História de chifre ou não? 3

Aqui vai o terceiro capítulo dessa história, espero que vocês gostem.
nada mais feio do que desiludir vocês
desde já OBRIGADO PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS








Assim que eu tava vivendo o poli amor, como ela dizia, que também falava que a gente era um casal aberto, mas o que eu sentia de vez em quando era uns chifres enormes na minha cabeça, que fui me acostumando. E eu tinha meu prêmio: ela sempre tava na minha cama, e não tinha limites no sexo, enquanto os outros caras só tinham ela por um momento. Um dia, depois de um falso alarme de gravidez, exigi que ela tomasse sempre a pílula anticoncepcional — não queria criar filho de outro. Ela aceitou sem reclamar. Na loja de ferragens, ela já tinha virado famosa, e de vez em quando algum cliente me perguntava sobre ela. Isso me levou a perguntar se ela topava colocar um preço na pussy dela. Mesmo não faltando nada pra gente, ela gostou da ideia, mas logo descartamos. Pensei que assim ela viraria uma grande slut, e essa não era a ideia — pelo menos não a minha. Depois de alguns meses, já enjoado dos clientes perguntarem por ela, decidimos que ela não trabalharia mais na loja, ficaria em casa. Nisso, minha namorada já tinha tido umas quantas aventuras, embora nunca mais tivesse passado a noite fora. Uma manhã, chegou uma cliente que quase nunca vinha no local e me perguntou se eu sabia consertar uns plugues e interruptores. Quando falei que sim, ela me fez prometer que iria na casa dela ao meio-dia. Quando cheguei com as ferramentas, a primeira coisa que ela fez foi me servir um café. Realmente, perto da minha namorada, não tinha muita comparação. Logo ela me contou que era divorciada e tinha uma filha que na época tava na faculdade, e que achou ter visto minha funcionária na academia onde ela ia — o que me surpreendeu, porque minha namorada nunca me mencionou isso.
 
No final, você acabou expulsando ela, não é verdade?
 
É, já não dava mais pra manter a loja com uma funcionária.
 
Ei, me diz a verdade, você mandou ela embora por ser uma puta, né? Só faltava a plaquinha.
 
Bom, é verdade sim, só que eu gostava que ela fosse assim.
 
Você gostava que elas fossem tão putinhas? Já imagino o porquê.
 
É verdade sim, e você não imagina errado, ela era muito gostosa de verdade.
 
De repente ela me mostrou os enchufes pra consertar e as chaves, me deixou sozinho dizendo que ia descansar. Consertei tudo e, quando tava terminando, chegou a filha dela, um caminhão de mulher. Ela saiu na hora pra atender e a filha foi embora. Quando vi ela de novo, não podia acreditar, de verdade minha namorada tinha concorrência. Ela tava usando um desaville rosa com um conjuntinho preto. Me levou pro quarto dela com a desculpa de ver uma lâmpada. Meu pau já tava duro. Troquei a lâmpada e quando ela perguntou o que devia, falei um beijo. Não precisou mais nada, em segundos ela tava me dando um boquete divino e de vez em quando falava que ia se atualizar. Quando tava perto de gozar, afastei ela de mim e coloquei ela na cama. Ela realmente me deixou excitado. Chupei a pussy dela até fazer ela gozar, e depois ela mesma sentou em mim, enfiando tudo. A pussy dela era bem apertada, dava pra sentir. "Bestão, não goza dentro", ela disse. Então coloquei ela de quatro e apoiei meu pau no cu dela. Ela reclamou um pouco, mas no final eu dominei. Eu curtia cada centímetro que entrava naquele cu apertado enquanto ela xingava e batia no colchão, até que comecei a cavalgar ela. Depois de um tempo, ela começou a gemer que nem uma gata. Tirei o pau e de repente enfiei de novo na pussy dela já toda molhada. Não consegui me segurar e enchi ela de gozo. Ela me xingou, levantou e foi pro banheiro enquanto eu me vestia pra ir embora. Quando saiu, disse que um desses dias ia precisar de mais uns reparos. Respondi que podia contar comigo e fui pra casa. Quando cheguei, minha namorada perguntou onde eu tinha estado e eu respondi.
 
Fui na casa da Ana pra arrumar uns fios, ela me disse que te viu na academia, desde quando você vai pra lá?
 
Comecei na semana passada, amor. Por quê?
 
Quantos você comeu, bebê?
 
Ahyyy, olha, se eu vou pra transar na academia, nada a ver, amor, mas essa Ana não é nenhuma santa, hein.
 
Já sei, bebê, dei com tudo agora há pouco, você não faz ideia de como ela ficou.
 
Você comeu ela, não acredito!
 
Por que, amor? Você não sabe como ela se entregou pra mim, toda uma putinha. A Anita bebe e nesses dias eu tenho que voltar. Também tô morrendo de vontade de pegar a filha dela, pra mim é mais piranha que ela, céu. Quero catar ela, bebê.
 
Hummm e você não quer me comer, amor? Tô com ciúme, bebê.
 
Adoro te deixar com tesão, rainha. Essa tarde você volta pra academia, amor? Pelo quanto te excita os outros olharem sua bunda, duvido que não tenham te comido na academia, meu amor. Quer que eu pergunte pra Ana?
 
Nãão, amor, isso não. E se... bom, um moreno não tirava os olhos da minha bunda, e você já sabe como eu sou.
 
Onde você enfiou essa buceta, sua puta?
 
Nãooo amor, nada a verrr, ainda não comi ele não, meu céu, senão eu te contava, você sabe. Fiquei com um pouco de vergonha de sentar nele na academia, mas o instrutor às vezes passa do ponto quando me dá as instruções, bebê. A qualquer momento não sei o que pode rolar, amor, mas tudo isso me deixa muito tesuda.
 
E aí, cê gosta, céu? Vamo ver o que ela faz contigo, quer que eu encoste? Ela fez algo assim?
 
Me aproximei por trás e esfreguei a pica na bunda dela, que na hora parou. Ao sentir minha pica, ela começou a gemer. Peguei nos peitos dela e torci, e ela já começou a gemer. Tão gostosa que tava, ficou toda molhada e quase gozou. Me implorou pra meter com tudo. A coitada é uma puta fogosa infernal, e é isso que eu adoro nela. Puxei a calcinha dela junto com a fio dental e enfiei com força. A pobrezinha deu um grito e na hora começou a gozar, mesmo eu sendo bruto com ela. Começou a me xingar e implorar pra eu dar mais e mais. Insultei ela com tudo que tinha, falei um monte enquanto comia ela. Quando tava quase gozando, mandei ela chupar. Não teve escolha, acabou engolindo tudo e ficou com a cara toda suja.
 
Lava essa cara e vem pra cama que vou descansar, quando eu acordar vou te comer de novo, feito a putinha que você é.
 
Me deitei e em minutos ela chegou, me acariciou e enquanto me beijava jurava que não ia transar com mais ninguém. Claro que não acreditei em uma palavra, a safadeza sempre vencia a coitada, ela não conseguia se controlar e eu sabia que já tinha dado pra uns caras na academia, mesmo ela negando. Por um momento achei que ela tava com ciúmes de mim, mas agora as coisas tinham mudado, já não me importava se ela transasse com outros, desde que fosse longe de casa e não me ligassem a ela, e achava que isso ela respeitava. Comi ela como nunca, fiz amor com muita paixão e depois disso conversamos por um bom tempo. Naquela tarde não abri a loja de ferragens, simplesmente nós dois nos aceitamos como éramos, mesmo no fundo querendo uma grande mudança, embora ambos duvidássemos que conseguiríamos. Do jeito que estávamos, éramos felizes, mas queríamos essa mudança e a ideia de conseguir nos obcecava, mesmo com a tentação sempre ali. Juramos nunca mentir um pro outro, se isso acontecesse, o relacionamento acabava e não tinha volta. Passamos uma tarde incrível, embora, pra ser sincero, os momentos que estávamos juntos fossem sempre ótimos, raramente tínhamos uma briga entre nós. Foi naquela tarde que combinamos que já era hora de sermos pais, mas pra isso precisávamos largar o hábito de transar fora de casa. Como disse antes, não queria criar filho dos outros e ela concordava totalmente com isso. Então, naquela mesma tarde, decidimos tirar umas férias: eu fecharia a loja de ferragens e ela suspenderia as saídas e a academia. Os dois achamos uma excelente ideia, mesmo não sendo verão. Também pensamos em nos mudar, procurar um lugar maior pra curtir e ficar confortáveis se um filho chegasse. Naquela semana, coloquei a loja em dia e fechei por um mês. completo, depois juntos procuramos a casa nova e no fim de tanto andar encontramos ela, depois da mudança e dos reparos chegou a hora de parar de nos cuidar, assim começamos uma nova fase que embora mais tranquila não deixava de ser monótona, saíamos direto e convivíamos de outro jeito, foi assim que conhecemos uns vizinhos muito legais, ela Adriana e ele Carlos, era um casal jovem como a gente e em pouco tempo já saíamos juntos e algum domingo almoçávamos nas nossas casas, eles também pegaram a mesma vontade de ser pais que nem a gente, embora na aparência fossem um casal mais na deles do que a gente, uns dias antes de abrir a loja de ferragens já quase convencido do fracasso da gravidez minha namorada me deu a grande surpresa, o teste de farmácia não mentia e naquele mesmo fim de semana comemoramos pra valer, no sábado nos reunimos com nossos vizinhos já amigos e foi uma delícia, embora pela primeira vez eu tenha notado as olhadas do Carlos na bunda da minha namorada, claro que não era pra menos, quem não ia olhar, ninguém podia culpar ele por isso, muito pelo contrário e não me incomodava nada, aliás até cheguei num momento a imaginar como ele comeria ela se rolasse a oportunidade, foi assim que a Adriana começou a vir em casa mais vezes, não queria deixar sozinha a nova amiga dela e eu voltei de novo com meu trabalho na loja de ferragens, já mais tranquilo que a puta da minha namorada não ia sair dando pra qualquer um que esquentasse ela, ainda mais tendo a Adriana tão perto

1 comentários - História de chifre ou não? 3

No me equivoque en que ibas a ser cornudo como alce y ahora estas arrependido, y no la presentas a tu novia como es, sino como empleada. Con la nueva pareja me crea nala espina y no se si carlos ya se la cojio y ese embarazo no es producto de ellos y adriana es complice. Van puntos