Trabalho prático e boquete no colega

Já se passaram muitos anos, mas eu me lembro daquele momento como se fosse ontem. Minha pouca idade, minhas fantasias sexuais como toda adolescente, mas eu queria mais, não só uma fantasia... Quando lembro, minha buceta fica molhada... Eu estava terminando o ensino médio num colégio particular da zona sul da Grande Buenos Aires e, típico daquela idade, estava apaixonada pelo impossível. Ele era um bom colega de turma, bonito, agradável, inteligente, mas muito tímido. Eu era o oposto: rebelde, desinteressada pelos estudos e com bastante experiência de rua... Imagina, ele ainda não tinha dado um beijo e eu já tinha ficado com mais de uma pessoa numa mesma noite, sem contar todas as noites que, antes de dormir, eu experimentava meu corpo jovem. Adorava acariciar meus peitinhos e descer minha mão devagarinho até acabar molhando os lençóis... Começo de dezembro, o ano estava acabando e, como a gente tinha se comportado bem, o professor de História não ia dar prova, só um trabalho prático e pronto... em dupla. Era minha chance de me aproximar dele e finalmente ficarmos sozinhos. Sempre os trabalhos eram em grupo de no mínimo três pessoas. Dessa vez, eu fui pra cima como nunca e disse... Cami: Vem. O último trabalho do ano você faz comigo. Não seja ruim. Eu não entendo nada... Fernando: Mmmmm, tudo bem, te ajudo. Só porque você me votou como melhor colega, haha. A gente combinou e partiu pro último trabalho do ensino médio... Ele queria fazer o trabalho na casa dele e eu no meu quarto... Convenci ele que na minha casa era melhor porque meus irmãos mais velhos nem existem, enquanto os dele, pequenos, eram um terror... Ele aceitou. Na sexta, saímos da aula e fomos pra casa fazer o trabalho prático. Com a pasta, os resumos e umas fotocópias, não sobrava nada. Eu era a que menos pensava no trabalho. Ficava imaginando ali, sentada do lado dele, enquanto ele lia, eu acariciava ele por baixo da mesa até deixá-lo duro... Chegou o dia. Saímos 13h da aula e fomos pra minha casa. Nublado. Muito vento. Tava vindo aquele temporal quente típico de Dezembro. Chegamos na minha casa e minha mãe, como sempre muito atenta, nos esperou com o almoço, comemos rápido e subimos pro meu quarto pra "fazer o trabalho". Quando entramos no meu quarto, notei que ele tava muito nervoso, desconfortável, já que no meu quarto não tinha cadeiras. Só uma mesa que eu encostava na cama quando queria estudar. Então nos sentamos um do lado do outro e pegamos nossas pastas, ele não dizia nada. Mas sorria pra tudo. Eu, quando cheguei da escola, nem me troquei, fiquei com o uniforme e a saia do colégio. Me sentei cruzando as pernas e ele, timidamente, ficava olhando. Ele falava comigo e eu só pensava em como ia foder ele ou chupar o pau dele. Me levantei da cama e fui buscar uma coisa na minha mochila que tinha deixado no chão. Ao me abaixar, senti a minha saia subir toda, quase deixando minha bunda à mostra. Ele não disse nada. Mas pude sentir e notar que ele tava mais que excitado... Na calça cinza do uniforme tinha formado uma barraca, eu, muito puta como sempre, mordia os lábios imaginando o volume dele. Começou a chover de um jeito que não dava pra ouvir o que ele tava lendo, me aproximei dele o máximo que pude pra conseguir escutar. Apoiei minha mão no joelho dele e quase grudei meu ouvido na boca dele pra ouvir. Ele continuava na postura tímida, mas com o pau duro. Sem querer, esbarrei no pau dele e sorri... Cami- Nossa! O que foi, Fer? Ele só sorriu e eu beijei ele com a vontade que sempre tive. Beijei ele segurando a cabeça dele com as duas mãos. Ele só se deixava beijar, soltei meus demônios de puta e comecei... "Fica tranquilo. Aqui ninguém sobe nem entra." Tirei o pau duro dele pela abertura da calça e comecei a lamber. Ele só tapava os olhos sem emitir um som além da respiração profunda. Que pau lindo! Eu tava realizando meu sonho do ensino médio. Comecei a punhetar ele e, antes que ele gozasse, como boa companheira que sou, engoli toda a porra. Que delícia. Grossa, branca, muita. Muita porra guardada o Fer tinha. Quando ele acabou, ficou rindo. Mas continuava sem dizer nada. Eu estava encharcada e sentia as contrações da minha buceta desejando sentir um pau. Nos beijamos intensamente. Seu pênis ficou duro novamente. E eu aproveitei. Sem tirar minha saia, sentei em cima dele de costas. Peguei seu pau com minha mão e enfiei tudo. Mordia os lábios segurando para não gritar com aquela sensação de sentir aquele pau na minha buceta. Eu subia e descia sentindo meus fluidos começarem a escorrer. Comecei a cavalgar com vontade. Ele calado. Só acariciava minha bunda com timidez. Sua inocência me excitava ainda mais... Cavalguei até gozar no seu pau. Deixei ele todo branquinho como se tivesse passado creme. Seu pau continuou duro. Lindo. Voltei a masturbá-lo e a beber seu gozo gostoso. No TP nos deram um Dez. E no PT também. Foi meu grande amante aquele verão... Até conhecer alguém mais... Obrigada por me lerem. Deixem pontos. Comentem. Relato real contado pela minha cunhada. Foto real da minha puta linda.

2 comentários - Trabalho prático e boquete no colega

Que putita es tu cuñada, ya de chica le gustaba petear y coger. Van puntitos
Tremenda putita. El jueves estoy solo en casa. Se viene encuentro con relato y fotos...
Exelente capo. Relata despues del encuentro.