Senhora M, a mãe gostosa do meu amigo #2

Continuo pra quem ficou com vontade e também pra não perder o fio da minha história ao lembrar. Vale dizer que isso aconteceu neste mesmo verão de 2011, em janeiro.

Dona M, ao me olhar com aqueles olhões e a visão dela com um joelho no chão de lajota, só consegui perceber dali o fundo do decote na regata e que, ao estar um pouco inclinada, ela se abriu, deixando eu ver o bronzeado dos peitos dela, aquela fenda que se forma entre eles, sardas do sol e, como toda mulher mais velha, aquelas pequenas e minúsculas dobrinhas que se formam com o tempo. Que idiota que eu não tinha percebido que ela não tava de sutiã e, ao ver quase o final dos peitos dela por cima, notei como a barriga dela se dobrava em pequenos gominhos que não deixavam de ser muito sexy!

O tempo congelou pra mim com aquela visão, senhoras e senhores, queria que tivesse durado muito mais do que aquele instante, embora pra mim tenha sido uma eternidade.

Ela se levantou e eu comecei a sentir um calor subindo pelo corpo até sentir minha cara pegando fogo, talvez envergonhado, talvez com um pouco de vergonha e outro tanto de tesão. Ela, com toda delicadeza, me perguntou se eu tava com calor, levando a mão ao meu rosto como se tateasse minha bochecha pra ver se eu tava com febre. Eu, nervoso, respondi que tava bem, talvez um pouco acalorado pela temperatura do dia que não parava de sufocar, mas que dentro da sala tava bem fresco.

M: Cê tá com muita pressa? Ou já precisa voltar? Imagino que hoje à noite vai sair com os caras e eu aqui te enrolando.

Eu: M! não se preocupa, faz tanto tempo que não te vejo, é um prazer continuar conversando e me mostrando (sua raba de quatro? Hehe mente perversa) as mudanças que cê quer fazer.

M: Bom, não tenha vergonha de me falar quando quiser ir, olha que vou ficar até tarde, assim tomo um banho e volto pra casa fresca pra ler alguma coisa e dormir, senão fico entediada parada lá.

Eu: Fica tranquila que te faço companhia e ajudo de quebra (talvez minha mente já tava indo...) pra outro lado, como apertando uma fantasia que, como sempre, ia dar em nada — bom, pelo menos era o que eu pensava.

Ela se abaixou de novo, como se ignorasse o apoio universal que eu tinha acabado de dar. Só que dessa vez, o que normalmente fica bem pequeno e dormindo já tinha começado a acordar, e eu tava sentindo um certo incomodo com a cueca molhada. Quando ela se virou, meti a mão rápido na bermuda (costumo usar bermuda e camisa no verão, porque é mais fresco), enfiei a mão rapidamente e dei um jeito de virar o bagulho pro lado, pra não parecer que eu tinha armado uma barraca.

Ver ela de novo assim, com a luz já começando a rarear, porra! Comecei a viajar na mente: o que eu faço? Se eu via ela como uma mãe, tudo bem, uma mãe que é uma gostosa, mas a mãe do meu melhor amigo!

M talvez já tivesse tudo planejado, ou talvez começou a planejar naquela hora, não sei mesmo. Mas ela soltou um comentário que, pra uma dama como ela, de "sociedade", e conhecendo a seriedade dela, teria sido muito sem noção.

M: Me contaram que sua namorada é muito linda, e quando digo linda, me falaram textualmente que é uma beleza. Ela virou pra me olhar e se levantou pra sentar no sofá de algarrobo de dois lugares.

Eu: Sério que te falaram isso? Bom, você sabe que seu filho (falei o nome dele) exagera, e além disso, ele sempre foi das loiras, e eu, completamente das morenas.

M: Sim! (risada irônica) Mas você (me chamando pelo nome) fez alguma coisa pra deixar ela apaixonada desse jeito, pelo que me contaram. Sei que você e meu filho (falou o nome dele) eram terríveis quando mais novos (risadas) e que, segundo ele, você era pior que ele, não davam trégua pra nenhuma que vocês gostassem.

Eu: Hahaha (risada nervosa) E como você sabe tudo isso, M? De onde você tirou que a gente era tão terrível?

M: Ahh, sei muito mais coisas do que você imagina, mas nunca falei nada. Pelo contrário, sempre que podia, dava uma força pra ajudar nas festas de vocês. Embora, quando vocês foram estudar, um passarinho me contou que você fez um estrago! Não te achava tão terrível assim (me chamando pelo nome). Vocês têm que aproveitar. São jovens, e pra nós já passou a hora…
Não casem tão cedo, porque perdem de viver um monte de coisas (com um olhar perdido pro alto).
Pensei: tô louco ou ela tá dizendo que queria ter experimentado outras carnes? Aí me deu aquele bichinho da conquista, vendo até onde a conversa ia.
Eu: M! Para de falar besteira! Como assim passou a hora, se você é uma mulher jovem, gostosa e seu marido (falando o nome) teve muita sorte de te aproveitar, assim como você aproveitou ele.
Não queria soltar uma frase que caísse mal ou me deixasse no vácuo, talvez muito ousado, mas queria continuar empurrando pra ver o que ela responderia ou até onde me deixaria levar a conversa.
M: (Suspira) Ah! Se você soubesse tudo que eu sei e tô descobrindo sobre ele (falando o nome) e com gestos de resignação e tristeza, mas como admitindo: Sou corna!
Eu: M, o que você quer dizer? Ele não te trata bem? Não cuida de você? Se os filhos já são grandes, vocês se têm um ao outro agora.
M: Filho, quando a pessoa é muito safada como ele (nome) é difícil largar esses hábitos com o tempo… mas vem! Senta aqui e vamos falar de coisas mais felizes, quer?
Eu: Não, M! Não te sinto bem, te vejo muito angustiada, quer conversar? Claro que tudo que a gente falar fica entre nós e talvez eu possa te dar outra visão das coisas que te faça sentir melhor.
Sentei do lado dela, e ela apoiou o braço no encosto da cama e a mão no rosto. (que mulher linda, pelo amor de Deus!!!). Coloquei minha mão no joelho dela e, com um tapinha como incentivando ela a contar, falei: Fala aí! Vamos ver o que tá rolando pra você estar tão triste e esses olhos perderem o brilho.
Ela me contou tudo, como o advogado comia quantas gatinhas podia, apesar da idade, bem mão de vaca com o bolso e praticamente ela bancava muitas das coisas que apareciam, casas, carros, etc., enquanto ele destinava dinheiro pras amantes.
Naquela hora pensei: Meu Deus!! Ela tá mal comida!!! Muito mal comida, aí peguei Um novo ânimo me tomou e comecei a trabalhar nisso, mas de um jeito que tudo fluísse e, mais do que estratégia, fosse um momento natural, ver até onde ia, com aquele medo típico que te enruga tudo se você pisar na bola falando algo errado.
Ela, ao contar tudo, parecia que a angústia venceu e as lágrimas começaram a cair.
M: Nunca consigo falar com ninguém nem contar tudo isso, tenho que ser a esposa perfeita, a mãe perfeita. Eu a interrompo…
Eu: E a mulher M? Cadê a mulher? Você fala de mãe, de esposa, e que se dane o que vão pensar! Quem vive a sua vida por você? Ninguém! Você precisa resgatar a mulher que existe dentro de você.
Suavemente, o olhar dela começou a se erguer, os olhos dela começaram a se abrir como se eu estivesse contando o segredo da Coca Booty, rapidamente sequei uma lágrima com o dedo, sorrindo pra ela.
Eu: Espera que vou te trazer um lenço pra você se secar. Levantei rápido e fui na cozinha pegar um papel toalha e entreguei pra ela.
M: Obrigada! Você é tão doce e eu precisava tanto chorar um pouco e falar com alguém.
Minha experiência me dizia que era hora de começar a ficar safado, sem medir consequências, e começou a sair o diabinho que a gente tem dentro quando fica assim.
Eu: Vem cá, deixa eu te abraçar forte, sinto que é isso que você precisa. (Sentando do lado dela de novo, mas mais perto).
M: Sim! É disso que preciso, você parece adivinho, como se soubesse. (Estendendo os braços e me abraçando forte)
Sentir os peitos pontudos dela no meu peito, o aroma do perfume dela, tão sensual, tão senhora Lacoste, né, me deixou a mil. Ao abraçá-la e colocar minha mão nas costas dela, confirmei minha suspeita de que ela não tava de sutiã e como é fibrosa!! Uma costa magra, mas com o tônus muscular no ponto certo.
Puff, outra inundação na minha cueca, mas não soltava ela, nem ela a mim. Comecei a passar a mão como quem faz um "sana-sana" nas costas, mas de movimentos rápidos comecei a desacelerar e fazer mais suavemente. Ela fazia o mesmo nas minhas costas e me disse quase no ouvido, num sussurro.
M: Obrigada, Poderia ficar assim por muito mais tempo, porque sinto que me faz bem e eu precisava disso. (Por dentro eu pensava: quantas coisas essa senhora M. deve precisar...)
Eu: Quem tá com pressa! Quero que, quando eu for embora, você saiba que tá bem e tem alguém em quem confiar, pedindo todos os abraços que precisar.
M: Obrigada (sem me soltar e esfregando mais devagar — todo mundo sabe o que uma esfregada assim significa quando muda o ritmo).

Ela me deu um beijo bem suave perto da orelha, e eu, nem lerdo nem preguiçoso, respondi na hora com um mais barulhento e longo na bochecha dela. Por favor, que perfume gostoso ela tinha! (Dos carinhos, dá pra perceber).
Ela devolveu outro beijo, e eu pensei: "Epa, isso já não é normal ou eu tô louco?" Devolvi aquele beijo com um mais suave e molhado na bochecha dela, mas buscando perto da comissura e... Zás! Ela, com a outra mão, tocou minha bochecha, meio que me virando pra ela, e me deu um selinho de lábios abertos, bem doce, com muita ternura. Eu respondi na hora com outro, olhando pra aqueles olhos azuis lindos.

Não sei se fui malicioso ou senti um olhar meio de amor e necessidade de se sentir querida de novo, mas ela se aproximou de novo pra repetir aquele selinho. Só que eu já não tava a fim de pouca coisa e transformei aquele selinho num beijo: suave, longo, sentindo a saliva quente dela e a umidade da boca.
Ela tremeu levemente, e eu coloquei minha mão na nuca dela, suave mas ao mesmo tempo pressionando ela pra perto de mim, e continuei o beijo, movendo os lábios pros dois lados, tentando percorrer aquela boca que eu tanto gostava. Resolvi provocar mais pra ver até onde ia e comecei a roçar minha língua nos lábios dela, transformando num jogo onde eu passava de ponta a ponta. Ela começou a passar as unhas nas minhas costas e na minha nuca.

Esse é meu momento, pensei... Ela soltou um gemidinho (mistura de gemido e suspiro, como quem diz "vai tudo pra puta que pariu") e enfiou a língua na minha boca até o fundo — coisa que me enlouquece! Automaticamente, puxei Cabelo na nuca dela, puxando a cabeça dela pra trás, e passei minha língua desde onde começa o pescoço até chegar no queixo e buscar a boca dela, e ela respondeu como se fosse um gemido animal, de tesão.
Você acredita? Eu ainda não. Era a mãe do meu amigo? Aquela pra quem eu dediquei tanta punheta? Tava passando de lady pra uma mulher muito gostosa? Que lindo, porque me chamaram pro jogo.

Continuamos assim, com jogos de língua e saliva pra todo lado, já bem quentes os dois, e eu passei a roçar o mamilo esquerdo dela — que eu sempre acho que é o mais sensível por ficar mais perto do coração, sei lá, segundo minha teoria besta. Pra mim, ele é o detonador de muitas coisas. Rocei ele, sentindo como tava duro. Duro e comprido, do jeito que eu adoro. Nada de mamilo de menininha, nada pequenininho, não — um belo mamilo de mulher. Ela gemeu de novo e intensificou o fogo dos beijos. Peguei aquele mamilo com a ponta dos dedos e comecei a brincar com ele, devagar, e apertando com mais força, e ela respondia com gemidos e unhas cravadas na minha nuca.

Deitei ela no encosto do banco sem parar de beijar, e com as duas mãos agarrei aqueles limões bem durinhos, sentindo na palma das mãos dois — como descrever? — dedinhos indicadores, duros, sensíveis, mas duros. E não tem nada melhor que os mamilos eretos de uma mulher. Ela gemeu, e com aquele gemido eu apertei eles pelas laterais, fechando as mãos como quem pega uma latinha, apertei mais até ficar igual àquelas bombinhas que a gente apertava quando criança, esperando que a qualquer momento estourassem — claro que fiz com bem menos pressão, mas sem perder a firmeza do aperto.

Ufff, já fiquei com tesão só de lembrar daquele momento e daquele perfume. A pele da outra pessoa quando fica excitada tem outro cheiro, é algo especial, e dá pra sentir que irradia um calor bem sutil.
Vou continuar apelando pra sua paciência infinita, já que amanhã eu trabalho.
Agradeço por passarem aqui e me lerem, dedicando seu tempo pra mim. Comentem se gostaram ou o que posso melhorar na minha prosa pra vocês curtirem mais, homens e mulheres, sem diferença.
Um abraço e beijos pras moças da parte desse novato.

Continua!

4 comentários - Senhora M, a mãe gostosa do meu amigo #2

Muy buen relato,che! espero continuidad...
Este relato como sus partes, es mio, estaria bueno que aclares de quien es y como gentileza, cedas los puntos no?