Betty: Mamãe e irmã safadas

Olá, antes de mais nada, quero deixar claro que comecei a publicar essa série de histórias nos fóruns de relatos em 2015. Esta versão vai estar um pouco mais limpa e estruturada, porque na época eu tinha 17 anos e uma habilidade de escrita praticamente nula. O que vou contar é um fato real sobre como tive algumas experiências muito excitantes com minha irmã Fátima e com Beatriz. Depois de ler muitos relatos, percebi que não sou o único que já teve uns rolos eróticos com gente da própria família, e foi por isso que resolvi documentar e compartilhar algumas histórias que vivi com minha linda irmã e com quem, até então, eu só via como minha mãe. Foram tantas que só de lembrar já fico todo tarado. Sem mais enrolação, vou direto ao ponto da história e começar a escrever. Espero que vocês gostem.

Meu nome é Carlos, moro em Torreón, Coahuila, México, e sou um jovem normal de 17 anos, nada fora do comum: altura considerável, 1,80m, um corpo bonito porque malho muito na academia e tenho uma boa genética familiar.

Minha família é pequena, formada pelo meu pai Daniel, muito trabalhador e dedicado à empresa de construção dele, minha mãe Beatriz, uma dona de casa e comerciante de 34 anos que se dedica totalmente ao lar, à família e ao negócio de roupas dela.

Minha mãe, a protagonista dessa história, é uma deusa dos pés à cabeça, e não é exagero: ela tem 1,65m de altura, um rostinho lindo que fica ainda mais provocante porque os olhos e os lábios dela são muito expressivos. No quesito erotismo, ela tem uns peitos lindos de tamanho médio, e dá pra dizer que adora exibi-los com decotes bem pronunciados. Mas o atributo que mais se destaca é aquele par de pernas lindas e aquela bunda enorme que deixa mais de um dos meus vizinhos e conhecidos malucos. Não é exagero, mas ninguém resiste a dar uma olhadinha cheia de tesão quando ela chega em algum lugar. E para finalizar com minha família, chegamos à última integrante dela, minha irmã Fátima. Sou dois anos mais velho que ela, atualmente ela tem 15 anos e tem um corpo que deixa todo mundo — se não for todo mundo, eu garanto que mais de um fica de boca aberta toda vez que vê ela passar. Acho que é em grande parte por causa da herança genética da minha mãe, de quem ela pôde herdar aquele par lindo de bundão. Mas é esse jeito tão distinto de se vestir, tão despreocupado, sexy e safado, que diferencia as duas das outras mulheres no bairro onde a gente mora. Eu sei que talvez seja errado eu ver minha mãe e minha irmã desse jeito, mas garanto que se vocês tivessem a chance de vê-las todo dia com aquelas saias curtas e justas que sempre mostram as pernas lindas delas, e que às vezes até deixam escapar a borda daquele bundão descomunal, vocês teriam os mesmos pensamentos que eu tenho sempre que as vejo.

Depois da puberdade, muitas vezes minha irmã e até minha mãe, Bete, me pegaram num estado de idiota hipnotizado pelo balanço das bundas delas enquanto faziam as tarefas de casa ou quando eu as acompanhava nas compras e ficava um pouco atrás delas, procurando qualquer desculpa para que andassem alguns metros na minha frente e eu pudesse curtir aquele showzão que elas sempre dão em todo lugar que eu vou com elas. Foi nesse tipo de situação que começou minha tensão e meu tesão por elas. Quando começaram a notar que eu as olhava de um jeito tarado, começaram uma espécie de jogo "inocente", com carinhas de deboche e cumplicidade, acompanhadas de comentários como: "Tá me olhando o quê, porco? Tá gostando ou o quê?", "Vai gozar com os olhos", "Tira foto se quiser". Esse tipo de comentário, junto com movimentos sugestivos da bunda delas enquanto riam, em vez de me fazer parar de olhar, me convidava a continuar curtindo o show.

Enfim, não é segredo que minha mãe e minha irmã têm no bairro uma reputação de tipas gostosas que adoram provocar, o que no começo me irritava pra caralho, porque mesmo sabendo que elas exageravam no rebolado e se vestiam provocantes pra conseguir favores dos vizinhos ou conhecidos, ou só pelo prazer de provocar os homens, não deixava de me incomodar o fato de ouvirem esses comentários. Até que uma situação fez eu mudar totalmente de ideia e perceber por mim mesmo que elas realmente eram um par de vadias que adoravam provocar qualquer homem que aparecesse na frente, sem discriminação.

Naquele dia, tudo corria normal como qualquer outro, mas com uma diferença: estávamos nos preparando pro aniversário de 42 anos do meu pai, uma data especial porque ele sempre gostou de comemorar em grande estilo, convidando amigos, família e uns colegas do sindicato dele.

O dia passava tranquilo e eu descansava na sala quando de repente ouvi minha irmã me chamando do quarto dela.

>O que foi!?

Levantei meio puto do sofá onde tava descansando e subi as escadas até o quarto dela. Quando entrei, fiquei de boca aberta: as duas estavam lá, com uns vestidos colados no corpo e curtíssimos que tinham acabado de comprar pra festa.


Fiquei calado, em choque. Aqueles vestidos eram mais curtos e apertados que o normal. Comecei a reagir, tentei responder, mas só consegui gaguejar, até que minha mãe me interrompeu.

Minha irmã respondeu com uma risada:
E eu, todo atrapalhado, consegui gaguejar:
>Sim, dá uma voltinha.

Fiquei de pau duro na hora, mas meu... Betty levou o prêmio.

Ela começou a girar devagar enquanto dançava de um jeito bem sensual, meus olhos grudaram na bunda dela na hora, não dava pra acreditar, aquele vestido deixava escapar muito mais carne do que o normal, era questão de uma pequena inclinação da minha mãe pra quase um quarto do rabo dela aparecer.

>Você não acha que é muito curto?

Minha irmã e minha mãe soltaram uma gargalhada debochada e foram pro quarto ao lado.


Ao sair do quarto, minha irmã percebeu que eu tava olhando descaradamente pra bunda das duas e deu um tapa na bunda da Betty que me deixou ainda mais excitado.

E a Betty não tava errada, eu precisava desesperadamente fazer algo sozinho, precisava me masturbar, foi a primeira gozada que tive pensando nas duas, só de imaginar minha irmã e minha mãe de quatro, levantando o vestido e fodendo elas no cu sem piedade me envolveu, a sensação foi meio estranha, me excitava e me sentia estranho ao mesmo tempo, mas garanto que foi a melhor gozada que tive em muito tempo.

A festa começou lá pelas 6 da tarde, mas nessa altura a Betty já tinha uns drinques na cabeça, os convidados começaram a chegar e outra coisa chamou minha atenção. Minha mãe tem três irmãos mais velhos, ela foi a única mulher, quando meus tios foram chegando um por um com meus primos, notei que eles chegavam e surpreendiam ela tapando os olhos pra ela "adivinhar" quem era, mas analisando bem aquela ação, óbvio que dava pra deduzir que era só uma tática pra esfregar a pica na bunda da minha mãe, mas isso eu entenderia mais tarde. Obviamente meus primos, que têm uma faixa de idade parecida com a minha, ficaram fascinados ao ver a Betty com um vestido daqueles e aquele par de saltos altos que faziam o rabo dela se destacar ainda mais.

Achei estranho que alguns convidados (geralmente parentes) se aproximavam demais da Betty usando qualquer desculpa, pegavam ela desprevenida pela cintura por trás, dando aqueles famosos "encostos", e ela só dava um sustinho de surpresa enquanto sorria. Em mais de uma ocasião, também notei que eles baixavam a mão disfarçadamente para tocar a bunda dela, e ela respondia com tapinhas brincalhões ou pegava as mãos deles de leve para tirar da bunda e colocar de volta na cintura, pra ninguém ver a situação, mas nunca teve reclamação da parte dela ao sentir essas ações. Eu sabia que a família era muito unida, mas aquilo já era demais.

Meu tio Enrique, o mais próximo da idade da Betty, foi o primeiro dos três irmãos a chegar. Ele pegou ela por trás e tapou os olhos dela. Nisso, na hora que ele entrou em casa e viu ela de costas, não conseguiu segurar uma careta de tesão, passou a língua nos lábios de um jeito obsceno, e isso me chamou muito a atenção.

> Quem sou eu, baixinha?

Fiquei pensando, como se a sua voz não fosse te entregar, idiota. Mas a mamãe me surpreendeu de novo.

< Mmmmmmm, deixa eu pensar... não sei!

Respondeu de um jeito bem safado, sempre gostei quando ela faz aquele tom de menina mimada.

< Ah, não sei!

E notei que ela começou a reboladinha de um jeito circular bem sutil. Meu tio tava com a pica totalmente encostada na bunda da minha mãe, e era óbvio que aquela massagem que ela tava dando com a bunda enquanto "tentava adivinhar" tava deixando ele no céu, dava pra ver na cara dele.

< É o Luís!

> Não, não sou o Luís.

< Então é o Roberto!

> Não, sou o Enrique, Betty! — Na mesma hora, meu tio deu um tapão na bunda dela. Descomunal, minha mãe só deu um pulinho pra frente, virou pra olhar ele e soltou um sorrisão.

>Me desculpa, vem aqui que eu passo a mão, Betty.
>Você sempre soube o que eu quero, hahaha, olha só você! Continua uma gostosa!

O quê? "Continua uma gostosa"? Aquilo foi a gota d'água, sem dúvida nenhuma agora eu tinha certeza que na minha casa morava uma deusa que todo mundo queria aproveitar.

A festa continuou e eu não conseguia parar de observar como todos os homens ficavam de olho na minha mãe, claro! Betty, como sempre, não cumpriu o que disse. "Não vou me mexer tanto pra não escapar nada", pois é, se mexeu pra caralho, como sempre, andava de um jeito exagerado que fazia a bunda dela balançar ainda mais do que o normal e o vestido ir subindo aos poucos, enquanto servia os pratos, a inclinação deixava ver o começo das nádegas carnudas e uma linda calcinha preta que fazia elas se destacarem ainda mais. No meio da festa e no calor das bebidas, que eram abundantes como sempre nos eventos lá em casa, começaram a ficar mais frequentes os toques "involuntários" na Betty, todo mundo aproveitava a chance pra tocar ela de um jeito ou de outro. Eu quis acreditar que era por causa do álcool o fato dela não fazer nada, mas isso sempre vai ser uma incógnita pra mim.

Vendo tudo aquilo, minha excitação cresceu. Vi como os três irmãos dela, ou seja, meus tios, se esbaldavam tirando fotos dela sempre que podiam, olhavam e discutiam fazendo caras de prazer e tesão. Eles sempre vêm só com meus primos pras nossas festas, as esposas deles nunca pisam na nossa casa porque não suportam minha mãe, acham ela "vagabunda" e "gostosa demais", e isso facilita pra eles fazerem suas safadezas sempre. E, claro, meus primos também adoram o espetáculo que é ver a Betty em qualquer ocasião. situação.

Esse clima de putaria começou a me pegar de jeito, pensei: se minha mãe não reclama deles, por que eu não posso fazer o mesmo? Criei coragem pra fazer igual todo mundo tava fazendo. Minha mãe passou na minha frente indo pra cozinha, meus olhos grudaram na bunda dela pelo jeito de andar. Respirei fundo e fui atrás dela.

Entrei na cozinha e lá estava ela, tentando pegar um pote no armário. Quando esticou o braço, o vestido curto subiu e deixou metade do rabo dela de fora. A linda calcinha preta de renda se moldava perfeitamente naquele par de nalgas gostosas, e eu fiquei hipnotizado.

> Deixa eu ajudar, pego pra você.

Sem dar tempo dela se mexer, cheguei perto e encostei meu corpo no dela por trás pra esticar o braço e ajudar. Mas na hora que encostei meu pau duro na bunda dela, esqueci completamente do pote que tava tentando pegar e dei a esfregada mais sem vergonha que vocês podem imaginar.

< Aiiiiii, seu bobo. Ela falou num tom entre surpreso e meio assustado.
< Que isso, Carlos?! Por que você tá fazendo isso?
> Desculpa, mãe.
< Desculpa o quê, idiota? Agora mesmo você vai me explicar. Já te vi olhando pra minha bunda e... tudo bem, não me incomoda. Você é homem e te entendo, na verdade até me sinto lisonjeada. Mas isso? Como é que você teve essa ideia?
> Meu tio Quique pega na sua bunda e você não fala nada! – respondi meio exaltado.

Minha mãe ficou quieta por um instante e disse:

< Olha, filho, ele e eu convivemos muito desde jovens e a gente brinca muito, é só uma brincadeira.
> Isso não é brincadeira. Eu vejo como ele te olha e como te dá tapinha na bunda de "carinho", e isso não é brincadeira.
< Hahaha, eu sei que às vezes ele passa um pouco do limite, mas te garanto que é só brincadeira, filho, hahaha, relaxa.
> Nesse caso, eu também quero brincar assim.
< Olha, olha, hahaha, agora não basta só ficar olhando, você também quer me tocar? Não bastou o que você acabou de fazer, seu bobo? De jeito nenhum vou brincar assim com você. O que você E aí?
>Anda, não peço muito, só o mesmo que meu tio.

Ela virou de costas e eu não consegui evitar de ficar de olho na bunda dela.
>Não, mãe, juro que não, só quero ter os mesmos privilégios que meu tio tem.

Ela ficou séria e virou de costas de novo.

Minha excitação tomou conta de mim e eu me joguei nela, pegando ela por trás, com o braço direito envolvendo a cintura fininha dela enquanto com a outra mão alcancei a bunda esquerda dela, me senti no paraíso, encostei o nariz no pescoço dela e senti aquele cheiro gostoso que ela sempre deixava quando passava do meu lado.

O fato dela estar resistindo me excitou ainda mais e continuei apalpando ela do meu jeito. Comecei a esfregar a bunda dela com as duas mãos e enfiei a cara entre os peitos dela.
>Me solta, vão nos ver! Dizia ela desesperada. Mas o sorriso dela enquanto resistia mostrava que não tava incomodada de verdade. Talvez fosse o álcool, mas ela sempre adorou se sentir desejada.
>Promete que vou poder fazer o mesmo que meu tio. Falei num tom autoritário.

Soltei ela, ela ajeitou o vestido e foi andando até a porta, nessa hora juro que não consegui evitar de dar um tapa enorme na bunda dela, era tanta minha vontade de tocar aquela bunda que minha mão não parou por aí e eu apertei a bunda dela com força, levantando uma parte do vestido de novo, deixando à mostra uma das nádegas lindas dela, eram durinhas, firmes, carnudas... perfeitas.
>Pensei que já tínhamos combinado que eu podia fazer isso. — Respondi.
Minha mãe soltou um sorriso nervoso enquanto ajustava o vestido de novo.

Continua...

P.S.

Espero que com essas fotos da Betty vocês consigam entender a obsessão que eu sinto por ela há um tempinho. Abraço, poringa boys.Betty: Mamãe e irmã safadas


Buceta


madura

6 comentários - Betty: Mamãe e irmã safadas

Excelente ojala no tardes con la continuacion
Ctrufa
La continuación está lista, espero que la disfrutes, gracias por comentar.
Ctrufa
La parte 3 está lista, saludos.
Soy de torreón también jeje presenta a alguna de las 2, no seas gei
Ctrufa
Actualmente ella vive en Cd. Lerdo cuando gustes te invitamos jajaja broma, saludos paisano.
@Ctrufa :c saludos pa cuidese del corona
Ctrufa
Parte 3, ya disponible saludos.
oskil01 +1
Excelente relato bro van puntos
Ctrufa +1
Parte 2 y 3 ya están publicadas espero que las disfrutes, gracias por comentar.
Amigo, tu foto de perfil se ve pequeña (fatima y betty) y no se puede agrandar. Comparte las fotos de ambas en un post aparte si es posible.
con ese culazo que tiene quien no estaria loco por comercelo