Valeu pelos comentários e pelos pontos, então vou seguir com minha história:
Depois de ter batido uma punheta pro porteiro, voltei pra casa e, aproveitando que meus velhos não estavam, entrei no quarto deles pra pegar a revista pornô que eles escondiam debaixo da cama.
Embora já tivesse visto várias vezes, folheei de novo com um interesse renovado. Já tinha sentido um pau de verdade entre meus dedos, então as fotos ganhavam uma nova dimensão diante dos meus olhos.
Mas quanto mais eu olhava, mais me lamentava, porque via as bocas das mulheres devorando aqueles paus enormes, e mesmo tendo vontade de fazer o mesmo, não tive coragem.
Talvez se ele tivesse me pedido, mas não pediu. Será que ele não ia gostar?
Passei aquele dia todo e o seguinte remoendo, me lamentando uma porção de vezes por não ter tido coragem de dar aquele passo.
Uns dias depois, voltei no prédio, no mesmo horário, às oito da manhã.
Ele estava varrendo a calçada, mas quando me viu, fez um sinal pra eu segui-lo, e a gente entrou, percorrendo de novo o mesmo caminho daquele primeiro dia.
Dessa vez, já sabendo o que ia rolar, sentia um milhão de borboletas no estômago.
—Sabia que você ia voltar — ela me diz já no corredor, me pegando pela cintura, como qualquer homem faria com uma garota. Aquilo me deixou doida.
Entramos no mesmo quarto, ela me oferece um mate, e enquanto eu tomo, ela começa a tirar a calça.
—Começa você e depois, se eu me animar, também te faço — ela me diz.
Mas antes que eu possa acrescentar mais alguma coisa, eu mesmo tiro ela pra fora e, ajoelhando como as modelos da revista faziam, enfio ela na minha boca.
Isso sim que o surpreendeu, mas passado o susto inicial, ele colocou as mãos na cintura, pronto pra curtir o que viria a seguir.
Era a primeira vez que eu fazia algo assim, que tinha uma parte importante de um homem dentro de mim, só sabia o que tinha visto na maldita revista dos meus pais, mas por alguma inspiração divina, comecei a chupar ele como se meus lábios já tivessem um treino danado nisso.
Pelo jeito que o cara tava gozando, entre suspiros exaltados, a cara como se tivesse em transe, ele tava mandando muito bem.
Será que quando você faz algo que gosta, não tem como fazer errado.
Eu continuei chupando e chupando, sem saber como continuar dali pra frente. Por sorte, ele decidiu por mim.
Me levantou de uma vez, arrancando de mim aquele pedaço tão gostoso, e depois de olhar rapidamente nos meus olhos, me beijou na boca. Mas não foi um beijinho de leve, foi um chupão intenso, profundo, igualzinho nos filmes. Melhor que nos filmes!, porque era eu quem tava aproveitando.
Enquanto a gente se beijava, ele me abaixa a calça, a cueca, e encostando o pau dele no meu, pega os dois juntos e bate uma punheta pros dois ao mesmo tempo.
Que delícia, meu Deus! Sentir a língua dela entrelaçada na minha, e a buceta dela junto da minha, pensei que nada poderia superar isso, mas tava muito enganado.
Ela me olha de novo daquele jeito que ninguém nunca tinha me olhado antes, e, virando-me, me deita sobre a mesa.
Acaricia minhas nádegas, deslizando os dedos por toda a rachadura, me fazendo tremer.
Viro a cabeça e vejo ele parado atrás de mim, o pau empinado de tão duro que tá.
Primeiro ele enfia os dedos no meu cu pra me dilatar, depois cospe umas duas vezes na mão e espalha toda essa cusparada na ponta da pica.
Quando sinto que ela encosta em mim, acho que vou morrer.
—Você quer ela? Pensa bem, porque quando eu começar, não vou conseguir parar — ele me diz, dando umas cabeçadinhas que me deixam louco.
Vejo ele, tão excitado, vejo a pica dele, tão lindamente dura, como eu poderia dizer não?
—Sim, eu quero ela...! — garanto com toda a minha vontade, estendendo uma mão para acariciá-lo.
Ai, quando sinto ele entre as bochechas da minha bunda! Nunca esqueço essa sensação. Como ele encaixa no meu pau e aperta pra dentro, com força, tentando violar aquele buraco ainda virgem do meu corpo.
Claro que dói, mas eu aguento, pra ela não se arrepender e tirar de dentro de mim.
—Ahh... Ahhhh... Ahhhhh...! — começo a reclamar quando ele consegue enfiar a pontinha da cabeça.
Que prazer, por favor! Não tinha enfiado quase nada e eu já tava me mijando de tesão.
Claro que continua empurrando, com mais força a cada vez, me abrindo, enfiando esse pacote todo, pedaço por pedaço.
Para, para...!" — falo na hora, quando ele vai enfiando só um pouco menos da metade.
Sentia que ia estourar minhas tripas de tanta carne que eu enfiava.
Era um monte de sensações misturadas, confusas, umas mais intensas que as outras.
Por um lado, eu queria que ela tirasse, pra não me machucar mais, mas por outro, eu queria ela ainda mais fundo.
— Tá doendo? — ela me pergunta com um toque de preocupação, mas sem recuar nem um pouquinho.
— Um pouco... — falo pra ele, tentando relaxar o esfíncter, pra que aquele primeiro impacto fosse o menos traumático possível.
-Mas continua que eu gosto...- encorajo ele na hora, pra não correr o risco de, por pena, ele parar e me deixar na vontade.
Por sorte não era dos compassivos, porque na mesma hora me agarrou com força na cintura, e com um empurrão que me fez ver estrelas, enfiou o resto todinho.
Mordi meu lábio inferior pra não gritar, até machuquei ele, disso eu percebi depois, sentindo uma ardência irresistível na área toda.
Além da dor, que ia diminuindo aos poucos, me enlouquecia sentir os ovos e os pelos dele contra minha bunda.
Aquele homem estava dentro de mim, eu repetia aquilo pra mim mesma sem parar, e parecia irreal, algo que acontecia com outra pessoa, não comigo.
—Agora vou começar a me mexer... me diz se te dói... — ela me avisa com uma doçura que era mel pros meus ouvidos.
-Mmmmhhhh...!- concordo, incapaz de soltar nem um monossílabo.
Não achava que pudesse doer mais, mas quando começa a se mexer, a ardência aumenta, fica quase insuportável, mas é isso que eu quero, o que procuro, o que comecei a desejar assim que descobri aquela revista pornô debaixo da cama dos meus pais. Que uma dessas pirocas arrombasse bem a minha bunda.
Nem percebi quando aquela coceira terrível que eu sentia começou a sumir, ficando quase imperceptível.
Continua doendo, claro, mas não tem nem comparação com o prazer que me dá, entrando e saindo, fazendo um barulho que se mistura sutilmente com meus suspiros.
Claro que ele também não fica calado, grunhe, ofega, bufa, sem parar, fluindo agora com relativa facilidade pelo meu interior convulsionado.
Me seguro nas bordas da mesa e fecho os olhos, curtindo essa primeira metida, tentando guardar na minha memória corporal cada uma dessas sensações que tô aproveitando pela primeira vez.
O prazer que sinto é demais, um turbilhão de emoções que explodem e batem com mais força a cada vez.
Nisso sinto ele tirar de dentro de mim, até parece que ouço o "PLOP!" que minha buceta faz ao ficar vazia, e logo em seguida algo morno e grosso escorrendo pelas minhas nádegas.
Gozei na buceta e garanto pra vocês que fiquei louco de tesão.
Enquanto ele se recupera do impacto, eu me viro, me jogo aos pés dele e chupo ele de novo, saboreando agora, pela primeira vez, o gozo de um homem.
—Se você fosse uma mina, eu casava com você — ele me diz depois do sexo, já puxando a calça pra cima.
Adoro ver como ela levanta e aperta.
—E com a tua mulher, o que cê faz? — pergunto, puxando o meu pra cima.
—Deixo ela —responde sem o menor sinal de dúvida —Nunca comi ela do jeito que acabei de te comer.
Com isso ela me conquistou. Voltei pra casa sem pisar no chão, parecia que tava flutuando, com um sorriso de orelha a orelha. Tinham acabado de arrebentar minha bunda, e eu tava feliz, todo bobo, no maior tesão.
Mas tinha um porém...
O que ela me disse, "se eu fosse uma garota...", ficou rodando na minha cabeça o dia inteiro.
Eu, além de ter nascido homem, me sentia mulher, e ainda mais estando com ele, agia como se fosse uma garota, mas pelo que ele tinha dito, ele não me via assim. Por isso decidi que na próxima vez (porque sim, teria uma próxima), ia preparar uma surpresa pra ele. Algo que há um tempão eu tava afim de fazer.
Depois de ter batido uma punheta pro porteiro, voltei pra casa e, aproveitando que meus velhos não estavam, entrei no quarto deles pra pegar a revista pornô que eles escondiam debaixo da cama.
Embora já tivesse visto várias vezes, folheei de novo com um interesse renovado. Já tinha sentido um pau de verdade entre meus dedos, então as fotos ganhavam uma nova dimensão diante dos meus olhos.
Mas quanto mais eu olhava, mais me lamentava, porque via as bocas das mulheres devorando aqueles paus enormes, e mesmo tendo vontade de fazer o mesmo, não tive coragem.
Talvez se ele tivesse me pedido, mas não pediu. Será que ele não ia gostar?
Passei aquele dia todo e o seguinte remoendo, me lamentando uma porção de vezes por não ter tido coragem de dar aquele passo.
Uns dias depois, voltei no prédio, no mesmo horário, às oito da manhã.
Ele estava varrendo a calçada, mas quando me viu, fez um sinal pra eu segui-lo, e a gente entrou, percorrendo de novo o mesmo caminho daquele primeiro dia.
Dessa vez, já sabendo o que ia rolar, sentia um milhão de borboletas no estômago.
—Sabia que você ia voltar — ela me diz já no corredor, me pegando pela cintura, como qualquer homem faria com uma garota. Aquilo me deixou doida.
Entramos no mesmo quarto, ela me oferece um mate, e enquanto eu tomo, ela começa a tirar a calça.
—Começa você e depois, se eu me animar, também te faço — ela me diz.
Mas antes que eu possa acrescentar mais alguma coisa, eu mesmo tiro ela pra fora e, ajoelhando como as modelos da revista faziam, enfio ela na minha boca.
Isso sim que o surpreendeu, mas passado o susto inicial, ele colocou as mãos na cintura, pronto pra curtir o que viria a seguir.
Era a primeira vez que eu fazia algo assim, que tinha uma parte importante de um homem dentro de mim, só sabia o que tinha visto na maldita revista dos meus pais, mas por alguma inspiração divina, comecei a chupar ele como se meus lábios já tivessem um treino danado nisso.
Pelo jeito que o cara tava gozando, entre suspiros exaltados, a cara como se tivesse em transe, ele tava mandando muito bem.
Será que quando você faz algo que gosta, não tem como fazer errado.
Eu continuei chupando e chupando, sem saber como continuar dali pra frente. Por sorte, ele decidiu por mim.
Me levantou de uma vez, arrancando de mim aquele pedaço tão gostoso, e depois de olhar rapidamente nos meus olhos, me beijou na boca. Mas não foi um beijinho de leve, foi um chupão intenso, profundo, igualzinho nos filmes. Melhor que nos filmes!, porque era eu quem tava aproveitando.
Enquanto a gente se beijava, ele me abaixa a calça, a cueca, e encostando o pau dele no meu, pega os dois juntos e bate uma punheta pros dois ao mesmo tempo.
Que delícia, meu Deus! Sentir a língua dela entrelaçada na minha, e a buceta dela junto da minha, pensei que nada poderia superar isso, mas tava muito enganado.
Ela me olha de novo daquele jeito que ninguém nunca tinha me olhado antes, e, virando-me, me deita sobre a mesa.
Acaricia minhas nádegas, deslizando os dedos por toda a rachadura, me fazendo tremer.
Viro a cabeça e vejo ele parado atrás de mim, o pau empinado de tão duro que tá.
Primeiro ele enfia os dedos no meu cu pra me dilatar, depois cospe umas duas vezes na mão e espalha toda essa cusparada na ponta da pica.
Quando sinto que ela encosta em mim, acho que vou morrer.
—Você quer ela? Pensa bem, porque quando eu começar, não vou conseguir parar — ele me diz, dando umas cabeçadinhas que me deixam louco.
Vejo ele, tão excitado, vejo a pica dele, tão lindamente dura, como eu poderia dizer não?
—Sim, eu quero ela...! — garanto com toda a minha vontade, estendendo uma mão para acariciá-lo.
Ai, quando sinto ele entre as bochechas da minha bunda! Nunca esqueço essa sensação. Como ele encaixa no meu pau e aperta pra dentro, com força, tentando violar aquele buraco ainda virgem do meu corpo.
Claro que dói, mas eu aguento, pra ela não se arrepender e tirar de dentro de mim.
—Ahh... Ahhhh... Ahhhhh...! — começo a reclamar quando ele consegue enfiar a pontinha da cabeça.
Que prazer, por favor! Não tinha enfiado quase nada e eu já tava me mijando de tesão.
Claro que continua empurrando, com mais força a cada vez, me abrindo, enfiando esse pacote todo, pedaço por pedaço.
Para, para...!" — falo na hora, quando ele vai enfiando só um pouco menos da metade.
Sentia que ia estourar minhas tripas de tanta carne que eu enfiava.
Era um monte de sensações misturadas, confusas, umas mais intensas que as outras.
Por um lado, eu queria que ela tirasse, pra não me machucar mais, mas por outro, eu queria ela ainda mais fundo.
— Tá doendo? — ela me pergunta com um toque de preocupação, mas sem recuar nem um pouquinho.
— Um pouco... — falo pra ele, tentando relaxar o esfíncter, pra que aquele primeiro impacto fosse o menos traumático possível.
-Mas continua que eu gosto...- encorajo ele na hora, pra não correr o risco de, por pena, ele parar e me deixar na vontade.
Por sorte não era dos compassivos, porque na mesma hora me agarrou com força na cintura, e com um empurrão que me fez ver estrelas, enfiou o resto todinho.
Mordi meu lábio inferior pra não gritar, até machuquei ele, disso eu percebi depois, sentindo uma ardência irresistível na área toda.
Além da dor, que ia diminuindo aos poucos, me enlouquecia sentir os ovos e os pelos dele contra minha bunda.
Aquele homem estava dentro de mim, eu repetia aquilo pra mim mesma sem parar, e parecia irreal, algo que acontecia com outra pessoa, não comigo.
—Agora vou começar a me mexer... me diz se te dói... — ela me avisa com uma doçura que era mel pros meus ouvidos.
-Mmmmhhhh...!- concordo, incapaz de soltar nem um monossílabo.
Não achava que pudesse doer mais, mas quando começa a se mexer, a ardência aumenta, fica quase insuportável, mas é isso que eu quero, o que procuro, o que comecei a desejar assim que descobri aquela revista pornô debaixo da cama dos meus pais. Que uma dessas pirocas arrombasse bem a minha bunda.
Nem percebi quando aquela coceira terrível que eu sentia começou a sumir, ficando quase imperceptível.
Continua doendo, claro, mas não tem nem comparação com o prazer que me dá, entrando e saindo, fazendo um barulho que se mistura sutilmente com meus suspiros.
Claro que ele também não fica calado, grunhe, ofega, bufa, sem parar, fluindo agora com relativa facilidade pelo meu interior convulsionado.
Me seguro nas bordas da mesa e fecho os olhos, curtindo essa primeira metida, tentando guardar na minha memória corporal cada uma dessas sensações que tô aproveitando pela primeira vez.
O prazer que sinto é demais, um turbilhão de emoções que explodem e batem com mais força a cada vez.
Nisso sinto ele tirar de dentro de mim, até parece que ouço o "PLOP!" que minha buceta faz ao ficar vazia, e logo em seguida algo morno e grosso escorrendo pelas minhas nádegas.
Gozei na buceta e garanto pra vocês que fiquei louco de tesão.
Enquanto ele se recupera do impacto, eu me viro, me jogo aos pés dele e chupo ele de novo, saboreando agora, pela primeira vez, o gozo de um homem.
—Se você fosse uma mina, eu casava com você — ele me diz depois do sexo, já puxando a calça pra cima.
Adoro ver como ela levanta e aperta.
—E com a tua mulher, o que cê faz? — pergunto, puxando o meu pra cima.
—Deixo ela —responde sem o menor sinal de dúvida —Nunca comi ela do jeito que acabei de te comer.
Com isso ela me conquistou. Voltei pra casa sem pisar no chão, parecia que tava flutuando, com um sorriso de orelha a orelha. Tinham acabado de arrebentar minha bunda, e eu tava feliz, todo bobo, no maior tesão.
Mas tinha um porém...
O que ela me disse, "se eu fosse uma garota...", ficou rodando na minha cabeça o dia inteiro.
Eu, além de ter nascido homem, me sentia mulher, e ainda mais estando com ele, agia como se fosse uma garota, mas pelo que ele tinha dito, ele não me via assim. Por isso decidi que na próxima vez (porque sim, teria uma próxima), ia preparar uma surpresa pra ele. Algo que há um tempão eu tava afim de fazer.
1 comentários - Porteiro da Rua Helguera 2 (travesti)