Minha primeira vez como travesti

Minha história começa há alguns meses, quando uma putaria no cu foi crescendo dentro de mim e percebi que o que eu precisava era de um macho que me comesse e me desvirgasse. Sim, já tinha transado com homens, mas só como ativo, mas a ideia de ser dominado e comido por um homem mais velho foi entrando na minha cabeça aos poucos. Minhas fantasias me levaram a enfiar os dedos, cenouras e outros legumes, então decidi procurar um homem maduro pra acalmar meu tesão. Coloquei um anúncio com foto da minha bunda na internet e recebi vários convites, conversas quentes, mas não passava disso até que um dia conheci um homem de 50 anos que realmente realizou tudo pra mim… Primeiro, vou me descrever: atualmente tenho 29 anos, sou de compleição robusta, branco, pernas boas e uma bunda muito gostosa (é o que meu macho diz). Um dia vou postar minhas fotos vestida ou chupando o pau dele pra vocês darem opinião. Começamos a conversar aos poucos e ele, todo um cavalheiro experiente, me tratou muito bem. Preciso deixar claro que nunca tinha me travestido antes, mas a ideia me excitava pra caralho. Ele disse que não tinha problema, que pagaria tudo e que se daria por satisfeito em penetrar e estrear meu cu. Então pedi roupas e coisas pra me vestir; francamente, não achei que ele realizaria meus caprichos, mas pra minha surpresa, superou todas as minhas expectativas. Finalmente, o dia chegou. Combinamos de ir na casa dele, mas minha fantasia era ser desvirgado sem conhecê-lo, sem nem ver o rosto dele. Então cheguei na casa dele e ele mandou eu ir pro quarto. Nunca vi o rosto dele, e ele disse que ali estava o que eu tinha pedido… Uau, ele me comprou uma tanga, um vestido, meia-calça, uma peruca, sapatos, tudo… Eu tremia de excitação. Me vesti o mais devagar que pude pra aproveitar o momento e vendi meus olhos pra não saber quem ia me desvirgar. Com a voz mais doce que consegui, pedi pra ele entrar. A excitação e o nervosismo fizeram eu molhar a tanga, e só com o toque das mãos dele eu já estava… Ponto de gozar. As mãos dele percorreram meu corpo e a língua dele deslizou pela minha pele, me causando choques de eletricidade. Quando ele se ajoelhou atrás de mim e a língua dele entrou dentro de mim, fiquei surpresa com a habilidade dele para beijar. Ele me levava com uma cadência que nunca tive com ninguém (nunca tinha sido passivo e muito menos me travesti). Aos poucos, nossos corpos se uniram em um só, e ele me despiu, me deixando de thong e molhado como nunca na vida. Ele era um mestre no sexo, e eu me derretia com as carícias dele. Não via o rosto dele, mas o hálito dele me embriagou, me fazendo sentir submisso ao máximo. Tentei estar à altura, mas com a habilidade dele, me sentia como uma menina inexperiente. Beijei o pescoço dele enquanto as mãos dele massageavam minhas nádegas, como se me preparassem para o que viria. Senti o pênis dele — não o senti muito duro, mas como uma boa puta, meu instinto me fez descer para provar aquela iguaria suculenta. Coloquei na minha boca e comecei a chupar devagar, até que ele começou a crescer numa proporção meio estranha. Continuei com minha língua percorrendo a rola dele até os ovos e engolindo a glande até não conseguir mais engolir inteiro. Isso me assustou, porque, mesmo de olhos fechados, sentia o tamanho imponente que me deu um pouco de medo. Peguei com as duas mãos, coloquei na boca e percebi que, mesmo com tudo dentro, ainda dava para empunhar com uma mão. Uma rola verdadeiramente grande. Com um pouco de medo, falei que era melhor só chupar, mas ele disse "fica tranquila", e a voz dele me fez saber que ele era o homem e eu devia satisfazê-lo (vale comentar que todo mundo se gaba de ter uma rola grande, mas depois conferi com régua e boca aberta que esse homem tem uma rola de 25 cm e grossa). Continuei chupando um tempo enquanto as mãos habilidosas dele untavam meu cu com muito lubrificante e os dedos dele brincavam no delicioso vai e vem. Aos poucos, ele introduziu os dedos um por um até ter três dentro e enfiou mais fundo. Eu dei um pequeno salto, e a rola dele afundou mais na minha garganta. Minhas nádegas... Ferviam de tesão e eu estava perdida nos desejos dele, sentia o cheiro de homem dele no meu nariz e isso me fazia chupar com mais prazer. Ele me levantou e pediu pra eu sentar no pau dele, que já estava bem lubrificado. Com um pouco de medo e sem tirar a venda, fui abrindo minha bunda com as duas mãos pra abrir caminho pra cabeça do pênis dele. Devagarzinho, fui descendo pra me empalar naquela barra de carne gostosa. Senti dor quando a glande dele rompeu as paredes do meu esfíncter, mas ele foi com calma e, centímetro por centímetro, meu cu foi devorando o pau dele até que as bolas dele encostaram na entrada do meu ânus. Me senti completamente cheia e imóvel, nunca tinha sido empalada por um pau de verdade, nem nos meus sonhos mais quentes com algo assim (sentia que o pau dele me preenchia até a garganta e que desse caminho não tinha volta). Com muito cuidado, comecei o delicioso e tortuoso caminho de sobe e desce por toda a extensão do pau dele. A dor era forte, mas não insuportável. O mais excitante era que, mesmo eu sentindo que aquele pedaço imenso de carne quase saía de mim, ainda sobrava uma boa parte dentro. Aos poucos e com paciência, meu corpo se acostumou com ele, e o prazer começou a me preencher. A dor continuava, mas meu instinto de puta me fazia sentar cada vez mais rápido e forte. Ele sentiu e foi marcando o ritmo com minhas cadeiras. A vara dele entrava em lugares deliciosos e desconhecidos pra mim. Naquele momento, tive um pequeno orgasmo sem me tocar, soltei um pouco de esperma, mas o prazer foi tremendo. Ele, sem se desgrudar de mim, me colocou de quatro e começou a brincar em círculos com o pau dele. Uff, foi delicioso, embora não tenha enfiado tudo. Depois de 10 minutos massageando por dentro, a safadeza voltou a mim, e pedindo pra ser comida aos gritos, minha bunda buscou novamente ter o membro inteiro dele. Mas, ao entrar tudo por completo, a penetração foi tão profunda que a dor me fez gritar. Ele entendeu e tirou uma parte do pau, mas continuou marcando o ritmo. Aos poucos, ele... O prazer foi tanto que insisti em buscar tudo lá dentro e consegui enfiar. Eu berrava igual uma puta enquanto ele me perfurava num ritmo frenético, eu só apertava o cu pra sentir mais ainda as estocadas dele. Sentia o hálito dele na minha costa e meu esfíncter se contraía. Naquele momento, senti um orgasmo delicioso tensionar meu corpo, minha pele se arrepiou e jorros de porra saindo de mim a cada metida. Eu tava satisfeita e com o cu arrombado, mas aquele homem tinha uma resistência impressionante, tinha me comido por uma hora e ainda tava firme. Minhas pernas fraquejaram e me estendi na cama. Meu cu lutava pra expulsar o pau dele, mas cada contração só o excitava mais. Senti o corpo dele sobre o meu e a língua dele no meu ouvido, o corpo e a pelve dele batendo nas minhas nádegas. Eu tava estancada e totalmente desencaixada de tanto prazer. Ele continuou me penetrando devagar enquanto meu cu ainda tentava expulsar ele, mas o pau dele era tão grande que eu só sentia a pressão. Ele me penetrava lento, mas fundo, e eu me rendi aos desejos dele. Aos poucos, ele tirou o pau, deixando um vazio em mim. Me pegou pelas pernas, juntou elas pra aumentar a resistência e colocou nos ombros dele. Com o cu quase fechado, ele me penetrou de novo, com um pouco de esforço conseguiu enfiar tudo de novo. Doía um pouco, mas aguentei pra devolver tanto prazer que ele tinha me dado. Senti o peso dele sobre mim de novo, meu gozo saiu disparado enquanto ele me enchia com o gozo dele. Naquele momento, tirei a venda e vi ele pela primeira vez. Não consegui evitar beijar ele e agradecer por me fazer a mulher dele. A gente teve outros encontros, mas isso é outra história.

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