sumisa prohibida en su casa segunda parte

Depois que eu comi o cu da minha linda submissa, fomos pro chuveiro pra tirar o suor. Ela ficou confortável com um vestido sem sutiã e só a tanga. Me disse que ia cozinhar algo gostoso pra mim, já que eu fui visitar ela.
Pra quem não leu o post anterior, tô na casa da minha submissa, já que as filhas dela e o marido não estavam.
Vejo ela na cozinha com aquele lindo vestido azul, com a bunda branquinha e os peitos durinhos. Não me seguro, chego perto, subo ela na bancada, puxo a tanga e começo a chupar a buceta dela com muita vontade. Eu saboreava de um jeito que podia passar dias fazendo a mesma coisa. Ela logo fica toda molhada e começa a gemer de novo como aquela puta que me deixa louco.
Minha língua vai brincar com o clitóris enquanto enfio dois dedos na buceta dela. Ela diz: "Ai, senhor, seus dedos são muito grandes", e eu respondo: "Hoje você vai sentir dor".
Enfio os dedos bem fundo e adiciono um terceiro. Ela se mexe como se tivesse meu pau dentro. Fico olhando e brincando com meus dedos dentro dela, movo, tiro, enfio até o fundo. Ela praticamente grita de prazer, e isso me deixa mais doido. É a hora que adiciono mais um dedo, todos entram menos o polegar. Minha mão tava molhada, e ela continuava se mexendo como uma puta no cio. Não pensei duas vezes e enfiei o dedo que faltava. Foi aí que notei que doía. Minha ideia era enfiar a mão inteira naquela buceta. Pergunto: "Tá doendo?" Ela responde: "Siiim". Isso tirou o pior de mim, e tentei enfiar a mão toda. Acho que os vizinhos devem ter ouvido como a puta gritava, e eu ficava mais louco. Na real, enfiei metade da mão, não consegui mais, mas em nenhum momento ela disse "não faz".
Tiro a mão toda molhada e passo no rosto e na boca dela. Ela lambe um pouco do próprio mel e me dá um beijo de língua.
Tiro ela da bancada, pego na mão e digo: "Me leva onde você dorme com o corno". Ela só responde: "Sim, senhor".
Entramos no quarto, e tinha uma cama grande muito bonita. Faço ela se ajoelhar. Sento na beirada da cama e tiro a calcinha dela, fico de pé na frente dela e tiro meu cinto, enrolo ele no pescoço dela e com uma mão puxo minha pica, ela já se agarra com a boquinha gulosa e é aí que começo a apertar o pescoço com o cinto como se fosse uma puta castigada, ela sozinha se ajoelha e chupa minha pica, eu curto ter o poder, tiro a pica da boca dela e pergunto "o corno não te come, né?" ela responde só "não", é aí que dou um tapa na cara dela e falo "você esqueceu de alguma coisa", ela responde "desculpa, não senhor", pego a cabeça dela e enfio a pica na boca dela com força, não tava nem aí se ela vomitasse. Segurava ela com força pelos cabelos e falava "como você gosta da pica desse macho?", ela, juntando ar, me diz "adoro sua pica, senhor".
Coloco uma perna em cima da cama, onde as bolas ficam na cara dela, ela começa a lamber meu cu e as bolas, adorava como ela fazia isso.
Levanto, tiro o cinto do pescoço dela, viro ela, coloco de quatro e dou dois cintadas na bunda dela, ela grita que nem uma criança, quase chorando, a bunda fica marcada e eu amava isso, coloco o cinto de volta no pescoço dela e começo a comer ela de quatro, ela botava a língua pra fora que nem uma putinha e eu metia com força, soltei o cinto por um momento e peguei as mãos dela, ela adorava ser dominada porque me olhava de canto de olho e sorria. Essa buceta tava encharcada, é aí que viro ela, levanto as pernas dela e enfio a pica até o fundo, ela grita de novo, passo a língua no pescoço e na boca dela, ela me agarra com força, já sabia que ia gozar do jeito que eu gosto, é aí que enforco ela e começo a meter com mais força pedindo pra ela molhar toda minha pica, ela explode e molha a cama toda, não tem nada mais gostoso do que causar isso numa mulher.
Ela, rendida de barriga pra cima, eu tiro a pica dessa buceta molhada e levo até a boca dela, é aí que vem a parte mais quente pra mim.
Começa a tocar o celular dela que tava no criado-mudo, toca um tempão e a gente nem ligou. importância, depois de alguns segundos o telefone toca de novo e ela fala: "deixa eu atender, é meu marido".
Eu levanto rápido, pego o telefone e atendo, coloco no viva-voz e faço sinal pra ela falar.
Ela não entendia nada. Viro ela de costas e começo a chupar a bunda dela. Dava pra ouvir ele perguntando o que ela tava fazendo, ela respondia e falou que tinha deitado um pouco, ele comentava algo do trabalho, enquanto eu chupava a bunda da mulher dele. Molhei bem a pica e a porta dela, ela já respondia com a respiração mais acelerada. Na real, o que eu tava fazendo era realizar minha fantasia.
Enfiei a cabeça e me mexia devagar e suave. Ela mordia os lençóis pra o corno não ouvir. Eu continuava enchendo ela de carne e ela gemia bem baixinho e respondia cortado. Até que dá pra ouvir o marido falar: "Bom, tô notando que você tá com sono, a gente fala depois". Ela responde rápido: "É, melhor assim", e desliga.
Eu, por trás dela, tiro e coloco na buceta e vice-versa. Ela só falava: "Sim, papai" ou "Sim, senhor, me come assim". Virei ela um pouco de lado e comecei a meter com muita força. Minha segunda gozada foi longa, mas eu sabia que ia ser muito prazerosa. Senti que ia estourar, tirei e gozei na barriga e nos peitos dela. Ela levantou na hora e tomou o pouco que sobrou.
Ficamos deitados, muito ofegantes, e ela fala: "Olha como você me deixou". Eu peguei um travesseiro e limpei ela, secando o gozo. "Gostou do meu cheiro? Tá aí pra você não esquecer."
Levantei, vesti a calça e ela falou: "Fica pra tomar um mate". Eu já tinha feito o que sempre sonhei e pra mim já bastava. Falei: "Vadia, tenho coisas pra fazer. Levanta e me abre a porta." Ela se levantou com cara triste, se despediu na porta e disse: "Cada vez me come melhor, SENHOR".

Espero que vocês tenham gostado, amigos.

Boa masturbação pra todos.

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