Fala Comunidade. Bom, por onde começar... Não vou fazer uma introdução tão longa, porque no fim das contas o que importa é o relato, mas é inacreditável a quantidade de mensagens e comentários que recebi desde o último post, pedindo a continuação, perguntando o que aconteceu, me xingando, me dando força... enfim... uma loucura. Só posso dizer que a pandemia afetou todo mundo, mas uns mais que outros. Resumindo, tô aqui, e aqui está o relato. Se você é novo e está chegando agora nessa série, vou deixar os links dos capítulos anteriores pra você se atualizar antes de ler este.http://www.poringa.net/posts/relatos/3637808/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3643079/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3652762/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3660843/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-4.hthttp://www.poringa.net/posts/relatos/3667649/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-5.html Agradeço de coração se deixarem seus comentários, suas ideias e seus pontos de vista. Não vou enrolar mais, vamos ao relato.
A realidade parou. O tempo parou. Em questão de um microssegundo, passaram pela cabeça de Manu todos os acontecimentos desde o dia do seu aniversário. Ver Delfi como mulher pela primeira vez, encontrar a roupa dela no banheiro, bater uma punheta com ela, ver Estefi transando com Renzo, descobrir que Romina o flagrou, pegá-la se tocando no banheiro, bater uma junto com ela e gozar na buceta dela, a mãe quase pegá-los, Delfi enfiar o plug no cu na frente dele, Romi fazer uma punheta até gozar na cara dele, Delfi encontrá-los e ficar com ciúmes, esfregar a calcinha fio dental na pica dele, Romi dizer que podiam se divertir o verão inteiro, as confissões sexuais de Delfi, passar creminho no cu dela e, finalmente, ela fazer uma punheta e tomar todo o gozo dele.
Realmente foram dias de loucura, de confusão, de aprendizado, de surpresas, sustos, raiva, risada, medo, excitação, luxúria, prazer, culpa… mas, acima de tudo, tesão, muito tesão. Demais. E assim como começou, tem que terminar.
Tudo isso Manu pensou em um segundo, ao ver Estefânia parada olhando para ele e para Delfi. Ela abrindo as nádegas, deitada de bruços, e ele com o pote de creme em uma mão e um dedo cheio de creme percorrendo o cu da irmã. Manu não conseguiu lidar com aquela pressão e, como um grande covarde, decidiu fugir. Pulou de pé e correu para o quarto, fechando a porta atrás de si, trancando-a, e então pulou na cama e enfiou a cabeça debaixo do travesseiro, esperando que magicamente tudo se resolvesse, ou que de alguma forma sua irmã esquecesse o que acabara de ver.
Claro que Estefi tentou detê-lo e gritou: — "Para, Manuel, vem aqui! — "Aonde você pensa que vai?" Mas ele estava atordoado demais pra ouvir ela. Depois disso, Estefi fechou a porta do quarto da Delfi, que já tinha virado de lado e se coberto com o lençol, e com a voz mais puta da vida, cheia de raiva, disse: — "Dá pra me explicar que porra acabou de acontecer, Delfina? Tô à beira de um colapso nervoso e preciso que você me explique o que acabei de ver." Delfina estava em choque, mas tinha muito mais experiência em falar, mentir e se safar de situações complicadas, então tentou se acalmar, respirou fundo e se preparou pra resolver a merda em que ela e o Manu tinham se metido. — "Primeiro, se acalma. Não viaja na maionese, não é o que você tá pensando." Estefi sentiu que ia virar super sayajin, queria encher ela de porrada. — "Como é que você quer que eu me acalme se entro no quarto e vejo minha irmã mais nova abrindo a bunda e meu irmão mais novo enfiando um dedo no cu dela? É coisa de maluco. Me dá um bom motivo pra não encher vocês dois de chute e contar pra mãe agora mesmo o que acabou de acontecer." Ouvindo isso, Delfi sentiu como se um choque tivesse percorrido o corpo inteiro, dando o empurrão que ela precisava pra sair do choque de uma vez. — "Ele não tava enfiando o dedo no meu cu não! Cê tá louca?" Mesmo com a bunda doendo, Delfi sentou na cama e continuou explicando. — "Olha, eu posso explicar tudo, mas preciso que você me escute e se acalme, porque senão não consigo", disse com a voz mais calma, apelando pra compreensão da irmã mais velha. Estefi fechou os olhos, respirou fundo umas duas vezes e, tentando se acalmar um pouco, sentou na ponta da cama da Delfi e se preparou pra ouvir. — "Tá bom, vou me acalmar. Fala, vai", disse finalmente, fazendo um puta esforço pra não bater nela. Naquele momento, Delfina começou a contar uma história meio exagerada sobre como tinha ouvido os... Os amigos do Manu zoavam ele pelas costas por ser virgem e por terem encontrado ele chorando no banheiro na noite seguinte ao aniversário dele. E, como ele tava tão bêbado, o Manu tinha confessado todos os medos e traumas dele com mulheres, como ele era sempre rejeitado, que nunca tinha conseguido transar, que se sentia sozinho, feio, incapaz, e por aí vai. Resumindo, deixaram o Manu como um cara cheio de complexos e com medo de rejeição, que nunca tinha feito nada com uma mulher, nem visto uma mulher pelada fora de um filme pornô. E essa situação, somada à loucura hormonal por ter 18 anos e morar com 4 mulheres, mas principalmente com as duas (Delfi e Estefi), que tinham corpos tão chamativos, fez ele se sentir culpado por olhar pra elas e pensar que nunca ia conhecer ninguém, nem ver uma mulher nua, muito menos transar.
Essa história toda comoveu muito a Estefi, que tava descobrindo que o irmãozinho dela sofria tudo isso. Mas, ao mesmo tempo, ela não conseguiu evitar ficar puta de novo e perguntar pra Delfi:
— "Tudo isso eu entendo, beleza. Mas que porra isso tem a ver com o que vocês estavam fazendo quando eu entrei no quarto? Isso eu ainda não entendi, Delfina."
Delfi colocou um tom meio impaciente e respondeu:
— "Mas deixa eu terminar, pô, ainda não cheguei nessa parte."
Continuou o relato e, falando dela mesma e se fazendo de envergonhada, confessou que tinha se machucado o cu se masturbando com o consolo dela, que era grande demais. Mandou a Estefi olhar na gaveta das calcinhas, e ela, ao meter a mão, tirou o consolo que dias antes o Manu tinha visto quando revirou a gaveta dela. Tinha uns 30 cm de comprimento por 5 de largura, uma verdadeira loucura.
— "Cê tá me dizendo que enfiou isso no cu, Delfina? Cê é louca ou o quê?"
Delfi continuou com o teatro e, fingindo pena, disse:
— "Sim, eu sei que exagerei, mas fazer o quê, tava com um tesão danado e me deixei levar. Juro por Deus que me arrepiento demais". Além do susto inicial de descobrir que a irmã tinha um cu sem fundo, a Estefi conseguiu entender a situação, já que, mesmo não admitindo na hora, ela não era nenhuma santa com prazer anal. A Delfi continuou a explicação e, por fim, acrescentou que, como tinha se machucado tanto o cu (ela abriu as nádegas pra mostrar pra Estefi, que soltou um gemido de dor alheia, entendendo que a irmã devia estar passando muito mal) e contou que, como não conseguia passar creme sozinha, nem pedir pra mãe porque ela ia matá-la, nem pra Romi porque era uma freira, nem pra ela porque tinha vergonha, aproveitou que teve que pedir o creme pro Manu e pensou em "ter pena" da situação do garoto e dar a chance dele ver um cu pela primeira vez na vida, e deixou claro que fez isso de forma totalmente inocente, pra tentar ensinar ele e tirar um pouco da pressão e do peso dos ombros dele, em tudo relacionado ao corpo de uma mulher. - "Eu precisava do creme e pensei que ele precisava, pela primeira vez na vida, ver um cu e perceber que não é nada demais, e assim, talvez, com menos pressão, conseguir conhecer alguém e viver a vida sexual dele normalmente. Juro que não foi de tarada, nem porque a gente tá transando ou alguma loucura assim, foi com a melhor das intenções, Estefi", terminou o relato a Delfi. Depois que ela terminou de falar, ficou um silêncio entre as duas. Só se olhavam. A Delfi tentou manter a calma e rezava internamente pra que a história fosse boa o suficiente pra Estefânia entender o que aconteceu e não ficasse brava, e muito menos contasse pra mãe, e também que fosse desconfortável o bastante pra ela não interrogar o Manu sobre isso, tentando evitar uma vergonha maior pro irmãozinho. Pra alívio dela, a Estefi sorriu pra ela. Sorriu com carinho, com amor de irmãs, e na sequência, se aproximou, deu um abraço forte e falou no ouvido: - "Desculpa por Gritar com você assim e falar essas coisas. Você vai entender que a situação foi bem chocante. Mas, sério, eu entendo perfeitamente. E apesar de eu não aprovar que você esteja metendo o nariz onde não deve, fico muito feliz em saber que você se arrisca assim pelo Manu. Ele pode ter feito 18, mas ainda é nosso irmãozinho e a gente tem que cuidar dele e ajudar ele a se tornar o melhor homem do mundo."
O abraço durou um bom tempo ainda. Estefi já tinha terminado de falar e estavam em silêncio de novo, mas continuavam se abraçando. Depois de uns minutos, quando já estava insustentável, as irmãs se separaram, sorriram as duas e trocaram um olhar cúmplice. O mesmo olhar que tinham trocado inúmeras vezes na adolescência, um olhar que dizia que estavam juntas, que se apoiavam e que tinham trabalho a fazer.
— Fica tranquila que vou te ajudar, mas isso tem que ser nosso segredo. A gente precisa resolver o problema do Manu, mas ó, sem passar do limite, né? E se o cara acabar se confundindo ou se apaixonando por uma de nós?
Delfi soltou uma gargalhada, que parou quase na hora, porque rir assim fazia a bunda dela doer, e respondeu:
— Relaxa, isso nunca vai acontecer.
Muito mais calma, Estefi se levantou e disse pra irmã que precisava tomar banho e se preparar pra uma aula, e foi em direção à porta, mas antes de sair, virou e completou:
— Você fala com o Manu e explica que tá tudo bem, que eu já sei de tudo e que apoio ele, que ele pode confiar em mim tanto quanto confia em você?
Delfi olhou pra ela com um sorriso maroto e disse:
— Que isso, vai deixar o cara passar creme na sua bunda quando ela estiver toda arrebentada?
A irmã mais velha soltou uma gargalhada, já aliviada que a situação estava resolvida, e rebateu:
— Se arrebentarem ela, sim. Senão, já vou ver o que invento — e fechou a porta.
A verdade é que, se a gente analisar com a cabeça fria, a velocidade da Delfi pra inventar uma história boa o suficiente pra livrar a cara dela e do Manu daquilo... O que tinha acabado de acontecer era pra entrar no Guinness. Mas tudo bem, o problema tava momentaneamente resolvido ou até, quem sabe, permanentemente. O único foda é que agora ela tinha que "dividir" o Manu com mais uma irmã e ainda por cima, tinha que contar pro irmão que ela tinha deixado ele como um virjão (o que nem tava tão longe da verdade), mas fazer o quê, ela tinha se exposto pra livrar os dois. Delfina pensava consigo que ele ia ficar grato por ter escapado da morte e não puto com o que a Estefi agora sabia, e a verdade é que ela não se enganou. Uns minutos depois que a Estefi saiu do quarto, a Delfi levantou e foi ver o irmão. Custou pra caralho ele aceitar abrir a porta, mas quando ele ouviu a irmã falar: — "Abre a porta, porra, que eu tenho que te contar o que aconteceu! Não tem medo, tá tudo certo" Foi como se a porta tivesse uma mola. Abriu de uma vez, mostrando um Manu todo abalado, que pegou a irmã pelo braço, puxou ela pro quarto e fechou a porta de novo. — "Como assim tá tudo certo? Como pode? Ela viu a gente! Ela gritou com a gente! Parecia que ia nos matar ali mesmo! Que porra que você fez?", começou a gaguejar nervoso o Manu, na frente da Delfi, que parecia se divertir pra caramba com o ataque de pânico do irmão. — "Chega! Para e cala a boca!", ela falou com voz firme, conseguindo finalmente calar o moleque. Na sequência, sentou na cadeira da escrivaninha, enquanto o Manu sentava na cama, e explicou tudo que tinha rolado e a história que tinha contado pra Estefi e como ela tinha reagido, e até contou o comentário picante que ela fez antes de ir tomar banho. Assim que terminou, ficou em silêncio esperando alguma palavra do Manu, mas em vez disso, voltou a se divertir vendo o irmão pular pelo quarto balançando os braços e comemorando como se a Argentina tivesse ganhado a Copa. ganhou a copa do mundo. —“Vamo que vamo, usa a buceta da lora!!!! Não acredito!!! Você é uma gênia!!!” Possuído pela felicidade de saber que não era candidato à cadeira elétrica, Manu abraçou a irmã com tanta força que a levantou do chão (a verdade é que era incrível a facilidade com que ele fez isso, como se ela fosse um bichinho de pelúcia) e, se deixando levar ainda mais, beijou Delfi na boca. Tudo começou como um selinho. Mas algo se mexeu dentro da irmã dele, que em vez de se surpreender ou se alarmar, revidou comendo a boca dele como ninguém nunca tinha feito. Aqueles beijos que fazem você sentir arrepios do calcanhar até a ponta das orelhas. Um chupão 8,0 na escala Richter, mexeu com todo o chão dele, derrubou todas as estruturas. Era assim que ele estava, com a irmã mais velha nos braços, que não demorou a cruzar as pernas nas costas dele, enquanto enfiava a língua tão fundo na garganta dele quanto possível, como se tentasse chegar cada vez mais para dentro. Era um beijo molhado, babado e barulhento. Uma obra de arte. Longe de acabar, a coisa parecia cada vez mais descontrolada, já que em vez de se separarem, Manu já tinha as mãos nas bundas de Delfi e continuavam com aquela forma desenfreada de comer as bocas um do outro, como se parar de se beijar significasse morrer. As mãos grandes de Manu apertavam a bunda da irmã com força, como se quisesse deixar marcas, e Delfi gemia sem parar de chupar ele e abraçando as costas do irmão, cravando as unhas, como uma tigresa no cio. Enquanto isso, a pica de Manu já estava dura como um mastro, apertando forte contra a bermuda do jovem, e Delfi, que só tinha colocado um mini shortinho solto para ir falar com ele, não só não conseguia deixar de sentir aquilo contra a boceta dela, como não conseguia evitar ficar ainda mais tesuda, até pensando em fazer uma loucura. Foi exatamente nesse momento, em que ela estava mais quente e louca, que a sanidade apareceu, e se separando da boca dele O irmãozinho dela disse: "Chega, chega, por favor! Não aguento mais. Vamos parar por aqui, ou vamos acabar fazendo uma merda. Acabamos de escapar de uma muito pesada, imagina se alguém abre a porta agora". Tudo isso ela disse ao irmão, enquanto ainda estava pendurada nele e ele continuava com as mãos na bunda dela. Ao ver a cara do Manu, ela pensou que ele tinha caído na real e percebido que estavam passando dos limites, e que ia dar uma segurada. Mas, assim como o Manu tinha ficado com cara de "que porra tá acontecendo" no chuveiro quando ela enfiou o plug no cu, ou quando ela o chamou de Juancho, foi a vez dela. O irmão, claramente mais enlouquecido que ela e dominado pelos hormônios, ignorou os avisos e os pedidos dela para parar e, sem aviso prévio, aproveitando a força e a musculatura, como se ela fosse feita de ar, a levantou até deixar a buceta dela na altura do rosto dele. Abrindo caminho com a boca pela lateral do short, começou a chupar a pussy dela com a mesma paixão e o mesmo frenesi com que antes a beijava.
Talvez ela não tivesse toda a experiência do mundo, talvez sua língua não fosse a mais treinada na arte de chupar um clitóris, sugar lábios, ou o que fosse. Mas, dada a surpresa da situação e a fome com que seu irmão estava comendo sua buceta, Delfi estava recebendo o melhor sexo oral da vida dela. Ela só conseguia revirar os olhos e arranhar o teto, enquanto Manu se banqueteava como um rei, completamente alucinado, navegando a tempestade da paixão e do incesto, cheio de tesão e colocando em prática o que tantas vezes tinha visto em vídeos pornô e que finalmente se dava ao luxo de experimentar. E nada mais, nada menos que com a própria irmã.
Foram só alguns minutos disso, ou talvez 3 horas ou 27 dias ou 10 segundos (a verdade é que era impossível para qualquer um dos dois ter noção do tempo), mas Delfi não aguentou mais e, agarrando desesperadamente o cabelo do irmão, encheu a boca dele com seu fluxo. Um orgasmo violento, que fez todo o corpo dela tremer e a forçou a soltar todo o suco que sua buceta era capaz de gerar. Fluxo, suco, elixir, que Manu bebeu como ambrosia, com gosto, com satisfação, com prazer. Saboreando a cada momento ter feito a irmã tocar o céu com as mãos (pelo menos o forro do teto).
Delfi continuava olhando para cima, mas já voltando à terra depois dessa erupção de tesão e prazer, já deixando o corpo relaxar e se soltar, quando foi surpreendida de novo, e ainda mais do que antes, porque o irmão não tinha descido da crista da onda. Quando tudo parecia que ia acabar naquele orgasmo, Manu lembrou que nos vídeos pornô a coisa não terminava ali. De novo, Delfi parecia um bichinho de pelúcia, já que o irmão mais novo, com uma facilidade impressionante, digna de alguém com muita experiência, a girou 180°, abraçando-a pelo meio do corpo, deixando o rosto dela na altura do pau dele, mas ainda mantendo a buceta Delfia na altura da boca dela. Boca que não demorou pra retomar a tarefa de chupar aquela buceta como se a vida dela dependesse disso.
Delfi estava em choque. Ela, que tanto sexo já tinha tido, que tantas vezes tinha se revirado, que tantas loucuras já tinha feito… estava completamente catatônica diante do que estava acontecendo.
Como podia ser que seu irmãozinho a deixava perplexa daquele jeito, fazendo com ela o que queria, e dando prazer de primeira qualidade assim, sem mais nem menos, no quarto, com a Estefi que já devia estar saindo do banho, se é que já não tinha saído, e com a Romi estudando lá embaixo, sem se importar com absolutamente nada?
Pensamento demais, hora de agir.
Assim, de bruços como estava e sentindo o enorme volume de Manu contra o rosto, disse para si mesma:
— “Esse cara atrevido vai ver o que é bom.”
Com a rapidez de um raio, puxou a bermuda e a cueca do irmão de uma só vez e começou a chupar o pau do irmão com voracidade.
Aquele pau era dela, tinha que ser dela. E se era dela, tinha que ser tratado como merecia.
A cena, vista de fora, era digna do filme pornô mais bizarro.
Irmão e irmã, se dando prazer um ao outro, sem se importar com nada.
Mas agora era a vez de Delfina. Ela tinha que brilhar e mostrar para aquele cara atrevido que tinha como irmão que, talvez, tivesse a surpreendido porque a pegou desprevenida, mas ele ainda tinha muito o que aprender se quisesse igualar as habilidades da irmã mais velha.
Já com a garganta aquecida, Delfina engoliu os 21 cm de pau que tinha na frente de uma só vez, encostando a ponta do nariz na base das bolas.
Manu quase largou a irmã. Era demais. Ele já não conseguia mais chupar a buceta da irmã se ela estava chupando o pau dele daquele jeito.
Foi forçado a virar Delfi de novo, que, vale dizer, nunca tirou o pau da boca.
Agora sua irmã estava ajoelhada na frente dele, com o pau inteiro dentro da garganta, e ele só conseguia lutar para se manter de pé diante de um boquete tão feroz.
Ela, já no modo safada, olhava para ele olhos atrevidos, fixos, dizendo ao irmãozinho com o olhar —“Sim, tô chupando teu pau inteiro… e adoro isso”. Delfi pegou a mão do irmão e mostrou como ele devia fazer, mas sem tirar o pau da boca, deu a entender pro Manu que ele podia agarrar ela pelos cabelos e foder a boca dela. Depois de centenas de vídeos na internet, Manu sabia muito bem como fazer uma garganta profunda, mas a verdade é que fazer isso com a irmã dele superava todos os limites ou expectativas que ele poderia ter. Felizmente, ele não se deixou abalar pela situação e, obedecendo à irmã, agarrou ela com força pelos cabelos e começou a meter fundo na garganta dela. Como explicar um momento desses? Já tinha saído tudo do controle. Era uma loucura total. Manuel tava vivendo o boquete mais quente da história, sentindo o barulho característico de uma garganta se abrindo pra uma pica, vendo a irmã mais velha dividida entre ânsias, a necessidade de respirar e a vontade de continuar chupando o pau dele, tudo coroado pelos jatos de baba que escorriam pelo canto dos lábios da Delfi e que espirravam da boca dela toda vez que o Manu tirava o pau pra ela respirar e enfiava de novo num movimento só. Isso já era demais, pensou Manu num instante fugaz, mas na mesma hora percebeu que tava enganado, e se deixou tomar pelo orgasmo mais violento que já tinha tido na vida. Só conseguiu dizer —“Ah! Tá vindo, tá vindo”. Delfi reagiu agarrando as nádegas do irmãozinho e pressionando o corpo dele contra o dela, forçando assim o pau inteiro do Manu a entrar na garganta dela pra receber o leite quente dele direto na barriguinha. Ou pelo menos era o que ela pensava, com certeza baseada nas experiências anteriores dela, com tantas picas que já tinha chupado. Mas teve uma coisa que ela não esperava: a quantidade cavalar de porra que o irmão dela soltava toda vez que gozava. Pareceu uma explosão mesmo. Era Carnaval leitoso. Delfi tentou em vão engolir tudo, mas o gozo transbordou sua boca, escorrendo pelo corpo, saindo pelo nariz, e mais, ela sentiu quase como se fosse sair pelos ouvidos.
Tinha sido demais para os dois. Completamente inesperado, surpreendente. Mas nem por isso menos prazeroso. Manu sentou na cama, tentando respirar de novo tranquilo e tentando processar tudo que tinha acabado de rolar, enquanto Delfina no chão, toda melada de porra, tentava fazer o mesmo. Eles nem tinham voltado ao normal direito, quando a realidade bateu de repente, porque na mesma hora bateram na porta e Estefi perguntou do outro lado: — "Manu, posso entrar? Preciso falar com você." Bom, é isso por hoje. Não posso prometer nada, nem dizer quando sai a próxima parte. Só espero que vocês tenham curtido e que eu consiga trazer o mais rápido possível. Valeu e desculpa aí.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3643079/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3652762/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3660843/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-4.hthttp://www.poringa.net/posts/relatos/3667649/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-5.html Agradeço de coração se deixarem seus comentários, suas ideias e seus pontos de vista. Não vou enrolar mais, vamos ao relato.
A realidade parou. O tempo parou. Em questão de um microssegundo, passaram pela cabeça de Manu todos os acontecimentos desde o dia do seu aniversário. Ver Delfi como mulher pela primeira vez, encontrar a roupa dela no banheiro, bater uma punheta com ela, ver Estefi transando com Renzo, descobrir que Romina o flagrou, pegá-la se tocando no banheiro, bater uma junto com ela e gozar na buceta dela, a mãe quase pegá-los, Delfi enfiar o plug no cu na frente dele, Romi fazer uma punheta até gozar na cara dele, Delfi encontrá-los e ficar com ciúmes, esfregar a calcinha fio dental na pica dele, Romi dizer que podiam se divertir o verão inteiro, as confissões sexuais de Delfi, passar creminho no cu dela e, finalmente, ela fazer uma punheta e tomar todo o gozo dele.
Realmente foram dias de loucura, de confusão, de aprendizado, de surpresas, sustos, raiva, risada, medo, excitação, luxúria, prazer, culpa… mas, acima de tudo, tesão, muito tesão. Demais. E assim como começou, tem que terminar.
Tudo isso Manu pensou em um segundo, ao ver Estefânia parada olhando para ele e para Delfi. Ela abrindo as nádegas, deitada de bruços, e ele com o pote de creme em uma mão e um dedo cheio de creme percorrendo o cu da irmã. Manu não conseguiu lidar com aquela pressão e, como um grande covarde, decidiu fugir. Pulou de pé e correu para o quarto, fechando a porta atrás de si, trancando-a, e então pulou na cama e enfiou a cabeça debaixo do travesseiro, esperando que magicamente tudo se resolvesse, ou que de alguma forma sua irmã esquecesse o que acabara de ver.
Claro que Estefi tentou detê-lo e gritou: — "Para, Manuel, vem aqui! — "Aonde você pensa que vai?" Mas ele estava atordoado demais pra ouvir ela. Depois disso, Estefi fechou a porta do quarto da Delfi, que já tinha virado de lado e se coberto com o lençol, e com a voz mais puta da vida, cheia de raiva, disse: — "Dá pra me explicar que porra acabou de acontecer, Delfina? Tô à beira de um colapso nervoso e preciso que você me explique o que acabei de ver." Delfina estava em choque, mas tinha muito mais experiência em falar, mentir e se safar de situações complicadas, então tentou se acalmar, respirou fundo e se preparou pra resolver a merda em que ela e o Manu tinham se metido. — "Primeiro, se acalma. Não viaja na maionese, não é o que você tá pensando." Estefi sentiu que ia virar super sayajin, queria encher ela de porrada. — "Como é que você quer que eu me acalme se entro no quarto e vejo minha irmã mais nova abrindo a bunda e meu irmão mais novo enfiando um dedo no cu dela? É coisa de maluco. Me dá um bom motivo pra não encher vocês dois de chute e contar pra mãe agora mesmo o que acabou de acontecer." Ouvindo isso, Delfi sentiu como se um choque tivesse percorrido o corpo inteiro, dando o empurrão que ela precisava pra sair do choque de uma vez. — "Ele não tava enfiando o dedo no meu cu não! Cê tá louca?" Mesmo com a bunda doendo, Delfi sentou na cama e continuou explicando. — "Olha, eu posso explicar tudo, mas preciso que você me escute e se acalme, porque senão não consigo", disse com a voz mais calma, apelando pra compreensão da irmã mais velha. Estefi fechou os olhos, respirou fundo umas duas vezes e, tentando se acalmar um pouco, sentou na ponta da cama da Delfi e se preparou pra ouvir. — "Tá bom, vou me acalmar. Fala, vai", disse finalmente, fazendo um puta esforço pra não bater nela. Naquele momento, Delfina começou a contar uma história meio exagerada sobre como tinha ouvido os... Os amigos do Manu zoavam ele pelas costas por ser virgem e por terem encontrado ele chorando no banheiro na noite seguinte ao aniversário dele. E, como ele tava tão bêbado, o Manu tinha confessado todos os medos e traumas dele com mulheres, como ele era sempre rejeitado, que nunca tinha conseguido transar, que se sentia sozinho, feio, incapaz, e por aí vai. Resumindo, deixaram o Manu como um cara cheio de complexos e com medo de rejeição, que nunca tinha feito nada com uma mulher, nem visto uma mulher pelada fora de um filme pornô. E essa situação, somada à loucura hormonal por ter 18 anos e morar com 4 mulheres, mas principalmente com as duas (Delfi e Estefi), que tinham corpos tão chamativos, fez ele se sentir culpado por olhar pra elas e pensar que nunca ia conhecer ninguém, nem ver uma mulher nua, muito menos transar.
Essa história toda comoveu muito a Estefi, que tava descobrindo que o irmãozinho dela sofria tudo isso. Mas, ao mesmo tempo, ela não conseguiu evitar ficar puta de novo e perguntar pra Delfi:
— "Tudo isso eu entendo, beleza. Mas que porra isso tem a ver com o que vocês estavam fazendo quando eu entrei no quarto? Isso eu ainda não entendi, Delfina."
Delfi colocou um tom meio impaciente e respondeu:
— "Mas deixa eu terminar, pô, ainda não cheguei nessa parte."
Continuou o relato e, falando dela mesma e se fazendo de envergonhada, confessou que tinha se machucado o cu se masturbando com o consolo dela, que era grande demais. Mandou a Estefi olhar na gaveta das calcinhas, e ela, ao meter a mão, tirou o consolo que dias antes o Manu tinha visto quando revirou a gaveta dela. Tinha uns 30 cm de comprimento por 5 de largura, uma verdadeira loucura.
— "Cê tá me dizendo que enfiou isso no cu, Delfina? Cê é louca ou o quê?"
Delfi continuou com o teatro e, fingindo pena, disse:
— "Sim, eu sei que exagerei, mas fazer o quê, tava com um tesão danado e me deixei levar. Juro por Deus que me arrepiento demais". Além do susto inicial de descobrir que a irmã tinha um cu sem fundo, a Estefi conseguiu entender a situação, já que, mesmo não admitindo na hora, ela não era nenhuma santa com prazer anal. A Delfi continuou a explicação e, por fim, acrescentou que, como tinha se machucado tanto o cu (ela abriu as nádegas pra mostrar pra Estefi, que soltou um gemido de dor alheia, entendendo que a irmã devia estar passando muito mal) e contou que, como não conseguia passar creme sozinha, nem pedir pra mãe porque ela ia matá-la, nem pra Romi porque era uma freira, nem pra ela porque tinha vergonha, aproveitou que teve que pedir o creme pro Manu e pensou em "ter pena" da situação do garoto e dar a chance dele ver um cu pela primeira vez na vida, e deixou claro que fez isso de forma totalmente inocente, pra tentar ensinar ele e tirar um pouco da pressão e do peso dos ombros dele, em tudo relacionado ao corpo de uma mulher. - "Eu precisava do creme e pensei que ele precisava, pela primeira vez na vida, ver um cu e perceber que não é nada demais, e assim, talvez, com menos pressão, conseguir conhecer alguém e viver a vida sexual dele normalmente. Juro que não foi de tarada, nem porque a gente tá transando ou alguma loucura assim, foi com a melhor das intenções, Estefi", terminou o relato a Delfi. Depois que ela terminou de falar, ficou um silêncio entre as duas. Só se olhavam. A Delfi tentou manter a calma e rezava internamente pra que a história fosse boa o suficiente pra Estefânia entender o que aconteceu e não ficasse brava, e muito menos contasse pra mãe, e também que fosse desconfortável o bastante pra ela não interrogar o Manu sobre isso, tentando evitar uma vergonha maior pro irmãozinho. Pra alívio dela, a Estefi sorriu pra ela. Sorriu com carinho, com amor de irmãs, e na sequência, se aproximou, deu um abraço forte e falou no ouvido: - "Desculpa por Gritar com você assim e falar essas coisas. Você vai entender que a situação foi bem chocante. Mas, sério, eu entendo perfeitamente. E apesar de eu não aprovar que você esteja metendo o nariz onde não deve, fico muito feliz em saber que você se arrisca assim pelo Manu. Ele pode ter feito 18, mas ainda é nosso irmãozinho e a gente tem que cuidar dele e ajudar ele a se tornar o melhor homem do mundo."
O abraço durou um bom tempo ainda. Estefi já tinha terminado de falar e estavam em silêncio de novo, mas continuavam se abraçando. Depois de uns minutos, quando já estava insustentável, as irmãs se separaram, sorriram as duas e trocaram um olhar cúmplice. O mesmo olhar que tinham trocado inúmeras vezes na adolescência, um olhar que dizia que estavam juntas, que se apoiavam e que tinham trabalho a fazer.
— Fica tranquila que vou te ajudar, mas isso tem que ser nosso segredo. A gente precisa resolver o problema do Manu, mas ó, sem passar do limite, né? E se o cara acabar se confundindo ou se apaixonando por uma de nós?
Delfi soltou uma gargalhada, que parou quase na hora, porque rir assim fazia a bunda dela doer, e respondeu:
— Relaxa, isso nunca vai acontecer.
Muito mais calma, Estefi se levantou e disse pra irmã que precisava tomar banho e se preparar pra uma aula, e foi em direção à porta, mas antes de sair, virou e completou:
— Você fala com o Manu e explica que tá tudo bem, que eu já sei de tudo e que apoio ele, que ele pode confiar em mim tanto quanto confia em você?
Delfi olhou pra ela com um sorriso maroto e disse:
— Que isso, vai deixar o cara passar creme na sua bunda quando ela estiver toda arrebentada?
A irmã mais velha soltou uma gargalhada, já aliviada que a situação estava resolvida, e rebateu:
— Se arrebentarem ela, sim. Senão, já vou ver o que invento — e fechou a porta.
A verdade é que, se a gente analisar com a cabeça fria, a velocidade da Delfi pra inventar uma história boa o suficiente pra livrar a cara dela e do Manu daquilo... O que tinha acabado de acontecer era pra entrar no Guinness. Mas tudo bem, o problema tava momentaneamente resolvido ou até, quem sabe, permanentemente. O único foda é que agora ela tinha que "dividir" o Manu com mais uma irmã e ainda por cima, tinha que contar pro irmão que ela tinha deixado ele como um virjão (o que nem tava tão longe da verdade), mas fazer o quê, ela tinha se exposto pra livrar os dois. Delfina pensava consigo que ele ia ficar grato por ter escapado da morte e não puto com o que a Estefi agora sabia, e a verdade é que ela não se enganou. Uns minutos depois que a Estefi saiu do quarto, a Delfi levantou e foi ver o irmão. Custou pra caralho ele aceitar abrir a porta, mas quando ele ouviu a irmã falar: — "Abre a porta, porra, que eu tenho que te contar o que aconteceu! Não tem medo, tá tudo certo" Foi como se a porta tivesse uma mola. Abriu de uma vez, mostrando um Manu todo abalado, que pegou a irmã pelo braço, puxou ela pro quarto e fechou a porta de novo. — "Como assim tá tudo certo? Como pode? Ela viu a gente! Ela gritou com a gente! Parecia que ia nos matar ali mesmo! Que porra que você fez?", começou a gaguejar nervoso o Manu, na frente da Delfi, que parecia se divertir pra caramba com o ataque de pânico do irmão. — "Chega! Para e cala a boca!", ela falou com voz firme, conseguindo finalmente calar o moleque. Na sequência, sentou na cadeira da escrivaninha, enquanto o Manu sentava na cama, e explicou tudo que tinha rolado e a história que tinha contado pra Estefi e como ela tinha reagido, e até contou o comentário picante que ela fez antes de ir tomar banho. Assim que terminou, ficou em silêncio esperando alguma palavra do Manu, mas em vez disso, voltou a se divertir vendo o irmão pular pelo quarto balançando os braços e comemorando como se a Argentina tivesse ganhado a Copa. ganhou a copa do mundo. —“Vamo que vamo, usa a buceta da lora!!!! Não acredito!!! Você é uma gênia!!!” Possuído pela felicidade de saber que não era candidato à cadeira elétrica, Manu abraçou a irmã com tanta força que a levantou do chão (a verdade é que era incrível a facilidade com que ele fez isso, como se ela fosse um bichinho de pelúcia) e, se deixando levar ainda mais, beijou Delfi na boca. Tudo começou como um selinho. Mas algo se mexeu dentro da irmã dele, que em vez de se surpreender ou se alarmar, revidou comendo a boca dele como ninguém nunca tinha feito. Aqueles beijos que fazem você sentir arrepios do calcanhar até a ponta das orelhas. Um chupão 8,0 na escala Richter, mexeu com todo o chão dele, derrubou todas as estruturas. Era assim que ele estava, com a irmã mais velha nos braços, que não demorou a cruzar as pernas nas costas dele, enquanto enfiava a língua tão fundo na garganta dele quanto possível, como se tentasse chegar cada vez mais para dentro. Era um beijo molhado, babado e barulhento. Uma obra de arte. Longe de acabar, a coisa parecia cada vez mais descontrolada, já que em vez de se separarem, Manu já tinha as mãos nas bundas de Delfi e continuavam com aquela forma desenfreada de comer as bocas um do outro, como se parar de se beijar significasse morrer. As mãos grandes de Manu apertavam a bunda da irmã com força, como se quisesse deixar marcas, e Delfi gemia sem parar de chupar ele e abraçando as costas do irmão, cravando as unhas, como uma tigresa no cio. Enquanto isso, a pica de Manu já estava dura como um mastro, apertando forte contra a bermuda do jovem, e Delfi, que só tinha colocado um mini shortinho solto para ir falar com ele, não só não conseguia deixar de sentir aquilo contra a boceta dela, como não conseguia evitar ficar ainda mais tesuda, até pensando em fazer uma loucura. Foi exatamente nesse momento, em que ela estava mais quente e louca, que a sanidade apareceu, e se separando da boca dele O irmãozinho dela disse: "Chega, chega, por favor! Não aguento mais. Vamos parar por aqui, ou vamos acabar fazendo uma merda. Acabamos de escapar de uma muito pesada, imagina se alguém abre a porta agora". Tudo isso ela disse ao irmão, enquanto ainda estava pendurada nele e ele continuava com as mãos na bunda dela. Ao ver a cara do Manu, ela pensou que ele tinha caído na real e percebido que estavam passando dos limites, e que ia dar uma segurada. Mas, assim como o Manu tinha ficado com cara de "que porra tá acontecendo" no chuveiro quando ela enfiou o plug no cu, ou quando ela o chamou de Juancho, foi a vez dela. O irmão, claramente mais enlouquecido que ela e dominado pelos hormônios, ignorou os avisos e os pedidos dela para parar e, sem aviso prévio, aproveitando a força e a musculatura, como se ela fosse feita de ar, a levantou até deixar a buceta dela na altura do rosto dele. Abrindo caminho com a boca pela lateral do short, começou a chupar a pussy dela com a mesma paixão e o mesmo frenesi com que antes a beijava.
Talvez ela não tivesse toda a experiência do mundo, talvez sua língua não fosse a mais treinada na arte de chupar um clitóris, sugar lábios, ou o que fosse. Mas, dada a surpresa da situação e a fome com que seu irmão estava comendo sua buceta, Delfi estava recebendo o melhor sexo oral da vida dela. Ela só conseguia revirar os olhos e arranhar o teto, enquanto Manu se banqueteava como um rei, completamente alucinado, navegando a tempestade da paixão e do incesto, cheio de tesão e colocando em prática o que tantas vezes tinha visto em vídeos pornô e que finalmente se dava ao luxo de experimentar. E nada mais, nada menos que com a própria irmã.Foram só alguns minutos disso, ou talvez 3 horas ou 27 dias ou 10 segundos (a verdade é que era impossível para qualquer um dos dois ter noção do tempo), mas Delfi não aguentou mais e, agarrando desesperadamente o cabelo do irmão, encheu a boca dele com seu fluxo. Um orgasmo violento, que fez todo o corpo dela tremer e a forçou a soltar todo o suco que sua buceta era capaz de gerar. Fluxo, suco, elixir, que Manu bebeu como ambrosia, com gosto, com satisfação, com prazer. Saboreando a cada momento ter feito a irmã tocar o céu com as mãos (pelo menos o forro do teto).
Delfi continuava olhando para cima, mas já voltando à terra depois dessa erupção de tesão e prazer, já deixando o corpo relaxar e se soltar, quando foi surpreendida de novo, e ainda mais do que antes, porque o irmão não tinha descido da crista da onda. Quando tudo parecia que ia acabar naquele orgasmo, Manu lembrou que nos vídeos pornô a coisa não terminava ali. De novo, Delfi parecia um bichinho de pelúcia, já que o irmão mais novo, com uma facilidade impressionante, digna de alguém com muita experiência, a girou 180°, abraçando-a pelo meio do corpo, deixando o rosto dela na altura do pau dele, mas ainda mantendo a buceta Delfia na altura da boca dela. Boca que não demorou pra retomar a tarefa de chupar aquela buceta como se a vida dela dependesse disso.
Delfi estava em choque. Ela, que tanto sexo já tinha tido, que tantas vezes tinha se revirado, que tantas loucuras já tinha feito… estava completamente catatônica diante do que estava acontecendo.Como podia ser que seu irmãozinho a deixava perplexa daquele jeito, fazendo com ela o que queria, e dando prazer de primeira qualidade assim, sem mais nem menos, no quarto, com a Estefi que já devia estar saindo do banho, se é que já não tinha saído, e com a Romi estudando lá embaixo, sem se importar com absolutamente nada?
Pensamento demais, hora de agir.
Assim, de bruços como estava e sentindo o enorme volume de Manu contra o rosto, disse para si mesma:
— “Esse cara atrevido vai ver o que é bom.”
Com a rapidez de um raio, puxou a bermuda e a cueca do irmão de uma só vez e começou a chupar o pau do irmão com voracidade.
Aquele pau era dela, tinha que ser dela. E se era dela, tinha que ser tratado como merecia.
A cena, vista de fora, era digna do filme pornô mais bizarro.
Irmão e irmã, se dando prazer um ao outro, sem se importar com nada.
Mas agora era a vez de Delfina. Ela tinha que brilhar e mostrar para aquele cara atrevido que tinha como irmão que, talvez, tivesse a surpreendido porque a pegou desprevenida, mas ele ainda tinha muito o que aprender se quisesse igualar as habilidades da irmã mais velha.
Já com a garganta aquecida, Delfina engoliu os 21 cm de pau que tinha na frente de uma só vez, encostando a ponta do nariz na base das bolas.
Manu quase largou a irmã. Era demais. Ele já não conseguia mais chupar a buceta da irmã se ela estava chupando o pau dele daquele jeito.
Foi forçado a virar Delfi de novo, que, vale dizer, nunca tirou o pau da boca.
Agora sua irmã estava ajoelhada na frente dele, com o pau inteiro dentro da garganta, e ele só conseguia lutar para se manter de pé diante de um boquete tão feroz.
Ela, já no modo safada, olhava para ele olhos atrevidos, fixos, dizendo ao irmãozinho com o olhar —“Sim, tô chupando teu pau inteiro… e adoro isso”. Delfi pegou a mão do irmão e mostrou como ele devia fazer, mas sem tirar o pau da boca, deu a entender pro Manu que ele podia agarrar ela pelos cabelos e foder a boca dela. Depois de centenas de vídeos na internet, Manu sabia muito bem como fazer uma garganta profunda, mas a verdade é que fazer isso com a irmã dele superava todos os limites ou expectativas que ele poderia ter. Felizmente, ele não se deixou abalar pela situação e, obedecendo à irmã, agarrou ela com força pelos cabelos e começou a meter fundo na garganta dela. Como explicar um momento desses? Já tinha saído tudo do controle. Era uma loucura total. Manuel tava vivendo o boquete mais quente da história, sentindo o barulho característico de uma garganta se abrindo pra uma pica, vendo a irmã mais velha dividida entre ânsias, a necessidade de respirar e a vontade de continuar chupando o pau dele, tudo coroado pelos jatos de baba que escorriam pelo canto dos lábios da Delfi e que espirravam da boca dela toda vez que o Manu tirava o pau pra ela respirar e enfiava de novo num movimento só. Isso já era demais, pensou Manu num instante fugaz, mas na mesma hora percebeu que tava enganado, e se deixou tomar pelo orgasmo mais violento que já tinha tido na vida. Só conseguiu dizer —“Ah! Tá vindo, tá vindo”. Delfi reagiu agarrando as nádegas do irmãozinho e pressionando o corpo dele contra o dela, forçando assim o pau inteiro do Manu a entrar na garganta dela pra receber o leite quente dele direto na barriguinha. Ou pelo menos era o que ela pensava, com certeza baseada nas experiências anteriores dela, com tantas picas que já tinha chupado. Mas teve uma coisa que ela não esperava: a quantidade cavalar de porra que o irmão dela soltava toda vez que gozava. Pareceu uma explosão mesmo. Era Carnaval leitoso. Delfi tentou em vão engolir tudo, mas o gozo transbordou sua boca, escorrendo pelo corpo, saindo pelo nariz, e mais, ela sentiu quase como se fosse sair pelos ouvidos.
Tinha sido demais para os dois. Completamente inesperado, surpreendente. Mas nem por isso menos prazeroso. Manu sentou na cama, tentando respirar de novo tranquilo e tentando processar tudo que tinha acabado de rolar, enquanto Delfina no chão, toda melada de porra, tentava fazer o mesmo. Eles nem tinham voltado ao normal direito, quando a realidade bateu de repente, porque na mesma hora bateram na porta e Estefi perguntou do outro lado: — "Manu, posso entrar? Preciso falar com você." Bom, é isso por hoje. Não posso prometer nada, nem dizer quando sai a próxima parte. Só espero que vocês tenham curtido e que eu consiga trazer o mais rápido possível. Valeu e desculpa aí.
51 comentários - Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 6
Intenta que no sea mucho tiempo van 10
gracias Crack. por volver
Era un grupo demasiado bien presentado como para dejarlo así a la deriva.
espero que lo puedas continuar.
Muy lindo relato. Bien contado.
No abandones bro.
Volve!!!
Volve!!!
Quizas un dia me levanto cruzado y te escribo un capitulo mas 😉