Bom, tudo isso começou há pouco tempo, quando comecei um relacionamento com minha atual parceira, que tem uma filha que é a protagonista dessa história: a putinha da Mariana, 19 anos, uma gostosa. Desde o começo, ela me atraiu.
Como é que essa história começou? Bom, tudo começou quando minha esposa se mudou comigo, junto com a filha dela. Eu trabalho quase o dia inteiro, então quase não vejo elas, só folgo três vezes por mês. E nessas férias, deu sorte de eu estar de folga. Graças a Deus, pude ficar de olho na Mariana esses dias. Ela se veste tão gostosa em casa, com uns shorts apertados, umas camisas sem nada por baixo, e dá pra ver tudo. Eu curto, óbvio, também curto com minha esposa, mas vocês vão me entender, não é a mesma coisa. Bom, um dia desses de folga, os pais da minha esposa ligaram pra ela perguntando se ela podia ir trabalhar um dia. E ela não recusou, é dinheiro extra. A filha dela, graças a Deus, não quis ir, então eu ia ficar pra curtir minhas férias. Minha esposa foi embora cedo, umas 7 da manhã. Me despedi e ela foi. Entrei em casa, e o quarto da Mariana tem um olho mágico na porta, na fechadura, não sei se vocês conhecem. E não tinha nada de mais dar uma espiadinha. Lá estava ela dormindo, com uma calcinha rosa linda, mostrando todas as pernas deliciosas dela. Me deixou com tesão e eu me masturbei enquanto olhava pelo olho mágico da porta. São coisas que a gente não consegue evitar como homem. Bom, fui pro meu quarto e dormi de novo. Acordei mais tarde, umas 10, e fui pra cozinha, onde a Mariana tava fazendo café da manhã com aquela calcinha que deixava os bicos dos peitos aparecendo. Ela me chamou pra tomar café e eu aceitei. Enquanto a Mariana fazia o café, a calcinha dela levantava um pouco, quase mostrando a bunda, e eu ficava todo excitado. Sempre notei olhares dela pra mim, mas nunca encarei com malícia, embora pra mim fosse um sonho. Mas percebi que, de propósito, ela levantava a saia um pouco, como se tivesse me provocando. Depois sentamos pra tomar café, normal, nada demais, já que temos confiança. Depois do café, ela foi tomar banho e eu fiquei na sala no celular. Quando a Mariana saiu, saiu só com a toalha, coisa que nunca faz, com a toalha tampando os peitos e um pouco da bunda. Não consegui evitar de engolir seco, vendo ela rebolando. Ela foi pro quarto dela. quarto
Já lá, ela me chamou: "Mario, pode vir?". Esse é meu nome. Eu fui, entrei no quarto e lá estava ela, ainda de toalha, sentada. A única coisa que queria era saber qual blusa combinava melhor com uma saia — uma desculpa bem de menina. Falei pra ela não gritar, que ia me assustar, e apontei aquela blusa. Quando menos esperei, ela jogou a toalha e deixou ver aqueles peitos lindos e uma calcinha de renda rosa maravilhosa. Dava pra ver que ela tava nervosa, mas com tesão. Ela disse:
Mariana: "Cê acha que fica bem se eu apertar um pouco os peitos com os braços?"
As bochechas dela estavam vermelhas. Eu não sabia o que dizer nem pra onde olhar. Virei de costas, fingindo que não queria ver, e falei que aquilo não era certo, que não podia rolar. Ela disse que gostava de mim, que eu era bonitão e que sempre quis ficar com um homem, que tava cansada de eu não pegar as indiretas dela. Me abraçou por trás, sentindo os peitos dela. Me virei e beijei ela — um beijo tão apaixonado. Eu já tava com tesão desde que ela saiu do banho. Entre um beijo e outro, a gente foi se esquentando cada vez mais. Comecei a apalpar aquelas bundas lindas que ela tem, tão carnudas e macias.
Só tinha aquela calcinha de renda, então tava uma delícia. Joguei ela na cama e ela disse que esperou muito por isso. Tirei a pica inchadíssima pra fora e ela mesma se ajeitou pra colocar na boca. Desde os ovos, ela subiu com a língua, fez círculos na cabeça do meu pau e comeu de cima pra baixo. A sucção era uma delícia, enquanto me chupava, ela olhava e com a outra mão se tocava na pussy e gemia com a pica dentro da boca. Deixou ela cheia de saliva, toda uma puta. Tirei da boca dela e dei um tapa devagar, e falei: "agora é minha vez". Ela se virou, mostrando a bunda, e eu abaixei a calcinha dela devagar, deixando ver aquela pussy molhada tão gostosa e aquele cu tão tasty. Abri aquelas nádegas e dei uma lambida na pussy que ela gemia igual uma porca. Levantei e comecei a esfregar minha pica na pussy dela devagar. Ela implorava pra eu meter. Ela abriu as nádegas e eu realizei. Meti devagar, vendo aquela pussy se abrir e a cara de prazer dela. Tava com o pau muito duro. Percebi que ela aguentava, então, sem pensar, abri aquele cu e enfiei tudo naquela pussy. Ela soltou o gemido mais tasty que já ouvi. Comecei a meter e tirar da pussy dela, uma metida atrás da outra. Minha pica tava inchadíssima, mas não queria gozar ainda. Tirei e chupei a pussy dela de novo até deixar limpinha. Virei ela de barriga pra cima e comecei a chupar aquelas tetinhas rosadas tão yummy. Abri a pussy com a pica e segurei na cintura dela, e zas, mais uma vez, uma atrás da outra na pussy dela, enquanto ela se masturbava o clitóris. Senti que era a hora do clímax e senti aquele estalo dos dois, e senti a pussy dela apertar e minha pica soltar jatos de gozo dentro. Gozamos juntos. Ela gemia igual uma porca, cada jato fazia as pernas dela tremerem. Deixei um pouco dentro e os dois com a respiração ofegante. Tirei devagar, apreciando como a pussy dela escorria gozo, e nós só rimos. Ela se virou e terminou de limpar minha pica. Depois disso, descansamos um pouco e continuamos até uma hora antes de... minha esposa chegou, limpamos tudo e fui comprar uma pílula porque não quero filhos agora. a gente fode sempre que dá, até no cu já meti. comprei lingerie e umas coisinhas pra usar quando der.
Pensar que ela tem cara de santa, mas é uma puta gostosa na cama, que só serve como brinquedo sexual. Hummm, olha essa foto que ela me mandou agora pouco.
Espero que tenham gostado do conto. Se quiserem mais, comentem e deixem seu +10.
Se gostariam de ver alguma amiga, familiar, namorada, etc., num conto assim, me mandem mensagem e com prazer faço com fotos das suas putas, de preferência.
Como é que essa história começou? Bom, tudo começou quando minha esposa se mudou comigo, junto com a filha dela. Eu trabalho quase o dia inteiro, então quase não vejo elas, só folgo três vezes por mês. E nessas férias, deu sorte de eu estar de folga. Graças a Deus, pude ficar de olho na Mariana esses dias. Ela se veste tão gostosa em casa, com uns shorts apertados, umas camisas sem nada por baixo, e dá pra ver tudo. Eu curto, óbvio, também curto com minha esposa, mas vocês vão me entender, não é a mesma coisa. Bom, um dia desses de folga, os pais da minha esposa ligaram pra ela perguntando se ela podia ir trabalhar um dia. E ela não recusou, é dinheiro extra. A filha dela, graças a Deus, não quis ir, então eu ia ficar pra curtir minhas férias. Minha esposa foi embora cedo, umas 7 da manhã. Me despedi e ela foi. Entrei em casa, e o quarto da Mariana tem um olho mágico na porta, na fechadura, não sei se vocês conhecem. E não tinha nada de mais dar uma espiadinha. Lá estava ela dormindo, com uma calcinha rosa linda, mostrando todas as pernas deliciosas dela. Me deixou com tesão e eu me masturbei enquanto olhava pelo olho mágico da porta. São coisas que a gente não consegue evitar como homem. Bom, fui pro meu quarto e dormi de novo. Acordei mais tarde, umas 10, e fui pra cozinha, onde a Mariana tava fazendo café da manhã com aquela calcinha que deixava os bicos dos peitos aparecendo. Ela me chamou pra tomar café e eu aceitei. Enquanto a Mariana fazia o café, a calcinha dela levantava um pouco, quase mostrando a bunda, e eu ficava todo excitado. Sempre notei olhares dela pra mim, mas nunca encarei com malícia, embora pra mim fosse um sonho. Mas percebi que, de propósito, ela levantava a saia um pouco, como se tivesse me provocando. Depois sentamos pra tomar café, normal, nada demais, já que temos confiança. Depois do café, ela foi tomar banho e eu fiquei na sala no celular. Quando a Mariana saiu, saiu só com a toalha, coisa que nunca faz, com a toalha tampando os peitos e um pouco da bunda. Não consegui evitar de engolir seco, vendo ela rebolando. Ela foi pro quarto dela. quarto
Já lá, ela me chamou: "Mario, pode vir?". Esse é meu nome. Eu fui, entrei no quarto e lá estava ela, ainda de toalha, sentada. A única coisa que queria era saber qual blusa combinava melhor com uma saia — uma desculpa bem de menina. Falei pra ela não gritar, que ia me assustar, e apontei aquela blusa. Quando menos esperei, ela jogou a toalha e deixou ver aqueles peitos lindos e uma calcinha de renda rosa maravilhosa. Dava pra ver que ela tava nervosa, mas com tesão. Ela disse:Mariana: "Cê acha que fica bem se eu apertar um pouco os peitos com os braços?"
As bochechas dela estavam vermelhas. Eu não sabia o que dizer nem pra onde olhar. Virei de costas, fingindo que não queria ver, e falei que aquilo não era certo, que não podia rolar. Ela disse que gostava de mim, que eu era bonitão e que sempre quis ficar com um homem, que tava cansada de eu não pegar as indiretas dela. Me abraçou por trás, sentindo os peitos dela. Me virei e beijei ela — um beijo tão apaixonado. Eu já tava com tesão desde que ela saiu do banho. Entre um beijo e outro, a gente foi se esquentando cada vez mais. Comecei a apalpar aquelas bundas lindas que ela tem, tão carnudas e macias.
Só tinha aquela calcinha de renda, então tava uma delícia. Joguei ela na cama e ela disse que esperou muito por isso. Tirei a pica inchadíssima pra fora e ela mesma se ajeitou pra colocar na boca. Desde os ovos, ela subiu com a língua, fez círculos na cabeça do meu pau e comeu de cima pra baixo. A sucção era uma delícia, enquanto me chupava, ela olhava e com a outra mão se tocava na pussy e gemia com a pica dentro da boca. Deixou ela cheia de saliva, toda uma puta. Tirei da boca dela e dei um tapa devagar, e falei: "agora é minha vez". Ela se virou, mostrando a bunda, e eu abaixei a calcinha dela devagar, deixando ver aquela pussy molhada tão gostosa e aquele cu tão tasty. Abri aquelas nádegas e dei uma lambida na pussy que ela gemia igual uma porca. Levantei e comecei a esfregar minha pica na pussy dela devagar. Ela implorava pra eu meter. Ela abriu as nádegas e eu realizei. Meti devagar, vendo aquela pussy se abrir e a cara de prazer dela. Tava com o pau muito duro. Percebi que ela aguentava, então, sem pensar, abri aquele cu e enfiei tudo naquela pussy. Ela soltou o gemido mais tasty que já ouvi. Comecei a meter e tirar da pussy dela, uma metida atrás da outra. Minha pica tava inchadíssima, mas não queria gozar ainda. Tirei e chupei a pussy dela de novo até deixar limpinha. Virei ela de barriga pra cima e comecei a chupar aquelas tetinhas rosadas tão yummy. Abri a pussy com a pica e segurei na cintura dela, e zas, mais uma vez, uma atrás da outra na pussy dela, enquanto ela se masturbava o clitóris. Senti que era a hora do clímax e senti aquele estalo dos dois, e senti a pussy dela apertar e minha pica soltar jatos de gozo dentro. Gozamos juntos. Ela gemia igual uma porca, cada jato fazia as pernas dela tremerem. Deixei um pouco dentro e os dois com a respiração ofegante. Tirei devagar, apreciando como a pussy dela escorria gozo, e nós só rimos. Ela se virou e terminou de limpar minha pica. Depois disso, descansamos um pouco e continuamos até uma hora antes de... minha esposa chegou, limpamos tudo e fui comprar uma pílula porque não quero filhos agora. a gente fode sempre que dá, até no cu já meti. comprei lingerie e umas coisinhas pra usar quando der.
Pensar que ela tem cara de santa, mas é uma puta gostosa na cama, que só serve como brinquedo sexual. Hummm, olha essa foto que ela me mandou agora pouco.
Espero que tenham gostado do conto. Se quiserem mais, comentem e deixem seu +10. Se gostariam de ver alguma amiga, familiar, namorada, etc., num conto assim, me mandem mensagem e com prazer faço com fotos das suas putas, de preferência.
9 comentários - Minha enteada é uma puta