterior delicado. Cheirava como qualquer mulher cheiraria depois de gozar na sua roupa íntima e me deixava louco com sua fragrância.

Sentei no vaso com a tampa abaixada e sem tirar a peça do nariz, fui aumentando a intensidade enquanto pensava que, assim como eu, talvez ela não fosse adepta da punheta e quando fazia, costumava fazer de forma concentrada, talvez fosse só meu olfato Sensível por ser de manhã, mas mesmo assim, já começava a fazer efeito e eu sabia muito bem onde queria gozar.

Deixei a calcinha no mesmo lugar onde a encontrei e, tendo-a totalmente exposta à minha mercê, apoiei minha glande e liberei um jato grosso e espesso de porra que quase cobriu completamente o triângulo de tecido, misturando minha substância grumosa com a umidade da minha irmã na peça, deixando-a irreconhecível. Ainda estava impregnado o cheiro da sua buceta e era tão adocicado que tive a sensação de que levaria comigo o dia inteiro.

Foi como se eu tivesse tomado uma injeção de adrenalina ao ver minha obra de arte abstrata sobre a peça, "ejaculação incestuosa sob efeitos narcóticos sobre tela de tecido" pensei que se chamaria se fosse exibida num museu da luxúria.
Se ele quis deixar uma mensagem, vai perceber... se não foi isso, vou ter que arrumar uma boa desculpa rapidinho.pensei enquanto saía do banheiro, satisfeito com minha travessura. Tinha que reconhecer que se masturbar de vez em quando tinha suas vantagens, me sentia tão relaxado que até poderia voltar a dormir. Longe de voltar para a cama, preparei um chá e revisei a lista de artigos que precisávamos. Era o momento perfeito para sair e dar um bom uso àqueles dólares mal ganhos. Antes de terminar, olhei sua conta deOnlyfanse tinha conseguido mais duas assinaturas.

- A única coisa boa dessa situação de merda é que alguns dólares valem ouro. – Pensei enquanto ligava a TV… nesse momento, ouvi o som de passos e a porta do banheiro abrindo. Não demorou para eu me perguntar se minha irmã encontraria a calcinha toda melada e o que ela iria interpretar. Era impossível ignorá-la, ainda mais quando ouvi o som da descarga, a pilha de roupa estava do lado, a menos que ela não tenha tirado os olhos do celular, teria que ter visto minha resposta.

- Bom dia, irmãzinha. – Falei, oferecendo a bochecha e recebendo um beijo sonoro. Diferente de outros dias, ela tinha dormido com um pijama rosa liso, meio surrado, que ficava um pouco pequeno nela, ela usava fazia vários anos, embora não muito frequentemente. - Sentiu frio ontem à noite, que está de pijama?

- Não, é que não conseguia dormir e me deu vontade de tirar umas fotos para a página.

Do meu lugar na mesa, vi ela se abaixando para pegar uma fruta na geladeira e pegar uma mexerica. Sem dúvidas ela não devia mais usar aquele pijama, que enfiava entre as bundinhas.

- E tirou algumas? – Perguntei. Não era um bom sinal que nem ela nem eu tínhamos conseguido dormir.

Depois de preparar um chá para ela, ela se sentou à mesa e deslizou o celular para a minha mão, me olhando com aqueles olhões desproporcionalmente grandes.

- Me diz o que você acha…
Desculpe nao posso ajudar com- Adoro, você tem uns peitos lindos, não vou me cansar de dizer isso. – Respondi sem esperar ver tetas tão cedo de manhã.

– Obrigada, Gabo. Espero que gostem... pra você nem pergunto, babão.

– Tô te vendo meio ansiosa por uma segunda sessão, talvez a terceira possa ser de pijama na sua cama ou na minha, você tá muito gostosa assim. – Comentei com os olhos grudados na foto, sem permissão dela, continuei passando e vi que ela tinha tirado várias fotos bem sensuais, infelizmente, só nessa que me mostrou ela estava nua.
OiEra essa só! O que tá bisbilhotando?

Em seguida, pedi que ela me acompanhasse até o Pago Fácil da próxima quadra para pagar as contas e depois fazer algumas compras. Ela aceitou animada. Normalmente eu saía sozinho enquanto ela dormia, sem dúvidas devia estar querendo comprar alguma coisa.

- Tô morrendo de vontade de comprar algo doce, um alfajor Óreo ou uns biscoitos Tody, algo com todo o açúcar do mundo.

- Perfeito, te espero pra você se trocar e a gente sai. – Concedi sem notar, durante todo o café da manhã, nenhum sinal da nossa pequena troca de mensagens. – Vai pensando em algo que a gente possa precisar pra sessão de hoje ou a próxima, algo baratinho, óbvio. – Acrescentei.

Com nossas máscaras e bem juntinhos, andamos pela cidade de um lugar a outro como peças do jogo de Ludo avançando, sempre alcançando nossos objetivos e aumentando nossa alegria depois de conseguir sacar dinheiro. Contas do mês: pagas (envolvi minha irmã num abraço apertando ela com força como agradecimento e a atendente do
Pago FácilEle nos olhou estranho). Compramos um pote de café no nosso mercadinho de confiança, uma caixa com sachês de chá e outras coisinhas que não vêm ao caso. Num momento, perdi o rastro dela até que reapareceu no caixa com um pacote triplo de Oreo, um par de alfajores Águila e uma Coca. — Você disse que era minha grana. — É sim. Também não ganhamos na loteria, hein, se toca, gata. — Meu comentário também fez a caixa nos olhar estranho. O que tinha com essa gente? Não conseguiam tolerar dois irmãos se dando bem, brincando e se abraçando? Ao sair, notei que éramos realmente as únicas pessoas felizes da cidade, uma atmosfera de pessimismo e amargura nos envolveu no caminho até uma loja de artigos esportivos. Rostros preocupados por trás das máscaras e muitos olhos que não absorveram a alegria até entrarmos numa loja de artigos esportivos. O que a Majo comprou pensando em futuras sessões, deixo no mistério, embora seja algo bem imaginável, nada revolucionário. Uma vez dentro, entramos no elevador com as compras e apertei o botão para subir pro meu andar, o oito. Disse que com o que compramos, mais valia duplicar as assinaturas ou íamos ficar na mesma de sempre. — Com a foto que postei hoje censurada, já ganhamos uma assinatura de 3 meses. — Lembra de postar também notwitterimagens com censura ounudesosnudessó para quem paga. - Óbvio! Nem precisava me dizer. - Você respondeu cada mensagem? Agradeceu a cada assinante no privado? - Sim e sim! – Ela se irritou, revirando os olhos e me arrancando um sorriso. Em seguida, tirei a máscara dela e estampei um beijo bem sonoro nas suas bochechas suculentas. - Você fica tão fofa quando se irrita. – Disse, todo enternecido. - Sai fora, não vem de dengo, bem que você deu pra trás ontem à noite. - Dei pra trás como? – Fiquei desconcertado. - Do que você tá falando, anãzinha tarada? Majo virou, crava seu olhar penetrante e mal abriu a boca pra me responder quando o elevador sacudiu como se uma mão do King Kong tivesse agarrado ele no ar. De repente, a apenas 2, só 2 malditos andares do nosso, o elevador parou e algumas luzes se apagaram ao mesmo tempo que ouvimos um silêncio sepulcral, seguido dos inquilinos gritando. Era um apagão. Para nossa sorte, nenhum de nós era claustrofóbico, no entanto, a Majo não levou nada bem. - E se cair? E se demorar muito pra voltar? Você não vai gritar por ajuda? - Calma, tô mandando uma mensagem pro zelador, senta. – Disse calmamente, me acomodando no chão. - Viu? Ele já recebeu. – Majo me imitou, sentando-se num canto do elevador, debaixo do painel de botões. Em cinco minutos, como imaginei, Héctor, o zelador, me informou que tinha caído a luz em vários quarteirões cuja eletricidade vinha de um gerador com defeito. Sendo otimistas, tínhamos vinte minutos; sendo pessimistas, uma hora, hora e meia. Não mudava muito minha equação, eu sempre tava trancado com minha irmã. - Ele disse pra gente esperar e não tentar sair nem forçar a porta. – Informei à minha irmã. - Você tá louco? Lembra daquele filme que a gente viu há muito tempo com a gostosa que morria no elevador decapitada? Nem fudendo que eu tento sair. - É agora que você se lembra disso… era O Destino Final 2, se não me engano. – Nem tudo era perversão quando estávamos sozinhos, também assistíamos muitos filmes que passavam na TV. Esse, lembro que a mamãe não queria que a gente assistisse porque considerava“do Diabo e uma apologia ao suicídio”(?) Majo, depois de tentar lembrar outras mortes que aconteceram em elevadores no cinema, abriu um dos alfajores e comeu, me oferecendo uma mordida que aceitei, dando uma pequena mordida onde ela tinha mordido. Minha irmã acabou enfiando o resto na boca e passando a língua dentro da embalagem, notei que tinha ficado um pouco de chocolate no canto dos lábios dela. — Vai ser porca mesmo, ficou chocolate na sua boca. — Em seguida, limpei passando o polegar e levei o dedo com chocolate à boca, dedicando a ela um olhar expectante, queria ver como ela reagia. — Eu que sou a porca? — Perguntou com toda a razão. — Ultimamente você tá bem ousado, irmãozinho, tá te fazendo mal o confinamento, as fotos, tudo... — Enquanto falava, passou a linguinha na embalagem pelos resíduos de chocolate que sempre ficavam grudados. — É o que você acha? Ontem à noite não pareceu te incomodar muito, digo, não sei qual era sua intenção quando nos encaramos por vários segundos. Majo deslizou pelo chão e sentou ao meu lado, sorridente. — Ontem à noite não consegui dormir, não parava de lembrar tudo o que a gente fazia… pensei que você ia voltar a fazer de mim seu boneco de prática, mas você se conteve — revelou. Eu sabia perfeitamente do que ela estava falando e não me orgulhava. Não era nada para alertar o FBI nem me prender, no entanto, também não era comum eu ter me oferecido para ensinar minha própria irmã a beijar. — Você lembraOi– Você ainda precisa de mim para aprender a beijar? – respondi, sem saber muito bem o que dizer. – Eu sempre lembro disso e sei que não fui legal, não devia ter me aproveitado da situação. Depois, tudo saiu do controle. – Você dá muita importância pra um número. Agora sou maior de idade, sim, mas mesmo assim eu tinha consciência do que a gente fazia e não vejo como algo tão grave. Se eu tivesse me conflitado com nossos...brincadeiras de irmãosnão teria me mudado com você e talvez até teria te denunciado.

- Obrigada por não ser como Thelma Fardin, senão eu me exilava no Brasil. – Brincou. – Mas eu não saí com essas ideias, diria que você também não, foi aquele maldito filme que vimos que começou tudo. Como se chamava?

- Kids. – Respondeu na hora. A espertinha tinha bem presente.
Ahsim, Kids, tudo mudou desde que a vimos... mamãe achou pelo título que era um filme infantil e nunca desconfiou daquele dvd. Eu não devia ter deixado você assistir, bagunçou seus hormônios pra valer.

- E você aproveitou como o pervertido que é.

Não lembro como nem porquê, numa época em que a gente comprava muitos dvds piratas pra ver porque nem TV a cabo a gente tinha, acabei achando aquele filme que passou despercebido pela nossa mãe e assistimos sozinhos, quase tão enganados quanto ela. Tenho vergonha de revelar quantos anos atrás foi e o que aconteceu depois, o único que vou dizer, é que tendo minha irmã tão perto, pensando em capturar o corpo dela de novo numa sessão erótica baseada em ginástica, a ideia de que ela me usasse como boneco de prática pra mais do que uns simples beijos me corroía a cabeça.


Continua…irmao e irmaObrigado por lerem, a próxima parte ainda não foi iniciada, mas já está esboçada. Não prometo uma data aproximada de publicação. Se vocês gostaram, agradeceria por pontos, comentários ou qualquer detalhe que mostre que estão interessados na história. Também aceito ideias ou sugestões.
Capítulo anterior: Capítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/4020235/El-Onlyfans-de-mi-Hermana.html

22 comentários - Onlyfans da Minha Irmã. Parte 2

Usted es un verdadero héroe señor 😅
Gracias XD 😂 El prmer capítulo, por ser introductorio fue light entonces le metí pata a esta 2da parte... y veo que quedo larguísima. Disfruten Xd
Bewene +2
Muy bueno man que ganas ya de la 3ra parte!
No voy a tardar mucho pero tampoco va a salir tan pronto
muy bueno amigo! van 10 por la nena!😋🍆💦💦
Se lo merece, como diria Francella "Si es una nenaaaaa"
Recién vas por el 2do capítulo y ya me parece icónico
Me alegra que te guste la idea, gracias man
tremendo, las fotos son excelentes
Lo bueno es que tengo muchos sets de ella y todos completos asi que se pueden hacer varias cosas, y eso que hace ya muchos años que no se consigue algo nuevo de esta modelo
Muy buenooooo. Por favor que la rompa toda y la reviente a lechazos por atrevida
jajaja se merece unos chirlos al menos
El Onlyfans de mi Hermana. Parte 2
“eyaculación incestuosa bajo los efectos narcóticos sobre lienzo de tela”
Perfecto, jajaja
Van +10 excelente, no nos hagas esperar tanto para el 3ro 😂
Este no tarde casi nada jaja lamenteblemente tengo otros y el 3ero va a tardar un toque mas
Genial la historia. Supe atrapante y excitante a la vez. +10 y a favs... Espero la continuación
3shaka3 +1
Muy sugerente y bien escrito. Van puntos.
Excelente 2° capítulo. ¿En algún momento habrá un croosover entre Majo y la amiga de Gabriel?

Van puntos.
Lo pensé desde el principio, no lo descarto aunque lo tengo que planear bien, por ahora no.
Y la parte 3??
Me retrasé, esta casi lista. Voy a tratar de subirla hoy
Delicios relato. + 10 y fav
Gracias por los puntos y comentar, me alegro que haya gustado!
Como se llama la nena?😍
Alexandra Kroha, Isabelle Kalinka, figura con varios nombres. Igual no se encuentran sesiones de fotos de ella como del 2011