sumisa prohibida en su casa

E aí, galera da Poringa! Como venho contando nos meus relatos anteriores, eu e minha submissa temos nos visto uma ou duas vezes por semana. Isso começou a virar um vício pra nós dois. O sexo que fazíamos era incrível e cada dia mais pervertido. Continuamos nos encontrando no parque à tarde, onde sempre acabávamos transando, porque não aguentávamos ficar perto um do outro sem meter.

Uma vez, ela me masturbou numa praça cheia de gente. Meteu a mão dentro da minha bermuda pelo lado da perna, e como eu não uso cueca, foi muito fácil ela pegar no meu pau. Ela me olhava com uma carinha de inocente e ao mesmo tempo perversa, até me fazer gozar e lamber a mão dela como se fosse uma gatinha.

Mas essa não é a história que quero contar.

Um dia da semana, ela me manda mensagem de manhã, como era seu costume — esperava o corno não estar por perto pra gente conversar livremente. Ela pergunta se a gente podia se ver à tarde, já que ela teria o dia livre, porque as filhas dela iam pra casa da irmã e o marido só voltava de noite. Não pensei duas vezes e disse que ia na casa dela. Ela ri e fala: "Vai, seu bobo, nos vemos à tarde". Eu respondo: "Antes do meio-dia eu toco a campainha, espero que me atenda".

Sempre me deu um tesão do caralho o perigo, e ainda mais comer uma mulher casada na cama onde ela dorme com o marido. Era uma das minhas fantasias e era a hora de realizar.

Avisei no trabalho que tinha surgido um imprevisto e saí em busca da minha submissa.

Enquanto dirigia até a casa dela, não sabia se ela ia me atender ou não. Fui ansioso, nervoso e com muito tesão, mas como sempre, a tesão ganha da razão, haha.

Chego na esquina e mando mensagem dizendo que tô chegando na casa dela, que se prepare. Ela responde: "Não tô em casa". Na hora, senti uma decepção enorme. No instante seguinte, chega outra mensagem: "Já cheguei, saí pra comprar uma coisa".

Estaciono na frente da casa dela, já decidido, sem ligar pra nada — só queria ver a reação dela.

Vejo ela virar a esquina, ela me vê e sorri. Pronto... foi a mais... linda sinal que eu podia receber. saio do carro e espero ela na frente da casa, giselle: não achei que você viria eu: não podia perder essa oportunidade. me esqueço de onde estou e como a boca dela na frente da casa, ela muito surpresa olha pra todos os lados e me diz "entra, louco do caralho" enquanto estou esperando ela abrir a porta, digo no ouvido, "é verdade que você está sozinha" ela respondeu, "sim hoje estou sozinha o dia todo", não aguentei e toquei a bunda dela e ela suspirou e jogou a raba pra trás. entramos e como a boca dela de um jeito muito quente, ela tirava o pior de mim e eu o dela. joga a bolsa de compras e agarra o pau, tira pra fora, cheira e me diz que aroma gostoso que tem, senhor. eu deixo ela ser. tirei a calça e sentei numa cadeira com o pau prestes a explodir, ela se ajoelhou e cheirou de novo até enfiar o nariz nas minhas bolas aspirando com força. sobe, agarra meu pau pela base e passa a língua das bolas até a cabeça, me olha e diz "como senti falta disso". não aguentei, agarrei a cabeça dela e obriguei a enfiar tudo, soltei e deixei ela fazer o que tanto queria. ela chupava até o fundo, sentia como batia na garganta dela, fazia entrar tudo e saía até a cabeça enchendo de baba, depois faz algo que nunca fez, desce brinca com a língua nas minhas bolas enquanto me masturba, me olha, ri e continua descendo até chegar no meu cu, a verdade é que amo que chupem meu cu mas nunca pedi ou obriguei ela a fazer porque ela fazia outras coisas muito bem. me acomodo, levanto as pernas pra ela poder brincar confortável, sinto a língua dela brincando em volta, pra cima e pra baixo, até que enfiou a ponta, isso me esquentou bastante e ela percebeu. continuou brincando, entrava e saía a língua, me masturbava. eu sentia que a cabeça ia explodir, não aguentei mais, virei ela, tirei a calça e fiz o mesmo, chupei a bunda dela e ela levantava ainda mais, dilatei bem com a língua, me acomodei, apoiei a Ponta da cock e parece que ela quis sair, agarrei firme nos quadris dela, ela se virou e me disse: "Seja gentil, senhor". Dei um tapa na bunda dela e falei: "Não me diga o que fazer, sua putinha de merda". Voltei a apoiar minha cock naquele bunda linda e comecei a penetrar devagar. Ela soltou uns gritos fortes, no início tentou sair, mas depois relaxou quando a cabeça entrou, e ouvi ela dizer: "Issooo, que gostoso", "você é um canalha". Esse foi o sinal para entrar com força, para maltratar, para fazer ela sentir todo meu peso em cima dela enquanto minha cock abria o cu dela. Falei no ouvido dela: "Que buceta gostosa que eu tô comendo". Me ajustei para entrar com tudo e fiz isso, era lindo ouvir os gritos que ela soltava. Agarrei o cabelo dela e ela só deixava eu fazer o que queria.

Enquanto metia com força, enfiava meus dedos na boca dela como rédea de cavalo. Não aguentei mais e senti que ia explodir, agarrei firme nos quadris dela e enchi o cu dela de porra. Ela gemeu forte ao sentir a porra, sério, essa gozada foi uma das melhores.

Tirei a cock e saiu um jato de porra. Adorei ver aquilo.

Ela, muito cansada e com um sorriso fraco, me disse: "Que gostoso você fez no meu cu". Só respondi com um beijo gostoso.

Fomos ao banho, tomamos um belo chuveirado, saímos, ela vestiu um vestidinho e foi cozinhar algo para recuperar a energia.

Amigos, esse relato vai continuar, espero seus comentários e pontos.

Boa punheta para todos.

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