Vou contar pra vocês a vez que comi minha mãe bêbada. Na época eu tinha 16 anos e, como todo adolescente tarado, tava com os hormônios a mil. E pra piorar, eu tinha uma atração enorme pelo tesão do incesto, que era algo que realmente me deixava louco. Além disso, já tinha tido experiências com minha prima (isso fica pra outra ocasião), então já sabia que sexo em família era super excitante. Pra vocês terem uma ideia, sou baixinho (pra um homem, 1,60m é considerado baixo), magro, um pouco definido, de cabelo e olhos escuros. Minha mãe tinha 47 anos, bem conservada, pele morena, cabelo e olhos escuros também, peitões grandes e uma bunda bem suculenta que foi responsável por muitas das minhas punhetas. Continuando a história, era uma sexta-feira e, como de costume, meus pais costumam beber álcool com frequência. Então naquele dia eles compraram um rum e um Campari. Como vocês podem imaginar, à noite eles estavam completamente bêbados, e algo comum entre eles era transar quando estavam bêbados. Várias vezes eu ouvi os gemidos da minha mãe dando like uma louca, com aquele tom de bêbada. A questão é que, tão bêbados e depois de transar, eles dormiram rápido. Lá pelas 2h da manhã, a casa já tava totalmente silenciosa. Eu passei esse tempo todo jogando no computador e mexendo no celular até umas 3h da manhã, mais ou menos. Até que em um momento da noite, comecei a ver pornô como de costume e vi um vídeo de incesto: um cara comia a mãe bêbada dele. Isso despertou minha curiosidade e minha vontade de tentar. Então, rapidamente fui até o quarto deles com a desculpa de que ia pegar um remédio para o estômago (caso eles acordassem), mas não foi preciso. Fiz um pouco de barulho pra ver o quão dormidos estavam e, aparentemente, estavam em sono profundo. Imediatamente fui pro lado da minha mãe e toquei nela como se fosse acordá-la pra checar se ela não sentia minha presença. Depois de várias tentativas de Resolvi acordá-la, me decidi a descobrir ela devagar, não teve reação da parte dela, então descobri ela completamente e lá estava ela de bruços, totalmente nua. Obviamente o quarto estava escuro, com as luzes apagadas, então usei a lanterna do celular pra iluminar e apreciar a vista daquele rabo gostoso. Comecei a massagear devagar as costas dela e fui descendo até tocar aquelas nádegas lindas, macias e carnudas. Nesse ponto, eu tava excitadíssimo, com o pau duro, e a única coisa que queria ver era aquela bunda aberta. Então coloquei o celular entre os lábios pra poder usar as duas mãos e ter luz ao mesmo tempo. Abri aquela bunda devagarinho e pude ver o cuzinho escuro dela, meio aberto (parece que já tinha usado antes, hehe) e a buceta negrinha, quente, com um pouco de pelos nas laterais. Naquele momento, minha mente pirou e larguei o celular de lado pra enfiar a cara naquela bunda tão preciosa que a minha mãe tinha. No começo, fui devagar e nervoso, porque se ela acordasse, não tinha desculpa que me salvasse. Então, aos poucos, fui descendo e enfiando a boca entre as nádegas dela até que praticamente entrei tudo e dei uma cheirada que quase me fez gozar. Um cheiro de buceta gostosa que me excitava a ponto de doer o pau. Dei uma lambidinha no cuzinho dela e, como não vi reação, comecei a chupar a bunda dela igual um louco. Adorava aquela sensação. Enchi de saliva a buceta e o cu pra ir mais além e meter meus dedos. Comecei com um na buceta, sem reação. Depois coloquei outro e também não reagiu. Aí enfiei um no cu e, nessa hora, ela se mexeu um pouco e murmurou bem baixinho, como se estivesse falando dormindo. Esperei um tempo parado, sem fazer nada com meus dedos nas partes dela, e obviamente meu coração tava a mil. Passaram uns 3 minutos desde que ela se mexeu e comecei de novo a meter e tirar meus dedos. Fiquei assim por mais 5 minutos. Cada vez metia mais forte e com mais ritmo, mas minha mãe nem um movimento. Quando já tinha enfiado 3 dedos no cu dela e tava metendo forte e bem fundo, tirei os dedos, subi na cama e me acomodei em cima dela, apoiando meu pau na entrada anal dela. Lambuzei minha rola com saliva e enfiei de uma vez. Entrou tudo, sorte a minha — o cu dela tava tão relaxado e dilatado que abria fácil. Naquele ponto, eu tava quase gozando, era bom demais. A bunda dela se ajustava no meu pau, apertando a cada metida, e aquele calor interno indescritível. Fodi ela assim por uns 5 minutos, metendo com força até o fundo do cu dela, até soltar todos os meus jatos de porra bem no fundo do reto dela. O orgasmo foi tão forte que soltei uns gemidos meio altos e fiquei com medo do meu pai acordar. Depois de depositar meu leite no cu dela, desci da cama, apalpei um pouco os peitos dela pra sentir — não deu muito porque, como ela tava de bruços, os peitos estavam amassados. Então, depois da foda, cobri ela de novo e voltei pro meu quarto. Quase não consegui dormir de tão excitado que fiquei, não acreditava que tinha comido minha própria mãe e ainda por cima no cu. A melhor sensação da minha vida, com certeza. Esse foi só o começo da minha perversidade com minha mãe, porque depois dei um jeito de continuar comendo ela. Se vocês gostaram dessa história, tenho certeza de que vão gostar das outras que tenho também.
3 comentários - Me cogi a mi madre borracha