un viaje para cerrar 2020 2

Seguindo a história, no dia seguinte fui o primeiro a acordar, tava de boa, pela primeira vez em meses tinha tocado em outro corpo e ainda por cima tinha gozado, mas queria mais. Fui pra cozinha e comecei a preparar o café da manhã pro resto do grupo. Tava me acomodando no quintal pra curtir o café e o dia lindo quando apareceu o Mateo, todo trocado e com uma mochila no ombro.

Eu: Ei! O que foi, vão embora?
Mateo: Não, eu tenho que voltar pro hospital, o médico que tava me cobrindo testou positivo, então tenho que ir. Te incomoda se a Barbi voltar com vocês?
Eu: Não, de jeito nenhum, tem espaço de sobra na caminhonete, por sorte.
Mateo: Show! Vou roubar duas torradas pra viagem, aproveitem por mim.
Eu: Fica tranquilo, boa viagem, vou tentar fazer as minas curtirem – não vou mentir, enquanto falava isso só pensava em ter a Barbi na cama – não se preocupa que eu cuido delas.
Mateo: Valeu, Lau, até mais.

No momento que o carro do Mateo tava saindo do terreno, apareceu minha prima.

Ana: Os caras foram embora? Que que houve, mano?
Eu: Não, só o Mateo foi, ele tem que voltar pro hospital.
Ana: Que puta merda, e a Barbi?
Eu: Acho que no quarto.
Ana: Já volto, vou ver ela, deve estar de mal humor pra caralho.

Não vou negar, não consegui evitar de me virar e olhar pra raba da minha prima, e lembrar do que rolou na noite anterior. Não via a hora de chegar a noite e poder me enfiar no quarto da Barbi ou meter ela no meu. Tava nessa quando as duas minas apareceram, a Barbi tava com o mesmo pijama da noite anterior, e não consegui evitar de ver que tinha uma mancha marcada que claramente era meu gozo. Escapei uma risada que foi respondida com um olhar cúmplice. O resto da manhã passamos conversando, falando da vida e principalmente as minas xingando os namorados delas. Quando fomos perceber, o dia espetacular tinha ido pro caralho, tava completamente nublado.

Ana: Galera, vou correr, desde que chegamos não fiz nada da rotina, alguém quer vir comigo? Y: prima, te amo, mas sabe que eu não corro nem pra pegar busão
A: fala sério! Não me deixa sozinha
Y: não, sério, vou ver se cuido do almoço, que tal se eu preparar um churrasco?
A: bom, tá bem, e você, B?
B: não, negra, valeu, vou fazer minha rotina de yoga, te incomoda?
A: uhhh, que antis que vocês são, tá bom, vou sozinha mesmo

A Aldana levantou e foi pra dentro se trocar enquanto a gente continuava tomando café, a Barbi se virou como pra confirmar que minha prima tinha entrado e dois segundos depois colocou a mão esquerda no meu pau

B: não sei se você vai fazer churrasco ou não, mas te aviso que minha rotina de yoga vai ser sentar em cima desse pau, tá claro?
Y: ainda bem que você falou, porque minha ideia de ficar aqui era te comer do jeito que não consegui ontem à noite

Dois segundos depois, minha prima apareceu já trocada, com um top esportivo e uma legging que deixava pouco pra imaginação, e começou a me encher de papo e programar a corrida no celular. Não sei quando a Barbi tinha levantado, mas uns segundos depois ela também apareceu com uma legging preta que não só não deixava nada pra imaginação como destacava ainda mais aquele rabo, um sutiã esportivo e o cabelo preso num coque baixo, com uma cintura fina. Debaixo do braço, ela trazia o tapete de yoga

A: bom, vou deixar vocês. Primo, por que não pede pra Barbi te ensinar umas coisas? Vai te fazer bem, é bom
B: fala sério! Faz tempo que não dou aula
Y: hahaha, não sei, prima. Aproveita a corrida, me avisa quando estiver voltando que eu começo a acender a churrasqueira – era conversa fiada pra saber o momento exato de parar de comer a Barbi –
A: beleza! – me deu um beijo quase nos lábios – tchau!

Enquanto a Barbi já estava no tapete fazendo umas poses de quatro que estavam me deixando louco, minha prima saiu do terreno, o que também era uma visão interessante. Esperei uns minutos e me aproximei por trás da Barbi, levando minhas mãos pra aquele rabo lindo

B: finalmente, o que você estava esperando!
Y: garantir que a gente tá sozinha sozinho

Sem dizer uma palavra, baixei completamente a legging junto com a fio dental e comecei a chupar aquela buceta e aquele rabo que estavam lindos. Por sorte, o terreno era bem afastado das casas vizinhas e tinha uma vegetação densa que impedia os vizinhos de nos verem. Não sei quanto tempo fiquei chupando aquela buceta, mas sei quantas vezes ela gozou: 4 vezes entre gemidos.

B: — Ai, meu Deus, eu precisava disso, Lau! Mas quero que você me coma, por favor — enquanto se ajoelhava e se virava para me olhar — tira isso, vai, olha o tamanho dessa cock, por favor, me come, Lau.
Y: — Não tenho camisinha, tudo bem?
B: — Não, vai, eu me cuido, me come, por favor.

Barbi se colocou de quatro de novo e eu apontei minha cock praquela buceta. Ela estava tão molhada que deslizou completamente pra dentro dela, enquanto um gemido longo escapava da boca dela e, pra minha surpresa, roubei o quinto orgasmo dela.

B: — Ai, meu Deus, não consigo te explicar o quanto eu precisava dessa cock. Se eu soubesse, teria te comido há anos, meu Deus.
Y: — E se eu soubesse que você era tão puta, eu também teria feito isso há muito tempo.
B: — Muito puta, mas essa puta precisa de um macho. Você vai ser meu macho?
Y: — Claro, puta, vou te comer todos os dias até a gente voltar, e se prepara porque quando voltarmos, vou continuar te comendo, não sei como.
B: — Mmmm, sim, papai, vai, come essa puta, vai, dá toda a cum.

Não sei quanto tempo passou, e dessa vez perdi a conta dos orgasmos, mas a bunda da Barbi já estava vermelha das palmadas que eu tinha dado e minhas pernas não aguentavam mais, mas eu ainda não tinha gozado.

B: — Papai, posso montar em você?
Y: — Claro, puta, vem.

Deitei no colchonete de barriga pra cima e Barbi se agachou sobre minha cock. Ela não se apoiou, simplesmente com uma mão esfregava o clitóris e com a outra pegava minha cock e roçava a ponta entre os lábios dela. Começou a gemer cada vez mais rápido e, mais uma vez, veio o orgasmo. Dava pra ver como a buceta dela jorrava sobre minha cock, e então ela se deixou cair. A imagem dos olhos dela arregalados e a Peitinhos quicando foram demais pra mim
 
Y: Barbi, não aguento mais
B: sim, papai, vai, me enche
Y: sente ele!
B: siiiim!!!
 
Barbi se deixou cair, podia sentir as batidas do meu pau dentro dela e os jatos de porra que a enchiam, e naquele momento um novo orgasmo dela veio. Ela se inclinou pra me beijar, se levantou e, num movimento tão rápido que não me deixou pensar, se virou, enfiando todo o meu pau sensível na boca dela e colocando a buceta dela cheia da minha porra na minha. Era a primeira vez que eu fazia algo assim, não sei se foi o tesão ou o que, mas nem pensei duas vezes e comecei a chupar. O gosto da buceta dela junto com meu sêmen era algo que eu nunca tinha provado e, pra minha surpresa, eu gostei, e a boca dela brincando no meu pau estava fazendo maravilhas. Meus dedos começaram a brincar naquele cuzinho, primeiro um, depois dois, finalmente três. Quando me dei conta, meu pau continuava duríssimo e, de novo num momento ágil, a Barbi estava outra vez em cima do meu pau, dessa vez de costas pra mim. Foram dois movimentos e ela tirou.
 
B: quero ele no cu, papai
Y: não sei o que você tá esperando
B: que me diga que te deixo com tesão e que vai me comer todo dia!
Y: você me deixa com muito tesão, sua puta, e vou te comer todo dia
 
Assim que terminei de falar, a Barbi sentou no meu pau e enfiou tudo de uma vez até o fundo. Pensei que ia doer e ela gritar, mas não, só um gemido abafado. Ela ficou uns segundos sentada, se virou, me olhou com uma cara de pervertida que acho que nunca vi numa mulher, e começou a se mexer. Minhas mãos instintivamente foram pro cu dela e marcavam o ritmo, mas não aguentei muito e gozei de novo, enchendo o cu dela todo com a pouca porra que ainda tinha no meu pau.
 
Barbi saiu de cima de mim, se virou, deitou em cima de mim e me beijou, com uma ternura que não combinava com tudo que tinha acabado de rolar.
 
B: obrigada, você não sabe como eu precisava disso, desculpa se exagerei
Y: de jeito nenhum, Barb, eu também precisava e adorei
B: sério? Você vai me comer todos os dias e quando a gente voltar?
Y: óbvio que sim, aliás, hoje à noite me espera no seu quarto
B: mas e sua prima?
Y: com um pouco de sorte ela tem o brinquedo dela
B: hahaha verdade, coitada, pena que é sua prima, o que ela tá perdendo

Ele se levantou, deu um beijinho na minha rola e começou a se vestir. Bem na hora chegou um WhatsApp da minha prima dizendo que já tava voltando. A gente tinha transado por duas horas, nem eu acreditava. Então levantei, dei um último tapa e um beijo nela, e fui fazer o churrasco.

Quando minha prima chegou, não desconfiou de nada. A rotina seguiu normal.

3 comentários - un viaje para cerrar 2020 2

Vos tenés claro que vamos a necesitar y con urgencia el episodio 3, no? Buenísimo!
vamooos por el 3. necesito detalles de como es su concha y su culo.. como para terminar de armarla jaja