Supervivencia al desnudo II

Valeu, galera, pela recepção maneira que deram pra primeira parte, espero que curtam essa segunda. Ainda não sei quantas vão ter no total, mas se vocês continuarem gostando, posso encaixar umas ideias que tenho pra não encerrar tão rápido e vocês poderem aproveitar mais.

Pra quem não leu o primeiro capítulo, aqui vai o link pra dar uma olhada antes de começar esse.http://www.poringa.net/posts/relatos/3909564/Supervivencia-al-desnudo.htmlSOBREVIVÊNCIA AO NU II
No dia seguinte, me surpreendi ao ouvir um barulho estranho na cozinha, na hora fiquei alerta e dei um pulinho na cama. Morava sozinho, então não tava acostumado com esse tipo de coisa, meu coração tava a mil e foi pra cem mil quando descobri que era a Dani cozinhando, me dando uma vista privilegiada da porção de carne mais apetitosa que qualquer homem já teve na história da humanidade.

Mesmo que as bundas dela estivessem longe de ser perfeitas e totalmente redondas como aquelas que a gente vê no Instagram, eram as da minha prima e isso me dava um tesão extra. Claro que aquele sangue que há instantes corria pelo meu corpo pra oxigenar todos os membros e ativá-los caso precisasse de força física, agora se concentrava num lugar só. Resolvi não ligar e fui até a cozinha pra surpreender a Dani com um abraço carinhoso por trás, tomando cuidado pra não encostar minha ereção no corpo dela.

A Dani se virou, divertida, me deu um sorrisão lindo e não se importou de receber uma faca contra a barriga pra me dar um abraço forte.

- Me abraça forte, primo, que ontem à noite quase morri de frio e ainda tô com o corpo gelado.

Mais forte eu não conseguia abraçar sem furar uma costela dela, então do jeito que deu, ajustei um pouco meu pau pra baixo e abracei ela de um jeito que a ereção não a esfaqueasse de frente, mas se estendesse pra baixo, da barriga dela até a parte de cima da pélvis.

Diferente de mim, o corpo dela tava gelado, então ela ficou grudada em mim por um tempo pra equilibrar a temperatura dos dois corpos, não fez nenhum comentário sobre o volume que separava nossas barrigas e eu me limitei a acariciar as costas dela pra dar um calorzinho extra.

- Quer café da manhã? - ela disse
- Hmm, tá bom. O que cê tá preparando?
- Ia fazer uns ovos, mas acho que não vão fazer falta, melhor esquentar umas arepinhas com presunto.

Claro que esse comentário tinha um sentido. Duplo sentido, mas decidi agir como se nao tivesse ouvido. Ela ate agora tinha se comportado com toda naturalidade, e eu era o punheteiro que nao parava de ficar de pau duro so de ver a prima.

A gente conversou um pouco sobre trabalho e expliquei como planejava delegar os casos que tinha pendente. Ela ficou satisfeita com a resposta e me contou que o negocio dela ia bem, assim como o relacionamento com o namorado.

- E sera que ele nao fica incomodado de saber que voce dormiu pelada comigo? - perguntei
- Nao deveria, porque aqui nao rolou nada de mais. Mas se eu contar pra ele que voce ta de pau duro desde ontem, com certeza ele vai ficar com ciumes
- Desculpa, prima, sei que e meio desconfortavel, mas sao coisas que nao controlo. Qualquer homem reagiria assim te vendo pelada desse jeito
- Entao voce gosta de mim? - soltou Dani, sem mais
- Ha anos atras eu gostava muito de voce, quando era um garoto punheteiro. Agora te vejo com outros olhos
- Voce batia punheta pensando em mim? - disse enquanto segurava os peitos, sabendo que eram o atributo mais provocador dela

Merda. Nao sabia a que vinha minha prima com tudo isso. Parecia que queria me torturar, porque se quisesse acao, teria procurado ontem a noite e recebido de bom grado, mas era obvio que nao era assim

- Algumas - respondi
- E essas algumas punhetas que voce bateu pensando em mim, da pra contar nos dedos das maos?
- Nao
- E se somar os dos pes?
- Tambem nao

Daniela se levantou ao ouvir minha resposta, sentou no meu colo, me olhou direto nos olhos e, enquanto com uma mao acariciava meu cabelo, com a outra segurou meu rosto suavemente pra aproximar do dela e me deu um beijo carinhoso no canto dos labios. Um beijo de esguelha.

- Ainda bem que voce nao faz mais essas coisas, priminho

Nao respondi. Peguei a perna esquerda dela e coloquei do outro lado da cadeira, deixando ela de pernas abertas, sentada em cima de mim e me olhando de frente. Empurrei a parte baixa das costas dela pra colar ela em mim. Senti os Mamilos duros contra meu peito, Dani me abraçou as costas com os braços e com os lábios da buceta abraçou minha pica sem penetração. Repeti o movimento que ela tinha feito comigo segundos atrás, acariciei o cabelo dela com uma mão e com a outra levei o rosto dela até o meu, dessa vez fui eu que beijei o canto dos lábios dela e falei.

- Já não tô pra essas coisas, agora quando quero algo, eu pego - baixei o olhar e olhei pros peitos dela sem vergonha, agarrei um com força, acariciando o mamilo com o polegar, e depois olhei desafiador nos olhos dela, e ela nos meus.

Ela não disse nada, levantou da cadeira, pegou uma toalha e entrou no chuveiro. Enquanto isso, aproveitei pra organizar o apartamento e lavar os pratos. Queria deixar tudo em ordem pra videochamada que me esperava.

Terminei as tarefas e Dani ainda tava no chuveiro, aproveitei o tempo e revisei umas datas que eu precisava ter em mente pra não perder o prazo em alguns processos que eu tava cuidando no escritório e tinha que considerar na hora de delegar. Não sei quanto tempo passei no trabalho, mas o som do WhatsApp me trouxe de volta à realidade, era Susan dizendo que os pais dela também iam entrar na videochamada.

Achei meio estranho ela falar isso como se fosse um aviso, mas agradeci a sinceridade. Olhei pro banheiro e a porta tava aberta, minha prima na cama mexendo no celular. Parece que nunca vou me acostumar a ver ela pelada, porque já tava de pau duro de novo.

Me aproximei devagar, subi na cama e comecei a massagear as costas da minha prima, que me recebeu de boa vontade.

- Dani, tô meio preocupado
- Por quê?
- Desde ontem não consigo baixar a ereção, e olha que é contigo, imagina quando eu tiver com a Susan
- E você não tava dizendo que é algo natural?
- Tô, mas é desconfortável, ainda mais com ela que não tenho intimidade
- Não seja bobinho, com ela com certeza não vai acontecer porque você não tem tanta vontade. Além disso, lá você vai estar em outra fita, ocupado com outras coisas, e na pior das hipóteses, fica suave que você tem uma pika linda.

Lindaaaaaaa, com essa resposta eu quis comer ela de beijos. Especialmente na parte em que usa a palavra: buceta.

Faltava só uma hora pras 16h, então pedi um almoço e fui tomar um banho. Quando saí, encontrei a Dani vestida com a mesma roupa que ela tinha usado na sexta e entendi que eu também tinha que me vestir pra receber o Rappi e pra reunião.

- Você tava mais gostosa há um tempinho atrás - falei
- Isso você diz porque é um cara safado que tá de olho na priminha - ela soltou rindo
- Mas também não vou negar que adorava ver sua pika estourando por minha culpa, esse negócio de incesto parece divertido

Ela tava deitada na cama mexendo no celular e eu me deitei do lado pra ver o que ela tava fazendo.

- O que cê tá fazendo? - perguntei
- Lendo contos sobre incesto - respondeu

Eu me encaixei de conchinha pra ler o conto também. Era um sobre primos e eu sabia que ela tava excitada. Apoiei a mão na bunda dela e ela respondeu empinando o quadril pra trás pra eu apoiar mais. O conto tava bem na parte em que o protagonista espiava a prima se trocando e se masturbava olhando pras tetas dela.

Eu segurei a Dani pela cintura e devagar fui subindo a mão pelas costelas dela, a pele era macia e logo cheguei nas tetas. Minha prima continuava lendo e eu agora brincava com os bicos dela e mexia a pélvis quase como se tivesse comendo ela.

Ela, sem tirar os olhos da leitura, mandou uma mão pra trás e pegou na minha pika por cima da calça. Que sensação gostosa ter as mãos cheias das tetas da minha prima e ela com a mão na minha pika enquanto lia contos de incesto. Enfiei um dedo na boca dela e ela começou a chupar como se tivesse fazendo o boquete da vida dela. Meu Deus!! Era incrível.

A gente parecia que ia transar, mas o som da campainha nos trouxe de volta à realidade. realidade.
Nunca uma entrega tinha sido recebida com tanto desprezo; o moleque não tinha culpa, mas mesmo assim não dei gorjeta. Arrumei a mesa e quando fui chamar a Dani, ela ainda estava concentrada na leitura, com uma mão dentro da calça.

Sentei na beirada da cama e acariciei a mão dela por dentro da calça, sentia como ela mexia os dedos freneticamente até soltar um longo suspiro. Percebi que tinha gozado e peguei a mão dela, que estava toda molhada.

- Levanta que é hora de almoçar. Você sabe que nesta casa nunca vai faltar uma boa comida. Vou te ajudar a lavar as mãos.

Falei isso e levei a mão dela até minha boca para saborear todos os sucos dela, estavam deliciosos e o tesão do incesto multiplicava o gosto por mil enquanto a cara da minha prima era um poema. Terminei meu trabalho e, sem soltar a mão dela, a levei até a mesa.

Não tínhamos terminado quando ouvi o barulho clássico do Skype no computador. Era a Susan.

Continua…

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Vocês sabem que agradeço muito os pontos e comentários, já que é a única forma de saber se a série tá agradando ou não. Feliz ano novo pra todos vocês e que tenham um 2021 cheio de putaria!!

4 comentários - Supervivencia al desnudo II

excelente, ya quiero el tercer capitulo. muy bueno!!!