Amanheceu, eu acordei em cima de dois peitões gostosos. Agarrei eles e comecei a chupar. Isso acordou minha tia, que só me abraçou. Parei de chupar seus peitos e disse:
— Bom dia.
E a beijei. Depois de um tempo nos beijando, comecei a ficar excitado e a apalpar seus seios. Foi aí que ela parou:
— Que horas são?
— Nem ideia, acabei de acordar.
Ela olhou o celular: eram 10h. Tinha ficado tarde, mesmo que depois daquela noite cheia de sexo eu não quisesse nem levantar. Mas a família tinha combinado de tomar café às 9h30.
— Preciso tomar banho.
Eu me afastei, porque, como disse, com o cansaço não queria nem sair da cama. Mas se íamos ter um sexo matinal, a tesão me deixa ativo em um segundo. Pensei: se eles já foram tomar café, não tem ninguém nos quartos e podemos fazer sem nos preocupar com barulho. Foi aí que um grito me despertou de vez. Minha tia tinha se sentado na cama.
— Aai! Caralho! — ela gritou. — Minha bunda, você me deixou irritada, cara!
Ela reclamou enquanto se deitava de lado, com dor de não conseguir sentar. Me levantei para ajudá-la, porque precisávamos descer logo para não dar margem a comentários, mesmo que duvide que alguém imagine o que aconteceu.
— Vem, tia, vamos tomar banho — falei, segurando seu braço.
— Cara, você arrebentou minha bunda — ela continuou reclamando no caminho para o chuveiro. Não disse nada até me cansar das queixas.
— Tia, não reclama tanto. Lembro que alguém estava pedindo mais, e mais forte.
Ela calou a boca, apoiou a cabeça no meu braço e seguimos para o banho. Entramos no banheiro, abri o chuveiro e regulei a temperatura.
— Na minha mala tem meu sabonete e meu shampoo, me passa, por favor.
Fui buscar, e quando voltei ela já tinha fechado a porta do box. Abri e entrei com o sabonete líquido. Ela me olhou.
— Essaa… você quer tomar banho junto?
— Sim, tia — respondi, abraçando-a. — Claro que quero.
Ela me beijou. Comecei a passar sabonete nos peitos dela, ensaboando tudo, e depois por todo o corpo. Então comecei a masturbá-la. Sua buceta parecia muito gostosa entre O sabonete, depois passei a ensaboar sua bunda e ela só me disse com cuidado: lave bem e depois eu lambi. Eu estava ajoelhado com o rosto entre as grandes nádegas da minha tia, com minha língua brincando em seu ânus irritado e rosado. Eu a masturbei até ela gozar. Eu obviamente estava duro e, ao me levantar, ela olhou e disse: "Disso eu cuido mais tarde". Ela saiu e eu fiquei um tempo no banho até a ereção baixar. Depois saí e minha tia já estava vestida. Para minha surpresa, ela estava com uma blusa leve e uma calça larga. "Tia, vai assim para a praia?" "O biquíni está por baixo. Vamos, vista-se, já são quase 10 horas", e ela me lembrou, do lado de fora do quarto e com distância. Só concordei e me vesti rápido, e saímos. No caminho, ela me dizia: "Tenho que ir à farmácia comprar remédio para o estômago, por causa dos frutos do mar que vamos comer", dizia enquanto sorria. Eu só seguia a onda. "Além disso, tenho que comprar comprimidos e uma pomada para a dor". "E um lubrificante também", enquanto eu ria. Chegamos assim ao restaurante. Toda a família já tinha comido e começaram a me perguntar por que eu parecia tão cansado. Minha tia Andrea manteve a compostura, e nem imagino o esforço que ela fez para ficar sentada. Eu só respondia que era a viagem e brincava que a poltrona tinha sido muito dura. Todos riram e disseram que iam na frente, então estávamos sozinhos de novo, eu e minha tia, tomando café da manhã. Nela dava para notar uma felicidade estranha; de alguma forma, eu estava preenchendo aquele vazio emocional que ela tinha. Terminamos e fomos para a praia. Chegando lá, fui direto para o mar, quase sem cumprimentar ninguém. Depois saí, sentei na areia e fiquei olhando. Claramente reconheci minhas primas usando fio dental e sutiãs pequenos; já parecia que os peitos iam escapar pelos lados. Minha outra tia usava fio dental e um sutiã normal. E minha tia Andrea estava com um maiô inteiro, mas com um decote pronunciado, as costas descobertas e a bunda tipo fio dental, embora minhas outras primas... e minha tia Camila estavam que pareciam putas e chamavam atenção, enquanto eu ficava de olho na minha tia Andrea, os peitos, a bunda, que na noite anterior tinham sido meus, e aos poucos fiquei de pau duro, então tive que ir pro mar pra me acalmar. Quando eu estava saindo, minha tia Andrea estava atrás de mim.
— Tia, que gostosa você está.
— Obrigada, mas perto das outras garotas já pareço uma vovó.
Me aproximei um pouco, porque precisava manter discrição, e comecei a apertar a bunda dela.
— O mais sexy é o que fica na imaginação.
Ela sorriu.
— Obrigada, mas já temos que ir comer.
— Já voltamos pro hotel?
— Não, bobo, vamos pro restaurante — ela disse rindo e se virou.
Saí junto com ela e fomos pro restaurante. Nos sentamos por idades, os jovens e os mais velhos. Pedi a maior quantidade de frutos do mar que pude. Comemos, era mais ou menos 4 da tarde. Quando levantamos, todos decidimos ir nos trocar pra dar uma volta. Ao chegar no hotel, percebi que minha tia não estava. Quando perguntei pra minha prima:
— Ela foi na farmácia, pelos remédios de alergia a frutos do mar, já volta.
Eu sabia que não era só por isso. Fui pro quarto, tomei banho, me troquei e saí, porque não podia levantar suspeitas. Ao abrir a porta, minha tia estava chegando.
— Bom, você já está pronto. Desce, o resto já está pronto. Lá embaixo vão me esperar — ela disse enquanto fechava a porta.
Desci. Ao chegar, era o de sempre: minhas primas e minha tia Camila parecendo putas, shorts ou saias curtinhas e só um top sem alça. Não demorou muito pra minha tia descer. Ela estava linda, um short não tão curto mas bem colado no corpo e uma blusa também justa. Saímos e fomos ver a cidade, conhecemos uns lugares pra dançar que minhas primas já queriam ficar, mas não deixaram, porém amanhã iam pra lá. Depois fomos a um parque onde as duas menores eram as mais felizes, eu fiquei brincando com elas. Voltamos pro hotel, nos despedimos e aquele dia foi cedo. Minha tia se despediu primeiro e foi rápido pro quarto. Eu conversei com meus primos e nós... Eu fui embora e cheguei cerca de meia hora depois. Quando cheguei, minha tia estava deitada e coberta, achei que estivesse dormindo. Fui tomar banho porque tinha brincado no parque, e pensei: "Bom, hoje a gente descansa a noite toda e amanhã vamos com tudo". Saí do banho já vestido e, ao abrir a porta, uma imagem incrível: minha tia ajoelhada na cama, com uma calcinha super sexy, os peitos bem durinhos — só cobrindo o mamilo — e o fio dental se encaixando perfeitamente entre as pernas. Além disso, ela tinha uma camisinha entre os dentes e me chamou com o dedo.
Fui como que hipnotizado até ela, abracei-a agarrando sua bunda. Ela colocou a camisinha entre os peitos e nos beijamos. Logo comecei a masturbá-la por cima da calcinha, e ela tirou minha camiseta. Continuei masturbando-a quando ela sussurrou no meu ouvido: "Dá um descanso pra minha bunda pra amanhã". Depois começou a descer, me beijando por todo o corpo, baixou minha calça e eu tirei completamente. Nesse momento, ela já agarrou meu pau e começou a chupar. Ele ficou completamente duro e eu quis fazer um deep throat. Não fizemos muito até que ela tirou meu pau da boca, pegou a camisinha de entre os peitos, tirou da embalagem com a boca e colocou em mim. Foi tão incrível que quase gozei só com isso, mas aguentei. Continuamos nos beijando, libertei aqueles peitos do sutiã e os chupava. Ela deitou de costas, eu tirei o fio dental — estava toda molhada sua buceta — e comecei a comê-la, passando a língua de cima a baixo por toda a buceta, lambendo e chupando o clitóris. Para calar seus gemidos, amordacei-a com uma camiseta minha e continuei comendo sua vagina. Quando ela estava toda molhada e prestes a gozar, parei e ia penetrá-la. Entrei devagar, sentindo todo seu interior, e quando nossos corpos colidiram, sussurrei: "Agora sim você é minha tia, só minha". Ela apenas assentiu, e começamos a transar. Meu sonho se realizava, ela era toda minha, e fiz o que quis durante aquela noite. Comi ela na posição papai e mamãe, a coloquei de quatro, de cuzinho, ela montou de frente e de costas, deitada de bruços com os tornozelos nos meus ombros, assim transamos por umas três horas, acabamos uma caixa de 5 camisinhas. Sabia que era efeito dos frutos do mar. Sempre que eu ia gozar, tentava tirar a camisinha para gozar em cima da minha tia, mas em duas não consegui e gozei dentro dela com a camisinha. Quando aconteceu, ela tirou a camisinha, limpou meu pau com a boca e jogou a porra da camisinha no rosto e nos peitos, e ainda engoliu o sêmen. Ver aquilo me deixou duro na hora, e ela sempre colocava a camisinha com a boca. As energias foram acabando, minha última gozada foi nos peitos dela. Depois tirei a mordaça, e ela se limpou com minha camiseta. Começamos a nos beijar e acariciar por mais meia hora. O sono já estava vencendo, pra mim e pra ela, e dormimos abraçados. Foi assim que provei a buceta da minha tia, já considerava minha. Sinceramente, foi uma das melhores noites de sexo, mas por mais impossível que pareça, algo ainda melhor estava por vir.
— Bom dia.
E a beijei. Depois de um tempo nos beijando, comecei a ficar excitado e a apalpar seus seios. Foi aí que ela parou:
— Que horas são?
— Nem ideia, acabei de acordar.
Ela olhou o celular: eram 10h. Tinha ficado tarde, mesmo que depois daquela noite cheia de sexo eu não quisesse nem levantar. Mas a família tinha combinado de tomar café às 9h30.
— Preciso tomar banho.
Eu me afastei, porque, como disse, com o cansaço não queria nem sair da cama. Mas se íamos ter um sexo matinal, a tesão me deixa ativo em um segundo. Pensei: se eles já foram tomar café, não tem ninguém nos quartos e podemos fazer sem nos preocupar com barulho. Foi aí que um grito me despertou de vez. Minha tia tinha se sentado na cama.
— Aai! Caralho! — ela gritou. — Minha bunda, você me deixou irritada, cara!
Ela reclamou enquanto se deitava de lado, com dor de não conseguir sentar. Me levantei para ajudá-la, porque precisávamos descer logo para não dar margem a comentários, mesmo que duvide que alguém imagine o que aconteceu.
— Vem, tia, vamos tomar banho — falei, segurando seu braço.
— Cara, você arrebentou minha bunda — ela continuou reclamando no caminho para o chuveiro. Não disse nada até me cansar das queixas.
— Tia, não reclama tanto. Lembro que alguém estava pedindo mais, e mais forte.
Ela calou a boca, apoiou a cabeça no meu braço e seguimos para o banho. Entramos no banheiro, abri o chuveiro e regulei a temperatura.
— Na minha mala tem meu sabonete e meu shampoo, me passa, por favor.
Fui buscar, e quando voltei ela já tinha fechado a porta do box. Abri e entrei com o sabonete líquido. Ela me olhou.
— Essaa… você quer tomar banho junto?
— Sim, tia — respondi, abraçando-a. — Claro que quero.
Ela me beijou. Comecei a passar sabonete nos peitos dela, ensaboando tudo, e depois por todo o corpo. Então comecei a masturbá-la. Sua buceta parecia muito gostosa entre O sabonete, depois passei a ensaboar sua bunda e ela só me disse com cuidado: lave bem e depois eu lambi. Eu estava ajoelhado com o rosto entre as grandes nádegas da minha tia, com minha língua brincando em seu ânus irritado e rosado. Eu a masturbei até ela gozar. Eu obviamente estava duro e, ao me levantar, ela olhou e disse: "Disso eu cuido mais tarde". Ela saiu e eu fiquei um tempo no banho até a ereção baixar. Depois saí e minha tia já estava vestida. Para minha surpresa, ela estava com uma blusa leve e uma calça larga. "Tia, vai assim para a praia?" "O biquíni está por baixo. Vamos, vista-se, já são quase 10 horas", e ela me lembrou, do lado de fora do quarto e com distância. Só concordei e me vesti rápido, e saímos. No caminho, ela me dizia: "Tenho que ir à farmácia comprar remédio para o estômago, por causa dos frutos do mar que vamos comer", dizia enquanto sorria. Eu só seguia a onda. "Além disso, tenho que comprar comprimidos e uma pomada para a dor". "E um lubrificante também", enquanto eu ria. Chegamos assim ao restaurante. Toda a família já tinha comido e começaram a me perguntar por que eu parecia tão cansado. Minha tia Andrea manteve a compostura, e nem imagino o esforço que ela fez para ficar sentada. Eu só respondia que era a viagem e brincava que a poltrona tinha sido muito dura. Todos riram e disseram que iam na frente, então estávamos sozinhos de novo, eu e minha tia, tomando café da manhã. Nela dava para notar uma felicidade estranha; de alguma forma, eu estava preenchendo aquele vazio emocional que ela tinha. Terminamos e fomos para a praia. Chegando lá, fui direto para o mar, quase sem cumprimentar ninguém. Depois saí, sentei na areia e fiquei olhando. Claramente reconheci minhas primas usando fio dental e sutiãs pequenos; já parecia que os peitos iam escapar pelos lados. Minha outra tia usava fio dental e um sutiã normal. E minha tia Andrea estava com um maiô inteiro, mas com um decote pronunciado, as costas descobertas e a bunda tipo fio dental, embora minhas outras primas... e minha tia Camila estavam que pareciam putas e chamavam atenção, enquanto eu ficava de olho na minha tia Andrea, os peitos, a bunda, que na noite anterior tinham sido meus, e aos poucos fiquei de pau duro, então tive que ir pro mar pra me acalmar. Quando eu estava saindo, minha tia Andrea estava atrás de mim.
— Tia, que gostosa você está.
— Obrigada, mas perto das outras garotas já pareço uma vovó.
Me aproximei um pouco, porque precisava manter discrição, e comecei a apertar a bunda dela.
— O mais sexy é o que fica na imaginação.
Ela sorriu.
— Obrigada, mas já temos que ir comer.
— Já voltamos pro hotel?
— Não, bobo, vamos pro restaurante — ela disse rindo e se virou.
Saí junto com ela e fomos pro restaurante. Nos sentamos por idades, os jovens e os mais velhos. Pedi a maior quantidade de frutos do mar que pude. Comemos, era mais ou menos 4 da tarde. Quando levantamos, todos decidimos ir nos trocar pra dar uma volta. Ao chegar no hotel, percebi que minha tia não estava. Quando perguntei pra minha prima:
— Ela foi na farmácia, pelos remédios de alergia a frutos do mar, já volta.
Eu sabia que não era só por isso. Fui pro quarto, tomei banho, me troquei e saí, porque não podia levantar suspeitas. Ao abrir a porta, minha tia estava chegando.
— Bom, você já está pronto. Desce, o resto já está pronto. Lá embaixo vão me esperar — ela disse enquanto fechava a porta.
Desci. Ao chegar, era o de sempre: minhas primas e minha tia Camila parecendo putas, shorts ou saias curtinhas e só um top sem alça. Não demorou muito pra minha tia descer. Ela estava linda, um short não tão curto mas bem colado no corpo e uma blusa também justa. Saímos e fomos ver a cidade, conhecemos uns lugares pra dançar que minhas primas já queriam ficar, mas não deixaram, porém amanhã iam pra lá. Depois fomos a um parque onde as duas menores eram as mais felizes, eu fiquei brincando com elas. Voltamos pro hotel, nos despedimos e aquele dia foi cedo. Minha tia se despediu primeiro e foi rápido pro quarto. Eu conversei com meus primos e nós... Eu fui embora e cheguei cerca de meia hora depois. Quando cheguei, minha tia estava deitada e coberta, achei que estivesse dormindo. Fui tomar banho porque tinha brincado no parque, e pensei: "Bom, hoje a gente descansa a noite toda e amanhã vamos com tudo". Saí do banho já vestido e, ao abrir a porta, uma imagem incrível: minha tia ajoelhada na cama, com uma calcinha super sexy, os peitos bem durinhos — só cobrindo o mamilo — e o fio dental se encaixando perfeitamente entre as pernas. Além disso, ela tinha uma camisinha entre os dentes e me chamou com o dedo.
Fui como que hipnotizado até ela, abracei-a agarrando sua bunda. Ela colocou a camisinha entre os peitos e nos beijamos. Logo comecei a masturbá-la por cima da calcinha, e ela tirou minha camiseta. Continuei masturbando-a quando ela sussurrou no meu ouvido: "Dá um descanso pra minha bunda pra amanhã". Depois começou a descer, me beijando por todo o corpo, baixou minha calça e eu tirei completamente. Nesse momento, ela já agarrou meu pau e começou a chupar. Ele ficou completamente duro e eu quis fazer um deep throat. Não fizemos muito até que ela tirou meu pau da boca, pegou a camisinha de entre os peitos, tirou da embalagem com a boca e colocou em mim. Foi tão incrível que quase gozei só com isso, mas aguentei. Continuamos nos beijando, libertei aqueles peitos do sutiã e os chupava. Ela deitou de costas, eu tirei o fio dental — estava toda molhada sua buceta — e comecei a comê-la, passando a língua de cima a baixo por toda a buceta, lambendo e chupando o clitóris. Para calar seus gemidos, amordacei-a com uma camiseta minha e continuei comendo sua vagina. Quando ela estava toda molhada e prestes a gozar, parei e ia penetrá-la. Entrei devagar, sentindo todo seu interior, e quando nossos corpos colidiram, sussurrei: "Agora sim você é minha tia, só minha". Ela apenas assentiu, e começamos a transar. Meu sonho se realizava, ela era toda minha, e fiz o que quis durante aquela noite. Comi ela na posição papai e mamãe, a coloquei de quatro, de cuzinho, ela montou de frente e de costas, deitada de bruços com os tornozelos nos meus ombros, assim transamos por umas três horas, acabamos uma caixa de 5 camisinhas. Sabia que era efeito dos frutos do mar. Sempre que eu ia gozar, tentava tirar a camisinha para gozar em cima da minha tia, mas em duas não consegui e gozei dentro dela com a camisinha. Quando aconteceu, ela tirou a camisinha, limpou meu pau com a boca e jogou a porra da camisinha no rosto e nos peitos, e ainda engoliu o sêmen. Ver aquilo me deixou duro na hora, e ela sempre colocava a camisinha com a boca. As energias foram acabando, minha última gozada foi nos peitos dela. Depois tirei a mordaça, e ela se limpou com minha camiseta. Começamos a nos beijar e acariciar por mais meia hora. O sono já estava vencendo, pra mim e pra ela, e dormimos abraçados. Foi assim que provei a buceta da minha tia, já considerava minha. Sinceramente, foi uma das melhores noites de sexo, mas por mais impossível que pareça, algo ainda melhor estava por vir.
2 comentários - Viagem em família, incesto com minha tia parte 4
AUN NO TERMINAN LAS VACACIONES JAJAJ
Quiero la otra parte
BUENA BRO