Descubriendo la otra cara del placer II

O medo e a lembrança do prazerRetomando a história anterior da minha iniciação com o Fito, vou contar que durante um bom tempo senti vergonha do que tinha acontecido e não quis vê-lo mais, apesar da insistência dele. Acho que ele tava com medo de que eu contasse pros meus pais o que rolou; no dia do meu aniversário, ele foi na casa dos meus pais e me trouxe um disco de vinil de presente; eu recebi envergonhado e disfarcei na frente deles. Depois de um tempo, ele me procurou de novo pra gente se ver, eu resistia, mas reconheço que direto me batia a vontade de sentir de novo o prazer que ele tinha me dado. Uma noite, cruzei com ele e ele me convidou pra acompanhá-lo no trabalho dele, já que ele trabalhava como telefonista noturno, e eu topei. Quando ele assumiu o turno, ficamos sozinhos no prédio inteiro, não tinha ninguém. Ficamos conversando, e ele me explicou como era o trabalho dele; o quarto tava na penumbra, só iluminado pelas luzinhas da central telefônica. O Fito deslizou a cadeira dele até a minha e começou a acariciar minhas pernas enquanto beijava meus lóbulos das orelhas, e o calor da respiração dele no meu ouvido e na minha nuca fez minha pele arrepiar. A lembrança do prazer gostoso explodiu na minha mente, e eu soube que não tinha mais volta, que eu ia me entregar de novo às carícias dele. Ele tirou minha camisa e começou a beijar meus mamilos, e as mãos peludas dele roçavam suavemente meu torso. Eu fiquei cheio de tesão e acabei cedendo ao pedido dele de me despir enquanto ele também tirava a roupa. Quando ficamos pelados, pude ver pela primeira vez o pau grosso dele ereto. Eu tava sentado, e ele chegou perto de pé, deixando o pinto perto do meu rosto, e aproximou ele dos meus lábios, e eu não resisti. Tímido, dei um beijo nele, e ele pediu pra eu colocar na minha boca e acariciar com a língua. Tinha um aroma gostoso, e eu não hesitei em fazer, desajeitado no começo, mas com um prazer crescente comecei a lamber a cabeça dele e chupar o pau grosso dele, o que arrancou gemidos de prazer dele, e eu adorei fazer isso. Tempo e, para minha decepção, ele pediu que a gente deitasse no chão. Me colocou de barriga pra cima, levantou minhas pernas e apoiou nos ombros dele, lubrificou meu cu e começou a brincadeira que me deixava louco, roçando a glande dele na minha buceta pulsante. Bem devagar, bem suave, começou a enfiar a pica dura dele, e eu sentia e curtia centímetro por centímetro como ele ia abrindo minha buceta. Começou um vai e vem lento que me levou às estrelas, enquanto eu gemia de prazer com aquele ardor gostoso que tomava meu corpo todo. Ficamos assim até que, devagar, ele tirou a pica, me deixando com um vazio frustrante. Ele deitou de barriga pra cima e pediu pra eu sentar no pau dele e enfiar eu mesmo, e eu topei na hora. A sensação de tesão e prazer que senti ao segurar com minhas próprias mãos a pica inchada dele e colocar na entrada do meu cu já dilatado, começando a descer bem devagar até enfiar tudo na minha buceta fogosa e ansiosa, sentir a pélvis dele me levou de volta às nuvens. Comecei a cavalgar na pica dele, que se enterrava nas minhas entranhas, me fazendo gemer de prazer. Naquele momento, entendi que tinha descoberto meu lado feminino de curtir uma pica linda, quente e grossa me penetrando. Fito disse que não aguentava mais e, pela segunda vez, me inundou com o leite dele enquanto eu também gozava na barriga dele e me deixei cair no peito dele. Quando comecei a deslizar pra fora do pau já mole dele, minha buceta ainda pulsava de tanto prazer, e eu senti o sêmen escorrendo pelas minhas nádegas. Não resisti à tentação de me tocar na buceta e espalhar a porra quente e pegajosa entre minhas pernas e nádegas. Ficamos conversando depois de nos limparmos. Fito dizia que adorava estar comigo, que me desvirginar o cu tinha dado muito prazer a ele. Essa conversa deixou ele duro de novo, e começamos toda a brincadeira de sedução e carícias que tanto me excitava. Estávamos sentados um de frente pro outro e não resisti à vontade de massagear o pau pau linda; peguei ela com as minhas mãos e comecei a acariciar, era uma delícia com aquelas veias grossas e a cabecinha rosada já lubrificada brilhando como se me convidasse pra beijar. Deslizei da cadeira e me ajoelhei entre as pernas dele e comecei a lamber devagar, aproveitando o gosto das gotinhas que iam saindo. Fito não aguentou e enfiou a pau dele até o fundo da minha garganta, o que me deu ânsia, mas também prazer de sentir o vai e vem da pele da pau na minha boca, e minha língua sedenta teve sua recompensa porque Fito despejou todo o esperma dele na minha boca, e foi tanta quantidade que escorreu pelos meus lábios. Saboreei infinitamente o esperma dele, engolindo tudo. Esse foi o começo de um relacionamento que durou muito tempo, e Fito foi o primeiro homem a me fazer sentir dele (porque era assim que eu me sentia com meu lado feminino descoberto); tenho lembranças lindas dessa iniciação com Fito e de vez em quando desejo poder reviver isso, o que já não é possível com ele. Os anos me revelaram como bissexual, porque sinto muito prazer também com mulheres, adoro comer uma buceta e minha fantasia era estar com uma mulher e um travesti pra aproveitar o prazer morbidamente gostoso de comer e ser comido, penetrar e ser penetrado. Depois conto outras aventuras, espero que essas histórias tenham agradado e, se sim, deixem seus comentários.

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