Oi... Nessa ocasião, vou contar pra vocês a experiência que tive com o chefe da minha ex-mulher. A Maria trabalhava como secretária do dono de uma empresa de transporte, o Carlos. O chefe dela era um cara de uns cinquenta anos, solteiro. Eu não sabia muito mais do que isso, além de algum comentário ou outro que ela me contava de vez em quando.
Uma vez, a empresa fez uma festa de fim de ano e fui convidado pra participar do evento junto com minha parceira. Aí pude conhecê-lo pessoalmente. Dá pra dizer que o Carlos não era um tipo chamativo. Era um cara de 1,80m, moreno de cama solar, grisalho. O que me chamou a atenção mesmo era que ele tinha uma voz muito grossa e as mãos exageradamente grandes, com os dedos bem longos e grossos. Isso me fez pensar internamente: se as mãos dele eram assim, nem queria imaginar o pau.
O Carlos se mostrou simpático comigo a noite toda e a gente tinha quebrado o gelo. Ele era um cara de boa situação financeira e se dava ao luxo de viajar pro exterior a cada dois meses, então tinha boas histórias e virou um companheiro de conversa. Na maior parte da noite, inclusive, minha mulher foi dançar e beber com os colegas e me deixou sozinho com o Carlos. Isso não me incomodou nem um pouco, já que eu considerava que a festa era deles e eu estava de penetra. Acho que o Carlos deve ter sentido algo parecido, porque também não se levantou da mesa que a gente compartilhava.
Antes da noite acabar, o Carlos me passou o número dele e me propôs a gente se encontrar um dia pra jogar pádel. Naquela semana, minha mulher me contou que o Carlos tinha perguntado por mim, já que eu não tinha mandado mensagem. Então, depois de uns dias, eu mandei uma mensagem pra ele e marcamos de nos ver uma tarde pra jogar. Como escolhemos uma quadra que ficava perto de casa, o Carlos se ofereceu pra passar me buscar e irmos juntos no carro dele.
Ele chegou no Audi dele, último modelo, e fomos pra quadra. Jogamos uma hora e depois fomos pros vestiários tomar um banho pra, em seguida, ir ao bar do clube tomar alguma coisa pra nos refrescar. No vestiário, pude... Notei que o Carlos tinha se mantido muito bem, com um peito firme e o abdômen ainda definido. Percebi que ele também me examinou um pouco e, fazendo-me de desentendido, tentei espiar o pau dele por cima da toalha, mas não consegui ver muito. Depois do banho, fomos ao bar e pedimos umas cervejas. Entre uma conversa e outra, o tempo foi passando.
Em certo momento, a conversa virou para o lado das mulheres e essas coisas. Ele disse que minha mulher era muito linda e que eu devia estar satisfeito no sexo (se ele soubesse, pensei comigo). Eu respondi que ele provavelmente se saía melhor, já que, com sua boa situação e o físico em dia, as mulheres deviam chover para ele. Ele respondeu que não tinha problemas nesse sentido, mas que, na verdade, estava interessado em explorar outros caminos naquela altura da vida.
Depois de algumas cervejas, decidimos que era hora de voltar e fomos até o carro dele. Ao entrar, retomamos a conversa sobre sexo e, aproveitando o momento, perguntei quais caminos ele estava interessado em explorar, já que aquilo me interessava muito. Ele então parou o carro num parque que ficava a meio caminho e, apoiando a mão na minha coxa e me encarando fixamente, disse com sua voz rouca e masculina que preferia ficar com homens. Sem hesitar, se aproximou e me deu um beijo apaixonado.
Vendo que eu não ofereci resistência, ele começou a enfiar a língua fundo na minha garganta. Tinha uma língua grossa e áspera que eu chupava de vez em quando. O beijo foi esquentando e notei que ele tinha metido a mão por baixo do meu short e estava acariciando minha bunda com força. Por minha vez, soltei a calça dele e deixei seu pau pular para fora – era uma linguiça bem preta e grossa, acho que uns 18x6, que comecei a masturbar suavemente. Puxava a pele bem para baixo e subia apertando a grande cabeça roxa. Ele beijava meu pescoço e eu aproveitava para admirar aquele mastro de carne. dar umas boenas cuspida pra lubrificar. Carlos abaixou a calça toda e recuou o banco, deixando claro que queria que eu chupasse ele. Eu só levei minha boca até o pau dele, mas antes parei nas bolas e notei como estavam cheias e inchadas. Lambi de leve e percorri com a língua todo o tronco até chegar na cabeça. Chupei o pau dele suavemente enquanto não parava de apertar as bolas, e depois de um tempo ele explodiu na minha boca com um jato forte de porra bem grossa. Tirei o pau da boca e fiquei observando como ele pulsava, dando cabeçadas pro teto, mas já sem soltar mais porra. Carlos se levantou, me beijou de novo e percebeu que meu pau ainda estava duro. Aí ele tirou minha calça e começou a me punhetar. Levou o dedo do meio à minha boca e eu chupei pra lubrificar. Ele começou a introduzir no meu cu, me dando um massageamento de próstata que me fez gozar quase na hora, enchendo meu próprio peito de porra que Carlos se encarregou de limpar com a língua sem deixar nenhum vestígio. A partir daí nasceu uma amizade gostosa com Carlos. Não foram muitos encontros, mas todos foram igualmente intensos.
Uma vez, a empresa fez uma festa de fim de ano e fui convidado pra participar do evento junto com minha parceira. Aí pude conhecê-lo pessoalmente. Dá pra dizer que o Carlos não era um tipo chamativo. Era um cara de 1,80m, moreno de cama solar, grisalho. O que me chamou a atenção mesmo era que ele tinha uma voz muito grossa e as mãos exageradamente grandes, com os dedos bem longos e grossos. Isso me fez pensar internamente: se as mãos dele eram assim, nem queria imaginar o pau.
O Carlos se mostrou simpático comigo a noite toda e a gente tinha quebrado o gelo. Ele era um cara de boa situação financeira e se dava ao luxo de viajar pro exterior a cada dois meses, então tinha boas histórias e virou um companheiro de conversa. Na maior parte da noite, inclusive, minha mulher foi dançar e beber com os colegas e me deixou sozinho com o Carlos. Isso não me incomodou nem um pouco, já que eu considerava que a festa era deles e eu estava de penetra. Acho que o Carlos deve ter sentido algo parecido, porque também não se levantou da mesa que a gente compartilhava.
Antes da noite acabar, o Carlos me passou o número dele e me propôs a gente se encontrar um dia pra jogar pádel. Naquela semana, minha mulher me contou que o Carlos tinha perguntado por mim, já que eu não tinha mandado mensagem. Então, depois de uns dias, eu mandei uma mensagem pra ele e marcamos de nos ver uma tarde pra jogar. Como escolhemos uma quadra que ficava perto de casa, o Carlos se ofereceu pra passar me buscar e irmos juntos no carro dele.
Ele chegou no Audi dele, último modelo, e fomos pra quadra. Jogamos uma hora e depois fomos pros vestiários tomar um banho pra, em seguida, ir ao bar do clube tomar alguma coisa pra nos refrescar. No vestiário, pude... Notei que o Carlos tinha se mantido muito bem, com um peito firme e o abdômen ainda definido. Percebi que ele também me examinou um pouco e, fazendo-me de desentendido, tentei espiar o pau dele por cima da toalha, mas não consegui ver muito. Depois do banho, fomos ao bar e pedimos umas cervejas. Entre uma conversa e outra, o tempo foi passando.
Em certo momento, a conversa virou para o lado das mulheres e essas coisas. Ele disse que minha mulher era muito linda e que eu devia estar satisfeito no sexo (se ele soubesse, pensei comigo). Eu respondi que ele provavelmente se saía melhor, já que, com sua boa situação e o físico em dia, as mulheres deviam chover para ele. Ele respondeu que não tinha problemas nesse sentido, mas que, na verdade, estava interessado em explorar outros caminos naquela altura da vida.
Depois de algumas cervejas, decidimos que era hora de voltar e fomos até o carro dele. Ao entrar, retomamos a conversa sobre sexo e, aproveitando o momento, perguntei quais caminos ele estava interessado em explorar, já que aquilo me interessava muito. Ele então parou o carro num parque que ficava a meio caminho e, apoiando a mão na minha coxa e me encarando fixamente, disse com sua voz rouca e masculina que preferia ficar com homens. Sem hesitar, se aproximou e me deu um beijo apaixonado.
Vendo que eu não ofereci resistência, ele começou a enfiar a língua fundo na minha garganta. Tinha uma língua grossa e áspera que eu chupava de vez em quando. O beijo foi esquentando e notei que ele tinha metido a mão por baixo do meu short e estava acariciando minha bunda com força. Por minha vez, soltei a calça dele e deixei seu pau pular para fora – era uma linguiça bem preta e grossa, acho que uns 18x6, que comecei a masturbar suavemente. Puxava a pele bem para baixo e subia apertando a grande cabeça roxa. Ele beijava meu pescoço e eu aproveitava para admirar aquele mastro de carne. dar umas boenas cuspida pra lubrificar. Carlos abaixou a calça toda e recuou o banco, deixando claro que queria que eu chupasse ele. Eu só levei minha boca até o pau dele, mas antes parei nas bolas e notei como estavam cheias e inchadas. Lambi de leve e percorri com a língua todo o tronco até chegar na cabeça. Chupei o pau dele suavemente enquanto não parava de apertar as bolas, e depois de um tempo ele explodiu na minha boca com um jato forte de porra bem grossa. Tirei o pau da boca e fiquei observando como ele pulsava, dando cabeçadas pro teto, mas já sem soltar mais porra. Carlos se levantou, me beijou de novo e percebeu que meu pau ainda estava duro. Aí ele tirou minha calça e começou a me punhetar. Levou o dedo do meio à minha boca e eu chupei pra lubrificar. Ele começou a introduzir no meu cu, me dando um massageamento de próstata que me fez gozar quase na hora, enchendo meu próprio peito de porra que Carlos se encarregou de limpar com a língua sem deixar nenhum vestígio. A partir daí nasceu uma amizade gostosa com Carlos. Não foram muitos encontros, mas todos foram igualmente intensos.
6 comentários - Con el Jefe de ella..
te dejo diez puntos