Uma vez, quando eu tinha 19 anos, fui tomar banho e vi uma calcinha da minha mãe pendurada no registro do chuveiro. Não era a primeira vez que eu via uma calcinha dela pendurada, mas naquele dia eu estava bem excitado, peguei ela e passei no meu pau até ele ficar bem duro. Me deu vontade de vestir e tomar banho com a calcinha da minha mãe, enquanto continuava me masturbando. Um tempo depois, gozei e enchi a calcinha de porra. Tirei, lavei e pendurei de volta.
Durante o dia, bateu uma certa culpa em mim. Como eu estava indo a uma psicóloga, resolvi comentar com ela.
Quando fui à sessão naquela semana, perguntei se podia contar algo sexual que tinha acontecido comigo. Ela disse que sim, então comecei a contar. Enquanto relembrava e contava, fui ficando excitado de novo e o pau ficou duro. Contei isso pra ela também e perguntei o que eu podia fazer, porque enquanto me masturbava, tinha imaginado minha mãe usando aquela calcinha.
Ela disse que fantasias ao se masturbar eram normais, mas que era minha mãe e ela já tinha seu parceiro, que era meu pai, que eu tinha minha namorada e não sei o que mais sobre moral e sociedade.
Ela disse que eu tinha que parar de me masturbar pensando na minha mãe e também parar de usar e sujar a roupa íntima dela.
Obviamente não parei de fazer isso e pouco tempo depois parei de ir a essa psicóloga.
Como a fantasia continuava na minha cabeça, mas eu sabia que era muito complicado realizar, decidi procurar uma acompanhante madura. Encontrei várias parecidas fisicamente com minha mãe, então fui ligando e perguntando se elas topavam minha fantasia. E com a que eu mais me dei bem, combinamos de nos ver naquela noite.
Cheguei no prédio, toquei a campainha e ela desceu para me abrir. Quando entramos no apartamento, Bety me diz para sentar e me oferece algo para beber. Disse que ia beber a mesma coisa que ela. Ela trouxe um vinho e dois copos. Serviu, brindamos e começamos a conversar. Em certo momento chegamos no motivo da minha visita e ela me diz para contar direito. Contei tudo, até a parte da psicóloga.
Ela diz que podemos fazer algo parecido com o que aconteceu naquela primeira masturbação com a calcinha da minha mãe.
Ela me dá uma toalha e me manda ir ao banheiro. Fico pelado e entro no chuveiro. Tinha uma calcinha pendurada na torneira, lembrei daquela primeira masturbação e comecei a fazer a mesma coisa.
De repente, a porta do banheiro abre. Era a Bety, que me diz: "Filho!!! O que você está fazendo com a minha calcinha vestida e se masturbando?"
Fiquei tão surpreso que fiquei mudo.
Ela se aproximou. e ela me ordenou que tirasse minha calcinha. Eu obedeci e entreguei a ela. Ela deixou cair e me deu um tapa, me pegou pelo cabelo e me tirou da banheira, me levou até o quarto, me jogou na cama e disse: "Isso que você estava fazendo é uma nojeira. Sou sua mãe!!! E você estava usando minha roupa íntima. Entendo que seus hormônios estão a mil, mas não pode fazer isso com minhas roupas." E continuou: "Você não transa com sua namorada? Olha, você ainda está de pau duro."
Era verdade, eu ainda estava de pau estralando, toda aquela situação tinha me deixado com um tesão da porra.
Bety: Aposto que essa putinha que você tem de namorada te trai mas não te come.
Eu: Não, ela é virgem.
Bety: Virgem nada, eu vi ela saindo de um hotel com um cara de 30 anos ou mais, não te falei nada porque não queria te fazer sofrer, mas ainda por cima você é um nojento e se masturba com minhas roupas. Você é homossexual que usa minhas roupas?
Eu: Não, vi sua calcinha, imaginei que você estava usando e fiquei com tesão.
Bety: Sério que você ficou com tesão em mim? Mas além de ser sua mãe sou muito mais velha que você, você tem que transar com garotas da sua idade.
Eu: Mas você me dá tesão, gosto muito de você, quero ver você pelada.
Bety: Você está louco. Já estou velha e não tenho um corpão. Olha!!!

Ela tirou o vestido, ficou de peitos pra fora e com uma calcinha branca que ficava transparente.
Eu: Isso, gata, adoro esses seus peitos e fico doido de tesão te vendo assim. Olha como eu tô de pau duro por causa de você.
Ela tirou a calcinha, chegou perto da cama, deitou do meu lado, me beijou e disse: Eu também fico com muito tesão nesse pauzão enorme.
Durante o dia, bateu uma certa culpa em mim. Como eu estava indo a uma psicóloga, resolvi comentar com ela.Quando fui à sessão naquela semana, perguntei se podia contar algo sexual que tinha acontecido comigo. Ela disse que sim, então comecei a contar. Enquanto relembrava e contava, fui ficando excitado de novo e o pau ficou duro. Contei isso pra ela também e perguntei o que eu podia fazer, porque enquanto me masturbava, tinha imaginado minha mãe usando aquela calcinha.
Ela disse que fantasias ao se masturbar eram normais, mas que era minha mãe e ela já tinha seu parceiro, que era meu pai, que eu tinha minha namorada e não sei o que mais sobre moral e sociedade.
Ela disse que eu tinha que parar de me masturbar pensando na minha mãe e também parar de usar e sujar a roupa íntima dela.
Obviamente não parei de fazer isso e pouco tempo depois parei de ir a essa psicóloga.
Como a fantasia continuava na minha cabeça, mas eu sabia que era muito complicado realizar, decidi procurar uma acompanhante madura. Encontrei várias parecidas fisicamente com minha mãe, então fui ligando e perguntando se elas topavam minha fantasia. E com a que eu mais me dei bem, combinamos de nos ver naquela noite.
Cheguei no prédio, toquei a campainha e ela desceu para me abrir. Quando entramos no apartamento, Bety me diz para sentar e me oferece algo para beber. Disse que ia beber a mesma coisa que ela. Ela trouxe um vinho e dois copos. Serviu, brindamos e começamos a conversar. Em certo momento chegamos no motivo da minha visita e ela me diz para contar direito. Contei tudo, até a parte da psicóloga.
Ela diz que podemos fazer algo parecido com o que aconteceu naquela primeira masturbação com a calcinha da minha mãe.
Ela me dá uma toalha e me manda ir ao banheiro. Fico pelado e entro no chuveiro. Tinha uma calcinha pendurada na torneira, lembrei daquela primeira masturbação e comecei a fazer a mesma coisa.
De repente, a porta do banheiro abre. Era a Bety, que me diz: "Filho!!! O que você está fazendo com a minha calcinha vestida e se masturbando?"
Fiquei tão surpreso que fiquei mudo.
Ela se aproximou. e ela me ordenou que tirasse minha calcinha. Eu obedeci e entreguei a ela. Ela deixou cair e me deu um tapa, me pegou pelo cabelo e me tirou da banheira, me levou até o quarto, me jogou na cama e disse: "Isso que você estava fazendo é uma nojeira. Sou sua mãe!!! E você estava usando minha roupa íntima. Entendo que seus hormônios estão a mil, mas não pode fazer isso com minhas roupas." E continuou: "Você não transa com sua namorada? Olha, você ainda está de pau duro."
Era verdade, eu ainda estava de pau estralando, toda aquela situação tinha me deixado com um tesão da porra.
Bety: Aposto que essa putinha que você tem de namorada te trai mas não te come.
Eu: Não, ela é virgem.
Bety: Virgem nada, eu vi ela saindo de um hotel com um cara de 30 anos ou mais, não te falei nada porque não queria te fazer sofrer, mas ainda por cima você é um nojento e se masturba com minhas roupas. Você é homossexual que usa minhas roupas?
Eu: Não, vi sua calcinha, imaginei que você estava usando e fiquei com tesão.
Bety: Sério que você ficou com tesão em mim? Mas além de ser sua mãe sou muito mais velha que você, você tem que transar com garotas da sua idade.
Eu: Mas você me dá tesão, gosto muito de você, quero ver você pelada.
Bety: Você está louco. Já estou velha e não tenho um corpão. Olha!!!


Ela tirou o vestido, ficou de peitos pra fora e com uma calcinha branca que ficava transparente. Eu: Isso, gata, adoro esses seus peitos e fico doido de tesão te vendo assim. Olha como eu tô de pau duro por causa de você.
Ela tirou a calcinha, chegou perto da cama, deitou do meu lado, me beijou e disse: Eu também fico com muito tesão nesse pauzão enorme.
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