Tava no centro da cidade e precisava chegar em casa o mais rápido possível, e tava cheio de protesto, então os ônibus iam demorar horrores e dar um milhão de voltas. Não tinha levado dinheiro suficiente pra pegar um táxi ou Uber, e também não dava pra perder tempo passando num caixa eletrônico. Como tinha grana em casa (precisava chegar rápido porque tinha combinado de trazerem um frete, e ia ter que pagar), decidi pedir um Uber e pagar quando chegasse. Expliquei pro motorista e tudo certo. Não era um gato, mas também não sou muito exigente nem elitista com aparência. Um cinquentão normalzinho, nem gordo nem magro, nem alto nem baixo, moreno, cabelo curto, de bermuda jeans e camiseta. Ele me pergunta qual o melhor caminho e eu indico. Avisei que na minha rua, como moro numa avenida com Metrobus, ele não ia conseguir parar, mas que a meia quadra tem uma travessa onde não passa ninguém, que ali ele podia estacionar tranquilo enquanto eu buscava o dinheiro. Ele começa com a conversa fiada do clima, do que eu trabalho, quantos anos tenho... Se tô namorando... Aí já percebi algo. "Aqui tem segundas intenções", pensei comigo. Respondi super neutro, também não fui muito óbvia de falar "não, não tenho namorado". No meio da viagem, a pessoa que ia mandar o frete me ligou, dizendo que deu um problema. Aí com a indignação, saiu a louca que todo mundo tem dentro de si. Mas a questão é que isso significava que não tinha mais pressa, que o frete ia demorar pelo menos mais uma hora. Então falo pro motorista que não precisa se preocupar com a rapidez, que tamos de boa. Chegamos, na travessa. O cara não freia, ELE ESTACIONA. Dou o que tinha e peço pra ele me esperar dois segundos que eu trazia o resto. Sério, não demorei nada, peguei as notas e entreguei. Ele agradece, e solta: "Que pena que a gente não pôde..." e se corta. "Não pôde o quê?" retruco. "Não, é que ia te pedir se não me deixava passar no banheiro". BINGO! Falo que sem problemas, que entre. "Não, mas já aceitei uma corrida". Fala, por 5 minutinhos que você demorar não vai dar problema", falo. Aí o cara fecha tudo, pega o celular e vem comigo. Mando ele entrar no banheiro (que fica no meu quarto) e ele deixa a porta aberta. DECLARAÇÃO DE GUERRA TOTAL. Dou uma espiada e vejo que ele tira a pica pra fora, mas não começa a mijar de cara. E percebo que ele tenta me olhar por cima do ombro. Começa a soltar o jato. Parece que ele tava mesmo com vontade de ir ao banheiro, porque ficou uns dois minutos mijando. Nesse meio tempo, ele comentava como o apartamento era bonito, agradecia pela boa onda, etc e tal. Tudo isso com ele mijando de porta aberta e eu do lado da porta. Ele sacode, se limpa, mas nunca guarda a pica. Se vira, com a pica mole no ar, e não precisava mais de preâmbulo. Me ajoelhei e agarrei aquela pica na hora. Não muito grande, mas bem limpinha e muito gostosa, doce, diria! Com um cheirinho suave de macho, de ficar em cima do carro sei lá por quanto tempo. Nesse meio tempo, chega a mensagem do app que o passageiro cancelou a viagem. PERFEITO. Aí desabotoei a calça dele e puxei até o joelho junto com a cueca. Comecei a chupar os ovos dele. "Devagar", ele pediu, e obedeci. Fiquei agarrado na pica dele um tempão, com ele fazendo movimento de bombeada de vez em quando, até que ele perguntou se podia sentar na cama. Claro que pode! Aproveitei pra tirar a calça de vez e abrir bem as pernas. Adorava que o cara gemia, ofegava. Nada exagerado, mas não parava. Ele tava curtindo pra caralho! "Me desculpa, mas demoro um montão pra gozar. Se quiser, a gente para por aqui porque vou demorar." "Não me incomoda, chupo ela o tempo que precisar", falo, e aí o cara relaxou mais. Chupava a pica dele, lambia as bolas. "Que gostoso, que suave você chupa, engole tudo." Num momento, notei que ele levantou um pouco a perna. E tentei ir com a língua um pouquinho mais pra baixo. A resposta dele foi levantar as duas pernas e me deixar o caminho livre. Putaria da porra de Pega na bunda! E aí o cara tava ainda mais a todo vapor. Agora ele alternava entre a rola, as bolas, o períneo e a bunda. "Me desculpa, me empolguei, nunca chego a esse ponto", ele fala enquanto eu chupava o cu dele. "Tranquilo, mano, aproveita". Ele bufava pra caralho, sem escândalo, mas sem parar. Começou a bater uma com gosto. Eu, enquanto isso, continuava alternando na parte de baixo (cu, períneo, bolas), enquanto abro o máximo que consigo o cu dele com as mãos. Já bem lubrificado e com um certo grau de dilatação, enfio o dedão. Vou sentindo que os gemidos dele e a punheta aumentam de ritmo. "A porra cê me dá", falo. Foi automático: com meu polegar no cu dele, ele direcionou a rola pra minha boca e falou "vem aí". Não dei nem três chupadas e ele começou a gozar e a gemer desesperado, em êxtase. Não parava de gozar, de tremer, de se esvaziar! Tão cheio quanto a bexiga dele minutos antes.
Tô casado há 25 anos, tenho filhos, netos... Nunca tive coragem de ir além de uma punheta rápida sem gozar. Mas com você me deixei levar... Você imaginava quando entrou no carro que a gente ia acabar assim?" "Desde que você me perguntou se eu tinha parceira", respondi. Anotei meu número, dei uns contatos pra ela pelos serviços extras (e pela viagem que ela perdeu) e ela prometeu voltar pra mais, com mais tempo.
Tô casado há 25 anos, tenho filhos, netos... Nunca tive coragem de ir além de uma punheta rápida sem gozar. Mas com você me deixei levar... Você imaginava quando entrou no carro que a gente ia acabar assim?" "Desde que você me perguntou se eu tinha parceira", respondi. Anotei meu número, dei uns contatos pra ela pelos serviços extras (e pela viagem que ela perdeu) e ela prometeu voltar pra mais, com mais tempo.
1 comentários - Me peguei com um motorista de Uber!