O trio que abriu a porta pra minha cornice

Vou contar pra vocês nossa história, porque me dá muito tesão pensar em tudo que rolou em um ano e queria compartilhar com vocês. Meu nome é Tony, tenho 43 anos, moreno de cabelo liso não muito comprido, um metro e sessenta, com um pau mediano (ou pelo menos era o que eu achava), de 10 cm. Minha mulher se chama Miriam, ela tem 46 agora, cabelo castanho cacheado, um metro e quarenta de altura, gordinha com uma bunda enorme, bem durinha e firme, além de uns peitos suculentos. Em meados de 2019, começamos a buscar novas formas de curtir o sexo, nossa última filha tinha finalmente saído de casa e estávamos abertos a experimentar, então começamos com pornô. Logo descobrimos que nos excitava muito ver pornô de ménage homem-mulher-homem. Eu ficava durasso e minha mulher se molhava toda, com o volume do pornô bem alto, a gente transava como se fosse jovem de novo. Uma coisa que eu sempre soube é que não satisfazia minha mulher completamente, e por mais que eu me esforçasse, não conseguia saciar a fome de pau dela. No meio desse clima, minha mulher começou a trabalhar num lugar novo, onde reencontrou um velho conhecido nosso, que virou amigo mútuo dos tempos de faculdade, há quase 20 anos. José, vamos chamar assim, não demorou a se reconectar com minha esposa, porque sempre foi muito próximo dela. A gente se adicionou em todas as redes sociais e começou a conversar bastante. Meses depois, o aniversário da Miriam estava chegando, e diferente dos outros anos, dessa vez ela queria fazer uma festa para celebrar seus 45. Preparamos tudo para aquele dia e, claro, convidamos o José. Ele mora na zona sul da cidade, enquanto a gente mora na norte, então ele não confirmou se ia ou não, mas disse que tentaria. O dia chegou e, por volta das 11, os convidados começaram a chegar, amigos e alguns parentes. Finalmente, uma hora e meia depois, o José apareceu. Foi vê-lo completamente jovem, como se não tivessem se passado Com o passar dos anos, ele fez a gente ficar grudada nele a festa inteira. Trouxe uma vodka pro encontro, que guardamos pra mais tarde. Começamos a relembrar os velhos tempos, o quanto éramos próximos nós três há muitos anos; isso me lembrou que sempre desconfiei que ele tinha tesão na minha esposa, na época namorada, mas nunca me importei porque sempre fui seguro de mim, talvez até demais. As horas passavam e a gente continuava rindo, bebendo e dançando como se a festa fosse só nossa. No fim, os convidados foram indo embora, mas José perguntou se podia ficar, já que tava muito bêbado pra sair e chamar um táxi, sem contar que a corrida levaria pelo menos duas horas, algo que nenhum taxista da área ia querer fazer até o outro lado. Oferecemos pra ele ficar, claro, a gente tava se divertindo pra caralho, então assim que a casa ficou só pra nós três, abrimos a vodka e começamos a tomar doses. A conversa entre nós foi ficando cada vez mais íntima, e a bebida já tava batendo forte. Começamos a dançar juntos pela primeira vez no dia, com minha mulher no meio, ele atrás dela, e eu olhando de frente pra ela. Então ali estava eu, olhando nos olhos da minha esposa e também vendo José segurando a cintura dela, rebolando os quadris e cutucando ela com o pau dele que parecia querer explodir dentro da calça. Minha mulher sabia muito bem disso e se deixava tocar sem frescura, enquanto começou a acariciar o pescoço do José e a passar a mão no meu pau com a outra mão livre. Não demorei pra beijar ela com paixão e rapidamente guiei as mãos do José pras bundas da minha mulher, mandei ele apertar forte e continuei beijando ela. A gente nunca tinha conversado sobre fazer um ménage, muito menos com o José, mas nossa química, mesmo sem nos ver há tantos anos, só melhorou inexplicavelmente, a tensão sexual tava no talo. José virou ela e agora tava comendo a boca dela enquanto eu abaixava a calça justa da Miriam. Quando Eu me dei conta de que ele já estava amassando aquelas tetas caídas gostosas da minha mulher, e ela já tinha abaixado o zíper da calça dele e tava tocando no pau dele com tesão. Deixamos a música do jeito que tava e fomos rapidamente pra cama. José deitou ela e começou a baixar a calça, eu fiz o mesmo. Miriam se ajoelhou na cama e pegou nos nossos paus, já bem lubrificados de tanta excitação. Era a primeira vez que eu via um pau masculino pessoalmente, ereto e tão perto. Esqueci de mencionar um detalhe... Meu pau tem 10 cm quando fica bem duro, como naquela noite, mas normalmente é bem menor. O do José, pelo olho, passava fácil dos 16 cm, e também um pouco mais grosso que o meu. Minha mulher juntou nossas cabeças como se estivesse comparando os tamanhos e enfiou lentamente o pau do José na boca primeiro, enquanto me punhetava com a mão livre. Pra mim, aquilo foi como tocar o paraíso, Miriam nunca tinha me feito uma punheta tão gostosa, e me dava tesão ver ela se acabando igual as atrizes nas cenas de suruba que a gente tinha visto. Aproveitei pra tirar a blusa dela botão por botão enquanto ela chupava até a base da porra do pau do José, que não segurava nenhum gemido e falava pra minha mulher "como você chupa bem, putinha" com uma naturalidade foda, como se já tivessem feito aquilo antes. Fiquei surpreso de como minha mulher mandava naquela garganta funda, porque o pau dele era quase o dobro do meu e parecia sair tão fácil quanto com o meu pinto. Assim que tirei a blusa, minha mulher soltou o pau do nosso amigo e passou a chupar o meu, enquanto ele primeiro terminou de tirar a roupa e depois ajudou minha mulher. Tinha um tesão especial em pensar que minha mulher tava chupando meu pau depois de ter chupado o de um dos meus grandes amigos na minha frente. A chupada era excelente, e não tinha nada diferente no toque, mas era só o simples fato de pensar na situação que a gente tava vivendo que me deixava muito, muito excitado. Enquanto Miriam passava a língua de um lado pro outro no meu pau, José tirou o sutiã dela por completo e, com uma delicadeza própria da habilidade dele, começou a chupar um peito dela enquanto amassava o mamilo do outro com o polegar e o indicador, que ele tinha acabado de molhar na boca da minha esposa. Ele tava comendo minha mulher tão bem que dava pra ouvir perfeitamente como os gemidos dela tentavam ser abafados no boquete que ela tava me dando, mas era impossível depois de um minuto. Ela teve que dar uma pausa no meu pau pra soltar um gemido leve, mas muito quente, acompanhado de um "ai, José" que me deixou gelado de tão gostoso que soou, e olha que nem foi meu nome que ela disse. Meu amigo aproveitou aquele momento pra enfiar 3 dedos da outra mão na boca de Miriam, e depois de bem molhados, levou eles pra baixo e continuou chupando os peitos dela enquanto começava a masturbar ela. José era o dono da cena e da minha mulher, conhecia ela melhor do que eu jamais conseguiria. O ato tomava o corpo todo dele na frente do dela, então aproveitei pra tirar toda a minha roupa e pegar duas camisinhas na gaveta direita da cama. Entreguei uma camisinha pro José, que deu uma pausa pra minha mulher descansar um pouco, mas não sem antes dar um beijo forte nela, pra poder colocar o preservativo. Minha mulher pegou no meu pau e me deitou na cama, montou em cima de mim e continuou chupando meu pau, começando a lamber desde a base das bolas até a ponta, aumentando cada vez mais minha vontade de gozar. José já tava pronto, e aproveitando que minha mulher tava deitada em cima de mim mas com a rabuda gorda levantada, começou a enfiar os dedos nela de novo, tentando molhar e excitar ainda mais aquela buceta. Assim a gente deve ter durado mais um minuto, e era isso, eu já não conseguia mais enganar meu corpo, queria gozar. Não sabia mais de onde tirar força pra segurar o esperma dentro do meu pau, e a sentença foi sentir a língua da minha mulher passeando pela cabeça do meu pau enquanto eu levantava o olhar e via o José Peguei minha esposa pelas cadeiras de novo, mas dessa vez era pra comer ela de quatro. Não aguentei mais. Putz, juro que foi a melhor gozada da minha vida, junto com o gemido mais forte que já ouvi dela depois de sentir o pau do José dentro da buceta dela. Ela abriu a boca e por uns segundos eu vi meu leite enchendo a boca dela por completo. Ela engoliu sem falar nada, sendo que ela nunca fazia isso, e me deixou descansar, sabendo que eu só consigo gozar uma vez por noite. Ela chegou perto de mim e sussurrou no meu ouvido "valeu por isso" antes de ficar de quatro de novo pra continuar recebendo o pau do José; enquanto isso, eu virei um pouco pra olhar e, com sorte, sentir meu pau duro de novo pra entrar junto (já adianto que não rolou). Porra, nem cheguei a colocar a camisinha nem penetrar minha mulher, a noite tava só começando e o resto era do José e da minha Miriam. O cansaço e a bebida deixaram tudo meio borrado na memória, mas lembro bem detalhado como minha mulher gemia e suspirava cada vez mais forte, e falava pro nosso amigo "ai sim José, precisava disso". Ele respondia do mesmo jeito "sente Miriam, sente meu pau até o fundo. Sei que você gosta, putinha". Ouvir a bunda dela batendo na pélvis do José, enquanto os gemidos aumentavam e as palavras safadas que trocavam me excitava de um jeito diferente; me sentia chapado e nas nuvens, mas não conseguia ficar duro de novo. Desacelerando, ficaram assim uns minutos, e depois mudaram pra posição de cowgirl, com minha mulher olhando direto pra ele. Primeiro fiquei do lado certo da cama, vendo como os rostos deles ficavam vermelhos e como José amassava os peitos dela naquela posição. Depois mudei e deitei do lado dos pés, onde dava pra ver José segurar, empurrar e mexer as cadeiras da minha esposa contra o pau dele, vendo pela primeira vez a rabeta da minha mulher quicando num pau. Voltei a deitar do lado certo da cama, e foi aí Quando minha mulher se deitou sobre o peito do José, gemendo cada vez mais gostoso e dizendo que era a putinha dele, a rabuda dele, a vagabunda dele. Agora era o José quem controlava tudo, ele não falava nada, só suspirava e metia nela. No meio dessa fodida gostosa, minha mulher estendeu a mão procurando a minha, como se estivesse doendo muito, ou se quisesse continuar compartilhando o momento comigo e não deixar de ser um menage. Fosse como fosse, peguei a mão dela e em poucos segundos ela gozou, e depois ele. Naquele momento percebi que foram raras as vezes que fiz minha mulher gozar, enquanto o José conseguiu de primeira. Depois que terminaram, o José se virou pro outro lado da cama e minha mulher ficou no meio dos dois, que, igual quando dançamos, decidimos abraçar ela ao mesmo tempo, e assim dormimos. No dia seguinte ninguém mencionou nada sobre o assunto, parecia ser o melhor. Nos tratamos super bem, mais como família do que simples amigos, tomamos café da manhã bem tranquilos e ele finalmente foi pra casa dele. Depois daquela data, nosso casamento parecia ter renascido, ganhado uma nova vida. Tudo era feliz, o sexo era melhor, sorríamos a todo momento. Foi então, alguns meses depois, especificamente em dezembro, que minha mulher chegou tarde do trabalho e rapidamente entrou no chuveiro. Não achei estranho, porque era comum ela fazer hora extra uma ou duas vezes por semana pra terminar os relatórios nesse novo emprego. Chegou uma mensagem no celular dela que vibrou mais que o normal, como uma configuração especial: era do José, não dizia nada, era só um vídeo. Não prestei muita atenção, até que chegou uma segunda mensagem "o que te prometi, deusa". Isso me chamou a atenção, claro, então peguei o celular dela, desbloqueei e olhei o vídeo (ela sabe minha senha e eu a dela, porque no nosso casamento "nunca" houve segredos). Levei pra longe e abri, grande foi minha surpresa quando descobri um vídeo do José comendo minha mulher numa quarto de hotel famoso (e caro) da zona sul da cidade. Comecei a fuçar a mídia daquele chat, e tinha, além daquele e de vários outros vídeos, muitas fotos dela e dele pelados, que trocavam direto. Não acreditei no que tava vendo, abri mais vídeos, era uma verdadeira caixa de Pandora. Mas o mais surpreendente foi que, em vez de ficar puto, eu tava era com muito tesão e meu pau tava durasso, parecia que ia explodir pra fora da calça, e eu mesmo não conseguia acreditar... Miriam saiu do chuveiro naquela hora, então a gente precisava conversar. -------------------------------------------------------- Espero que vocês tenham ficado bem excitados com o que acabaram de ler, aguardo seus comentários mais tarados e sujos, além das suas dicas pra continuar a próxima parte. *Conto de ficção baseado em fatos reais.

4 comentários - O trio que abriu a porta pra minha cornice

Que caliente este relato por dios! Acabe imaginando todo!
Espero que con corrida incluida 😏
@Leonel0223 seee
Yo quiero una reunión así para enfiestar a mí.mujer con su amigo
El morbo sube a mil de solo imaginarlo
Mmmmmn que rico relato !!!! Felicidades
Y que bueno que aprovechen disfrutando ahora que están solos !!!!
Es el momento de disfrutar al máximo y dejar volar la imaginación, muy buena experiencia como para envidiarles !!!
Es todo super rico, ojala más personas disfrutaran el morbo de que follen a tu pareja
Un verdadero caballero haciendo disfrutar a tu nujer felicitaciones