Olá, antes de tudo, meus queridos amigos do P! Como introdução, vou contar que hoje, depois de muito tempo, resolvi colocar em um relato minha grande fantasia, aquela que acho que muitos de nós têm na cabeça e invejamos quem realiza, e ainda mais quem compartilha nessa comunidade linda pra alimentar nosso tesão. Minha grande fantasia é ver minha mulher dar pra outro, é algo que me tira do sério, muitas vezes quando penso nisso fico com um tesão difícil de controlar. Espero que com o tempo eu consiga convencê-la de vez e que ela tope realizar isso comigo.
Hoje vou relatar uma situação em que pensei mais de uma vez. Mesmo tendo uma vida sexual muito ativa juntos, esses pensamentos sempre rondam minha mente. Bom, vou contar a história como se fosse verdade, e posso garantir que vou terminar isso com uma ereção violenta enquanto escrevo, e não posso garantir que não vou acabar me tocando com essas imagens na cabeça. Sem mais delongas, com vocês, meu grande tesão...
Depois de muito conversar sobre o assunto, sobre meu grande tesão de vê-la com outra pessoa, ela topou pelo menos conversar por chat ou WhatsApp com alguém, como uma forma de busca. Isso já era uma luz no fim do túnel pra mim. De certa forma, eu tinha medo, como das outras vezes, de que não rolasse nada, igual tinha acontecido antes, quando ela dizia que não encontrava ninguém interessante nem pra conversar.
Os dias seguintes passaram sem novidades, e eu já estava perdendo as esperanças de novo, quando um dia, ao voltar do trabalho, vejo ela conversando no WhatsApp com alguém. Um cara alto, moreno, de 29 anos, um ano mais velho que ela, que tem 28. Bem apessoado, não magro, mas também não gordinho nem cheinho, mais corpulento, digamos, grandalhão. Mais ou menos da minha altura, eu tenho 1,83m, no geral maior que ela, que só tem 1,56m. Eles estavam tendo uma conversa tranquila, ela me mostrou. Nada demais, onde ele contava que era policial, e aí lembrei do gosto dela por uniformizados, e isso me... Esquentou, mas a conversa não passava de um papo simples com um desconhecido. Os dias foram passando e eles continuaram conversando, até que um dia ela me mostrou sobre o que estavam falando. O cara elogiava as fotos que tinham trocado antes, fotos normais, só pra se conhecerem, e pedia se ela tinha mais fotos dela, até algumas mais leves de roupa. Com essas palavras, todo mundo já sabe que ele tava atrás do pack dela, hehe. Mas ela, sempre tão envergonhada, lembrava ele que era casada e que não topava isso. E mais, acabou contando pra ele que só começou a conversar porque eu tinha pedido pra ela procurar alguém, digamos assim, pra realizar minha grande tara. Ela contou a história das minhas fantasias de vê-la com outro, e que ela não se sentia confortável com a ideia e tudo mais.
A conversa começou a ficar interessante. Esse cara, o Omar, dizia pra ela que nem toda mulher tem a chance de conhecer outras pessoas com o aval do parceiro e coisas assim, meio que incentivando ela. Ele perguntava coisas como o que ela gostaria, e ela respondia que não fazia ideia, que nunca tinha imaginado porque achava que nunca teria coragem. Isso foi como um balde de água fria, mas a conversa continuou. Omar até a convidou pra sair com ele, mas ela recusou. Assim foram ganhando cada vez mais confiança, e até eu comecei a gostar do Omar.
Os dias passaram sem grandes novidades. Omar conquistou a confiança dela ao respeitar as respostas dela nas mensagens. Até que um dia ela me disse: "Naty, ele nos convidou pro apartamento dele pra tomar algo e nos conhecermos. Eu simpatizei com ele, e nós com ele também. Ele contou que tentou fazer um ménage com a ex algumas vezes, mas nunca rolou, e tal. E nos convidou pra tomar algo, conversar e nos conhecermos." Com isso, eu me enchi de esperança de que no futuro poderia rolar algo... Então topei sem mais delongas.
Chegou o fim de semana. O sábado em questão passou sem nada fora do normal. À noite, ela foi tomar banho. pra se preparar, e quando ela saiu do banheiro eu entrei pra tomar banho, quando saí vi ela se vestindo, colocou uma calça jeans preta que marca muito bem a bunda enorme dela e uma camiseta não muito decotada mas tava muito gostosa, ela tava usando um conjunto de calcinha fio dental fúcsia que entrava na bunda dela e deixava ela com cara de puta e o sutiã do mesmo conjunto que levantava e deixava mais à mostra os peitos gostosos dela, até fiquei de pau duro vendo ela se trocar, ela percebeu e me olhou e disse, quando voltar você pode tirar tudo de mim, respondi só quando voltar? E ela disse, que estranho você... Não se iluda que não vai rolar nada fora do normal hoje, só vamos conhecer um amigo, te conheço e não quero mal-entendidos... Isso me broxou e jogou fora qualquer ilusão ou ideia que tinha passado pela minha cabeça. Saímos de casa e a viagem foi super normal, ela ficava trocando mensagem com ele e passou a localização, quando chegamos ela avisou que estávamos perto e ele nos esperava na porta, chegamos umas 12:30 mais ou menos, nos cumprimentamos, não pude evitar perceber como ele olhou pra Naty, quase fez um raio-x com o olhar, ele nos convidou pra entrar, já tinha uma cerveja na mesa enquanto ouvia música, nos ofereceu uma cerveja pra cada e começou uma conversa que cobriu todos os assuntos possíveis e imagináveis, mas sem tocar em nada de sexo ou algo parecido, as cervejas iam e vinham, em um momento até fomos comprar mais dois packs de latas, já eram umas quatro e meia da manhã, fiquei surpreso que Naty ainda continuava bebendo com a gente, já que ela não bebe muito... Eu de vez em quando olhava pra eles e eles tinham uma conversa muito fluida, já dava pra ver os efeitos do álcool em Naty e acho que isso ajudou muito a desinibir ela um pouco, em um momento, enquanto estávamos na sala, Omar foi ao banheiro e eu perguntei pra Naty e aí, o que tá rolando? Ela respondeu o que tá rolando o quê? Falei você tá muito solta com ele e parece que você gosta dele, e ele não tira os olhos de você, ela sem mais nem menos negou e me disse Diz que será que você tá com ciúmes? Enquanto se ajoelha no sofá e me dá um beijo do caralho, me agarrando a pica, isso me fez ter uma ereção na hora. Quando ela percebeu, falou: "Tá vendo que você gosta..." Nesse momento, cortando a conversinha com a Naty, a gente ouve o Omar falando: "Ei, não contem dinheiro na frente dos pobres, não vale ficar comendo na frente de quem não tem nem um osso pra roer." Ele voltava do banheiro enquanto falava isso, e a gente nem tinha percebido. A Naty ficou vermelha e sentou de novo no sofá, quase sem saber o que dizer. Eu respondi: "Pô, Omar, é que essa filha da puta me deixa louco, ou você vai me dizer que ela não é uma gostosa?" Ele olhou pra ela, e a Naty não sabia onde se meter. E ele respondeu: "Verdade, parabéns pela sua mulher." Nisso, ele foi buscar mais cervejas, falando: "Vou pegar mais cervejas, se quiserem, avisem, e deixo vocês um tempinho sozinhos, hahaha, mas pelo menos gostaria de ver a cena." Eu ri e falei que não tinha problema, a questão é se a Naty toparia. A Naty riu meio sem graça. Assim que ele saiu da nossa vista, agarrei a Naty, dei um beijo foda nela e falei: "Viu como ele tá doido por você?" Passei a mão na buceta dela, e ela não negou. Falei: "Viu que você também gosta da situação?" Ela não teve tempo de responder, porque o Omar voltou na hora, falando: "Começaram de novo?" entre risadas. Eu falei: "Quer tocar também ou beijar ela também?" A Naty me olhou surpresa, mas não negou em nenhum momento. Ele, nem lerdo nem preguiçoso, falou que sim na hora e sentou do lado da Naty. Ela virou pra olhar ele, e ele comeu a boca dela. Eu abri uma lata de cerveja e fiquei contemplando a cena. Eles se beijaram gostoso, e ele começou a tocar ela. Primeiro abraçou, passou as mãos pelas costas dela e começou a descer até os quadris. A Naty só se deixava levar. Ele começou a descer os beijos até o pescoço dela, e as mãos dele pelos muslos dela. Dava pra ver que a Naty tava gostando, porque ela só se deixava fazer. E nisso, quando... Apertou as coxas e soltou um gemido baixinho. Ele aproveitou, puxou os peitos dela pra fora da camiseta e começou a beijar e lamber, enquanto com a mão amassava a bunda da Naty, apertava e acariciava. Naty começou a apertar e apalpar a própria virilha e viu um volume imenso na calça do Omar. Eu só observava tudo com uma ereção que ia explodir minha calça, era excitante demais, morria de vontade de tirar a pica e começar a bater uma naquela hora, mas me contentei em terminar minha cerveja e acender um cigarro. Ele continuava vidrado nos peitos dela feito um cordeiro mamando, e passou a mão da bunda dela pra pussy, com o que Naty soltou um gemido e se acomodou no sofá, se apoiando de costas no encosto, mas sem parar de acariciar aquele volume enorme na calça do Omar. Ele desabotoou a calça dela e enfiou a mão por baixo, ela começou a gemer, dava pra ver que ele sabia como tocar e esquentar uma mulher. Eu abri outra latinha de cerveja e via os dois super tarados. Naty se levantou e empurrou Omar de costas pro sofá, ele só se acomodou com o braço no encosto e Naty foi direto desabotoar aquela calça que guardava aquele volume enorme que estávamos prestes a ver. Quando ela puxou a calça, na cueca já dava pra notar, mas mal baixou a cueca, uma pica grande e grossa saltou, apontando direto pro rosto dela. Ela olhou e começou a acariciar com a mão, começou a bater uma pra ele e ele curtia. Dava pra ver a surpresa na cara da Naty, era maior que a minha, talvez não tão grossa, mas bem mais comprida. Ela começou a chupar, tentava enfiar tudo na boca, mas era impossível, não entrava nem metade. Ela chupava como uma expert, sempre foi muito boa nisso, e Omar curtia ao máximo. Ficou assim por um tempo. Num momento, Omar começou a gemer como se fosse gozar, Naty então parou de chupar, se virou e me olhou. Eu não aguentava mais de tesão que tava... Ela se levantou e se jogou em cima de mim. Sobre mim e me beija de um jeito único, isso me deixou louco, enquanto me beijava, ela apalpava os peitos dela, tava muito excitada, gemia de prazer. Num momento, enquanto a gente se beijava, sinto que ela se abaixa um pouco mais e o beijo fica entrecortado pelos gemidos dela. Quando olhei, vi que, sem eu perceber, quando ela se abaixou pra me beijar, o Omar não perdeu tempo e começou a baixar a calça dela, e quando ela se abaixou mais foi pra dar uma posição melhor pra ele penetrar ela. Os gemidos entrecortados da Naty eram porque o Omar tava atrás dela empurrando o pauzão dele dentro da buceta molhada dela. Essa situação me deixou ainda mais tesudo. A Naty começou a apalpar meu pau, tirou ele da calça e começou a me masturbar sem parar de me beijar. Ela gemia igual uma louca, adorava como o Omar comia ela com aquele pauzão. Ela se abaixou ainda mais, empinando mais aquele rabo lindo, dando espaço pro Omar enfiar mais fundo... E ela meteu meu pau na boca. Não demorou muito e eu sentia as estocadas do Omar fazendo a Naty enfiar e tirar meu pau da boca dela, assim até que eu enchi a boca dela de porra, gozei dentro da boca dela... Era tesão demais o que eu tava sentindo. A Naty, naquele momento, soltou um gemido forte e se deixou cair em cima de mim, tinha tido um orgasmo como nunca antes. Ela, que odiava que gozassem na boca dela, se deixou levar e continuou chupando e lambendo meu pau, até deixar ele quase limpinho. Levantei pra ir até o banheiro, e o Omar saiu de trás dela pra sentar no sofá. Quando voltei do banheiro, vejo a Naty em cima dele. Sem perder tempo, quando ele sentou, ela subiu em cima pra cavalgar aquela majestosa pica que tava dando tanto prazer pra ela. O Omar segurava a bunda dela, apertava e acariciava, ajudando ela a manter o ritmo de uma cavalgada que, pelos gemidos da Naty, tava levando ela perto de um novo orgasmo... Ver aquela imagem fez eu ter outra ereção rapidinho. Ele chupava os peitos dela enquanto ela se levantava e se deixava cair de novo, enfiando tudo na buceta molhada dela. Buceta, me sentei pra ver aquela cena linda que tanto me excitava, o Omar tava quase gozando, ouvi ele falar, mas a Naty ignorou e continuou com a rebolada, até que eu ouvi ela soltar um gemido gostoso, dando início a outro orgasmo enorme. Ela desabou em cima dele, mas o tesão venceu o Omar, e ele moveu ela com as mãos pela bunda pra, em mais dois ou três movimentos da Naty, soltar o orgasmo explodindo dentro dela. A Naty desceu de cima dele, e eu vi a camisinha que o Omar tava usando, inchada na ponta de tanta porra que ele tinha soltado. Ele foi pro banheiro se lavar, e eu me joguei em cima da Naty pra beijar ela enquanto ela ainda tava recuperando o fôlego. Ela começou a me apalpar, e eu já tava com o pau no limite, então ali mesmo coloquei ela de quatro no sofá e comecei a meter sem parar, sentindo toda a buceta molhada e bem aberta. Foi um ritmo feroz, do tesão que ela tava, ela começou a gemer de novo e, depois de um tempo, comecei a sentir umas contrações na buceta dela, e ela gemia mais forte, tendo um novo orgasmo. Isso me fez explodir dentro dela, deixando toda a minha porra lá dentro... Ela se deixou cair no sofá, e eu sentei do lado dela. A gente se beijou e ficou uns minutos abraçados. A gente ouvia o chuveiro, era o Omar se lavando. Eu fui me trocar, e ela pegou a roupa dela. Quando o Omar saiu do banho, ela entrou, se limpou e se trocou. Quando ela saiu, eu tava fumando um baseado no sofá com o Omar. Ele falou que tinha tido uma noite incrível e agradeceu a gente. Eu agradeci ele. Quando a Naty saiu, ele fez a mesma coisa, e a Naty também disse que tinha se divertido muito. Depois de uns minutos, a gente se despediu e combinou de se ver de novo algum dia. A gente foi embora, e no carro eu perguntei pra Naty se ela tinha gostado. Ela me abraçou, me deu um beijo e agradeceu por eu deixar ela fazer aquilo, disse que tinha sido muito bom, mas que tava se sentindo culpada. Perguntei por quê, e ela disse que tinha ficado com outra pessoa e não se sentia muito confortável com isso, mas que... Mais ela tinha que ter gostado e que deu vontade de fazer de novo. Eu disse que no começo foi tudo ideia minha, e que eu curti tanto quanto ou até mais que ela, que a gente podia fazer quando ela quisesse, só não escondido. Ela falou que não tinha nada melhor do que fazer comigo estando com ela, me beijou e ficou recostada no meu ombro, me abraçando enquanto eu dirigia de volta pra casa. Fim.
Aqui deixei registrada minha grande fantasia e tesão, espero que tenham gostado e deixem seus comentários, seja pra criticar, elogiar ou dar sugestões pra próximos posts. Valeu, comunidade P!
Hoje vou relatar uma situação em que pensei mais de uma vez. Mesmo tendo uma vida sexual muito ativa juntos, esses pensamentos sempre rondam minha mente. Bom, vou contar a história como se fosse verdade, e posso garantir que vou terminar isso com uma ereção violenta enquanto escrevo, e não posso garantir que não vou acabar me tocando com essas imagens na cabeça. Sem mais delongas, com vocês, meu grande tesão...
Depois de muito conversar sobre o assunto, sobre meu grande tesão de vê-la com outra pessoa, ela topou pelo menos conversar por chat ou WhatsApp com alguém, como uma forma de busca. Isso já era uma luz no fim do túnel pra mim. De certa forma, eu tinha medo, como das outras vezes, de que não rolasse nada, igual tinha acontecido antes, quando ela dizia que não encontrava ninguém interessante nem pra conversar.
Os dias seguintes passaram sem novidades, e eu já estava perdendo as esperanças de novo, quando um dia, ao voltar do trabalho, vejo ela conversando no WhatsApp com alguém. Um cara alto, moreno, de 29 anos, um ano mais velho que ela, que tem 28. Bem apessoado, não magro, mas também não gordinho nem cheinho, mais corpulento, digamos, grandalhão. Mais ou menos da minha altura, eu tenho 1,83m, no geral maior que ela, que só tem 1,56m. Eles estavam tendo uma conversa tranquila, ela me mostrou. Nada demais, onde ele contava que era policial, e aí lembrei do gosto dela por uniformizados, e isso me... Esquentou, mas a conversa não passava de um papo simples com um desconhecido. Os dias foram passando e eles continuaram conversando, até que um dia ela me mostrou sobre o que estavam falando. O cara elogiava as fotos que tinham trocado antes, fotos normais, só pra se conhecerem, e pedia se ela tinha mais fotos dela, até algumas mais leves de roupa. Com essas palavras, todo mundo já sabe que ele tava atrás do pack dela, hehe. Mas ela, sempre tão envergonhada, lembrava ele que era casada e que não topava isso. E mais, acabou contando pra ele que só começou a conversar porque eu tinha pedido pra ela procurar alguém, digamos assim, pra realizar minha grande tara. Ela contou a história das minhas fantasias de vê-la com outro, e que ela não se sentia confortável com a ideia e tudo mais.
A conversa começou a ficar interessante. Esse cara, o Omar, dizia pra ela que nem toda mulher tem a chance de conhecer outras pessoas com o aval do parceiro e coisas assim, meio que incentivando ela. Ele perguntava coisas como o que ela gostaria, e ela respondia que não fazia ideia, que nunca tinha imaginado porque achava que nunca teria coragem. Isso foi como um balde de água fria, mas a conversa continuou. Omar até a convidou pra sair com ele, mas ela recusou. Assim foram ganhando cada vez mais confiança, e até eu comecei a gostar do Omar.
Os dias passaram sem grandes novidades. Omar conquistou a confiança dela ao respeitar as respostas dela nas mensagens. Até que um dia ela me disse: "Naty, ele nos convidou pro apartamento dele pra tomar algo e nos conhecermos. Eu simpatizei com ele, e nós com ele também. Ele contou que tentou fazer um ménage com a ex algumas vezes, mas nunca rolou, e tal. E nos convidou pra tomar algo, conversar e nos conhecermos." Com isso, eu me enchi de esperança de que no futuro poderia rolar algo... Então topei sem mais delongas.
Chegou o fim de semana. O sábado em questão passou sem nada fora do normal. À noite, ela foi tomar banho. pra se preparar, e quando ela saiu do banheiro eu entrei pra tomar banho, quando saí vi ela se vestindo, colocou uma calça jeans preta que marca muito bem a bunda enorme dela e uma camiseta não muito decotada mas tava muito gostosa, ela tava usando um conjunto de calcinha fio dental fúcsia que entrava na bunda dela e deixava ela com cara de puta e o sutiã do mesmo conjunto que levantava e deixava mais à mostra os peitos gostosos dela, até fiquei de pau duro vendo ela se trocar, ela percebeu e me olhou e disse, quando voltar você pode tirar tudo de mim, respondi só quando voltar? E ela disse, que estranho você... Não se iluda que não vai rolar nada fora do normal hoje, só vamos conhecer um amigo, te conheço e não quero mal-entendidos... Isso me broxou e jogou fora qualquer ilusão ou ideia que tinha passado pela minha cabeça. Saímos de casa e a viagem foi super normal, ela ficava trocando mensagem com ele e passou a localização, quando chegamos ela avisou que estávamos perto e ele nos esperava na porta, chegamos umas 12:30 mais ou menos, nos cumprimentamos, não pude evitar perceber como ele olhou pra Naty, quase fez um raio-x com o olhar, ele nos convidou pra entrar, já tinha uma cerveja na mesa enquanto ouvia música, nos ofereceu uma cerveja pra cada e começou uma conversa que cobriu todos os assuntos possíveis e imagináveis, mas sem tocar em nada de sexo ou algo parecido, as cervejas iam e vinham, em um momento até fomos comprar mais dois packs de latas, já eram umas quatro e meia da manhã, fiquei surpreso que Naty ainda continuava bebendo com a gente, já que ela não bebe muito... Eu de vez em quando olhava pra eles e eles tinham uma conversa muito fluida, já dava pra ver os efeitos do álcool em Naty e acho que isso ajudou muito a desinibir ela um pouco, em um momento, enquanto estávamos na sala, Omar foi ao banheiro e eu perguntei pra Naty e aí, o que tá rolando? Ela respondeu o que tá rolando o quê? Falei você tá muito solta com ele e parece que você gosta dele, e ele não tira os olhos de você, ela sem mais nem menos negou e me disse Diz que será que você tá com ciúmes? Enquanto se ajoelha no sofá e me dá um beijo do caralho, me agarrando a pica, isso me fez ter uma ereção na hora. Quando ela percebeu, falou: "Tá vendo que você gosta..." Nesse momento, cortando a conversinha com a Naty, a gente ouve o Omar falando: "Ei, não contem dinheiro na frente dos pobres, não vale ficar comendo na frente de quem não tem nem um osso pra roer." Ele voltava do banheiro enquanto falava isso, e a gente nem tinha percebido. A Naty ficou vermelha e sentou de novo no sofá, quase sem saber o que dizer. Eu respondi: "Pô, Omar, é que essa filha da puta me deixa louco, ou você vai me dizer que ela não é uma gostosa?" Ele olhou pra ela, e a Naty não sabia onde se meter. E ele respondeu: "Verdade, parabéns pela sua mulher." Nisso, ele foi buscar mais cervejas, falando: "Vou pegar mais cervejas, se quiserem, avisem, e deixo vocês um tempinho sozinhos, hahaha, mas pelo menos gostaria de ver a cena." Eu ri e falei que não tinha problema, a questão é se a Naty toparia. A Naty riu meio sem graça. Assim que ele saiu da nossa vista, agarrei a Naty, dei um beijo foda nela e falei: "Viu como ele tá doido por você?" Passei a mão na buceta dela, e ela não negou. Falei: "Viu que você também gosta da situação?" Ela não teve tempo de responder, porque o Omar voltou na hora, falando: "Começaram de novo?" entre risadas. Eu falei: "Quer tocar também ou beijar ela também?" A Naty me olhou surpresa, mas não negou em nenhum momento. Ele, nem lerdo nem preguiçoso, falou que sim na hora e sentou do lado da Naty. Ela virou pra olhar ele, e ele comeu a boca dela. Eu abri uma lata de cerveja e fiquei contemplando a cena. Eles se beijaram gostoso, e ele começou a tocar ela. Primeiro abraçou, passou as mãos pelas costas dela e começou a descer até os quadris. A Naty só se deixava levar. Ele começou a descer os beijos até o pescoço dela, e as mãos dele pelos muslos dela. Dava pra ver que a Naty tava gostando, porque ela só se deixava fazer. E nisso, quando... Apertou as coxas e soltou um gemido baixinho. Ele aproveitou, puxou os peitos dela pra fora da camiseta e começou a beijar e lamber, enquanto com a mão amassava a bunda da Naty, apertava e acariciava. Naty começou a apertar e apalpar a própria virilha e viu um volume imenso na calça do Omar. Eu só observava tudo com uma ereção que ia explodir minha calça, era excitante demais, morria de vontade de tirar a pica e começar a bater uma naquela hora, mas me contentei em terminar minha cerveja e acender um cigarro. Ele continuava vidrado nos peitos dela feito um cordeiro mamando, e passou a mão da bunda dela pra pussy, com o que Naty soltou um gemido e se acomodou no sofá, se apoiando de costas no encosto, mas sem parar de acariciar aquele volume enorme na calça do Omar. Ele desabotoou a calça dela e enfiou a mão por baixo, ela começou a gemer, dava pra ver que ele sabia como tocar e esquentar uma mulher. Eu abri outra latinha de cerveja e via os dois super tarados. Naty se levantou e empurrou Omar de costas pro sofá, ele só se acomodou com o braço no encosto e Naty foi direto desabotoar aquela calça que guardava aquele volume enorme que estávamos prestes a ver. Quando ela puxou a calça, na cueca já dava pra notar, mas mal baixou a cueca, uma pica grande e grossa saltou, apontando direto pro rosto dela. Ela olhou e começou a acariciar com a mão, começou a bater uma pra ele e ele curtia. Dava pra ver a surpresa na cara da Naty, era maior que a minha, talvez não tão grossa, mas bem mais comprida. Ela começou a chupar, tentava enfiar tudo na boca, mas era impossível, não entrava nem metade. Ela chupava como uma expert, sempre foi muito boa nisso, e Omar curtia ao máximo. Ficou assim por um tempo. Num momento, Omar começou a gemer como se fosse gozar, Naty então parou de chupar, se virou e me olhou. Eu não aguentava mais de tesão que tava... Ela se levantou e se jogou em cima de mim. Sobre mim e me beija de um jeito único, isso me deixou louco, enquanto me beijava, ela apalpava os peitos dela, tava muito excitada, gemia de prazer. Num momento, enquanto a gente se beijava, sinto que ela se abaixa um pouco mais e o beijo fica entrecortado pelos gemidos dela. Quando olhei, vi que, sem eu perceber, quando ela se abaixou pra me beijar, o Omar não perdeu tempo e começou a baixar a calça dela, e quando ela se abaixou mais foi pra dar uma posição melhor pra ele penetrar ela. Os gemidos entrecortados da Naty eram porque o Omar tava atrás dela empurrando o pauzão dele dentro da buceta molhada dela. Essa situação me deixou ainda mais tesudo. A Naty começou a apalpar meu pau, tirou ele da calça e começou a me masturbar sem parar de me beijar. Ela gemia igual uma louca, adorava como o Omar comia ela com aquele pauzão. Ela se abaixou ainda mais, empinando mais aquele rabo lindo, dando espaço pro Omar enfiar mais fundo... E ela meteu meu pau na boca. Não demorou muito e eu sentia as estocadas do Omar fazendo a Naty enfiar e tirar meu pau da boca dela, assim até que eu enchi a boca dela de porra, gozei dentro da boca dela... Era tesão demais o que eu tava sentindo. A Naty, naquele momento, soltou um gemido forte e se deixou cair em cima de mim, tinha tido um orgasmo como nunca antes. Ela, que odiava que gozassem na boca dela, se deixou levar e continuou chupando e lambendo meu pau, até deixar ele quase limpinho. Levantei pra ir até o banheiro, e o Omar saiu de trás dela pra sentar no sofá. Quando voltei do banheiro, vejo a Naty em cima dele. Sem perder tempo, quando ele sentou, ela subiu em cima pra cavalgar aquela majestosa pica que tava dando tanto prazer pra ela. O Omar segurava a bunda dela, apertava e acariciava, ajudando ela a manter o ritmo de uma cavalgada que, pelos gemidos da Naty, tava levando ela perto de um novo orgasmo... Ver aquela imagem fez eu ter outra ereção rapidinho. Ele chupava os peitos dela enquanto ela se levantava e se deixava cair de novo, enfiando tudo na buceta molhada dela. Buceta, me sentei pra ver aquela cena linda que tanto me excitava, o Omar tava quase gozando, ouvi ele falar, mas a Naty ignorou e continuou com a rebolada, até que eu ouvi ela soltar um gemido gostoso, dando início a outro orgasmo enorme. Ela desabou em cima dele, mas o tesão venceu o Omar, e ele moveu ela com as mãos pela bunda pra, em mais dois ou três movimentos da Naty, soltar o orgasmo explodindo dentro dela. A Naty desceu de cima dele, e eu vi a camisinha que o Omar tava usando, inchada na ponta de tanta porra que ele tinha soltado. Ele foi pro banheiro se lavar, e eu me joguei em cima da Naty pra beijar ela enquanto ela ainda tava recuperando o fôlego. Ela começou a me apalpar, e eu já tava com o pau no limite, então ali mesmo coloquei ela de quatro no sofá e comecei a meter sem parar, sentindo toda a buceta molhada e bem aberta. Foi um ritmo feroz, do tesão que ela tava, ela começou a gemer de novo e, depois de um tempo, comecei a sentir umas contrações na buceta dela, e ela gemia mais forte, tendo um novo orgasmo. Isso me fez explodir dentro dela, deixando toda a minha porra lá dentro... Ela se deixou cair no sofá, e eu sentei do lado dela. A gente se beijou e ficou uns minutos abraçados. A gente ouvia o chuveiro, era o Omar se lavando. Eu fui me trocar, e ela pegou a roupa dela. Quando o Omar saiu do banho, ela entrou, se limpou e se trocou. Quando ela saiu, eu tava fumando um baseado no sofá com o Omar. Ele falou que tinha tido uma noite incrível e agradeceu a gente. Eu agradeci ele. Quando a Naty saiu, ele fez a mesma coisa, e a Naty também disse que tinha se divertido muito. Depois de uns minutos, a gente se despediu e combinou de se ver de novo algum dia. A gente foi embora, e no carro eu perguntei pra Naty se ela tinha gostado. Ela me abraçou, me deu um beijo e agradeceu por eu deixar ela fazer aquilo, disse que tinha sido muito bom, mas que tava se sentindo culpada. Perguntei por quê, e ela disse que tinha ficado com outra pessoa e não se sentia muito confortável com isso, mas que... Mais ela tinha que ter gostado e que deu vontade de fazer de novo. Eu disse que no começo foi tudo ideia minha, e que eu curti tanto quanto ou até mais que ela, que a gente podia fazer quando ela quisesse, só não escondido. Ela falou que não tinha nada melhor do que fazer comigo estando com ela, me beijou e ficou recostada no meu ombro, me abraçando enquanto eu dirigia de volta pra casa. Fim.
Aqui deixei registrada minha grande fantasia e tesão, espero que tenham gostado e deixem seus comentários, seja pra criticar, elogiar ou dar sugestões pra próximos posts. Valeu, comunidade P!
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